HALEX ISTAR SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA

Para que serve HALEX ISTAR SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES

Solução injetável, límpida, estéril e apirogênica.

Solução de Dextrose 5% e 10%

Glicose 5%

Solução Injetável 50mg/m

L

Caixa contendo 72 bolsas plásticas de 50m

L

Caixa contendo bolsas plásticas de 100m

L

Caixa contendo bolsas plásticas de 250m

L

Caixa contendo bolsas plásticas de 500m

L

Caixa contendo bolsas plásticas de 1000m

L

Glicose 10%

Solução Injetável 100mg/m

L

Caixa contendo bolsas plásticas de 250m

L

Caixa contendo bolsas plásticas de 500m

L

Caixa contendo bolsas plásticas de 1000Ml



SISTEMA FECHADO – ISTARBAG

VIA DE ADMINISTRAÇÃO

INTRAVENOSA
USO ADULTO E/OU PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO

Glicose 5%

Glicose anidra (DCB 04485)................................................................................45,5 mg.*

*Equivalente a 50 mg de glicose monoidratada

Glicose 5 e 10%

Glicose Anidra

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES

Solução injetável, límpida, estéril e apirogênica.

Caixa contendo 72 bolsas plásticas de 50m

L

Caixa contendo bolsas plásticas de 100m

L

Caixa contendo bolsas plásticas de 250m

L

Caixa contendo bolsas plásticas de 500m

L

1000m

L

Caixa contendo bolsas plásticas de 250m

L

Caixa contendo bolsas plásticas de 500m

L

Caixa contendo bolsas plásticas de 1000Ml

ISTARBAG

®

(PVC)

,

TRILAMINADA

®

(PP),

BLOWPACK

®

VIA DE ADMINISTRAÇÃO

INTRAVENOSA
USO ADULTO E/OU PEDIÁTRICO

Glicose anidra (DCB 04485)................................................................................45,5 mg.*

*Equivalente a 50 mg de glicose monoidratada

Glicose 5 e 10%

Glicose Anidra

®

(PE)

, ,

Excipientes: Água para injetáveis

OSMOLARIDADE

252,3 m

Osm/L

Conteúdo calórico: 154,5 Kcal/L

p

H ........................................................................................................................3,2 a 6,5

Glicose 10%

Glicose anidra (DCB 04485).................................................................................91 mg*

*Equivalente a 100 mg de glicose monoidratada

Excipientes: Água para injetáveis

OSMOLARIDADE

504,6 m

Osm/L

Conteúdo calórico: 309 Kcal/L

p

H ....................................................................................................................3,2 a 6,5

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUÊ ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

As soluções injetáveis de glicose nas concentrações de 5% e 10% são indicadas como fonte de água,
calorias e diurese osmótica. As soluções de glicose de 5 a 10% são indicadas em casos de desidratação,
reposição calórica, nas hipoglicemias (diminuição do nível de glicose no sangue) e como veículo para
diluição de medicamentos compatíveis.

A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na depleção de fluido, sendo
usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais
elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de
carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de
nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de reidratação para prevenção e/ou tratamento
da desidratação, ocasionada pela diarreia.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

As soluções injetáveis de glicose são estéreis e apirogênicas e usadas no restabelecimento de fluido e
suprimento calórico.

A glicose é um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia,
dispensando em alguns casos o uso de lipídios e proteínas como fontes de energia, evitando, assim,
acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solução de glicose é útil como fonte de água e
calorias e é capaz de induzir diurese dependendo das condições clínicas do paciente. As soluções de
glicose em concentrações isotônicas (solução parenteral de glicose 5%) são adequadas para manutenção
das necessidades de água quando o sódio não é necessário ou deve ser evitado.

A glicose é metabolizada através do ácido pirúvico ou lático em dióxido de carbono e água com liberação
de energia. A glicose é usada, distribuída e estocada nos tecidos. Todas as células do corpo são capazes de
oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular. Uma vez dentro da
célula, a glicose é prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em

glicogênio, ou é catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, através da Acetil

Co

A.
Requer, por isso, constante equilíbrio entre as necessidades metabólicas do organismo e a sua oferta.

A glicose atinge o seu pico plasmático 40 minutos após sua administração em pacientes hipoglicêmicos.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

As soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas simultaneamente a infusão de sangue
devido à possibilidade de coagulação.

O uso da solução de glicose é contraindicado nas seguintes situações: hiperidratação, hiperglicemia
(aumento do nível de glicose no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica e hipopotassemia
(concentração de potássio abaixo do normal).

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contraindicado em
pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados,
síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade aos produtos do milho.

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com diabetes.

