AXONIUM

Para que serve AXONIUM

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


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BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009

I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

AXONIUM
olanzapina

MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA

APRESENTAÇÕES
Comprimidos de 2,5 mg, 5 mg ou 10 mg: embalagens com 7, 15, 30 ou 60 comprimidos.

USO ORAL

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de Axonium 2,5 mg contém:

olanzapina..............................................................................................................2,5 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, crospovidona, hipromelose e estearato de magnésio.

Cada comprimido de Axonium 5 mg contém:
olanzapina.................................................................................................................5 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, crospovidona, hipromelose e estearato de magnésio.

Cada comprimido de Axonium 10 mg contém:
olanzapina...............................................................................................................10 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, crospovidona, hipromelose e estearato de magnésio.

II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Axonium é indicado para o tratamento agudo e de manutenção da esquizofrenia e outros transtornos mentais
(psicoses) onde sintomas positivos (ex.: delírios, alucinações, alterações de pensamento, hostilidade e desconfiança)
e/ou sintomas negativos (ex.: afeto diminuído, isolamento emocional/social e pobreza de linguagem) são proeminentes.
Axonium alivia também os sintomas afetivos secundários na esquizofrenia e transtornos relacionados. Axonium é
eficaz na manutenção da melhora clínica durante o tratamento contínuo nos pacientes que responderam ao tratamento
inicial.
Axonium, em monoterapia ou em combinação com lítio ou valproato, é indicado para o tratamento de episódios de
mania aguda ou mistos do transtorno bipolar, com ou sem sintomas psicóticos e com ou sem ciclagem rápida.
Axonium é indicado para prolongar o tempo entre os episódios e reduzir as taxas de recorrência dos episódios de
mania, mistos ou depressivos no transtorno bipolar.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?


Axonium é um medicamento classificado como antipsicótico e que age no Sistema Nervoso Central, propiciando a
melhora dos sintomas em pacientes com esquizofrenia e outros transtornos mentais (psicoses), e dos episódios
maníacos (euforia) e mistos do transtorno afetivo bipolar. Além disso, nos pacientes com transtorno afetivo bipolar,
previne novas fases de mania e depressão.
O mecanismo de ação da olanzapina no tratamento da esquizofrenia e no tratamento de episódios de mania aguda ou
mistos do transtorno bipolar é desconhecido.
Quando Axonium é utilizado por via oral (pela boca), em doses diárias entre 5 e 20 mg, para o tratamento da
esquizofrenia e outras condições relacionadas, ou em doses diárias de pelo menos 15 mg para o tratamento de
mania (ou episódios mistos) associada à transtorno bipolar, você e/ou o seu médico podem verificar uma melhora
inicial nos sintomas gerais destas condições na primeira semana de tratamento.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?


Axonium não deve ser usado por pacientes alérgicos à olanzapina ou a qualquer um dos componentes da
formulação do medicamento.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências/Precauções

O desenvolvimento de síndrome neuroléptica maligna (SNM), um conjunto de sintomas complexos e potencialmente
fatal, foi associada com olanzapina. Portanto, o aparecimento de sinais e/ou sintomas associados a essa síndrome exige

