Fauldexato

Para que serve Fauldexato

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


FOLHETO INFORMATIVO



Fauldexato (Metotrexato) Solução Injectável

Leia este folheto com atenção antes de receber o seu tratamento. Este contém um resumo
da informação disponível sobre o Fauldexato (Metotrexato), solução injectável. Se tiver quaisquer perguntas, ou em caso de dúvidas acerca de algo, pergunte ao seu médico, enfermeira ou farmacêutico.
Composição do Fauldexato (Metotrexato), solução injectável:
O medicamento que o seu médico lhe receitou contém uma substância chamada Metotrexato, que está dissolvida em água. As apresentações doseadas a 2,5 mg/ml, 25 mg/ml contém ainda cloreto de sódio e hidróxido de sódio; as apresentações doseadas a 100 mg/ml contém também hidróxido e sódio.
Apresentações:

Fauldexato 5 mg/2 ml
Embalagem com 5 frascos para injectáveis

Fauldexato 50 mg/2 ml
Embalagem com 5 frascos para injectáveis ou 1 seringa

Fauldexato 100 mg/4 ml
Embalagem com 5 frascos para injectáveis

Fauldexato 500 mg/20 ml
Embalagem com 1 frasco para injectáveis

Fauldexato 1 g/10 ml
Embalagem com 1 frasco para injectáveis

Fauldexato 5 g/50 ml
Embalagem com 1 frasco para injectáveis

Fauldexato 500 mg/20 ml
Embalagem com 1

ONCOFRASCO

Fauldexato 1 g/10 ml
Embalagem com 1

ONCOFRASCO

Fauldexato 1 g/40 ml
Embalagem com 1

ONCOFRASCO

Fauldexato 5 g/50 ml

Embalagem com 1

ONCOFRASCO


AVISO

FAULDEXATO

NA CONCENTRAÇÃO DE 100 mg/ml, NAS APRESENTAÇÕ

ES DE

1 g/10 ml e 5 g/50 ml) E NA CONCENTRAÇÃO DE 25 mg/ml, NAS APRESENTAÇÕ

ES

DE 500 mg/20 ml E 1 g/40 ml)

NÃO PODEM SER ADMINISTRADAS POR VIA

INTRATECAL.

Forma farmacêutica e dosagem:Apresenta-se na forma de solução para perfusão, estéril, pronta a usar, nas concentrações de 2,5 mg/ml, 25 mg/ml e 100 mg/ml.

Categoria Fármaco-Terapêutica:
Grupo 16.1.3 – antineoplásicos – citostáticos LO1BA01
Titular de

AIM


Mayne Pharma (Portugal), Lda Rua Amália Rodrigues, 240 2750-228 Cascais
Modo de acção:O Metotrexato é um antimetabolito que actua por inibição competitiva da dihidrofolato reductase, enzima que reduz o ciclo dihidrofólico a tetrahidrofólico no processo de síntese do DNA e replicação celular. Os tecidos com actividade proliferativa são, geralmente, mais sensíveis ao efeito do Metotrexato que também inibe a síntese de anticorpos. A proliferação celular do tecido maligno é superior à da maioria dos tecidos normais podendo, assim, o Metotrexato impedir o crescimento das células malignas sem danificar irreversivelmente os tecidos normais. O Metotrexato apresenta também uma actividade imunossupressora, possivelmente resultante da inibição da multiplicação linfocitária.
Farmacocinética:

As concentrações séricas máximas do Fauldexato são alcançadas 0,5 - 2 horas após administração I.V. ou I.M., 1 - 4 horas após administração oral e 2 horas após administração intratecal. Sendo rapidamente transportado através das membranas celulares, o Metotrexato é amplamente distribuído pelos tecidos verificando-se altas concentrações no rim, vesícula biliar, baço, fígado e

pele. Aproximadamente 50% do fármaco em circulação, encontra-se ligado às proteínas plasmáticas. O Metotrexato atravessa a barreira placentária. O Metotrexato não atinge concentrações terapêuticas no LCR quando administrado por via oral ou parentérica; contudo, atinge uma concentração sérica máxima às 2 horas após administração intratecal. O tempo de semi-vida plasmática do Metotrexato é de 2 - 4 horas após administração por via I.M.. 55% a 88% da dose única diária do fármaco é excretada, em 24 horas, por via renal. As doses diárias repetidas produzem concentrações séricas mais elevadas bem como alguma retenção deste fármaco, por cada período de 24 horas, que poderão originar acumulação de Metotrexato nos tecidos. As células hepáticas parecem reter quantidades do produto por períodos prolongados mesmo após dose terapêutica única. No caso de insuficiência da função renal, o Metotrexato é retido, podendo aumentar rapidamente as suas concentrações séricas e tecidulares. Indicações Terapêuticas:O valor terapêutico do Metotrexato como antineoplásico está, no estado actual do conhecimento médico, indubitavelmente comprovado, participando o Metotrexato na composição de numerosos protocolos de quimioterapia antineoplásica.

