deAvodart

Para que serve deAvodart

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


AvodartGlaxoSmithKline Brasil Ltda.Cápsulas0,5mgModelo de Texto de bula ? Profissionais de SaúdeAvodart LEIA ATENTAMENTE ESTA BULA ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO. I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Avodart?

dutasterida APRESENTAÇÃO Avodart é apresentado na forma de cápsulas gelatinosas moles. As embalagens contêm 10, 30 ou 90 cápsulas.

USO ORAL. USO ADULTO A PARTIR DE 18 ANOS COMPOSIÇÃO


Cada cápsula contém: dutasterida ........................................ 0,5 mg excipientes* ................................ 1 cápsula * Excipientes: monodiglicerídeos de ácido caprílico/cáprico, hidroxitolueno butilado, gelatina, glicerol, dióxido de titânio, óxido de ferroamarelo, ftalato de polivinil acetato, polietilenoglicol, propilenoglicol e óxido de ferro vermelho, triglicerídeos de cadeia média e lecitina. II) INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE 1. INDICAÇÕES Avodart trata e previne a progressão da hiperplasia prostática benigna (HPB), promove o alívio dos sintomas e diminui o tamanho (volume)da próstata, além de melhorar o fluxo urinário e reduzir o risco de retenção urinária aguda (RUA) e a necessidade de cirurgia relacionada àHPB. Avodart em combinação com tansulosina, um alfa-bloqueador, trata e previne a progressão da HPB, diminui o tamanho da próstata e aliviaos sintomas, além de melhorar o fluxo urinário e reduzir o risco de retenção urinária aguda (RUA) e a necessidade de cirurgia relacionada àHPB (ver o item Resultados de Eficácia). 2. RESULTADOS DE EFICÁCIA Avodart como monoterapia para HPB Avaliou-se a administração de dutasterida 0,5 mg/dia ou de placebo em 4.325 indivíduos do sexo masculino que apresentavam aumento depróstata (mais de 30 cm3) em três estudos de eficácia primária, duplo-cegos, multicêntricos, controlados com placebo, com duração de 2 anos. Nos homens com HPB, Avodart trata e previne a progressão da doença, reduz o risco de RUA e a necessidade de intervenção cirúrgica,além de proporcionar melhora estatisticamente significativa dos sintomas do trato urinário inferior (STUI), da taxa de fluxo urinário máximo(Qmáx) e do volume da próstata, em comparação a placebo. Essa melhora de STUI, Qmáx e volume da próstata ocorreu ao longo de 24 meses.Nos estudos de extensão abertos, os STUI e a Qmáx continuaram a melhorar por mais 2 anos e se manteve a redução do volume da próstatadurante esse mesmo período. Tratamento do HPB com Avodart e tansulosina em combinaçãoO uso de Avodart 0,5 mg/dia, tansulosina 0,4 mg/dia ou a combinação de Avodart 0,5 mg com tansulosina 0,4 mg foi avaliados em 4.844indivíduos do sexo masculino que apresentavam aumento de próstata (?30 cc) em um estudo multicêntrico, duplo-cego, de grupos paralelos,durante 2 anos. O desfecho primário de eficácia após 2 anos de tratamento foi o nível de melhora em relação à avaliação basal segundo aPontuação Internacional de Sintomas da Próstata (IPSS). Após 2 anos de tratamento, a combinação mostrou melhora média ajustada estatisticamente significativa da pontuação dos sintomas, de -6,2unidades, em relação à avaliação basal. As melhoras médias ajustadas da pontuação dos sintomas com os tratamentos individuais foram de -
4,9 unidades com Avodart e de -4,3 unidades com tansulosina. A melhora média ajustada da taxa de fluxo em relação à avaliação basal foide 2,4 mL/seg com a combinação, de 1,9 mL/seg com Avodart e de 0,9 mL/seg com tansulosina. A melhora média ajustada do índice deimpacto da HPB (BII) em relação à avaliação basal foi de -2,1 unidades com a combinação, de -1,7 unidade com Avodart e de -1,5 unidadecom tansulosina. A redução do volume total da próstata e do volume da zona de transição após 2 anos de tratamento foi estatisticamente significativa com acombinação em comparação à monoterapia com tansulosina. O desfecho de eficácia primária aos 4 anos de tratamento foi o tempo até o primeiro evento relacionado com RUA ou a cirurgia associada àHPB. Depois de 4 anos de tratamento, a terapia combinada reduziu de maneira estatisticamente significativa o risco de RUA ou de cirurgiarelacionada à HPB (redução de risco: 65,8%; p<0,001; IC de 95%: 54,7%-74,1%) em comparação à monoterapia com tansulosina. Aincidência de RUA ou de cirurgia relacionada à HPB no ano 4 foi de 4,2% com a terapia combinada e de 11,9% com tansulosina (p<0,001).Em comparação à monoterapia com Avodart, o tratamento combinado reduziu o risco de RUA ou de cirurgia relacionada à HPB em 19,6%.A diferença entre os grupos de tratamento não foi significativa (p=0,18; IC de 95%: -10,9% a 41,7%). A incidência de RUA ou de cirurgiarelacionada à HPB no ano 4 foi de 4,2% com a terapia combinada e de 5,2% com Avodart. Definiu-se a progressão clínica como um composto de agravamento dos sintomas (IPSS) e de eventos de RUA relacionados com HPB,incontinência, infecção do trato urinário (ITU) e insuficiência renal. A terapia combinada foi associada à significância estatística da reduçãoda taxa de progressão clínica em comparação com a tansulosina (redução de risco: 44,1%; p<0,001; IC de 95%: 33,6%-53,0%) após 4 anos.As taxas de progressão clínica com a terapia combinada, a tansulosina e Avodart foram, respectivamente, de 12,6%, 21,5% e de 17,8%. A melhora média ajustada estatisticamente significativa na pontuação dos sintomas, da IPSS com relação ao início do estudo se manteve doano 2 ao ano 4. Aos 4 anos, as melhoras médias corrigidas das pontuações de sintomas observados foram de -6,3 unidades com a terapiacombinada, de -5,3 unidades com Avodart e de -3,8 unidades com tansulosina. Depois de 4 anos de tratamento, a melhora média corrigida da taxa de fluxo urinário máximo (Qmáx) em relação ao início do estudo foi de 2,4mL/seg com a terapia combinada, de 2,0 mL/seg com Avodart e de 0,7 mL/seg com tansulosina. Em comparação com a tansulosina, a1
