FAULDVINCRI

Para que serve FAULDVINCRI

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


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FAULDVINCRI

®

sulfato de vincristina

MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA

APRESENTAÇÕES
Solução injetável com 1 mg/m

L de sulfato de vincristina. Embalagem contendo 5 frascos-ampola com 1 m

L cada.

USO EXCLUSIVO INTRAVENOSO

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO
FAULDVINCRI

®

1 mg/m

L

Cada m

L contém 1 mg de sulfato de vincristina (equivalente a aproximadamente 0,894 mg de vincristina base).
Veículos: manitol, ácido sulfúrico, hidróxido de sódio e água para injeção.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1.

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

FAULDVINCRI

®

pode ser utilizado como quimioterapia combinada no tratamento de: leucemia aguda (proliferação anormal

de leucócitos), Doença de Hodgkin (tumor maligno que atinge os linfonodos), linfomas malignos não Hodgkin (tipos
linfocíticos, de células mistas, histiocíticos, não diferenciados, nodulares e difusos), rabdomiossarcoma (tumor maligno
formado de fibras musculares), neuroblastoma (tumor maligno formado por células precursoras dos neurônios), tumor de
Wilms (tumor maligno presente nos rins), sarcoma osteogênico (tumor maligno com produção anormal de tecido ósseo),
micose fungoide (tumores fungosos presentes na pele), sarcoma de Ewing (tumor maligno presente frequentemente em
ossos), carcinoma de cervix uterino (câncer de colo do útero), câncer de mama, melanoma maligno (câncer de pele),
carcinoma “oat cell” de pulmão (câncer de pulmão de pequenas células) e de tumores ginecológicos de infância (tumores
localizados na genitália feminina).
Pacientes com púrpura trombocitopênica idiopática verdadeira (manchas vermelhas ou violetas na pele de origem
desconhecida), que não apresentem melhora com o tratamento convencional, podem ser beneficiados com o uso desse
medicamento.
FAULDVINCRI

®

também poderá ser utilizado em conjunto com outros medicamentos para o tratamento de algumas

neoplasias (tumores) pediátricas, tais como: neuroblastoma (tumor maligno formado por células precursoras dos
neurônios), sarcoma osteogênico (tumor maligno com produção anormal de tecido ósseo), sarcoma de Ewing (tumor
maligno presente frequentemente em ossos), rabdomiossarcoma (tumor maligno formado de fibras musculares), tumor de
Wilms (tumor maligno presente nos rins), doença de Hodgkin (tumor maligno que atinge os linfonodos), linfoma não
Hodgkin, carcinoma embrionário de ovário (câncer de ovário) e rabdomiossarcoma de útero (tumor maligno formado de
fibras musculares presente no útero).

2.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

FAULDVINCRI

®

é um medicamento usado para combater o câncer. Sua ação deve-se principalmente à inibição da

multiplicação das células. O tratamento de neoplasias (tumores) envolve o uso em conjunto de diversos medicamentos.
Assim, o sulfato de vincristina ( FAULDVINCRI

®

) é frequentemente escolhido como parte do tratamento.


3.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você não deve usar FAULDVINCRI

®

se apresentar uma das situações abaixo:

- alergia ao sulfato de vincristina ou qualquer outro componente da fórmula;
- síndrome de Charcot-Marie-Tooth na forma desmielinizante (atrofia muscular hereditária, frequentemente no pé, com a
destruição da mielina das fibras nervosas).

Não há contraindicação relativa a faixas etárias.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente
seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Informe o seu médico caso esteja amamentando.

4.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?


ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

FAULDVINCRI

®

deve ser administrado exclusivamente por via intravenosa, não deve ser administrado por via intramuscular,

subcutânea ou intratecal (intrarraquiana, na cavidade vertebral). A administração intratecal de FAULDVINCRI

®

é fatal.

