DAFORIN

Para que serve DAFORIN

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


Daforin

cloridrato de fluoxetina



I-IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Daforin

®

cloridrato de fluoxetina

APRESENTAÇÕES
Cápsulas gelatinosas duras
cloridrato de fluoxetina 10 mg
Caixas com 10, 20, 30 ou 60 cápsulas.

USO ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO
Cada cápsula contém:
cloridrato de fluoxetina........................................................................................................................ 11,18* mg
Excipientes: celulose microcristalina, estearato de magnésio.
*Equivalente a 10 mg de fluoxetina

II-INFORMAÇÃO AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

O Daforin

é destinado ao tratamento da depressão associada ou não com ansiedade, bulimia nervosa

(transtorno alimentar), do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) (ansiedade caracterizada por
pensamentos obsessivos) e do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo tensão pré-menstrual
(TPM), irritabilidade e disforia (mudança repentina e passageira de ânimo como sentimentos de tristeza,
pena, angústia).

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O Daforin

contém cloridrato de fluoxetina, um inibidor seletivo da recaptação do neurotransmissor

serotonina (substância sedativa e calmante que participa da comunicação das células do cérebro).
Havendo desequilíbrio na quantidade de serotonina, a depressão pode ocorrer ou se acentuar. A fluoxetina
tem como função aumentar a serotonina do cérebro, ajudando a controlar os sintomas da depressão,
permitindo à pessoa maior bem-estar. A fluoxetina é bem absorvida após administração oral e atinge a
concentração máxima dentro de 6 a 8 horas.


QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Daforin

®

é contraindicado para pacientes alérgicos à fluoxetina ou a qualquer um dos componentes da

fórmula. É contraindicado também para pacientes que estão utilizando outros inibidores da
monoaminoxidase – IMAO (outra classe de antidepressivos), reversíveis ou não, como por exemplo, o
sulfato de tranilcipromina, puro ou em associação e a moclobemida. Esta contraindicação permanece até
no mínimo 14 dias após a suspensão do tratamento com qualquer IMAO para iniciar o tratamento com o
Daforin

®

. O uso em combinação de Daforin

®

com tioridazida é contraindicado devido ao risco da

ocorrência de efeitos adversos graves, podendo ser fatal. Daforin

®

é contraindicado para pacientes em uso

de pimozida. Caso esteja usando algum destes medicamentos o médico deverá ser informado, pois o
tratamento deverá ser suspenso antes de iniciar o tratamento com Daforin

®

.


Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Assim como com outros medicamentos usados no tratamento da depressão, Daforin

®

deve ser

administrado com cuidado a pacientes com história de convulsões.

Não pare de tomar o Daforin

®

sem antes falar com seu médico. A parada repentina pode causar outros

sintomas.

Os antidepressivos são medicamentos utilizados no tratamento da depressão e de outras doenças. É
importante conversar com seu médico os riscos de tratar ou de não tratá-las. Os pacientes e seus
familiares ou outros cuidadores devem discutir todas as opções de tratamento com o profissional de
saúde, não apenas o uso de antidepressivos.

Em pacientes com diabetes, ocorreu hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue) durante o tratamento e
hiperglicemia (alta taxa de açúcar no sangue) após a suspensão do medicamento. Portanto, a dose de
insulina e/ou hipoglicemiante oral deve ser ajustada durante o tratamento com Daforin

®

e após a sua

suspensão.

Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia do cloridrato de fluoxetina em pacientes idosos
e jovens. Outros relatos de experiências clínicas não identificaram diferenças nas respostas de pacientes
jovens ou idosos, mas uma sensibilidade maior de alguns indivíduos idosos não pode ser excluída.

A segurança e eficácia de Daforin

®

em crianças ainda não foram estabelecidas.


A possibilidade de uma tentativa de suicídio é característica de um quadro depressivo. Assim como outros
antidepressivos, casos isolados de ideação (formação da ideia) e comportamentos suicidas foram relatados
durante o tratamento com a fluoxetina ou logo após a interrupção do tratamento. Embora uma causa
exclusiva para a fluoxetina em induzir a tais comportamentos, não tenha sido estabelecida, uma avaliação
em conjunto de vários antidepressivos indica um aumento de risco potencial para ideias e
comportamentos suicidas em pacientes pediátricos. Os médicos devem ser consultados imediatamente se
os pacientes de todas as idades relatarem quaisquer pensamentos suicidas em qualquer fase do tratamento.

Erupção de pele, reações anafiláticas (reações alérgicas graves) e reações sistêmicas progressivas,
algumas vezes graves e envolvendo pele, fígado, rins e pulmões podem ocorrer com pacientes tratados
com fluoxetina. Após o aparecimento de erupção cutânea ou de outra reação alérgica informar
imediatamente seu médico.

