DICLOFENACO RESINATOEMS

Para que serve folheto informativo, informação para o utilizador

Folheto / Bula do Medicamento


Recomendações

  • Sempre verifique que não é alérgica a nenhum dos componentes
  • Lembre-se, sempre verifique com seu médico, a informação que nós oferecemos é indicativa e não de forma alguma substituir a de seu médico ou outro profissional de saúde.


DICLOFENACO RESINATOEMS S/ASuspensão Oral (Gotas)15 mg/mLdiclofenaco resinato"Medicamento Genérico, Lei nº. 9.787, de 1999".

APRESENTAÇÕES

Diclofenaco resinato 15 mg/mL ? embalagem contendo frasco de 10 mL, 15 mL ou 20 mL de suspensão oral (gotas).

VIA ORALUSO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 1 ANO DE IDADE

COMPOSIÇÃO

diclofenaco resinato ...................................................................................................................................................................... 50 mg*excipientes* qsp .............................................................................................................................................................................. 1 mL.(aproximadamente 32 gotas/mL e 0,5 mg/gotas)*Cada 50,000 mg de diclofenaco resinato equivalem a 15,000 mg de diclofenaco potássico.**resina de troca iônica, dióxido de silício, óleo de rícino hidrogenado etoxilado, sacarina sódica, butil-hidroxitolueno,propilparabeno, essência de tutti-frutti e petrolato líquido.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

1. INDICAÇÕES

Uso adulto (pacientes acima de 14 anos de idade) Tratamento de curto prazo das seguintes condições agudas: - Estados dolorosos inflamatórios pós-traumáticos como, por exemplo, os causados por entorses; - Dor e inflamação no pós-operatório como, por exemplo, após cirurgias ortopédicas ou odontológicas; - Condições dolorosas e, ou inflamatórias em ginecologia como, por exemplo, dismenorreia primária ou anexite; - Síndromes dolorosas da coluna vertebral; - Reumatismo não articular; - No tratamento da dor, da inflamação e da febre que acompanham os processos infecciosos de ouvido, nariz ou garganta como, porexemplo, nas faringoamigdalites e otites, respeitando os princípios terapêuticos gerais de que a doença básica deve seradequadamente tratada. Febre isolada não é uma indicação.Uso pediátrico (pacientes entre 1 e 14 anos de idade) - Artrite Juvenil Crônica Para tratamento de pacientes abaixo de 14 anos estão disponíveis somente as apresentações em gotas e em suspensão.

