CALCIUM D3 NOVARTIS BIOCIÊNCIAS S.A.

Para que serve CALCIUM D3 NOVARTIS BIOCIÊNCIAS S.A.

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


CALCIUM D3 NOVARTIS BIOCIÊNCIAS S.A.


Comprimidos revestidos
600 mg + 2 mg
Calcium D3?

carbonato de cálcio + colecalciferolComprimidos revestidos. Frascos com 30 e 60 comprimidos revestidos.

USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 4 ANOS


Composição ? Cada comprimido revestido de CALCIUM D3 contém:carbonato de cálcio (equivalente a 600 mg de cálcio ionizável)?????????????...?? 1.500 mgcolecalciferol (equivalente a 200 UI de vitamina D3)?????????????...?? 2 mgExcipientes ? amido, ácido esteárico, dióxido de titânio, hipromelose, macrogol, laurilsulfato de sódio ecarmelose sódica.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

O cálcio é um mineral essencial para a manutenção do equilíbrio eletrolítico do organismo, assim como para aformação dos ossos. Por outro lado, a deficiência de cálcio pode surgir como resultado de uma ingestãoinadequada de leite e derivados, por exemplo, de uma absorção entérica prejudicada ou durante períodos demaior necessidade de cálcio. Seja qual for sua origem, a hipocalcemia pode causar importantedesmineralização dos ossos. Deve-se ter em conta que a necessidade média diária de cálcio elementar é de800 a 1.200 mg. Cerca de 30% do cálcio ionizável é absorvido no trato gastrintestinal, enquanto que, do totala ser excretado, cerca de 20% são excretados na urina e 80% nas fezes (incluindo o cálcio não absorvido e osecretado com a bile e o suco pancreático).A vitamina D está diretamente envolvida no metabolismo conjunto do cálcio e do fósforo, ao estimular aabsorção ativa desse dois íons no intestino, assim como sua captação pelos ossos. A suplementação conjuntacom cálcio e vitamina D3 (colecalciferol) é importante para corrigir uma deficiência latente de vitamina D e ohiperparatireoidismo secundário.

INDICAÇÕES


- Prevenção e tratamento auxiliar da desmineralização óssea (osteoporose), tanto na pré como na pós-
menopausa.- Complementação de cálcio e vitamina D3 em dietas restritivas, inclusive em idosos com alto risco oudiagnóstico de deficiência de cálcio e vitamina D3.