Foram relatados casos de hiponatremia (baixa quantidade de sódio no sangue) na maioria dos pacientes
idosos ou pacientes que estavam utilizando diuréticos (Ex: furosemida, hidroclorotiazida).

A fluoxetina é excretada no leite materno. Portanto mulheres que estejam amamentando devem
comunicar ao médico antes de iniciar o tratamento com Daforin

®

.


Não houve evidência de carcinogenicidade (capacidade de induzir câncer) ou mutagênese (capacidade de
induzir mutações) a partir de estudos in vitro ou em animais.

Deve-se ter cuidado com o uso da fluoxetina durante a gestação, particularmente no final da gravidez,
quando os sintomas transitórios de retirada da droga (Ex: tremores transitórios, dificuldades na
alimentação, taquipneia (respiração acelerada) e irritabilidade) foram raramente relatados em recém-
nascidos após o uso da droga próximo ao termo. A fluoxetina pode ser administrada durante a gravidez se
os benefícios do tratamento justificarem o risco potencial desta droga. O uso de fluoxetina após a
vigésima semana de gestação pode estar associado ao aumento de risco de hipertensão pulmonar
persistente no recém nascido.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade
e atenção podem estar prejudicadas.

Interações Medicamento – Medicamento
Daforin

®

deve ser administrado com cautela em pacientes tomando os seguintes medicamentos:

Medicamentos que são metabolizados pelo fígado (ex: clorpromazina, propranolol, propafenona,
paracetamol).

Medicamentos ativos no sistema nervoso central, tais como fenitoína, carbamazepina, haloperidol,
clozapina, diazepam, alprazolam, lítio, imipramina e desipramina sofrem alterações nos níveis
sanguíneos.


Drogas que se ligam às proteínas do plasma (Ex: ácido acetilsalicílico, fenitoína, diclofenaco, diazepam)
podem causar uma mudança na concentração plasmática do Daforin

®


Varfarina – podem ocorrer efeitos anticoagulantes alterados (valores de laboratório e/ou sinais clínicos e
sintomas), incluindo sangramento, sem um padrão consistente, foram reportados com pouca frequência
quando a fluoxetina e a varfarina foram administradas concomitantemente.

Ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios não-hormonais – AINES (ex. diclofenaco, ibuprofeno,
nimesulida, naproxeno) - estudos epidemiológicos têm demonstrado uma associação entre o uso de
drogas psicotrópicas (que interferem na recaptação da serotonina) e a ocorrência de aumento de
sangramento gastrointestinal, que também tem sido demonstrado durante o uso concomitante de uma
droga psicotrópica com um AINE ou ácido acetilsalicílico.

Tioridazina - existe o risco da ocorrência de eventos adversos graves como arritmias cardíacas graves,
podendo ser fatal, quando administrada com fluoxetina.

Interação Medicamento - Tratamento
Tratamento eletroconvulsivo - houve raros relatos de convulsões prolongadas em pacientes usando a
fluoxetina e que receberam tratamento eletroconvulsivo.

Interações Medicamento – Substância Química
Álcool - em testes formais, não se verificou que a fluoxetina aumentasse os níveis sanguíneos de álcool
ou potenciasse os efeitos do álcool. No entanto, a combinação do álcool com o tratamento com Daforin

®

não é aconselhável.

Interações Medicamento – Planta Medicinal
Hypericum perforatum (Erva de São João) - podem ocorrer interações farmacodinâmicas entre a
fluoxetina e o produto à base da planta erva de S. João (Hypericum perforatum), que poderão resultar
num aumento de efeitos indesejáveis.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Manter em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC), lugar seco e proteger da luz.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Cápsula gelatinosa dura de cor azul, contendo granulado branco.


Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Daforin

®

deve ser administrado por via oral.


Depressão:
A dose inicial recomendada é de 20mg/dia (2 cápsulas de 10 mg ou 1 comprimido de 20 mg).

Bulimia Nervosa:
A dose recomendada é de 60mg/dia (6 cápsulas de 10 mg ou 3 comprimidos de 20 mg).

Transtorno Obsessivo-Compulsivo (

TOC)


A dose recomendada é de 20mg a 60mg/dia (2 a 6 cápsulas de 10 mg ou 1 a 3 comprimidos de 20 mg).


Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (

TDPM - TPM)


A dose recomendada é de 20mg/dia (2 cápsulas de 10 mg ou 1 comprimido de 20 mg) administrada
continuamente (durante todos os dias do ciclo menstrual) ou intermitentemente (isto é, uso diário, com
início 14 dias antes do início previsto da menstruação, até o primeiro dia do fluxo menstrual. A dose
deverá ser repetida a cada novo ciclo menstrual).