2. RESULTADOS DE EFICÁCIA

Diversos estudos clínicos têm demonstrado que o diclofenaco potássico possui eficácia na redução das dores de crises de enxaqueca1, 2, 3. Doses únicas de 50 a 100 mg de diclofenaco potássico aliviam enxaquecas e os efeitos do medicamento via oral pode serobservado após 90 minutos da ingestão4,5. Diclofenaco potássico em comprimidos de liberação imediata é indicado para tratamento de dor, quando um alívio rápido da dor édesejado. Observou-se a eficácia do diclofenaco potássico em uma variedade de síndromes de dor, incluindo dor pós-operatórias(após cirurgias ginecológicas, orais ou ortopédicas), osteoartrite dos joelhos e dismenorreia primária. Modelos de dose simples parador incluem dor de dente (pós-extração do dente) e pós-cirurgia ginecológica, com eficácia do diclofenaco potássico de 50 e de 100mg comparados à aspirina 650 mg, com uma duração prolongada de analgesia. Modelos de doses múltiplas para dor incluiu pós-
cirurgia ortopédica e dismenorreia primária. A dose inicial recomendada para a fórmula da liberação imediata é 50 mg via oral acada 8 horas. Uma dose inicial de 100 mg, seguida de 50 mg a cada 8 horas, pode oferecer um alívio melhor para dores agudasrecorrentes, como dismenorreia 6.O diclofenaco tem efeito positivo especialmente na dor relativa à inflamação tecidual7. Diversos estudos demonstraram adiminuição do consumo de narcóticos devido ao decréscimo de dores pós-operatórias, quando foi administrado diclofenacointramuscular, 75 mg, uma ou duas vezes ao dia, ou a mesma dose, via endovenosa, em infusão de 5 mg/hora 8,9,10,11. Odiclofenaco é efetivo na supressão dos sinais de inflamação pós-operatória 12. Três doses diárias de diclofenaco, 50 mg, aliviaram as dores e outros sinais da inflamação de diversos tipos de injúrias teciduaisquando comparadas ao placebo em um estudo multicêntrico, duplo-cego com 229 pacientes13.Doses baixas de diclofenaco potássico (25 mg) são melhores que placebo e semelhantes ao ibuprofeno no controle de febre, de 30minutos a 6 horas após a administração, como observado em estudo multicêntrico, randomizado e duplo-cego com 356 pacientes14.Dores da coluna têm sua intensidade diminuída quando tratadas com diclofenaco, como demonstrou um estudo multicêntrico,randomizado, duplo-cego entre 227 pacientes15 e em outro entre 124 pacientes tratados com doses de 25 mg a 75 mg por dia dediclofenaco potássico, administrado em múltiplas doses 16. Estudos abertos e controlados demonstraram que anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), entre eles o diclofenaco, são efetivosno tratamento da cólica biliar17, 18.Referências bibliográficas 1.Bigail ME, Bordini CA, Speciali JG. Headache treatment in an emergency unit of the city of Ribeirão Preto., Arq Neuropsiquiatr1999, 57 (3B): 813-9. 2.Bussone G, Grazzi L, D?Amico D, Manzoni C, Granella F, Cortelli P, Pierangeli G et al. Acute treatment of migraine attacks:efficacy and Safety of a nonsteroidal anti-inflammatory drug, diclofenac-potassium, in comparison to oral sumatirptan and placebo.Cephalalgia 1999, 19(4): 232-40.3. Kubitzek F, Ziegler G, Gold MS, Liu JM, Ionescu E. Low-dose diclofenac potassium in the treatment of episodic tension-typeheadache. Eur J Pain 2003, 7(2): 155-62. 4. Dahlof C, Bjorkman R. Diclofenac-K (50 and 100 mg) and placebo in the acute treatment of migraine. Cephalalgia 1993; 13:117-
123. 5. McNeely W, Goa KL. Diclofenac-potassium in migraine: a review. Drugs 1999, 57(6): 991-1003.6. Product Information: Cataflam(R), diclofenac. Novartis Pharmaceuticals, East Hanover, NJ, (PI revised 05/2000) reviewed03/2001. 7. Burian M, Tegeder I, Seegel M, Geisslinger G. Peripheral and central antihyperalgesic effects of diclofenac in model of humaninflammatory pain. Clin Pharmacol Ther 2003, 74 (2): 113-20. 8. Rhodes M, Conacher I, Morritt G et al. Nonsteroidal antiinflammatory drugs for postthoracotomy pain: a prospective controlledtrial after lateral thoractomy. J Thorac Cardiovasc Surg 1992, 103:17-20.9. Laitinen J, Nuutinen L. Intravenous diclofenac coupled with PCA fentanyl for pain relief after total hip replacement.Anesthesiology 1992, 76:194-198. 10. Anderson SK, al Shaikh BA. Diclofenac in combination with opiate infusion after joint replacement surgery. Anaesth IntensiveCare 1991, 19:535-538. 11. Casali R, Silvestri V, Pagni AM et al. Effetto analgesico del diclofenac in chirurgia toracica (Italian). Acta Anaest Ital 1985,36:123-127.12. Kantor TG: Use of diclofenac in analgesia. Am J Med 1986, 80(suppl 4B): 64-69. 13. Bakshi R, Rotman H, Shaw M et al. Double-blind, multicenter evaluation of the efficacy and tolerability of diclofenacdispersible in the treatment of acute soft-tissue injuries. Clin Ther 1995. 17: 30-37. 14. Greber W, Ionescu E, Gold MS, Liu JM, Frank WO. A multicenter, randomized, double-blind, double-dummy, placebo- andactive-controlled, parallel-group comparison of diclofenac-K and ibuprofen for the treatment of adults with influenza-likesymptoms. Clin Ther 2003, 25(2): 444-58. 15. Schattenkirchner M, Milachowski KA. A double-blinde, multicentre, randomised clinical trial compare the efficacy andtolerabiblity of aceclofenac with diclofenac resinate in patients with acute low back pain. Clin Rheumatol 2003, 22(2): 127-35.16. Dreiser RL, Marty M, Ionescu E, Gold M, Liu JH. Relief of acute low back pain with diclofenac-K 12,5 mg tablets: a flexibledose, ibuprofen 200 mg and placebo ? controlled clinical trial. Int J Clin Pharmacol Ther 2003, 41(9): 375-85. 17. Akriviadis EA, Hatzigavriel M, Kapnias D et al. Treatment of biliary colic with diclofenac: a randomized, double-blind,placebo-controlled study. Gastroenterology 1997, 113: 225-231. 18. Thornell E, Jansson R, Kral JG et al. Inhibition of prostaglandin synthesis as a treatment for biliary pain. Lancet 1979, 1:584.