Modelo de Texto de bula ? Profissionais de SaúdeAvodartmelhora média corrigida da Qmáx em relação ao início do estudo foi maior, de modo estatisticamente significativo, com a terapia combinada,em cada avaliação semestral, do mês 6 ao 48 (p<0,001). Em comparação ao observado com Avodart, a melhora média corrigida da Qmáxobtida com a terapia combinada, em relação ao início do estudo, não foi diferente em termos de significância estatística (p=0,050 no mês 48). A terapia combinada foi significativamente superior (p<0,001) à monoterapia com tansulosina ou com Avodart no tocante à melhora dosparâmetros BII de desfechos de saúde e estado de saúde relacionado com a HPB (BHS) aos 4 anos. A melhora média corrigida de BII emrelação ao início do estudo foi de -2,2 unidades com a combinação, -1,8 unidade com Avodart e de -1,2 unidade com tansulosina. Amelhora média corrigida de BHS em relação ao início do estudo foi de -1,5 unidade com a combinação, de -1,3 unidade com Avodart e de -
1,1 unidade com tansulosina. A redução do volume total da próstata e do volume da zona de transição depois de 4 anos de tratamento foi estatisticamente significativa coma terapia combinada em comparação à monoterapia com tansulosina. Falência cardíaca Em comparação de quatro anos (estudo CombAT) entre Avodart em coadministração com tansulosina e dutasterida e monoterapia comtansulosina em homens com HPB (hiperplasia prostática benigna), a incidência do termo composto falência cardíaca no grupo que recebeu acombinação (14/1.610 [0,9%]) foi mais alta do que nos dois grupos de monoterapia: Avodart (4/1.623 [0,2%]) e tansulosina (10/1.611[0,6%]). O risco relativo estimado do tempo até o primeiro evento de falência cardíaca foi de 3,57 (IC de 95%: 1,17-10,8) com o tratamentocombinado em comparação com Avodart em monoterapia e de 1,36 [IC de 95%: 0,61-3,07] em comparação com tansulosina emmonoterapia. Não se estabeleceu relação causal entre o uso de Avodart (em monoterapia ou em combinação com um alfa-bloqueador) e afalência cardíaca (ver o item Advertências e Precauções). Em comparação de quatro anos (estudo REDUCE) entre placebo e Avodart em 8.231 homens com idade entre 50 e 75 anos com biópsiaprévia negativa de câncer de próstata e PSA basal entre 2,5 ng/mL e 10,0 ng/mL, houve maior incidência do termo composto falênciacardíaca nos indivíduos que usavam Avodart (30/4.105, 0,7%) com relação a placebo (16/4.126, 0,4%) na estimativa de risco relativo detempo de 1,91 [IC de 95%: 1,04-3,50] até a primeira falência cardíaca. Em uma análise post hoc de uso de alfa-bloqueador concomitante,houve maior incidência do termo composto falência cardíaca em indivíduos que usavam Avodart e um alfa-bloqueador concomitante(12/1.152, 1,0%) em comparação com os indivíduos que não usaram Avodart e alfa-bloqueador simultâneo: Avodart sem alfa-bloqueador(18/2.953, 0,6%), placebo e um alfa-bloqueador (1/1.399, <0,1%), placebo sem alfa-bloqueador (15/2.727, 0,6%). Não se estabeleceu relaçãocausal entre o uso de Avodart (isolado ou em combinação com um alfa-bloqueador) e a incidência do termo composto falência cardíaca (vero item Advertências e Precauções). Câncer de próstata e tumores de alto grau Em comparação de quatro anos entre placebo e Avodart em 8.231 homens com idade entre 50 e 75 anos, com biópsia anterior negativa decâncer de próstata e PSA basal entre 2,5 ng/mL e 10,0 ng/mL (estudo REDUCE), 6.704 participantes tiveram dados de biópsia de próstata poragulha disponíveis para análise para determinação dos escores Gleason. Havia 1.517 indivíduos diagnosticados com câncer de próstata noestudo. A maioria dos cânceres de próstata detectáveis por biópsia em ambos os grupos de tratamento foi diagnosticada como de grau baixo(Gleason 5-6). Não houve diferença na incidência de cânceres com escore Gleason 7-10 (p=0,81).Houve uma maior incidência de cânceres com escores Gleason 8-10 no grupo de Avodart (n=29; 0,9%), em comparação com o grupo deplacebo (n=19; 0,6%) (p=0,15). No 1º e 2º anos, o número de pacientes com cânceres com escores Gleason 8-10 foi similar nos grupos deAvodart (n=17; 0,5%) e de placebo (n18; 0,5%). No 3º e 4º anos, um número maior de casos de câncer com escores Gleason 8-10 foidiagnosticado no grupo de Avodart (n12; 0,5%), em comparação com o grupo de placebo (n=1; < 0,1%) (p=0,0035). Não existem dadossuficientes sobre o efeito de Avodart, além de quatro anos, em homens sob risco de câncer de próstata.

