Febridol

Para que serve Febridol

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.



FOLHETO INFORMATIVO

FOLHETO INFORMATIVO
Este folheto contém informações importantes para si. Leia-o atentamente.
Este medicamento pode ser adquirido sem receita médica.
No entanto, é necessário utilizar Febridol com precaução para obter os devidos resultados.
Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o reler.
Caso precise de esclarecimentos ou conselhos, solicite os serviços do farmacêutico.
Em caso de agravamento ou não melhoria do estado de saúde após 5 dias, consulte o seu médico.

Neste folheto:
1 – O que é Febridol, 500 mg, comprimido e para que é utilizado
2 – Antes de tomar Febridol, 500 mg, comprimido
3 – Como tomar Febridol, 500 mg, comprimido
4 – Efeitos secundários possíveis
5 – Conservação de Febridol, 500 mg, comprimido

Febridol ,500 mg, comprimido
A substância ativa de Febridol é o paracetamol. Cada comprimido contém 500 mg de paracetamol.
Os outros componentes são: amido de milho pré-gelatinizado, talco e estearato de magnésio.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado SIDEFARMA - Sociedade Industrial de Expansão Farmacêutica, S.A.
Rua da Guiné, nº 26
2689-514 Prior Velho
Portugal O QUE É FEBRIDOL, 500 mg ,COMPRIMIDO, E PARA QUE É UTILIZADO
Febridol pertence ao grupo farmacoterapêutico: 2.10 Analgésicos e antipiréticos

Os comprimidos de Febridol são brancos, planos e redondos, e ranhurados numa das faces. Os
comprimidos são dispensados em embalagens de 4 e 20 unidades.
Febridol, 500 mg, comprimido é um medicamento analgésico e antipirético usado para dores ligeiras a
moderadas tais como: dores de cabeça, dores de dentes, dores reumáticas, dores fortes na região lombar
(lumbago).
Febridol, 500 mg, comprimido é também utilizado como medicamento analgésico e antipirético para o
tratamento da sintomatologia associada a estados gripais e constipações.

Febridol pode ser utilizado, embora com precaução, em doentes de estômago (com úlceras, neoplasias
e gastrites), asmáticos e outros doentes com alergias.

ANTES DE TOMAR FEBRIDOL, 500 mg, COMPRIMIDO
Não tome Febridol, 500 mg , comprimido: Se tem hipersensibilidade (alergia) às substâncias ativas ou a algum dos componentes deste
medicamento;
Se tem uma lesão hepática ou renal grave;
Se tem carência em glicose-6-fosfato desidrogenase (uma enzima);
Se tem distúrbios da hematopoiese (alterações de alguns dos elementos do sangue).

Tome especial cuidado com Febridol, 500 mg, comprimido:
Se sofrer de doença hepática crónica, não deverá exceder as doses terapêuticas recomendadas.
Se sofrer de insuficiência renal, o seu médico poderá ter de proceder a uma diminuição da dose
utilizada.
Se tiver uma doença metabólica hereditária e rara, denominada doença de Gilbert (também conhecida
como doença de Meulengracht), que é acompanhada por um aumento dos níveis de bilirrubina no
sangue. Este medicamento não deve ser usado nos casos de febre elevada (superior a 39,5º C), de duração superior a 3 dias ou febre recorrente, exceto se prescrito pelo médico, porque estas situações podem
indicar doença grave, que requer avaliação e tratamento médico.
Não deve usar doses maiores do que as recomendadas, nem durante mais de 3 dias, a não ser por
expressa indicação do médico.

Gravidez:
Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.
O seu médico indicar-lhe-á a posologia correta para tomar Febridol.

Aleitamento:
Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.
O paracetamol passa para o leite materno. Como até à data não ocorreram consequências negativas
conhecidas em lactentes, como regra geral, durante o tratamento com paracetamol, a mãe não precisa
de interromper o aleitamento.

Condução de veículos e utilização de máquinas:
O Febridol não altera a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. No entanto, deve ter-se em
consideração que, durante o tratamento com paracetamol, podem ser observados como efeitos
secundários sonolência ligeira e vertigens.

Tomar Febridol com outros medicamentos:
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros
medicamentos, incluindo medicamentos sem receita médica.
A toma simultânea de Febridol com álcool e antiepilépticos (ex. carbamazepina, fenobarbital e
fenitoína) pode potenciar os efeitos do paracetamol, bem como a rifampicina (medicamento utilizado
para tratamento da tuberculose);
A administração repetida de doses terapêuticas de Febridol poderá eventualmente potenciar a resposta
dos anticoagulantes cumarínicos (ex. varfarina) e aumentar a concentração sérica de cloranfenicol;
A utilização regular de Febridol reduz o metabolismo de substâncias antivirais como a zidovudina
(substância ativa utilizada para o tratamento da Sida);
Não tome Febridol simultaneamente com medicamentos que atrasam o esvaziamento gástrico (p. ex.
propantelina), ou que aceleram o esvaziamento gástrico (p. ex. metoclopramida e domperidona).
Caso esteja a tomar colestiramina, só deverá tomar paracetamol uma hora antes ou quatro horas depois.

