Doxiciclina Ethypharm

Para que serve Doxiciclina Ethypharm

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


FOLHETO INFORMATIVO


DOXICICLINA ETHYPHARM 50 mg, CápsulaDOXICICLINA ETHYPHARM 100 mg, CápsulaDOXICICLINA ETHYPHARM 200 mg, CápsulaHiclato de doxiciclinaCápsula de doxiciclina na forma de hiclato de doxiciclina.Composição qualitativa e quantitativa em substâncias activasUma cápsula de DOXICICLINA ETHYPHARM contém 50 mg, 100 mg ou 200 mg de doxiciclina naforma de hiclato de doxiciclina.Forma farmacêutica e respectivo conteúdo em número de unidadesDOXICICLINA ETHYPHARM 50 mg : embalagem de 30 cápsulas.DOXICICLINA ETHYPHARM 100 mg : embalagem de 10 cápsulas.DOXICICLINA ETHYPHARM 200 mg : embalagem de 10 cápsulas.Categoria Fármaco-terapêuticaGrupo farmacoterapêutico: 1.1.6 cloranfenicol e tetraciclinas.Código

ATC

J01AA02Responsável pela Autorização de Introdução no MercadoEthypharm

SA

17/21 rue Saint-Matthieu78550 HoudanFrançaIndicações terapêuticasTratamento de grande número de infecções, incluido: - infecções de tracto respiratório,- infecções de nariz, garganta e ouvidos,- infecções do tracto urinário,- infecções gastrintestinais,- infecções cutâneas e dos tecidos moles,- infecções de olhos.

Contra-indicações, efeitos secundários mais frequentes ou graves e acções a empreender quandoocorramContra-indicações - Alergia à substância activa ou a qualquer dos excipientes.- Alergia aos antibióticos da família das tetraciclinas.- Gravidez e aleitamento: a doxiciclina não deve ser administrada durante a gravidez e o aleitamento,salvo se for considerada como essencial pelo médico.- Crianças: a doxiciclina não deve ser administrada às crianças com menos de 12 anos, salvo se forconsiderada como essencial pelo médico, pois as tetraciclinas podem provocar uma coloração dosdentes em desenvolvimento.- Não deverá ser prescrito a doentes com patologia esofágica de natureza obstrutiva, tal comoestenose ou acalásia. Efeitos secundários

A doxiciclina é geralmente bem tolerada. Indicam-se a seguir reacções adversas em doentes medicadoscom tetraciclinas.Sistema nervoso autónomo: rubor.Sistema nervoso central e periférico: cefaleias, fontanelas protuberantes em crianças, hipertensão intra-
craneana benigna em jovens e adultos. Esta última reacção adversa está associada a sintomas de diplopia,escotomas e amaurose; têm sido descritos casos de cegueira permanente.Doenças do sistema imunitário : urticária, edema angioneurótico, anafilaxia, púrpura anafiloctóide,doença do soro, pericardite, exacerbação do lupus eritematoso sistémico.Doenças gastrointestinais: anorexia, náuseas, vómitos, diarreia, glossite, dispepsia, enterocolite, colitepseudomembranosa, diarreia causada por Clostridium difficile, lesões inflamatórias com proliferação pormonilia na região urogenital. Raramente têm sido descritos casos de esofagite, ulceração esofágica edisfagia; a maioria destas situações ocorreram com o sal de hiclato na forma de cápsula em doentes quetomaram o fármaco em causa, imediatamente antes de se deitarem, ou então com quantidadesinadequadas de fluído.Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino: dispneia.Doenças renais e urinárias: insuficiência renal aguda, necrose tubular aguda.Perturbações dos orgãos sensoriais: parosmia, disgeusia.Afecções do ouvido e do labirinto: acufenos.Doenças do sangue e do sistema linfático: anemia hemolítica, trombocitopenia, neutropenia eeosinofilia.Afecções Hepato-biliares: hepatite, icterícia e aumento transitório das transaminases.Afecções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos: artralgia, mialgia, hiperpigmentação dentária,anomalias congénitas.Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas : fotosensibilidade, rash eritematoso e maculo-papular,dermatite exfoliativa, eritema multiforme, síndrome de stevens-johnson, necrólise epidérmica tóxica.