3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Grupo farmacoterapêutico: anti-inflamatórios e antirreumáticos não-esteroidais derivados do ácido acético e substânciasrelacionadas (código ATC: M01A B05).Mecanismo de ação Diclofenaco resinato gotas contém o diclofenaco resinato, um composto não-esteroide com acentuadas propriedades antirreumática,analgésica, anti-inflamatória e antipirética. Diclofenaco resinato possui um rápido início de ação, o que o torna particularmente adequado para o tratamento de estadosdolorosos e, ou inflamatórios agudos. A inibição da biossíntese das prostaglandinas, demonstrada experimentalmente, é consideradafundamental no mecanismo de ação do diclofenaco. As prostaglandinas desempenham papel importante na gênese da inflamação,dor e febre.Diclofenaco resinato in vitro, nas concentrações equivalentes àquelas alcançadas no homem, não suprime a biossíntese deproteoglicanos nas cartilagens.Farmacodinâmica Efeitos farmacodinâmicos: por meio de ensaios clínicos foi possível demonstrar que diclofenaco resinato exerce pronunciado efeitoanalgésico em estados dolorosos moderados ou graves. Na presença de inflamação, por exemplo, causada por trauma ou apósintervenção cirúrgica, diclofenaco resinato alivia rapidamente tanto a dor espontânea quanto a relacionada ao movimento e diminuio inchaço inflamatório e o edema do ferimento.Farmacocinética - Absorção O diclofenaco é completamente absorvido a partir da suspensão de resinato. A absorção inicia-se imediatamente após aadministração.O pico da concentração plasmática de cerca de 0,9 mcg/mL (2,75 mcmol/L) é atingido em uma hora, após administração única dasgotas em dose correspondendo a 50 mg de diclofenaco potássico.Como aproximadamente metade do diclofenaco é metabolizado durante sua primeira passagem pelo fígado (efeito de ?primeirapassagem?), a área sob a curva de concentração (AUC) após administração oral é cerca de metade daquela observada com uma doseparenteral equivalente. O comportamento farmacocinético não se altera após administrações repetidas. Não ocorre acúmulo desde que sejam observados osintervalos de dosagem recomendados.- Distribuição 99,7% do diclofenaco liga-se às proteínas séricas, predominantemente à albumina (99,4%). O volume de distribuição aparentecalculado é de 0,12-0,17 L/kg. O diclofenaco penetra no fluído sinovial, onde as concentrações máximas são medidas de 2-4 horasapós serem atingidos os valores de pico plasmático. A meia-vida aparente de eliminação do fluido sinovial é de 3-6 horas. Duashoras após atingidos os valores de pico plasmático, as concentrações da substância ativa já são mais altas no fluido sinovial que noplasma, permanecendo mais altas por até 12 horas. O diclofenaco foi detectado em baixa concentração (100 ng/mL) no leite materno em uma lactante. A quantidade estimada ingeridapor uma criança que consume leite materno é equivalente a uma dose de 0,03 mg/kg/dia.- Biotransformação/ metabolismo A biotransformação do diclofenaco ocorre parcialmente por glicuronidação da molécula intacta, mas principalmente porhidroxilação e metoxilação simples e múltipla, resultando em vários metabólitos fenólicos (3?-hidroxi-, 4?-hidroxi-, 5-hidroxi-, 4?,5-
dihidroxi- e 3?-hidroxi-4?-metoxi-diclofenaco), a maioria dos quais são convertidos a conjugados glicurônicos. Dois dessesmetabólitos fenólicos são biologicamente ativos, mas em extensão muito menor que o diclofenaco.- Eliminação O clearance (depuração) sistêmico total do diclofenaco do plasma é de 263 ± 56 mL/min (valor médio ± DP). A meia vida terminalno plasma é de 1-2 horas. Quatro dos metabólitos, incluindo os dois ativos, também têm meia-vida plasmática curta de 1-3 horas.Um metabólito, 3?-hidroxi-4?-metoxi-diclofenaco, tem meia-vida plasmática mais longa. Entretanto, esse metabólito é virtualmenteinativo. Cerca de 60% da dose administrada é excretada na urina como conjugado glicurônico da molécula intacta e como metabólitos, amaioria dos quais são também convertidos a conjugados glicurônicos. Menos de 1% é excretada como substância inalterada. Orestante da dose é eliminado como metabólitos através da bile nas fezes.- Linearidade/ não linearidade A quantidade absorvida é linearmente proporcional ao tamanho da dose.- Populações especiais Não foram observadas diferenças idade-dependentes relevantes na absorção, metabolismo ou excreção do fármaco. Em pacientes com insuficiência renal não se pode inferir, a partir da cinética de dose-única, o acúmulo da substância ativa inalteradaquando se aplica o esquema normal de dose. A um clearance (depuração) de creatina < 10 mL/min, os níveis plasmáticos de steady-
state (estado de equilíbrio) calculados dos hidróximetabólitos são cerca de 4 vezes maiores que em indivíduos normais. Entretanto,os metabólitos são, ao final, excretados através da bile. Em pacientes com hepatite crônica ou cirrose não descompensada, a cinética e metabolismo do diclofenaco é a mesma que empacientes sem doença hepática.Dados de segurança pré-clínicos Dados pré-clínicos de estudos de toxicidade com doses agudas ou repetidas, bem como estudos de genotoxicidade, mutagenicidadee carcinogenicidade com diclofenaco revelaram que diclofenaco nas doses terapêuticas recomendadas não causa nenhum danoespecífico para humanos. Em estudos pré-clínicos padrão com animais, não houve nenhuma evidência de que diclofenaco possuipotencial efeito teratogênico em camundongos, ratos e coelhos. O diclofenaco não influencia a fertilidade das matrizes (ratos). Exceto por efeitos fetais mínimos em doses maternais tóxicas. Odesenvolvimento pré, perinatal e pós-natal da prole também não foi afetado.A administração de AINEs (incluindo diclofenaco) inibiu a ovulação em coelhos, a implantação e placentação em ratos e levou aofechamento prematuro do canal arterial em ratas grávidas. Doses maternais tóxicas de diclofenaco foram associadas com distocia,gestação prolongada, diminuição da sobrevivência fetal e retardo do crescimento intrauterino em ratos. Os leves efeitos dodiclofenaco sobre os parâmetros de reprodução e do parto, bem como a constrição do canal arterial no útero, são consequênciasfarmacológicas desta classe de inibidores da síntese de prostaglandinas (vide ?Contraindicações? e ?Gravidez e lactação?).

