ECALTA anidulafungina

Para que serve ECALTA anidulafungina

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.



ECALTA


anidulafungina

I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO


Nome comercial: EcaltaNome genérico: anidulafungina

APRESENTAÇÕES


Ecalta pó liofilizado de 100 mg embalagem contendo 1 frasco-ampola.

VIA DE ADMINISTRAÇÃO

SOMENTE PARA INFUSÃO INTRAVENOSAUSO ADULTO COMPOSIÇÃO
Cada frasco-ampola de Ecalta contém o equivalente a 100 mg de anidulafungina. Excipientes: frutose, manitol, polissorbato 80, ácido tartárico, hidróxido de sódioa, ácido clorídricoa.a = para ajuste de pH.LLD_ECAPOI_02 1
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II - INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE 1. INDICAÇÕES

Ecalta (anidulafungina) é indicado para o tratamento da candidíase invasiva em pacientes adultos, incluindocandidemia. Ecalta não foi estudado em um número suficiente de paciente neutropênicos para determinar aeficácia neste grupo.

2. RESULTADOS DE EFICÁCIA


CANDIDEMIA E OUTRAS FORMAS DE CANDIDÍASE INVASIVAA segurança e a eficácia da anidulafungina foram avaliadas em um estudo pivotal Fase 3, randomizado, duplo--cego, multicêntrico e multinacional de pacientes com candidemia e/ou outras formas de candidíase invasiva,associados com sinais clínicos de infecção. Os pacientes foram randomizados para receber anidulafungina umavez ao dia por via intravenosa (dose de ataque de 200 mg seguida de 100 mg de dose de manutenção) oufluconazol por via intravenosa (dose de ataque de 800 mg seguido de 400 mg de dose de manutenção). Ospacientes foram estratificados pelo escore APACHE II (? 20 e > 20) e pela presença ou ausência de neutropenia.Os pacientes com endocardite, osteomielite ou meningite por Candida, ou aqueles com infecções decorrentes daC. krusei, foram excluídos do estudo. O tratamento foi administrado por no mínimo 14 e no máximo 42 dias. Foipermitida a troca para fluconazol oral após um mínimo de 10 dias de terapia intravenosa aos pacientes de ambosos braços do estudo, desde que eles fossem capazes de tolerar a medicação oral, estivessem sem febre por nomínimo 24 horas e o resultado da cultura de sangue mais recente fosse negativo para as espécies de Candida. Ospacientes que receberam pelo menos uma dose da medicação do estudo e que apresentaram cultura positiva paraespécies de Candida em um material normalmente estéril antes da inclusão no estudo (população com intençãode tratamento modificada [MITT]) foram incluídos na análise primária da resposta global ao final da terapiaintravenosa. Uma resposta global bem sucedida exigia melhora clínica e erradicação microbiológica. Ospacientes foram acompanhados por seis semanas após o final de todo tratamento. Duzentos e cinquenta e seispacientes (com idade entre 16 e 91 anos) foram randomizados para tratamento e receberam no mínimo uma doseda medicação do estudo. Duzentos e quarenta e cinco pacientes (127 recebendo anidulafungina e 118 recebendofluconazol) atenderam aos critérios de inclusão na população MITT. Destes, 219 pacientes (116 recebendoanidulafungina [91,3%] e 103 recebendo fluconazol [87,3%]) apresentaram apenas candidemia; 5,5% dospacientes no braço recebendo anidulafungina e 9,3% dos pacientes no braço recebendo fluconazol apresentaraminfecções em outros locais normalmente estéreis; finalmente, 3,1% dos pacientes no braço da anidulafungina e3,4% dos pacientes no braço do fluconazol apresentaram ambas as condições (candidemia e infecções em outroslocais normalmente estéreis). As espécies mais frequentemente isoladas em materiais coletados imediatamenteantes do início do tratamento foram C. albicans (63,8% no grupo recebendo anidulafungina e 59,3% no gruporecebendo fluconazol), seguido pela C. glabrata (15,7%, 25,4%), C. parapsilosis (10,2%, 13,6%) e C. tropicalis(11,8%, 9,3%). A maioria dos pacientes (97%) era não neutropênica (ANC > 500) e 81% apresentaram escoresde APACHE II menores ou iguais a 20. Ao final da terapia intravenosa, a anidulafungina foi superior aofluconazol no tratamento de pacientes com candidemia e/ou outras formas de candidíase invasiva. No braço detratamento da anidulafungina, 96 pacientes (75,6%) apresentaram sucesso global versus 71 pacientes (60,2%) nobraço de tratamento com fluconazol. A diferença na taxa de sucesso global entre os grupos de tratamento (taxade sucesso global da anidulafungina menos a taxa de sucesso global do fluconazol) foi de 15,4% (

IC 95%

3,9;27,0). Ecalta não foi estudado em pacientes portadores de endocardite, osteomielite e meningite causadas porCândida, e não foi estudado em número suficiente de pacientes neutropênicos a fim de determinar sua eficácianeste grupo.

