Jurnista

Para que serve Jurnista

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


Folheto Informativo: Informação para o utilizador

Jurnista 4 mg comprimidos de libertação prolongada
Jurnista 8 mg comprimidos de libertação prolongada
Jurnista 16 mg comprimidos de libertação prolongada
Jurnista 32 mg comprimidos de libertação prolongada
Jurnista 64 mg comprimidos de libertação prolongada

cloridrato de hidromorfona

Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento pois contém informação
importante para si.
- Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o ler novamente.
- Caso ainda tenha dúvidas, fale com o seu médico ou farmacêutico.
- Este medicamento foi receitado apenas para si. Não deve dá-lo a outros. O medicamento
pode ser-lhes prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sinais de doença.
- Se tiver quaisquer efeitos secundários, incluindo possíveis efeitos secundários não
indicados neste folheto, fale com o seu médico ou farmacêutico. I

O que contém este folheto:
1. O que é Jurnista e para que é utilizado
2. O que precisa de saber antes de tomar Jurnista
3. Como tomar Jurnista
4. Efeitos secundários possíveis
5. Como conservar Jurnista
6. Conteúdo da embalagem e outras informações


O que é Jurnista e para que é utilizado

Jurnista contém a substância ativa cloridrato de hidromorfona. Pertence a um grupo de
medicamentos denominados analgésicos opióides (analgésicos derivados da morfina).
Jurnista é utilizado para tratar dores intensas nos adultos.


O que precisa de saber antes de tomar Jurnista

Não tome Jurnista:
- se tem alergia ao cloridrato de hidromorfona ou a qualquer outro componente deste
medicamento (indicados na secção 6)
- se lhe foi diagnosticado um estreitamento marcado ou obstrução do estômago e/ou
intestino grave
- se foi submetido a cirurgias, que possam ter deixado “ansas cegas” no intestino
- para tratar a dor aguda, ou após uma cirurgia
- se tem compromisso grave da função hepática - se tem dificuldades respiratórias graves ou asma aguda grave
- se tiver dores no abdómen (barriga) inesperadas e graves e a causa não tiver sido
diagnosticada
- se está a tomar um tipo de medicamentos antidepressivos designados inibidores da
monoaminoxidase (IMAO), ou se tomou este tipo de medicamento nos últimos 14 dias
- se está a tomar buprenorfina, nalbufina ou pentazocina

Informe o seu médico se alguma destas situações se aplicar a si.

Jurnista não deve ser administrado a mulheres durante o trabalho de parto ou durante o
período expulsivo, ou em doentes que estão em coma.

Advertências e precauções
Fale com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar Jurnista. Algumas pessoas têm
que ter precauções especiais quando tomarem este medicamento.

Efeitos secundários graves
Jurnista pode causar efeitos secundários graves, incluindo dificuldade em respirar e
reações alérgicas. Deve estar atento a estes efeitos secundários ou procurar determinados
sinais de doença enquanto está a tomar Jurnista. Ver " Atenção aos efeitos secundários
graves" na secção 4.

Confirme com o seu médico se tem ou teve recentemente alguma das seguintes situações:
- dificuldade em respirar ou problemas de pulmões incluindo doença pulmonar obstrutiva
crónica (DPOC)
- tratamento com outros analgésicos derivados da morfina
- dores de cabeça ou lesões por traumatismo
- obstipação crónica
- início súbito de diarreia grave
- quaisquer doenças dos intestinos incluindo obstrução ou doença inflamatória do
intestino
- pancreatite (inflamação do pâncreas) ou doença dos canais biliares
- problemas com os seus rins, fígado, coração ou glândula suprarrenal
- tiroide pouco ativa (hipotiroidismo)
- próstata aumentada
- dificuldade em urinar
- dependência de álcool ou drogas; ou se teve uma reação grave quando deixou de beber
álcool (algumas vezes designado de delirium tremens)
- depressão do Sistema Nervoso Central (SNC) – os sinais incluem sonolência intensa,
temperatura corporal baixa e por vezes coma
- ataques ou crises (convulsões ou epilepsia)
- psicose tóxica (confusão extrema)
- cifoescoliose (curvatura anormal da coluna)

