Eritrocel

Para que serve folheto informativo, informação para o utilizador

Folheto / Bula do Medicamento


Recomendações

  • Sempre verifique que não é alérgica a nenhum dos componentes
  • Lembre-se, sempre verifique com seu médico, a informação que nós oferecemos é indicativa e não de forma alguma substituir a de seu médico ou outro profissional de saúde.




FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR
ERITROCEL 1000 mg pó para solução injectável
Eritromicina
Leia atentamente este folheto antes de utilizar este medicamento.
-Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o reler.
-Caso tenha dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.
-Este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros; o medicamento pode
ser-lhes prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sintomas.
-Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários
não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.
Neste folheto:
1. O que é ERITROCEL e para que é utilizado
2. Antes de utilizar ERITROCEL
3. Como utilizar ERITROCEL
4. Efeitos secundários possíveis
5. Como conservar ERITROCEL
6. Outras informações

1. O QUE É ERITROCEL E PARA QUE É UTILIZADO
Classificação farmacoterapêutica: Medicamentos anti-infecciosos. Antibacterianos.
Macrólidos.
ERITROCEL é um antibiótico. Pertence a um grupo de antibióticos chamado macrólidos.
É utilizado para tratar infecções causadas por bactérias que são sensíveis à eritromicina.
Indicações terapêuticas:
A eritromicina é indicada no tratamento de infecções causadas por estirpes sensíveis dos
microrganismos descritos nas doenças mencionadas a seguir:
Infecções do tracto respiratório superior de gravidade ligeira a moderada causadas por
Streptococcus pyogenes (estreptococos beta-hemolíticos grupo A), S. pneumoniae e
Haemophilus influenzae (nem todas as estirpes são sensíveis à eritromicina nas
concentrações de antibiótico atingidas com as doses terapêuticas habituais): amigdalite e
abcessos periamigdalinos, faringite, iringite, sinusite e infecções bacterianas secundárias
a síndromes gripais.
Para o tratamento oral da faringite estreptocócica e para a profilaxia a longo prazo da
febre reumática, a eritromicina constitui um medicamento alternativo de escolha.



Tosse convulsa causada por Bordetella pertussis. A eritromicina é eficaz na eliminação
do microrganismo da nasofaringe dos indivíduos infectados e pode ser útil na profilaxia
da tosse convulsa nos indivíduos sensíveis expostos ao microrganismo.
Infecções do tracto respiratório inferior de gravidade ligeira a moderada causadas por S.
pyogenes, S. pneumoniae e Mycoplasma pneumoniae: traqueíte, bronquite aguda ou
crónica, pneumonia (lobar pneumonia, broncopneumonia, pneumonia primária atípica),
bronquiectasias e doença do legionário causada por Legionella pneumophila.
Infecções da pele e tecidos moles de gravidade ligeira e moderada causadas por S.
pyogenes e S. Aureus (durante o tratamento poderá emergir resistência): carbúnculo,
paroníquia, abcessos, acne pustular, impetigo, celulite e erisipelas.
Infecções gastrointestinais: difteria causada por Corynebacterium diphtheriae como
coadjuvante da antitoxina para prevenir possíveis portadores.
Outras infecções:
Sífilis primária causada por Treponema pallidum.
Infecções por Chlamydia causada por C. trachomatis no homem adulto (uretrite);
conjuntivite e pneumonia nos recém-nascidos e bebés (o tratamento tópico isolado para
tratamento da conjuntivite não é adequado); crianças com menos de 9 anos de idade,
grávidas, lactantes, adolescentes e adultos (infecções uretrais, endocervicais ou rectais
não complicadas).
Eritrasma causada por C. minutissimum.
Gonorreia causada por Neisseria gonorrhoeae. A eritromicina é o fármaco de alternativa
no tratamento da doença pélvica inflamatória aguda nos doentes com antecedentes de
hipersensibilidade à penicilina ou com bacteremia ou arterite.
Amebíase intestinal causada por Entamoeba histolytica.
Infecções por Listeria monocytogenes.
Endocardite bacteriana causada por estreptococos alfa-hemolíticos (grupo viridans). A
eritromicina tem sido recomendada na prevenção da endocardite bacteriana nos doentes
com doença cardíaca congénita, doença valvular adquirida ou febre reumática que
apresentem hipersensibilidade à penicilina, quando submetidos a intervenções dentárias
ou intervenções cirúrgicas do tracto respiratório superior.

