Ibupril Comprimido 600mg

Para que serve Ibupril Comprimido 600mg

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


IbuprilComprimido 600mg

MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOSPROFISSIONAIS DE SAÚDE


IbuprilibuprofenoAPRESENTAÇÕESComprimido 600mgEmbalagens contendo 20, 50, 100, 200 e 500 comprimidos.

USO ORALUSO ADULTOCOMPOSIÇÃO

Cada comprimido de 600mg contém:ibuprofeno.......................................................................................................................600mgExcipiente q.s.p....................................................................................................1 comprimidoExcipientes: celulose microcristalina, ácido esteárico, amidoglicolato de sódio e dióxido desilício.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

1. INDICAÇÕES

Ibupril (ibuprofeno) comprimidos está indicado em todos os processos reumáticos (artritereumatoide,osteoartrite,reumatismoarticular)enostraumasdosistemamusculoesquelético, quando estiverem presentes componentes inflamatórios e dolorosos.Ibupril possui atividade antipirética.Ibupril está indicado ainda no alívio da dor após procedimentos cirúrgicos em Odontologia,Ginecologia, Ortopedia, Traumatologia e Otorrinolaringologia.2. RESULTADOS DE EFICÁCIAEstudos ClínicosEm estudos comparativos o ibuprofeno apresentou eficácia como antipirético comparável àaspirina e ao acetaminofeno (Sheth et al, 1980).O ibuprofeno possui eficácia no tratamento da cefaleia tensional e da cefaleia associada àalta altitude (Broome et al, 1994).O ibuprofeno apresenta eficácia no tratamento da enxaqueca (Codispoti et al, 2001;Kellstein et al, 2000; Havanka-Kanniainen, 1989).O ibuprofeno é um agente analgésico efetivo em pacientes adultos e pediátricos (Schou et al,1998; Kokki et al,1994).O ibuprofeno mostrou eficácia no tratamento dos sinais e sintomas da artrite reumatoide.(Chalmers, 1969; Chalmers, 1971a). 3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICASPropriedades FarmacodinâmicasO ibuprofeno tem ação farmacológica de um agente anti-inflamatório não esteroide e possuiatividades anti-inflamatória, analgésica e antipirética. Age, provavelmente, inibindo asíntese de prostaglandinas.Propriedades FarmacocinéticasO ibuprofeno é absorvido do trato gastrintestinal e o pico de concentração plasmática ocorrecerca de 1-2 horas após a ingestão. O ibuprofeno é amplamente ligado às proteínasplasmáticas e tem uma meia-vida de aproximadamente 2 horas. Ele é rapidamente excretadona urina principalmente como metabólito e seus conjugados. Aproximadamente 1% éexcretado na urina como ibuprofeno inalterado e cerca de 14% como ibuprofeno conjugado.O ibuprofeno é rapidamente metabolizado e eliminado pela urina; a excreção é praticamentecompleta 24 horas após a última dose.Dados de Segurança Pré-ClínicosEstudos de reprodução conduzidos em ratos e coelhos em doses um pouco menores do que adose máxima clínica não demonstraram qualquer evidência de desenvolvimento anormal.Como não houve estudos bem controlados em mulheres grávidas, este fármaco deve serusado durante a gravidez somente se estritamente necessário. Devido aos efeitos conhecidosdos fármacos anti-inflamatórios não esteroides sobre o sistema cardiovascular fetal(fechamento do canal arterial), deve-se evitar seu uso durante a gravidez avançada. Assimcomo com outros fármacos conhecidos por inibir a síntese de prostaglandinas, um aumentona incidência de distocia e atraso no parto ocorreram em ratas.

4. CONTRAINDICAÇÕES

Ibupril é contraindicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade ao ibuprofeno, aqualquer componente da fórmula ou a outros anti-inflamatórios não esteroides. Existepotencial de sensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico e outros AINEs. Pacientes queapresentam a tríade do ácido acetilsalicílico (asma brônquica, rinite e intolerância ao ácidoacetilsalicílico). Nesses pacientes foram registradas reações anafilactoides e reaçõesasmáticas fatais.No tratamento da dor perioperatória de cirurgia de revascularização do miocárdio (by-pass).Em pacientes com insuficiência renal grave.Em pacientes com insuficiência hepática grave.Em pacientes com insuficiência cardíaca grave.

