HALOPERIDOL

Para que serve HALOPERIDOL

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

HALOPERIDOL - solução oral

“Medicamento Genérico Lei n° 9.787 de 1999”

APRESENTAÇÕES

Solução oral de HALOPERIDOL (2 mg/m

L) - frasco conta-gotas de 10 m

L, 20 m

L e 30 m

L

USO ORAL

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO

Cada m

L da solução oral contém:

HALOPERIDOL ........................................................................................................................... 2,000 mg

veículo* q.s.p. ...................................................................................................................... 1,000 m

L

* metilparabeno, ácido láctico, água purificada.

II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

O HALOPERIDOL é indicado para o alívio de transtornos do pensamento, de afeto e do comportamento como:

- acreditar em ideias que não correspondem à realidade (delírios);

- desconfiança não usual;

- ouvir ou ver ou sentir coisa que não está presente (alucinações);

- confusão (algumas vezes associada ao alcoolismo);

- agitação psicomotora.

Além disso, o HALOPERIDOL é indicado para tratar movimentos incontrolados como:

- tiques;

- soluços;

- náusea e vômito.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

O HALOPERIDOL não exerce sua ação completa logo após as primeiras doses. Os benefícios são mais

amplamente observados após duas a três semanas de tratamento contínuo. Para os sintomas de agitação e

agressividade é possível obter melhora logo após as primeiras doses. O tratamento com o HALOPERIDOL

poderá produzir sintomas desconfortáveis que podem não justificar sua interrupção. Neste caso, consulte

o médico.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

O HALOPERIDOL não deve ser tomado por:

- pacientes portadores de Doença de Parkinson;

- pessoas que apresentam sonolência e lentidão decorrentes de doença ou do uso de medicamentos ou

bebidas alcoólicas;

- pacientes com sensibilidade exacerbada (alérgicos) ao HALOPERIDOL ou aos excipientes (componentes) da

formulação;

- pacientes em coma;

- pacientes com lesão nos gânglios da base (são gânglios do cérebro relacionados a diversas funções:

motora, cognitiva, emocional e aprendizagem).

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Os medicamentos antipsicóticos, incluindo o HALOPERIDOL podem provocar:

- casos raros de morte súbita. Pacientes idosos com demência relacionada à psicose, tratados com

medicamentos antipsicóticos possuem aumento no risco de morte;

- síndrome neuroléptica maligna, uma condição rara que se caracteriza por febre, rigidez muscular,

instabilidade autonômica e alteração da consciência. Geralmente, a febre é o primeiro sintoma que se

manifesta. Na presença destes sintomas, procure seu médico imediatamente, pois ele poderá interromper

o tratamento com o HALOPERIDOL e precisará monitorá-lo cuidadosamente;

- discinesia tardia, que se caracteriza por movimentos involuntários rítmicos da língua, face, boca ou

maxilar. As manifestações podem ser permanentes em alguns pacientes. A síndrome pode ser mascarada

quando o tratamento é retomado, quando a dose é aumentada, ou quando é feita a troca para outros

medicamentos antipsicóticos. Na presença destes sintomas, procure seu médico imediatamente, pois ele

poderá interromper o tratamento com o HALOPERIDOL ;

- sintomas extrapiramidais, tais como tremor, rigidez, excesso de salivação, movimentos lentos,

incapacidade de permanecer sentado e distonia aguda (contrações musculares permanentes). Se

necessário, seu médico poderá prescrever medicamentos antiparkinsonianos para o tratamento dos

sintomas;

- alterações hormonais: hiperprolactinemia, que pode causar galactorreia, ginecomastia e oligo ou

amenorreia; atividade aumentada da glândula tireoide (hipertireoidismo);

- tromboembolismo venoso (coágulos de sangue nos pulmões e pernas). Seu médico deverá identificar

fatores de risco para tromboembolismo venoso antes e durante o tratamento com o HALOPERIDOL e tomará

medidas preventivas.

