Dermimade Cloranfenicol

Para que serve Dermimade Cloranfenicol

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


FOLHETO INFORMATIVO

INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

Dermimade Cloranfenicol 20 mg/g PomadaCloranfenicolLeia atentamente este folheto antes de utilizar este medicamento.- Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o reler.- Caso ainda tenha dúvidas, fale com o seu médico ou farmacêutico.- Este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros; o medicamento podeser-lhes prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sintomas.- Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundáriosnão mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.Neste folheto:1. O que é Dermimade Cloranfenicol e para que é utilizado2. Antes de utilizar Dermimade Cloranfenicol3. Como utilizar Dermimade Cloranfenicol4. Efeitos secundários possíveis5. Como conservar Dermimade Cloranfenicol6. Outras informações1. O QUE É Dermimade Cloranfenicol E PARA QUE É

UTILIZADO

Grupo farmacoterapêutico: 13.1.2 Medicamentos usados em afecções cutâneas. Anti-
infecciosos de aplicação na pele. Antibacterianos.Dermimade Cloranfenicol é um medicamento sujeito a receita médica, cuja substânciaactiva é o cloranfenicol dodeado a 20 mg/g, que se destina à aplicação tópica na pele, istoé, a uso cutâneo.Indicações terapêuticas:

Dermatologia: Em todas as dermatites causadas por microrganismos sensíveis a esteantibiótico.2. ANTES DE UTILIZAR Dermimade CloranfenicolNão utilize Dermimade Cloranfenicol- Se tem alergia (hipersensibilidade) à substância activa (cloranfenicol) ou a qualqueroutro componente de Dermimade Cloranfenicol.- Se tem depressão medular ou discrasias sanguíneas.- Nunca deve ser administrado em infecções ligeiras ou a título profiláctico.- Se tem porfiria aguda.

- Em recém-nascidos, em mulheres grávidas ou em fase de amamentação. O cloranfenicolsó deve ser administrado a recém-nascidos em caso de perigo de vida em que não hajatratamento alternativo.- Se tem insuficiência hepática grave.Tome especial cuidado com Dermimade Cloranfenicol- A utilização prolongada de antibióticos pode, por vezes, resultar na proliferação demicroorganismos não sensíveis ao cloranfenicol, incluindo fungos. Devem evitar-se ostratamentos repetidos ou prolongados com Dermimade Cloranfenicol.- Recomenda-se a vigilância periódica dos parâmetros hematológicos, o que no entantonão despista uma anemia aplástica. Em doentes de risco recomenda-se igualmente amonitorização das concentrações plasmáticas.- Evitar a utilização simultânea do cloranfenicol com outros fármacos que deprimam amedula.- Se tem alterações da função hepática, deve utilizar doses reduzidas.- Podem ser atingidas concentrações elevadas em doentes com insuficiência renal severae nos recém-nascidos, por terem um sistema metabólico imaturo.- O cloranfenicol pode interferir com o desenvolvimento da imunidade e não deve seradministrado durante a imunização activa.Utilizar Dermimade Cloranfenicol com outros medicamentosInforme o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentementeoutros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.Embora se trate de um medicamento para uso cutâneo, o cloranfenicol é metabolizado nofígado e, como tal, pode interagir com os fármacos metabolizados pelas enzimasmicrossomais hepáticas.Efeitos secundáriosIrritação local provocada por hipersensibilidade do doente ao fármaco.Utilizar Dermimade Cloranfenicol com alimentos e bebidasNão se aplica.Gravidez e aleitamentoConsulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.Os estudos em animais e os dados clínicos, existentes até à data, são insuficientes no quediz respeito aos efeitos sobre a gravidez, desenvolvimento embrionário ou fetal, parto oudesenvolvimento pós-natal. Desconhece-se o risco potencial para o ser humano.

O

cloranfenicol não deve ser utilizado durante a gravidez, particularmente no 3º trimestre.Não foram realizados estudos adequados e bem controlados com DermimadeCloranfenicol em mulheres grávidas ou a amamentar. Como o cloranfenicol passa para oleite materno, a utilização de Dermimade Cloranfenicol é desaconselhada durante alactação.