O emprego de Fauldexato tem-se revelado particularmente eficaz no tratamento das leucemias agudas sobretudo na leucemia linfoblástica aguda, especialmente em crianças e em adultos jovens. O Metotrexato, na leucemia linfoblástica aguda é, actualmente utilizado na maioria dos centros, na fase de intensificação que se segue à fase de indução de remissão, na fase de manutenção e, ainda, em dose elevada por via I.V. bem como associado à administração intratecal, na profilaxia e no tratamento da infiltração do SNC como alternativa à irradiação crânio-
encefálica.

O Fauldexato tem-se mostrado também eficaz na terapêutica de outras doenças do foro onco-
hematológico, nomeadamente nos linfomas malignos não-Hodgkin de alto e médio grau de malignidade e na doença de Hodgkin refractária ao M.O.P.P. e ao M.O.P.P./A.B.V.D.. Do mesmo

modo, o Fauldexato é muito útil na terapêutica de certas formas de micose fúngica, no coriocarcinoma e em outros tumores do trofoblasto e ainda na terapêutica de tumores das células

germinais do ovário. A administração de Fauldexato tem-se revelado altamente eficaz no tratamento do cancro da mama, do pulmão, da bexiga, nos carcinomas epidermóides da cabeça e do pescoço e ainda na terapêutica do sarcoma estrogénico. Relativamente às doenças não

neoplásicas, o Fauldexato é muito útil no controlo da psoríase, na terapêutica da artrite reumatóide e, ainda, na profilaxia das doenças enxerto-versus-hospedeiro, nos transplantes da medula óssea.

Contra-indicações:A administração de Metotrexato está contra indicada em doentes sofrendo de insuficiência renal ou hepática importante, bem como em doentes com trombocitopénia, leucopénia ou anemia e/ou com outros sintomas e sinais de hipoplasia medular.

O uso de Metotrexato está igualmente contra-indicado durante a gravidez e a lactação.
Doentes com hipersensibilidade conhecida ao Metotrexato ou a qualquer excipiente não
devem receber Metotrexato.

Antes de utilizar o Fauldexato deve ter-se em consideração que:
O Metotrexato deve ser usado somente por médicos especialistas em quimioterapia anti-
metabólica. Devido à possibilidade de reacções fatais ou tóxicas graves, o doente deverá ser devidamente informado pelo Médico sobre os riscos a que está sujeito e deverá manter-se sob sua constante supervisão. No tratamento da psoríase, com o Metotrexato, foram registadas mortes. No tratamento da psoríase o Metotrexato deverá ficar restringido somente à psoríase refractária e incapacitante que não respondeu de forma adequada a outras formas de terapêutica, bem como somente após diagnóstico estabelecido através de biópsia e/ou consulta dermatológica.

1. O Metotrexato pode produzir assinalável depressão da espinal medula, com anemia, leucopenia, trombocitopenia e hemorragia. 2. O Metotrexato pode ser hepatotóxico, particularmente em dosagem elevada ou em terapêutica prolongada. Observaram-se atrofia do fígado, necrose, cirrose, alterações lipídicas e fibrose periportal. Já que as alterações ocorrem sem sinais prévios de toxicidade gastrointestinal ou hematológica, é imperativo que seja previamente determinada a função hepática quando do início do tratamento e monitorizada regularmente ao longo da terapêutica. Dever-se-ão ter especiais cuidados em presença de doença hepática pré-existente ou de função hepática diminuída. Deverá ser evitada a utilização concomitante de outros fármacos potencialmente hepatotóxicos (incluindo o álcool). 3. O Metotrexato tem provocado morte fetal e/ou malformações fetais. Assim, não deverá ser utilizado em mulheres grávidas ou com possibilidade de vir a engravidar, a não ser que através de avaliação médica se verifique que os benefícios serão superiores aos riscos. As doentes grávidas com psoríase não deverão ser tratadas com Metotrexato. 4. O Metotrexato não deverá ser administrado durante a amamentação. 5. O Metotrexato afecta a espermatogénese e a oogénese durante o período da sua administração, o que pode resultar num decréscimo da fertilidade.