3.

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS


PROPRIEDADES FARMACODINÂMICAS ? 1) Mecanismo de ação: a anidulafungina é uma equinocandinasemissintética, um lipopeptídeo sintetizado a partir de um produto da fermentação do Aspergillus nidulans. Aanidulafungina inibe seletivamente a 1,3-?-D glucana sintase, uma enzima presente nas células fúngicas, masnão nas mamíferas. Isso resulta na inibição da formação da 1,3-?-D-glucana, um componente essencial da paredecelular do fungo. A anidulafungina demonstrou atividade fungicida contra espécies de Candida e atividadecontra regiões do crescimento celular ativo da hifa do Aspergillus fumigatus. 2) Atividade in vitro: aanidulafungina é ativa in vitro contra Candida spp., incluindo C. albicans, C. glabrata, C. krusei, C.parapsilosis, C. tropicalis, C. dubliniensis, C. lusitaniae e C. guilliermondii e espécies de Aspergillus incluindoA. fumigatus, A. flavus, A. niger e A. terreus. Sua atividade não é afetada pela resistência a outras classes deagentes antifúngicos (fluconazol em particular). As MICs (Concentração inibitória mínima) foram determinadasde acordo com os métodos padrões de referência M27 e M38. A relação entre a resposta clínica e a atividade invitro permanece para ser elucidada. Há relatos isolados de Candida com sensibilidade reduzida àsequinocandinas incluindo anidulafungina, mas a significância clínica desta observação é desconhecida. 3)LLD_ECAPOI_02 2
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Atividade in vivo: a anidulafungina administrada por via parenteral foi eficaz contra Candida spp. em modelosde ratos e coelhos imunocompetentes e imunocomprometidos. O tratamento com a anidulafungina prolongou asobrevida e também reduziu a carga da Candida spp. no órgão. As infecções experimentais incluíram infecçõesdisseminadas por C. albicans em coelhos neutropênicos, infecção esofágica/orofaríngea por C. albicansresistente ao fluconazol em coelhos neutropênicos e infecção disseminada por C. glabrata resistente aofluconazol em camundongos neutropênicos. A anidulafungina também demonstrou atividade contra oAspergillus fumigatus em modelos de infecção em ratos e coelhos. 4) Em combinação com outros agentesantifúngicos: os estudos in vitro da anidulafungina em combinação com o fluconazol, itraconazol e anfotericinaB não sugeriram antagonismo da atividade antifúngica contra espécies de Candida. A significância clínica destesresultados é desconhecida. Os estudos in vitro avaliaram a atividade da anidulafungina em combinação comitraconazol, voriconazol e com a anfotericina B contra Aspegillus spp. A combinação da anidulafungina com aanfotericina B demonstrou indiferença em 16 das 26 cepas, enquanto que a combinação de anidulafungina comitraconazol ou voriconazol demonstrou-se sinérgica em 18 das 26 cepas. A significância clínica destes resultadosé desconhecida.PROPRIEDADES FARMACOCINÉTICAS ? 1) Características Gerais de Farmacocinética: a farmacocinéticada anidulafungina foi caracterizada em indivíduos saudáveis, na população especial e em pacientes. Foiobservada uma baixa variabilidade interindivíduo na exposição sistêmica (coeficiente de variação deaproximadamente 25%). O estado de equilíbrio foi atingido no primeiro dia após a dose de ataque (duas vezes adose diária de manutenção). 2) Distribuição: a farmacocinética da anidulafungina é caracterizada pela rápidameia-vida de distribuição (0,5 ? 1 hora) e um volume de distribuição de 30-50 L que é similar ao volume defluido corporal total. A anidulafungina é extensivamente ligada (> 99%) às proteínas plasmáticas humanas. 3)Biotransformação: não foi observado metabolismo hepático da anidulafungina. A anidulafungina não é umsubstrato, indutor ou inibidor clinicamente relevante das isoenzimas do citocromo P450. É improvável que aanidulafungina tenha efeitos clinicamente relevantes no metabolismo de fármacos metabolizados pelasisoenzimas do citocromo P450. A anidulafungina passa por uma lenta degradação química em temperatura e pHfisiológicos formando um peptídeo de anel aberto sem atividade antifúngica. In vitro, a meia-vida de degradaçãoda anidulafungina sob condições fisiológicas é de aproximadamente 24 horas. In vivo, o produto de anel aberto ésubsequentemente convertido a peptídeos degradados e eliminados principalmente através da excreção biliar. 4)Eliminação: o clearance da anidulafungina é de aproximadamente 1 L/h. A anidulafungina apresenta uma meia-