Fale com o seu médico: - se se vai submeter a uma mielotomia ou a uma cirurgia similar para aliviar a dor. Não
deve tomar Jurnista imediatamente antes ou imediatamente depois da operação, o seu
médico dir-lhe-á quando deve parar Jurnista e quando pode começar a tomar Jurnista
novamente ou se a dose precisa de ser alterada.
- se tem mais do que 60 anos de idade. É mais provável que desenvolva efeitos
secundários, o seu médico pode dar-lhe uma dose inicial mais baixa.

Obstipação
A obstipação (prisão de ventre, movimentos intestinais insuficientes ou difíceis) é um
efeito secundário frequente em fármacos como Jurnista, sendo improvável que
desapareça sem tratamento. Fale com o seu médico ou farmacêutico sobre o uso de
laxantes (medicamentos para tratar a obstipação) e suavizantes das fezes para prevenir ou
tratar a obstipação enquanto está a tomar Jurnista.

Quando vai à casa de banho
Pode notar que parece que o seu comprimido Jurnista está nas fezes. Não se preocupe –
isto é simplesmente o revestimento do comprimido, que passa pelo seu organismo e
permanece inalterado. Não significa que o comprimido não está a atuar.

Análises do fármaco no desporto
A substância ativa do Jurnista irá aparecer nas análises efetuadas a desportistas. Se for
submetido(a) a estas análises durante o tratamento com Jurnista, pode ser desqualificado
das provas.

Crianças e adolescentes
Jurnista não é recomendado em crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade.
A segurança e efetividade de Jurnista neste grupo não é conhecida.

Outros medicamentos e Jurnista
Alguns medicamentos podem afetar os efeitos de Jurnista ou aumentar os riscos de
efeitos secundários.

Não tome Jurnista se está a tomar:
- antidepressivos denominados inibidores da monoaminoxidase (IMAOs), ou se tomou
este tipo de medicamento nos últimos 14 dias.
- outros analgésicos semelhantes à morfina (buprenorfina, nalbufina, pentazocina).
Fale com o seu médico se alguma destas situações se aplica a si.

Confirme com o seu médico antes de tomar Jurnista, se estiver a tomar:
- quaisquer medicamentos com efeitos sedativos (tais como comprimidos para dormir ou
tranquilizantes).
- relaxantes musculares (podem ser prescritos para dores de costas).

Por favor, informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, ou tiver tomado
recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos. Jurnista com álcool
Beber álcool durante o tratamento com Jurnista pode causar-lhe mais sonolência ou
aumentar o risco de efeitos secundários graves, tais como respiração superficial com risco
de paragem respiratória e perda de consciência. É recomendado não beber álcool durante
o tratamento com Jurnista.

Gravidez e amamentação
A utilização de Jurnista não é recomendada durante a gravidez. Consulte o seu médico se
está grávida, se pensa estar grávida ou planeia ter um bebé.
Não tome Jurnista se estiver a amamentar, pois a substância ativa pode passar para o leite
materno.

Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.

Condução de veículos e utilização de máquinas
Jurnista poderá torná-lo mais sonolento. Não conduza, não use máquinas nem
desempenhe trabalhos perigosos até estar seguro que não se encontra afetado. Tome
especial cuidado se a sua dose ou tipo de medicamento tenha sido alterado.

Jurnista comprimidos de libertação prolongada contém lactose. Se foi informado pelo seu
médico que sofre de intolerância a alguns açúcares, contacte-o antes de tomar este
medicamento.


Como tomar Jurnista

Tome este medicamento sempre de acordo com as indicações do médico ou
farmacêutico. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.

Se não está a tomar regularmente analgésicos derivados da morfina, a dose inicial
habitual de Jurnista não deve ser superior a 8 mg por dia. Se está a mudar de outro
analgésico semelhante à morfina, o seu médico pode prescrever uma dose inicial
diferente de Jurnista.