5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Deve-se evitar o uso concomitante de Ibupril com AINEs, incluindo inibidores da COX-2.Efeitos cardíacosOs AINEs podem causar um aumento no risco de eventos trombóticos cardiovascularesgraves, infarto do miocárdio e derrame, que podem ser fatais. O risco pode aumentar com aduração do uso. Pacientes com doença cardiovascular conhecida podem estar sob um riscomaior. A fim de minimizar o risco potencial para um evento cardiovascular em pacientestratados com Ibupril, a menor dose eficaz deve ser usada pelo menor tempo possível.Médicos e pacientes devem estar alertas para o desenvolvimento de tais eventos, mesmo naausência de sintomas cardiovasculares prévios. Os pacientes devem ser informados sobre ossinais e/ou sintomas de toxicidade cardiovascular grave e as medidas a serem tomadas seisso ocorrer.Retenção de líquido/edemaAssim como com outros fármacos conhecidos por inibir a síntese de prostaglandinas, foramobservados retenção de líquidos e edema em alguns pacientes usando AINEs, incluindoibuprofeno. Portanto, ibuprofeno deve ser usado com cautela em pacientes com funçãocardíaca comprometida e outras condições que predisponham a, ou piorem pela retenção delíquidos. Os pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pré-existente ou hipertensãodevem ser cuidadosamente monitorados.Efeitos gastrintestinaisOs AINEs, incluindo o ibuprofeno, podem causar eventos gastrintestinais graves incluindoinflamação, sangramento, ulceração e perfuração do estômago, intestino delgado ou grosso,que podem ser fatais. Quando sangramento ou ulceração gastrintestinal ocorre em pacientesrecebendo Ibupril, o tratamento deve ser descontinuado. A maioria dos pacientes sob riscode desenvolver esses tipos de complicações gastrintestinais com AINEs são os idosos,pacientes com doença cardiovascular, pacientes usando ácido acetilsalicílico concomitante,ou pacientes com história prévia de, ou com doença gastrintestinal ativa, tais comoulceração, sangramento gastrintestinal ou condições inflamatórias. Portanto, Ibupril deveser administrado com cautela nesses pacientes.Efeitos hepáticosDa mesma forma que com outros anti-inflamatórios não esteroides, podem ocorrer elevaçõeslimítrofes em um ou mais testes laboratoriais hepáticos em até 15% dos pacientes. Essasanormalidades podem progredir, permanecer essencialmente inalteradas ou seremtransitórias com a continuidade do tratamento. Pacientes com sinais e/ou sintomas sugerindodisfunção hepática ou com testes hepáticos anormais, devem ser avaliados quanto aevidências de desenvolvimento de reações hepáticas mais graves durante terapia comIbupril. Foram relatadas reações hepáticas graves, inclusive icterícia e casos de hepatitefatal, com o uso de ibuprofeno ou outros anti-inflamatórios não esteroides. Embora taisreações sejam raras, caso os testes hepáticos anormais persistam ou piorem, caso sedesenvolvam sinais e sintomas clínicos consistentes com doença hepática, ou se ocorreremmanifestações sistêmicas (por ex.: eosinofilia, rash), o tratamento com Ibupril deve sersuspenso.Efeitos oftalmológicosForam relatados diminuição da acuidade visual e/ou visão turva, escotomas e/ou alteraçõesna "visão em cores". Se o paciente desenvolver quaisquer dessas reações durante otratamento com Ibupril, o medicamento deve ser descontinuado e o paciente submetido aum exame oftalmológico que inclua testes de campo visual central e visão de cores.Reações cutâneasReações cutâneas graves, algumas delas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome deStevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, foram relatadas muito raramente emassociação com o uso de AINEs, incluindo o ibuprofeno. Os pacientes parecem estar sob umrisco maior de desenvolverem