A porcentagem de pacientesdiagnosticados com câncer com escores Gleason 8-10 foi uniforme entre os períodos de tempo do estudo (1º-2º anos e 3º-4º anos) no grupode Avodart (0,5% em cada período de tempo), enquanto que no grupo de placebo a porcentagem de pacientes diagnosticados com câncercom escores Gleason 8-10 foi mais baixa durante os anos 3-4 do que nos anos 1-2 (< 0,1% vs. 0,5%, respectivamente). Em um estudo comduração de 4 anos em HPB (CombAT), no qual não havia biópsias exigidas pelo protocolo e todos os diagnósticos de câncer de próstatabasearam-se em biópsias solicitadas alguma causa, as taxas de câncer com escores de Gleason 8-10 foram (n = 8, 0,5%) para Avodart, (n =11, 0,7%) e para a tansulosina (n = 5, 0,3%) para a terapia de combinação (ver o item Advertências e Precauções).Efeitos sobre o antígeno prostático específico (PSA) e detecção do câncer de próstataEm comparação de quatro anos entre placebo e dutasterida em 8.231 homens com idade entre 50 e 75 anos com biópsia anterior negativa decâncer de próstata e PSA basal entre 2,5 ng/mL e 10,0 ng/mL (estudo REDUCE), o tratamento com Avodart ocasionou redução média doPSA sérico de aproximadamente 50%, depois de seis meses de tratamento, com grande variabilidade (desvio padrão de 30%) entre ospacientes, o tratamento com Avodart causou uma redução no nível sérico médio de PSA de aproximadamente 50% depois de 6 meses detratamento, com uma grande variabilidade (desvio padrão de 30%) entre os pacientes. A supressão de PSA observada após seis meses foisimilar em homens que desenvolveram ou não câncer de próstata detectável por biópsia durante o estudo (ver o item Advertências ePrecauções).Incidência de câncer de mama Em um estudo clínico com 3.374 pacientes tratados com Avodart em monoterapia para HPB, houve 2 casos de câncer de mama relatados,um depois de 10 semanas e um depois de 11 meses de tratamento, além de 1 caso em um paciente que recebeu placebo. Em um estudo clínicosubsequente onde foi investigado a redução do risco de câncer de próstata em 8.231 homens com idades entre 50 a 75, com uma biópsiaprévia negativa para câncer de próstata e PSA inicial entre 2,5 ng / mL e 10,0 ng / mL, com 17.489 pacientes-ano, tratados com Avodart e5.027 pacientes-ano de tratados com a associação de Avodart e tansulosina, não houve casos adicionais de câncer de mama em nenhum dosgrupos de tratamento. A relação entre o uso prolongado de dutasterida e câncer de mama masculino é desconhecida