Condução de veículos e utilização de máquinasNão estão descritos efeitos.Informações importantes sobre alguns componentes de Dermimade Cloranfenicol

Dermimade Cloranfenicol contem polietilenoglicóis como excipientes.3. COMO UTILIZAR Dermimade CloranfenicolUso cutâneo.Utilizar Dermimade Cloranfenicol sempre de acordo com as indicações do médico. Falecom o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.A dose habitual é, na maioria dos processos infecciosos cutâneos e salvo indicaçãomédica em contrário, a aplicação da pomada uma vez por dia é suficiente.Se utilizar mais Dermimade Cloranfenicol do que deveriaNão se encontram descritos casos de sobredosagem relacionados com a aplicação cutâneade cloranfenicol.Caso se tenha esquecido de utilizar Dermimade CloranfenicolNão se aplica.Se parar de utilizar Dermimade CloranfenicolCaso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médicoou farmacêutico.4. EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSÍ

VEIS

Como os demais medicamentos, Dermimade Cloranfenicol pode causar efeitossecundários, no entanto estes não se manifestam em todas as pessoas.Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundáriosnão mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.O cloranfenicol tem associada uma toxicidade dose dependente e não dose dependente.A administração cutânea prolongada de cloranfenicol pode originar irritação localprovocada por hipersensibilidade do doente ao fármaco, incluindo “rash” cutâneo, febre eangioedema. Podem também surgir infecções secundárias e ocorrer anafilaxia, masraramente. Podem ainda ocorrer reacções do tipo Jarisch-Herxheimer e muito raramenteefeitos sistémicos.

O efeito adverso mais grave do cloranfenicol é a depressão medular que pode assumirduas formas diferentes. A primeira é uma depressão reversível relacionada com a dose,ocorrendo normalmente quando as concentrações de cloranfenicol ultrapassam os 25µg/ml, caracterizada por alterações morfológicas da medula, diminuição da utilização deferro, reticulocitopénia, anemia, leucopénia e trombocitopénia. A segunda forma dedepressão medular que pode ocorrer é a anemia aplástica irreversível. È relativamenterara e aparentemente não relacionada com a dosagem. A aplasia normalmentedesenvolve-se após um período de latência de semanas ou mesmo meses. Considera-seque as vítimas podem ter alguma predisposição genética ou bioquímica, mas não existeforma de identificar os pacientes susceptíveis. A sobrevivência é mais frequente noscasos de aplasia recentemente instalados, mas estes podem subsequentementedesenvolver leucemia mieloblástica.Em recém-nascidos que receberam doses elevadas de cloranfenicol foi descrito umsíndroma tóxico (síndroma cinzento) que se caracteriza por vómitos, distensãoabdominal, cor acinzentada, hipotermia, cianose progressiva, respiração irregular ecolapso circulatório a que se segue a morte em algumas horas ou dias. O síndroma estáassociado com elevadas concentrações plasmáticas de cloranfenicol devidas à reduzidacapacidade de metabolização e filtração glomerular em crianças desta idade, levando àacumulação do fármaco. A recuperação é normalmente completa se o fármaco forretirado rapidamente após o início dos sintomas.5. COMO CONSERVAR Dermimade CloranfenicolConservar a temperatura inferior a 25 ºC. Proteger da humidade.Manter fora do alcance e da vista das crianças.Não utilize Dermimade Cloranfenicol após o prazo de validade impresso na bisnaga ouna embalagem exterior, a seguir a VAL.. O prazo de validade corresponde ao último diado mês indicado.Não utilize Dermimade Cloranfenicol se verificar quaisquer sinais visíveis dedeterioração.Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico.Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita.Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.6. OUTRAS INFORMAÇÕ

ES

Qual a composição de Dermimade Cloranfenicol- A substância activa é o cloranfenicol levógiro. Um grama de pomada contém 20 mg decloranfenicol levógiro.- Os outros componentes são: polietilenoglicol 400 e polietilenoglicol 4000.Qual o aspecto de Dermimade Cloranfenicol e conteúdo da embalagem

Dermimade Cloranfenicol apresenta-se na forma farmacêutica de pomada, acondicionadaem bisnaga de alumínio. Embalagem com uma bisnaga com 30 g de pomada.Titular da Autorização de Introdução no Mercado e FabricanteTitular da

AIM

Laboratórios ESFAR – Especialidades Farmacêuticas, S.A.Rua da Escola de Medicina Veterinária, 15-171049-029 LisboaPortugalFabricante: Laboratório ZIMAIA, S.A.Rua de Andaluz, 381050-006 LisboaPortugalPara quaisquer informações sobre este medicamento, queira contactar o Titular daAutorização de Introdução no Mercado.Este folheto foi aprovado pela última vez em



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
  2. Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
  3. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  4. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  5. Imunização: Processo mediante o qual se adquire, de forma natural ou artificial, a capacidade de defender-se perante uma determinada agressão bacteriana, viral ou parasitária. O exemplo mais comum de imunização é a vacinação contra diversas doenças (sarampo, coqueluche, gripe, etc.).
  6. Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
  7. Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
  8. Tala: Instrumento ortopédico utilizado freqüentemente para imobilizar uma articulação ou osso fraturado. Pode ser de gesso ou material plástico.
  9. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.

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