Este efeito parece ser reversível, mas dever-se-á evitar a concepção durante pelo menos 6 meses após ter cessado o tratamento. Os doentes e os seus parceiros deverão ser avisados em conformidade. 6. A disfunção renal é usualmente uma contra-indicação. 7. Diarreia e estomatite ulcerosa são efeitos tóxicos frequentes e implicam a interrupção da terapêutica para evitar a evolução hemorrágica e morte.

NOTA

: AS SOLUÇÕES INJECTÁVEIS A 500 mg/20 ml, 1 g/40 ml, 1 g/10 ml e 5 g/50 ml

DE

FAULDEXATO NÃO PODEM SER UTILIZADAS POR VIA INTRATECAL.
Efeitos secundários indesejáveis:As reacções adversas mais comuns incluem estomatite ulcerativa, leucopénia, vasculite, irritação ocular e perda de libido/impotência, náusea e tensão abdominal. Embora muito rara, ocorreram reacções anafilácticas ao Metotrexato. Outras reportadas são mal estar geral, fadiga excessiva, arrepios e febre, vertigens e resistência diminuída às infecções. No geral, a incidência e gravidade dos efeitos colaterais são considerados relacionados com a dose. As reacções adversas reportadas para os vários sistemas são como segue:

Pele:

Síndroma de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica, rashes eritematosos, prurido, urticária, fotosensibilidade, alterações pigmentares, alopécia, equimose, telangiectasia, acne, furunculose. As lesões da psoriase podem ser agravadas pela exposição concomitante à radiação ultravioleta. Foi reportada ulceração da pele em doentes psoriáticos e raramente erosão dolorosa das placas psoriáticas. Foi reportado fenómeno de recaída na pele danificada pelo sol ou por radiação.

Sangue: Depressão da medula óssea; leucopenia; trombocitopénia; anemia; hipogamaglobulinemia; hemorragias de localização diversa; septicemia. Aparelho digestivo: Gengivite; faringite; estomatite; anorexia; vómitos; diarreia; hematemeses; melenas; ulcerações gastrointestinais hemorrágicas; enterite; toxicidade hepática originando atrofia aguda do fígado; necrose; degenerescência gorda; fibrose periportal ou cirrose hepática.
Em raros casos o efeito do Metotrexato sobre a mucosa intestinal levou a má absorção ou a megacolon tóxico. Sistema hepático - toxicidade hepática resultando em aumentos significativos das enzimas hepáticas, atrofia aguda do fígado, necrose, metamorfose gorda, fibrose periportal ou cirrose ou morte podem ocorrer após administração crónica.Aparelho urogenital: Insuficiência renal; azotemia; cistite; hematúria; oogénese e espermatogénese deficiente; oligospermia transitória; disfunção menstrual; infertilidade; aborto;

malformações fetais; nefropatia grave. Vaginite, úlceras vaginais, cistite, hematúria e nefropatia foram também reportadas. Sistema pulmonar - pneumonite intersticial aguda ou crónica, muitas vezes associada com eosinofilia sanguínea podem ocorrer e foram reportadas mortes (ver parágrafo 4.4 Precauções especiais de uso). Edema pulmonar agudo foi também reportado após uso oral e intratecal.

A

fibrose pulmonar é rara. Uma síndroma consistindo de dor pleuritica e espessamento pleural foi reportado após altas dosagens. Sistema nervoso central: Cefaleias; sonolência; perturbações da visão; afasia; hemiparesias e convulsões (possivelmente relacionadas com hemorragias ou complicações na cateterização intra-arterial). Após administração intratecal: convulsões, paresias, síndroma de Guillain-Barré e aumento de pressão da LCR. Outros: Outras reacções relacionadas, ou atribuídas ao uso de Metotrexato foram relatadas, como: pneumonia, alterações metabólicas, diabetes, osteoporose, alteração do metabolismo celular e até morte súbita. Quaisquer outros efeitos secundários, não descritos neste folheto informativo, que
eventualmente ocorram, devem ser comunicados ao médico ou ao farmacêutico.

Interacções medicamentosas e outras:
O Metotrexato liga-se extensamente às proteínas e pode ser deslocado por certos fármacos tais como: Salicilatos, as Sulfonamidas, diuréticos, hipoglicemiantes, Difenil-hidantoÍnas, Tetraciclinas, Cloranfenicol e Ácido p-aminobenzóico, agentes anti-inflamatórios acídicos, originando condições para uma potenciação da toxicidade quando usados concomitantemente. O uso simultâneo de outros fármacos com potencial nefrotóxico ou hepatotóxico (álcool inclusive), deve ser evitado.