Gravidez: Categoria C Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem
orientação médica ou do cirurgião dentista.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis glicêmicos e
glicosúria (excesso de glicose na urina). Outro aspecto refere-se à suspensão abrupta de tratamentos
prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma
hipoglicemia momentânea pós-suspensão. Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada
ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de edema
pulmonar, hipopotassemia (concentração de potássio abaixo do normal), hiperidratação e intoxicação
hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do líquido extracelular. A monitoração frequente de
concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes,
durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos
eritrócitos e, provavelmente, hemólise. Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não
devem ser administradas simultaneamente a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose
intravenosa é administrada em pacientes pediátricos, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças
com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia (aumento do nível de glicose no
sangue) / hipoglicemia (diminuição do nível de glicose no sangue). A administração excessiva ou rápida
da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e uma possível
hemorragia intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos
pacientes com hipervolemia (sobrecarga de líquidos – aumento do volume sanguíneo), insuficiência renal,
obstrução do intervalo urinário ou descompensação cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus
subclínica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactantes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma
infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento do nível de glicose no sangue), assim como em
pacientes malnutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia. A
administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do
complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque
isquêmico.

Gravidez: Categoria C Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem
orientação médica ou do cirurgião dentista.

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras
drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose. Também não há
fundamentação científica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando
administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução. Portanto, as injeções de
glicose devem ser dadas às gestantes somente se realmente necessário.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode
conduzir no feto, à hiperglicemia (aumento do nível de glicose no sangue), à hiperinsulinemia (aumento
do nível de insulina no sangue), e à acidose fetal, com hipoglicemia neonatal subsequente e icterícia.
Outros estudos não encontraram nenhuma evidência de tal efeito, especialmente se o feto é bem
oxigenado, e relataram, que o número dos pacientes incluídos em tais relatórios foi frequentemente
pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

? Uso em crianças, idosos e outros grupos de risco

- Uso pediátrico

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estágio final de
gestação, verificou que a administração de 100 g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não
provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram
excluídos. Entretanto, os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe
(como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal,
podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do
crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os neonatos precoces, cuja
função renal pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do líquido e do soluto pode estar
limitada.

- Uso geriátrico

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso deverá ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas
são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser
maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter a
função renal diminuída, por isso, cuidado deve ser tomado na seleção da dose, e pode ser útil monitorar a
função renal.

- Interações medicamentosas

Não são conhecidas interações medicamentosas até o momento.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras
medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação
imediatamente após a mistura, antes e durante a administração.

Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conservar a temperatura ambiente (15ºC a 30ºC). Proteger da luz e Umidade.

Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.

Após aberto, usar imediatamente. Depois de aberto este medicamento, por ser de caráter estéril, não se
pode em hipótese alguma a guarda e conservação das soluções utilizadas, devendo as mesmas serem
descartadas. Antes de serem administradas, as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente
para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na
embalagem primária. Não utilizar se detectadas partículas ou algum tipo de precipitado. Este
medicamento é um líquido, límpido, incolor e inodoro. Isento de partículas estranhas.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o
farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deverá ser mantido fora do alcance de crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

O preparo e administração da Solução Parenteral deve obedecer à prescrição, precedida de criteriosa
avaliação, pelo farmacêutico, da compatibilidade físico-química e da interação medicamentosa que
possam ocorrer entre os seus componentes.

A Solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se
observar a presença de partículas, turvação na solução, fissura e quaisquer violações na embalagem
primária.

A dosagem deve ser determinada por um médico e é dependente da idade, do peso, das condições clínicas
do paciente e das determinações em laboratório. As concentrações de glicose no plasma devem ser
monitoradas, a taxa máxima que pode ser infundida sem causar glicosúria (presença do excesso de glicose
na urina) é 0,5g/Kg de peso corporal/hora. No entanto, o ideal é que a solução de glicose intravenosa seja
fornecida em uma taxa de aproximadamente 6 a 7 mg/Kg /minuto.

O uso da solução de glicose é indicada para correção de hipoglicemia (diminuição do nível de glicose no
sangue) infantil. Podendo ser utilizada em nutrição parenteral de crianças. A dose e a taxa de infusão
intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pediátricos, particularmente
recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia
(aumento do nível de glicose no sangue) /hipoglicemia (diminuição do nível de glicose no sangue).

A solução de glicose pode ser administrada em pacientes diabéticos, mesmo em coma, porém, é
fundamental o controle adequado da cetose e, se necessário, deve-se recorrer a administração de insulina.
A avaliação clínica e as determinações laboratoriais e periódicas são necessárias para monitorar mudanças
em concentrações de glicose e do eletrólito do sangue, e o balanço do líquido e de eletrólitos durante a
terapia parenteral prolongada ou sempre que a condição do paciente permita a avaliação.

Duração do tratamento a critério médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se
observar a presença de partículas, turvação na solução, fissura e quaisquer violações na embalagem
primária.