Se você tiver sofrido ou estiver sofrendo de alguns dos seguintes sintomas, informe seu médico. Ele pode

querer acompanhar seu caso mais de perto:

- problema cardíaco ou histórico familiar de problemas cardíacos ou se estiver tomando alguma

medicação para o coração Relatos muito raros de problemas elétricos no coração (prolongamento do

intervalo QT e/ou arritmias ventriculares) têm sido relatados com o HALOPERIDOL . Estes problemas

cardíacos parecem ocorrer com maior frequência em altas doses do medicamento e em pacientes

predispostos. Também foram relatadas ocasionalmente, taquicardia (batimentos rápidos do coração) e

pressão baixa;

- depressão;

- problemas no fígado;

- epilepsia ou qualquer outra condição que possa causar convulsões (por exemplo, durante o tratamento

de alcoolismo e doença cerebral);

- atividade aumentada das glândulas tireoides (hipertireoidismo).

- coágulos de sangue, ou um histórico familiar de coágulos sanguíneos.

Seu médico pode querer checar regularmente sua condição durante o tratamento com o HALOPERIDOL .

Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

O HALOPERIDOL pode reduzir a capacidade de atenção, principalmente com doses altas e no início do

tratamento, redução essa que pode ser potencializada pela ingestão de bebidas alcoólicas. Durante o

tratamento, você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar

prejudicadas.

Precauções

Caso haja necessidade de interromper o tratamento, faça-o de modo gradual, durante vários dias. A

interrupção repentina do tratamento pode causar alguns efeitos indesejáveis, tais como náusea e vômito.

Gravidez e Amamentação

Gravidez

Se você está grávida ou planeja engravidar, informe seu médico, ele decidirá se você pode tomar o

HALOPERIDOL . Tremor, rigidez muscular, fraqueza, sonolência, agitação, problemas respiratórios ou

dificuldade em amamentar podem ocorrer em recém-nascidos de mães que utilizaram o HALOPERIDOL

durante o último trimestre de gravidez. O HALOPERIDOL pode atravessar a placenta e pode estar associado a

mudanças motoras ou de comportamento em bebês de mães que receberam o HALOPERIDOL durante o último

trimestre de gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas, sem orientação médica ou do

cirurgião-dentista.

Amamentação

Informe ao médico se você está amamentando, pois o HALOPERIDOL passa para o leite materno. Ele decidirá

se você pode tomar o HALOPERIDOL .

Interações Medicamentosas

Você deve evitar ingerir bebidas alcoólicas se estiver tomando o HALOPERIDOL .

Medicamentos que podem aumentar a concentração de HALOPERIDOL e aumentar o risco de ocorrer eventos

adversos, incluindo o prolongamento do intervalo QT (alteração no eletrocardiograma):

- itraconazol, nefazodona, buspirona, venlafaxina, alprazolam, fluvoxamina, quinidina, fluoxetina,

sertralina, clorpromazina, prometazina.

Foi observado aumento do intervalo QTc quando HALOPERIDOL foi administrado em combinação com

inibidores metabólicos, tais como:

- cetoconazol;

- paroxetina.

Medicamentos que podem diminuir a concentração de HALOPERIDOL :

- carbamazepina, fenobarbital e rifampicina;

Neste caso a dose de HALOPERIDOL deve ser reajustada, quando necessário. Após a interrupção do

tratamento com esses medicamentos pode ser necessário reduzir a dose de HALOPERIDOL .

Efeitos do HALOPERIDOL em outros medicamentos:

Como é o caso de todos os antipsicóticos, o HALOPERIDOL pode aumentar a depressão do Sistema Nervoso

Central (SNC) causada por outros depressores centrais como bebidas alcoólicas, hipnóticos (soníferos),

sedativos e analgésicos potentes. Um aumento dos efeitos sobre o SNC foi relatado quando o HALOPERIDOL

é associado à metildopa. O HALOPERIDOL pode reverter os efeitos hipotensores de medicamentos para a

pressão alta, tais como a guanetidina.