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3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS Propriedades farmacodinâmicas A dutasterida é um inibidor duplo da 5?-redutase. Inibe as duas isoenzimas da 5?-redutase, tipo 1 e tipo 2, responsáveis pela conversão detestosterona em 5?-di-hidrotestosterona (DHT), o principal androgênio responsável pela hiperplasia do tecido prostático glandular. 2
Modelo de Texto de bula ? Profissionais de SaúdeAvodartEfeitos sobre a DHT/testosterona O efeito máximo de doses diárias de Avodart sobre a redução da DHT, dependente de dose, é observado em 1 ou 2 semanas. Após 1semana de administração diária de Avodart 0,5 mg, as concentrações séricas medianas de DHT apresentaram redução de 85% e após 2semanas, de 90%. Nos pacientes com HPB tratados diariamente com 0,5 mg de dutasterida, a redução mediana da DHT foi de 94% após 1 ano e de 93% após 2anos. O aumento mediano dos níveis séricos de testosterona foi de 19% após 1 ou 2 anos. Essa é uma consequência esperada da inibição da5?-redutase e não resultou em nenhum evento adverso conhecido. Propriedades farmacocinéticas - Absorção A dutasterida é administrada por via oral, em solução, na forma de cápsulas gelatinosas moles. Após a administração de uma dose única de0,5 mg, as concentrações séricas máximas da dutasterida ocorrem entre 1 e 3 horas. A biodisponibilidade absoluta da dutasterida no homem é de aproximadamente 60% para uma infusão intravenosa de 2 horas. Os alimentosnão afetam a biodisponibilidade desse medicamento.- Distribuição Dados farmacocinéticos relativos a doses orais únicas e repetidas mostram que a dutasterida tem grande volume de distribuição (300 a 500litros). A dutasterida exibe alta ligação a proteínas plasmáticas (>99,5%). Após a administração diária, as concentrações séricas da dutasterida atingem 65% da concentração do estado de equilíbrio em 1 mês e cercade 90% em 3 meses. É possível atingir concentrações séricas no estado de equilíbrio (Css) de aproximadamente 40 ng/mL após 6 meses deadministração diária de 0,5 mg. De maneira similar aos níveis séricos, as concentrações da dutasterida no sêmen atingiram o estado deequilíbrio em 6 meses. Depois de 52 semanas de tratamento, as concentrações da dutasterida no sêmen foram em média de 3,4 ng/mL(variação de 0,4 a 14 ng/mL). O particionamento da dutasterida do soro para o sêmen foi em média de 11,5%. - Metabolismo A dutasterida é metabolizada, in vitro, pelo citocromo P450 em dois metabólitos secundários monoidroxilados, mas não é metabolizada pelasenzimas CYP1A2, CYP2A6, CYP2E1, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2B6 e CYP2D6 desse citocromo. Detectaram-se no soro humano, após a administração e até o estado de equilíbrio, a dutasterida inalterada, três metabólitos principais (4?-
hidroxidutasterida, 1,2-di-hidrodutasterida e 6-hidroxidutasterida) e dois metabólitos secundários (6,4?-di-hidroxidutasterida e 15-
hidroxidutasterida), conforme avaliação baseada na resposta espectrométrica de massa. Os cinco metabólitos séricos humanos da dutasteridaforam detectados no soro de ratos. No entanto, não se conhece a estereoquímica das adições de hidroxila nas posições 6 e 15 dos metabólitosde seres humanos e de ratos. - Eliminação A dutasterida é extensivamente metabolizada. Após administração oral (0,5 mg/dia) em seres humanos até o estado de equilíbrio, 1,0% a15,4% (média de 5,4%) da dose ingerida. são eliminados como dutasterida nas fezes. O restante é eliminado nas fezes como quatrometabólitos principais (cada um contém 39%, 21%, 7% e 7% do material relacionado à droga) e como seis metabólitos secundários (menosde 5% cada um). Apenas quantidades residuais de dutasterida inalterada (menos de 0,1% da dose) são detectadas na urina humana. Em concentrações terapêuticas, a meia-vida terminal da dutasterida de 3 a 5 semanas. As concentrações séricas permanecem detectáveis (mais de 0,1 ng/mL) pelo período de 4 a 6 meses após a descontinuação do tratamento. Linearidade/não linearidade Pode-se descrever a farmacocinética da dutasterida como um processo de absorção de primeira ordem e duas vias de eliminação paralelas,uma saturável (dependente da concentração) e uma não saturável (independente da concentração). Nas concentrações séricas baixas (menos de 3 ng/mL), a dutasterida é eliminada rapidamente por ambas as vias, a dependente e aindependente da concentração. Doses únicas de 5 mg (ou menos) mostraram evidências de rápido clearance e meia-vida curta, de 3 a 9 dias. Nas concentrações séricas superiores a 3 ng/mL, a eliminação da dutasterida é lenta (0,35 a 0,58 L/h), ocorre principalmente de forma linearnão saturável e tem meia-vida terminal de 3 a 5 semanas. Nas concentrações terapêuticas, após administração repetida de 0,5 mg/dia, oclearance mais lento predomina, e o clearance total é linear e independente da concentração. - Idosos A farmacocinética e a farmacodinâmica da dutasterida foram avaliadas em 36 indivíduos do sexo masculino, de 24 a 87 anos de idade, após aadministração de uma dose única de 5 mg. A exposição à dutasterida, representada pelos valores de ASC e de Cmáx, não foi estatisticamentediferente na comparação entre os grupos etários. A meia-vida também não se mostrou estatisticamente diferente na comparação do grupo de50 a 69 anos de idade com o grupo de mais de 70 anos de idade, faixa etária da maioria dos homens com HPB. Não se observou nenhumadiferença no efeito da droga, medido pela redução da DHT, entre os grupos etários. Os resultados indicaram não ser necessário nenhum ajustede dose da dutasterida devido à idade. - Insuficiência renal O efeito da insuficiência renal sobre a farmacocinética da dutasterida não foi estudada. No entanto, menos de 0,1% de uma dose de 0,5 mg dedutasterida em estado de equilíbrio é recuperável na urina humana; assim, nenhum ajuste de dose está previsto para pacientes cominsuficiência renal. - Insuficiência hepática O efeito sobre a farmacocinética de dutasterida em insuficiência hepática não foi estudado (ver o item Advertências e Precauções). 4. CONTRAINDICAÇÕES Avodart é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida à dutasterida, a outros inibidores da 5?-redutase ou a qualquercomponente da fórmula. 3

Modelo de Texto de bula ? Profissionais de SaúdeAvodartEste medicamento é contraindicado para uso por mulheres.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