As incompatibilidades farmacêuticas manifestam-se por ocorrência de precipitação imediata ou turvação quando o Metotrexato é misturado com certas concentrações de Droperidol, Heparina sódica, Cloridrato de Metaclopramida e Cloridrato de Ranitidina, em seringas.

Advertências e precauções especiais de utilização:O Metotrexato deve ser manuseado por pessoal treinado na preparação e administração de fármacos anti-neoplásicos que deve usar durante a manipulação protecção adequada: vestuário, luvas, óculos e máscara. De uma forma geral o produto deve ser utilizado somente nos hospitais e preparado em áreas próprias.

As mulheres grávidas não devem manipular agentes citotóxicos.

O Metotrexato tem uma toxicidade potencial elevada, usualmente relacionada com a dose

utilizada, por isso o Fauldexato só deverá ser utilizado por profissionais de saúde com experiência em terapêutica antineoplásica. Os doentes tratados com Metotrexato, devem ser cuidadosamente seguidos em meio hospitalar apropriado, de modo a que quaisquer sinais e sintomas de possíveis efeitos tóxicos ou reacções adversas, possam ser detectados e avaliados de imediato.

É imperiosa a realização de estudos hematológicos antes e durante o tratamento, dado o Metotrexato ter como efeito indesejável frequente, a supressão hematopoiética, que pode surgir repentinamente, mesmo com uma dosagem aparentemente segura, sendo qualquer decréscimo significativo na contagem das células sanguíneas uma indicação para a paragem imediata da administração do fármaco e início de terapêutica correctiva adequada.

Em doentes com certos tipos de patologia preexistente (aplasia da medula óssea, leucopenia, trombocitopenia ou anemia), o Metotrexato dever ser utilizado com muita precaução. Dada a acção imunossupressora conhecida do Metotrexato, deve ser evitada toda e qualquer vacinação dos doentes submetidos a terapêutica com o fármaco, sob pena de desencadear reacção antigénica grave.

Os doentes submetidos a terapêutica com o Metotrexato deverão ter avaliação clínica e monitorização apropriadas. Deverão ser efectuados regularmente, hemograma, hematócrito, contagem de plaquetas, urina tipo II, estudos completos da função renal e da função hepática. Os regimes terapêuticos que utilizam o Metotrexato em doses elevadas devem ser complementados por "rescue" com Leucovorina e alcalinizarão da urina (o pH da urina deverá ser superior a 6,5) a qual poderá ser obtida com a administração oral ou intravenosa de Bicarbonato de sódio ou de Acetazolamida.

Tratamento dos resíduos: As seringas, recipientes, materiais absorventes, soluções e qualquer outro material contaminado devem ser colocados dentro de um saco de plástico devidamente rotulado (DESPERDÍCIO CITOTÓXICO) e incinerados, de acordo com as exigências. Contaminação acidental:

No caso de contacto acidental da Metotrexato, com a pele ou os olhos, as áreas afectadas devem ser lavadas de imediato com grande quantidade de água ou solução salina isotónica. No caso dos olhos serem afectados dever-se-á consultar o médico.

No caso de derrame da solução deve-se pedir apoio a outro pessoal especializado que, com os respectivos cuidados de protecção, limpe as áreas contaminadas fazendo duas lavagens com água abundante e esponja própria para o efeito.

Após descontaminação devem-se colocar todas as soluções e esponjas em saco de plástico, que será selado e rotulado com a designação "DESPERDÍCIO CITOTÓXICO" e incinerado a =1000ºC.

Todas as seringas, frascos, materiais absorventes ou quaisquer outros materiais que tenham estado em contacto com a solução de Metotrexato, devem ser colocados num saco e incinerados como acima se indica.
Efeitos em grávidas, lactentes, crianças, idosos e doentes com patologias especiais:O Metotrexato tem provocado morte fetal e/ou malformações fetais. Assim, não deverá ser utilizado em mulheres grávidas ou com possibilidades de vir a engravidar, a não ser que através de avaliação médica se verifique serem superiores os benefícios aos eventuais riscos. As doentes grávidas, com psoríase, não deverão ser tratadas com Metotrexato. O Metotrexato não deverá ser administrado às mães que amamentem.
Relativamente à utilização em crianças, idosos e doentes com patologias especiais, ver "Posologia".

Efeitos sobre a capacidade de condução e utilização de máquinas:
Não aplicável. O medicamento destina-se a uso exclusivamente hospitalar.



