FAULDCARBO

Para que serve FAULDCARBO

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


Ve.: FCARB_V.8-15

1

FAULDCARBO

carboplatina

MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA

APRESENTAÇÕES
Solução injetável contendo 10 mg/mL em embalagem contendo 1 frasco-ampola de 5 mL (Fauldcarbo

50 mg), 15 mL

(Fauldcarbo

150 mg) ou 45 mL (Fauldcarbo

450 mg).


USO INJETÁVEL APENAS POR VIA INTRAVENOSA
USO ADULTO

CUIDADO

AGENTE CITOTÓXICO

COMPOSIÇÃO
Cada mL da solução de Fauldcarbo

contém 10 mg de carboplatina.

Veículos: água para injeção.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Este produto é de uso restrito a hospitais ou ambulatórios especializados, com emprego específico em neoplasias
malignas e deve ser manipulado apenas por pessoal treinado. As informações ao paciente serão fornecidas pelo
médico assistente, conforme necessário.

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
A carboplatina, princípio ativo de Fauldcarbo

®

, faz parte da segunda geração de derivados da cisplatina que mostram

atividade antineoplásica contra uma série de malignidades.
Fauldcarbo

®

(carboplatina) está indicado no tratamento de estados avançados do carcinoma de ovário de origem epitelial

(incluindo tratamentos de segunda linha e paliativo em pacientes que já tenham recebido medicamentos contendo
cisplatina). Está também indicado no tratamento do carcinoma de pequenas células de pulmão, nos carcinomas
espinocelulares de cabeça e pescoço e nos carcinomas de cérvice uterina.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Fauldcarbo

®

é um medicamento usado no tratamento do câncer. A carboplatina se liga ao DNA alterando sua

configuração e inibindo sua síntese, desta forma impedindo o tumor de proliferar.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?


A administração de Fauldcarbo

®

está contraindicada a pacientes com insuficiência renal grave, mielodepressão grave

e/ou na presença de sangramento volumoso. Está também contraindicada a pacientes com hipersensibilidade à
carboplatina ou a outros compostos contendo platina (por exemplo, cisplatina) e a pacientes grávidas ou que estejam
amamentando.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Gerais
Fauldcarbo

®

deve apenas ser administrado sob constante supervisão de médicos experientes em terapia citotóxica.

Monitoração cuidadosa da toxicidade é mandatória, particularmente no caso de administração de altas doses.
A carboplatina é um fármaco altamente tóxico, com estreito índice terapêutico e é improvável que ocorra efeito
terapêutico sem alguma evidência de toxicidade.
Função da Medula Óssea
Fauldcarbo

®

age na medula óssea suprimindo a produção das células do sangue (glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e

plaquetas). Esta supressão depende da dose (quanto maior a dose, menos células no sangue). Por este motivo exames de
sangue (hemograma) devem ser realizados em intervalos frequentes (por exemplo, semanalmente) em pacientes que estão
recebendo carboplatina. Pacientes com insuficiência renal, em uso de outros medicamentos que também suprimem a
medula ou em radioterapia tem maior risco de toxicidade grave. A dose de Fauldcarbo

®

para estes pacientes deve ser

ajustada. O tratamento da toxicidade pela carboplatina pode requerer uso de antibióticos, transfusões de sangue e
derivados, entre outros.
Função Renal
A carboplatina é excretada principalmente na urina e a função do rim deve ser monitorada em pacientes que estejam
recebendo este medicamento. Se o paciente apresenta função do rim prejudicada pode ser necessário ajuste de dose. A