4. CONTRAINDICAÇÕES

Este medicamento é contraindicado para: - Hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a qualquer outro componente da formulação. - Úlcera gástrica ou intestinal ativa, sangramento ou perfuração (vide ?Advertências e precauções? e ?Reações adversas?). - No último trimestre de gravidez (vide ?Gravidez e lactação?). - Falência hepática. - Falência renal. - Insuficiência cardíaca grave (vide ?Advertências e precauções?).- Como outros agentes anti-inflamatórios não-esteroidais, diclofenaco resinato também é contraindicado em pacientes nos quaiscrises de asma, urticária ou rinite aguda são causadas pelo ácido acetilsalicílico ou por outros fármacos com atividade inibidora daprostaglandina-sintetase (vide ?Advertências e precauções? e ?Reações adversas?).Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com falência hepática e falência renal.Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência cardíaca grave (vide ?Advertências eprecauções?). No 3º trimestre este medicamento pertence à categoria de risco de gravidez D, portanto, este medicamento não deve ser utilizadopor mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES Efeitos gastrintestinais Sangramento, ulcerações ou perfuração gastrintestinal, que podem ser fatais, foram relatados com todos os AINEs, incluindodiclofenaco, podendo ocorrer a qualquer momento durante o tratamento com ou sem sintomas de advertência ou história prévia deeventos gastrintestinais sérios. Estes, em geral, apresentam consequências mais sérias em pacientes idosos. Se ocorrer sangramentoou ulceração gastrintestinal em pacientes recebendo diclofenaco resinato, o medicamento deve ser descontinuado.Assim como com outros AINEs, incluindo diclofenaco, acompanhamento médico rigoroso é imprescindível e deve-se ter cautelaparticular quando prescrever diclofenaco resinato a pacientes com sintomas indicativos de distúrbios gastrintestinais ou históricosugestivo de ulceração gástrica ou intestinal, sangramento ou perfuração (vide ?Reações adversas?). O risco de sangramentogastrintestinal é maior com o aumento das doses de AINEs e em pacientes com histórico de úlcera, complicando particularmente emcasos de hemorragia ou perfuração, e em pacientes idosos.Para reduzir o risco de toxicidade gastrintestinal em pacientes com histórico de úlcera, complicando particularmente em casos dehemorragia ou perfuração, e em pacientes idosos, o tratamento deve ser iniciado e mantido com a menor dose eficaz.Para estes pacientes, uma terapia concomitante com agentes protetores (ex.: inibidores da bomba de próton) deve ser considerada, etambém para pacientes que precisam usar concomitantemente medicamentos com ácido acetilsalicílico em baixa dose ou outrosmedicamentos que podem aumentar o risco gastrintestinal.Pacientes com histórico de toxicidade gastrintestinal, particularmente os idosos, devem reportar quaisquer sintomas abdominais nãousuais (especialmente sangramento gastrintestinal). Para pacientes tomando medicações concomitantes que podem aumentar o riscode ulceração ou sangramento, como por exemplo, corticoides sistêmicos, anticoagulantes, agentes antiplaquetários ou inibidoresseletivos da recaptação de serotonina, recomenda-se cuidado especial ao usar diclofenaco resinato (vide ?Interaçõesmedicamentosas?). Acompanhamento médico estreito e cautela devem ser exercidos em pacientes com colite ulcerativa ou Doença de Crohn, uma vezque esta condição pode ser exacerbada (vide ?Reações adversas?).Efeitos cardiovasculares O tratamento com AINEs, incluindo o diclofenaco, particularmente em doses elevadas e de longa duração, pode ser associado comum pequeno aumento no risco de eventos trombóticos cardiovasculares graves (incluindo infarto do miocárdio e acidente vascularcerebral). O tratamento com diclofenaco resinato geralmente não é recomendado a pacientes com doença cardiovascular estabelecida(insuficiência cardíaca congestiva, doença cardíaca isquêmica, doença arterial periférica) ou hipertensão não controlada. Senecessário, os pacientes com doença cardiovascular estabelecida, hipertensão não controlada, ou fatores de risco para doençacardiovascular (ex., hipertensão, hiperlipidemia, diabetes mellitus e tabagismo) devem ser tratados com diclofenaco resinato sódepois de cuidadosa avaliação e apenas em doses ? 100 mg ao dia, quando o tratamento continuar por mais de 4 semanas.Como os riscos cardiovasculares do diclofenaco podem aumentar com a dose e duração da exposição, a menor dose diária efetivadeve ser utilizada no menor período possível. A necessidade do paciente para o alívio sintomático e a resposta à terapia deve serreavaliada periodicamente, especialmente quando o tratamento continuar por mais de 4 semanas. Os pacientes devem estar atentos para os sinais e sintomas de eventos aterotrombóticos sérios (ex., dor no peito, falta de ar,fraqueza, fala arrastada), que podem ocorrer sem avisos. Os pacientes devem ser instruídos a procurar o médico imediatamente emcaso de um evento como estes.Efeitos hematológicos O uso de diclofenaco resinato é recomendado somente para tratamento de curta duração. Porém, se Diclofenaco resinato foradministrado por períodos prolongados, é aconselhável, como ocorre com outros AINEs, o monitoramento do hemograma. Assim como outros AINEs, diclofenaco resinato pode inibir temporariamente a agregação plaquetária. Os pacientes com distúrbioshemostáticos devem ser cuidadosamente monitorados.Efeitos respiratórios (asma pré-existente) Em pacientes com asma, rinites alérgicas sazonais, inchaço na mucosa nasal (ex.: pólipos nasais), doenças pulmonares obstrutivascrônicas ou infecções crônicas do trato respiratório (especialmente se relacionado a sintomas alérgicos como rinites), reações devidoaos AINEs como exacerbação da asma (chamada