Lista de excipientes:

Fauldexato , nas concentrações de 2,5 mg/ml e 25 mg/ml, tem como excipientes hidróxido de

sódio, cloreto de sódio e água para injectáveis. Fauldexato , na concentração de 100 mg/ml, tem como excipientes hidróxido de sódio e água para injectáveis.
Posologia, modo de administração:
A posologia e o método de administração do Metotrexato variam com o protocolo de tratamento utilizado.

As posologias são indicadas como referência, devendo o médico consultar os protocolos para as dosagens de Metotrexato e outros agentes antineoplásicos.

A maioria das dosagens são dadas em mg/kg mas podem ser convertidas em doses relacionadas com a área corporal (mg/m2), através da utilização de factores de conversão, cuja proporção varia entre 1:20 e 1:40, conforme a idade e respectivo tipo somático do doente.

Fauldexato , solução pronta, pode ser diluído previamente nas seguintes soluções injectáveis: solução de Cloreto de Sódio a 0,9%, solução de Glucose, solução de Cloreto de Sódio e Glucose, e solução de Ringer.

Coriocarcinoma e outros tumores do trofoblasto:

O Fauldexato é administrado por via intramuscular na dose de 0,25 -1 mg/kg/peso até à dose máxima de 60 mg via I.M. de 48h/48h (4 administrações) seguido de "rescue" (resgate) com leucovorina. Os ciclos são repetidos, se necessário 3 a 5 vezes, com intervalos de tempo sem terapêutica de uma ou mais semanas, consoante a persistência e o tipo de manifestações de toxicidade. A eficácia da terapêutica e de uma forma geral, avaliada pela análise quantitativa da gonadotrofina coriónica presente na urina de 24 horas, a qual deverá voltar ao normal ou a valores inferiores a 50 U.E./24h após o 3º ou 4º ciclo e ser seguida no período de 4-6 semanas por marcada redução das lesões avaliáveis.

Deverão ser administrados 1 ou 2 ciclos de Fauldexato após a normalização da gonodotrofina coriónica presente na urina de 24 horas.

Antes de cada ciclo terapêutico é imprescindível a realização de avaliação clínica completa. Tem

sido referida como de utilidade terapêutica a associação de Fauldexato com outros fármacos anti-neoplásicos. Dado que a mola hidatiforme pode preceder ou ser seguida de coriocarcinoma, justifica-se e recomenda-se a terapêutica profiláctica com Metotrexato.

Nas formas invasivas de mola hidatiforme (corioadenoma destruens) o Fauldexato deve ser administrado em doses e em protocolos semelhantes aos descritos para o coriocarcinoma. Carcinoma da Mama:

Têm sido obtidos bons resultados com poliquimioterapia tripla com Fauldexato , ciclofosfamida e 5-fluorouracilo como tratamento adjuvante da mastectomia radical no cancro primário da mama

com metástases ganglionares axilares. O Fauldexato é, usualmente, utilizado no 1º e 8º dia por via intravenosa e na dose de 40 mg/m2.

Leucemia:As leucemias linfoblásticas agudas são raras na criança e no adolescente jovem. Sendo comuns nos adultos jovens e nos doentes mais velhos onde é mais difícil obter remissão e as recaídas são

mais frequentes. O Fauldexato sozinho ou em combinação com corticóides foi o fármaco usado em primeiro lugar na indução de remissão na leucemia linfoblástica aguda. Modernamente,

complexos esquemas de poliquimioterapia, incluindo Fauldexato e corticóides, asseguram

remissões rápidas e efectivas. O Fauldexato é, também, em associação com outros fármacos, um agente importante na terapêutica de manutenção da leucemia linfoblástica aguda. Pode ser administrado 2 vezes por semana, por via intramuscular, na dose de 20 a 30 mg/m2. Tem também sido administrado na dose de 2,5 mg/kg por via I.V. de 2/2 semanas. Em vários departamentos de hematologia têm sido ultimamente criados novos e relativamente complexos esquemas de poliquimioterapia, incluindo Metotrexato, importantes na terapêutica das leucemias agudas linfoblásticas e também das leucemias linfáticas crónicas. O médico assistente deve familiarizar-
se, tanto quanto possível, com os consideráveis avanços da terapêutica antileucémica.