vida de eliminação de aproximadamente 24 horas que caracteriza o perfil tempo-concentração plasmático em suamaioria e uma meia-vida terminal de 40-50 horas que caracteriza a fase de eliminação terminal do perfil. Em umestudo clínico de dose única, a anidulafungina radiomarcada (14C) (aproximadamente 88 mg) foi administradaem indivíduos saudáveis. Aproximadamente 30% da dose radioativa administrada foi eliminada nas fezes pormais de 9 dias, sendo que menos de 10% na forma do fármaco inalterado. Quantidades inferiores a 1% da doseradioativa administrada foi excretada na urina. As concentrações de anidulafungina caíram abaixo do limiteinferior de quantificação 6 dias após a dose. Quantidades insignificantes de radioatividade derivada do fármacoforam recuperadas no sangue, na urina e nas fezes 8 semanas após a dose. 5) Linearidade: a anidulafunginademonstra farmacocinética linear dentre uma ampla variação de doses únicas diárias (15 - 130 mg). 6)Populações Especiais: Pacientes com Infecções Fúngicas: a farmacocinética da anidulafungina em pacientes cominfecções fúngicas é similar àquela observada em indivíduos saudáveis, segundo as análises farmacocinéticasdessas populações. Com o regime de dose de 200/100 mg diários a uma taxa de infusão de 1 mg/min, a Cmax noestado de equilíbrio e a Cmin no vale poderiam atingir aproximadamente 7 e 3 mg/L, respectivamente, com umaAUC média no estado de equilíbrio de aproximadamente 110 mg.h/L. Peso: embora o peso tenha sidoidentificado como uma fonte de variabilidade no clearance na análise farmacocinética da população, o pesoapresenta pouca relevância clínica na farmacocinética da anidulafungina. Sexo: concentrações plasmáticas daanidulafungina em homens e mulheres saudáveis foram similares. Em estudos de dose múltipla o clearance dofármaco foi levemente mais rápido em homens (aproximadamente 22%). Idosos: a análise farmacocinética dapopulação demonstrou que o clearance médio diferiu levemente entre o grupo de pacientes idosos (pacientes ?65 anos de idade, CL médio = 1,07 L/h) e o grupo de pacientes não idosos (pacientes < 65 anos de idade, CLmédio = 1,22 L/h), entretanto, a variação do clearance foi similar. Raça: a farmacocinética da anidulafungina foisimilar entre caucasianos, negros, asiáticos e hispânicos. HIV positivo: não é necessário ajuste de dose com baseno diagnóstico HIV positivo, independente de tratamento antirretroviral concomitante. Insuficiência Hepática: aanidulafungina não é metabolizada hepaticamente. A farmacocinética da anidulafungina foi avaliada emindivíduos com insuficiência hepática Child-Pugh classes A, B ou C. As concentrações de anidulafungina não seelevaram em indivíduos com qualquer grau de insuficiência hepática. Embora uma leve redução na AUC tenhasido observada em pacientes com insuficiência hepática Child-Pugh C, a redução estava dentro da estimativa devariação na população conhecida para indivíduos saudáveis. Insuficiência Renal: a anidulafungina apresentaclearance renal insignificante (< 1%). Em um estudo clínico em indivíduos com insuficiência renal leve,moderada, grave ou em estágio final (dependente de diálise), a farmacocinética da anidulafungina foi similaràquela observada em indivíduos com a função renal normal. A anidulafungina não é dialisável e pode serLLD_ECAPOI_02 3
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administrada sem preocupação com o horário da hemodiálise. Pacientes Pediátricos: a farmacocinética daanidulafungina após doses diárias foi investigada em 24 pacientes pediátricos (de 2 a 11 anos de idade) eadolescentes (de 12 a 17 anos de idade) imunocomprometidos com neutropenia. O estado de equilíbrio foiatingido no primeiro dia após a dose de ataque (duas vezes a dose de manutenção) e a Cmax e a AUCSS no estadode equilíbrio aumentou de maneira dose-proporcional. A exposição sistêmica após as doses de manutençãodiárias, 0,75 e 1,5 mg/kg/dia em pacientes com idade entre 2 e 17 anos foi comparável àquela observada emadultos após doses de 50 e 100 mg/dia, respectivamente.DADOS DE SEGURANÇA PRÉ-CLÍNICA ? Os dados não clínicos não revelaram riscos especiais parahumanos com base em estudos convencionais de segurança farmacológica, toxicidade aguda, toxicidade de doserepetida e toxicidade para reprodução. Em estudos com 3 meses de observação, foi observada evidência detoxicidade hepática, incluindo elevações de enzimas e alterações morfológicas, em ratos e macacos com doses de4 a 6 vezes maiores que a exposição clínica terapêutica antecipada. Estudos de genotoxicidade in vitro e in vivocom a anidulafungina não apresentaram evidência de potencial genotóxico. Não foram conduzidos estudos alongo prazo em animais para avaliar o potencial carcinogênico da anidulafungina. A administração daanidulafungina em ratos não indicou qualquer efeito na reprodução, incluindo a fertilidade em machos e fêmeas.A anidulafungina atravessou a barreira placentária em ratos e foi detectada no plasma do feto. O risco potencialao feto humano é desconhecido. A anidulafungina foi encontrada no leite de ratas lactantes. Não se sabe se aanidulafungina é excretada no leite humano. A anidulafungina não produziu qualquer toxicidade relacionada aofármaco em ratos na maior dose de 20 mg/kg/dia, uma dose equivalente a duas vezes a dose de manutençãoproposta de 100 mg com base na área de superfície corporal relativa. Os efeitos de desenvolvimento observadosem coelhos (leve redução no peso do feto) ocorreram no grupo que recebeu a dose maior, dose esta que tambémproduziu toxicidade materna.