A dutasterida é absorvida pela pele, portanto mulheres e crianças devem evitar o contato com cápsulas que estejam vazando (ver o item Usoem Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco). Se ocorrer contato com cápsulas que estejam vazando, a área afetada deve ser lavadaimediatamente com água e sabão. O efeito da insuficiência hepática sobre a farmacocinética de dutasterida não foi estudado. Uma vez que a dutasterida é extensivamentemetabolizada e tem meia-vida de 3 a 5 semanas, deve-se usar de cautela ao administrá-la a pacientes com doença hepática (ver os itensPosologia e Modo de Usar e Propriedades Farmacocinéticas). - Terapia combinada com tansulosina e a ocorrência do termo composto falência cardíacaEm dois estudos clínicos de 4 anos de duração, a incidência de falência cardíaca (um grupo de doenças composto de eventos relatados,primariamente insuficiência cardíaca e insuficiência cardíaca congestiva) foi mais elevada entre os indivíduos que faziam uso da combinaçãode Avodart e de um alfa-bloqueador, principalmente tansulosina, do que entre os indivíduos que não recebiam a combinação. Nesses doisensaios, a incidência de insuficiência cardíaca foi baixa (?1%) e variável entre os estudos. Não se observou desequilíbrio da incidência totalde eventos adversos cardiovasculares em nenhum dos ensaios. Também não se estabeleceu relação causal entre o uso de Avodart (emmonoterapia ou em combinação com um alfa-bloqueador) e a falência cardíaca (ver o item Resultados de Eficácia). - Efeitos sobre o antígeno específico (PSA) e detecção do câncer de próstata O exame retal digital, bem como outras avaliações do câncer de próstata, deve ser conduzido em pacientes com HPB antes do início dotratamento com dutasterida e periodicamente a partir de então. A concentração sérica de antígeno específico da próstata (PSA) é um importante componente do processo de investigação para detectar ocâncer de próstata. Avodart causa uma redução nos níveis séricos médios de PSA de aproximadamente 50%, após 6 meses de tratamento.Deve-se estabelecer um novo nível basal de PSA em pacientes depois de 6 meses de tratamento com Avodart. Recomenda-se monitorar osvalores de PSA regularmente a partir de então.Quaisquer aumentos confirmados continuados nos níveis de PSA desde os níveis mais baixos de PSA

