FARMANGUINHOS OSELTAMIVIR

Para que serve FARMANGUINHOS OSELTAMIVIR

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.



do oseltamivir, porque também têm sido relatados em pacientes com gripe que não estavam tomando
oseltamivir.
Se você observar qualquer sinal de comportamento anormal durante o tratamento, informe ao seu médico.
Se você possui insuficiência renal grave, o seu médico poderá fazer ajuste da dose de oseltamivirdurante o
tratamento e prevenção da gripe.

Efeito sobre a capacidade para dirigir e operar máquinas

Farmanguinhos Oseltamivir não tem influência sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.

Até o momento não há informações de que Farmanguinhos Oseltamivir possa causar doping. Em caso de
dúvidas, consulte o seu médico.

Gravidez e lactação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.

Não se sabe se Farmanguinhos Oseltamivir passa para o leite humano.
Dessa forma, você só deve usar Farmanguinhos Oseltamivir durante a gestação e amamentação se o benefício
para você superar os riscos para o seu filho. Essa avaliação deverá ser feita pelo seu médico.

Interações medicamentosas

Farmanguinhos Oseltamivir pode ser tomado com as refeições.
Não foi observada nenhuma interação entre Farmanguinhos Oseltamivir e os seguintes medicamentos:
paracetamol, ácido acetilsalicílico, cimetidina ou com antiácidos (magnésio, hidróxido de alumínio, carbonato de
cálcio), varfarina, rimantadina ou amantadina.

Não foi observado aumento de eventos adversos quando Farmanguinhos Oseltamivir foi administrado com
medicamentos para pressão arterial da família dos inibidores da ECA, tais como enalapril, captopril, diuréticos
tiazídicos (bendrofluazida), antibióticos (penicilina, cefalosporina, azitromicina, eritromicina e doxiciclina),
medicamentos para gastrite ou úlcera (ranitidina, cimetidina), medicamentos para pressão alta ou doenças do
coração, como betabloqueadores (propranolol), medicamento para asma (teofilina), descongestionantes nasais
(pseudoefedrina), derivados do ópio usados para tosse ou para dor (codeína), corticosteroides, medicamentos
usados em inalação para falta de ar.

Alterações em exames laboratoriais

Aumento das enzimas do fígado foi relatado em pacientes com síndrome gripal recebendo oseltamivir.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Você deve conservar Farmanguinhos Oseltamivir cápsulas em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC),
protegido da luz e em local seco.

Número de lote, data de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Farmanguinhos Oseltamivir 75 mg possui cápsulas de coloração laranja e conteúdo de grânulos brancos.


Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se você poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você deve tomar Farmanguinhos Oseltamivir por via oral com ou sem alimento. Porém, a administração com
alimento pode diminuir os efeitos colaterais em alguns pacientes.

Caso você não consiga ingerir cápsulas, poderá receber doses apropriadas de Farmanguinhos Oseltamivir
abrindo as cápsulas e transferindo todo o conteúdo para uma pequena quantidade (no máximo 1 colher de chá)
de alimentos adocicados, tais como calda de chocolate, mel

(apenas para crianças com 2 anos de idade ou mais

velhas)

, açúcar mascavo ou refinado dissolvido em água, cobertura de sobremesa, leite condensado, calda de

frutas ou iogurte, para mascarar o sabor amargo. Siga as instruções descritas em Instruções especiais de preparo:

Dosagem padrão

Tratamento da gripe
O tratamento deve ser iniciado dentro do primeiro ou segundo dia do aparecimento dos sintomas de gripe
(primeiras 48 horas).

Adultos e adolescentes: a dose oral recomendada de Farmanguinhos Oseltamivir a adultos e adolescentes,
com 13 anos de idade ou mais, é de 75 mg, duas vezes ao dia, por cinco dias.

Crianças até 12 anos de idade: a dose recomendada de Farmanguinhos Oseltamivir para crianças de até 12
anos de idade é de 75 mg, duas vezes ao dia, por cinco dias, no entanto, a dose recomendada só poderá ser
utilizada na condição da criança possuirpeso corporal superior a 40 kg.

