HEMOGENIN

Para que serve HEMOGENIN

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


1

Esta bula sofreu aumento de tamanho para adequação a legislação vigente da ANVISA.
Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento.

HEMOGENIN

oximetolona

APRESENTAÇÃO
Comprimidos 50 mg: embalagem com 10.

USO ORAL. USO ADULTO E PEDIÁTRICO.

COMPOSIÇÃO
Cada comprimido contém 50 mg de oximetolona.
Excipientes: amido de milho, estearato de magnésio, lactose monoidratada e povidona K30.

1. PARA QUÊ ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento está indicado no tratamento de anemias causadas pela produção deficiente de eritrócitos
(células vermelhas do sangue). A anemia aplástica (diminuição da produção de glóbulos vermelhos, glóbulos
brancos e plaquetas) congênita, anemia aplástica adquirida, a mielofibrose (distúrbio caracterizado pela
substituição da medula óssea por tecido fibroso) e as anemias hipoplásticas (forma de anemia na qual a medula
óssea falha em produzir números adequados de elementos sanguíneos periféricos) devidas à administração de
substâncias mielotóxicas (nocivas à medula óssea), muitas vezes respondem ao tratamento. A administração de
oximetolona não deve excluir outras medidas de suporte, tais como: transfusões de sangue, correção do ferro, do
ácido fólico, da vitamina B12 e da piridoxina (vitamina B6), terapia antibacteriana e o uso apropriado de
corticosteróides (medicamentos usados para controle do metabolismo).

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

HEMOGENIN contém oximetolona que estimula a formação de glóbulos vermelhos do sangue em pacientes
com anemia devido à deficiência da medula óssea.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Antes de iniciar o tratamento, o médico deve pesar os riscos envolvidos frente às suas necessidades, uma vez
que os agentes anabolizantes (agentes que estimulam o desenvolvimento da massa muscular) são geralmente
contraindicados nas seguintes situações:
- Pacientes do sexo masculino com carcinoma (tumor maligno) da próstata ou da mama.
- Pacientes do sexo feminino com carcinoma da mama com hipercalcemia (nível elevado de cálcio no sangue);
os esteróides anabólicos androgênicos (anabolizantes) podem estimular a reabsorção osteolítica dos ossos.
- Gravidez: a oximetolona pode ser nociva ao feto, quando administrada a mulheres grávidas. Por isso, está
contraindicado em mulheres grávidas ou que venham a engravidar. Caso você venha a engravidar durante a
administração do medicamento, o médico deve te informar do perigo potencial ao feto.
- Pacientes com nefrose (processo patológico do rim) ou fase nefrótica da nefrite (inflamação de qualquer parte
do rim).
- Pacientes com hipersensibilidade (alergia) aos componentes da fórmula.
- Pacientes com insuficiência hepática (redução grave da função do fígado) severa.
- Para aumento de massa muscular (fisiculturismo) devido às graves reações adversas (vide

item “8. Quais os

males que este medicamento pode me causar?).

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes do sexo masculino com carcinoma da próstata
ou da mama, pacientes do sexo feminino com carcinoma da mama, pacientes com nefrose ou fase
nefrótica da nefrite e pacientes com insuficiência hepática severa.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o
tratamento.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
ADVERTÊNCIAS
Devido aos seus graves efeitos colaterais, os esteróides anabolizantes não devem ser usados para estimular as
condições atléticas. O uso na indicação correta minimiza as chances de reações androgênicas (desenvolvimento
de características sexuais masculinas) não desejadas.

2

Caso você seja portador de câncer de mama, a terapia androgênica pode causar hipercalcemia por estimulação
da osteólise (remoção ou perda de cálcio do osso). Neste caso a droga deve ser descontinuada pelo médico.

Gravidez e amamentação
Vide item “3. Quando não devo usar este medicamento?.

Não se sabe se os esteróides anabólicos são excretados pelo leite materno. Caso você tome oximetolona não
deve amamentar, devido ao risco potencial de reações adversas em crianças em fase de amamentação. Informe o
médico se está amamentando.