Para todas as indicações:
A dose recomendada pode ser aumentada ou diminuída. Doses acima de 80mg/dia não foram
sistematicamente avaliadas.

Idade:
Não há dados que demonstre a necessidade de doses alternativas tendo como base somente a idade do
paciente.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.


O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Tome a dose assim que se lembrar dela. Entretanto, se estiver próximo o horário da dose seguinte, pule a
dose esquecida e continue o tratamento conforme prescrito. Não utilize o dobro da dose para compensar
uma dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Foram relatados os seguintes efeitos adversos (males) com o uso do cloridrato de fluoxetina:
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ansiedade,
diarreia, sonolência, fraqueza geral, dor de cabeça, hiperidrose (excesso de suor), insônia, náusea (enjoo),
nervosismo, bocejo.
Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor abdominal
(barriga) com cólicas, diminuição do desejo sexual, impotência sexual, ereção prolongada (priapismo),
queda de cabelo, dor torácica (dor no peito), calafrios (tremores), tosse, constipação (prisão de ventre),
tonturas, falta ou perda de apetite, fadiga (cansaço), alteração da concentração ou raciocínio, congestão
nasal, prurido na pele (coceira), zumbido, vômito, perda de peso, aumento da frequência urinária, mialgia
(dor muscular), artralgia (dor nas articulações), taquiarritmia (batimentos acelerados do coração), febre,
flatulência (gases), visão anormal (turva, aumento da pupila), dismenorreia (cólica menstrual), dispneia
(falta de ar), urticária (alergia da pele), xerostomia (secura da boca), fotossensibilidade da pele (maior
sensibilidade da pele ao sol).
Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): função hepática
(do fígado) anormal, reações alérgicas, hepatite medicamentosa (causada pelo medicamento), sintomas de
gripe, sintomas de hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue), aumento do risco de sangramento,
linfadenopatia (crescimento dos gânglios linfáticos), alterações de humor, ganho de peso, ideia e
comportamento suicidas.

Reações com frequência desconhecida: sintomas autonômicos (incluindo secura da boca, sudorese,
vasodilatação, calafrios), hipersensibilidade (incluindo coceira, erupções da pele, urticária, reação
anafilactoide, vasculite, reação semelhante à doença do soro, angioedema), disfagia (dificuldade de
engolir), dispepsia (indigestão), alteração do paladar, equimose (manchas avermelhadas),
tremor/movimento anormal (incluindo contração, ataxia, síndrome buco-glossal, mioclonia, tremor),
anorexia (incluindo perda de peso), palpitação, inquietação psicomotora, vertigem, reação maníaca,
distúrbios do sono (incluindo sonhos anormais), convulsões.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Neste caso, os sintomas que podem ocorrer são: náusea (enjoo), vômito, convulsões, disfunção
cardiovascular (variação do ritmo cardíaco até parada cardíaca), disfunção pulmonar e sinais de alteração
do Sistema Nervoso Central - SNC (variando de excitação ao coma). Os casos de morte têm sido
extremamente raros.
No caso de superdose com Daforin

®

verifique as condições do paciente quanto à respiração e batimentos

cardíacos e encaminhe-o rapidamente a um local de atendimento médico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.

III-DIZERES LEGAIS
Reg. MS nº 1.3569.0598
Farm. Resp. Dr. Adriano Pinheiro Coelho – CRF/SP 22.883

Registrado por:
EMS SIGMA PHARMA LTDA.

C.N.P.J.

00.923.140/0001-31
Rod. Jornalista F. A. Proença, km 08 - Hortolândia/SP

CEP

13.186-901
Indústria Brasileira

Fabricado por:
EMS S/A
Hortolândia/SP

Telefone do

SAC

0800-191222


Venda Sob Prescrição Médica - Só Pode ser Vendido com Retenção da Receita.
Esse produto é controlado pela Portaria nº 344 de 12/05/1998 – Lista C1




































Daforin

Cloridrato de fluoxetina

EMS SIGMA PHARMA LTDA

Cápsula

20 mg
























DAFORIN

®

cloridrato de fluoxetina


APRESENTAÇÕES
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) é apresentado na forma de cápsulas contendo 20 mg de fluoxetina,
em embalagens contendo 10, 20, 30 e 60 cápsulas.

EXCLUSIVAMENTE PARA USO ORAL
USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS

COMPOSIÇÃO
Cada cápsula de DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) contém:
cloridrato de fluoxetina* ..................................................................................................................22,36 mg
excipientes** qsp .............................................................................................................................1 cápsula
* equivalente a 20mg de fluoxetina.
** celulose microcristalina, estearato de magnésio.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) é indicado para o tratamento da depressão, associada ou não à
ansiedade. Também é indicado para o tratamento da bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-compulsivo
(TOC) e do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo tensão pré-menstrual (TPM),
irritabilidade e disforia (mal-estar provocado pela ansiedade).