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FAULDVINCRI

®

deve ser administrado por profissional experiente e é extremamente importante que a agulha ou catéter

esteja corretamente colocado na veia antes que qualquer quantidade de FAULDVINCRI

®

seja administrada.

Seu médico terá cuidado de usar FAULDVINCRI

®

em você nas situações abaixo:

- após o uso de outros medicamentos para o câncer (antineoplásicos), pois existe o risco de ocorrer nefropatia úrica
aguda;
- leucopenia (diminuição dos glóbulos brancos circulantes no sangue) ou infecção com complicações, neste caso deverá
ser feito hemograma completo antes da administração da próxima dose;
- alterações neurológicas e uso de medicamentos neurotóxicos (como, por exemplo, dissulfiram), para evitar possíveis
reações adversas;
- insuficiência hepática (problemas no fígado) e icterícia (coloração amarelada da pele) ou recebendo radiações no
fígado;
- doença neuromuscular;
- problemas pulmonares.
FAULDVINCRI

®

parece não atravessar a barreira hematoencefálica (membrana que protege o cérebro) em concentrações

adequadas para tratamento de câncer desta região.
O contato acidental de FAULDVINCRI

®

com os olhos pode causar irritação grave e ulceração de córnea. Neste caso você

deve lavar o olho atingido imediatamente e vigorosamente com água.
Também pode ocorrer aumento do ácido úrico durante o tratamento com FAULDVINCRI

®

.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Informe o seu médico caso esteja amamentando.
FAULDVINCRI

®

pode causar danos fetais quando administrado em mulheres grávidas. Informe imediatamente seu médico se

estiver grávida.
Uso durante a amamentação: não é conhecido que FAULDVINCRI

®

seja excretado no leite humano. Devido a muitos

medicamentos serem excretados no leite humano e ao potencial do FAULDVINCRI

®

em causar reações adversas graves em

lactentes, deve-se decidir entre descontinuar a amamentação ou o tratamento, levando-se em consideração a importância
do tratamento para a mãe.
Populações especiais
O médico deve avaliar riscos e benefícios para a utilização de FAULDVINCRI

®

em idosos.


INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

O uso de FAULDVINCRI

®

com os medicamentos abaixo deve ser realizado com muito cuidado, por esta razão informe seu

médico se estiver tomando algum deles:
- mitomicina C: pois poderá ocorrer broncoespasmo e dificuldade de respirar aguda;
- itraconazol: pois poderá adiantar ou aumentar a gravidade dos efeitos adversos neuromusculares;
- nifedipino, carbamazepina, isoniazida, digoxina, varfarina;
- fenitoína: poderá ocorrer redução dos níveis da fenitoína no seu sangue;
- alopurinol, colchicina, probenecida, sulfimpirazona: pois poderá ocorrer aumento da concentração sérica de ácido úrico;
- asparaginase: pode ocorrer neurotoxicidade;
- bleomicina: o FAULDVINCRI

®

facilita a ação da bleomicina;

- medicamentos que produzem discrasia sanguínea (causam alterações na coagulação do sangue), medicamentos
depressores da medula óssea (causam diminuição do funcionamento da medula óssea) e radioterapia: o uso conjunto com
FAULDVINCRI

®

pode aumentar a depressão na medula óssea;

- medicamentos neurotóxicos (como, por exemplo, dissulfiram) e irradiação da medula: pode ocasionar neurotoxicidade
auditiva.
Não é aconselhável o uso de FAULDVINCRI

®

em conjunto com doxorrubicina e prednisona, pois acarreta maior depressão da

medula óssea.
A administração de vacinas com vírus vivos pode causar infecção pelos microorganismos presentes na vacina. Deve-se
dar um intervalo de pelo menos 3 meses entre a interrupção do tratamento e a vacinação. Você só pode vacinar-se com a
autorização do seu médico oncologista.
Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento

.

Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

5.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

FAULDVINCRI

®

deve ser conservado sob refrigeração (entre 2º e 8ºC), protegido da luz.

FAULDVINCRI

®

tem validade de 24 meses a partir da data de fabricação.