Profilaxia da gripe

Adultos e adolescentes: a dose oral recomendada de Farmanguinhos Oseltamivir para a profilaxia da gripe
após o contato próximo com um indivíduo infectado é de 75 mg, uma vez ao dia, durante dez dias*. A terapia
deve ser iniciada dentro de até dois dias após o contato. A dose recomendada para profilaxia em caso de surto
comunitário de gripe é de 75 mg, uma vez ao dia. A segurança e a eficácia foram demonstradas por até seis
semanas de uso contínuo. A proteção é mantida enquanto se continua a administração da medicação.

Crianças até 12 anos de idade: a dose oral recomendada de Farmanguinhos Oseltamivir para a profilaxia da
gripe após o contato próximo com um indivíduo infectado é de 75 mg, uma vez ao dia, durante dez dias*, no
entanto, a dose recomendada só poderá ser utilizada na condição da criança possuirpeso corporal superior a 40
kg. A terapia deve ser iniciada dentro de até dois dias após o contato. A dose recomendada para profilaxia em
caso de surto comunitário de gripe é de 75 mg, uma vez ao dia.

* Ou por tempo prolongado de acordo com orientação médica.

Siga as instruções, a fim de garantir a correta dosagem, utilizando cápsulas de 75 mg:

1. Verifique se você está usando a dose correta de acordo com as instruções em “

Dosagem padrão”.

Pegue a

cápsula sobre um recipiente, cuidadosamente, abra-a e coloque todo o pó no recipiente.
2. Adicione pequena quantidade de alimento adocicado apropriado (máximo 1 colher de chá) à mistura e mexa
bem.
3. Agite essa mistura e administre todo o conteúdo ao paciente. Essa mistura deve ser administrada
imediatamente após o preparo.


Repita esse procedimento para cada dose que será administrada.

Instruções especiais de dosagem

Pacientes com funcionamento inadequado dos rins

Tratamento da gripe
Não são necessários ajustes de dose para pacientes com clearance de creatinina (exame que se faz usando
sangue ou urina do paciente para avaliar a função dos rins) acima de 60 mL/min, isto é, com função renal
moderadamente comprometida. Em pacientes com clearance de creatinina de > 30-60 mL/min é recomendado
que a dose seja reduzida para 30 mg de oseltamivirduas vezes ao dia durante cinco dias. Para pacientes com
clearance

de creatinina entre 10 e 30 mL/min (comprometimento acentuado da função dos rins) é recomendado

que a dose seja reduzida para uma cápsula de 30 mg de oseltamivir, uma vez ao dia, durante cinco dias, ou doses
de acordo com peso corporal em crianças

(vide tabela Dosagem padrão),

uma vez por dia, durante cinco dias.

Em pacientes submetidos à hemodiálise (tratamento que consiste na remoção de substâncias tóxicas do sangue
com um “rim” artificial), dose inicial de 30 mg oseltamivirpode ser administrada antes do início da diálise
(popularmente conhecido como filtração do sangue) se os sintomas de gripe aparecerem dentro de 48 horas entre
as sessões de diálise. Para manter a concentração plasmática em níveis terapêuticos, a dose de 30 mg deve ser
administrada após cada sessão de hemodiálise. Para diálise peritoneal a dose de 30 mg de oseltamivir
administrada antes do início da diálise seguida de doses de 30 mg adicionais administrada a cada cinco dias é
recomendada para tratamento.
A absorção/distribuição e excreção do oseltamivir não foram estudadas em pacientes com doença renal terminal
(por exemplo clearance de creatinina 10 mL/min) não submetidos a diálise. Desta forma, não é possível
recomendar dose para esse grupo de pacientes

.

Profilaxia da gripe
Não são necessários ajustes de dose para pacientes com clearance de creatinina (exame que se faz usando
sangue ou urina do paciente para avaliar a função dos rins) acima de 60 mL/min, isto é, com função renal
moderadamente comprometida. Em pacientes com clearance de creatinina de > 30-60 mL/min é recomendado
que a dose seja reduzida para 30 mg de oseltamivirduas vezes ao dia durante cinco dias.
Para pacientes com clearance de creatinina entre 10 e 30 mL/min é recomendado que a dose seja reduzida para
uma cápsula de 30 mg de oseltamivir, em dias alternados, por tempo determinado pelo seu médico, ou doses de
acordo com peso corporal em crianças (vide tabela Dosagem padrão), em dias alternados, pelo tempo
determinado pelo seu médico. Em pacientes submetidos à hemodiálise, dose inicial de 30 mg de oseltamivir
pode ser administrada antes do início da diálise. Para manter a concentração plasmática em níveis terapêuticos a
dose de 30 mg deve ser administrada após cada sessão alternada de hemodiálise. Para diálise peritoneal uma
dose inicial de 30 mg de oseltamiviradministrada antes do início da diálise e seguida de doses de 30 mg
adicionais administradas a cada sete dias é recomendada para profilaxia.
A absorção/distribuição e excreção do oseltamivir não foram estudadas em pacientes com doença renal terminal
(por exemplo clearance de creatinina 10 mL/min) não submetidos a diálise. Desta forma, não é possível
recomendar dose para esse grupo de pacientes.
Apenas o médico poderá definir qual o seu grau de comprometimento renal e fazer o ajuste adequado da
dose.