durante o tratamento com Avodartpodem apontar a presença de câncer de próstata

(sobretudo cancer de alto grau) ou o não cumprimento da terapia com dutasterida e devem sercuidadosamente avaliados, mesmo se esses valores ainda estiverem dentro da faixa normal para homens que não recebem tratamento com uminibidor de 5?-redutase (ver o item Resultados de Eficácia). Para a interpretação dos níveis de PSA para o paciente em uso de Avodart, osvalores anteriores de PSA devem ser procurados para comparação.O tratamento com Avodart não interfere no uso de PSA como ferramenta para auxiliar o diagnóstico de câncer de próstata após um valorbasal ter sido estabelecido (ver o item Resultados de Eficácia).Os níveis séricos totais do PSA retornam aos valores basais no período de 6 meses após a descontinuação do tratamento. A proporção entre o PSA livre e o PSA total permanece constante mesmo sob a influência de Avodart. Se os médicos escolherem opercentual do PSA livre como auxiliar na detecção de câncer de próstata em homens sob tratamento com dutasterida, nenhum ajuste do valorserá necessário. Os homens tratados com Avodart não devem doar sangue por pelo menos 6 meses após a administração da última dose. Essa é uma formade prevenção contra o risco de que mulheres grávidas recebam dutasterida através de transfusão de sangue. Câncer de próstata e tumores de alto grau Em um estudo de quatro anos em mais de 8.000 homens com idade entre 50 e 75 anos, com biópsia anterior negativa de câncer de próstata ePSA basal entre 2,5 ng/mL e 10,0 ng/mL (estudo REDUCE), 1.517 homens tiveram diagnóstico de câncer de próstata. Houve maiorincidência de cânceres de próstata (pontuação de Gleason 8-10) no grupo Avodart (n=29, 0,9%) em comparação com o grupo placebo(n=19, 0,6%). Não houve aumento da incidência de câncer de próstata com pontuação de Gleason 5-6 ou 7-10. Não se estabeleceu relaçãocausal entre Avodart e câncer de próstata de grau elevado. A significância clínica do desequilíbrio numérico é desconhecida. Os homensque usam Avodart devem ser avaliados regularmente quanto ao risco de câncer de próstata, inclusive com exame do PSA (ver o itemResultados de Eficácia).Câncer de mama em homensCâncer de mama foi relatado em homens que tomaram dutasterida em estudos clínicos (ver Resultados de Eficácia) e durante o período pós-
comercialização. Os pacientes devem ser orientados a relatar prontamente quaisquer alterações no tecido mamário, tais como nódulos ousecreção no mamilo. Não está claro se há uma relação causal entre a ocorrência de câncer de mama masculino e o uso em longo prazo dedutasterida. Efeitos sobre a capacidade de dirigir e de operar máquinas Com base nas propriedades farmacocinéticas e farmacodinâmicas da dutasterida, não há previsão de que o fármaco interfira na capacidade dedirigir nem de operar máquinas. Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco O uso de Avodart não é indicado para mulheres nem para crianças. Não é necessário ajuste de dose para idosos. Não está previsto nenhumajuste de dose para pacientes com insuficiência renal. Uma vez que a dutasterida é extensivamente metabolizada e tem meia-vida de 3 a 5semanas, deve-se usar de cautela ao administrá-la a pacientes com doença hepática. Mulheres, crianças e adolescentes não devem manusear Avodart, pois o ingrediente ativo contido nas cápsulas pode ser absorvido pela pele.Lavar imediatamente a área afetada com água e sabão caso haja qualquer contato com a pele. Fertilidade Os efeitos da dutasterida 0,5 mg/dia (dutasterida: n=27; placebo: n=23) no líquido seminal foram avaliados em voluntários normais de 18 a52 anos, durante 52 semanas de tratamento e nas 24 semanas posteriores. Nas 52 semanas, a média de redução em relação à contagem inicialdos espermatozoides, ao volume de sêmen e à motilidade dos espermatozoides foi de 23%, 26% e 18%, respectivamente, no grupo tratadocom dutasterida (quando ajustado ao grupo placebo). A concentração e a morfologia dos espermatozoides permaneceram inalteradas.4
Modelo de Texto de bula ? Profissionais de SaúdeAvodartCompletadas 24 semanas pós-tratamento, a média de alteração da contagem total de espermatozoides foi 23% inferior à contagem inicial.Embora os valores médios de todos os parâmetros seminais tenham permanecido dentro dos intervalos normais durante todo o períodoavaliado e não tenham atingido o critério predefinido para ser considerados como mudança significativa (30%), dois indivíduos do grupo querecebeu dutasterida apresentaram redução da contagem de espermatozoides maior que 90% em comparação aos valores iniciais, comrecuperação parcial durante as 24 semanas subsequentes ao tratamento. A importância clínica do efeito da dutasterida nas característicasseminais vinculadas à fertilidade dos pacientes não é conhecida. Gravidez A dutasterida é contraindicada para uso por mulheres. Não se estudou o uso da dutasterida em mulheres porque os dados pré-clínicos sugeremque a supressão dos níveis circulantes de di-hidrotestosterona pode inibir o desenvolvimento dos órgãos genitais externos de um feto do sexomasculino gerado por uma mulher exposta a esse medicamento. Lactação Não se sabe se a dutasterida é eliminada pelo leite materno. Categoria C de risco na gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Estudos sobre metabolismo in vitro mostram que a dutasterida é metabolizada pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450 humano. Portanto,as concentrações sanguíneas da dutasterida podem aumentar na presença de inibidores da CYP3A4. Dados de estudos de fase II mostraram redução do clearance da dutasterida quando esta é coadministrada o com verapamil (37%) e diltiazem(44%), inibidores da CYP3A4. Por outro lado, não se observou nenhuma redução do clearance com a coadministração de anlodipino nem deoutro antagonista dos canais de cálcio. É improvável que a redução do clearance (e o aumento subsequente da exposição à dutasterida) , seja clinicamente significativa, na presençade inibidores da CYP3A4, devido à larga margem de segurança (administraram-se a pacientes, por até 6 meses, doses até 10 vezes mais altasque a recomendada). Portanto, nenhum ajuste de dose é necessário. A dutasterida não é metabolizada, in vitro, pelas isoenzimas CYP1A2, CYP2A6, CYP2E1, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19, CYP2B6 eCYP2D6, do citocromo P450 humano. A dutasterida não inibe, in vitro, as enzimas metabolizadoras de drogas do citocromo P450 nem induz, in vivo, as isoenzimas CYP1A,CYP2B e CYP3A, do citocromo P450, em ratos e cães. Estudos in vitro demonstram que a dutasterida não desloca a varfarina, o diazepam, acenocoumarol, femprocumona, nem a fenitoína dasproteínas plasmáticas e que esses modelos de compostos não deslocam a dutasterida. Os compostos testados com relação a interaçõesmedicamentosas ocorridas no homem incluem tansulosina, terazosina, varfarina, digoxina e colestiramina, e não se observou nenhumainteração farmacocinética ou farmacodinâmica clinicamente significativa. Embora pesquisas sobre interações específicas não tenham sido feitas com outros compostos, aproximadamente 90% dos participantes deestudos de fase III de grande porte que receberam dutasterida tomavam concomitantemente outras medicações. Não se observou nenhumainteração adversa clinicamente significativa em estudos clínicos quando a dutasterida foi coadministrada com anti-hiperlipidêmicos,inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA), agentes bloqueadores ?-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio,corticosteroides, diuréticos, drogas anti-inflamatórias não esteroidais (AINEs), inibidores da fosfodiesterase tipo 5 e antibióticos da classe dasquinolonas. 7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO Avodart deve ser armazenado na embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15 ºC e 30 ºC). O prazo de validade é de 24 meses apartir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas Avodart é apresentado na forma de cápsulas gelatinosas moles, de amarelo-escuro, opacas e de formato oblongo, para uso oral.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR Modo de uso Avodart pode ser ingerido com ou sem alimentos (ver o item Propriedades Farmacocinéticas). As cápsulas devem ser engolidas inteiras enão podem ser mastigadas nem abertas, pois o contato com seu conteúdo provoca irritação da mucosa orofaríngea. Para homens adultos,inclusive idosos, a dose recomendada é de uma cápsula (0,5 mg) diária administrada por via oral. Embora seja possível observar melhora em estágio inicial, pode ser necessário prolongar o tratamento durante pelo menos 6 meses paraavaliar objetivamente a existência ou não de resposta terapêutica satisfatória. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. Posologia Homens adultos (inclusive idosos) A dose recomendada de Avodart é uma cápsula (0,5 mg) administrada por via oral uma vez ao dia

.