O HALOPERIDOL pode prejudicar o efeito antiparkinsoniano da levodopa.

Outras formas de interação:

Em raros casos os seguintes sintomas foram relatados durante uso concomitante de lítio e HALOPERIDOL :

encefalopatia, sintomas extrapiramidais, discinesia tardia, síndrome neuroléptica maligna, distúrbios do

tronco cerebral, síndrome cerebral aguda e coma. Muitos destes sintomas foram reversíveis.

De qualquer forma, recomenda-se que se você apresentar estes sintomas converse imediatamente com seu

médico, pois ele poderá interromper o tratamento com o HALOPERIDOL .

Antagonismo ao efeito anticoagulante da fenindiona foi relatado.

Aconselha-se cautela ao tomar o HALOPERIDOL com outros medicamentos, como diuréticos, que podem

diminuir o potássio e magnésio.

Seu médico decidirá quais os medicamentos que você poderá tomar com o HALOPERIDOL .

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conserve a solução oral em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC) e proteger da luz e manter em lugar

seco.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto Físico

O HALOPERIDOL solução oral (gotas) é um líquido incolor, inodoro, isento de partículas e material estranho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você

observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Como usar

O HALOPERIDOL está disponível na forma de solução oral.

Você poderá tomar o HALOPERIDOL junto às refeições ou entre elas. As gotas podem ser dissolvidas em uma

pequena quantidade de água ou de suco de frutas.

Importante! Demora algum tempo antes de você sentir os efeitos completos do medicamento.

Somente se o seu médico permitir, você pode parar de tomar o HALOPERIDOL se você parar sem o

consentimento do seu médico, seu problema pode retornar. Se o seu médico solicitar que você pare

o tratamento, você deve fazer de forma gradual, principalmente se você estiver tomando altas

doses. Parar o tratamento repentinamente pode causar alguns efeitos indesejáveis, tais como:

náusea e vômito. Desta forma, mantenha o contato com o seu médico no momento que você parar o

seu tratamento.

Posologia

É muito importante que você tome a quantidade correta de HALOPERIDOL . Seu médico irá modificar a dose

até encontrar a melhor dose para você. Ele irá determinar quantas gotas você precisará tomar.

Adultos

Dose inicial de 0,5 a 2 mg, 2 a 3 vezes ao dia, podendo ser aumentada progressivamente em função da

resposta terapêutica e da tolerância.

Dose de manutenção, entre 1 e 15 mg ao dia, deve contudo ser reduzida até o mais baixo nível de

efetividade.

Pacientes idosos geralmente requerem doses menores.

Pacientes gravemente perturbados ou inadequadamente controlados podem requerer, às vezes, posologia

mais elevada. Em alguns casos a resposta ótima pode exigir dose diária acima de 100 mg, principalmente

em pacientes com alta resistência. Entretanto, não está demonstrada a segurança de tais doses em

administração prolongada.

Crianças

0,1 mg (1 gota)/3 kg de peso, duas vezes ao dia por via oral, podendo ser ajustada, se necessário.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do

tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você esquecer de tomar uma dose do medicamento, tome a próxima dose e continue o tratamento

normalmente. Não dobre a dose.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Dados de estudos clínicos

A seguir estão listados os eventos adversos (também chamados de reações adversas ao medicamento)

relatados em estudos clínicos por 1% dos pacientes tratados com o HALOPERIDOL .

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Distúrbios do sistema nervoso: distúrbios extrapiramidais; hipercinesia (movimentação excessiva e

atípica do corpo e membros).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Distúrbios do sistema nervoso: tremor, hipertonia (rigidez muscular), distonia, sonolência, bradicinesia

(movimentos lentos).

Distúrbios oftalmológicos: distúrbios visuais.

Distúrbios gastrintestinais: constipação, boca seca, hipersecreção salivar.