Ve.: FCARB_V.8-15

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terapia prévia com cisplatina (um quimioterápico) ou concomitante com outros fármacos tóxicos ao rim pode aumentar o
risco de toxicidade renal.
Sistema Nervoso Central / Funções Auditivas
Devem ser realizadas regularmente avaliações do sistema nervoso antes e após o tratamento, particularmente em
pacientes previamente tratados com cisplatina (um quimioterápico) e em pacientes com mais de 65 anos de idade. A
carboplatina pode causar toxicidade auditiva cumulativa. Audiogramas devem ser realizados antes do início da terapia e
durante o tratamento ou quando houver sintomas auditivos. A perda auditiva importante pode requerer modificações da
dose ou descontinuação da terapia.
Efeitos gastrintestinais
A carboplatina pode induzir vômitos. A incidência e gravidade dos vômitos pode ser reduzida pelo pré-tratamento com
antieméticos (remédios que impedem o vômito) ou através da administração da carboplatina em infusão intravenosa (na
veia) por 24 horas, ou como administração intravenosa (na veia) em doses fracionadas em 5 dias consecutivos ao invés
de uma infusão única.
Reações de hipersensibilidade
Assim como com outros compostos contendo complexos de platina, reações alérgicas à carboplatina foram relatadas. Os
pacientes devem ser monitorados quanto a possíveis reações alérgicas anafilactóides (reação semelhante à anafilaxia), e
equipamento e medicações apropriados devem estar prontamente disponíveis para tratar tais reações sempre que
Fauldcarbo

®

for administrado.

Mutagenicidade e carcinogenicidade
Estudos em animais demonstraram que a carboplatina é mutagênica e teratogênica. A carboplatina pode causar dano fetal
quando administrada a mulheres grávidas. Não foi estudado o potencial carcinogênico da carboplatina, embora
compostos com mecanismo de ação semelhante tenham sido relatados como carcinogênicos.
Efeitos Imunossupressores / Aumento da suscetibilidade a infecções
Administração de vacinas vivas ou vivas-atenuadas em pacientes imunocomprometidos (com defesas diminuídas) por
agentes quimioterápicos incluindo carboplatina pode resultar em infecções sérias ou fatais.
Vacinação com vacinas atenuadas deve ser evitada em pacientes recebendo Fauldcarbo

®

. Vacinas mortas ou inativas

podem ser administradas, entretanto, a resposta a estas vacinas pode ser diminuída.
Uso em Crianças
Não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em crianças.
Uso em Idosos
Dos 789 pacientes inicialmente tratados no estudo de terapia combinada (NCIC e SWOG), 395 pacientes foram tratados
com carboplatina em combinação com a ciclofosfamida. Destes, 141 tinham mais que 65 anos de idade e 22 deles tinham
75 anos ou mais. Neste estudo a idade não foi um fator prognóstico de sobrevivência. Em relação à segurança, pacientes
idosos tratados com a carboplatina estavam mais propensos a desenvolver trombocitopenia grave quando comparados aos
pacientes mais jovens. Em dados combinados de 1942 pacientes (414 com 65 anos ou mais) que receberam a
carboplatina como agente único para diferentes tipos de tumores, uma incidência similar dos eventos adversos foi
observada nos pacientes com 65 anos ou mais e em pacientes com idade inferior a 65 anos. Outras experiências de relatos
clínicos não identificaram respostas diferentes entre os pacientes idosos e os mais jovens, mas a sensibilidade maior de
alguns pacientes idosos não pode ser descartada. A função renal deve ser considerada na seleção da dose da carboplatina
devido à função renal dos idosos muitas vezes estar diminuída (ver item “6. Como devo usar este medicamento?”).
Uso Durante a Gravidez
A carboplatina pode causar danos ao feto quando administrado a mulheres grávidas. Fauldcarbo

®

deve ser utilizado em

mulheres grávidas apenas em situações de risco de morte ou diante da impossibilidade de uso de medicamentos seguros
ou quando outros medicamentos são ineficazes.
Caso Fauldcarbo

®

seja utilizado durante a gravidez, ou se a paciente engravidar durante o tratamento, a paciente deverá

ser alertada sobre os riscos potenciais para o feto. As mulheres em idade fértil devem ser alertadas a evitar a gravidez
durante o tratamento com Fauldcarbo

®

.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente
seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Uso durante a Lactação
Não está claramente estabelecido se a carboplatina ou seus metabólitos contendo platina são excretados no leite materno.
No entanto, devido ao risco potencial de reações adversas sérias em lactentes caso o fármaco passe para o leite, a
amamentação deve ser descontinuada durante a terapia.
Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas
O efeito da carboplatina sobre a habilidade de dirigir ou operar máquinas não foi sistematicamente avaliado.
A tampa de borracha de fechamento do frasco não contém látex.
Interações Medicamentosas
Fauldcarbo