como intolerância a analgésicos/asma induzida por analgésicos), edema deQuincke ou urticária, são mais frequentes que em outros pacientes. Desta forma, recomenda-se precaução especial para estespacientes (prontidão para emergência). Esta recomendação aplica-se também a pacientes alérgicos a outras substâncias, como porexemplo, aparecimento de reações cutâneas, prurido ou urticária.Efeitos hepatobiliares Acompanhamento médico estreito é necessário quando prescrito diclofenaco resinato a pacientes com função hepática debilitada,uma vez que esta condição pode ser exacerbada. Do mesmo modo que com outros AINEs, incluindo diclofenaco, pode ocorrer elevação dos níveis de uma ou mais enzimashepáticas. Durante tratamentos prolongados com diclofenaco resinato, é recomendado o monitoramento constante da funçãohepática como medida preventiva. Se os testes anormais para a função hepática persistirem ou piorarem, se os sinais e sintomasclínicos consistentes com a doença hepática se desenvolverem, ou se outras manifestações ocorrerem (ex. eosinofilia, rash),diclofenaco resinato deve ser descontinuado. Hepatite poderá ocorrer com o uso de diclofenaco sem sintomas prodrômicos. Deve-se ter cautela ao administrar diclofenaco resinato a pacientes com porfiria hepática, uma vez que o medicamento podedesencadear uma crise.Reações cutâneas Reações cutâneas sérias, algumas delas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmicatóxica foram relatadas muito raramente associadas ao uso de AINEs, incluindo diclofenaco resinato (vide ?Reações adversas?). Ospacientes aparentemente tem maior risco para estas reações logo no início do tratamento, com o início da reação ocorrendo, namaioria dos casos, no primeiro mês de tratamento. Diclofenaco resinato deve ser descontinuado no primeiro aparecimento de rashcutâneo, lesões nas mucosas ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade.Assim como com outros AINEs, reações alérgicas incluindo reações anafiláticas/anafilactoides, podem também ocorrer em casosraros com diclofenaco, sem exposição prévia ao medicamento.Efeitos renais Efeitos renais como retenção de líquidos e edema foram reportados em associação à terapia com AINEs, incluindo diclofenaco, deveser dedicada atenção especial a pacientes com deficiência da função cardíaca ou renal, história de hipertensão, pacientes idosos,pacientes sob tratamento concomitante com diuréticos ou outros medicamentos que podem impactar significativamente na funçãorenal e àqueles com depleção substancial do volume extracelular de qualquer origem, por exemplo, nas condições pré ou pós-
operatória no caso de cirurgias de grande porte (vide ?Contraindicações?). Nestes casos, ao utilizar diclofenaco resinato, érecomendado o monitoramento da função renal como medida preventiva. A descontinuação do tratamento é seguida pelarecuperação do estado de pré-tratamento.Interações com AINEs O uso concomitante de diclofenaco resinato com outros AINEs sistêmicos incluindo inibidores seletivos da COX-2 deve ser evitadodevido ao potencial aumento de reações adversas (vide ?Interações medicamentosas?).Mascarando sinais de infecções Diclofenaco resinato, assim como outros AINEs, pode mascarar os sinais e sintomas de infecção devido à suas propriedadesfarmacodinâmicas.Pacientes idosos Recomenda-se precaução em idosos por motivos médicos básicos. Em particular, recomenda-se que a dose mais baixa eficaz sejautilizada em pacientes idosos debilitados ou naqueles com baixo peso corporal. Crianças e adolescentes Diclofenaco resinato gotas somente é indicado para crianças acima de 1 ano de idade. O diclofenaco não é indicado para crianças abaixo de 14 anos, com exceção de casos de artrite juvenil crônica. Neste caso deartrite juvenil crônica, somente estão disponíveis, para crianças a partir de 1 ano de idade, Diclofenaco resinato suspensãooral e gotas.Gravidez e lactação - Mulheres em idade fértil Não há dados que sugerem quaisquer recomendações para as mulheres em idade fértil.- Gravidez O uso de diclofenaco em mulheres grávidas não foi estudado. Desta forma, diclofenaco resinato não deve ser usado nos 2 primeirostrimestres de gravidez a não ser que o benefício esperado para mãe justifique o risco potencial para o feto. Assim como outrosAINEs, o uso do diclofenaco é contraindicado nos três últimos meses de gestação pela possibilidade de ocorrer inércia uterina e, oufechamento prematuro do canal arterial (vide ?Contraindicações?). Estudos em animais não demonstraram nenhum efeito prejudicial direto ou indireto na gravidez, no desenvolvimentoembrionário/fetal, no nascimento ou no desenvolvimento pós-natal (vide ?Dados de segurança pré-clínicos?).No 1º e 2º trimestres este medicamento pertence à categoria de risco de gravidez C, portanto, este medicamento não deve serutilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. No 3º trimestre este medicamento pertence à categoria de risco de gravidez D, portanto, este medicamento não deve ser utilizadopor mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.- Lactação Assim como outros AINEs, pequenas quantidades de diclofenaco passam para o leite materno. Desta forma, diclofenaco resinatonão deve ser administrado durante a amamentação para evitar efeitos indesejáveis no recém-nascido. - Fertilidade Assim como outros AINEs, o uso de diclofenaco resinato pode prejudicar a fertilidade feminina e por isto, deve ser evitado pormulheres que estão tentando engravidar. Para mulheres que tenham dificuldade de engravidar ou cuja fertilidade está sobinvestigação, a descontinuação do diclofenaco resinato deve ser considerada.Habilidade de dirigir e/ou operar máquinas O uso de diclofenaco resinato é improvável de afetar a capacidade de dirigir, operar máquinas ou fazer outras atividades querequeiram atenção especial.