Doenças do metabolismo e da nutrição
: está descrito na literatura um caso de hipovitaminose krelacionado com a doxiciclina; apesar do mecanismo de acção ser desconhecido, há interferência com asíntese de factores da coagulação dependentes de vitamina k.Outros : Tem sido relatado que as tetraciclinas, quando administradas por períodos de tempoprolongados, causam coloração microscópica castanha-preta das glândulas tiroideias. Não se conhece aocorrência de alterações nos estudos da função tiroideia.As tetraciclinas também podem causar discromia dentária ou uma hipoplasia do esmalte.Outras reacções adversas que têm sido descritas incluem estomatite, vaginite, e, raramente porfiria,falência hepática e pancreatite.

Interacções medicamentosas

Têm havido relatos de tempo de protrombina prolongado em doentes submetidos a terapêutica comvarfarina e doxiciclina. Porque as tetraciclinas mostraram deprimir a actividade da protrombinaplasmática, pode haver necessidade de reduzir a dose dos anticoagulantes nos doentes também sujeitos aesta terapêutica.

Uma vez que os fármacos bacteriostáticos podem interferir com a acção bactericida da penicilina,desaconselha-se a administração concomitante da doxiciclina com a penicilina.A absorção das tetraciclinas é diminuída pela ingestão de antiácidos contendo alumínio, cálcio emagnésio ou outros fármacos contendo estes catiões e por medicamentos que contenham ferro e sais debismuto.O álcool, os barbituratos, a carbamazepina e a fenitoína diminuem a semivida plasmática da doxiciclina.Já foi referido que o uso concomitante de tetraciclinas e metoxiflurano resulta em toxicidade renal deconsequências fatais.A eficácia dos contraceptivos orais pode ser diminuída pela administração concomitante de tetraciclinas.Doxiciclina pode aumentar a concentração de ciclosporina no sangue. O uso concomitante deve sermonotorizado.

Uso concomitante de doxiciclina e minociclina: os clínicos devem ter a noção da possibilidade de reacçãocruzada quando usam estas duas tetraciclinas para o tratamento de distúrbios cutâneos; há um caso dereacção cruzada entre estes dois fármacos associada a erupção genital fixa, descrito por médicos doServiço de Dermatologia do IPO do Porto.Interacção com testes laboratoriais:

Podem ocorrer falsas elevações dos níveis urinários de catecolaminas devido a interferência com o testede fluorescência.Precauções especiais de utilizaçãoUtilização em criançasÀ semelhança das restantes tetraciclinas, a doxiciclina forma um complexo de cálcio estável em qualquertecido ósseo em formação. Em prematuros aos quais foi administrada tetraciclina por via oral em dosesde 25 mg/kg cada seis horas, foi observada uma diminuição na taxa de crescimento do perónio. Estareacção foi reversível com a descontinuação do fármaco.O emprego de fármacos da classe das tetraciclinas durante o período de desenvolvimento dentário (últimametade da gravidez e crianças até aos 12 anos de idade) pode causar uma coloração permanente dosdentes (coloração amarela-cinzenta-castanha). Esta reacção adversa é mais frequente nos tratamentosprolongados mas já tem surgido ao fim de tratamentos curtos e repetidos. Também já foi referidahipoplasia do esmalte. Consequentemente, a doxiciclina não deve ser utilizada nestes grupos de doentes anão ser que outros fármacos não estejam disponíveis, não sejam provavelmente eficazes ou estejamcontra-indicados.GeralTêm sido relatadas, com a administração das dosagens terapêuticas completas, fontanelas protuberantesem crianças e hipertensão intracraniana benigna em adultos. Com a descontinuação do fármaco estassituações desapareceram rapidamente.Tem sido relatada colite pseudomenbranosa com a quase totalidade dos agentes antibacterianos,incluindo a doxiciclina, variando na gravidade desde ligeira até potencialmente fatal. É importante aconsideração deste diagnóstico em doentes com diarreia subsequente à administração de agentesantibacterianos.A utilização de antibióticos pode determinar por vezes a proliferação de microrganismos não sensíveis.