O medicamento não contém qualquer agente conservante, por isso, para evitar a possibilidade de contaminação
microbiana, deve-se iniciar a administração da infusão logo após a sua preparação. Todos os resíduos devem ser
descartados.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

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Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.
Características do medicamento
A solução injetável de FAULDVINCRI

®

apresenta-se como solução límpida, incolor a levemente amarelada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o
médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

FAULDVINCRI

®

deve ser administrado em hospitais exclusivamente por via intravenosa em intervalos semanais. O esquema

de dosagem e o plano de tratamento serão determinados pelo seu médico, de acordo com sua necessidade.
A aplicação de FAULDVINCRI

®

deve ser realizada apenas por profissionais experientes no uso de medicamentos citostáticos.

O cálculo da dose é feito de acordo com a doença e a necessidade de medicamentos associados.
As doses usuais de FAULDVINCRI

®

são:

Adultos: dose de 0,4 a 1,4 mg/m

2

/semana ou 0,01 a 0,03 mg por Kg de peso como dose única a cada sete dias. Para

adultos com bilirrubina acima de 3 mg/m

L as doses devem ser reduzidas em 50%. A dose máxima por dia de aplicação
não deve exceder 2mg.
Crianças: dose de 1,5 a 2 mg/m

2

/semana. Para crianças com 10 kg ou menos a dose é de 0,05 mg/kg/semana. Para

crianças com bilirrubina acima de 3 mg/m

L as doses devem ser reduzidas em 50%.
Pacientes com insuficiência hepática: a dose inicial deve ser de 0,05 a 1 mg/m

2

. As doses seguintes serão ajustadas de

acordo com a tolerância do paciente.
Idosos: apresentam maior probabilidade de efeitos neurotóxicos.
Quando usado em conjunto com a L-asparginase, a dose de FAULDVINCRI

®

deverá ser administrada entre 12 e 24 horas

antes da enzima L-asparginase.
FAULDVINCRI

®

também pode ser diluído em água destilada ou soro fisiológico em concentrações de 0,01 a 1 mg/m

L.

FAULDVINCRI

®

não deve ser misturado no mesmo recipiente com qualquer outra medicação antes ou durante sua aplicação.

Não se deve utilizar soluções que alterem o p

H (3,5 a 5,5) para mais ou para menos.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

7.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?


Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.


8.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

FAULDVINCRI

®

pode causar reações adversas reversíveis e dependentes da dose. O evento adverso mais frequente é a

alopecia (queda de cabelo) e os mais desagradáveis são os distúrbios neuromusculares (relativo aos nervos e músculos).
Quando são utilizadas doses únicas semanais, as reações adversas tipo leucopenia (diminuição do número de glóbulos
brancos no sangue), dor neurítica (dor causada por inflamação de um nervo), obstipação (prisão de ventre) e dificuldade
para caminhar são geralmente de curta duração (duram menos do que sete dias). Quando a dose é reduzida, estas reações
diminuem de intensidade ou desaparecem. Elas parecem aumentar quando todo o medicamento é administrado em
divididas doses.
Outras reações como perda de cabelo, parestesia (formigamento), descoordenação motora, diminuição das sensações,
diminuição dos reflexos tendinosos profundos (reflexos dos tendões) e cansaço muscular podem persistir durante todo o
período de tratamento. A alteração generalizada do sistema motor e dos sentidos pode agravar-se progressivamente com
a continuação do tratamento. Há relatos de paralisia das cordas vocais (paralisia do nervo laríngeo) após tratamento com
FAULDVINCRI

