FORXIGA

Para que serve FORXIGA

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


Bristol-Myers Squibb Farmacêutica Ltda.



BULA PARA O PACIENTE - FORXIGA

1

FORXIGA

dapagliflozina

I. IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

FORXIGA

dapagliflozina


APRESENTAÇÕES

FORXIGA (dapagliflozina) é apresentado na forma farmacêutica de:
Comprimidos revestidos de 5 mg em embalagens com 30 comprimidos.
Comprimidos revestidos de 10 mg em embalagens com 14 ou 30 comprimidos.

USO ORAL

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

FORXIGA 5 mg: cada comprimido revestido contém 6,15 mg de dapagliflozina propanodiol, equivalente a 5 mg
de dapagliflozina.

FORXIGA 10 mg: cada comprimido revestido contém 12,30 mg de dapagliflozina propanodiol, equivalente a 10
mg de dapagliflozina.

Excipientes: celulose microcristalina, lactose anidra, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio,
álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol, talco e óxido férrico amarelo.


II. INFORMAÇÕES AO PACIENTE


PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?


Monoterapia: FORXIGA é indicado junto à dieta e à prática de exercícios para melhorar o controle glicêmico
(controle dos níveis de açúcar no sangue) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2.

Combinação:
FORXIGA é indicado em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, para melhorar o controle
glicêmico, em combinação com metformina, tiazolidinedionas, sulfonilureias, um inibidor da DPP4 (com ou sem
metformina); ou insulina (isolada ou com até duas medicações antidiabéticas orais), quando a terapia existente
juntamente com dieta e exercícios não proporciona controle glicêmico adequado.

Combinação inicial: FORXIGA é indicado como terapia de combinação inicial com metformina, juntamente
com dieta e exercícios para melhorar o controle glicêmico em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, quando
ambas as terapias com dapagliflozina e metformina são apropriadas.

FORXIGA não é indicado para uso por pacientes com diabetes tipo 1.

FORXIGA não deve ser utilizado para o tratamento de cetoacidose diabética.

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2


FORXIGA não deve ser usado em pacientes com disfunção renal moderada a grave (taxa de filtração glomerular
estimada [TFGe] persistentemente <45 mL/min/1,73m

2

calculada pela fórmula do estudo Modificação da Dieta

na Doença Renal (do inglês Modified Diet in Renal Disease [MDRD] ou depuração de creatinina [ClCr]
persistentemente < 60 mL/min calculado pela fórmula de Cockcroft-Gault) ou doença renal em fase terminal
(ESRD, da sigla em inglês).


COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?


FORXIGA é um medicamento que bloqueia o cotransportador sódio-glicose 2 (SGLT2), uma proteína
responsável pela reabsorção da glicose (açúcar) no rim, levando à eliminação do excesso de glicose na urina,
melhorando o controle do diabetes mellitus tipo 2.

Foi observada redução da quantidade de açúcar no sangue em jejum após uma semana de tratamento com
FORXIGA.


QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?


Este medicamento é contraindicado para uso por paciente que tenha hipersensibilidade (alergia) a
dapagliflozina ou a qualquer um dos componentes do medicamento.


4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Antes de iniciar o tratamento com FORXIGA, informe seu médico suas condições médicas, inclusive se você:

?

Tiver diabetes mellitus tipo 1: FORXIGA não deve ser usado no tratamento de pessoas com diabetes mellitus

tipo 1.

?

Tiver história ou risco de cetoacidose diabética (acúmulo de corpos cetônicos, que são substâncias que

deixam o sangue ácido, ou seja, com o pH mais baixo do que o normal no organismo). FORXIGA não deve
ser usado no tratamento da cetoacidose diabética.

?

Tiver problemas renais.

?

Tiver doenças cardiovasculares (doenças que afetam os vasos sanguíneos e o coração).

?

Estiver tomando um medicamento para pressão alta ou tomando diuréticos ou tiver risco de depleção de

volume (diminuição excessiva na quantidade de líquidos no organismo). Tiver infecções do trato urinário
(infecções da bexiga, rins ou tubos que transportam a urina) com frequência.