Apenas para as Soluções Parenterais de Grande Volume:

A solução é acondicionada em bolsas em SISTEMA FECHADO para a administração intravenosa usando
equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexão em série. Tal procedimento pode causar embolia
gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da
segunda embalagem seja completada.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para abrir:

Apenas para as bolsas Istarbag (PVC) remover o invólucro protetor no momento do uso do medicamento.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza. Se for
observado vazamento de solução descartar a embalagem, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.
Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a
solução de Glicose 5% e 10% para administração.

No preparo e administração das Soluções Parenterais (SP), devem ser seguidas as recomendações da
comissão de Controle de Infecção em Serviços de saúde quanto a: desinfecção do ambiente e de
superfícies; higienização das mãos; uso de EPIs e desinfecção das bolsas, pontos de adição dos
medicamentos e conexões das linhas de infusão.

1- Remover protetor de plástico do tubo de saída da solução no fundo da embalagem, quando presente;

2- Fazer a assepsia da embalagem primária utilizando álcool 70%;

3- Suspender a embalagem pela alça de sustentação;

4- Conectar o equipo de infusão da solução. Consultar as instruções de uso do equipo;

5- Administrar a solução, por gotejamento contínuo, conforme prescrição médica.

Para adição de medicamentos:

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há
incompatibilidade entre os medicamentos.

Apenas embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a
administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:

1-Preparar o sítio de injeção fazendo sua assepsia.

2-Utilizar uma seringa com agulha estéril para perfurar o sítio próprio para administração de
medicamentos e injetar o medicamento na solução parenteral.

3-Misturar o medicamento completamente na solução parenteral.

4-Pós liofilizados devem ser reconstituídos/suspendidos no diluente estéril e apirogênico adequado antes
de ser adicionados à solução parenteral.

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:

1- Fechar a pinça do equipo de infusão.

2- Preparar o sítio próprio para administração de medicamentos, fazendo a assepsia.

3- Utilizar a seringa com agulha estéril para perfurar o sítio e adicionar o medicamento na solução
parenteral.

4- Misturar o medicamento completamente na solução parenteral.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO SABER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou à técnica de administração e incluem resposta
febril, infecção no ponto de injeção, trombose venosa (é a formação de um coágulo sanguíneo "trombo"
em uma veia profunda) ou flebite (inflamação e coagulação numa veia superficial) irradiando-se a partir
do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia (sobrecarga de líquidos – aumento do volume
sanguíneo). Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica
corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário. Algumas
destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão
intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a
hipopotassemia (concentração de potássio no sangue abaixo do normal), o hipomagnesemia
(concentração de magnésio no sangue abaixo do normal), e a hipofosfatemia (concentração de fosfato no
sangue abaixo do normal).

Informe o seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento.

Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este
medicamento, entrando em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA


DESTE MEDICAMENTO?

A infusão de grandes volumes da solução de glicose pode causar hipervolemia (sobrecarga de líquidos –
aumento do volume sanguíneo), resultando em diluições eletrolíticas do soro, estados congestivos e
edemas pulmonares. A infusão muito rápida de glicose pode ocasionar distúrbios neurológicos como
depressão e coma, devidos aos fenômenos de hiperosmolaridade, principalmente em portadores de
nefropatias crônicas. Nestes casos, instalar uma terapia de apoio, conforme as necessidades.

Nas doses usuais indicadas pelo médico não há relatos de superdosagem, exceto em pacientes diabéticos
com intolerância à glicose.

Num evento de sobrecarga de fluidos ou solutos durante a terapia parenteral, reavalie as condições do
paciente e institua o tratamento corretivo apropriado.

Em casos de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Em caso de intoxicação ligue para

00 722 6001

, se você precisar demais orientações sobre como
proceder.

DIZERES LEGAIS

Reg. MS nº: 1.0311.0013

Resp. Técnico: Viviane Desideri - CRF-GO nº 2362.

USO RESTRITO A HOSPITAIS

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

HISTÓRICO DE ALTERAÇÃO DA BULA PACIENTE

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição / notificação que altera a bula

Dados das alterações de bulas

Data do expediente

Nº expediente

Assunto

Data do

expediente

Nº expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de bula

Versões

(VP/VPS)

Apresentações

relacionadas

30/08/2013

0729078/13-1

10454- ESPECÍFICO-

Notificação de

Alteração de Texto de

Bula-RDC 60/12.

---

---

---

---

Adequação da indicação do produto

disposta na bula da glicose 25% e

50% ao relatório de segurança e

eficácia

VP

Glicose 5%

Caixa contendo 72 bolsas
plásticas de 50m

L

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 100m

L

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 250m

L

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 500m

L

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 1000m

L

Glicose 10%

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 250m

L

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 500m

L

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 1000m

L

29/11/2012

0967022/12-0

10220- Específico –

Inclusão de Nova

Apresentação

Comercial de Produto

Estéril.

