D. T. Coq

Para que serve D. T. Coq

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


FOLHETO INFORMATIVO


D.T. COQ


Vacina adsorvida contra a difteria, tétano e tosse convulsa.

Composição Qualitativa e QuantitativaCada dose de 0,5 ml contém: Substâncias Activas:
Anatoxina diftérica purificada .......................... ? 30 U.I. Anatoxina tetânica purificada*.......................... ? 60 U.I. Suspensão inactivada de Bordetella pertussis .... ? 4 U.I. * Potência medida no ratinho. Adsorvente:
Hidróxido de alumínio (expresso como alumínio) …… 0,65 mgForma Farmacêutica e Nº de Unidades

Suspensão injectável, nas seguintes apresentações: • Embalagem com 1 seringa pré-carregada unidose (0,5 ml) • Embalagem com 20 seringas pré-carregadas unidose (0,5 ml) • Embalagem com 1 frasco para injectáveis multidose (5 ml) • Embalagem com 1 frasco para injectáveis multidose (10 ml)

A suspensão homogénea (após agitaçãp) é uma suspensão turva, de coloração esbranquiçada abege claro.

Classificação Fármaco-terapêutica

XX-2- Vacinas
Nome e Morada do Titular da Autorização de Introdução no Mercado:Aventis Pasteur

MSD

8, Rue Jonas Salk

F-69007 LyonFrance


Indicações terapêuticas

Esta vacina está indicada para a prevenção simultânea da difteria, tétano e tosse convulsa:

• para primovacinação de latentes. • para reforço em crianças, se justificado pelo contexto epidemiológico. 11

Contra-indicações
? Em caso de febre, doença aguda ou doença crónica progressiva, é preferível adiar a vacinação. ? Alergia às substâncias activas ou a qualquer dos excipientes. ? Encefalopatia progressiva convulsiva ou não-convulsiva. ? O esquema de vacinação deve ser interrompido em indivíduos com os seguintes sintomas nas 48 horas seguintes à administração:• febre ? a 40ºC; • síndrome de gritos persistente; • convulsões, com ou sem hipertermia; • reacções alérgicas.

Nestes casos, é aconselhável prosseguir o esquema de vacinação com a vacina contra a difteria etétano.Efeitos indesejáveis
• Podem ocorrer dor, erupção da pele, endurecimento ou inchaço nas 48 horas seguintes à administração, os quais podem persistir por um ou dois dias. Por vezes estas reacções podem seracompanhadas pela formação simultânea de nódulos subcutâneos; • Febre entre 38-40ºC, sonolência, irritabilidade, choro pouco comum, transitório (24-48 horas). Estas reacções podem ocorrer em 40% dos casos e estarão, excepcionalmente, associadas auma ou mais convulsões; • Síndroma de choro estridente; • Alergia aos vários constituintes da vacina • Encefalopatia aguda (0,1-1:100 000 administrações) com complicações, e danos permanentes neurológicos (0,02-2:100 000 administrações). Esta vacina contém tiomersal como conservante, sendo possível a ocorrência de reacção alérgica aeste compostoOs distúrbios neurológicos devidos à tosse convulsa são consideravelmente mais frequentes do queos devidos à vacinação. Além disso, não está estabelecida a relação causal entre a vacinação eestes sintomas neurológicos.Interacções medicamentosas e outras

Não se conhecem quaisquer interacções.


Precauções especiais de utilizaçãoNão injectar por via intravenosa. Devem ser tomadas precauções para assegurar que a agulha nãopenetra num vaso sanguíneo.Informe o seu médico sobre a existência de alergias conhecidas. Informe o seu médico sobre quaisquer problemas médicos que tenham ocorrido após a administraçãoprévia de uma vacina. 21

Uma história clínica de convulsões, não relacionada com uma prévia administração desta vacina nãorepresenta, por si, contra-indicação à vacinação. No entanto, neste caso, poderá ser aconselhável aassociação a terapêutica antipirética e/ou anti-convulsiva, como medida preventiva.Uma terapêutica imunossupressora, ou um estado de imunodeficiência, pode induzir uma diminuiçãoda resposta imunitária à vacina. Recomenda-se, portanto, esperar até ao final do tratamento paraproceder à vacinação, ou assegurar que o indivíduo está bem protegido. A vacinação de indivíduoscom imunodepressão crónica, como infecção por VIH, é recomendada caso a doença subjacentepermita formação de anticorpos, mesmo que limitada.

Efeitos em grávidas, lactentes e idosos

Não se aplica.

Efeitos em doentes com patologias especiais

Uma terapêutica imunossupressora, ou um estado de imunodeficiência, pode induzir uma diminuiçãoda resposta imunitária à vacina. Recomenda-se, portanto, esperar até ao final do tratamento paraproceder à vacinação, ou assegurar que o indivíduo está bem protegido. A vacinação de indivíduoscom imunodepressão crónica, como infecção por VIH, é recomendada caso a doença subjacentepermita formação de anticorpos, mesmo que limitada.Efeitos sobre a capacidade de condução e utilização de máquinas

Não se aplica. DT COQ destina-se apenas a uso pediátrico.

Lista dos excipientes

Tiomersal, cloreto de sódio, fosfato dissódico dihidratado, fosfato de monopotássio e água parainjectáveis.

PosologiaPrimovacinação: a partir dos dois meses de idade, é recomendada a administração de 3 dosessucessivas de 0,5 ml, com intervalos de um a dois meses. A quarta dose é administrada um ano apósa terceira dose (primeiro reforço).Aos 5-6 anos de idade, deverá ser administrada a dose de reforço.

Modo e via de AdministraçãoAgitar antes de administrar até obtenção de suspensão homogénea.Recomenda-se a administração por via intramuscular, de forma a minimizar as reacções locais. 31

Os locais de administração recomendados são: a região glútea, a fossa supra ou sub-espinosa e aregião antero-lateral da coxa ou braço.Pode também ser utilizada a via subcutânea profunda.A via intradérmica não deve ser utilizada.Não injectar por via intravenosa. Devem ser tomadas precauções para assegurar que a agulhanão penetra num vaso sanguíneo.Siga as instruções do seu médico

Indicação do momento mais favorável à administração do medicamento

De acordo com o critério médico.

Instruções sobre a atitude a tomar quando for administrada uma ou mais doses

De acordo com o critério médico.

Sobredosagem e tratamento

Não foram observados casos de sobredosagem.

Comunique ao seu médico ou farmacêutico qualquer efeito indesejável que não conste nestefolheto.

Verifique o prazo de validade inscrito na embalagem ou no recipiente.

Manter fora do alcance e da vista das crianças

Precauções especiais de conservação

Conservar no frigorífico (2ºC – 8ºC). Proteger da luz. Não congelar.

Data da última revisão do Folheto

Outubro de 2004 41


DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  2. Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
  3. Tétano: Toxinfecção produzida por uma bactéria chamada Clostridium tetani. Esta, ao infectar uma ferida cutânea, produz uma toxina (tetanospasmina) altamente nociva para o sistema nervoso que produz espasmos e paralisia dos nervos afetados. Pode ser fatal. Existe vacina contra o tétano (antitetânica) que deve ser tomada sempre que acontecer um traumatismo em que se suspeita da contaminação por esta bactéria. Se a contaminação for confirmada, ou se a pessoa nunca recebeu uma dose da vacina anteriormente, pode ser necessário administrar anticorpos exógenos (de soro de cavalo) contra esta toxina.
  4. Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.

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