PRECAUÇÕES
Hepatotoxicidade (lesão hepática que afeta o funcionamento do fígado)
Os efeitos hepatotóxicos, incluindo icterícia (cor amarelada da pele e olhos), são comuns nas dosagens
prescritas.
A icterícia clínica pode ser indolor (sem dor), com ou sem prurido (coceira). Ela pode também ser associada
com aumento hepático agudo e dor no quadrante superior direito, o que pode levar à suposição enganosa de
obstrução aguda (requerendo cirurgia) do ducto (canal) biliar.
A icterícia induzida por droga é usualmente reversível quando a medicação é descontinuada. A terapia
continuada tem sido associada à coma hepático e morte. Devido à hepatotoxicidade associada à administração
de oximetolona, são recomendados testes periódicos da função hepática (do fígado).
Carcinoma hepatocelular (tumor do fígado) e “peliosis hepatis” (uma rara condição de etiologia mal definida,
consistindo de cistos contendo sangue, no fígado), têm sido observados em pacientes com anemia aplástica
congênita e adquirida, tratados com oximetolona e outros andrógenos por períodos prolongados. Em alguns
casos, a retirada do medicamento tem sido associada à regressão das lesões hepáticas.

Virilização (desenvolvimento de características sexuais masculinas que se deve aos efeitos de metabólitos
androgênicos)
Pode ocorrer virilização na mulher. A amenorréia (ausência de menstruação) usualmente aparece na mulher
adulta, mesmo na presença de trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas). Não é
recomendada a administração junto com grandes doses de agentes progestacionais (que induzem a ovulação)
para controle da menorragia (sangramento excessivo durante a menstruação).

Deficiência de ferro
O desenvolvimento da anemia ferropriva (anemia por deficiência de ferro), manifestada por baixo teor de ferro
sérico (no sangue), e o percentual diminuído de saturação da transferrina (proteína que transporta o ferro) têm
sido observados em pacientes tratados com oximetolona.
É recomendável a periódica determinação do ferro sérico e da capacidade de conjugação férrica (ligação de
enzima). Se for constatada deficiência de ferro, a mesma deve ser tratada adequadamente com ferro
suplementar.

Tem sido observada leucemia (doença maligna dos glóbulos brancos) em pacientes com anemia aplástica
tratados com oximetolona. No entanto, a responsabilidade da oximetolona, se houver, não está clara, pois a
transformação maligna tem sido observada em discrasias sanguíneas (alterações sanguíneas) enquanto que
leucemias têm sido relatadas em pacientes com anemia aplástica não tratadas com oximetolona.

É necessário cautela ao administrar esses agentes a pacientes com moléstias cardíaca (doenças do coração),
renal ou hepática. Edema (inchaço), com ou sem insuficiência cardíaca congestiva (condição em que o coração é
incapaz de bombear sangue suficiente para satisfazer as necessidades do corpo), pode ocorrer ocasionalmente. A
administração junto com corticosteróides ou ACTH (tipo de hormônio) pode contribuir para o edema, isto é
geralmente controlável, com terapias diurética (promove a eliminação da urina) e/ou digitálica (medicamentos
para o tratamento de doenças do coração) apropriadas.

Pode desenvolver-se hipercalcemia (nível elevado de cálcio no sangue), tanto espontaneamente como por
resultado de terapia hormonal, em mulheres com carcinoma disseminado da mama. Se isto ocorrer durante o
tratamento com esse medicamento, converse com o seu médico, pois o tratamento deve ser suspenso.

Esteróides anabólicos podem aumentar a sensibilidade aos medicamentos anticoagulantes.

3

Pode tornar-se necessário diminuir a dose de anticoagulantes a fim de manter o tempo de protrombina (elemento
da coagulação do sangue) em nível terapêutico desejável.

Tem-se observado que os esteróides anabolizantes alteram os testes de tolerância à glicose. Caso você seja
diabético, você deve ser cuidadosamente observado pelo médico e a insulina ou a dosagem de hipoglicemiantes
orais (medicamentos que reduzem os níveis de glicose no sangue) deve ser ajustada de acordo.

Os esteróides anabolizantes devem ser usados com cautela caso você seja portador de hipertrofia prostática
benigna (aumento nas células que constituem a próstata levando ao aumento do órgão). Pacientes idosos do sexo
masculino tratados com esteróides anabolizantes androgênicos podem ter um risco aumentado no
desenvolvimento de hipertrofia da próstata e carcinoma prostático (câncer de próstata).

Alterações dos lipídios sanguíneos que, como se sabe, estão associadas ao risco de aumento de arteriosclerose
(endurecimento das paredes das artérias), têm sido observadas em pacientes tratados com andrógenos esteróides
anabolizantes.
Estas alterações incluem decréscimo da lipoproteína (complexos lipoprotéicos envolvidos no transporte e
metabolismo dos lipídeos do corpo) de alta densidade e algumas vezes aumento da lipoproteína de baixa
densidade. As alterações podem ser muito acentuadas e podem ter um sério impacto no risco de arteriosclerose e
doença arterial coronariana (consequência direta da arteriosclerose nas artérias do coração).