Meningite Leucémica:Alguns doentes, sofrendo de leucemia aguda, são alvo de invasão leucémica do S.N.C.. Esta situação manifesta-se, a maior parte das vezes, por sintomas e sinais característicos, mas pode também permanecer sem grande sintomatologia e ser diagnosticada somente pela presença das células leucémicas no líquido céfalo-raquidiano. Daí que o L.C.R. tenha que ser obrigatoriamente analisado em todos os doentes sofrendo de leucemia. Dado que a passagem do Metotrexato do sangue para o L.C.R. é mínima, para uma terapêutica adequada desta situação o Metotrexato deverá ser administrado por via intratecal. Tem sido administrado Metotrexato por via intratecal de forma profiláctica mas não está ainda determinada, cientificamente, a importância deste

procedimento. Na terapêutica da meningite leucémica, o Fauldexato é administrado por via intratecal, na dose de 0,2 a 0,5 mg/kg. A administração é feita a intervalos de tempo de 2-5 dias e é repetida, a maior parte das vezes, até ao número de células do liquido céfalo-raquidiano voltar ao normal. Nesta altura é aconselhável uma nova administração. Uma outra forma de administrar o Metotrexato intratecal na meningite leucémica, consiste na administração de 12 mg/m2 por

semana, durante duas semanas e depois uma vez por mês. O Fauldexato administrado por via intratecal pode ocasionar toxicidade neurológica e toxicidade sistémica. Por esta razão, a terapêutica sistémica com o Metotrexato deverá ser apropriadamente ajustada, reduzida ou

administrada de forma descontínua. O envolvimento leucémico focal do sistema nervoso central é, em regra, resistente à quimioterapia intratecal com o Metotrexato e deverá ser tratado com radioterapia.

Linfomas:

Em alguns doentes sofrendo de linfoma de Burkitt, no estádio I e II, o Fauldexato é, a maior parte das vezes administrado em associação com outros fármacos anti-neoplásicos. A terapêutica em todos os estádios consiste, geralmente, em vários ciclos de tratamento com o fármaco alternando com períodos de 7 a 10 dias de descanso. Modernamente, usam-se na terapêutica dos linfomas malignos não Hodgkin, de alto e de médio grau de malignidade, na fase de indução da remissão, esquemas de poliquimioterapia complexos, em que entra o Metotrexato, dos quais os mais importantes são o M-BACOD; o PROMACE-MOPP, o COMLA e o MACOP.B. Também aqui o Médico assistente se deverá familiarizar, tanto quanto possível, com estes novos conceitos de terapêutica antineoplásica.

Micose fungóide:

A terapêutica com Fauldexato parece produzir remissões em aproximadamente metade dos

casos estudados. O Fauldexato tem sido administrado por via intramuscular, na dose de 50 mg/semana, ou de 25 mg duas vezes por semana.

Psoríase:O doente deve estar inteiramente informado dos riscos existentes e deve ser mantido sob constante vigilância médica. A determinação da função renal, da função hepática e dos valores hematológicos deve ser feita pela anamnese, exame físico, exames laboratoriais (hemograma, urina tipo II, creatinina sérica, estudo da função hepática e, eventualmente, biópsia do fígado) antes do início da terapêutica com Metotrexato, periodicamente durante o tratamento com o fármaco e antes de se tornar a estabelecer nova terapêutica com Metotrexato, após um período de interrupção. Devem tomar-se medidas no sentido de evitar a gravidez durante e, pelo menos, nas oito semanas consecutivas à terapêutica com o fármaco.

Um dos sistemas terapêuticos utilizados consiste em:
Doses elevadas intermitentes, parentéricas, administradas semanalmente Este esquema deve ser ajustado individualmente. Recomenda-se, para detectar qualquer possível idiossincrasia, uma dose inicial de 5-10 mg, administrada por via parentérica, uma semana antes do início da terapêutica. Recomenda-se para início da terapêutica de um adulto com o peso de 70 kg a administração de 10-25 mg, por via intramuscular ou por via

intravenosa, uma vez por semana, sendo a dose ajustada de acordo com a resposta do doente.

Nunca deverá ser ultrapassada a dose de 50 mg. Uma vez alcançada a resposta clínica óptima, deve-se reduzir gradualmente a posologia até à dose mínima eficaz devendo prolongar-se o

mais possível, o período de descanso. O uso do Fauldexato pode permitir o regresso à terapêutica tópica tradicional, a qual deve ser instituída como terapêutica única, logo que possível.

Crianças:

Os mesmos esquemas posológicos que para os adultos. O Metotrexato deve ser usado com muito cuidado em crianças muito jovens, devido a sua toxicidade.

Idosos:

Os esquemas posológicos usuais. O Metotrexato deve ser usado com muito cuidado em adultos muito idosos, devido a sua toxicidade.