esses eventos no início do tratamento, com o início do eventoocorrendo, na maioria dos casos, dentro do primeiro mês de tratamento. Ibupril deve serdescontinuado ao primeiro sinal de rash cutâneo, lesões na mucosa ou qualquer outro sinalde hipersensibilidade.Efeitos renaisEm raros casos, os AINEs, incluindo ibuprofeno, podem causar nefrite intersticial,glomerulite, necrose papilar e síndrome nefrótica. Os AINEs inibem a síntese deprostaglandinas renais que atuam como auxiliares na manutenção da perfusão renal empacientes cujo fluxo sanguíneo renal e volume sanguíneo são reduzidos. Nesses pacientes, aadministração de um AINE pode precipitar uma descompensação renal evidente, que étipicamente seguido pela recuperação, retornando-se ao estado pré-tratamento com adescontinuação do tratamento de AINEs.Os pacientes que correm maior risco são aqueles com insuficiência cardíaca congestiva,cirrose hepática, síndrome nefrótica e doença renal evidente. Tais pacientes devem sercuidadosamente monitorados durante o tratamento com AINEs.Como o ibuprofeno é eliminado principalmente pelos rins, pacientes com função renalsignificativamente prejudicada devem ser cuidadosamente monitorados e uma redução nadose deve ser antecipada para evitar acúmulo do fármaco. Os pacientes com alto risco dedesenvolverem disfunção renal com o uso crônico de ibuprofeno devem ter a função renalavaliada periodicamente.Precauções geraisHipersensibilidadeCerca de 10% dos pacientes asmáticos podem ter asma sensível ao ácido acetilsalicílico. Ouso de ácido acetilsalicílico em pacientes com asma sensível a esse medicamento foiassociado ao broncospasmo grave, que pode ser fatal. Foi registrada reatividade cruzada,incluindo broncospasmo, entre ácido acetilsalicílico e outros medicamentos anti-
inflamatórios não esteroides em pacientes com sensibilidade ao ácido acetilsalicílico;portanto, Ibupril não deve ser administrado à pacientes com esse tipo de sensibilidade aoácido acetilsalicílico (vide item 4. Contraindicações) e deve ser usado com cautela em todosos pacientes com asma pré-existente.Podem ocorrer reações anafilactoides mesmo em pacientes sem exposição prévia aoibuprofeno (vide item 4. Contraindicações).O ibuprofeno, como outros agentes anti-inflamatórios não esteroides, pode inibir aagregação plaquetária, embora esse efeito seja quantitativamente menor e tenha menorduração que o observado com o ácido acetilsalicílico. Foi demonstrado que o ibuprofenoprolonga o tempo de sangramento (porém dentro dos limites normais) em indivíduosnormais. Como esse efeito pode ser mais acentuado em pacientes com distúrbioshemostáticos subjacentes, Ibupril deve ser usado com cautela em indivíduos com defeitosintrínsecos da coagulação e naqueles utilizando anticoagulantes.A atividade antipirética e anti-inflamatória do ibuprofeno pode reduzir a febre e ainflamação, diminuindo assim a utilidade desses sinais como meio de diagnóstico nadetecção de complicações de presumíveis condições dolorosas não infecciosas e nãoinflamatórias.Relatou-se, raramente, meningite asséptica com febre e coma em pacientes em terapia comibuprofeno. Embora sua ocorrência seja mais provável em pacientes com lúpus eritematososistêmico e doenças do tecido conjuntivo relacionadas, ela foi relatada em pacientes que nãoapresentavam doença crônica subjacente. Se forem observados sinais ou sintomas demeningite em um paciente em tratamento com Ibupril, deve-se considerar a possibilidadede relação com o tratamento.Anormalidades em testes laboratoriaisFoi observada diminuição da hemoglobina em 1g ou mais em aproximadamente 20% dospacientes recebendo até 2.400mg de ibuprofeno por dia. Achados similares foramobservados com outros fármacos anti-inflamatórios não esteroides; o mecanismo édesconhecido.