®

em criança. Toxicidade ocular, com diplopia (visão dupla) e outros sintomas causados pela paralisia dos

nervos cranianos também foram reportados em outros estudos. Ptose (posição baixa da pálpebra superior, com
impossibilidade de levantá-la devido a paralisia dos nervos) e complicações da musculatura ocular também foram
relatadas, com um caso de cegueira noturna. Dor maxilar, na faringe, nas glândulas parótidas, nos ossos, nas costas, nos
membros inferiores (pernas) e superiores (braços) e mialgias (dores musculares) foram relatadas, podendo ser graves as
dores dessas áreas. Foram relatadas convulsões, frequentemente com hipertensão (pressão alta), em poucos pacientes que
receberam FAULDVINCRI

®

. Em crianças foram observadas convulsões, seguidas de coma. Foram relatadas também cegueira

cortical transitória e atrofia óptica (problemas nos olhos) com cegueira. Há relatos de perda auditiva (surdez) em idosos.
Na maioria dos casos as reações adversas desaparecem por volta da sexta semana após a suspensão do tratamento, porém,
em alguns pacientes, as dificuldades neuromusculares podem persistir por períodos mais prolongados. O cabelo pode
voltar a crescer durante a terapia de manutenção.
Hipersensibilidade: podem ocorrer casos raros de reações tipo alérgicas, como anafilaxia (reação alérgica grave),
erupção cutânea e edema (erupções na pele e inchaço).

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Gastrointestinal: pode ocorrer obstipação (prisão de ventre), cólicas abdominais, perda de peso, náuseas, vômitos,
ulcerações orais (úlceras na região da boca), diarreia, íleo paralítico (paralização da porção terminal do intestino
delgado), necrose e/ou perfuração intestinal e anorexia (diminuição ou perda do apetite).
Renais: foram relatados poliúria (aumento do volume urinário), disúria (dificuldade de urinar) e retenção urinária devido
à atonia (relaxamento) da bexiga. Outros medicamentos que também causam retenção urinária (particularmente em
idosos) devem, se possível, ser temporariamente suspensos durante os primeiros dias após a administração de
FAULDVINCRI

®

.

Alterações hepáticas: Pode ocorrer hepatotoxicidade (toxicidade do fígado) e aparecimento de doença venoclusiva
(obstrução das veias) do fígado.
Hematológicas (alterações no sangue): FAULDVINCRI

®

parece não exercer qualquer efeito constante ou significativo sobre

as plaquetas ou hemácias. Foram relatadas anemia, leucopenia (diminuição do número de glóbulos brancos no sangue), e
trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas). A trombocitopenia pode melhorar antes do aparecimento da
remissão da medula.
Cardiovasculares (alterações em coração e vasos sanguíneos): hipertensão (pressão alta) e hipotensão (pressão baixa)
foram relatados. Pacientes tratados com radioterapia do mediastino (espaço entre os dois pulmões) e FAULDVINCRI

®

,

apresentaram doenças coronárias (artérias que irrigam o coração) e infarto do miocárdio (necrose de uma parte do
coração). A relação entre estes efeitos adversos e o uso de FAULDVINCRI

®

não foi estabelecida. Também pode ocorrer o

aparecimento de angina pectoris (dor no peito).
Endócrinas (alterações nas glândulas e hormônios): existem relatos raros de secreção inadequada de hormônio
antidiurético. Essa síndrome é caracterizada por uma alta eliminação de sódio na urina, na presença de hiponatremia
(diminuição de sódio no sangue), e na ausência de doença renal ou adrenal (doença dos rins e glândula adrenal),
hipotensão (pressão baixa), desidratação, azotemia (excesso de ureia no sangue) e edema clínico (inchaço). Com a
diminuição da ingestão de líquidos ocorre melhora na hiponatremia e na perda renal de sódio.
Alterações respiratórias: síndrome do desconforto respiratório (falta de ar e broncoespasmo). Ocasionalmente este
efeito tóxico respiratório pode ser fatal.
Alterações do sistema reprodutor masculino: pode ocorrer azoospermia (diminuição do número de espermatozoides).
Existem dados sobre a possibilidade do aparecimento de leucemia após tratamento com FAULDVINCRI

®

.

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.


Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando
em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).


9.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE

MEDICAMENTO?