4. CONTRAINDICAÇÕES

Ecalta é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade a anidulafungina, a outros medicamentos da classeda equinocandina (por exemplo, a caspofungina) ou a qualquer outro componente da fórmula.

5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

REAÇÕES ANAFILÁTICAS

reações anafiláticas, incluindo choque, foram reportadas devido ao uso deanidulafungina. Se estas reações ocorrerem, a anidulafungina deve ser descontinuada e um tratamento apropriadodeve ser administrado.

REAÇÕES RELACIONADAS À INFUSÃO

Eventos adversos relacionados com infusão da anidulafunginaforam reportados, incluindo rash, urticária, rubor, prurido, dispnéia, broncoespasmo e hipotensão. . Os eventosadversos relacionados à infusão são infrequentes quando a taxa de infusão da anidulafungina não excede 1,1mg/minuto.

EFEITOS HEPÁTICOS

anormalidades laboratoriais nos testes de função hepática foram observadas emindivíduos saudáveis e em pacientes tratados com a anidulafungina. Em alguns pacientes que apresentavampatologias de base graves, que recebiam múltiplas medicações concomitantes a anidulafungina, ocorreramanormalidades hepáticas clinicamente significativas. Casos isolados de disfunção hepática, hepatite ouinsuficiência hepática foram relatados, mas a relação causal com a anidulafungina não foi estabelecida. Pacientesque desenvolverem anormalidades nos testes de função hepática durante o tratamento com a anidulafunginadevem ter esses testes monitorados, e em casos de piora da função hepática devem ser ponderados os riscos e osbenefícios de manter o tratamento com anidulafungina.

Atenção: Ecalta contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em diabéticos.

USO DURANTE A GRAVIDEZ ? Os estudos em animais não demonstraram toxicidade reprodutiva seletiva(vide item 3. Características Farmacológicas). Não existem dados adequados ou bem controlados com relação àutilização da anidulafungina em mulheres grávidas. Portanto, a anidulafungina só deve ser utilizada durante agravidez se o benefício potencial à mãe superar o risco potencial ao feto.

Ecalta é um medicamento classificado na categoria C de risco de gravidez. Portanto, este medicamento

não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

USO DURANTE A LACTAÇÃO

os estudos em animais demonstraram a excreção da anidulafungina no leitematerno. Não se sabe se anidulafungina é excretada no leite materno humano. A decisão emcontinuar/descontinuar a amamentação ou de continuar/descontinuar o tratamento com Ecalta deve serrealizada considerando o benefício da amamentação à criança e o benefício da anidulafungina à mãe.