Precauções em populações especiais

Uso em IdososA idade avançada exerce mínima influência na farmacocinética do ibuprofeno. Pacientesidosos ou debilitados toleram menos a ulceração e sangramento do que outros indivíduos, ea maioria dos relatos espontâneos de eventos gastrintestinais fatais ocorreu na populaçãogeriátrica. Alterações, relacionadas à idade, na fisiologia hepática, renal e do SNC, assimcomo condições de comorbidades e medicações concomitantes devem ser consideradasantes do início da terapia com Ibupril. Monitoração cuidadosa e educação do pacienteidoso são essenciais.Uso em CriançasNão foram realizados estudos clínicos controlados para avaliar a segurança e eficácia doibuprofeno em crianças.FertilidadeCom base no mecanismo de ação, o uso de AINEs, pode retardar ou impedir a ruptura dosfolículos ovarianos, o que tem sido associado com a infertilidade reversível em algumasmulheres. Em mulheres que têm dificuldade em engravidar ou que estão realizando estudosde infertilidade, a retirada de AINEs, incluindo o ibuprofeno deve ser considerada.Uso durante a GravidezNão se recomenda a administração de Ibupril durante a gravidez. Estudos de reproduçãoem animais não mostraram evidências de anormalidades no desenvolvimento. Contudo,esses estudos não são sempre preditivos da resposta humana. Não existem estudosadequados e bem controlados em pacientes grávidas. Devido aos efeitos conhecidos dosanti-inflamatórios não esteroides sobre o sistema cardiovascular fetal (fechamento do canalarterial), deve-se evitar seu uso durante o período tardio da gravidez.A inibição da síntese das prostaglandinas pode afetar negativamente a gravidez. Dados deestudos epidemiológicos sugerem um risco aumentado de aborto espontâneo após o uso deinibidores da síntese de prostaglandinas no início da gravidez. Em animais, a administraçãode inibidores da síntese de prostaglandinas tem mostrado o aumento da perda de pré e pós-
implantação.Da mesma forma que ocorre com outros fármacos que inibem a síntese de prostaglandinas,ocorreu um aumento da incidência de distocia e parto retardado em ratas. Não se recomendao uso de ibuprofeno durante o trabalho de parto.Uso durante a LactaçãoEm número limitado de estudos com um método de detecção de até 1mcg/mL não semostrou a presença de ibuprofeno no leite de nutrizes. Entretanto, devido à natureza limitadadesses estudos e dos possíveis efeitos adversos dos fármacos inibidores de prostaglandinasem neonatos, Ibupril não é recomendado no período de amamentação.Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar MáquinasO efeito de ibuprofeno na habilidade de dirigir e operar máquinas não foi estudado.

6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

-anticoagulantes: diversos estudos controlados de curto prazo não conseguiram demonstrarque o ibuprofeno afeta significativamente o tempo de protrombina ou uma variedade deoutros fatores de coagulação quando administrado a indivíduos sob tratamento comanticoagulantes do tipo cumarínicos. No entanto, foi relatado sangramento quandoibuprofeno foi administrado a pacientes em uso de anticoagulantes do tipo cumarínicos.Deve-se ter cautela quando se administrar Ibupril a pacientes em terapia comanticoagulantes (vide item 5. Advertências e Precauções ? Anormalidades em testeslaboratoriais).-anti-hipertensivos incluindo diuréticos, inibidores da enzima conversora daangiotensina (ECA) e antagonistas da angiotensina

II (AIIA)