Em outro estudo clínico com o HALOPERIDOL as seguintes reações adversas foram relatadas por 1%

pacientes com esquizofrenia:

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Distúrbios do sistema nervoso: tontura, acatisia (dificuldade em permanecer sentado), discinesia,

hipocinesia, discinesia tardia.

Distúrbios oftalmológicos: crise oculógira (movimento espástico dos olhos para uma posição fixa,

geralmente para cima).

Distúrbios vasculares: hipotensão ortostática (anormalidade da pressão sanguínea perceptível ao levantar

ou alterar a posição do corpo), hipotensão.Distúrbios do sistema reprodutivo e das mamas: disfunção

erétil.

Investigações: aumento do peso.

A seguir estão listados os eventos adversos relatados nos estudos clínicos anteriormente mencionados

por < 1% dos pacientes tratados com o HALOPERIDOL :

Distúrbios endócrinos: hiperprolactinemia;

Distúrbios psiquiátricos: diminuição da libido, perda da libido, inquietação;

Distúrbios do sistema nervoso: disfunção motora, contrações involuntárias do músculo, síndrome

neuroléptica maligna, nistagmo, parkinsonismo, sedação.

Distúrbios oftalmológicos: visão embaçada.

Distúrbios cardíacos: taquicardia.

Distúrbios do tecido conectivo e musculoesquelético: trismo, torcicolo, rigidez muscular, espasmos

musculares, rigidez musculoesquelética, contração muscular.

Distúrbios do sistema reprodutivo e das mamas: amenorreia, desconforto nas mamas, dor nas mamas,

galactorreia, dismenorreia, disfunção sexual, distúrbios menstruais, menorragia.

Distúrbios gerais e condições no local da aplicação: distúrbios da marcha.

As seguintes reações adversas foram observadas no período de pós-comercialização com HALOPERIDOL e

decanoato de HALOPERIDOL :

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento),

incluindo relatos isolados:

Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático: agranulocitose, pancitopenia, trombocitopenia, leucopenia e

neutropenia.

Distúrbios do sistema imunológico: reação anafilática, hipersensibilidade.

Distúrbios endócrinos: secreção inapropriada do hormônio antidiurético.

Distúrbios do metabolismo e nutricionais: hipoglicemia.

Distúrbios psiquiátricos: transtorno psicótico, agitação, estado confusional, depressão e insônia.

Distúrbios do sistema nervoso: convulsão e cefaleia.

Distúrbios cardíacos: Torsade de Pointes, fibrilação ventricular, taquicardia ventricular, extrassístole.

Distúrbios do mediastino, respiratório e torácico: broncoespasmo, laringoespasmo, edema de laringe,

dispneia.

Distúrbios gastrintestinais: vômito e náusea.

Distúrbios hepatobiliares: insuficiência hepática aguda, hepatite, colestase, icterícia, anormalidade no

teste da função hepática.

Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: vasculite leucocitoclástica, dermatite esfoliativa, urticária,

reação de fotossensibilidade, erupção cutânea, prurido, hiperidrose.

Distúrbios renais e urinários: retenção urinária.

Gravidez, puerpério e condições perinatais: síndrome neonatal de retirada do medicamento.

Distúrbios do sistema reprodutivo e das mamas: priapismo e ginecomastia.

Distúrbios gerais e condições no local de aplicação: morte súbita, edema de face, edema, hipotermia e

hipertermia.

Investigações: prolongamento do intervalo QT, perda de peso.

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Distúrbios do sistema nervoso: distúrbios extrapiramidais; hipercinesia (movimentação excessiva e

atípica do corpo e membros).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Distúrbios do sistema nervoso: tremor, hipertonia (rigidez muscular), distonia, sonolência, bradicinesia

(movimentos lentos).

Distúrbios oftalmológicos: distúrbios visuais.

Distúrbios gastrintestinais: constipação, boca seca, hipersecreção salivar.

Em outro estudo clínico com o HALOPERIDOL as seguintes reações adversas foram relatadas por 1%

pacientes com esquizofrenia:

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Distúrbios do sistema nervoso: tontura, acatisia (dificuldade em permanecer sentado), discinesia,

hipocinesia, discinesia tardia.