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) aumenta os níveis de serotonina no cérebro, resultando em melhora
dos sintomas da depressão, associada ou não à ansiedade, da bulimia nervosa, do transtorno
obsessivocomulsivo (TOC) e do transtorno disfórico pré-menstrual.
A resposta terapêutica de DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) é observada algumas semanas após o
início do tratamento.
No entanto, se o paciente não apresentar melhora dos sintomas, o médico deverá avaliar e reajustar a dose
utilizada.
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) é bem absorvido após administração oral. Concentrações
plasmáticas máximas são alcançadas dentro de 6 a 8 horas.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) não deve ser usado por pacientes alérgicos à fluoxetina ou a
qualquer um dos seus excipientes. DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) não deve ser administrado a
pacientes que estão utilizando inibidores da monoaminoxidase (IMAO), reversíveis ou não, como por
exemplo, o sulfato de tranilcipromina (puro ou em associação) e a moclobemida. Nesse caso, o paciente
deverá esperar no mínimo 14 dias após a suspensão do tratamento com IMAO para iniciar o tratamento
com DAFORIN (cloridrato de fluoxetina). O paciente deverá deixar um intervalo de pelo menos 5
semanas (ou talvez mais, dependendo da avaliação médica, especialmente se DAFORIN (cloridrato de
fluoxetina) foi prescrito para o tratamento crônico e/ou em altas doses) após a suspensão do tratamento
com DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) e o início de tratamento com um IMAO ou tioridazina. O uso
combinado de DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) com um IMAO pode causar eventos adversos graves,
podendo ser fatal.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e Precauções
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) deve ser utilizado com precaução em pacientes com condições
clínicas que predispõem à arritmias (alteração dos batimentos cardíacos) ou exposição aumentada à
fluoxetina (por exemplo, mau funcionamento do fígado).
Assim como com outros medicamentos usados no tratamento da depressão, DAFORIN (cloridrato de
fluoxetina) deve ser administrado com cuidado a pacientes com história de convulsões. Em pacientes com
diabetes, ocorreu hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue) durante a terapia com DAFORIN
(cloridrato de fluoxetina) e hiperglicemia (alta taxa de açúcar no sangue) após a suspensão do
medicamento. Portanto, a dose de insulina e/ou hipoglicemiante oral deve ser ajustada quando o
tratamento com DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) for estabelecido e após a sua suspensão.

Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia de DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) entre
pacientes idosos e jovens. Outros relatos de experiências clínicas não identificaram diferenças nas
respostas de pacientes jovens ou idosos, mas uma sensibilidade maior de alguns indivíduos idosos não
pode ser excluída.
A possibilidade de uma tentativa de suicídio é característica de um quadro depressivo e de outras
desordens psiquiátricas. Assim como outros antidepressivos, com atividade farmacológica semelhante,
casos isolados de ideação e comportamentos suicidas foram relatados durante o tratamento com
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) ou logo após a interrupção do tratamento. Embora não tenha sido
estabelecida uma relação causal exclusiva para DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) em induzir a tais
comportamentos, uma avaliação em conjunto de vários antidepressivos (incluindo o DAFORIN
(cloridrato de fluoxetina)) indica um aumento de risco potencial para ideias e comportamentos suicidas
em pacientes pediátricos e adultos jovens (< 25 anos), em comparação ao placebo. O médico deve ser
consultado imediatamente caso o paciente, independente da sua idade, relatar quaisquer pensamentos
suicidas em qualquer fase do tratamento; o médico deve orientar os pacientes a relatarem a qualquer
momento aflições ou sentimentos diferentes observados durante o tratamento.
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) deve ser utilizado com cuidado em pacientes com pressão
intraocular elevada ou naqueles que tenham risco de glaucoma de ângulo estreito agudo (doença
caracterizada pelo aumento da tensão intraocular que causa intensa dor nos olhos e perda repentina da
visão).