RESULTADOS DE EFICÁCIA


A osteoporose é uma doença comum, geralmente assintomática, cujo diagnóstico acaba muitas vezes sendofeito apenas na ocorrência de uma primeira fratura patológica em mulheres menopausadas, apesar de poderafetar tanto mulheres como homens. As fraturas patológicas, especialmente as de quadril, podem estarassociadas à perda da independência e até a uma significativa mortalidade. Portanto, após a menopausa,estudos confirmam a necessidade do uso de suplementos à base de cálcio e vitamina D como parte daprevenção e tratamento da osteoporose (Phillips & Braddon, 2004).Existem diversos estudos que comprovam a eficácia dos sais de cálcio em situações onde haja necessidadesde suplementar os estoques do organismo. Segundo estudo de Karp, Ketola & Lamberg-Allardt (2009), asuplementação com cálcio foi capaz de reduzir os níveis de paratormônio (PTH) e os níveis de reabsorçãoóssea. Ao compararem os efeitos do carbonato de cálcio, do citrato de sódio e do placebo sobre marcadoresdo metabolismo ósseo em mulheres jovens, os autores mostraram que 1.000 mg de cálcio elementar,independentemente do sal em que foram disponibilizados, conseguiram ser bem absorvidos e aumentar osníveis de fosfatase alcalina específica, um marcador de formação óssea. Da mesma forma, ambos diminuíramos níveis do telopeptídeo N-terminal do colágeno tipo I, um marcador da reabsorção óssea. Neste estudo,todavia, apesar de ambos os sais de cálcio diminuírem a reabsorção óssea em relação ao placebo, a diferençafoi significativa apenas para o carbonato de cálcio.Estudos também mostram que a vitamina D e seus derivados, muitas vezes associados ao cálcio, têm sidoutilizados para a prevenção de fraturas osteoporóticas. Neste contexto, vale citar uma revisão publicada pelaFundação Cochrane (Avenell, 2009) que avaliou 45 estudos sobre a eficácia da vitamina D, isolada ouassociada ao cálcio, em pessoas idosas com osteoporose. Os resultados mostraram que a vitamina D isoladapareceu não se mostrar eficaz na prevenção de fraturas. Por outro lado, quando associada ao cálcio, a vitaminaD mostrou-se eficaz na redução das fraturas da quadril (em oito estudos, com 46.658 pacientes),comprovando a importância da associação de ambos os compostos, especialmente em pessoas comosteoporose senil. Um outro estudo (Willis, 2002) avaliou os aspectos farmacoeconômicos da administraçãode cálcio e vitamina D3 em mulheres menopausadas, com base nos resultados de um estudo prévio quemostrou redução de 27% no risco de fraturas de quadril após três anos de tratamento com a combinação decálcio e vitamina D3. A conclusão do estudo foi que a combinação mostrou relação custo-benefício positivaprincipalmente em mulheres na faixa a partir dos 50-60 anos.

Referências Bibliográficas


1. Karp HJ, Ketola ME, Lamberg-Allardt CJ. Acute effects of calcium carbonate, calcium citrate andpotassium citrate on markers of calcium and bone metabolism in young women. Br J Nutr. 2009Nov;102(9):1341-7. Epub 2009 Jun 19.2. Avenell A et al. Vitamin D and vitamin D analogues for preventing fractures associated withinvolutional and post-menopausal osteoporosis. Cochrane Database Syst Rev. 2009 Apr15;(2):CD000227.3. Phillips P, Braddon J. Osteoporosis--diagnosis, treatment and management. Aust Fam Physician.2004 Mar;33(3):111-9.4. Willis MS. The health economics of calcium and vitamin D3 for the prevention of osteoporotic hipfractures in Sweden. Int J Technol Assess Health Care. 2002 Fall;18(4):791-807.

PROPRIEDADES FARMACODINÂMICAS


Grupo farmacoterapêutico:- Suplementos Minerais- VitaminasCódigos

ATC

carbonato de cálcio ( A 12 AA 04) e Colecalciferol (A 11 CC 05) .Cálcio D é uma combinação fixa de cálcio e vitamina D3 . A Vitamina D3 aumenta a absorção intestinal decálcio . A administração de cálcio e vitamina D3 contrabalança o aumento do hormônio paratireóide ( PTH ),responsável pelo aumento da reabsorção óssea e resultante da deficiência de cálcio.Os níveis de vitamina D humana dependem da latitude , e da exposição ao ar livre e dieta (alimentos contendovitamina D , suplemento alimentar , peixe, óleo de fígado de bacalhau ) . Hipovitaminose de vitamina D - especialmente no inverno e início da primavera - é comum em muitos países,incluindo a Europa, e afeta todos os segmentos da população, incluindo crianças, adolescentes e idosos,devido à menor radiação UV. Pessoas que vivem em ambientes fechados e não passam muito tempo expostosa luz solar são propensas a hipovitaminose de deficiência de vitamina D.Em um estudo duplo-cego controlado por placebo de 18 meses, 3.270 mulheres com idades entre 84 ? 6 anosresidentes em lares foram suplementadas com colecalciferol (800 UI / dia ) + cálcio (1,2 g / dia) , resultandoem uma diminuição significativa na secreção de PTH. Após 18 meses , os resultados da análise de intenção detratamento mostrou 80 fraturas de quadril no grupo de cálcio de vitamina D , em comparação com 110fraturas do quadril no grupo placebo ( p = 0,004 ) . Nas condições deste estudo, 1.387 mulheres receberam otratamento de cálcio mais vitamina D, prevenindo, portanto 30 fraturas de quadril. Após 36 meses, 137mulheres apresentaram pelo menos uma fratura de quadril no grupo cálcio -vitamina D (n = 1.176 ) emcomparação com 178 no grupo placebo (n = 1.127 ) (p ? 0,02).