A superdose de FAULDVINCRI

®

pode causar um agravamento, às vezes fatal, das reações mencionadas anteriormente, uma

vez que estas reações tóxicas são relacionadas com a dose de FAULDVINCRI

®

.

Os sintomas relacionados ao sistema nervoso central incluem delírio progressivo a inconsciência, convulsões e morte.


Dentro de 24 horas da superdose pode ocorrer náusea, vômito e febre. Outros efeitos incluem supressão grave da medula
óssea (diminuição do funcionamento da medula óssea), hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), hipocalemia
(diminuição de potássio no sangue) e síndrome de secreção inadequada de hormônio antidiurético.
Neuropatias (problemas no sistema nervoso central ou periférico), perda profunda dos reflexos dos tendões, delírios
(confusão mental), alucinações, coma, convulsões e morte podem ocorrer durante a primeira semana após a intoxicação.
Os serviços especializados de oncologia sabem como proceder em casos de reações adversas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Em caso de intoxicação ligue para

00 722 6001

, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

MS nº: 1.0033.0135
Farmacêutica responsável: Cintia Delphino de Andrade – CRF-SP nº: 25.125
Registrado por: Libbs Farmacêutica Ltda.
Rua Josef Kryss, 250 – São Paulo – SP

CNPJ

61.230.314/0001-75
Fabricado por: Libbs Farmacêutica Ltda.
Rua Alberto Correia Francfort, 88 – Embu das Artes – SP
Indústria brasileira
www.libbs.com.br

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Venda sob prescrição médica.
Uso restrito a hospitais




FAULDV_V.7-14

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Histórico de alteração para a bula

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

Nº expediente

Assunto

Data do

expediente

Nº do

expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de bula

Versões

(VP/VPS)

Apresentações

relacionadas

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10756 -

SIMILAR -

Notificação de

alteração de texto

de bula para
adequação à

intercambialidade

Não se aplica

Não se

aplica

Não se

aplica

Não se aplica

Identificação do

medicamento

VP/VPS

1 mg/m

L –

Solução injetável

24/04/2014

0310180141

Notificação de

Alteração de

texto de Bula –

RDC 60/12

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica Não se aplica

Onde, como e por
quanto tempo posso
guardar

este

medicamento?

VP

1 mg/m

L

Solução injetável

12/11/2013

0950551/13-2

Inclusão inicial

de texto de bula –

RDC 60/12

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
  2. Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).
  3. Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).
  4. Delírio: Alteração aguda da consciência ou da lucidez mental, provocado por uma causa orgânica.
  5. Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
  6. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  7. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  8. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  9. Inconsciência: Distúrbio no estado de alerta, no qual existe uma incapacidade de reconhecer e reagir perante estímulos externos. Pode apresentar-se em tumores, infecções e infartos do sistema nervoso central, assim como também em intoxicações por substâncias endógenas ou exógenas.
  10. Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
  11. Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
  12. Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
  13. Neuropatia: Doença que afeta a um (mononeuropatia) ou vários nervos (polineuropatia). Seus sintomas dependem da localização e tipo de nervo comprometido, podendo ser motores (fraqueza muscular) ou sensitivos (diminuição da sensibilidade, dor). Entre suas causas figuram certos tóxicos, distúrbios metabólicos, infecções, doenças degenerativas, etc.
  14. Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
  15. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  16. Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (ver metástases). As neoplasias mais freqüentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
  17. Sarcoma: Neoplasia maligna originada de células do tecido conjuntivo. Podem aparecer no tecido adiposo (lipossarcoma), muscular (miossarcoma), ósseo (osteosarcoma), etc.
  18. Mediastino: Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.
  19. Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
  20. Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
  21. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  22. Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
  23. Uréia: Produto do metabolismo das proteínas. Indica de forma indireta a eficiência da função renal. Quando existe insuficiência renal, os valores de uréia elevam-se produzindo distúrbios variados (pericardite urêmica, encefalopatia urêmica, etc.).

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