---

---

---

---

Alteração nas apresentações constante

na bula da glicose 5 e 10%.

VP

Glicose 5%

Caixa contendo 72 bolsas
plásticas de 50m

L

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 100m

L

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 250m

L

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 500m

L

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 1000m

L

Glicose 10%

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 250m

L

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 500m

L

Caixa

contendo

bolsas

plásticas de 1000m

L

04/11/2014

0987980/14-3

10454-

ESPECÍFICO-
Notificação de

Alteração de Texto

de Bula-RDC 60/12

---

---

---

---

Inclusão no item 3:

*Informações a respeito do uso por

mulheres grávidas;

VP

Glicose 5%

Caixa

contendo

72

bolsas

plásticas

de

50m

L

Caixa contendo bolsas
plásticas de 100m

L

Caixa contendo bolsas
plásticas de 250m

L

Caixa contendo bolsas
plásticas de 500m

L

Caixa contendo bolsas
plásticas de 1000m

L

Glicose 10%

Caixa contendo bolsas
plásticas de 250m

L

Caixa contendo bolsas
plásticas de 500m

L

Caixa contendo bolsas
plásticas de 1000m

L

---

---

10454-

ESPECÍFICO-
Notificação de

Alteração de Texto

de Bula-RDC 60/12

---

---

---

---

Alteração do cabeçalho

VP

Glicose 5%

Caixa

contendo

72

bolsas

plásticas

de

50m

L

Caixa contendo bolsas
plásticas de 100m

L

Caixa contendo bolsas
plásticas de 250m

L

Caixa contendo bolsas
plásticas de 500m

L

Caixa contendo bolsas
plásticas de 1000m

L

Glicose 10%

Caixa contendo bolsas
plásticas de 250m

L

Caixa contendo bolsas
plásticas de 500m

L

Caixa contendo bolsas
plásticas de 1000m

L




BULA PROFISSIONAL DE SAÚDE

GLICOSE 25% e 50%


HALEX ISTAR

SOLUÇÃO INJETÁVEL

25% (250 mg/m

L)
50% (500 mg/m

L)


FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES

Solução injetável

Glicose anidra 250 mg/m

L

- Caixa com 200 ampolas plásticas de 10 m

L

Glicose anidra 500 mg/m

L

- Caixa com 200 ampolas plásticas de 10 m

L ou 20 m

L


SISTEMA FECHADO – ISTARBAG

®

(PVC)

VIA DE ADMINISTRAÇÃO

INTRAVENOSA

USO ADULTO E/OU PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO

Glicose 25%

Cada m

L da solução contém:

glicose anidra (D.C.B. 04485) ................................................ 227,5mg*

* Equivalente a 250 mg de glicose monoidratada

Excipiente: Água para injetáveis.

Osmolaridade: 1.261,5 m

Osm/L

Conteúdo calórico: 772,5 Kcal/L

Glicose 50%

Cada m

L da solução contém:

glicose anidra (D.C.B. 04485) .................................................... 455mg*

* Equivalente a 500mg de glicose monoidratada

Excipiente: Água para injetáveis.

Osmolaridade: 2.523 m

Osm/L

Conteúdo calórico: 1.545 Kcal/L

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

Glicose 25% e 50%

Glicose Anidra

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES

Caixa com 200 ampolas plásticas de 10 m

L

Caixa com 200 ampolas plásticas de 10 m

L ou 20 m

L



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
  2. Caloria: Unidade de medida universal utilizada para descrever a quantidade de energia que é gerada por diferentes alimentos. As gorduras são as que contêm mais calorias (nove Kcal[lê-se quilocalorias] por grama), seguidas pelos carboidratos e proteínas (quatro Kcal por grama).
  3. Delirium tremens: Variedade de delírio associado ao consumo ou abstinência de álcool.
  4. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  5. Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia (ver).
  6. Fissura: Solução de continuidade de origem traumática, caracterizada por um trajeto linear.
  7. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  8. Hemólise: Doença na qual se produz a ruptura da membrana do glóbulo vermelho e perda de seu conteúdo (principalmente hemoglobina) para a corrente sangüínea. Pode ser produzida em algumas anemias congênitas ou adquiridas, como conseqüência de doenças imunológicas, etc.
  9. Hemorragia: Perda de sangue para um órgão interno (tubo digestivo, cavidade abdominal) ou para o exterior (ferimento arterial). De acordo com o volume e velocidade com a qual se produz o sangramento uma hemorragia pode produzir diferentes manifestações nas pessoas, desde taquicardia, sudorese, palidez cutânea, até o choque.
  10. Tala: Instrumento ortopédico utilizado freqüentemente para imobilizar uma articulação ou osso fraturado. Pode ser de gesso ou material plástico.
  11. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.

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