PROPRIEDADES FARMACOCINÉTICAS


Cálcio:Cálcio D contém um sal de cálcio, o carbonato de cálcio , que facilmente se dissolve na água para formar aforma ionizada ativa de cálcio livre utilizável.Absorção:Cerca de 25-50 % da dose ingerida de cálcio é absorvido , predominantemente na parte proximal do intestinodelgado. A vitamina D é necessária para a absorção de cálcio e aumenta a capacidade dos mecanismos de suaabsorção.Distribuição e metabolismo:99 % do cálcio no organismo está concentrada no componente mineral dos ossos e dentes . O 1 % restanteestá presente nos fluidos intra - e extracelulares. Cerca de 50 % do conteúdo total de cálcio no sangue está naforma ionizada fisiologicamente ativa, com cerca de 5 % complexado ao citrato, fosfato ou outros ânions . Os45 % restantes estão ligados às proteínas, principalmente albumina.Eliminação:O cálcio é excretado na urina, fezes e suor. A excreção urinária depende da filtração glomerular e dareabsorção tubular.

Vitamina

D3

Absorção:O colecalciferol é absorvido no intestino.Distribuição e metabolismo:Colecalciferol é transportado ligado a proteína no sangue para o fígado, onde há a primeira hidroxilação paraa proteína 25 - hidroxicolecalciferol . Esta é então adicionalmente hidroxilada no rim para 1,25 -di-
hidroxicolecalciferol que é o metabolito ativo da vitamina D3, real responsável pelo aumento na absorção docálcio .A vitamina D3 não- hidroxilada de é armazenada no tecido muscular e adiposo.Eliminação:A meia - vida plasmática de vitamina D3 , é da ordem de vários dias, a eliminação é através das fezes e urina .

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS


CALCIUM D3 traz uma combinação fixa de cálcio e vitamina D3. A combinação de doses elevadas de cálcioe vitamina D3 em cada comprimido revestido de CALCIUM D3 possibilita uma absorção suficiente deambos, com um limitado número de doses. A quantidade de cálcio oferecida por comprimido costuma sersuficiente aos esquemas de suplementação, principalmente se a administração for junto às refeições; nestasituação, o carbonato de cálcio mostrou-se tão absorvível quanto outros sais à base de cálcio (Heaney, Dowell& Barger-Lux, 1999).

Informações pré-clínicas de segurança

Efeitos teratogênicos foram observados em estudos com animais após exposição à vitamina D muito acima dafaixa terapêutica em humanos.Nenhuma informação adicional sobre segurança está disponível, além das informações já fornecidas emoutras seções desta bula.