COMO TOMAR FEBRIDOL, 500 mg ,COMPRIMIDO Tome Febridol sempre de acordo com as instruções deste folheto informativo. Fale com o farmacêutico se tiver dúvidas.

Em adultos e crianças com mais de 14 anos, a dose habitual é 1 a 2 comprimidos, duas a três vezes ao
dia.
Em crianças com idades entre os 6 e 14 anos, a dose habitual é 1 comprimido, uma a três vezes ao dia.
O intervalo entre as doses não deve ser inferior a 4-6 horas.
Insuficiência renal:
Em caso de insuficiência renal grave, o intervalo entre as tomas deverá ser de, pelo menos, 8 horas e
não exceder 3 g diários de paracetamol. Tomar um comprimido em meio copo de água e tomar por via oral. Os comprimidos poderão ser
desfeitos para administração em crianças. A administração após as refeições pode atrasar o início de
ação.
A dose máxima de 6 comprimidos por dia não deverá ser ultrapassada, a não ser com indicação
expressa do seu médico.

Se tomar mais Febridol, 500 mg, comprimido do que deveria:
Se tomar acidentalmente demasiados comprimidos de Febridol fale imediatamente com o seu médico
ou farmacêutico.
De uma forma geral, os efeitos de uma sobredosagem com Febridol são: palidez, náuseas, vómitos,
anorexia, e dor abdominal. No caso de ter ingerido uma dose excessiva (cerca de 12 comprimidos para adultos), deve recorrer a
um centro médico, mesmo que não sinta sintomas.
O tratamento incluí geralmente a lavagem gástrica, administração de carvão ativado por via oral,
administração intravenosa de N-acetilcisteína e caso seja necessário, hemodiálise.

Caso se tenha esquecido de tomar Febridol, 500 mg, comprimido:
No caso de se esquecer de uma dose, continue normalmente a tomar a dose seguinte. Não tome uma
dose a dobrar para compensar a dose que se esqueceu de tomar.

Efeitos da interrupção do tratamento com Febridol:
A interrupção abrupta do uso de analgésicos, após a administração inapropriada e prolongada de doses
elevadas pode causar cefaleias, fadiga, mialgia, irritabilidade e sintomas autónomos. Estes sintomas
desaparecem dentro de alguns dias. Até ao desaparecimento desses sintomas, não tome outros
analgésicos e não retome o uso de Febridol, a não ser por indicação médica.

EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSÍVEIS
Como os demais medicamentos, Febridol pode ter efeitos secundários.
No entanto, o Febridol é bem tolerado nas doses recomendadas.

Os efeitos secundários frequentemente descritos são: sonolência ligeira, náuseas e vómitos.
Menos frequentemente, foram descritos: vertigens, sonolência, nervosismo, sensação de ardor faríngeo,
diarreia, dor abdominal (incluindo cãibras e ardor), obstipação, cefaleias, transpiração/sudação e
hipotermia.
Em casos raros: vermelhidão da pele.
Muito raramente podem ocorrer: perturbações da formação do sangue (trombocitopenia, leucopenia,
casos isolados de agranulocitose, pancitopenia), broncospasmo em doentes predispostos (asma
analgésica), reações alérgicas, reações exacerbadas ao paracetamol (edema de Quincke, espasmos
musculares no trato respiratório, que provocam dificuldades na respiração, inchaço da face,
transpiração, náuseas e descida da tensão arterial (incluindo choque)).
Pode ainda ocorrer: disúria (micção difícil ou dolorosa), oligúria (diminuição da quantidade de urina),
hemoglobinúria (sangue na urina), metahemoglobinemia (alteração da hemoglobina do sangue), febre,
hipoglicémia (diminuição de glicose no sangue), icterícia e insuficiência hepática.
Ao aparecimento dos primeiros sinais de reações alérgicas, interrompa o tratamento e procure
imediatamente o conselho do seu médico. Foram notificados casos muito raros de reações cutâneas graves.
Caso detete efeitos secundários não mencionados neste folheto, por favor informe o seu médico ou
farmacêutico.

CONSERVAÇÃO DE FEBRIDOL, 500 mg, COMPRIMIDO
Manter fora da vista e do alcance e das crianças.
Precauções particulares de conservação
Não conservar acima de 25º C. Não tome Febridol, 500 mg, comprimido após expirar o prazo de validade inscrito na embalagem.
Não tome Febridol ,500 mg, comprimido caso detete algum sinal de deterioração. Este folheto foi revisto pela última vez em ,.


DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Acetilcisteína: Derivado N-acetil da cisteína. ?? usado como um agente mucolítico para reduzir a viscosidade das secreções mucosas.
  2. Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).
  3. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  4. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  5. Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago (ver). Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
  6. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  7. Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
  8. Oligúria: Eliminação de urina em volume inferior a 500 ml por dia. ?? produzida por desidratação, estados de choque (ver), infecções graves, insuficiência renal, etc.
  9. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  10. Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (ver metástases). As neoplasias mais freqüentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.

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