O uso de DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) em crianças menores de 7 anos não foi estudado. O uso
deste medicamento nesta população específica deve ocorrer sob supervisão médica.
Erupção de pele, reações de hipersensibilidade imediata e sistêmica (reações anafilactoides) e reações
sistêmicas progressivas, algumas vezes graves e envolvendo pele, fígado, rins ou pulmões foram relatadas
por pacientes tratados com DAFORIN (cloridrato de fluoxetina). Após o aparecimento de erupção
cutânea ou de outra reação alérgica para a qual uma causa não pode ser identificada, DAFORIN
(cloridrato de fluoxetina) deverá ser suspenso.
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) pode interferir na capacidade de julgamento, pensamento e ação.
Portanto, durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua
habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
O uso de DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) deve ser considerado durante a gravidez somente se os
benefícios do tratamento justificarem o risco potencial para o feto, tendo em conta os riscos do não
tratamento da depressão.
Deve-se ter cuidado no final da gravidez, pois foram relatados, raramente, sintomas transitórios de
retirada (ex. tremores transitórios, dificuldade na amamentação, taquicardia e irritabilidade) em recém-
nascidos cujas mães fizeram uso de DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) próximo ao término da gravidez.
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) é excretado no leite humano. Portanto, deve-se ter cuidado quando
este medicamento for administrado a mulheres que estejam amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado em mulheres grávidas ou amamentando sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista.

Foram relatados casos de hiponatremia (diminuição na concentração de sódio no sangue) em pacientes
sob tratamento com DAFORIN (cloridrato de fluoxetina). A maioria desses casos ocorreu em pacientes
idosos e em pacientes que estavam tomando diuréticos (medicamentos que facilitam a eliminação de
urina) ou com diminuição da quantidade de líquidos no organismo.
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) também deve ser usado com cuidado em pacientes diabéticos, pois
foram relatados casos de hipoglicemia (diminuição de açúcar no sangue) no uso de DAFORIN (cloridrato
de fluoxetina) com hipoglicemiantes orais e insulina, e hiperglicemia (aumento de açúcar no sangue) após
a suspensão do medicamento. Nestes pacientes, a dose deve ser ajustada pelo médico e o paciente precisa
de acompanhamento, tanto durante o tratamento, quanto após a suspensão do mesmo.

Interações medicamentosas
Outras classes de medicamentos:
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) deve ser administrado com
cuidado em pacientes que estejam tomando os seguintes medicamentos:

medicamentos que são metabolizados por um subgrupo específico de enzimas produzidas pelo fígado:
Sistema P450 2D6. Peça ao seu médico informações mais detalhadas sobre essa classe de
medicamentos;

medicamentos que agem no sistema nervoso central, tais como: fenitoína, carbamazepina, haloperidol,
clozapina, diazepam, alprazolam, lítio, imipramina e desipramina;

drogas que se ligam às proteínas do plasma;

ácido acetilsalicílico (ex: ASPIRINA®) e;

anti-inflamatórios não estereoidais. Peça ao seu médico informações mais detalhadas sobre essa classe
de medicamentos.