CONTRAINDICAÇÕES


CALCIUM D3 é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade aos componentes de sua formulação;também é contraindicado em casos de hipercalcemia como no hiperparatireoidismo, ou em casos de tumoresdescalcificantes, como mielomas, plasmocitomas e metástases ósseas); em casos de hipercalciúria grave; nainsuficiência renal grave; em casos de imobilizações por longo prazo em combinação com hipercalciúria e/ouhipercalcemia; na presença de nefrolitíase ou nefrocalcinose; hipervitaminose D.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Durante o tratamento prolongado, os níveis de cálcio plasmáticos devem ser acompanhados e a função renaldeve ser monitorada através da dosagem sérica de creatinina no soro. O monitoramento é especialmenteimportante em pacientes geriátricos que fazem tratamento concomitante de glicosídeos cardíacos oudiuréticos e em pacientes com alta tendência a formação de cálculos renais. Em caso de hipercalcemia ousinais de função renal debilitada, a dose deve ser reduzida ou o tratamento descontinuado.Em pacientes com função renal debilitada, a vitamina D deve ser utilizada com cautela. O cálcio plasmático eda urina, juntamente com os níveis de fosfato devem ser monitorados durante o tratamento. O risco decalcificação de tecidos moles também deve ser levado em consideração.Em pacientes com insuficiência renal severa, a vitamina D na forma de colecalciferol não é metabolizadanormalmente e outras formas mais adequadas de vitamina D podem ser recomendadas por profissionais dasaúde. Em pacientes com hipercalciúria leve (excedendo 300 mg ou 7,5 mmol/24 horas), com comprometimentoleve ou moderado da função renal ou com história de depósitos urinários de cálcio, é necessária a monitoraçãoda excreção de cálcio na urina e da função renal (níveis de creatinina). Se necessário, a dose de cálcio deveser reduzida ou o tratamento interrompido. Para pacientes predispostos à formação de cálculos no tratourinário, recomenda-se um aumento na ingestão de líquidos.É necessária a monitoração da função hepática em tratamentos concomitantes com digitálicos e tiazídicos.A dose de vitamina D por comprimido (200 UI) deve ser levada em consideração quando houveradministração concomitante com outras preparações à base de vitamina D. No caso de CALCIUM D3,quantidades adicionais de vitamina D ou cálcio só devem ser administradas sob rigorosa supervisão médica.Nestes casos, é essencial que seja realizada uma checagem semanal nos níveis de cálcio sérico e urinário.Em pacientes com sarcoidose, CALCIUM D3 deve ser administrado sob supervisão médica, devido ao riscode hipercalcemia pela alteração do metabolismo da vitamina D e de seus metabólitos ativos. Deve-semonitorar os níveis plasmáticos e urinários de cálcio nesses pacientes.Em pacientes imobilizados com osteoporose, CALCIUM D3 deve ser utilizado com cautela devido ao riscoaumentado de hipercalcemia.CALCIUM D3 deve ser usado com precaução em pacientes com disfunçãorenal, devendo ser realizadas checagens periódicas da relação homeostática de cálcio e fosfato.Em alguns pacientes com insuficiência renal, a vitamina D na forma de colecalciferol não é ativadanormalmente e outras formas de vitamina D devem ser utilizadas.

Gravidez e Lactação

Durante a gravidez a ingestão diária não deve exceder 1.500 mg de cálcio e 600 UI de vitamina D.Em mulheres grávidas a ingestão excessiva, de cálcio e vitamina D deve ser evitada, hipercalcemia persistentetem sido relatada como evento adverso ao desenvolvimento fetal.Uma superdose de vitamina D demonstrou efeitos teratogênicos em experimentos com animais. O cálcio e avitamina D3 passam para o leite materno, este fato deve ser considerado quando a criança estiver tomandosuplementos de vitamina D.

Este medicamento pode ser utilizado por mulheres grávidas desde que sob orientação médica, ou do
cirurgião-dentista.

Pacientes idosos

CALCIUM D3 pode ser utilizado por pacientes idosos, desde que verificadas as contra-indicações,precauções e advertências descritas acima.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas

É muito improvável que CALCIUM D3 prejudique a habilidade de dirigir ou operar máquinas.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS


Os diuréticos tiazídicos reduzem a excreção de cálcio através da urina. Devido ao risco aumentado dehipercalcemia, o cálcio plasmático deve ser regularmente monitorado durante o uso concomitante dediuréticos tiazídicos.Corticoides sistêmicos reduzem a absorção de cálcio. Durante o uso concomitante, pode ser necessário aumentar a dose.Preparações de tetraciclina administradas concomitantemente com preparações de cálcio podem não ser bemabsorvidas. Por este motivo, as preparações de tetraciclina devem ser administradas pelo menos duas horasantes ou 4 a 6 horas após a ingestão de cálcio.A toxicidade do glicosídeo cardíaco pode aumentar com a hipercalcemia resultante do tratamento com cálcio.Os pacientes devem ser monitorados através de eletrocardiograma (ECG) e níveis plasmáticos de cálcio.Bisfosfonatos orais ou fluoreto de sódio administrados concomitantemente a preparações de cálcio podemreduzir a absorção gastrointestinal tanto do bisfosfonato oral quanto do fluoreto de sódio. Por este motivo obisfosfonato deve ser administrado com pelo menos 3 horas de antecedência da ingestão de CALCIUM D3.O cálcio por via oral pode reduzir a absorção intestinal de certos medicamentos administradosconcomitantemente, como estramustina, etidronato, fenitoína, quinolonas, tetraciclinas orais ou preparações àbase de fluoretos. Um intervalo de pelo menos três horas deve ser observado entre as ingestões dessesmedicamentos e medicações contendo cálcio. Sais de cálcio podem diminuir a absorção de ferro; portanto,preparações à base de ferro devem ser administradas com um intervalo mínimo de duas horas.Durante o tratamento com digitálicos, o cálcio oral, combinado ou não com vitamina D, pode aumentar atoxicidade dos digitálicos, havendo risco de arritmias cardíacas; neste caso, é essencial uma supervisão clínicacuidadosa, podendo ser acompanhada por controles eletrocardiográficos e dos níveis de cálcio sérico.Quando o cálcio for prescrito em combinação com bisfosfonatos ou fluoreto de sódio, é recomendável que sefaça pelo menos duas horas de intervalo entre um e outro, para não reduzir a absorção destes.A vitamina D aumenta a absorção intestinal de cálcio. Em doses altas e em combinação com a vitamina D, ocálcio pode diminuir a resposta ao verapamil e, possivelmente, a outros antagonistas de cálcio.A administração concomitante com rifampicina, fenitoína ou barbituratos pode acelerar o metabolismo e destaforma reduzir os efeitos da vitamina D3. Um intervalo de pelo menos duas horas deve ser observado entre aingestão de colestiramina e CALCIUM D3 para não reduzir a absorção da vitamina D3. A administraçãosimultânea de glicocorticóides também pode reduzir os efeitos da vitamina D3.Ácido oxálico (encontrado, por exemplo, no espiniafre e ruibarbo) e ácido fitico (encontrado, por exemplo,em cereais) podem inibir a absorção do cálcio através da formação de componentes insolúveis com íons decálcio. O paciente não deve tomar produtos com cálcio dentro das duas horas após ingerir alimentos ricos emácido oxálico e ácido fitico.Resinas de troca iônica como a colestiramina ou laxantes como óleo de parafina podem reduzir a absorçãogastrointestinal de vitamina D. No entanto é recomendado que CALCIUM D3 seja tomado 1 hora antes ou 4a 6 horas após a ingestão dessas preparações.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO


CALCIUM D3 deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C) e protegido da umidade. Aspecto físicos/organolépticos: comprimidos brancos oblongos com impressão CAD3 de um lado e NVR deoutro.CALCIUM D3 tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. POSOLOGIA E MODO DE USAR


A dose recomendada de CALCIUM D3 é de um a dois comprimidos ao dia, durante as refeições, pois aabsorção do carbonato de cálcio é maximizada quando administrado junto às refeições. Doses maiores devemser prescritas apenas a critério médico.Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

REAÇÕES ADVERSAS


Este produto pode causar reações de hipersensibilidade incluindo rash cutâneo, prurido, urticaria, e outrasreações sistêmica alérgicas incluindo reações anafiláticas, edema de face, edema angioneurotico. Casosincomuns de hipercalcemia, hipercalciúria foram observados e casos raros de desordens gastrointestinaiscomo náuseas, diarreias, dor abdominal, constipação, flatulência, distensão abdominal e vômitos foramreportados. Reações adversas são listadas abaixo, através dos sistemas do organismo e frequência. Frequências sãodefinidas como: muito comum (>1/10), comum (>1/100 a <1/10), incomuns (>1/1.000 a <1/100), raras(>1/10.000 a < 1/1.000), muito raras (<1/10.000) ou desconhecidas (não podem ser estimadas a partir dasinformações disponíveis).