Os esteróides anabólicos/androgênicos devem ser usados com muita cautela em crianças. Os agentes anabólicos
podem acelerar a maturação epifiseal (amadurecimento das extremidades dilatadas dos ossos longos) mais
rapidamente do que o crescimento linear em crianças, e o efeito pode persistir por 6 meses após a
descontinuação da droga. Portanto, a terapia deve ser monitorada pelo médico através de estudos radiográficos a
intervalos de 6 meses, a fim de evitar o risco de comprometer a altura final do adulto.

Populações especiais
Pacientes idosos do sexo masculino tratados com esteróides anabolizantes androgênicos podem ter um risco
aumentado no desenvolvimento de hipertrofia da próstata e carcinoma prostático.

Este medicamento pode causar doping.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

- bupropiona
: o efeito desta combinação é a redução do limiar de convulsão (quantidade de estímulos
necessária para provocar uma convulsão) . A administração de bupropiona com agentes que reduzem o limiar de
convulsão, como os esteróides sistêmicos, deve ser realizada com cautela. Além de utilizar doses iniciais baixas
e ir aumentando gradualmente a dose, o médico deve seguir as recomendações do regime de dose conforme a
bula de cada produto, uma vez que a dose diária máxima varia para diferentes formulações e indicações.

- dicumarol e varfarina: Há aumento do risco de hemorragia. Se possível, evitar o uso de associação com
anticoagulantes. Se usada, a relação do tempo de protrombina ou razão normalizada internacional (INR) deve
ser atentamente monitorada após adição ou retirada do tratamento com oximetolona, e deve ser reavaliada
periodicamente durante a terapia concomitante. Podem ser necessários ajustes na dose do anticoagulante a fim
de manter o nível desejado de anticoagulação.

Medicamento-exame laboratorial
FBS e teste da tolerância à glicose.

Testes da função tireoideana (da tireóide): um decréscimo do PBI, na capacidade de conjugação da tiroxina à
fixação do iodo radioativo, e pode ocorrer um aumento da fixação do T3 pelos eritrócitos ou resina. A
tiroxina livre permanece normal. Os testes alterados usualmente persistem por duas a três semanas após
interrupção da terapia anabólica.

Eletrólitos: retenção do sódio, cloretos, água, potássio, fosfatos e cálcio.

Supressão dos fatores de coagulação II, V, VII e X. Aumento da creatina e excreção da creatinina

perdurando por até duas semanas após a descontinuação da terapia.

Redução da excreção dos 17-cetosteróides.

4


Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
HEMOGENIN deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento
Comprimido branco a branco creme, redondo e biconvexo.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você deverá tomar este medicamento sob estrita vigilância médica.

A dose recomendada em crianças e adultos é de 1 a 5 mg/kg do peso corporal por dia. A dose usualmente eficaz
é de 1 a 2 mg/kg/dia, porém doses mais altas podem ser necessárias e a dosagem deve ser individualizada. A
resposta nem sempre é imediata e deve ser feita uma prova terapêutica mínima de 3 a 6 meses.
Seguindo-se a remissão (sem sinais de atividade da doença), alguns pacientes podem ser mantidos sem a droga e
outros podem ser mantidos a uma dose diária estabelecida mais baixa. Geralmente, uma terapia contínua é
necessária em pacientes com anemia aplástica congênita.

Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral.

Não há estudos dos efeitos de HEMOGENIN administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança
e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme
recomendado pelo médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do
horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia.
Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).

As principais reações adversas observadas incluem:

5

A hepatotoxicidade é a reação adversa mais grave associada à terapia com esteróides anabolizantes. O aumento
reversível na retenção da bromossulfaleína (substância usada como teste para a função do fígado) pode ocorrer
precocemente e parece estar diretamente relacionado à dose. O aumento da bilirrubina sérica (no sangue), com
ou sem aumento da fosfatase alcalina (enzima) e transaminases (enzimas) (TGO e TGP), indicam um maior
grau da disfunção excretora. Pode ocorrer icterícia (cor amarelada da pele e olhos) clínica, que é reversível
quando a droga é descontinuada. O quadro histológico é o de uma colestase intra-hepática (obstrução dos canais
biliares), com pouca ou nenhuma lesão celular. A terapia continuada pode estar associada à coma hepático e
morte.
Têm havido raros relatos de neoplasias hepatocelulares (tumores do fígado) à “peliosis hepatis associados à
terapia prolongada com esteróides andrógenos-anabolizantes.
Reações sérias/ raras: necrose hepática (morte das células do fígado) e morte.
A virilização é o efeito indesejável mais comum associado à terapia com esteróides anabolizantes. Pode ocorrer
frequentemente acne (doença inflamatória da pele) em todas as idades.