®

é, na maioria das vezes, utilizado em combinação com fármacos antineoplásicos (quimioterápicos) que

possuem efeitos citotóxicos similares. Nessas circunstâncias, é provável a ocorrência de toxicidade auditiva.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Ve.: FCARB_V.8-15

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Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Outras informações podem ser fornecidas pelo seu médico.
Para maiores informações consulte seu médico ou a bula com Informações técnicas aos profissionais de saúde.


5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Fauldcarbo

®

deve ser mantido em temperatura abaixo de 25ºC, protegido da luz.

O medicamento é de uso único e qualquer solução não utilizada deve ser devidamente descartada.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.
Fauldcarbo

apresenta-se na forma de uma solução límpida, de coloração incolor a levemente amarelada e isenta de

partículas visíveis.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.


6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Precauções no Preparo e Administração
Fauldcarbo

®

é um medicamento de

USO RESTRITO A HOSPITAIS OU AMBULATÓRIOS ESPECIALIZADOS

,

portanto deve ser preparado e administrado exclusivamente por profissionais treinados em ambiente hospitalar ou
ambulatorial.
Posologia
Fauldcarbo

®

pode ser administrado tanto como agente único ou em combinação com outros medicamentos

antineoplásicos. Fauldcarbo

®

deve ser utilizado apenas por via intravenosa e deve ser administrado por infusão IV por

um período de no mínimo 15 minutos.
Fauldcarbo

®

é um medicamento de uso restrito a hospitais. O esquema posológico e o plano de tratamento deverão ser

determinados exclusivamente pelo médico responsável de acordo com o tipo de neoplasia e a resposta ao tratamento.
Para maiores informações sobre a posologia do medicamento, consulte o seu médico ou a bula específica para o
profissional de saúde.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Como esse é um medicamento de uso exclusivamente hospitalar, o plano de tratamento é definido pelo médico que
acompanha o caso. Se você faltar a uma sessão programada de quimioterapia com esse medicamento, você deve procurar
o seu médico para redefinição da programação de tratamento.
O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Muitos efeitos colaterais do tratamento com Fauldcarbo

®

são inevitáveis devido as suas ações farmacológicas.

No entanto, os efeitos adversos são geralmente reversíveis se detectados precocemente.
As reações adversas como relatadas para os vários sistemas são as seguintes:
Tumores benignos, malignos e inespecíficos: raros casos de desenvolvimento de leucemias mielóides agudas e
síndromes mielodisplásicas (tipos de câncer do sangue) foram observados em pacientes que foram tratados com
carboplatina, principalmente quando tratados em combinação com outros agentes que potencialmente podem causar estas
doenças.
Sangue e sistema linfático: a principal toxicidade da carboplatina é a supressão da medula óssea (diminuição da função
da medula óssea), que é manifestada pela trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas),
leucopenia (redução de células de defesa no sangue), neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue:
neutrófilos) e/ou anemia (diminuição da quantidade de células vermelhas do sangue: hemácias). A mielosupressão
(diminuição da função da medula óssea) é relacionada à dose. Transfusões podem ser necessárias particularmente em
pacientes sob terapia prolongada (exemplo: mais de 6 ciclos).
Sequelas clínicas tais como febre, infecções e hemorragia (perda excessiva de sangue) podem ser observadas.
Metabolismo e nutrição: podem ocorrer anormalidades dos eletrólitos, hipocalemia (potássio sanguineo baixo),
hipocalcemia, hiponatremia (redução da concentração de sódio no sangue) e/ou hipomagnesia (redução da concentração
de magnésio no sangue).