Uso em pacientes com disfunção renal (funcionamento diminuído dos rins)

A eficácia de FORXIGA é dependente do funcionamento normal dos rins. FORXIGA não deve ser usado em
pacientes com disfunção renal moderada ou grave, ou seja, quando o funcionamento renal está diminuído.
Portanto, como em todos os pacientes diabéticos, o funcionamento renal deve ser avaliado antes do início do
tratamento com FORXIGA e periodicamente.

FORXIGA não foi estudado em pacientes com disfunção renal grave ou doença renal em fase final, portanto, não
deve ser utilizado por pacientes nestas condições.

Uso em pacientes com risco de depleção de volume

O efeito diurético (aumento do volume de urina) de FORXIGA reduz o volume intravascular (líquidos dentro dos
vasos). Para pacientes com risco de depleção de volume devido a condições coexistentes, o médico poderá indicar

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uma dose menor de FORXIGA. Deve-se considerar a suspensão temporária de FORXIGA em pacientes que
desenvolverem depleção de volume.

Cetoacidose

Se você apresentar sinais e sintomas compatíveis com cetoacidose, como náuseas, vômito, dor abdominal, mal-

estar e falta de ar, você deve consultar imediatamente seu médico para avaliação de suspeita de cetoacidose. Em

caso de suspeita de cetoacidose, seu médico pode suspender temporariamente ou interromper o uso de FORXIGA.

Infecções do trato urinário


O tratamento com FORXIGA aumenta o risco de infecções no trato urinário (ver no item 9.Que Males Este
Medicamento Pode Me Causar?).

Uso com medicações conhecidas por causar hipoglicemia
(redução no nível de glicose no sangue)

Insulina e seus secretagogos, tais como sulfonilureias, causam hipoglicemia. Portanto, o médico poderá indicar
uma dose menor de insulina ou de secretagogos de insulina (medicamentos que aumentam a liberação de insulina
pelo pâncreas, exemplos: glibenclamida, gliclazida, glimepirida) para reduzir o risco de hipoglicemia quando
usada em combinação com FORXIGA.


Uso na gravidez

FORXIGA não deve ser usado no segundo e terceiro trimestres de gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião
dentista.

Uso durante a amamentação

FORXIGA não deve ser utilizado em mulheres que estejam amamentando, pois não se sabe se FORXIGA pode
passar para o leite materno.

Uso pediátrico

A segurança e a eficácia de FORXIGA em pacientes pediátricos não foram estabelecidas.

Uso geriátrico

A alteração da dose de FORXIGA não é recomendada com base na idade. Pacientes mais velhos têm maior
probabilidade de apresentar o funcionamento dos rins prejudicado. As mesmas recomendações para função renal
fornecidas para todos os pacientes também se aplicam a pacientes idosos.

Desfechos macrovasculares

Em uma análise de 21 estudos clínicos, o uso de FORXIGA não foi associado com maior risco de ocorrência de
eventos adversos cardiovasculares.

Interação com medicamentos

Efeitos de outros medicamentos sobre a dapagliflozina

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4


Em estudos realizados em indivíduos sadios, a farmacocinética (distribuição e transformação do medicamento
no organismo) da dapagliflozina não foi alterada pela metformina, pioglitazona, sitagliptina, glimepirida,
voglibose, hidroclorotiazida, bumetanida, valsartana ou sinvastatina. Após o uso concomitante de dapagliflozina
com rifampicina ou ácido mefenâmico, foi observada, respectivamente, uma diminuição e um aumento nos níveis
de dapagliflozina, mas não houve qualquer efeito clinicamente significativo na eliminação de glicose na urina em
24 horas, nos dois casos.

Efeitos da dapagliflozina sobre outros medicamentos

Em estudos conduzidos em indivíduos sadios, a dapagliflozina não alterou significativamente a farmacocinética
da metformina, pioglitazona, sitagliptina, glimepirida, hidroclorotiazida, valsartana, sinvastatina, digoxina ou
varfarina.

Relate a seu médico os medicamentos que estiver tomando, incluindo medicamentos vendidos com ou sem
prescrição médica, vitaminas e suplementos naturais. Conheça os medicamentos que toma. Mantenha uma lista
de seus medicamentos e mostre-a a seu médico e farmacêutico quando começar a tomar um novo medicamento.
Avise a seu médico se você estiver tomando outros medicamentos para o tratamento do diabetes, especialmente
sulfonilureias (medicamentos para controle do diabetes que agem baixando a glicose por aumento da liberação
de insulina pelo pâncreas, exemplos: glibenclamida, gliclazida, glimepirida), ou insulina e medicamentos
catiônicos (por exemplo, amilorida, digoxina, morfina, procainamida, quinidina, quinina, ranitidina, triantereno,
trimetoprima ou vancomicina).