A

observação constante do doente torna-se indispensável. Em presença de um microrganismo resistente,

deve interromper-se o antibiótico e instituir-se a terapêutica apropriada.Têm sido notificados casos de lesões esofágicas (esofagite e ulceração), algumas vezes graves, com autilização de doxiciclina. Os doentes devem ser instruídos a tomar o medicamento em causa com umcopo cheio de água, permanecer de pé e não o tomarem antes de se deitar. No caso de ocorrerem sintomastais como disfagia ou dor retro-esternal, deverá ser considerada a interrupção de toma da doxiciclina, e,investigada uma eventual lesão esofágica. O tratamento da doentes com refluxo esofágico deverá serobjecto de atenção especial.Esta ocorrência verificou-se, na maioria dos casos, em doentes que tomaram o medicamentoimediatamente antes de irem para a cama.A acção antianabólica das tetraciclinas pode causar um aumento da ureia no sangue.Estudos até à data indicam que este efeito antianabólico não se verifica com o emprego da doxiciclinanos doentes com disfunção renal.Têm sido raramente relatadas alterações na função hepática, causadas pela administração de tetraciclinas,incluindo a doxiciclina, tanto por via oral como parentérica.Em tratamentos prolongados, deve ser efectuada a avaliação laboratorial periódica dos sistemas de orgãos, incluíndo estudo hematopoiético, renal e hepático.Em alguns indivíduos medicados com tetraciclinas, incluindo a doxiciclina, foi observadafotossensibilidade, que se manifestou por exagerada queimadura solar. (Os doentes com probabilidade dese exporem à luz solar directa ou à luz ultravioleta devem ser alertados que esta reacção pode ocorrercom as tetraciclinas e, ao primeiro sinal de eritema cutâneo, o tratamento deve ser descontinuado).No tratamento de doenças venéreas em que se suspeite de sífilis concomitante, devem utilizarse os meiosde diagnóstico apropriados, incluindo observação em campo escuro. Em tais situações, devem serefectuados testes serológicos mensais durante, pelo menos, quatromeses.As infecções provocadas por estreptococos beta-hemolíticos do grupo A devem ser tratadasdurante pelo menos 10 dias a fim de prevenir o desenvolvimento de febre reumática ou deglomerulonefrite.Doxiciclina deve ser administrada com precaução em doentes com Miastenia Gravis, em virtude depoderem provocar bloqueio neuromuscular ligeiro.As tetraciclinas podem provocar exacerbação do Lúpus Eritematoso Sistémico.A administração de doxiciclina em doentes com Porfiria pode desencadear crises agudas.Doxiciclina deve ser administrada com precaução em doentes com insuficiência hepática.Cada cápsula de Doxiciclina 50 mg, 100 mg, 200 mg contém 12 mg, 24 mg, 48 mg de sacarose,respectivamente. Este facto deve ser tomado em consideração doentes diabéticos.Doentes com doenças hereditárias raras de intolerância à frutose, malabsorção de glucose-galactose ouinsuficiência de sacarase-isolmaltase não devem tomar este medicamento.Gravidez e aleitamento:O uso deste medicamento está contra-indicado durante a gravidez e o período de aleitamento.Efeitos sobre a capacidade de condução e a utilização de máquinasNão aplicável.Lista dos excipientes cujo conhecimento é necessário para a utilização conveniente do medicamentoEste medicamento contém sacarose.Posologia usualA dose usual de doxiciclina no doente adulto é de 200 mg no primeiro dia de tratamento (administrada de

uma só vez ou dividida em duas tomas de 100 mg com o intervalo de 12 horas) seguida de uma dose demanutenção de 100 mg diários (administrada de uma só vez ou dividida em duas tomas de 50 mg com ointervalo de 12 horas). No tratamento de infecções mais graves (particularmente infecções crónicas dotracto urinário) a dose diária de 200 mg deve manter-se durante todo o tratamento.Crianças de idade superior a 12 anos