Modo e via de administração:

Fauldexato solução para perfusão, nas concentrações de 2,5 mg/ml e 25 mg/ml (5 mg/2 ml, 50 mg/20 ml, 100 mg/4 ml), pode ser administrado por via intramuscular, intravenosa, intra-arterial ou intratecal. As apresentações de 500 mg/20 ml e 1 g/40 ml não deve ser utilizada a administração intratecal.

Fauldexato solução para perfusão, nas concentrações de 100 mg/ml (1 g/10 ml e 5 g/50 ml), é uma solução hipertónica, pelo que não pode ser utilizada por via intratecal.

Duração do tratamento médio:
Variável com a situação e o protocolo clínico utilizado.

Utilização da apresentação ONCOFRASCO

Retirar o revestimento protector do conjunto.

Retirar a cobertura cilíndrica de plástico transparente do adaptador e a tampa protectora do frasco.

Colocar o adaptador no frasco. Rodar três vezes no sentido dos ponteiros do relógio até sentir uma ligeira resistência. Depois rodar mais meia volta.

Retirar a tampa do adaptador. Fixar uma seringa luer lock comum vazia, com o êmbolo completamente inserido dentro do corpo da seringa, rodando no sentido dos ponteiros de relógio até ajustar.

Segurar o conjunto aproximadamente na vertical, com a seringa vazia em baixo. Puxar o êmbolo para fora, de modo a retirar para o interior da seringa a quantidade de solução desejada. Retirar a seringa rodando no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio.
Sobredosagem e/ou intoxicação, sintomas, conduta de urgência e antídotos:
A Leucovorina ou Ácido Folínico é um agente potente que serve para neutralizar os efeitos tóxicos

imediatos do Metotrexato no sistema hematopoiético. Sempre que se administrarem doses elevadas ou excessivas pode-se administrar a Leucovorina em perfusão endovenosa em doses até 75 mg num período de 12 h, seguido de uma dose de 12 mg por via intramuscular de 6h/6h, num total de 4 doses. Quando haja motivos para suspeitar que as doses médias de Metotrexato possam ter um efeito adverso, pode-se administrar Leucovorina na dose de 6-12mg por via intramuscular, de 6h/6h, num total de 4 doses. Em geral, sempre que haja suspeita de sobredosagem de Metotrexato, a dose de Ácido Folínico deve ser igual ou mais alta que a dose de Metotrexato indutora da toxicidade e deve ser administrada dentro da primeira hora para que se obtenha o melhor efeito. O uso do Ácido Folínico 4 horas após a sobredosagem pode já não ter qualquer efeito.

Atenção: Dada a potencialidade deste fármaco, para causar toxicidade grave, o tratamento com Metotrexato exige uma cuidadosa vigilância do doente por parte do Médico. A farmácia não deve fornecer de uma só vez mais do que a quantidade de fármaco necessária para um tratamento de sete dias. A repetição de tais prescrições deve ser feita unicamente por ordem directa (oral ou escrita) do Médico. Estabilidade, prazo de validade:
O produto não contém qualquer agente a possibilidade antimicrobiano. A fim de reduzir de contaminação microbiológica deve-se iniciar a administração da perfusão imediatamente após a

sua preparação. Quando diluído nas soluções aconselhadas, o Fauldexato é estável por um período de 24 horas. A duração da perfusão não deve ser superior a 24 horas após a preparação.

Quando mantido na sua embalagem original, nas condições de conservação nela descritas, o produto é estável durante um período de: 2 anos, nas apresentações de 5 mg/2 ml, 50 mg/2 ml, 100 mg/4 ml e 500 mg/20 ml em frasco para injectáveis, e 500 mg/20 ml, 1 g/10 ml, 1 g/40 ml e 5 g/50 ml em

ONCOFRASCO

.
30 meses, nas apresentações de 1 g/10 ml e 5 g/50 ml em frasco para injectáveis.

Avisos:
Manter for a do alcance e da vista das crianças. No caso de detectar algum efeito secundário não descrito na rubrica apropriada deverá comunicá-
lo ao seu médico e/ou farmacêutico. Aconselha-se a verificação do prazo de validade (

VAL

) inscrito na embalagem.

Precauções particulares de conservação:

Fauldexato Solução para perfusão deve ser conservado ao abrigo da luz e à temperatura

ambiente inferior a 25ºC, excepto a apresentação de 1 g/40 ml, que deve ser conservada entre 2º-
8ºC (não congelar).