Ve.: FCARB_V.8-15

4

Sistema nervoso: neuropatias periféricas (disfunção dos neurônios que pode levar a perda sensorial, atrofia e fraqueza
muscular, e decréscimos nos reflexos profundos) podem ocorrer. O efeito, mais comum em pacientes acima de 65 anos
de idade, parece ser cumulativo, ocorrendo principalmente em pacientes recebendo terapia prolongada e/ou naqueles que
receberam terapia anterior com cisplatina (um quimioterápico).
Olhos: anormalidades visuais, com perda visual transitória (que pode ser completa para luz e cores) ou outros distúrbios
podem ocorrer em pacientes tratados com carboplatina. Melhora e/ou recuperação total da visão geralmente ocorre dentro
de semanas após a interrupção do fármaco. Cegueira cortical (no cérebro) foi relatada em pacientes com alteração de
função renal recebendo altas doses de carboplatina.
Ouvido e Labirinto: tinido (zumbido no ouvido) e perda auditiva foram relatados em pacientes recebendo carboplatina.
O risco de ototoxicidade pode ser aumentado pela administração concomitante de outros fármacos ototóxicos (com
toxicidade auditiva) (por exemplo, aminoglicosídeos).
Cardíaco: insuficiência cardíaca congestiva (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue),
doença arterial coronariana isquêmica (por exemplo: infarto do miocárdio, parada cardíaca, angina e isquemia do
miocárdio).
Vascular: eventos cerebrovasculares.
Gastrintestinal: náuseas (enjoo) e/ou vômitos, que são geralmente leves a moderados em relação à gravidade, podem
ocorrer dentro de 6 a 12 horas após a administração de Fauldcarbo

®

, podendo persistir por até 24 horas ou mais. Outras

reações gastrintestinais como mucosite (úlceras na mucosa dor órgãos do aparelho digestivo), diarreia, constipação
(prisão de ventre) e dor abdominal também foram relatadas.
Hepatobiliar: podem ocorrer elevações leves e geralmente transitórias nas concentrações de fosfatase alcalina sérica
(enzima encontrada em diversos órgãos e tecidos), aspartato aminotransferase (AST ou

TGO

enzima do fígado) ou
bilirrubina (substância resultante da destruição e metabolização da célula sanguínea). Anormalidades substanciais nos
testes de funções hepáticas foram relatadas por pacientes tratados com carboplatina que receberam altas doses de
carboplatina e transplante autólogo de medula óssea.
Sistema imune: reações alérgicas a carboplatina têm sido relatadas. E incluem: reações de anafilaxia/anafilactóides
(reações alérgicas graves), hipotensão (pressão baixa), broncoespasmos (chiado no peito) e pirexia. Reações de
hipersensibilidade podem ocorrer em poucos minutos após administração intravenosa da carboplatina.
Pele e tecido subcutâneo: podem ocorrer raramente dermatites esfoliativas (descamação da pele). Casos de rash
(vermelhidão da pele) eritematoso, pruridos (coceiras), urticária (alergia da pele) e alopecia (perda de cabelo)
relacionados ao uso de carboplatina têm sido observados.
Musculoesquelético e de tecido conectivo: Mialgia (dor muscular) / artralgia (dor nas articulações).
Renal e urinário: insuficiência renal aguda (diminuição aguda da função dos rins) tem sido raramente reportada.
Síndrome hemolítico-urêmica (doença grave que se caracteriza por diminuição aguda da função dos rins, anemia e
diminuição das plaquetas – responsáveis pela coagulação do sangue).
Geral: astenia (fraqueza), sintomas semelhantes à gripe e reações no local da injeção.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento.
Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.


O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Não há antídoto conhecido para a superdosagem com carboplatina. Portanto, todas as medidas possíveis devem ser
tomadas para se evitar a superdosagem, o que inclui estar ciente do perigo potencial de superdosagem, cálculo cuidadoso
da dose a ser administrada e disponibilidade de recursos diagnósticos e terapêuticos adequados. Superdosagem aguda
com carboplatina pode resultar em aumento dos seus efeitos tóxicos esperados (por exemplo, mielossupressão grave,
vômitos e náuseas intratáveis, toxicidade neurosensorial grave, insuficiências renal e hepática, etc.). Pode ocorrer óbito.
A hemodiálise é efetiva e, mesmo assim, parcialmente, até 3 horas após a administração, uma vez que ocorre ligação
rápida e extensiva da platina às proteínas plasmáticas. Sinais e sintomas de superdosagem devem ser tratados com
medidas de suporte. O uso de carboplatina em doses acima das recomendadas tem sido relacionado com perda de visão.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

