FARLUTAL

Para que serve FARLUTAL

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


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21/Dez/2015

Farlutal®

acetato de medroxiprogesterona



I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Nome comercial:
Farlutal®
Nome genérico: acetato de medroxiprogesterona

APRESENTAÇÕES
Farlutal® 10 mg em embalagens contendo 10 ou 14 comprimidos.

VIA DE ADMINISTRAÇÃO

USO ORAL

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de Farlutal® contém o equivalente a 10 mg de acetato de medroxiprogesterona.
Excipientes: lactose monoidratada, amido de milho, sacarose, óleo mineral, estearato de cálcio e talco.

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21/Dez/2015

II - INFORMAÇÕES À PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Farlutal® (acetato de medroxiprogesterona) é indicado para o tratamento da amenorreia secundária (ausência de
menstruação por um período maior do que 3 meses em mulher que anteriormente já apresentou ciclos
menstruais); no tratamento do sangramento uterino disfuncional devido ao desequilíbrio hormonal (sangramento
uterino anormal decorrente de um estímulo hormonal inadequado), na ausência de doenças orgânicas (doenças
do organismo), como mioma (tumor benigno da parede do útero) ou carcinoma no útero (tumor maligno). É
também indicado na terapia hormonal (tratamento em que se usam hormônios) em oposição aos efeitos
endometriais (relativos ao endométrio – camada que recobre o útero internamente) do estrogênio (hormônio
feminino) em mulheres na menopausa não histerectomizadas (sem retirada total ou parcial do útero), como
complemento ao tratamento estrogênico (com estrógeno).

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Farlutal® é um medicamento sintético, semelhante ao hormônio progesterona que existe normalmente no
organismo da mulher. Esse medicamento age regulando o sistema endócrino (hormonal) e, portanto controlando
o ciclo menstrual e/ou sangramentos resultantes deste.
Por ser uma substância semelhante à progesterona pode também funcionar como substituto desse hormônio nas
mulheres com deficiência do mesmo quando indicado pelo médico.
Farlutal® não está indicado como contraceptivo (anticoncepcional).

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Farlutal® é contraindicado nas seguintes condições: a pacientes que apresentam ou já tiveram doenças
vasculares [tromboflebite (coágulo com inflamação dos vasos sanguíneos), distúrbios tromboembólicos
(formação de um trombo, coágulo, no interior dos vasos sanguíneos)], e cerebrovasculares (alterações nos vasos
sanguíneos do cérebro); insuficiência (diminuição) grave da função do fígado; quando houver presença ou
suspeita de doença maligna dos órgãos genitais; no sangramento vaginal de causa desconhecida; a pacientes que
apresentam hipersensibilidade (alergia) à medroxiprogesterona ou a qualquer componente da fórmula.
Farlutal® está contraindicado na presença ou suspeita de doença maligna de mama.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o
tratamento.
Este medicamento é contraindicado para uso em mulheres grávidas.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez.
Farlutal® e seus metabólitos são excretados (eliminados) no leite materno. Não há evidência sugerindo que esse
fato determine qualquer dano ao bebê.
Farlutal® pode interagir com outros medicamentos, como a aminoglutetimida.
Se tiver que realizar exames laboratoriais, informe ao médico patologista que está em tratamento com este
medicamento.
Informe ao seu médico se você tem ou teve depressão, retenção de líquidos, ou tromboembolismo venoso.
Informe ao seu médico se você é diabética.
Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de
Diabetes.
Vários estudos realizados quanto aos efeitos em longo prazo de esquema combinado estrógeno-progestágeno
(hormônios femininos) em mulheres pós-menopausadas (que já entraram na menopausa) relataram um aumento
no risco de vários distúrbios, incluindo doenças cardiovasculares [doenças do coração ou dos vasos sanguíneos,
como por exemplo, doença coronariana (doença em que ocorre obstrução dos vasos sanguíneos que levam
sangue ao músculo do coração, podendo levar ao infarto), acidente vascular cerebral (“derrame”),
tromboembolismo venoso (formação de coágulo dentro de uma veia), e embolia pulmonar (formação de um
coágulo dentro de um vaso sanguíneo do pulmão)]; câncer (tumor maligno) de mama; demência (doença
caracterizada por perda progressiva da memória) e câncer do ovário.
Este medicamento pode interromper a menstruação por período prolongado e/ou causar sangramentos
intermenstruais severos.
Procure seu médico se ocorrer perda completa ou parcial súbita da visão ou no caso de instalação súbita de
proptose (avanço anormal de ambos os olhos), visão dupla ou enxaqueca (dor de cabeça).
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não
use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