os AINEs podem reduzir aeficácia dos diuréticos e outros fármacos anti-hipertensivos.Em pacientes com função renal prejudicada (por ex.: pacientes desidratados ou idosos comcomprometimento da função renal), a coadministração de um inibidor da ECA ou um AIIAcom um inibidor da cicloxigenase pode aumentar a deterioração da função renal, incluindo apossibilidade de insuficiência renal aguda, que geralmente é reversível. A ocorrência dessasinterações deve ser considerada em pacientes usando Ibupril com inibidores da ECA ou umAIIA.Portanto, a administração concomitante desses fármacos deve ser feita com cautela,especialmente em pacientes idosos. Os pacientes devem ser hidratados adequadamente e afunção renal deve ser monitorada e avaliada no início do tratamento concomitante eperiodicamente.-ácido acetilsalicílico: o uso crônico e concomitante de ibuprofeno e ácido acetilsalicíliconão é recomendado.-corticosteroides: aumento do risco de ulceração gastrintestinal ou sangramento.-ciclosporina: devido aos efeitos sobre as prostaglandinas renais, os inibidores dacicloxigenase podem aumentar o risco de nefrotoxicidade com ciclosporina.-diuréticos: estudos clínicos, bem como observações randômicas, mostraram que oibuprofeno pode reduzir o efeito natriurético da furosemida, tiazidas ou outros diuréticos emalguns pacientes. Essa atividade foi atribuída à inibição da síntese renal de prostaglandinapor ibuprofeno e outros anti-inflamatórios não esteroides.Portanto, quando Ibupril for utilizado concomitantemente à furosemida, à tiazida ou aoutros diuréticos, o paciente deve ser cuidadosamente observado para se determinar se foiobtido o efeito desejado do diurético (vide item 5. Advertências e Precauções ? Efeitosrenais).-lítio: o ibuprofeno produziu uma elevação clinicamente significativa dos níveis plasmáticosde lítio e uma redução no clearance renal do lítio, em um estudo com 11 voluntáriosnormais. A concentração média mínima de lítio aumentou 15% e o clearance renal do lítiofoi significativamente mais baixo durante o período de administração simultânea dosmedicamentos. Esse efeito foi atribuído à inibição da síntese renal de prostaglandina.Portanto, quando Ibupril e lítio são administrados simultaneamente, os pacientes devem sercuidadosamente observados para detecção de sinais de toxicidade por lítio. Deve-se atentarpara as informações para prescrição do lítio, antes do uso concomitante dos dois fármacos.-antagonistas H2: em estudos com voluntários, a coadministração de cimetidina ouranitidina não alterou significativamente a concentração sérica do ibuprofeno.-metotrexato: deve-se ter cautela quando metotrexato é administrado concomitantementecom AINEs, incluindo Ibupril, porque a administração de AINEs pode resultar emaumento dos níveis plasmáticos de metotrexato.-tacrolimo: possível aumento do risco de nefrotoxicidade quando AINEs são administradoscom tacrolimo.

7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO


DURANTE O CONSUMO ESTE PRODUTO DEVE SER MANTIDO NOCARTUCHO DE CARTOLINA, CONSERVADO EM TEMPERATURA AMBIENTE(15 A 30°C). PROTEGER DA LUZ E UMIDADE.

Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação.Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagemoriginal.Características físicas e organolépticas: Comprimido oblongo de cor branca.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.8. POSOLOGIA E MODO DE USAREfeitos indesejáveis podem ser minimizados usando-se a menor dose eficaz de Ibuprildentro do menor tempo necessário para controlar os sintomas.Não se deve exceder a dose diária total de 3.200mg. Na ocorrência de distúrbiosgastrintestinais, administrar Ibupril com as refeições ou leite. Em condições crônicas, osresultados terapêuticos são observados no prazo de alguns dias a uma semana, porém namaioria dos casos esses efeitos são observados ao fim de duas semanas de administração.A dose recomendada é de 600 mg 3 ou 4 vezes ao dia. A posologia de Ibupril deve seradequada a cada caso clínico, e pode ser diminuída ou aumentada a partir da dose inicialsugerida, dependendo da gravidade dos sintomas, seja no início da terapia ou de acordo coma resposta obtida.Nos casos de artrite reumatoide juvenil, recomenda-se administrar 30 - 40mg/kg/dia, emdoses divididas.