Outras interações

Os efeitos do fumo, dieta, produtos à base de plantas e uso de álcool sobre o efeito de FORXIGA não foram
especificamente estudados.

Não se espera que FORXIGA afete a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Não foram
realizados estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.


5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15º e 30ºC).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Os comprimidos revestidos de FORXIGA 5 mg são amarelos, biconvexos, redondos, com “5” gravado de um lado e
“1427” no outro.

Os comprimidos revestidos deFORXIGA 10 mg são amarelos, biconvexos, em formato de losangos, com “10”
gravado de um lado e “1428” no outro.

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5

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.


6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Dose recomendada

A dose recomendada de FORXIGA é 10 mg, uma vez ao dia, a qualquer hora do dia,
independentemente das refeições.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.


Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Monoterapia e terapia de combinação

A dose recomendada de FORXIGA é de 10 mg uma vez ao dia como monoterapia ou como terapia de combinação
com metformina; tiazolidinedionas (pioglitazona); sulfonilureias; inibidores da DPP4 (com ou sem metformina);
ou insulina (com ou sem terapia antidiabética oral, terapia dupla com metformina e insulina ou terapia tripla com
insulina incluindo metformina ou sulfonilureias).

Terapia de combinação inicial

As doses iniciais recomendadas de FORXIGA e metformina, quando usados como terapia de combinação inicial,
é de FORXIGA 10 mg mais metformina 500 mg uma vez ao dia. Pacientes com controle glicêmico inadequado
neste esquema posológico devem ter a dose de metformina aumentada de acordo com avaliação do médico.

Pacientes com disfunção renal

Não é indicado ajuste da dose de FORXIGA com base na função renal.

A eficácia de FORXIGA é dependente da função renal. FORXIGA não deve ser utilizado em pacientes com
disfunção renal moderada ou grave ou doença renal em fase terminal (ESRD) (vide

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

).

Pacientes com disfunção hepática

Não é necessário ajuste da dose de FORXIGA em pacientes com disfunção hepática leve, moderada ou grave.

Pacientes em risco de depleção de volume

Para pacientes em risco de depleção de volume devido a condições concomitantes, uma dose inicial de 5 mg de
FORXIGA pode ser apropriada.


Pacientes pediátricos e adolescentes

A segurança e eficácia de FORXIGA em pacientes pediátricos e adolescentes não foram estabelecidas.

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Pacientes geriátricos

Não é necessário ajuste de dose de FORXIGA com base na idade do paciente.

Para segurança e eficácia desta apresentação, FORXIGA não deve ser administrado por vias não recomendadas.
A administração deve ser somente pela via oral.


7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você deixar de tomar uma dose de FORXIGA, tome-a assim que se lembrar. Se estiver quase na hora da dose
seguinte, pule a dose que esqueceu. Apenas tome a dose seguinte no horário normal. Não tome duas doses ao
mesmo tempo. Converse com seu médico se tiver dúvidas sobre uma dose que esqueceu.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.


QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

As reações adversas relatadas em estudos clínicos

*†

são descritas na tabela abaixo. As frequências são definidas

como: muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento), comum (ocorre
entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento), incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes
que utilizam este medicamento), rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento),
muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento) e não conhecida (não pode
ser estimada com os dados disponíveis).

Sistema orgânico

Termo preferido

FORXIGA 10 mg
N=2360

Infecções e infestações

Infecção Genital

Comum

Infecções e infestações

Infecção no trato urinário

§

Comum

Alterações na musculatura esquelética e tecidos conectivos

Dor nas costas

Comum

Alterações no metabolismo e nutrição

Poliúria

Comum

*

Os 13 estudos placebo-controlados incluíram 3 estudos de monoterapia, 1 estudo de combinação inicial com

metformina, 2 de adição à metformina, 2 de adição à insulina, 1 de adição à pioglitazona, 1 de adição à
sitaglipitina, 1 de adição à glimepirida e 2 estudos com combinação de adição de terapia.