O seu médico poderá aumentar a dose até a sua dor estar controlada deixando um
intervalo de pelo menos três dias entre esses aumentos (por exemplo, se a primeira dose é
administrada na segunda-feira, o aumento da dose só poderá ser efetuado na quinta-feira).

Toma do seu comprimido diário
Engula o seu comprimido de Jurnista inteiro, com um copo de água.
Não o mastigue, não o parta e não o esmague. Se o fizer, existe o perigo de ocorrer uma
sobredosagem, porque o medicamento irá ser libertado de modo demasiadamente rápido
no seu organismo.
Não esmague os comprimidos para os injetar, pois alguns ingredientes podem
potencialmente levar à morte, se administrados desta forma. Tente tomar o seu comprimido de Jurnista sempre à mesma hora. Pode tomar este
medicamento com ou sem alimentos.

Se tomar mais Jurnista do que deveria
Contacte imediatamente o seu médico ou o serviço de urgência do hospital mais próximo.
Se possível, diga-lhes quais e quantos comprimidos tomou.
Se tomou uma dose excessiva, deverá sentir-se muito sonolento e com dificuldades em
respirar. Os efeitos de uma dose excessiva podem ser mais graves - incluem pele fria,
pupilas contraídas, baixa da pressão sanguínea e coma (inconsciência). Em casos de
sobredosagem grave, o doente pode parar de respirar, ter um ataque cardíaco e morrer.

Caso se tenha esquecido de tomar Jurnista
Tome a próxima dose assim que se lembrar e depois à mesma hora todos os dias. Não
tome comprimidos extra ou uma dose a dobrar para compensar os comprimidos de que se
esqueceu. Contacte o seu médico ou farmacêutico se não tem a certeza do que fazer.

Se parar de tomar Jurnista
Quando for necessário parar de tomar Jurnista, o seu médico reduzirá a dose
gradualmente – normalmente reduzindo para metade da dose cada dois dias. Quando
atingir a dose mais baixa possível, o seu médico dir-lhe-á quando é que pode parar de
tomar Jurnista.

Algumas pessoas podem apresentar sintomas de privação quando a dose de Jurnista é
subitamente reduzida, ou se o tratamento é subitamente interrompido.
Informe o seu médico se tiver algum destes sintomas:
- ansiedade ou irritabilidade
- pupilas grandes (dilatadas)
- rubor ou transpiração
- chorar sem razão aparente
- náusea, vómitos ou diarreia
- dores de estômago ou dores nas articulações

Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico
ou farmacêutico.


Efeitos secundários possíveis

Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos secundários, no
entanto estes não se manifestam em todas as pessoas.

Atenção aos efeitos secundários graves
Dificuldade em respirar - respiração lenta ou pouco profunda (depressão respiratória) é
pouco frequente em doentes a tomar Jurnista (pode afetar até 1 em 100 pessoas). É mais
provável que isto afete determinados grupos de pessoas, como os idosos ou indivíduos muito enfraquecidos. Se a sua respiração se tornar muito lenta ou pouco profunda, e se se
sentir extremamente sonolento(a):
- movimente-se e fale o mais possível
- contacte o seu médico ou procure assistência médica de imediato
Fale com o seu médico acerca de medicamentos que possam ser usados para tratar a
depressão respiratória.

Reações alérgicas - Estas são pouco frequentes em doentes a tomar Jurnista (pode afetar
até 1 em 100 pessoas). Os sinais incluem:
- inchaço da face, lábios, boca, língua ou garganta, que pode causar dificuldade em
engolir ou respirar
- erupção na pele com comichão
Contacte o seu médico ou procure imediatamente assistência médica de emergência se
detetar qualquer um destes sinais. O seu médico decidirá se Jurnista é adequado para si.