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descontinuação do tratamento com olanzapina.
O uso de olanzapina foi associado ao desenvolvimento de discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários).
Caso o paciente desenvolva sinais e/ou sintomas dessa doença, o médico deverá considerar o ajuste da dose ou a
interrupção do tratamento com olanzapina. A olanzapina deve ser utilizada cuidadosamente nos seguintes tipos de
pacientes: pacientes com histórico de convulsões ou que estão sujeitos a fatores que possam desencadear
convulsões, direta ou indiretamente; pacientes com aumento da próstata; alteração do funcionamento de uma parte do
intestino (íleo paralítico); glaucoma de ângulo estreito (uma doença caracterizada por episódios súbitos de aumento
de pressão dentro do olho, geralmente em um dos olhos) ou condições relacionadas; pacientes que tenham
alterações na contagem de células sanguíneas; pacientes com história de depressão/toxicidade da medula óssea
induzida por drogas; pacientes com depressão da medula óssea causada por doença concomitante; radioterapia ou
quimioterapia; pacientes com TGP e/ou TGO (enzimas do fígado) elevadas; pacientes com sinais e sintomas de
insuficiência hepática ou outras doenças que atinjam o fígado, diminuindo a sua função e pacientes que estejam em
tratamento com medicamentos que são tóxicos ao fígado. Em pacientes diabéticos, ou com predisposição a esta
doença, em tratamento com olanzapina, recomenda-se o acompanhamento médico devido ao aumento da frequência
desta doença em pacientes com esquizofrenia.
Axonium não é aprovado para tratamento de pacientes idosos com psicose associada à demência.
Em pacientes idosos, com psicose associada à demência, a eficácia de olanzapina não foi estabelecida e, durante
estudos clínicos com olanzapina, ocorreram eventos adversos cerebrovasculares (ex.: derrame cerebral). Entretanto,
todos os pacientes que apresentaram estes tipos de eventos tinham fatores de riscos preexistentes conhecidos para os
mesmos. Foi observado um aumento na ocorrência de mortes nesta população em especial, contudo também havia
fatores de risco preexistentes para o aumento da mortalidade. Outros eventos observados nesta classe de pacientes
foram: marcha anormal, quedas, incontinência urinária e pneumonia. Recomenda-se que a pressão arterial em
pacientes acima de 65 anos e sob tratamento com Axonium seja medida periodicamente. Deve-se ter cautela
quando Axonium for prescrito com drogas que sabidamente alteram o eletrocardiograma, indicando alteração da
condução de impulsos nervosos para o coração, especialmente em pacientes idosos. Como com outras drogas de ação
no Sistema Nervoso Central (SNC), Axonium deve ser usado com cuidado em pacientes idosos com demência.
Axonium pode causar hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao se levantar) associada com
vertigem, aceleração ou lentidão dos batimentos cardíacos, e em alguns pacientes, síncope (desmaio), especialmente
durante o período inicial de titulação da dose. Os riscos de hipotensão ortostática e síncope podem ser diminuídos ao se
adotar uma terapia inicial com 5 mg de Axonium administrada uma vez ao dia. Se ocorrer hipotensão, uma
titulação mais gradual para a dose alvo deve ser considerada.
Foram observadas alterações indesejáveis dos lipídios (triglicérides e/ou colesterol) em pacientes tratados com
olanzapina. Portanto, recomenda-se monitoramento clínico adequado.
Em dados pós-comercialização relatados com olanzapina, o evento morte cardíaca repentina presumida (MCR) foi
reportado muito raramente em pacientes tratados com medicamentos antipsicóticos atípicos, incluindo olanzapina.
Devido ao fato de Axonium poder causar sonolência, os pacientes devem ser alertados quando operarem máquinas,
incluindo automóveis, enquanto estiverem em tratamento com Axonium.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção
podem estar prejudicadas.

Não há estudos adequados e bem controlados com olanzapina em mulheres grávidas. A paciente deve notificar seu
médico se ficar grávida ou se pretender engravidar durante o tratamento com Axonium. Dado que a experiência em
humanos é limitada, esta droga deve ser usada na gravidez somente se os benefícios possíveis justificarem os riscos
potenciais para o feto.
Em um estudo em mulheres saudáveis, lactantes, a olanzapina foi excretada no leite materno. Portanto, as
pacientes devem ser aconselhadas a não amamentarem no caso de estarem recebendo Axonium.
Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou amamentando sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.

Este medicamento contém LACTOSE. Portanto, deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem
intolerância à lactose.