MS nº: 1.0033.0133
Farmacêutica Responsável: Cintia Delphino de Andrade – CRF-SP nº 25.125

Registrado por: Libbs Farmacêutica Ltda.
Rua Josef Kryss, 250 – São Paulo – SP

CNPJ

61.230.314/0001-75
Fabricado por: Libbs Farmacêutica Ltda.
Rua Alberto Correia Francfort, 88 – Embu das Artes – SP

Ve.: FCARB_V.8-15

5

Indústria Brasileira
www.libbs.com.br

Venda sob prescrição médica. Uso restrito a hospitais.




Histórico de alteração para a bula


Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

Nº expediente

Assunto

Data do

expediente

Nº do

expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de bula

Versões

(VP/VPS)

Apresentações

relacionadas

11/12/2015

10756 -

SIMILAR -
Notificação

de alteração

de texto de

bula para

adequação à

intercambiali

dade

Não se aplica

Não se aplica

Não se
aplica

Não se

aplica

- IDENTIFICAÇÃO

DO MEDICAMENTO

VP/VPS





Não se aplica

16/10/2014

0932194142

10450-

SIMILAR -
Notificação

de

Alteração de

Texto de Bula

-

RDC 60/12

14/10/2014

Não se aplica

SIMILAR -
Notificação

de

Alteração de

Texto de

Bula -

RDC 60/12

14/10/2014

- IDENTIFICAÇÃO
DO MEDICA-
MENTO
- COMO ESTE
MEDICAMENTO
FUNCIONA?
- QUANDO NÃO
DEVO USAR
ESTE
MEDICAMENTO?
- O QUE DEVO
SABER ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
- ONDE, COMO E
POR QUANTO
TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?

VP/VPS

Não se aplica

- QUAIS OS MALES
QUE ESTE
MEDICAMENTO
PODE ME
CAUSAR?
- RESULTADOS DE
EFICÁCIA
- CONTRAINDI-
CAÇÕES
- ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
- INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
- CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO
DO
MEDICAMENTO
- POSOLOGIA E
MODO DE USAR
- REAÇÕES
ADVERSAS

08/04/2014

0262629142

10457 -

SIMILAR –

Inclusão

Inicial de

Texto de

Bula – RDC

60/12

Não se aplica

Não se aplica

Não se

aplica

Não se

aplica

Não se aplica

Não se

aplica

Não se aplica




DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
  2. Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).
  3. Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).
  4. Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
  5. Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
  6. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  7. Hemorragia: Perda de sangue para um órgão interno (tubo digestivo, cavidade abdominal) ou para o exterior (ferimento arterial). De acordo com o volume e velocidade com a qual se produz o sangramento uma hemorragia pode produzir diferentes manifestações nas pessoas, desde taquicardia, sudorese, palidez cutânea, até o choque.
  8. Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
  9. Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
  10. Neurose: Doença psiquiátrica na qual existe consciência da doença. Caracteriza-se por ansiedade, angústia e transtornos na relação interpessoal. Apresenta diversas variantes segundo o tipo de neurose. Os tipos mais freqüentes são a neurose obsessiva, depressiva, maníaca, etc., podendo apresentar-se em combinação.
  11. Neuropatia: Doença que afeta a um (mononeuropatia) ou vários nervos (polineuropatia). Seus sintomas dependem da localização e tipo de nervo comprometido, podendo ser motores (fraqueza muscular) ou sensitivos (diminuição da sensibilidade, dor). Entre suas causas figuram certos tóxicos, distúrbios metabólicos, infecções, doenças degenerativas, etc.
  12. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  13. Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (ver metástases). As neoplasias mais freqüentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
  14. Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de ???emergência infecciosa???.
  15. Tala: Instrumento ortopédico utilizado freqüentemente para imobilizar uma articulação ou osso fraturado. Pode ser de gesso ou material plástico.
  16. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  17. Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
  18. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  19. Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
  20. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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