2. ANTES DE UTILIZAR ERITROCEL
Não utilize ERITROCEL:
-se tem alergia (hipersensibilidade) à substância activa de ERITROCEL.



-se está a receber tratamento concomitante com terfenadina, astemizole, cisaprida e
pimozida, ergotamina e dihidroergotamina.
Tome especial cuidado com ERITROCEL:
Não se deve administrar qualquer outro produto na veia que esteja recebendo uma
perfusão de ERITROCEL.
A eritromicina é principalmente excretada no fígado, pelo que deve ser administrada com
precaução em doentes a efectuar terapêutica concomitante com agentes hepatotóxicos.
Disfunção hepática incluindo enzimas hepáticas aumentadas e hepatite hepatocelular e/ou
colestática, com ou sem icterícia, foram raramente descritas com eritromicina.
Dado que a eritromicina é excretada principalmente pelo fígado, tal facto deve ser tido
em atenção quando se administre o antibiótico em doentes com a função hepática
diminuída.
Existem relatórios que sugerem que a eritromicina não atinge o feto em concentrações
adequadas de modo a evitar a sífilis congénita. Os recém-nascidos de mães que durante a
gravidez receberam eritromicina oral para tratamento da sífilis primária devem ser
devidamente medicados com penicilina.
Foram descritos casos de rabdomiólise com ou sem disfunção renal em indivíduos
gravemente doentes tomando concomitantemente eritromicina com lovastatina.
Foi descrito muito raramente prolongamento do intervalo QT e arritmia ventricular em
doentes tratados com eritromicina I.V.
A utilização prolongada ou repetida da eritromicina pode provocar desenvolvimento
excessivo de bactérias ou fungos não-sensíveis. Se se verificar superinfecção, a
eritromicina deve ser suspensa e instituído tratamento adequado. Tem sido descrita colite
pseudomembranosa com praticamente todos os antibacterianos, incluindo macrólidos,
que pode ser de gravidade ligeira até de compromisso vital.
Quando indicado, as áreas de infecções localizadas podem requerer incisão, drenagem
cirúrgica ou outros actos cirúrgicos, adicionalmente ao tratamento com antibiótico.
A eritromicina interfere com a determinação fluorimétrica das catecolaminas na urina.
Foi descrito que a eritromicina pode agravar a função muscular dos doentes que sofrem
de miastenia gravis.
Foram descritos casos de estenose hipertrófica do piloro em crianças após o tratamento
com eritromicina.
Num grupo de 157 recém-nascidos que receberam eritromicina para profilaxia da tosse
convulsa, sete (5%) desenvolveram sintomas de vómitos não biliosos ou irritabilidade ao
serem alimentados, tendo sido subsequentemente diagnosticados com estenose
hipertrófica do piloro e requerendo piloromiotomia. Dado que a eritromicina pode ser
usada no tratamento de crianças em situações associadas a mortalidade e morbilidade
importantes (como a tosse convulsa ou Chlamydia) o benefício do tratamento com
eritromicina deverá ser avaliado relativamente ao potencial risco de desenvolvimento de