Interações Medicamentosas
Axonium poderá interagir com os seguintes medicamentos: inibidores ou indutores das isoenzimas do citocromo P450,
inibidores do CYP1A2, carbamazepina, carvão ativado, fluoxetina, fluvoxamina e lorazepam. Devido à possibilidade
de Axonium diminuir a pressão sanguínea, o mesmo deve ser administrado com cuidado a pacientes que estejam sob
tratamento com medicamentos para controlar a pressão alta. Deve-se ter cuidado adicional quando Axonium for
administrado em combinação com drogas que agem no Sistema Nervoso Central, incluindo o álcool. O hábito de
fumar pode interferir no tratamento com Axonium. A absorção da olanzapina não é afetada por alimentos.
Entre em contato com o seu médico se está utilizando, pretende utilizar ou parou de utilizar um medicamento com ou
sem prescrição médica, incluindo fitoterápicos, uma vez que existe potencial de interação com outros medicamentos.
Nenhum estudo clínico foi conduzido para avaliar possíveis interações entre olanzapina e testes laboratoriais e não
laboratoriais. Não há conhecimento de interações entre olanzapina e testes laboratoriais e não laboratoriais.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

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5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico
Os comprimidos de Axonium 2,5 mg são de formato circular, de cor amarela.
Os comprimidos de Axonium 5 mg são de formato circular, de cor amarela.
Os comprimidos de Axonium 10 mg são de formato circular, de cor amarela.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? Como usar
Axonium deve ser administrado por via oral, podendo ser tomado independentemente das refeições. Não
administrar mais que a quantidade total de Axonium recomendada pelo médico para períodos de 24 horas.

Dosagem


Dose para pacientes com esquizofrenia e transtornos relacionados
A dose inicial recomendada de Axonium é de 10 mg, administrada uma vez ao dia, independentemente das refeições.
A dose diária deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg. O aumento de dose
diária acima daquela de rotina (10 mg) só é recomendado após avaliação médica.

Dose para pacientes com mania aguda associada ao transtorno bipolar
A dose inicial recomendada de Axonium é de 15 mg, administrada uma vez ao dia em monoterapia, ou de 10 mg
administrada uma vez ao dia em combinação com lítio ou valproato, independentemente das refeições. A dose diária
deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg diários. O aumento de dose acima
daquela sugerida diariamente só é recomendado após avaliação médica e geralmente deve ocorrer em intervalos não
inferiores a 24 horas.

Prevenção de recorrência do transtorno bipolar
Para pacientes que já estavam recebendo Axonium para tratamento de episódio maníaco, devem inicialmente
continuar o tratamento com mesma dose. A dose inicial recomendada é de 10 mg/dia para os pacientes que já estão em
remissão. A dose diária pode ser subsequentemente ajustada com base na condição clínica individual, dentro da
variação de 5 a 20 mg/dia.

Considerações gerais sobre a administração de Axonium em populações especiais

Dose para pacientes idosos: Uma dose inicial mais baixa de 5 mg/dia pode ser considerada para pacientes idosos ou
quando fatores clínicos justificarem.
Dose para pacientes com insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado) ou renal (mau funcionamento dos
rins): Uma dose inicial de 5 mg deve ser considerada para pacientes com insuficiência hepática moderada ou renal
grave e aumentada somente com cautela.
Pode ser considerada uma dose inicial mais baixa em pacientes que exibem uma combinação de fatores (sexo feminino,
idoso e não fumante) que podem diminuir o metabolismo da olanzapina.
O uso de Axonium em monoterapia não foi estudado em indivíduos menores de 13 anos de idade.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?


Caso o paciente se esqueça de tomar uma dose de Axonium, deverá tomá-la assim que lembrar. Se estiver
quase no horário da próxima dose, apenas omita a dose esquecida e tome a próxima dose no horário correto. Não tome
duas doses de Axonium no mesmo horário.
Não administrar mais que a quantidade total de Axonium recomendada pelo médico para períodos de 24 horas.
Para prevenir eventos adversos graves, não pare de tomar Axonium repentinamente. Você pode apresentar suor,
náusea e vômito, se você parar repentinamente de tomar Axonium.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião- dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

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Foram relatadas as seguintes reações adversas durante os estudos clínicos e/ou durante a experiência obtida após a
comercialização de olanzapina:

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ganho de peso,
hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao se levantar), sonolência, aumento da prolactina (hormônio da
lactação) aumento das taxas de colesterol total, triglicérides e glicose no sangue quando dosados em jejum (de
valores limítrofes para elevados).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
astenia (fraqueza),
pirexia (febre), fadiga (cansaço), constipação (prisão de ventre), boca seca, aumento do apetite, edema periférico
(inchaço), artralgia (dor nas articulações), acatisia (inquietação motora), tontura, elevação de TGO e/ou TGP (enzimas
do fígado), aumento da fosfatase alcalina (enzima presente predominantemente no fígado), glicosúria (presença de
glicose na urina), aumento da gama-glutamiltransferase (enzima dos rins, fígado e vias biliares), aumento do ácido
úrico (substância produzida naturalmente pelo organismo), leucopenia (diminuição de células brancas do sangue),
eosinofilia (aumento de um tipo de célula branca no sangue) e aumento das taxas de colesterol total, triglicérides e
glicose no sangue quando dosados em jejum (de valores normais para elevados).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
fotossensibilidade
(sensibilidade à luz), bradicardia (lentidão dos batimentos cardíacos), distensão abdominal, amnésia (perda de memória)
e epistaxe (sangramento pelo nariz).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hepatite, hiperglicemia
(aumento da taxa de glicose no sangue), convulsões e erupção cutânea (feridas na pele).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
reação alérgica
[ex.: reação anafilática (reação alérgica grave generalizada), angioedema (coceira seguida de inchaço nas camadas mais
profundas da pele), prurido (coceira) ou urticária (erupção da pele com coceira)], reações após suspensão do
medicamento [ex.: diaforese (sudorese), náusea (vontade de vomitar) e vômito], tromboembolismo venoso (obstrução
de veia por coágulo), pancreatite (inflamação do pâncreas), trombocitopenia (diminuição das plaquetas do sangue),
icterícia (coloração amarelada da pele, mucosas e secreções), coma diabético, cetoacidose diabética,
hipercolesterolemia (aumento da taxa de colesterol no sangue), hipertrigliceridemia (aumento da taxa de triglicérides
no sangue), rabdomiólise (lesão muscular grave), alopecia (perda de cabelos), priapismo (ereção persistente do pênis
acompanhada de dor), aumento de bilirrubina total (condição que pode indicar um problema no fígado), incontinência
urinária, retenção urinária e aumento dos níveis de creatinofosfoquinase sanguínea (proteína encontrada especialmente
no músculo).

Eventos adversos observados em pacientes idosos com psicose associada à demência

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
marcha anormal
e quedas.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): incontinência urinária
e pneumonia.
Eventos adversos observados durante os estudos clínicos em pacientes com psicose induzida por alguns
tipos de medicamentos associada com doença de Parkinson:

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): piora dos sintomas
parkinsonianos e alucinações.

Eventos adversos observados em pacientes com mania recebendo terapia combinada com lítio ou valproato

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ganho de peso,
boca seca, aumento de apetite e tremores.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): distúrbio da fala.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.


O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?


Os sintomas mais comumente relatados em caso de superdose com olanzapina incluem taquicardia (aumento dos
batimentos cardíacos), agitação/agressividade, disartria (alteração na articulação das palavras), vários sintomas
extrapiramidais (ex.: tremores, movimentos involuntários) e redução do nível de consciência, variando de sedação ao
coma.
Outras ocorrências significantes do ponto de vista médico incluem delirium (confusão mental), convulsão, possível
síndrome neuroléptica maligna (uma complicação rara, porém potencialmente fatal caracterizada por excessiva
elevação da temperatura do corpo, rigidez muscular e alteração do nível de consciência, associados à disfunção
autonômica [pressão sanguínea instável, suor em excesso e aumento dos batimentos cardíacos]), depressão
respiratória, aspiração, hipertensão ou hipotensão (aumento ou diminuição da pressão sanguínea), arritmias

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cardíacas (alteração dos batimentos cardíacos) e parada cardiorrespiratória. Casos fatais foram relatados com
superdoses agudas tão baixas quanto 450 mg de olanzapina por via oral, porém também foram relatados casos de
sobrevida após uma superdose aguda de aproximadamente 2 g de olanzapina por via oral.