9. REAÇÕES ADVERSAS

A probabilidade de relação causal com o ibuprofeno existe para as seguintes reaçõesadversas:Infecções e infestações: cistite, rinite.Distúrbios do sangue e do sistema linfático: agranulocitose, anemia aplástica, eosinofilia,anemia hemolítica (algumas vezes Coombs positivo), neutropenia, pancitopenia,trombocitopenia com ou sem púrpura, e inibição da agregação plaquetária.Distúrbios do sistema imune: reações anafilactoides, anafilaxia.Distúrbios metabólicos e nutricionais: redução do apetite, retenção de líquidos(geralmente responde prontamente à descontinuação do medicamento).Distúrbios psiquiátricos: confusão, depressão, labilidade emocional, insônia, nervosismo.Distúrbios do sistema nervoso: meningite asséptica com febre e coma, convulsões, tontura,cefaleia, sonolência. Distúrbios visuais: ambliopia (visão embaçada e/ou diminuída, escotoma e/ou alterações navisão de cores), olhos secos.Distúrbios do ouvido e labirinto: perda da audição e zumbido.Distúrbios cardíacos: insuficiência cardíaca congestiva em pacientes com função cardíacalimítrofe e palpitações.Distúrbios vasculares: hipotensão e hipertensãoDistúrbios respiratórios, torácico e mediastinal: broncospasmo e dispneia.Distúrbios gastrintestinais: cólicas ou dores abdominais, desconforto abdominal,constipação, diarreia, boca seca, duodenite, dispepsia, dor epigástrica, sensação de plenitudedo trato gastrintestinal (eructação e flatulência), úlcera gástrica ou duodenal comsangramento e/ou perfuração, gastrite, hemorragia gastrintestinal, úlcera gengival,hematêmese, indigestão, melena, náuseas, esofagite, pancreatite, inflamação do intestinodelgado ou grosso, vômito e úlcera no intestino delgado e grosso, e perfuração do intestinodelgado e grosso.Distúrbio hepatobiliar: insuficiência hepática, necrose hepática, hepatite, síndrome hepato-
renal, icterícia.Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: alopecia, eritema multiforme, dermatiteesfoliativa, síndrome de Lyell (necrólise epidérmica tóxica), reações de fotossensibilidade,prurido, rash (inclusive do tipo maculopapular), síndrome de Stevens-Johnson, urticária,erupções vesículo-bolhosas.Distúrbios renais e urinários: insuficiência renal aguda em pacientes com significativadisfunção renal preexistente, azotemia, glomerulite, hematúria, poliúria, necrose papilarrenal, necrose tubular e nefrite túbulointersticial e síndrome nefrótica, glomerulonefrite delesão mínima.Distúrbios gerais e no local de administração: edema.Laboratorial: pressão sanguínea elevada, diminuição da hemoglobina e hematócrito,diminuição do clearance de creatinina, teste de função hepática anormal e tempo desangramento prolongado.Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em VigilânciaSanitária ? NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm,ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.10. SUPERDOSEComo a resposta do paciente pode variar consideravelmente, deve-se avaliar cada casoindividualmente. Embora raramente, foi relatada na literatura médica toxicidade grave emorte por superdosagem de ibuprofeno. Os sintomas de superdosagem mais frequentementerelatados incluem dor abdominal, náuseas, vômitos, letargia e sonolência.Outros sintomas do sistema nervoso central incluem cefaleia, zumbido, depressão do SNC econvulsões. Podem ocorrer, raramente, acidose metabólica, coma, insuficiência renal agudae apneia (principalmente em crianças muito jovens). Também foi relatada toxicidadecardiovascular, incluindo hipotensão, bradicardia, taquicardia e fibrilação atrial. Otratamento da superdosagem aguda de ibuprofeno é basicamente de suporte. O conteúdogástrico deve ser esvaziado por meios apropriados. Pode ser necessário o controle dahipotensão, acidose e sangramento gastrintestinal. O valor da hemodiálise é mínimo porqueapenas uma pequena fração da dose ingerida é recuperada.Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.M.S. no 1.0370. 0076Farm. Resp.: Andreia Cavalcante SilvaCRF-GO no 2.659

LABORATÓRIO


TEUTO BRASILEIRO S/A.CNPJ ? 17.159.229/0001 -76VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 ? DAIACEP 75132-140 ? Anápolis ? GOIndústria Brasileira

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 11/04/2013.


DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
  2. Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
  3. Derrame: Acúmulo anormal de líquido em qualquer cavidade ou órgão (derrame pleural, derrame pericárdico, derrame cerebral).
  4. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  5. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  6. Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago (ver). Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
  7. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  8. Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
  9. Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
  10. Hemorragia: Perda de sangue para um órgão interno (tubo digestivo, cavidade abdominal) ou para o exterior (ferimento arterial). De acordo com o volume e velocidade com a qual se produz o sangramento uma hemorragia pode produzir diferentes manifestações nas pessoas, desde taquicardia, sudorese, palidez cutânea, até o choque.
  11. Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
  12. Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
  13. Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
  14. Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também se denomina artrose (ver).
  15. Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
  16. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  17. Nefrite: Termo que significa ???inflamação do rim??? e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
  18. Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de ???emergência infecciosa???.
  19. Pápula: Uma pequena lesão endurecida, elevada, da pele.
  20. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  21. Taquicardia: Aumento da freqüência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações (ver).
  22. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  23. Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
  24. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  25. Reumatismo: Termo que é utilizado em geral para se referir ao conjunto de doenças inflamatórias e degenerativas que afetam as articulações e estruturas vizinhas.
  26. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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