5
Modelo de Texto de bula ? Profissionais de SaúdeAvodartPara o tratamento de HPB, Avodart pode ser administrado como monoterapia ou associado ao alfa-bloqueador tansulosina (0,4 mg). Insuficiência renal O efeito da insuficiência renal sobre a farmacocinética de dutasterida não foi estudado. No entanto, nenhum ajuste dose está previsto parapacientes com essa condição (ver o item Propriedades Farmacocinéticas). Insuficiência hepática O efeito da insuficiência hepática sobre a farmacocinética de dutasterida não foi estudado (ver os itens Advertências e Precauções ePropriedades Farmacocinéticas). 9. REAÇÕES ADVERSAS Avodart como monoterapia Impotência, diminuição da libido, distúrbios da ejaculação e ginecomastia foram os eventos relatados com mais frequência nos estudosclínicos. Reações adversas relacionadas à droga (com incidência ?1%) foram relatadas com mais frequência nos três estudos de fase III de

Avodartem comparação com placebo: Incidência durante o 1o ano de tratamento
Incidência durante o 2o ano de tratamento

Evento adverso
Placebo
Avodart (n=2.167)
Placebo
Avodart (n=1.744)

(n=2.158)
(n=1.736)

Impotência* 3% 6% 1% 2% Alteração da libido2% 4% <1% <1% (diminuição)* Distúrbios de ejaculação* <1% 2% <1% <1% Distúrbios de mama+ <1% 1% <1% 1% + Abrange aumento da sensibilidade das mamas. * Estes eventos adversos sexuais estão associados com o tratamento com dutasterida (incluindo a monoterapia e combinação comtansulosina). Estes eventos adversos podem persistir após a descontinuação do tratamento. O papel da dutasterida nesta persistênciaé desconhecido.Não se observou nenhuma evidência de alteração dos eventos adversos durante os 2 anos de acompanhamento em estudos de extensãoabertos. Tratamento Combinado com Avodart e tansulosina para HPB Houve relatos de reações adversas relacionadas à droga (com incidência cumulativa ?1%) na análise do estudo CombAT (Combinação deAvodart e tansulosina), sobre a comparação de Avodart 0,5 mg e tansulosina 0,4 mg uma vez ao dia por 4 anos (em combinação ou emmonoterapia). 6

Modelo de Texto de bula ? Profissionais de SaúdeAvodartIncidência durante o período de tratamento
1º ano
2º ano

3º ano
4º ano
Evento adverso Combinaçãoa (n)
(n=1.610).
(n=1.428)
(n=1.283)

(n=1.200)
Dutasterida
(n=1.623).
(n=1.464)
(n=1.325)
(n=1.200)

Tansulosina
(n=1.611).
(n=1.468)
(n=1.281)
(n=1.112)
Impotência b

Combinaçãoa

6% 2%


<1%
<1%
Dutasterida

5% 2%


<1%

<1%
Tansulosina

3% 1%


<1%

1%


Alteração da libidob (diminuição)

Combinaçãoa

5%


<1%
<1%

0%


Dutasterida

4% 1%


<1%

0%


Tansulosina

2%


<1%
<1%
<1%

Distúrbios de ejaculação b
Combinaçãoa

9% 1%


<1%
<1%
Dutasterida

1%


<1%
<1%
<1%
Tansulosina

3%


<1%
<1%
<1%

Distúrbios de mamac
Combinaçãoa

2%


<1%
<1%
<1%

Dutasterida

2% 1%


<1%
<1%
Tansulosina
<1%
<1%

<1%

0%


Vertigem
Combinaçãoa

1%


<1%
<1%
<1%

Dutasterida
<1%
<1%
<1%
<1%
Tansulosina

1%


<1%
<1%

0%


a Combinação = 0,5 mg de dutasterida mais 0,4 mg de tansulosina uma vez ao dia. b Estes eventos adversos sexuais estão associados com o tratamento com dutasterida (incluindo a monoterapia e combinação comtansulosina). Estes eventos adversos podem persistir após a descontinuação do tratamento. O papel da dutasterida nesta persistência édesconhecido.cAbrange sensibilidade e aumento das mamas. Dados pós-comercialização As reações adversas relacionadas à droga são classificadas, de acordo com a frequência, em: muito comuns (>1/10), comuns (>1/100 e<1/10), incomuns (>1/1.000 e <1/100), raras (>1/10.000 e <1/1.000) e muito raras (<1/10.000), incluindo-se relatos isolados. As categorias defrequência determinadas por dados pós-comercialização referem-se mais à taxa de relatos do que às frequências reais. Desordens do Sistema Imune Muito raro: reação alérgica, incluindo rash, prurido, urticária, edema localizado, e angioedema. Desordens psiquiátricasMuito raro: sintomas depressivos.Desordens da pele e do tecido subcutâneo Raro: alopecia (principalmente perda de pelos corporais), hipertricose. Desordens do sistema reprodutivo e da mamaMuito raros: dor e inchaço nos testículos.Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicadoeficácia e segurança aceitáveis, mesmo indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou
7
Modelo de Texto de bula ? Profissionais de SaúdeAvodartdesconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária ? NOTIVISA, disponívelem http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