Distúrbios oftalmológicos: crise oculógira (movimento espástico dos olhos para uma posição fixa,

geralmente para cima).

Distúrbios vasculares: hipotensão ortostática (anormalidade da pressão sanguínea perceptível ao levantar

ou alterar a posição do corpo), hipotensão.Distúrbios do sistema reprodutivo e das mamas: disfunção

erétil.

Investigações: aumento do peso.

A seguir estão listados os eventos adversos relatados nos estudos clínicos anteriormente mencionados por

< 1% dos pacientes tratados com o HALOPERIDOL

Distúrbios endócrinos: hiperprolactinemia;

Distúrbios psiquiátricos: diminuição da libido, perda da libido, inquietação;

Distúrbios do sistema nervoso: disfunção motora, contrações involuntárias do músculo, síndrome

neuroléptica maligna, nistagmo, parkinsonismo, sedação.

Distúrbios oftalmológicos: visão embaçada.

Distúrbios cardíacos: taquicardia.

Distúrbios do tecido conectivo e musculoesquelético: trismo, torcicolo, rigidez muscular, espasmos

musculares, rigidez musculoesquelética, contração muscular.

Distúrbios do sistema reprodutivo e das mamas: amenorreia, desconforto nas mamas, dor nas mamas,

galactorreia, dismenorreia, disfunção sexual, distúrbios menstruais, menorragia.

Distúrbios gerais e condições no local da aplicação: distúrbios da marcha.

As seguintes reações adversas foram observadas no período de pós-comercialização com HALOPERIDOL e

decanoato de HALOPERIDOL :

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento),

incluindo relatos isolados:

Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático: agranulocitose, pancitopenia, trombocitopenia, leucopenia e

neutropenia.

Distúrbios do sistema imunológico: reação anafilática, hipersensibilidade.

Distúrbios endócrinos: secreção inapropriada do hormônio antidiurético.

Distúrbios do metabolismo e nutricionais: hipoglicemia.

Distúrbios psiquiátricos: transtorno psicótico, agitação, estado confusional, depressão e insônia.

Distúrbios do sistema nervoso: convulsão e cefaleia.

Distúrbios cardíacos: Torsade de Pointes, fibrilação ventricular, taquicardia ventricular, extrassístole.

Distúrbios do mediastino, respiratório e torácico: broncoespasmo, laringoespasmo, edema de laringe,

dispneia.

Distúrbios gastrintestinais: vômito e náusea.

Distúrbios hepatobiliares: insuficiência hepática aguda, hepatite, colestase, icterícia, anormalidade no

teste da função hepática.

Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: vasculite leucocitoclástica, dermatite esfoliativa, urticária,

reação de fotossensibilidade, erupção cutânea, prurido, hiperidrose.

Distúrbios renais e urinários: retenção urinária.

Gravidez, puerpério e condições perinatais: síndrome neonatal de retirada do medicamento.

Distúrbios do sistema reprodutivo e das mamas: priapismo e ginecomastia.

Distúrbios gerais e condições no local de aplicação: morte súbita, edema de face, edema, hipotermia e

hipertermia.

Investigações: prolongamento do intervalo QT, perda de peso.

Informação adicional importante

- pacientes idosos com demência que necessitem de tratamento com o HALOPERIDOL para controle de seus

comportamentos podem ter o risco de morte aumentado quando comparado com os não tratados.

- se você observar batimento cardíaco irregular (palpitação, tontura, desmaio), febre alta, rigidez

muscular, transpiração anormal, respiração acelerada ou redução do estado de alerta, contate seu médico

imediatamente.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis

pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA

DESTE MEDICAMENTO?

Se você ingeriu acidentalmente uma quantidade maior de HALOPERIDOL , contate seu médico imediatamente.