- Jovens pré-púberes do sexo masculino: os primeiros sinais de virilização em jovens pré-púberes do sexo
masculino são um alargamento do pênis e aumento da frequência das ereções. Hirsutismo (crescimento de
pelos em áreas de distribuição característica masculina) e aumento da coloração da pele podem também
ocorrer.
- Jovens pós-púberes do sexo masculino: inibição da função testicular com oligospermia, diminuição do
volume seminal (do sêmen), alteração de libido (impulso associado com instinto sexual) e impotência
(dificuldade do homem em ter uma ereção) podem ocorrer com prolongada ou intensiva terapia anabólica.
Ginecomastia (crescimento das mamas) à atrofia testicular (diminuição dos testículos) pode ocorrer.
Priapismo crônico (ereção persistente e dolorosa do pênis), padrões masculinos de perda de cabelo,
epididimite (inflamação do testículo) e irritabilidade da bexiga têm sido relatados.
- Em mulheres: hirsutismo, espessamento ou aprofundamento da voz, aumento do clitóris, alteração da libido
e irregularidades menstruais e padrões masculinos de calvície (perda de cabelo) pode ocorrer. Alteração da
voz e o aumento do clitóris usualmente são irreversíveis (que não se podem reverter) mesmo após a imediata
descontinuação da terapia.
O uso de estrógenos (hormônios) em combinação com andrógenos não previne a virilização em mulheres.

O tratamento com oximetolona, particularmente em altas doses, pode estar associada com efeitos
potencialmente deletérios nas concentrações de lipídio sérico, incluindo hipertrigliceridemia (níveis elevados de
triglicerídeos no sangue), redução da lipoproteína de alta densidade (HDL) e aumento da lipoproteína de baixa
densidade (LDL) nos níveis de colesterol.
Durante a terapia com oximetolona pode ocorrer edema (inchaço) e hipertensão devido ao sal e à retenção de
água e ganho de peso.
Foram relatados anemia por deficiência de ferro e aumento da atividade fibrinolítica (atividade de algumas
enzimas de dissolver coágulos) sanguínea.
Outras reações adversas associadas à terapia anabólico-androgênica incluem:
Cãibras, náuseas, excitação e insônia, calafrios, sangramento em pacientes em terapia anticoagulante
concomitante, fechamento prematuro da epífise (extremidade dilatada dos ossos longos) em crianças, vômitos,
diarreia.

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.
Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possívelLigue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.

DIZERES LEGAIS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

MS 1.1300.0219
Farm. Resp.: Silvia Regina Brollo
CRF-SP n° 9.815

6


Registrado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP
CNPJ 02.685.377/0001-57

Fabricado por:
Blisfarma Indústria Farmacêutica Ltda
Rua da Lua, 147 – Diadema - SP
CNPJ 03.108.098/0001-93

Indústria Brasileira
®Marca Registrada
IB240502I


Anexo B

Histórico de Alteração para a Bula

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

No.

expediente

Assunto

Data do

expediente

No.

expediente

Assunto

Data da

aprovação

Itens de bula

Versões

(VP/VPS)

Apresentações

relacionadas

27/06/2014

10458 –

MEDICAMENTO

NOVO ? Inclusão

Inicial de Texto de

Bula? RDC 60/12

27/06/2014

10458 –

MEDICAMENTO

NOVO ? Inclusão

Inicial de Texto de

Bula? RDC 60/12

27/06/2014

DIZERES LEGAIS

VP/VPS

50 MG COM CT

BL AL PLAS AMB X

10



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).
  2. Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
  3. Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).
  4. Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
  5. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  6. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  7. Impotência: Termo freqüentemente utilizado para se referir à impotência sexual masculina, distúrbio caracterizado pela incapacidade de iniciar ou manter uma ereção peniana satisfatória para realizar o ato sexual.
  8. Hemorragia: Perda de sangue para um órgão interno (tubo digestivo, cavidade abdominal) ou para o exterior (ferimento arterial). De acordo com o volume e velocidade com a qual se produz o sangramento uma hemorragia pode produzir diferentes manifestações nas pessoas, desde taquicardia, sudorese, palidez cutânea, até o choque.
  9. Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática (ver).
  10. HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sangüíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como ???Bom Colesterol???. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
  11. LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada ???mau colesterol???.
  12. Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
  13. Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
  14. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  15. Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (ver metástases). As neoplasias mais freqüentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
  16. Nefrite: Termo que significa ???inflamação do rim??? e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
  17. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.

Síguenos

X