Efeitos anticoagulantes alterados (valores de laboratório e/ou sinais clínicos e sintomas), incluindo
sangramento, sem um padrão consistente, foram reportados com pouca frequência quando DAFORIN
(cloridrato de fluoxetina) e a varfarina foram coadministrados. Portanto, os pacientes em tratamento com
varfarina devem ser cuidadosamente monitorados quanto à coagulação quando se inicia ou interrompe o
tratamento com DAFORIN (cloridrato de fluoxetina).
Tratamento eletroconvulsivo: houve raros relatos de convulsões prolongadas em pacientes usando
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) juntamente com tratamento eletroconvulsivo.
Bebidas alcoólicas: em testes formais, DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) não aumentou os níveis de
álcool no sangue ou intensificou os efeitos do álcool. Entretanto, a combinação de DAFORIN (cloridrato
de fluoxetina) e álcool não é aconselhável.
Alimentos: DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) pode ser administrado com alimentos sem que
interações ocorram.
Ervas medicinais: a Erva de São João, também conhecida como Hypericum perforatum, pode interagir
com DAFORIN (cloridrato de fluoxetina), aumentando os efeitos adversos como a síndrome
serotoninérgica (caracterizada pelo conjunto de características clínicas de alterações no estado mental e na
atividade neuromuscular em combinação com disfunção do sistema nervoso autônomo).
Nicotina: não há estudos que relatem a possibilidade de interação entre DAFORIN (cloridrato de
fluoxetina) e nicotina.
Exames laboratoriais e não laboratoriais: não há estudos em humanos a respeito desta interação.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) deve ser guardado em temperatura ambiente controlada (15 a 30ºC),
protegido da luz, calor e umidade.
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) é apresentado na forma de cápsulas de gelatina dura com corpo na
cor branca e tampa na cor azul, contendo granulado na cor branca.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Como usar
DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) deve ser administrado por via oral e pode ser tomado independente
das refeições.
Não tomar mais que a quantidade de DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) recomendada pelo médico para
período de 24 horas.
Dosagem
Depressão: A dose de 20 mg/dia é a recomendada.
Bulimia Nervosa: A dose de 60 mg/dia é a recomendada.
Transtorno Obsessivo-Compulsivo: A dose de 20 mg/dia a 60 mg/dia é a recomendada.
Transtorno Disfórico Pré-menstrual: A dose recomendada é de 20 mg/dia administrada continuamente
(durante todos os dias do ciclo menstrual) ou intermitentemente (isto é, uso diário, com início 14 dias
antes do início previsto da menstruação até o primeiro dia do fluxo menstrual. A dose deverá ser repetida
a cada novo ciclo menstrual).
Doenças e/ou Terapias Concomitantes: Deve ser considerada uma dose mais baixa ou menos frequente
em pacientes com comprometimento do fígado, doenças concomitantes ou naqueles que estejam tomando
vários medicamentos.
A dose recomendada pode ser aumentada ou diminuída. Doses acima de 80 mg/dia não foram
sistematicamente avaliadas. Não há dados que demonstrem a necessidade de doses alternativas tendo
como base somente a idade do paciente.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso o paciente deixe de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que possível.
Não tomar mais que a quantidade de DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) recomendada pelo médico para
período de 24 horas.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Foram relatadas as seguintes reações adversas com DAFORIN (cloridrato de fluoxetina):
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% do pacientes que utilizam este medicamento):
diarreia, náusea (vontade de vomitar), fadiga (cansaço) [incluindo astenia (perda ou diminuição da força
muscular)], dor de cabeça e insônia (incluindo despertar cedo, insônia inicial, insônia de manutenção do
sono).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitações
(o coração bate com mais força e/ou mais rápido que o normal), visão turva, boca seca, dispepsia
(desconforto gastrointestinal), vômitos, calafrios, sensação de tremor, diminuição de peso, diminuição do
apetite [incluindo anorexia (falta de apetite)], distúrbio de atenção, vertigem (falsa sensação de
movimentos), disgeusia (alteração do paladar), letargia (sensação de lentidão de movimentos e
raciocínio), sonolência (incluindo hipersonia e sedação), tremor, sonhos anormais (incluindo pesadelos),
ansiedade, diminuição da libido [incluindo perda libido (desejo sexual)], nervosismo, cansaço, distúrbio
do sono, tensão, micções (ato de urinar) frequentes ou anormalmente frequentes (polaciúria), distúrbios
da ejaculação, sangramentos e hemorragias ginecológicas, disfunção erétil, bocejo, hiperidrose (suor em
excesso), prurido (coceira), erupções da pele, urticária (erupções da pele com coceira) e rubor [incluindo
fogachos (sensação de calor pelo corpo)].
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): midríase
(dilatação da pupila dos olhos), disfagia (dificuldade de deglutição), sensação de anormalidade, sensação
de frio, sensação de calor, mal-estar, contusão, contração muscular, inquietação psicomotora, ataxia
(desequilíbrio), distúrbios do equilíbrio, bruxismo (ranger de dentes), discinesia (movimentos
involuntários), mioclonia (contração muscular involuntária), despersonalização, humor elevado, humor
eufórico, alteração do orgasmo [incluindo anorgasmia (incapacidade de experimentar um orgasmo)],
pensamento anormal, disúria (dificuldade ou dor para urinar), alopecia (perda de cabelos), suor frio,
tendência aumentada para contusão e hipotensão (redução da pressão arterial).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor no
esôfago, reação anafilática (reação alérgica generalizada), doença do soro, síndrome buco-glossal
(problemas no sistema nervoso que atingem a boca – especialmente a língua), convulsão, hipomania,
mania (crise de euforia), angioedema (coceira seguida de inchaço nas camadas mais profundas da pele),
equimose (estrias roxas pela pele), reação de fotossensibilidade, vasculite (inflamação dos vasos
sanguíneos) e vasodilatação.
Não relatados: distúrbios na micção (ato de urinar).
Relatos pós-comercialização: secreção inapropriada do hormônio antidiurético, hepatite idiossincrática
muito rara, síndrome serotoninérgica (caracterizada pelo conjunto de características clínicas de alterações
no estado mental e na atividade neuromuscular em combinação com disfunção do sistema nervoso
autônomo), priapismo (ereção persistente do pênis acompanhada de dor), eritema multiforme (lesões
avermelhadas na pele), comprometimento da memória, disfunção sexual ocasionalmente após a
descontinuação do uso, sangramento gastrointestinal [incluindo hemorragia das varizes localizadas no
esôfago, sangramento gengival e da boca, hematêmese (vômito de sangue), hematoquezia (eliminação de
sangue através do reto), hematomas (intra-abdominal, peritoneal), hemorragia (anal, esofágica, gástrica,
gastrointestinal superior e inferior, hemorroidal, peritoneal, retal), diarreia hemorrágica e enterocolites
(inflamação do intestino delgado e do cólon), diverticulite (inflamação de bolsas circulares que se
desenvolvem na parede do intestino), gastrite hemorrágica, melena (fezes pretas) e úlcera hemorrágica
(esofágica, gástrica, duodenal)], galactorreia (produção de leite) e hiperprolactinemia (excesso de
produção de prolactina).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Os casos de superdose de DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) isolado,