Os possíveis sinais de uma superdose são: diminuição do estado de alerta, tremor grave e contração

muscular importante. Nestes casos, procure seu médico.

Sinais e Sintomas

Geralmente, os sintomas de superdose de HALOPERIDOL constituem uma exacerbação dos efeitos

farmacológicos e reações adversas já referidas, predominando as reações graves do tipo extrapiramidal,

hipotensão e sedação. A reação extrapiramidal é manifestada por rigidez muscular e por tremor

generalizado ou localizado. Pode ocorrer hipertensão, em vez de hipotensão.

Em casos extremos, o paciente pode apresentar-se comatoso, com depressão respiratória e hipotensão, às

vezes grave o suficiente para determinar um estado de choque. Existe também um risco de arritmias

ventriculares possivelmente associadas a um prolongamento do intervalo QT.

Tratamento

Como não existem antídotos específicos, o tratamento é principalmente de suporte. Carvão ativado pode

ser administrado. Para pacientes comatosos, as vias aéreas devem ser restabelecidas através do uso de

uma via orofaríngea ou tubo endotraqueal.

ECG e sinais vitais devem ser monitorizados até que estejam normais. Arritmias cardíacas severas

deverão ser tratadas com medidas antiarrítmicas adequadas.

Hipotensão e colapso circulatório devem ser controlados com infusão de soro, plasma ou albumina

concentrada e agentes vasopressores (dopamina, noradrenalina). Não utilizar adrenalina, que pode causar

hipotensão grave quando usada com o HALOPERIDOL . Em casos de reações extrapiramidais importantes,

administrar medicação antiparkinsoniana (por exemplo, mesilato de benzatropina, 1 a 2 mg IM ou IV) por

via parenteral.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e

leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para

00 722 6001

, se você precisar

de mais orientações.

III – DIZERES LEGAIS

Registro MS - 1.0235.0765

Farmacêutico Responsável: Dr. Ronoel Caza de Dio – CRF-SP 19.710

EMS S/A

Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08

Bairro Chácara Assay

CEP 13.186-901 – Hortolândia/SP

CNPJ 57.507.378/0003-65

INDÚSTRIA BRASILEIRA

SAC

00 191914

www.ems.com.br

Venda Sob Prescrição Médica.

Só Pode Ser Vendido com Retenção da Receita.

Histórico de alteração para a bula

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

Nº.

expediente

Assunto

Data do

expediente

Nº.

expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de

bula

Versões

(VP/VPS)

Apresentações

relacionadas

30/09/2014

(10459) –

GENÉRICO -

Inclusão

Inicial de

Texto de Bula

– RDC 60/12

N/A

N/A

N/A

N/A

Atualização

de texto de

bula

conforme

bula padrão

publicado no

bulário.

VP/VPS

Solução Oral

2 mg/m

L

Frasco conta-gotas

de 10 m

L, 20 m

L e

30 m

L



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Delírio: Alteração aguda da consciência ou da lucidez mental, provocado por uma causa orgânica.
  2. Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
  3. Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
  4. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  5. Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
  6. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  7. Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
  8. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  9. Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática (ver).
  10. Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
  11. Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de ???emergência infecciosa???.
  12. Mediastino: Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.
  13. Palpitação: Percepção subjetiva dos batimentos cardíacos. Pode apresentar-se durante algumas arritmias cardíacas ou mesmo em pessoas com ritmo normal. Neste último caso, são distúrbios benignos associados a diversos distúrbios de ansiedade.
  14. Taquicardia: Aumento da freqüência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações (ver).
  15. Torcicolo: Distúrbio freqüente produzido por uma luxação nas vértebras da coluna cervical, ou a espasmos dos músculos do pescoço que produzem rigidez e rotação lateral do mesmo.
  16. Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. ?? produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
  17. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  18. Tique: Movimento involuntário, estereotipado, que pode afetar os músculos da face. Pode fazer parte de distúrbios neurológicos ou psiquiátricos, como pode também ser apenas devido à ansiedade ou a outras causas.
  19. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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