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21/Dez/2015


5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Farlutal® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Características do produto: comprimidos redondos, convexos, brancos, sulcados de um lado e gravados com
“UPJOHN 50” do outro lado.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

O uso combinado de estrogênio/progesterona na pós-menopausa deve se limitar à menor dose eficaz e na menor
duração consistente com as metas do tratamento e os riscos individuais para cada paciente (veja itens 3 e 4) e
deve ser periodicamente avaliado pelo seu médico. São recomendadas avaliações periódicas com frequência e
natureza adaptadas para cada paciente. Não é recomendado administrar progesterona a uma paciente sem o útero
intacto, a menos que haja um diagnóstico prévio de endometriose (doença caracterizada por presença de
endométrio fora do útero).

Tratamento de amenorreia secundária
Recomenda-se a administração de Farlutal® por 5 a 10 dias, por 3 ciclos consecutivos. Em pacientes com
hipotrofia (atrofia / involução) do endométrio, estrógenos devem ser utilizados concomitantemente à terapia com
Farlutal®.

Sangramento uterino disfuncional devido ao desequilíbrio hormonal, na ausência de patologias orgânicas
(doenças do organismo)
Farlutal® pode ser administrado por 5 a 10 dias, por 2 a 3 ciclos e então a terapia deve ser descontinuada para se
verificar se o sangramento regrediu. Se o sangramento provém de um endométrio pouco proliferativo, estrógenos
devem ser utilizados concomitantemente à terapia com Farlutal®.

Terapia hormonal em oposição aos efeitos endometriais (relativos ao endométrio) do estrogênio em
mulheres na menopausa não histerectomizadas, como complemento à terapia estrogênica
Para mulheres recebendo 0,625 mg de estrógenos conjugados ou dose equivalente diárias de qualquer outro
estrógeno, Farlutal® pode ser administrado no seguinte esquema:
Administração sequencial: administrar doses diárias de Farlutal® por 10 a 14 dias consecutivos, a cada 28 dias
ou a cada ciclo mensal.
Uso em pacientes com Insuficiência Hepática (diminuição da função do fígado)
Não foram realizados estudos clínicos para avaliar o efeito do acetato de medroxiprogesterona e a
farmacocinética em pacientes com doença hepática. Contudo, Farlutal® é quase exclusivamente eliminado pelo
metabolismo hepático (pelo funcionamento do fígado) e os hormônios esteroides (hormônios derivados do
colesterol, incluindo os hormônios sexuais, como estrógeno e progesterona) podem ser pouco metabolizados em
pacientes com insuficiência hepática severa (veja item 3).

Uso em pacientes com Insuficiência Renal (diminuição da função dos rins)
Não foram realizados estudos clínicos para avaliar o efeito de Farlutal® e a farmacocinética em pacientes com
doença renal. Contudo, sendo que Farlutal® é quase exclusivamente eliminado pelo metabolismo hepático, não é
necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso a paciente esqueça de tomar Farlutal® no horário estabelecido, deve tomá-lo assim que lembrar.
Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, deve desconsiderar a dose esquecida e tomar a
próxima. Neste caso, a paciente não deve tomar a dose duplicada para compensar doses esquecidas. O
esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