Folheto
revisto
em:
Dezembro
de
2004

INSTRUÇÕES PARA A UTILIZAÇÃO DO ONCOFRASCO

(Usar técnica asséptica e todas as precauções aplicáveis ao manuseamento de citotóxicos e substâncias nocivas)

Frasco para injectáveis

Tampa Protectora

Adaptador-seringa-injector Tampa Luer-Lock


Montagem:

1. Abrir a cartonagem e retirar o conjunto

ONCOFRASCO

, composto pelo adaptador e o frasco para injectáveis contendo o fármaco. Segurar a tampa azul do adaptador com uma mão e o envólucro plástico transparente com a

outra, usando o polegar para empurrar o anel hexagonal, enquanto se puxa cuidadosamente o envólucro. Inutilizar o envólucro cilíndrico de plástico transparente.

Ter o cuidado de não contaminar (tocar) a área do adaptador anteriormente revestida. 2. Continuar a segurar o adaptador pela tampa azul e pelo anel hexagonal com uma mão, e em simultâneo pegar no frasco para injectáveiscontendo o fármaco com a mão livre. Usar a parte carnuda do polegar, enquanto se segura o frasco para injectáveis com o fármaco,

para

retirar a tampa protectora colorida.

3. Colocar a extremidade aberta do adaptador dentro da extremidade aberta do frasco para injectáveis e rodar o adaptador no sentido

dos ponteiros do relógio até enroscar completamente (cerca de 3 voltas)

no êmbolo cinzento estriado. Não rodar ou empurrar
excessivamente o adaptador. Colocar o conjunto

ONCOFRASCO

sobre a superfície de trabalho.

4. Retirar uma seringa tipo luer-lock, vazia, da sua embalagem. Assegurar que o êmbolo na seringa de plástico esteja completamente comprimido.

5. Retirar a tampa luer-lock azul

ONCOFRASCO

e fixar a seringa tipo luer-lock, vazia, previamente preparada, rodando-a no sentido dos ponteiros do relógio até até que fique ajustada. Não rodar excessivamente.

Extracção do fármaco:

6. Com a seringa luer-lock vazia bem ajustada ao

ONCOFRASCO

, segurar o corpo da seringa com uma mão, e erguer o conjunto até uma posição aproximadamente vertical. Com o frasco para injectáveis na parte de cima, e a seringa vazia na parte de baixo, puxar cuidadosamente o êmbolo da seringa vazia com a mão livre, aspirando a quantidade de fármaco desejada do

ONCOFRASCO

para a seringa.

7. Uma vez retirada a dose desejada, colocar o

ONCOFRASCO

cuidadosamente sobre a área de trabalho.

8. Retirar a seringa e fixar a tampa. Voltar a tapar o

ONCOFRASCO

com a respectiva tampa luer-lock azul. Rotular a seringa.



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Derrame: Acúmulo anormal de líquido em qualquer cavidade ou órgão (derrame pleural, derrame pericárdico, derrame cerebral).
  2. Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
  3. Biópsia: Obtenção de uma amostra de tecido de um organismo vivo para fins diagnósticos.
  4. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  5. Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos (ver) ou não.
  6. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  7. Gengivite: Processo inflamatório que afeta as gengivas
  8. Impotência: Termo freqüentemente utilizado para se referir à impotência sexual masculina, distúrbio caracterizado pela incapacidade de iniciar ou manter uma ereção peniana satisfatória para realizar o ato sexual.
  9. Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
  10. Hemorragia: Perda de sangue para um órgão interno (tubo digestivo, cavidade abdominal) ou para o exterior (ferimento arterial). De acordo com o volume e velocidade com a qual se produz o sangramento uma hemorragia pode produzir diferentes manifestações nas pessoas, desde taquicardia, sudorese, palidez cutânea, até o choque.
  11. Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
  12. Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
  13. Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
  14. Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
  15. Mastectomia: Cirurgia através da qual extirpa-se parte ou a totalidade da mama. Pode estar indicada como tratamento do câncer de mama.
  16. Megacólon: Dilatação anormal do intestino grosso, produzida por defeitos congênitos (megacólon congênito ou doença de Hischprung) ou adquiridos (megacólon tóxico, hipotireoidismo, doença de Chagas, etc.) Associa-se à constipação persistente e episódios de obstrução intestinal.
  17. Paresia: Diminuição da força em um ou mais grupos musculares. ?? um grau menor de paralisia.
  18. Sarcoma: Neoplasia maligna originada de células do tecido conjuntivo. Podem aparecer no tecido adiposo (lipossarcoma), muscular (miossarcoma), ósseo (osteosarcoma), etc.
  19. Tala: Instrumento ortopédico utilizado freqüentemente para imobilizar uma articulação ou osso fraturado. Pode ser de gesso ou material plástico.
  20. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  21. Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
  22. Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
  23. Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
  24. Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. ?? produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
  25. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  26. Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
  27. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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