Para informações de hipoglicemia ver subitem Uso com medicações conhecidas por causar hipoglicemia

(redução no nível de glicose no sangue).

Infecção genital inclui os termos infecção vulvovaginal micótica (por fungos), balanite, infecção vaginal,

infecção genital fúngica, infecção genital, candidíase vulvovaginal, balanite por cândida, vulvovaginite,
candidíase genital, vulvite, balanopostite, infecção genital masculina, infecção do trato geniturinário,
abscesso peniano, infecção peniana, postite, abscesso vulvar e vaginite bacteriana.

§

Infecção do trato urinário inclui os termos infecção do trato urinário, cistite, infecção do trato urinário por

Escherichia, infecção do trato genito-urinário, pielonefrite, trigonite, uretrite, infecção renal e prostatite.

Poliúria inclui os termos: polaciúria (aumento do número de micções durante o dia), poliúria (aumento da

quantidade de urina durante dia) e aumento do débito urinário (quantidade de urina).


Reação observada em estudos com uso combinado à metformina: dor de cabeça.

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7

Reações observadas em estudos com uso combinado à pioglitazona: nasofaringite (inflamação da mucosa interna
do nariz e faringe) e diarreia.

Reações observadas durante os estudos clínicos: mau funcionamento dos rins, elevação da creatinina no sangue,
diminuição da taxa de filtração glomerular, infecções do trato urinário, infecção micótica vulvovaginal, aumento
da frequência de fraturas ósseas (em pacientes com problemas renais), relatos de desidratação, hipovolemia
(diminuição do volume sanguíneo), hipotensão (pressão baixa), infecções genitais, hipoglicemia, câncer de
bexiga e de mama, alterações no hematócrito (exame que mede a relação entre o volume ocupado pelos glóbulos
vermelhos e o volume total do sangue) e alterações nos níveis de fósforo e lipídeos (colesterol total, triglicérides,
colesterol HDL e colesterol LDL) no sangue.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e
segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos
imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião dentista.



O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE

MEDICAMENTO?


Em estudos com doses de FORXIGA maiores que as recomendadas, não houve aumento nas taxas de eventos
adversos incluindo desidratação (perda de líquidos) ou hipotensão (queda de pressão arterial) em pacientes
tratados com dapagliflozina e não ocorreram alterações clinicamente significativas relacionadas aos exames
laboratoriais incluindo eletrólitos séricos (por exemplo, sódio e potássio no sangue) e indicadores do
funcionamento dos rins.

Na ocorrência de uma superdosagem, devem ser iniciados tratamentos apropriados de suporte, de acordo com o
estado clínico do paciente. A remoção da dapagliflozina por hemodiálise não foi estudada.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.


III. DIZERES LEGAIS

Reg. MS - 1.0180.0404

Responsável Técnico:
Dra. Elizabeth M. Oliveira
CRF-SP nº 12.529

Fabricado por:
Bristol-Myers Squibb Manufacturing Company
State Road 3, Km 77,5
Humacao – Porto Rico
Ou
AstraZeneca Pharmaceuticals LP4601 Highway 62 East
Mount Vernon – Estados Unidos da América


Embalado por:
Bristol-Myers Squibb S.r.L.
Loc. Fontana del Ceraso
Anagni (Frosinone) - Itália

Bristol-Myers Squibb Farmacêutica Ltda.



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8


Importado e Registrado por:
Bristol-Myers Squibb Farmacêutica LTDA.
Rua Verbo Divino, 1711 - Chácara Santo Antônio - São Paulo - SP
CNPJ 56.998.982/0001-07

Comercializado por:
AstraZeneca do Brasil Ltda.
Rod. Raposo Tavares, km 26,9 - Cotia - SP

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 08/12/2015



FRX012


Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

No. do

expediente

Assunto

Data do

expediente

No. do

expediente

Assunto

Data da

aprovação

Itens de bula

Versões

(VP/VP

S)

Apresentações

relacionadas

30/08/2013 0727145130

Inclusão

Inicial de

Texto de Bula

– RDC 60/12

30/08/2013

0727145130

Inclusão

Inicial de

Texto de Bula

– RDC 60/12

30/08/2014

INDICAÇÕES

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

REAÇÕES ADVERSAS

SUPERDOSE

VP/VPS

Comprimidos

revestidos:

5mg e 10mg

06/01/2014 0007132143

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula

– RDC 60/12

06/01/2014 0007132143

Notificação

de Alteração

de Texto de

Bula – RDC

60/12

06/01/2014

INDICAÇÕES

RESULTADOS DE EFICÁCIA

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

POSOLOGIA E MODO DE USAR

REAÇÕES ADVERSAS

DIZERES LEGAIS

VP/VPS

Comprimidos

revestidos:

5mg e 10mg

17/02/2014 0119460147

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula

– RDC 60/12

17/02/2014 0119460147

Notificação

de Alteração

de Texto de

Bula – RDC

60/12

17/02/2014

INDICAÇÕES

RESULTADOS DE EFICÁCIA

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

REAÇÕES ADVERSAS

VP/VPS

Comprimidos

revestidos:

5mg e 10mg



Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

No. do

expediente

Assunto

Data do

expediente

No. do

expediente

Assunto

Data da

aprovação

Itens de bula

Versões

(VP/VPS)

Apresentações

relacionadas

10/10/2014

0908133140

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

10/10/2014

0908133140

Notificação

de Alteração

de Texto de

Bula – RDC

60/12

10/10/2014

DIZERES LEGAIS

VP/VPS

Comprimidos

revestidos:

5mg e 10mg

06/05/2015

0395586159

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

16/03/2015

0232782151

Inclusão de

Local de

Fabricação de
medicamento

de liberação

convencional

com prazo de

análise

06/04/2015

DIZERES LEGAIS

VP/VPS

Comprimidos

revestidos:

5mg e 10mg

03/08/2015

0683666156

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

11/06/2014

0482272142

Inclusão de

Indicação

Terapêutica

Nova no País

06/07/2015

INDICAÇÕES

RESULTADOS DE EFICÁCIA

ADVERTÊNCIAS E

PRECAUÇÕES

POSOLOGIA E MODO DE

USAR

DIZERES LEGAIS

VP/VPS

Comprimidos

revestidos:

5mg e 10mg

26/11/2015

1031476158

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

26/11/2015

1031476158

Notificação

de Alteração

de Texto de

Bula – RDC

60/12

26/11/2015

ADVERTÊNCIAS E

PRECAUÇÕES

INTERAÇÕES

MEDICAMENTOSAS

VP/VPS

Comprimidos

revestidos:

5mg e 10mg

08/12/2015

--

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

08/12/2015

--

Notificação

de Alteração

de Texto de

Bula – RDC

60/12

08/12/2015

DIZERES LEGAIS

VP/VPS

Comprimidos

revestidos:

5mg e 10mg



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Abscesso: Coleção de pus produzida em geral por uma infecção bacteriana. Pode se formar em diferentes regiões do organismo (cérebro, osso, pele, músculo). Pode causar febre, calafrios, tremores e vermelhidão e dor na área afetada.
  2. Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
  3. Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).
  4. Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
  5. Candidíase: ?? o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
  6. Balanopostite: Inflamação da glande e do prepúcio. Produz dor e secreção de pus. Pode ser de origem traumática ou infecciosa.
  7. Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos (ver) ou não.
  8. HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sangüíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como ???Bom Colesterol???. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
  9. Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
  10. LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada ???mau colesterol???.
  11. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  12. Nefrite: Termo que significa ???inflamação do rim??? e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
  13. Pâncreas: Glândula de secreção endócrina (ver), por sua produção de insulina, glucagon e peptídios intestinais que são lançados na corrente sangüínea e exócrina (ver) por sua produção de potentes enzimas digestivas lançadas no intestino delgado. Localiza-se profundamente na cavidade abdominal e possui um tamanho aproximado de 15x7cm.
  14. Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
  15. Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
  16. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  17. Uretrite: Inflamação da uretra de causa geralmente infecciosa. Manifesta-se por ardor ao urinar e secreção amarelada drenada pela mesma. Em mulheres esta secreção pode não ser evidente.
  18. Uréia: Produto do metabolismo das proteínas. Indica de forma indireta a eficiência da função renal. Quando existe insuficiência renal, os valores de uréia elevam-se produzindo distúrbios variados (pericardite urêmica, encefalopatia urêmica, etc.).

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