EFEITOS NA HABILIDADE DE DIRIGIR E OPERAR MÁQUINAS

não foram realizados estudos sobre ahabilidade de dirigir e operar máquinas.

6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Os estudos pré-clínicos in vitro e in vivo e os estudos clínicos demonstraram que a anidulafungina não é umsubstrato, indutor ou inibidor clinicamente relevante das isoenzimas do citocromo P450. Os estudos de interaçãoLLD_ECAPOI_02 4
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só foram realizados em adultos. A anidulafungina apresenta clearance renal insignificante (< 1%). São esperadasinterações mínimas com medicações concomitantes (vide item 3. Características Farmacológicas).Os estudos in vitro demonstraram que a anidulafungina não é metabolizada pelo citocromo P450 humano ou porhepatócitos humanos isolados e a anidulafungina não inibe significativamente as atividades das isoformas doCYP (1A2, 2B6, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6, 3A) humano em concentrações clinicamente relevantes. Nenhuma interação fármaco-fármaco clinicamente relevante foi observada com os seguintes fármacos ao seremadministrados concomitantemente com a anidulafungina:- ciclosporina (substrato do

CYP3A4)

em um estudo com 12 indivíduos adultos saudáveis que receberam 100mg/dia de anidulafungina após uma dose de ataque isolada de 200 mg e em combinação com 1,25 mg/kg deciclosporina oral duas vezes ao dia, o pico de concentração plasmática (Cmax) no estado de equilíbrio (steadystate) da anidulafungina não foi significativamente alterado pela ciclosporina, mas a área sob a curva tempo--concentração (AUC) no estado de equilíbrio foi aumentada em 22%. Um estudo in vitro demonstrou que aanidulafungina não apresenta efeito no metabolismo da ciclosporina. Os eventos adversos observados nesteestudo foram consistentes com aqueles observados em outros estudos nos quais a anidulafungina foiadministrada isoladamente. Não é necessário ajuste de dose de ambos os fármacos quando eles sãocoadministrados.- voriconazol (inibidor e substrato do CYP2C19, CYP2C9 e

CYP3A4)

em um estudo com 17 indivíduossaudáveis que receberam 100 mg/dia de anidulafungina isolada seguido da dose de ataque de 200 mg; uma doseisolada de 200 mg de voriconazol oral, duas vezes ao dia, seguido, no primeiro dia de 400 mg duas vezes comodose de ataque e; ambas em combinação. A Cmax e a AUC no estado de equilíbrio da anidulafungina e dovoriconazol não foram significativamente alteradas pela coadministração. Não é necessário ajuste de dose denenhuma das medicações quando coadministradas.- tacrolimo (substrato do

CYP3A4)

em um estudo com 35 indivíduos saudáveis que receberam dose única oralde 5 mg de tacrolimo isoladamente, 100 mg/dia de anidulafungina isoladamente após dose de ataque de 200 mge ambos em combinação, a Cmax e a AUC no estado de equilíbrio da anidulafungina e do tacrolimo não foramsignificativamente alteradas pela coadministração. Não é necessário ajuste de dose de nenhuma das medicaçõesquando coadministradas.- anfotericina B lipossomal: a farmacocinética da anidulafungina foi avaliada em 27 pacientes (100 mg/dia deanidulafungina) que receberam concomitantemente a anfotericina B lipossomal (doses de até 5 mg/kg/dia). Aanálise farmacocinética da população demonstrou que a farmacocinética da anidulafungina não foisignificativamente alterada pela coadministração com a anfotericina B quando comparado com os dados depacientes que não receberam tratamento com a anfotericina B. Não é necessário ajuste de dose daanidulafungina.- rifampicina (potente indutor do

CYP450)

a farmacocinética da anidulafungina (50 ou 75 mg/dia deanidulafungina) foi avaliada em 27 pacientes que receberam concomitantemente rifampicina (doses de até 600mg/dia). A análise farmacocinética da população demonstrou que quando comparado com os dados de pacientesque não receberam a rifampicina, a farmacocinética da anidulafungina não foi significativamente alterada pelacoadministração com a rifampicina. Não é necessário ajuste de dose da anidulafungina.