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21/Dez/2015


8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Farlutal®, tais
como:
Reação muito comum (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça,
náusea,sangramento uterino disfuncional (irregular, aumento, redução, spotting).
Reação comum
(ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipersensibilidade
(reação alérgica) ao medicamento, depressão, insônia, nervosismo, tontura, alopecia (perda de cabelo), acne,
urticária (alergia de pele), prurido (coceira), corrimento cervical, dor na mama, sensibilidade na mama, febre,
fadiga (cansaço), aumento de peso.
Reação incomum
(ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hirsutismo (aumento
de pelos), galactorreia (secreção inapropriada de leite), edema (inchaço), retenção de líquidos,
Frequência não conhecida
(não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis): reação anafilática (reação
alérgica), reação anafilactoide (reações alérgicas graves), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele
ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), anovulação (ausência de ovulação) prolongada, sonolência,
embolismo e trombose (entupimento de uma veia por trombo), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas
por acúmulo de pigmentos biliares), icterícia colestática (tipo de icterícia), lipodistrofia adquirida* (alteração da
distribuição da gordura corporal), rash (erupção cutânea), amenorreia (ausência de menstruação), erosão do colo
uterino (inflamação do colo do útero), diminuição da tolerância à glicose (alteração da glicose), perda de peso.
* Reação adversa ao medicamento identificada pós-comercialização
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.


O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Doses orais de até 3 g/dia foram bem toleradas. O tratamento para superdose é sintomático e de suporte.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.

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21/Dez/2015

III – DIZERES LEGAIS

MS - 1.0216.0168
Farmacêutico Responsável: José Cláudio Bumerad – CRF-SP n° 43746

Registrado por:
Laboratórios Pfizer Ltda.
Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
CEP 07112-070 – Guarulhos – SP
CNPJ nº 46.070.868/0001-69

Fabricado e Embalado por:
Pfizer Italia S.r.L.
Ascoli Piceno - Itália

Importado por:
Laboratórios Pfizer Ltda.
Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
CEP 06696-000 - Itapevi – SP
CNPJ nº 46.070.868/0036-99

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

FLTCOM_07



FLTCOM_07

HISTÓRICO DE ALTERAÇÕES DE BULA

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

N°. do

expediente

Assunto

Data do

expediente

N°. do

expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de bula

Versões

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QUANDO NÃO DEVO USAR ESSE
MEDICAMENTO?

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O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?

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COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?

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QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?

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RESULTADOS DE EFICÁCIA

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CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS

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CONTRAINDICAÇÕES

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ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

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INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

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POSOLOGIA E MODO DE USAR

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REAÇÕES ADVERSAS

VP/VPS

10 MG COM CT BL
AL PLAS INC X 10

10 MG COM CT BL
AL PLAS INC X 14

23/10/2015

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COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?

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REAÇÕES ADVERSAS

VP/VPS

10 MG COM CT BL
AL PLAS INC X 10

10 MG COM CT BL
AL PLAS INC X 14

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23/04/2015

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MEDICAMENTO

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O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?

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ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

VP/VPS

10 MG COM CT BL
AL PLAS INC X 10

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IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO

VP/VPS

10 MG COM CT BL
AL PLAS INC X 10

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de Bula – RDC
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COMPOSIÇÃO

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COMO ESTE MEDICAMENTO
FUNCIONA?

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QUANDO NÃO DEVO USAR
ESSE MEDICAMENTO?

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O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?

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ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?

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COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?

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O QUE DEVO FAZER QUANDO
EU ME ESQUECER DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?

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RESULTADOS DE EFICÁCIA

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CONTRAINDICAÇÕES

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ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

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POSOLOGIA E MODO DE USAR

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DIZERES LEGAIS


10 MG COM CT BL
AL PLAS INC X 14



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).
  2. Derrame: Acúmulo anormal de líquido em qualquer cavidade ou órgão (derrame pleural, derrame pericárdico, derrame cerebral).
  3. Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
  4. Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
  5. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  6. Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia (ver).
  7. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  8. Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
  9. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  10. Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
  11. Tala: Instrumento ortopédico utilizado freqüentemente para imobilizar uma articulação ou osso fraturado. Pode ser de gesso ou material plástico.
  12. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  13. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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