10. SUPERDOSE

Em estudos feitos com voluntários, administraram-se doses únicas de dutasterida de até 40 mg/dia (80 vezes a dose terapêutica), por 7 dias,sem problemas de segurança significativos. Em estudos clínicos, doses de 5 mg ao dia foram administradas aos pacientes, por 6 meses, semnenhum evento adverso adicional além dos observados com as doses terapêuticas de 0,5 mg. Não há antídoto específico contra a dutasterida, portanto, em caso de suspeita de superdosagem, deve-se administrar o tratamento sintomáticoe de suporte apropriado. Em caso de intoxicação, ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

III) DIZERES LEGAIS

MS: 1.0107.0231. Farm. Resp.: Edinilson da Silva Oliveira

CRF-RJ Nº

18875Fabricado por: GlaxoSmithKline Pharmaceuticals S.A.189 Grunwaldzka Street, 60-322, Poznan ? PolôniaRegistrado e Importado por: GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Estrada dos Bandeirantes, 8464 - Rio de Janeiro -

RJ CNPJ

33.247.743/0001-10 Indústria Brasileira

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Avodart_cap_GDS18_IPI16_L00168

Histórico

Número do ExpedienteNome do AssuntoData daData de aprovação daItens alteradosnotificação/petição petição0316848/13-410458 ?24/4/2013_____________MEDICAMENTO5- ADVERTÊNCIASNOVO? InclusãoE PRECAUÇÕES ->Inicial de Texto deCâncer de mama emBula ? RDC 60/12homensIII- Dizeres LegaisNão se aplica10451 ?08/10/2013_____________III- Dizeres LegaisMEDICAMENTONOVO? Notificaçãode Alteração de Textode Bula ? RDC 60/12

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Avodart_cap_GDS18_IPI16_L0016 l.pdfLEIA ATENTAMENTE ESTA BULA ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO.I) Identifica??o do medicamentoAvodart(dutasteridaApresenta??oCOMPOSI??OII) INFORMA??ES T?CNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SA?DE1. INDICA??ES2. RESULTADOS DE EFIC?CIA3. CARACTER?STICAS FARMACOL?GICASEfeitos sobre a DHT/testosterona- Absor??o- Distribui??o- Metabolismo- Elimina??oLinearidade/n?o linearidade- Idosos- Insufici?ncia renal- Insufici?ncia hep?tica4. CONTRAINDICA??ESEste medicamento ? contraindicado para uso por mulheres.5. ADVERT?NCIAS E PRECAU??ESEm um estudo de quatro anos em mais de 8.000 homens com idade entre 50 e 75 anos, com bi?psia anterior negativa de c?ncer de pr?stata e PSA basal entre 2,5 ng/mL e 10,0 ng/mL (estudo REDUCE), 1.517 homens tiveram diagn?stico de c?ncer de pr?stata. Hou...FertilidadeGravidezLacta??o6. INTERA??ES MEDICAMENTOSAS7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO8. POSOLOGIA E MODO DE USARPosologiaPara o tratamento de HPB, Avodart? pode ser administrado como monoterapia ou associado ao alfa-bloqueador tansulosina (0,4 mg).Insufici?ncia renalInsufici?ncia hep?ticaDados p?s-comercializa??o10. SUPERDOSE??????III) DIZERES LEGAISLEIA ATENTAMENTE ESTA BULA ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO.I) Identifica??o do medicamentoAvodart(dutasteridaApresenta??oCOMPOSI??OII) INFORMA??ES AO PACIENTEEste medicamento ? contraindicado para uso por mulheres.GravidezLacta??oIII) DIZERES LEGAIS


DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).
  2. Biópsia: Obtenção de uma amostra de tecido de um organismo vivo para fins diagnósticos.
  3. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  4. Impotência: Termo freqüentemente utilizado para se referir à impotência sexual masculina, distúrbio caracterizado pela incapacidade de iniciar ou manter uma ereção peniana satisfatória para realizar o ato sexual.
  5. Incontinência: Incapacidade de controlar o esvaziamento da bexiga ou do reto. Como resultado produz-se perda de urina ou matéria fecal involuntariamente. As pessoas com incontinência podem apresentar um defeito adquirido ou congênito no mecanismo esfincteriano, ou alguma anormalidade neurológica que as impeça de reconhecer o estado de plenitude da bexiga ou reto e de promover esvaziamento destes quando for conveniente.
  6. Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática (ver).
  7. Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
  8. Tala: Instrumento ortopédico utilizado freqüentemente para imobilizar uma articulação ou osso fraturado. Pode ser de gesso ou material plástico.
  9. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  10. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  11. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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