7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Ecalta deve ser conservado sob refrigeração (entre 2 e 8°C). Não congelar. Ecalta pode ser utilizado por 36meses a partir da data de fabricação.Solução Reconstituída: se não utilizada imediatamente, a solução reconstituída deve ser armazenada sobrefrigeração (entre 2 e 8°C) por até uma hora. Não congelar. A estabilidade química e física ?em uso? da soluçãoreconstituída de Ecalta foi demonstrada por 1 hora a 5°C.Solução para Infusão: a solução para infusão deve ser armazenada entre 2 e 8°C e deve ser administrada dentrode 24 horas. Não congelar. A estabilidade química e física ?em uso? da solução para infusão de Ecalta foidemonstrada por 24 horas a 5°C.Do ponto de vista microbiológico, Ecalta deve ser utilizado imediatamente.Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.Não use medicamento com o prazo de validade vencido.Guarde-o em sua embalagem original.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.Características físicas e organolépticas do produto: sólido liofilizado branco a quase branco. ApósReconstituição: solução límpida incolor, essencialmente livre de material estranho.

8. POSOLOGIA E MODO DE USAR

Ecalta deve ser utilizado somente por infusão intravenosa.Apenas para dose única.LLD_ECAPOI_02 5
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MODO DE USAR

Ecalta deve ser reconstituído em água para injeção, e ser subseqüentemente diluído com APENAS cloreto desódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL (5%). A compatibilidade daanidulafungina reconstituída com substâncias intravenosas, aditivos ou medicamentos, diferentes de cloreto desódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou de glicose para infusão 50 mg/mL (5%), não foi estabelecida.Instruções para Reconstituição: reconstitua assepticamente cada frasco-ampola com 30 mL de água para injeçãopara fornecer uma concentração de 3,33 mg/mL. A solução reconstituída deve ser límpida e livre de partículasvisíveis. A solução reconstituída deve ser diluída dentro de 1 hora.Instruções para Diluição e Infusão: transfira assepticamente o conteúdo do frasco-ampola reconstituído em umabolsa IV (ou frasco) contendo cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL(5%), o que levará a uma solução com concentração de 0,77 mg/mL de anidulafungina. A tabela a seguirapresenta os volumes requeridos para cada dose.Diluição Requerida para Administração de EcaltaDose NúmerodeVolumeVolumeVolume deConcentraçãoTaxa deDuraçãoembalagensreconstituídodeinfusãoda solução deinfusãomínima darequeridastotal requeridoinfusãoAtotalBinfusãoinfusão100130 mL100 mL
130 mL
0,77 mg/mL
1,490 min
mgmL/min200260 mL200 mL
260 mL
0,77 mg/mL
1,4180 min
mgmL/minA cloreto de sódio para infusão 9 mg/mL (0,9%) ou glicose para infusão 50 mg/mL (5%).B concentração da infusão de 0,77 mg/mLOs medicamentos parenterais devem ser inspecionados visualmente quanto à presença de partículas edescoloração antes da administração, sempre que a solução e a embalagem permitirem. Caso materialparticulado ou descoloração sejam identificados, descarte a solução.A taxa de infusão não deve exceder 1,1 mg/minuto (equivalente a 1,4 mL/minuto).Se a solução para infusão não for utilizada imediatamente, deve ser armazenada sob refrigeração (entre 2 e 8°C).Não congelar. A solução para infusão deve ser administrada dentro de 24 horas.Este medicamento é para uso único. Os resíduos devem ser descartados conforme regulamentação local.INCOMPATIBILIDADESEcalta não deve ser misturado ou coadministrado com outros medicamentos ou eletrólitos, com exceção dosmencionados anteriormente (vide item 8. Posologia e Modo de Usar - seção Modo de Usar).

POSOLOGIA


Cada frasco-ampola de Ecalta contém 100 mg de anidulafungina.Materiais para cultura de fungos e outros testes laboratoriais relevantes (incluindo histopatologia) devem serrealizados antes do início da terapia, com o objetivo de isolar e identificar o(s) organismo(s) causador(es). Aterapia pode ser instituída antes que os resultados da cultura e de outros testes laboratoriais sejam conhecidos.Entretanto, uma vez que estes resultados estejam disponíveis, a terapia antifúngica deve ser ajustada de acordo.