geralmente têm uma evolução

favorável. Os sintomas de superdose incluem náusea, vômito, convulsões, disfunção cardiovascular
variando desde arritmias assintomáticas (alteração dos batimentos cardíacos sem sintomas) ou indicativo
de alterações no eletrocardiograma (incluindo muitos casos raros de Torsade de Pointes), disfunção
pulmonar e sinais de alteração do sistema nervoso central (variando de excitação ao coma). Os relatos de
morte por superdose de DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) isolado têm sido extremamente raros. No
caso de superdose com DAFORIN (cloridrato de fluoxetina) verifique as condições do paciente quanto à
respiração e batimentos cardíacos e o encaminhe rapidamente a um local de atendimento médico.
Nenhum antídoto é conhecido. Diurese (eliminação de urina) forçada, hemoperfusão e transfusão
sanguínea não são indicados. No caso de overdose, considere a possibilidade de que tenha sido usada
outra droga ou medicamento simultaneamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.

Registro MS 1.3569.0598

Farm. Responsável: Adriano Pinheiro Coelho – CRF-SP nº 22.883

EMS SIGMA PHARMA LTDA
Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08, Bairro Chácara Assay
Hortolândia-

SP. CEP

13.186-901

CNPJ

00.923.140/0001-31
Indústria Brasileira

Fabricado por:
EMS S/A.
Hortolândia-SP.

SAC– 0800- 191222

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Esse produto é controlado pela Portaria nº 344 de 12/05/1998 – Lista C1


























Daforin

Cloridrato de fluoxetina

EMS SIGMA PHARMA LTDA

Comprimido revestido

20 mg





























Daforin

cloridrato de fluoxetina



I-IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Daforin

®

cloridrato de fluoxetina

APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos
cloridrato de fluoxetina 20mg
Caixas com 10, 20, 30 ou 60 comprimidos.

USO ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
cloridrato de fluoxetina....................................................................................................................... 22,36* mg
Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, óleo vegetal
hidrogenado, etilcelulose, hipromelose + macrogol, dióxido de titânio, cloreto de metileno.
*Equivalente a 20 mg de fluoxetina

II-INFORMAÇÃO AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

O Daforin

é destinado ao tratamento da depressão associada ou não com ansiedade, bulimia nervosa

(transtorno alimentar), do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) (ansiedade caracterizada por
pensamentos obsessivos) e do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo tensão pré-menstrual
(TPM), irritabilidade e disforia (mudança repentina e passageira de ânimo como sentimentos de tristeza,
pena, angústia).

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O Daforin

contém cloridrato de fluoxetina, um inibidor seletivo da recaptação do neurotransmissor

serotonina (substância sedativa e calmante que participa da comunicação das células do cérebro).
Havendo desequilíbrio na quantidade de serotonina, a depressão pode ocorrer ou se acentuar. A fluoxetina
tem como função aumentar a serotonina do cérebro, ajudando a controlar os sintomas da depressão,
permitindo à pessoa maior bem-estar. A fluoxetina é bem absorvida após administração oral e atinge a
concentração máxima dentro de 6 a 8 horas.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Daforin

®

é contraindicado para pacientes alérgicos à fluoxetina ou a qualquer um dos componentes da

fórmula. É contraindicado também para pacientes que estão utilizando outros inibidores da
monoaminoxidase – IMAO (outra classe de antidepressivos), reversíveis ou não, como por exemplo, o
sulfato de tranilcipromina, puro ou em associação e a moclobemida. Esta contraindicação permanece até
no mínimo 14 dias após a suspensão do tratamento com qualquer IMAO para iniciar o tratamento com o
Daforin

®

. O uso em combinação de Daforin

®

com tioridazida é contraindicado devido ao risco da

ocorrência de efeitos adversos graves, podendo ser fatal. Daforin

®

é contraindicado para pacientes em uso

de pimozida. Caso esteja usando algum destes medicamentos o médico deverá ser informado, pois o
tratamento deverá ser suspenso antes de iniciar o tratamento com Daforin

®

.


Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Assim como com outros medicamentos usados no tratamento da depressão, Daforin

®

deve ser

administrado com cuidado a pacientes com história de convulsões.

Não pare de tomar o Daforin

®

sem antes falar com seu médico. A parada repentina pode causar outros

sintomas.