Em crianças com peso igual ou inferior a 50 kg a dosagem recomendada é de 4 mg/kg de peso corporal(administrados diariamente de uma só vez ou divididos em duas tomas no primeiro dia de tratamento),seguida de 2 mg/kg de peso corporal (administrados diariamente de uma só vez ou divididos em duastomas) nos dias seguintes.No tratamento de infecções mais graves pode usar-se uma dose diária até 4 mg/kg de peso corporal. Ascrianças com peso superior a 50 kg devem ser medicadas com a dose para adultos.Doentes com insuficiência hepáticaVer capítulo "Precauções especiais de utilização".Modo e via de administraçãoAdministração oral.A dose de doxiciclina recomendada deve ser administrada com um copo cheio de água (pelo menos 100ml). O doente deve ser instruído a permanecer em posição ortostática durante pelo menos 30 minutosapós a toma, e a não tomar o medicamento antes de se deitar; de modo a minimizar o risco de irritaçãoesofágica.Duração do tratamento médioDOXICICLINA ETHYPHARM 50 mg, 100 mg ou 200 mg deve ser tomado com a regularidade edurante todo o período aconselhado pelo seu médico, mesmo que por um período de tempo prolongado.Não deve, por sua própria iniciativa, tomar outro medicamento, seja qual for, sem o consentimento do seumédico assistente, dado que certas associações devem ser evitadas.Instruções sobre a atitude a tomar quando for omitida a administração de uma ou mais dosesNão aplicável.Sobredosagem e/ou intoxicação, sintomas, condutas de urgência e antídotosSão raros os acidentes de sobredosagem. Os efeitos tóxicos devem-se habitualmente a reacções dehipersensibilidade que serão tratados como tais.AvisosEm caso de observação de efeitos secundários não mencionados neste folheto informativo, aconselha-se asua comunicação ao médico assistente ou farmacêutico.Antes da utilização do medicamento, verifique o prazo de validade inscrito na embalagem.Precauções particulares de conservaçãoConservar a temperatura inferior a 25°C, ao abrigo da humidade.

Manter fora do alcance e da vista das crianças.Data da última revisão deste folheto: Março 2005



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
  2. Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
  3. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  4. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  5. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  6. Febre reumática: Doença inflamatória produzida como efeito inflamatório anormal secundário a infecções repetidas por uma bactéria chamada estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Caracteriza-se por inflamação das articulações, febre, inflamação de uma ou mais de uma estrutura cardíaca, alterações neurológicas, eritema cutâneo. Com o tratamento mais intensivo da faringite estreptocócica, a freqüência desta doença foi consideravelmente reduzida.
  7. Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
  8. Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
  9. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  10. Nefrite: Termo que significa ???inflamação do rim??? e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
  11. Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de ???emergência infecciosa???.
  12. Pápula: Uma pequena lesão endurecida, elevada, da pele.
  13. Sífilis: Doença transmitida pelo contato sexual, causada por uma bactéria de forma espiralada chamada Treponema pallidum. Produz diferentes sintomas de acordo com a etapa da doença. Primeiro surge uma úlcera na zona de contato com inflamação dos gânglios linfáticos regionais. Após um período a lesão inicial cura-se espontaneamente e aparecem lesões secundárias (rash cutâneo, goma sifilítica, etc.). Em suas fases tardias pode causar transtorno neurológico sério e irreversível, que felizmente após o advento do tratamento com antibióticos tem se tornado de ocorrência rara. Pode ser causa de infertilidade e abortos espontâneos repetidos.
  14. Mediastino: Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.
  15. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  16. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  17. Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
  18. Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
  19. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  20. Uréia: Produto do metabolismo das proteínas. Indica de forma indireta a eficiência da função renal. Quando existe insuficiência renal, os valores de uréia elevam-se produzindo distúrbios variados (pericardite urêmica, encefalopatia urêmica, etc.).
  21. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

Síguenos

X