CANDIDÍASE INVASIVA EM PACIENTES ADULTOS, INCLUINDO CANDIDEMIA

uma dose única deataque de 200 mg deve ser administrada no dia 1, seguida de 100 mg diariamente a partir de então. A duração dotratamento deve ser baseada na resposta clínica do paciente. Em geral, a terapia antifúngica deve continuar porno mínimo 14 dias após a última cultura positiva. Ecalta deve ser reconstituído com água para injeção para uma concentração de 3,33 mg/mL esubseqüentemente diluído para uma concentração de 0,77 mg/mL, seguindo as instruções descritas no item 8.Posologia e Modo de Usar - seção Modo de Usar. É recomendado que Ecalta seja administrado a uma taxamáxima de infusão que não exceda 1,1 mg/min (vide item 8. Posologia e Modo de Usar - seção Modo de Usar).

USO NA INSUFICIÊNCIA RENAL E HEPÁTICA

não é necessário ajuste de dose para pacientes cominsuficiência hepática leve, moderada ou grave. Não é necessário ajuste de dose para pacientes com qualquergrau de insuficiência renal, incluindo aqueles submetidos à diálise. Ecalta pode ser administrada semconsiderar o horário da hemodiálise (vide item 3. Características Farmacológicas).

OUTRAS POPULAÇÕES ESPECIAIS

não é necessário ajuste de dose para pacientes adultos com base nosexo, peso, raça, idade ou relacionado ao fato do paciente ser portador do vírus

HIV.USO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

a experiência em crianças é limitada (vide item 3. CaracterísticasFarmacológicas). Até que dados adicionais estejam disponíveis, a utilização em pacientes com idade inferior a18 anos não é recomendada, a menos que o potencial benefício justifique o risco.

DOSE OMITIDA


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O plano de tratamento é definido pelo médico que acompanha o caso. Se o paciente não receber uma dose destemedicamento, o médico deve redefinir a programação do tratamento. O esquecimento da dose podecomprometer a eficácia do tratamento.

9. REAÇÕES ADVERSAS

Novecentos e vinte e nove (929) pacientes receberam anidulafungina intravenosa em estudos clínicos (672 emestudos de Fase 2/3 e 257 em estudos de Fase 1). Dos 669 pacientes dos estudos de fase 2/3 dos quais os dadosde segurança estão disponíveis, quinhentos e cinco (505) receberam anidulafungina por ? 14 dias. Três estudos(um comparativo vs fluconazol e 2 não comparativos) avaliaram a eficácia da anidulafungina (100 mg) empacientes com candidemia e outras infecções por Candida em tecidos profundos. Nestes três estudos [base dedados candidíase invasiva/candidemia (ICC)], um total de 204 pacientes recebeu anidulafungina, 119 por ? 14dias. Os eventos adversos foram tipicamente leves a moderados e raramente levaram a descontinuação. A tabelaa seguir inclui os eventos adversos relacionados ao fármaco (termos MedDRA) a partir do banco de dados ICC(N = 204), com frequências correspondentes a Comum (? 1/100, ? 1/10) ou Incomum (? 1/1000, < 1/100) e, apartir de relatos pós-comercialização com frequencias desconhecidas (não podem ser estimadas a partir dosdados disponíveis). Dentro de cada grupo de frequência, os eventos adversos são apresentados em ordemdecrescente de gravidade. Os eventos adversos relacionados à infusão foram relatados com a anidulafungina,incluindo rash, urticária, rubor, prurido, dispneia, broncoespasmo e hipotensão. Infecções e Infestações - Incomum: fungemia, candidíase, Clostridium colitis, candidíase oral.Sistema Hematológico e Linfático - Comum: trombocitopenia, coagulopatia. Incomum: trombocitemia.Sistema Imune ? Frequencia desconhecida: choque anafilático e reação anafilática.Metabolismo e Nutrição - Comum: hipercalemia, hipocalemia, hipomagnesemia. Incomum: hiperglicemia,hipercalcemia, hipernatremia.Sistema Nervoso - Comum: convulsão, cefaleia.Visuais - Incomum: dor nos olhos, perturbação visual, visão borrada.Cardíacos - Incomum: fibrilação atrial, arritmia sinusal, extra-sístole ventricular, bloqueio do ramo direito.Vasculares - Comum: rubor. Incomum: trombose, hipertensão, fogacho.Gastrintestinais - Comum: diarreia. Incomum: dor abdominal superior, vômito, incontinência fecal, náusea,constipação.Hepatobiliares - Comum: elevação da gama-glutamiltransferase, elevação da fosfatase alcalina plasmática,elevação do aspartato aminotransferase (AST), elevação da alanina aminotransferase (ALT). Incomum:anormalidade nos testes de função hepática, colestase, elevação das enzimas hepáticas, elevação dastransaminases.Pele e Tecidos Subcutâneos - Comum: rash, prurido. Incomum: urticária, prurido generalizado.Músculo-esqueléticos e nos Tecidos Conectivos - Incomum: dor nas costas.Gerais e Condições no Local da Aplicação - Incomum: dor no local da infusão.Alterações Laboratoriais - Comum: elevação da bilirrubina plasmática, redução na contagem de plaquetas,elevação na creatinina plasmática, prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma. Incomum: elevação daamilase plasmática, redução do magnésio plasmático, redução do potássio plasmático, eletrocardiogramaanormal, elevação da lipase, elevação da contagem de plaquetas, elevação da ureia plasmática.Respiratório, torácico e mediastinal ? Frequencia desconhecida: broncoespasmo.Na avaliação de segurança da população completa de pacientes de estudos Fase 2/3 (N = 669), os seguinteseventos adversos adicionais, todos incomuns (? 1/1000, < 1/100), foram observados: neutropenia, leucopenia,anemia, hiperuricemia, hipocalcemia, hiponatremia, hipoalbuminemia, hipofosfatemia, ansiedade, delírio, estadode confusão, alucinação auditiva, tontura, parestesia, mielinólise pontina central, disgeusia, síndrome deGuillain-Barré, tremor, alteração na percepção visual de profundidade, surdez unilateral, flebite, tromboflebitesuperficial, hipotensão, linfangite, dispepsia, boca seca, úlcera esofágica, necrose hepática, edemaangioneurótico, hiperidrose, mialgia, monoartrite, insuficiência renal, hematúria, pirexia, calafrio, edemaperiférico, reação no local da injeção, elevação da creatina fosfoquinase plasmática, elevação da lactatodesidrogenase plasmático, redução na contagem de linfócitos.Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia esegurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversosimprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema de Notificações emVigilância Sanitária - NOTIVISA, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, oupara a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