Os antidepressivos são medicamentos utilizados no tratamento da depressão e de outras doenças. É
importante conversar com seu médico os riscos de tratar ou de não tratá-las. Os pacientes e seus
familiares ou outros cuidadores devem discutir todas as opções de tratamento com o profissional de
saúde, não apenas o uso de antidepressivos.

Em pacientes com diabetes, ocorreu hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue) durante o tratamento e
hiperglicemia (alta taxa de açúcar no sangue) após a suspensão do medicamento. Portanto, a dose de
insulina e/ou hipoglicemiante oral deve ser ajustada durante o tratamento com Daforin

®

e após a sua

suspensão.

Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia do cloridrato de fluoxetina em pacientes idosos
e jovens. Outros relatos de experiências clínicas não identificaram diferenças nas respostas de pacientes
jovens ou idosos, mas uma sensibilidade maior de alguns indivíduos idosos não pode ser excluída.

A segurança e eficácia de Daforin

®

em crianças ainda não foram estabelecidas.


A possibilidade de uma tentativa de suicídio é característica de um quadro depressivo. Assim como outros
antidepressivos, casos isolados de ideação (formação da ideia) e comportamentos suicidas foram relatados
durante o tratamento com a fluoxetina ou logo após a interrupção do tratamento. Embora uma causa
exclusiva para a fluoxetina em induzir a tais comportamentos, não tenha sido estabelecida, uma avaliação
em conjunto de vários antidepressivos indica um aumento de risco potencial para ideias e
comportamentos suicidas em pacientes pediátricos. Os médicos devem ser consultados imediatamente se
os pacientes de todas as idades relatarem quaisquer pensamentos suicidas em qualquer fase do tratamento.

Erupção de pele, reações anafiláticas (reações alérgicas graves) e reações sistêmicas progressivas,
algumas vezes graves e envolvendo pele, fígado, rins e pulmões podem ocorrer com pacientes tratados
com fluoxetina. Após o aparecimento de erupção cutânea ou de outra reação alérgica informar
imediatamente seu médico.

Foram relatados casos de hiponatremia (baixa quantidade de sódio no sangue) na maioria dos pacientes
idosos ou pacientes que estavam utilizando diuréticos (Ex: furosemida, hidroclorotiazida).

A fluoxetina é excretada no leite materno. Portanto mulheres que estejam amamentando devem
comunicar ao médico antes de iniciar o tratamento com Daforin

®

.


Não houve evidência de carcinogenicidade (capacidade de induzir câncer) ou mutagênese (capacidade de
induzir mutações) a partir de estudos in vitro ou em animais.

Deve-se ter cuidado com o uso da fluoxetina durante a gestação, particularmente no final da gravidez,
quando os sintomas transitórios de retirada da d



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).
  2. Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago. ?? um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
  3. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  4. Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
  5. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  6. Gânglios linfáticos: Estrutura pertencente ao sistema linfático, localizada amplamente em diferentes regiões superficiais e profundas do organismo, cuja função consiste na filtração da linfa (ver), maturação e ativação dos linfócitos, que são elementos importantes da defesa imunológica do organismo.
  7. Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago (ver). Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
  8. Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
  9. Impotência: Termo freqüentemente utilizado para se referir à impotência sexual masculina, distúrbio caracterizado pela incapacidade de iniciar ou manter uma ereção peniana satisfatória para realizar o ato sexual.
  10. Hemorragia: Perda de sangue para um órgão interno (tubo digestivo, cavidade abdominal) ou para o exterior (ferimento arterial). De acordo com o volume e velocidade com a qual se produz o sangramento uma hemorragia pode produzir diferentes manifestações nas pessoas, desde taquicardia, sudorese, palidez cutânea, até o choque.
  11. Glaucoma: Aumento da pressão intra-ocular que se manifesta por dor de cabeça, olho vermelho e, se não tratado, pode produzir perda de visão a longo prazo.
  12. Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
  13. Palpitação: Percepção subjetiva dos batimentos cardíacos. Pode apresentar-se durante algumas arritmias cardíacas ou mesmo em pessoas com ritmo normal. Neste último caso, são distúrbios benignos associados a diversos distúrbios de ansiedade.
  14. Taquicardia: Aumento da freqüência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações (ver).
  15. Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. ?? produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
  16. Varizes: Dilatação anormal de uma veia. Podem ser dolorosas ou causar problemas estéticos quando são superficiais como nas pernas. Podem também ser sede de trombose, devido à estase sangüínea.
  17. Xerostomia: Ressecamento da boca provocado em geral pela secreção insuficiente de saliva pelas glândulas salivares. ?? ocasionado como efeito colateral de algumas drogas (anticolinérgicos) ou por diversos transtornos locais ou gerais.
  18. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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