Tratamento da superdose
Não existe antídoto específico para olanzapina. A indução de vômito não é recomendada. Em caso de suspeita,
procurar imediatamente o serviço de saúde mais próximo. Não tentar dar qualquer medicamento para o paciente
intoxicado sem o conhecimento de um médico, pois isso pode piorar o quadro.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.

III - DIZERES LEGAIS

MS - 1.0573.0431
Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann - CRF-SP nº 30.138

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Via Dutra, km 222,2
Guarulhos - SP
CNPJ 60.659.463/0001-91
Indústria Brasileira

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 15/04/2013.

Histórico de Alterações da Bula

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera a bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

Nº do

expediente

Assunto

Data do

expediente

Nº do

expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de bula

Versões

(VP/VPS)

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SIMILAR - Inclusão
Inicial de Texto de
Bula – RDC 60/12

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SIMILAR - Inclusão
Inicial de Texto de
Bula – RDC 60/12

04/07/2013

Atualização de texto de
bula de acordo com a
RDC 47/09 e RDC
60/12.

VP/VPS

- 2,5 MG COM CT BL AL/AL X 7
- 2,5 MG COM CT BL AL/AL X 15
- 2,5 MG COM CT BL AL/AL X 30
- 2,5 MG COM CT BL AL/AL X 60
- 5 MG COM CT BL AL/AL X 7
- 5 MG COM CT BL AL/AL X 15
- 5 MG COM CT BL AL/AL X 30
- 5 MG COM CT BL AL/AL X 60
- 10 MG COM CT BL AL/AL X 7
- 10 MG COM CT BL AL/AL X 15
- 10 MG COM CT BL AL/AL X 30
- 10 MG COM CT BL AL/AL X 60

30/10/2015

SIMILAR –
Notificação de
alteração de texto
de bula para
adequação a
intercambialidade

30/10/2015

SIMILAR –
Notificação de
alteração de texto
de bula para
adequação a
intercambialidade

30/10/2015

Cumprimento da
Resolução RDC n° 58,
de 10/10/2015, a fim de
apresentar as versões
de texto de bula com a
frase de
intercambialidade.

VP/VPS

- 2,5 MG COM CT BL AL/AL X 7
- 2,5 MG COM CT BL AL/AL X 15
- 2,5 MG COM CT BL AL/AL X 30
- 2,5 MG COM CT BL AL/AL X 60
- 5 MG COM CT BL AL/AL X 7
- 5 MG COM CT BL AL/AL X 15
- 5 MG COM CT BL AL/AL X 30
- 5 MG COM CT BL AL/AL X 60
- 10 MG COM CT BL AL/AL X 7
- 10 MG COM CT BL AL/AL X 15
- 10 MG COM CT BL AL/AL X 30
- 10 MG COM CT BL AL/AL X 60



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
  2. Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).
  3. Delírio: Alteração aguda da consciência ou da lucidez mental, provocado por uma causa orgânica.
  4. Derrame: Acúmulo anormal de líquido em qualquer cavidade ou órgão (derrame pleural, derrame pericárdico, derrame cerebral).
  5. Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
  6. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  7. Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
  8. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  9. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  10. Incontinência: Incapacidade de controlar o esvaziamento da bexiga ou do reto. Como resultado produz-se perda de urina ou matéria fecal involuntariamente. As pessoas com incontinência podem apresentar um defeito adquirido ou congênito no mecanismo esfincteriano, ou alguma anormalidade neurológica que as impeça de reconhecer o estado de plenitude da bexiga ou reto e de promover esvaziamento destes quando for conveniente.
  11. Glaucoma: Aumento da pressão intra-ocular que se manifesta por dor de cabeça, olho vermelho e, se não tratado, pode produzir perda de visão a longo prazo.
  12. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  13. Pâncreas: Glândula de secreção endócrina (ver), por sua produção de insulina, glucagon e peptídios intestinais que são lançados na corrente sangüínea e exócrina (ver) por sua produção de potentes enzimas digestivas lançadas no intestino delgado. Localiza-se profundamente na cavidade abdominal e possui um tamanho aproximado de 15x7cm.
  14. Taquicardia: Aumento da freqüência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações (ver).
  15. Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
  16. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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