10. SUPERDOSE


Assim como com qualquer superdose, medidas de suporte gerais devem ser utilizadas quando necessário.Durante os estudos clínicos uma dose única de 400 mg de anidulafungina foi inadvertidamente administradacomo dose de ataque. Nenhum evento adverso clínico foi relatado. Em um estudo com 10 indivíduos saudáveisLLD_ECAPOI_02 7
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que receberam uma dose de ataque de 260 mg seguido de 130 mg diariamente, a anidulafungina foi bem toleradasem apresentar toxicidade dose limitante; 3 dos 10 indivíduos apresentaram elevação de transaminase (? 3 xLSN ? Limite Superior da Normalidade) assintomática e transitória. A anidulafungina não é dialisável.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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III - DIZERES LEGAIS

MS - 1.0216.0219Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad ? CRF-SP n° 43746

Fabricado e Embalado por:Pharmacia & Upjohn Co. Kalamazoo, Michigan ? EUARegistrado, Importado e Distribuído por:

LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555CEP 07112-070 ? Guarulhos ? SPCNPJ nº 46.070.868/0001-69

Fale Pfizer 0800-7701575www.pfizer.com.br
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 11/Jan/2013

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DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).
  2. Delírio: Alteração aguda da consciência ou da lucidez mental, provocado por uma causa orgânica.
  3. Candidíase: ?? o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
  4. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  5. Endocardite: Inflamação produzida em geral por uma infecção bacteriana do tecido que reveste as válvulas e cavidades cardíacas, podendo produzir-se, em conseqüência da mesma, ruptura das cordas tendíneas e elementos valvulares. ?? uma doença grave, que necessita de tratamento antibiótico prolongado.
  6. Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
  7. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  8. Incontinência: Incapacidade de controlar o esvaziamento da bexiga ou do reto. Como resultado produz-se perda de urina ou matéria fecal involuntariamente. As pessoas com incontinência podem apresentar um defeito adquirido ou congênito no mecanismo esfincteriano, ou alguma anormalidade neurológica que as impeça de reconhecer o estado de plenitude da bexiga ou reto e de promover esvaziamento destes quando for conveniente.
  9. Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
  10. Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
  11. Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de ???emergência infecciosa???.
  12. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  13. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  14. Uréia: Produto do metabolismo das proteínas. Indica de forma indireta a eficiência da função renal. Quando existe insuficiência renal, os valores de uréia elevam-se produzindo distúrbios variados (pericardite urêmica, encefalopatia urêmica, etc.).
  15. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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