6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

As interações a seguir incluem aquelas observadas com diclofenaco resinato gotas e/ou outras formas farmacêuticas contendodiclofenaco:Interações observadas a serem consideradas -inibidores potentes da CYP2C9: Recomenda-se precaução ao prescrever diclofenaco juntamente com inibidores potentes daCYP2C9 (como voriconazol), que poderia resultar em um significante aumento no pico de concentração plasmática e exposição aodiclofenaco, devido à inibição do metabolismo do diclofenaco. -lítio: se usados concomitantemente, diclofenaco pode elevar as concentrações plasmáticas de lítio. Neste caso, recomenda-semonitoramento do nível de lítio sérico.-digoxina: se usados concomitantemente, diclofenaco pode elevar as concentrações plasmáticas de digoxina. Neste caso,recomenda-se monitoramento do nível de digoxina sérica. -diuréticos e agentes anti-hipertensivos: assim como outros AINEs, o uso concomitante de diclofenaco com diuréticos ou anti-
hipertensivos (ex.: beta-bloqueadores, inibidores da ECA), pode diminuir o efeito anti-hipertensivo. Desta forma, esta combinaçãodeve ser administrada com cautela e pacientes, especialmente idosos, devem ter sua pressão sanguínea periodicamente monitorada.Os pacientes devem estar adequadamente hidratados e deve-se considerar o monitoramento da função renal após o início da terapiaconcomitante e periodicamente durante o tratamento, particularmente para diuréticos e inibidores da ECA devido ao aumento dorisco de nefrotoxicidade (vide ?Advertências e precauções?).-ciclosporina: diclofenaco, assim como outros AINEs, pode aumentar a toxicidade nos rins, causada pela ciclosporina, devido aoseu efeito nas prostaglandinas renais. Desta forma, diclofenaco deve ser administrado em doses inferiores àquelas usadas empacientes que não estão em tratamento com ciclosporina. -medicamentos conhecidos por causar hipercalemia: tratamento concomitante com diuréticos poupadores de potássio,ciclosporina, tacrolimo ou trimetoprima podem estar associados com o aumento dos níveis séricos de potássio, o qual deve sermonitorado frequentemente (vide ?Advertências e precauções?). -antibacterianos quinolônicos: houve relatos isolados de convulsões que podem estar associadas ao uso concomitante dequinolonas e AINEs.Interações previstas a serem consideradas -outros AINEs e corticoides: a administração concomitante de diclofenaco e outros AINEs sistêmicos ou corticoides, podeaumentar a frequência de efeitos gastrintestinais indesejáveis (vide ?Advertências e precauções?). -anticoagulantes e agentes antiplaquetários: deve-se ter cautela no uso concomitante uma vez que pode aumentar o risco dehemorragias (vide ?Advertências e precauções?). Embora investigações clínicas não indiquem que diclofenaco possa afetar a açãodos anticoagulantes, existem casos isolados do aumento do risco de hemorragia em pacientes recebendo diclofenaco eanticoagulantes concomitantemente. Desta maneira, recomenda-se monitoramento próximo nestes pacientes.-inibidores seletivos da recaptação da serotonina: a administração concomitante com AINEs sistêmicos, incluindo diclofenaco einibidores seletivos da recaptação da serotonina, pode aumentar o risco de sangramento gastrintestinal (vide ?Advertências eprecauções?). -antidiabéticos: estudos clínicos têm demonstrado que o diclofenaco pode ser administrado juntamente com agentes antidiabéticosorais sem influenciar em seus efeitos clínicos. Entretanto, existem relatos isolados de efeitos hipo e hiperglicemiantes, determinando
a necessidade de ajuste posológico dos agentes antidiabéticos durante o tratamento com diclofenaco. Por esta razão, omonitoramento dos níveis de glicose no sangue deve ser realizado como medida preventiva durante a terapia concomitante.-fenitoína: quando se utiliza fenitoína concomitantemente com o diclofenaco, o acompanhamento das concentrações plasmáticas defenitoína é recomendado devido a um esperado aumento na exposição à fenitoína. -metotrexato: deve-se ter cautela quando AINEs, incluindo diclofenaco, são administrados menos de 24 horas antes ou apóstratamento com metotrexato uma vez que pode elevar a concentração sérica do metotrexato, aumentando a sua toxicidade.