Pacientes com funcionamento inadequado do fígado:

Não é necessário ajuste de dose para pacientes que tenham disfunção hepática leve a moderada e que estejam em
tratamento ou profilaxia para influenza.

Idosos

Não é necessário ajuste de dose para pacientes idosos, tanto para o tratamento quanto para a profilaxia da gripe.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.


Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não dobre a dose de Farmanguinhos Oseltamivir para compensar uma cápsula que se esqueceu de tomar.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

O tratamento com oseltamivir é geralmente bem tolerado. Quando presentes, as reações adversas mais frequentes
são náusea, vômito, dor e dor de cabeça.
A maioria destas reações adversas ocorreu tanto no primeiro ou no segundo dia de tratamento e foram resolvidas
espontaneamente dentro de 1-2 dias.

A seguir estão listadas as reações adversas que ocorreram em pacientes adolescentes e adultos em estudos de
tratamento e profilaxia da gripe.
Reações adversas a medicamentos são respostas prejudiciais não-intencionais decorrentes do uso do
medicamento nas doses normalmente utilizadas em seres humanos.

Reações adversas durante o tratamento da gripe em adultos e adolescentes

Reação muito comum (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam este medicamento): náusea.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): vômito, dor de
cabeça, dor.

Reações adversas durante a profilaxia da gripe

Reação muito comum (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de
cabeça.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): náusea, vômito,
dor.

A seguir estão listados os eventos adversos relatados em pacientes adolescentes e adultos em estudos de
tratamento e profilaxia da gripe e que, no entanto ocorreram mais frequentemente no grupo que tomava placebo
(cápsulas que não contêm a substância ativa do medicamento e que são administradas a grupos específicos com a
finalidade de comparar os seus efeitos com o do medicamento) ou nos quais a diferença entre eles foi menor que
1%.

Evento adverso é qualquer ocorrência médica desfavorável, que pode ocorrer durante o uso do medicamento,
mas que não possui, necessariamente, relação com ele.

Eventos adversos comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

durante o tratamento da gripe: diarreia, dor abdominal, tontura, bronquite, sinusite, herpes simples, congestão
nasal, insônia, tosse.
Eventos adversos comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

durante a profilaxia da gripe: diarreia, dor no alto ventre, dispepsia (indigestão), tontura, nasofaringite
(resfriado comum), infecção no trato respiratório superior, dismenorreia (cólica menstrual), gripe, pirexia
(febre), dor nas costas, fadiga (cansaço), congestão nasal (nariz entupido), estado gripal, artralgia (dor nas
articulações), dor nos membros (braços e pernas), insônia, rinorreia (nariz escorrendo), mialgia (dor muscular),
dor de garganta e tosse.


Reações em crianças durante o tratamento da gripe

Reação muito comum (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam este medicamento): vômito.

Reações em crianças na profilaxia da gripe

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): vômito.
A seguir estão listados os eventos adversos relatados nos estudos de tratamento ou profilaxia da gripe e que, no
entanto ocorreram mais frequentemente nas crianças sem profilaxia ou grupo que tomava placebo ou nos quais a
diferença entre o oseltamivir e as sem profilaxia ou placebo foi menor que 1%.

Evento adverso é qualquer ocorrência médica desfavorável, que pode ocorrer durante o uso do medicamento,
mas que não possui, necessariamente, relação com ele.

Eventos adversos durante o tratamento da gripe

Evento comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia, náusea, dor
abdominal (dor na barriga), otite média (inflamação aguda do ouvido), bronquite, pneumonia, sinusite, dermatite
(inflamação da pele), asma, epistaxe (sangramento do nariz), dor de ouvido, conjuntivite (olhos vermelhos,
secreção e dor).