Desordens do sistema imune

Rara: hipersensibilidade.Muito raras: casos isolados de reações alérgicas sistêmicas (reações anafiláticas, edema de face, edemaangioneurotico) foram reportados.

Desordens nutricionais e do metabolismo
Incomuns: hipercalcemia e hipercalciúriaDesordens gastrointestinais

Raras: flatulência, constipação, diarreia, náuseas, dor abdominal e vômitos.

Desordens de pele e dos tecidos subcutâneos

Raras: rash, prurido e urticaria.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária ?

NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância
Sanitária Estadual ou Municipal.

SUPERDOSE


Em casos de ingestão excessiva de CALCIUM D3, podem ocorrer hipercalciúria e hipercalcemia seguida dereações gastrointestinais, como diminuição do apetite, náuseas, vômitos, constipação, poliúria, polidpsia,sede e desidratação. A superdose crônica resultando em hipercalcemia pode causar calcificação vascular eorgânica.O limiar para a intoxicação por vitamina D está entre 40.000 e 100.000 UI/dia e para cálcio doses de 2.000mg/dia por vários meses, em pessoas com função normal das paratireoides.

Tratamento de Superdose

Como tratamento de eventuais superdoses, interromper imediatamente a medicação e a deficiência de líquidosdeve ser corrigida. Quando a superdose precisar de tratamento, este deve ser feito através da hidratação, comsolução salina intravenosa quando necessário. Um diurético de alça (por exemplo furosemida) pode ser utilizado para aumentar a excreção de cálcio e paraprevenir a sobrecarga de volume, mas diuréticos tiazídicos deverão ser evitados. Em pacientes cominsuficiência renal, a hidratação é ineficaz, e sendo necessário a diálise. No caso de hipercalcemia persistente,fatores que contribuem devem ser excluídos, por exemplo, hipervitaminose D, ou A, hiperparatiroidismoprimário, tumores malignos, disfunção renal, ou imobilização.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


MS 1.0068.0147Farm. Resp.: Virginia da Silva Giraldi - CRF-SP 15.779Fabricado por: Novartis Biociências S.A., Taboão da Serra ? SPRegistrado por: Novartis Biociências S.A.Av. Prof Vicente Rao, 90, São Paulo ? SPCNPJ 56.994.502/0001-30 - Indústria Brasileira

Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.

CDS 23.05.2013 VPS03


Históricos de alterações da bula
Número do
Nome do Assunto
Data da
Dara de aprovação

Itens alterados
Expediente
Notificação/Petição
da petição

0280229/13-510461 - ESPECÍFICO -12/04/2013 12/04/2013 DizeresLegais:Inclusão Inicial de Texto deResponsável TécnicoBula ? RDC 60/12Número de telefone doServiço de Informaçõesao Cliente (SIC)


DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
  2. Bile: Líquido secretado pelo fígado e acumulado na vesícula biliar, com abundante quantidade de bilirrubina, colesterol e pigmentos biliares. Tem importante função na digestão de gorduras. ?? lançada na porção inicial do intestino delgado através de um conduto chamado hepato-colédoco.
  3. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  4. Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
  5. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  6. Tala: Instrumento ortopédico utilizado freqüentemente para imobilizar uma articulação ou osso fraturado. Pode ser de gesso ou material plástico.
  7. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  8. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  9. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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