Outros efeitos secundários
Efeitos secundários muito frequentes (pode afetar mais de 1 em 10 pessoas)

- obstipação (prisão de ventre); náuseas; vómitos
- sentir-se sonolento, fraco ou com tonturas; dor de cabeça

Efeitos secundários frequentes (pode afetar até 1 em 10 pessoas)
- falta de ar
- diarreia, dor de estômago, inflamação do estômago e intestinos
- indigestão, agravamento do refluxo de comida para a garganta (sensação de queimadura
no estômago); boca seca
- desidratação, diminuição do apetite, perda de peso
- ver ou ouvir coisas que não existem (alucinações)
- sentir-se confuso, ansioso, nervoso ou inquieto
- início ou agravamento de depressão; alterações de humor
- sentir-se sonolento; ter problemas em dormir (insónias); sonhos anormais
- esquecimento
- tremores musculares ou espasmos; sensação de formigueiro e dormência da pele;
diminuição do sentido do tato ou sensação, especialmente na pele.
- visão turva, sensação de cabeça a andar à roda (vertigens)
- tensão arterial alta
- aumento da transpiração; comichão; erupção da pele ou rubor
- dor, tal como dor nas articulações, músculos, costas ou membros
- dor ao urinar
- ânsia após interrupção do medicamento
- inchaço devido a retenção de líquidos
- febre ou arrepios; sensação de desconforto no peito
- quedas, nódoas negras

Efeitos secundários pouco frequentes (pode afetar até 1 em 100 pessoas) - dificuldade em respirar (sibilos), que pode ser devida ao estreitamento das vias aéreas
nos pulmões
- corrimento nasal
- inflamação ou bloqueio intestinal; divertículo (bolsas) na parede interior do cólon;
hemorroidas
- alterações nos movimentos intestinais, tal como alternar entre obstipação e diarreia;
fezes anormais, tal como sangue nas fezes; distensão abdominal; flatulência; soluço ou
arroto
- dificuldade em engolir
- retenção de líquidos
- aumento do apetite
- ataques de pânico; sentir-se paranoico, apático, inquieto ou tenso; choro
- sensação extrema de felicidade (euforia)
- diminuição do desejo sexual
- problemas em dormir
- distúrbios cerebrais (encefalopatias)
- diminuição do estado de alerta ou consciência; dificuldade de concentração; dificuldade
a formar ou dizer palavras
- sensação de desmaio eminente ou desmaio; falta de coordenação; problemas de
equilíbrio
- espasmos incontroláveis, movimentos involuntários ou contorcidos; movimentos
involuntários súbitos; aumento do sentido do tato ou sensação, especialmente na pele
- alteração do paladar
- visão dupla, olho seco
- zumbido nos ouvidos (acufenos)
- alterações no batimento do coração, tal como batimentos omissos, rápidos ou irregulares
(palpitações)
- tensão arterial baixa
- vermelhidão da pele
- problemas ao urinar, tal como incapacidade de urinar, dificuldade em começar a urinar
ou aumento da frequência urinária
- problemas durante o ato sexual ou impotência
- sintomas do tipo gripal, tal como sensação de calor ou frio
- dificuldade em andar
- sensação de nervosismo, anormal ou mal-estar geral
- sobredosagem do medicamento
- diminuição do nível de oxigénio no sangue; diminuição do nível de potássio no sangue;
aumento do nível de enzimas do fígado no sangue.

Efeitos secundários raros (pode afetar até 1 em 1.000 pessoas)
+- respiração rápida ou profunda (hiperventilação); espirros
- perfuração dos intestinos; perda de contrações da parede intestinal; inflamação do
duodeno; fissuras no ânus
- redução do esvaziamento do estômago; retenção do revestimento do comprimido no
estômago sem passar para o intestino; dor na passagem das fezes - agressão
- ataques ou convulsões
- inquietação ou hiperatividade; reflexos exagerados ou aumentados
- dificuldade em pensar, recordar informação ou resolver problemas
- pupilas pequenas
- batimentos lentos do coração
- sensação de queimadura na pele
- sensação de embriaguez ou ressaca
- diminuição da temperatura corporal
- aumento do nível da enzima "amilase" no sangue
- aumento dos níveis de ácido úrico no sangue que pode provocar gota
- diminuição dos níveis das hormonas sexuais, tal como diminuição do nível de
testosterona no sangue.