Evento incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): linfoadenopatia
(crescimento dos gânglios linfáticos, popularmente conhecidos como ínguas) e distúrbios do tímpano.

Eventos adversos durante a profilaxia da gripe

Evento muito comum (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam este medicamento): tosse e
congestão nasal.

Outros eventos adversos que ocorreram após a comercialização do oseltamivir:

Alteração de pele e de tecido subcutâneo: reação de hipersensibilidade, tais como reações alérgicas de pele,
incluindo dermatites, rash (erupção cutânea), eczema (reação alérgica da pele, que fica avermelhada e com
coceira, muitas vezes com espessura aumentada), urticária (manchas vermelhas, elevadas, com coceira e que
mudam de lugar no corpo), eritema multiforme (lesões diversas na pele, variando de manchas até vesículas e
bolhas), alergia, reações anafiláticas ou anafilactóides (reação alérgica grave, acompanhada de falta de ar e
choque), inchaço na face, síndrome de Steven-Johnson (lesões extensas na pele e mucosas com formação de
bolhas, parecendo queimadura) e necrólise epidérmica tóxica (a camada superficial da pele se desprende), são
reportados.

Alteração do sistema hepático e biliar (fígado e vesícula biliar): hepatite e elevação de enzimas hepáticas
(substâncias dosadas no sangue para verificar se existe lesão das células do fígado) foram reportados em
pacientes com síndrome gripal (infecção respiratória aguda) recebendo oseltamivir.

Alteração psiquiátrica e alteração do sistema nervoso: convulsão e delírio (incluindo sintomas tais como
nível alterado de consciência, confusão, comportamento anormal, ilusões, alucinações, agitação, ansiedade,
pesadelos) foram reportados durante a administração de oseltamivir em pacientes com influenza (gripe),
predominantemente em crianças e adolescentes. Em raros casos, esses eventos resultaram em danos acidentais.
A relação entre o uso de oseltamivir e esses eventos é desconhecida. Tais eventos neuropsiquiátricos também
têm sido relatados em pacientes com influenza (gripe) que não fizeram uso de oseltamivir.

Alterações gastrointestinais: sangramento gastrintestinal foi observado após o uso de oseltamivir. Em
particular, quadros de colite hemorrágica (inflamação do intestino grosso com sangramento) regrediram no final
da gripe ou quando o tratamento com oseltamivir foi interrompido.


Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

Embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado
corretamente, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu

médico.


9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?

Casos de superdose com oseltamivir foram reportados em estudos clínicos e durante a sua pós-comercialização.
Na maioria dos casos de superdose não foram reportados eventos adversos. Os eventos adversos reportados após
uma superdose foram semelhantes em sua natureza e distribuição aos observados com doses terapêuticas de
oseltamivir (vide item 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a

embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.


DIZERES LEGAIS

M.S. 1.1063.0127

Responsável Técnico: Carlos Araújo da Costa - CRF-RJ 2809


Registrado por:
FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ
Av. Brasil, n

o

4365 – Manguinhos

Rio de Janeiro - RJ
CNPJ n

o

33.781.055/0001-35


Fabricado por:
Instituto de Tecnologia em Fármacos - FARMANGUINHOS
Av. Comandante Guaranys, 447 – Jacarepaguá
Rio de Janeiro – RJ

CNPJ

33.781.055/0049-80
Indústria Brasileira

SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CIDADÃO (SAC)

0800 024 1692
[email protected]

USO SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

VENDA PROIBIDA AO COMÉRCIO

Esta bula foi atualizada conforme a Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 06/08/2013.



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Delírio: Alteração aguda da consciência ou da lucidez mental, provocado por uma causa orgânica.
  2. Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
  3. Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos (ver) ou não.
  4. Eczema: Doença da pele caracterizada pelo surgimento de lesões generalizadas sob forma de placas, manchas ou bolhas, devido a uma reação por contato local ou por ação de uma agressão sistêmica.
  5. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  6. Gânglios linfáticos: Estrutura pertencente ao sistema linfático, localizada amplamente em diferentes regiões superficiais e profundas do organismo, cuja função consiste na filtração da linfa (ver), maturação e ativação dos linfócitos, que são elementos importantes da defesa imunológica do organismo.
  7. Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago (ver). Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
  8. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  9. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  10. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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