7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

O produto deve ser guardado em temperatura ambiente (temperatura entre 15°C e 30°C) e protegido da luz. O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.Diclofenaco resinato gotas é uma suspensão oleosa homogênea, na cor creme, com sabor e odor de tutti-frutti, isenta de partículas ematerial estranho.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

8. POSOLOGIA E MODO DE USAR

Modo de usar Como uma recomendação geral, a dose deve ser individualmente ajustada. As reações adversas podem ser minimizadas utilizando amenor dose efetiva no período de tempo mais curto necessário para controlar os sintomas (vide ?Advertências e precauções?). Asgotas devem ser ingeridas. Diclofenaco resinato gotas não é solúvel em água, sucos de frutas, leite, etc. O frasco deve ser bem agitado por 1 minuto antes da abertura. O número de gotas necessário deve ser contado em uma colher e o conteúdo da colher deve ser ingerido, preferencialmente duranteas refeições.Para administrar corretamente o medicamento, siga as instruções da figura abaixo: AGITE BEM ANTES DE USARUTILIZAR UMA COLHERPosologia População alvo geralEstão disponíveis outras formas farmacêuticas para uso adulto (como por exemplo comprimidos dispersíveis e drágeas). Entretanto,em alguns casos específicos diclofenaco resinato gotas pode ser indicado para uso adulto. A dose inicial diária, neste caso, é de 100a 150 mg. Em casos mais leves, 75 a 100 mg diariamente geralmente são suficientes. A dose total diária deve ser dividida em 2 a 3ingestões separadas.Populações especiais - Pacientes pediátricos Diclofenaco resinato gotas é particularmente adequado para uso pediátrico uma vez que pode-se ajustar a dose individualmente deacordo com o peso corpóreo da criança, conforme esquema terapêutico (1 gota = 0,5 mg). Crianças com um ano ou mais e adolescentes, dependendo da gravidade da afecção, devem receber doses diárias de 0,5 a 2 mg porkg de peso corpóreo (1 a 4 gotas), divididas em duas a três ingestões. Para adolescentes de 14 anos ou mais, 75 a 100 mg diariamente, divididos em 2 ou 3 tomadas, são geralmente suficientes. A dose diária máxima de 150 mg não deve ser excedida.- Pacientes geriátricos (pacientes com 65 anos ou mais) Não é necessário ajuste da dose inicial para idosos (vide ?Advertências e precauções?).- Doença cardiovascular estabelecida ou fatores de risco cardiovascular significativos O tratamento com diclofenaco resinato geralmente não é recomendado em pacientes com doença cardiovascular estabelecida ouhipertensão não controlada. Se necessário, pacientes com doença cardiovascular estabelecida, hipertensão não controlada, ou fatoresde risco significativos para doenças cardiovasculares, devem ser tratados com diclofenaco resinato somente após avaliaçãocuidadosa e somente para doses diárias ? 100 mg, se tratado por mais do que 4 semanas (vide ?Advertências e precauções?). Estemedicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência cardíaca grave.- Insuficiência renal Diclofenaco resinato é contraindicado a pacientes com insuficiência renal (vide ?Contraindicações?). Não foram realizados estudosespecíficos em pacientes com insuficiência renal, portanto não pode ser feita recomendação no ajuste específico da dose.Recomenda-se cautela quando diclofenaco resinato é administrado a pacientes com insuficiência renal leve a moderada (vide?Advertências e precauções?).- Insuficiência hepática Diclofenaco resinato é contraindicado a pacientes com insuficiência hepática (vide ?Contraindicações?). Não foram realizadosestudos específicos em pacientes com insuficiência hepática, portanto não pode ser feita recomendação no ajuste específico da dose.Recomenda-se cautela quando Diclofenaco resinato é administrado a pacientes com insuficiência hepática leve a moderada (vide?Advertências e precauções?).