Podem ocorrer outros efeitos secundários, no entanto a sua frequência é desconhecida:-
falha respiratória; confusão grave; alterações no ciclo menstrual.

Podem ocorrer outros efeitos secundários com outros medicamentos contendo cloridrato
de hidromorfona:
- tornar-se dependente do medicamento (dependência) ou não respondedor ao
medicamento tolerância; crises de cálculos biliares.

Comunicação de efeitos secundários
Se tiver quaisquer efeitos secundários, incluindo possíveis efeitos secundários não
indicados neste folheto, fale com o seu médico ou farmacêutico. Também poderá
comunicar efeitos secundários diretamente através dos contactos abaixo. Ao comunicar
efeitos secundários, estará a ajudar a fornecer mais informações sobre a segurança deste
medicamento.

INFARMED, I.P.
Direção de Gestão do Risco de Medicamentos
Parque da Saúde de Lisboa, Av. Brasil 53
1749-004 Lisboa Tel: +351 21 798 71 40
Fax: +351 21 798 73 97
Sítio da internet: http://extranet.infarmed.pt/page.seram.frontoffice.seramhomepage E-mail: farmacovigilancia@infarmed.pt

Como conservar Jurnista

Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Não tome este medicamento após o prazo de validade (VAL) impresso no blister e ou na
embalagem do medicamento.
Não conservar acima de 25ºC.

Não tome Jurnista se verificar que os comprimidos estão danificados.

Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao
seu farmacêutico como deitar fora os medicamentos de que já não utiliza. Estas medidas
ajudarão a proteger o ambiente.


Conteúdo da embalagem e outras informações Qual é a composição de Jurnista

A substância ativa é cloridrato de hidromorfona.
O comprimido de libertação prolongada de 4 mg contém 4,36 mg e liberta 4 mg de
cloridrato de hidromorfona, equivalente a 3,56 mg de hidromorfona.
O comprimido de libertação prolongada de 8 mg contém 8,72 mg e liberta 8 mg de
cloridrato de hidromorfona, equivalente a 7,12 mg de hidromorfona.
O comprimido de libertação prolongada de 16 mg contém 16,35 mg e liberta 16 mg de
cloridrato de hidromorfona, equivalente a 14,24 mg de hidromorfona.
O comprimido de libertação prolongada de 32 mg contém 32,00 mg e liberta 32 mg de
cloridrato de hidromorfona, equivalente a 28,48 mg de hidromorfona.
O comprimido de libertação prolongada de 64 mg contém 64,00 mg e liberta 64 mg de
cloridrato de hidromorfona, equivalente a 56,96 mg de hidromorfona.

Os outros componentes são: núcleo do comprimido revestido: óxido de polietileno 200K
e 2000K; povidona K29-32; estearato de magnésio; óxido férrico amarelo (E172) (só para
os comprimidos a 4 mg e a 32 mg); butil-hidroxitolueno (E321); cloreto de sódio;
hipromelose; óxido de ferro preto (E172), lactose anidra, acetato de celulose, macrogol
3350.

Revestimento colorido: 8 mg, 16 mg, 32 mg e 64 mg: lactose mono-hidratada,
hipromelose, dióxido de titânio (E171), triacetato de glicerol, óxido férrico vermelho
E172 (8 mg)/óxido férrico amarelo E172 (16 mg)/laca de carmim de indigo E132 (64
mg). Apenas 4 mg: hipromelose, dióxido de titânio (E171), macrogol 400, óxido férrico
amarelo E172, óxido férrico vermelho E172 e óxido de ferro negro E172.

Revestimento transparente: hipromelose; macrogol 400.
Tinta de impressão: óxido de ferro preto E172; propilenoglicol; hipromelose.