estenose hipertrófica do piloro. Deverão avisar-se os pais para contactar o médico
assistente, caso se verifiquem vómitos ou irritabilidade quando os bebés são alimentados.
Ao utilizar ERITROCEL com outros medicamentos
Informe o seu médico ou farmacêutico, se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente
outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica. Alguns
medicamentos podem causar problemas se forem tomados conjuntamente com
ERITROCEL.
A administração de eritromicina em doentes que estejam a ser tratados com doses
elevadas de teofilina, poderá estar associada a um aumento dos níveis séricos da teofilina
e a uma potencial toxicidade desta. Caso ocorra aumento nos níveis séricos ou potencial
toxicidade da teofilina aquando da administração concomitante com eritromicina, a dose
de teofilina deverá ser reduzida.
Com a administração de eritromicina e digoxina foram descritas concentrações séricas
elevadas de digoxina.
Foram descritos casos de aumento do efeito anticoagulante quando eritromicina e
anticoagulantes orais são administrados concomitantemente. A co-administração de
eritromicina e ergotamina ou dihidroergotamina tem sido associada em alguns doentes a
toxicidade aguda da cravagem do centeio, caracterizada por vasospasmo periférico grave
e disestesia.
Triazolobenzodiazepinas (como triazolam e alprazolam) e benzodiazepinas relacionadas:
a eritromicina revelou diminuir a depuração de triazolam, midazolam e benzodiazepinas
relacionadas, e deste modo poder aumentar o efeito farmacológico destas
benzodiazepinas.
O uso de eritromicina em doentes recebendo tratamento com fármacos metabolizados
pelo citocromo P450 pode estar associado a elevações nos níveis séricos desses fármacos.
Foram descritas interacções da eritromicina com carbamazepina, ciclosporina,
hexobarbital, fenitoína, alfentanil, disopiramida, bromocriptina, valproato, tacrolimus,
quinidina, metilprednisolona, cilostazol, vinblastina, sildenafil, terfenadina, astemizole e
rifabutina. As concentrações séricas destes fármacos devem ser rigorosamente
monitorizadas nos doentes recebendo tratamento concomitante com eritromicina.
A eritromicina altera significativamente o metabolismo da terfenadina, quando
administrada concomitantemente. Observaram-se raros casos de efeitos cardiovasculares
graves incluindo morte, paragem cardíaca, “torsades de pointes” e outras arritmias
ventriculares (ver Contra-indicações e Efeitos indesejáveis).
A eritromicina altera significativamente o metabolismo do astemizole quando
administrada concomitantemente. Observam-se raros casos de efeitos cardiovasculares
graves incluindo, paragem cardíaca, “torsades de pointes” e outras arritmias ventriculares
(ver Contra-indicações e Efeitos indesejáveis).



Nos doentes tratados simultaneamente com eritromicina e cisaprida foram descritos
níveis elevados de cisaprida que podem resultar em prolongamento do intervalo QT e
arritmias cardíacas incluindo taquicardia ventricular, fibrilhação ventricular e “torsades
de pointes”. Efeitos semelhantes foram observados em doentes recebendo pimozida e
claritromicina, outro antibiótico macrólido.
A eritromicina revelou diminuir a depuração de zopiclone e por conseguinte, pode
aumentar os efeitos farmacodinâmicos deste fármaco.
Nos doentes tratados com eritromicina e inibidores da HMG-CoA reductase (como por
ex. lovastatina e simvastatina) verificou-se aumento nas concentrações séricas dos
inibidores da HMG-CoA reductase. Foram descritos raros casos de rabdomiólise com a
co-administração destes fármacos.
Gravidez e aleitamento
Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.
Não existem estudos adequados e bem controlados realizados em mulheres grávidas. No
entanto, estudos observacionais em humanos demonstraram malformações
cardiovasculares após exposição a medicamentos contendo eritromicina durante o início
da gravidez.
A eritromicina atravessa a barreira placentária em seres humanos, embora os níveis
plasmáticos no feto sejam geralmente baixos.
A eritromicina apenas deve ser administrada durante a gravidez se absolutamente
necessário.
Desconhece-se o efeito da eritromicina no trabalho de parto e parto.
A eritromicina é excretada no leite materno, deste modo, deverá ter-se precaução
aquando da administração de eritromicina a mulheres a amamentar.
Condução de veículos e utilização de máquinas
Este medicamento não afecta a capacidade de condução de veículos ou o uso de
máquinas