9. REAÇÕES ADVERSAS

As reações adversas a partir de estudos clínicos e/ou relatos espontâneos ou relatos da literatura estão listadas de acordo com osistema de classe de órgãos do MedDRA. Dentro de cada classe de órgão, as reações adversas estão listadas por frequência, com asreações mais frequentes primeiro. Dentro de cada grupo de frequência, as reações adversas são apresentadas em ordem decrescentede gravidade. Além disso, a categoria de frequência correspondente para cada reação adversa baseia-se na seguinte convenção(CIOMS III):Muito comum: >1/10 Comum: ? 1/100; < 1/10 Incomum: ? 1/1.000; < 1/100 Rara: ? 1/10.000; < 1/1.000 Muito rara: < 1/10.000 As reações adversas a seguir incluem aquelas reportadas com diclofenaco resinato e/ou outras formas farmacêuticas contendodiclofenaco em uso por curto ou longo prazo.- Distúrbios do sangue e sistema linfático Muito rara: trombocitopenia, leucopenia, anemia (incluindo hemolítica e aplástica) e agranulocitose.- Distúrbios do sistema imunológicoRara: reações de hipersensibilidade, anafiláticas e anafilactoides (incluindo hipotensão e choque). Muito rara: angioedema (incluindo edema facial). - Distúrbios psiquiátricos Muito rara: desorientação, depressão, insônia, pesadelos, irritabilidade, distúrbios psicóticos.- Distúrbios do sistema nervoso Comum: cefaleia, tontura. Rara: sonolência. Muito rara: parestesia, distúrbios da memória, convulsões, ansiedade, tremores, meningite asséptica, disgeusia, acidentecerebrovascular. - Distúrbios oculares Muito rara: comprometimento da visão, visão borrada, diplopia.- Distúrbios do labirinto e do ouvido Comum: vertigem. Muito rara: zumbido, deficiência auditiva. - Distúrbios cardíacos Incomum*: infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, palpitação, dores no peito. - Distúrbios vasculares Muito rara: hipertensão, vasculite.- Distúrbios mediastinais, torácico e respiratório Rara: asma (incluindo dispneia). Muito rara: pneumonite.- Distúrbios do trato gastrintestinal Comum: epigastralgia, náusea, vômito, diarreia, dispepsia, cólicas abdominais, flatulência, diminuição do apetite, irritação local. Rara: gastrites, sangramento gastrintestinal, hematêmese, diarreia sanguinolenta, melena, úlcera gastrintestinal (com ou semsangramento ou perfuração). Muito rara: colites (incluindo colite hemorrágica e exacerbação da colite ulcerativa ou doença de Crohn), constipação, estomatiteaftosa, glossite, distúrbios esofágicos, doença intestinal diafragmática, pancreatite.- Distúrbios hepatobiliares Comum: elevação das transaminases. Rara: hepatite, icterícia, distúrbios hepáticos. Muito rara: hepatite fulminante, necrose hepática, insuficiência hepática.- Distúrbios da pele dos tecidos subcutâneos Comum: rash. Rara: urticária.
Muito rara: dermatite bolhosa, eczema, eritema, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, síndrome de Lyell (necróliseepidérmica tóxica), dermatite esfoliativa, alopecia, reação de fotossensibilidade, púrpura, púrpura de Henoch-Schonlein alérgica eprurido.- Distúrbios urinários e renais Muito rara: insuficiência renal aguda, hematúria, proteinúria, síndrome nefrótica, nefrite tubulointersticial, necrose papilar renal. - Distúrbios gerais e no local da administração Rara: edema.* A frequência reflete os dados do tratamento a longo prazo com uma dose elevada (150 mg por dia). Descrição das reações adversas selecionadas Eventos aterotrombóticos Dados de meta-análise e farmacoepidemiológicos apontam em relação a um pequeno aumento do risco de eventos aterotrombóticos(ex., infarto do miocárdio), associado ao uso de diclofenaco, particularmente em doses elevadas (150 mg por dia) e durantetratamento a longo prazo (vide ?Advertências e precauções?).Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária ? NOTIVISA, disponível emwww.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

10. SUPERDOSE

Sintomas Não há quadro clínico típico associado a superdose com diclofenaco. A superdose pode causar sintomas tais como vômito, hemorragia gastrintestinal, diarreia, tontura, zumbido ou convulsões. No casode intoxicação significante, insuficiência aguda nos rins e insuficiência no fígado podem ocorrer.Tratamento O tratamento de intoxicações agudas com AINEs, incluindo diclofenaco, consiste essencialmente em medidas sintomáticas e desuporte. Tratamento sintomático e de suporte deve ser administrado em casos de complicações tais como hipotensão, insuficiênciarenal, convulsões, distúrbio gastrintestinal e depressão respiratória. Medidas específicas tais como diurese forçada, diálise ou hemoperfusão provavelmente não ajudam na eliminação de AINEs,incluindo diclofenaco, devido a seu alto índice de ligação à proteínas e metabolismo extenso. Em casos de superdose potencialmente tóxica, a ingestão de carvão ativado pode ser considerada para desintoxicação do estômago(ex.: lavagem gástrica e vômito) após a ingestão de uma superdose potencialmente letal.Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.Registro MS 1.0235.0682Farm. Responsável: Ronoel Caza de Dio ? CRF-SP nº 19.710

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Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08, Bairro Chácara Assay.Hortolândia-SP. CEP: 13.186-901CNPJ: 57.507.378/0003-65Indústria BrasileiraSAC? 0800-191914

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Histórico de alteração para a bulaNúmero do
Nome do assuntoData da
Data de aprovação Itens alteradosexpedientenotificação/petiçãoda petição(10459) ? GENÉRICOAtualização de texto de bula0880553/13-9- Inclusão Inicial de18/10/201318/10/2013conforme bula padrão publicadoTexto de Bula ? RDCno bulário.60/12.(10452) Genérico ?NANotificação deInclusão da equivalência29/11/201329/11/2013Alteração de Texto degotas/mL e mg/gotas.Bula ? RDC 60/12.