Qual o aspeto de Jurnista e conteúdo da embalagem
Jurnista comprimidos são comprimidos de libertação prolongada. Isto significa que, após
a toma de um comprimido, a substância ativa é gradualmente libertada ao longo do tempo
no seu organismo.
Jurnista 4 mg comprimidos de libertação prolongada: cada comprimido bege tem “HM 4”
impresso em tinta preta numa das faces.
Jurnista 8 mg comprimidos de libertação prolongada: cada comprimido vermelho tem
“HM 8” impresso em tinta preta numa das faces.
Jurnista 16 mg comprimidos de libertação prolongada: cada comprimido amarelo tem
“HM 16” impresso em tinta preta numa das faces.
Jurnista 32 mg comprimidos de libertação prolongada: cada comprimido branco tem
“HM 32” impresso em tinta preta numa das faces.
Jurnista 64 mg comprimidos de libertação prolongada: cada comprimido azul tem “HM

” impresso em tinta preta numa das faces.

Jurnista é-lhe disponibilizado em blisters dentro de uma embalagem. Cada embalagem
contém 7, 10, 14, 20, 28, 30, 35, 40, 50, 56, 60, ou 100 comprimidos.
É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante:

Titular da Autorização de Introdução no Mercado:

Janssen-Cilag Farmacêutica, Lda.Estrada Consiglieri Pedroso n.º 69 A - Queluz de Baixo
- 2734-503 Barcarena
Tel.: 21 436 88 35

Fabricantes:

Janssen Pharmaceutica N.V., Turnhoutseweg 30, 2340 – Beerse, Bélgica
Janssen-Cilag S.p.A, Via C. Janssen, Borgo S. Michele, 04010 Latina (LT), Itália

Este medicamento está autorizado nos Estados Membros da EEE sob as seguintes
denominações:

República Checa Jurnista 4 mg, 8 mg, 16 mg, 32 mg tablety s prodlouženým
uvol ?ováním Dinamarca Jurnista 4 mg, 8 mg, 16 mg, 32 mg, 64 mg depottabletter Estónia JURNISTA, 4 mg, 8 mg, 16 mg, 32 mg, 64 mg toimeainet prolongeeritult vabastavad tabletid
Alemanha JURNISTA 4 mg, 8 mg, 16 mg, 32 mg, 64 mg Retardtabletten Hungria Jurnista 4 mg, 8 mg, 16 mg, 32 mg, 64 mg retard tabletta Itália JURNISTA 4 mg, 8 mg, 16 mg, 32 mg, 64 mg compresse a rilascio prolungato
Portugal JURNISTA® 4 mg, 8 mg, 16 mg, 32 mg, 64 mg comprimidos de libertação prolongada
Eslovénia JURNISTA 4 mg, 8 mg, 16 mg, 32 mg tablete s podaljšanim sproš ?anjem Espanha JURNISTA, 4 mg, 8 mg, 16 mg, 32 mg comprimidos de liberación prolongada

Este folheto foi aprovado pela última vez em:


DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
  2. Delirium tremens: Variedade de delírio associado ao consumo ou abstinência de álcool.
  3. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  4. Fissura: Solução de continuidade de origem traumática, caracterizada por um trajeto linear.
  5. Impotência: Termo freqüentemente utilizado para se referir à impotência sexual masculina, distúrbio caracterizado pela incapacidade de iniciar ou manter uma ereção peniana satisfatória para realizar o ato sexual.
  6. Inconsciência: Distúrbio no estado de alerta, no qual existe uma incapacidade de reconhecer e reagir perante estímulos externos. Pode apresentar-se em tumores, infecções e infartos do sistema nervoso central, assim como também em intoxicações por substâncias endógenas ou exógenas.
  7. Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
  8. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  9. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  10. Pâncreas: Glândula de secreção endócrina (ver), por sua produção de insulina, glucagon e peptídios intestinais que são lançados na corrente sangüínea e exócrina (ver) por sua produção de potentes enzimas digestivas lançadas no intestino delgado. Localiza-se profundamente na cavidade abdominal e possui um tamanho aproximado de 15x7cm.

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