3. COMO UTILIZAR ERITROCEL
Utilizar ERITROCEL sempre de acordo com as indicações do médico.
Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.
O seu médico irá dizer-lhe qual a dose exacta que deverá tomar em cada dia e durante
quanto tempo. Tome este medicamento até completar o período de tratamento indicado
pelo médico. Não interrompa o tratamento quando se sentir melhor.
Posologia



Para o tratamento de infecções graves em adultos e crianças a dose intravenosa de
lactobionato de eritromicina recomendada é de 15 a 20 mg/Kg/dia. Para o tratamento de
infecções muito graves podem ser administradas doses mais elevadas até 4 g/dia.
Tratamento da doença do legionário – Apesar das doses óptimas não terem sido
determinadas, as doses recomendadas segundo dados clínicos conhecidos, variam de 1 a
4 g/dia, em doses repartidas.
Tratamento da gonorreia, causada pela N. Gonorrhoea – Em mulheres alérgicas à
penicilina, administrar 500 mg de lactobionato de eritromicina cada 6 horas durante 3
dias, seguidos de 250 mg de eritromicina pela via oral, cada 6 horas durante 7 dias.
Administração
ERITROCEL pode ser administrado em perfusão contínua ou descontínua.
Em virtude da baixa concentração de eritromicina e da baixa velocidade de perfusão
utilizada na perfusão contínua esta é preferível à perfusão descontínua. No entanto, se se
utilizar perfusão descontínua em intervalos não superiores a 6 horas esta também é
efectiva. A administração de eritromicina via intravenosa deve ser substituída pela via
oral, assim que possível.
a) Perfusão contínua
Preparar a solução final de lactobionato de eritromicina de forma a obter uma
concentração de 1g por litro (1 mg/ml).
b) Perfusão descontínua
Administrar ¼ da dose diária total de lactobionato de eritromicina durante 20 a 60
minutos em intervalos não superiores a 6 horas. Preparar a solução final de forma a obter
uma concentração de 1 a 5 mg/ml. Não deve ser utilizado menos de 100 ml de solvente
para administração intravenosa. A perfusão deve ser suficientemente lenta para
minimizar a dor na veia.
Não administrar qualquer outro produto na veia que esteja recebendo a perfusão de
ERITROCEL.
INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO
Preparação da solução
Para preparar a solução inicial de lactobionato de eritromicina, adicione 20 ml de água
para preparações injectáveis ao frasco de ERITROCEL I.V. Utilize apenas água para
preparações injectáveis uma vez que, outros solventes podem causar precipitação. Não
utilize solventes que contenham conservantes ou sais inorgânicos. Após reconstituição, a
solução contém 50 mg de eritromicina base por ml. A solução após ser preparada pode
ser guardada no frigorífico durante 2 dias ou 24 horas à temperatura ambiente.
Antes de proceder a administração intravenosa, diluir a solução inicial num dos seguintes
solventes para obter uma concentração de 1 g de eritromicina base por litro (1 mg/ml)
para perfusão contínua ou uma concentração de 1 a 5 mg/ml para perfusão descontínua:
Soluto salino isotónico a 0,9% e Lactato de Ringer. A solução final a ser administrada é
estável durante 12 horas.



Se utilizar mais ERITROCEL do que deveria
Em caso de sobredosagem, o tratamento com eritromicina deve ser suspenso. Sintomas
ou sinais de sobredosagem devem ser tratados com medidas de suporte. A eritromicina
não é removida por diálise peritoneal ou hemodiálise.
Caso se tenha esquecido de utilizar ERITROCEL
É pouco provável que isto ocorra, uma vez que este medicamento não se destina a ser
administrado directamente por si, mas sim por um profissional de saúde.
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Se parar de utilizar ERITROCEL
Deverá seguir as instruções do seu médico relativamente à duração do tratamento, a qual
é variável em função do doente e da sua situação clínica.
Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico
ou farmacêutico.

4. EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSÍVEIS
Como todos os medicamentos, ERITROCEL pode causar efeitos secundários, no entanto
estes não se manifestam em todas as pessoas.
Se notar algum dos seguintes efeitos secundários graves, fale com o seu médico
imediatamente ou dirija-se a um hospital imediatamente.
As frequências para os efeitos indesejáveis descritos abaixo não podem ser estimadas,
pelo que são consideradas desconhecidas.
Efeitos indesejáveis em ensaios clínicos e em estudos de pós-comercialização
Classes de sistemas de órgãos
Efeitos indesejáveis
Cardiopatias
Torsades de pointes
Taquicardia ventricular
Précordialgis, palpitações
Afecções do ouvido e do labirinto
Surdez*
Acufenos
Vertigens
Doenças gastrointestinais
Dor abdominal
Diarreia
Náuseas
Pancreatite
Vómitos



Afecções hepatobiliares
Disfunção hepática
Hepatite
Doenças do sistema imunitário
Anafilaxia
Infecções e infestações
Colite pseudomembranosa**
Exames complementares de diagnóstico Testes anormais da função hepática
Prolongamento do intervalo QT
Doenças do metabolismo e da nutrição
Anorexia
Doenças do sistema nervoso
Convulsões
Perturbações do foro psiquiátrico
Confusão
Alucinações
Doenças renais e urinárias
Nefrite intersticial
Afecções dos tecidos cutâneos e Eritema multiforme
subcutâneos
Erupções cutâneas ligeiras
Síndrome Stevens-Johnson
Necrólise tóxica epidérmica
Urticária
Vasculopatias Flebite***
* Os problemas auditivos reversíveis ocorreram em doentes com insuficiência renal e
em doentes tratados com doses elevadas de eritromicina.
** A colite pseudomembranosa tem sido descrita com quase todos os agentes
antibacterianos, e pode variar em gravidade desde ligeira a fatal. Deste modo, é
importante considerar este diagnóstico em doentes que apresentem diarreia subsequente
à administração de agentes antibacterianos.
*** A dor e trauma vasculares podem ser limitados ou obviados com uma administração
lenta em perfusão contínua durante pelo menos 20 a 60 minutos.
À semelhança do que acontece com outros antibióticos, a utilização prolongada pode
resultar em colonização, com aumento do número de bactérias e fungos não-sensíveis.
Deverá ser instituído tratamento adequado se ocorrerem superinfecções.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários
não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

5. COMO CONSERVAR ERITROCEL
Conservar a temperatura inferior a 25ºC.
A solução após ser preparada pode ser guardada no frigorífico durante 2 dias ou 24 horas
à temperatura ambiente.
A solução final a ser administrada é estável durante 12 horas.
Manter fora do alcance e da vista das crianças.



Não utilize ERITROCEL após o prazo de validade impresso na embalagem, após VAL.
O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.
Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico.
Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita.
Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

6. OUTRAS INFORMAÇÕES
Qual a composição de ERITROCEL
A substância activa é eritromicina, sob a forma de eritromicina, lactobionato.
Qual o aspecto de ERITROCEL e conteúdo da embalagem
ERITROCEL apresenta-se como um pó branco, acondicionado em frascos para
injectáveis de vidro tipo III, incolor, com tampa de borracha de clorobutilo vermelha e
cápsula de alumínio com flip off.
A solução reconstituída apresenta-se como uma solução límpida e isenta de partículas.
Embalagens de 1, 4 e 25 frascos para injectáveis.
É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.
Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante
Titular da Autorização de Introdução no Mercado
Labesfal - Laboratórios Almiro S.A.
Zona Industrial do Lagedo
3465-051 Santiago de Besteiros - Portugal
Fabricante
Labesfal - Laboratórios Almiro, S.A.
Zona Industrial do Lagedo
3465-157 Santiago de Besteiros
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