Nalbix

Para que serve Nalbix

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


APROVADO EM 28-01-2011 INFARMED FOLHETO INFORMATIVO

INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

Nalbix 100 mg, comprimidos vaginais
Clotrimazol

Este folheto contém informações importantes para si. Leia-o atentamente.
Este medicamento pode ser adquirido sem receita médica. No entanto, é necessário
utilizar Nalbix com precaução para obter os devidos resultados.
Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o reler.
Caso precise de esclarecimentos ou conselhos, consulte o seu farmacêutico.
Em caso de agravamento ou persistência dos sintomas, consulte o seu médico.
Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários
não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

Neste folheto:
1. O que é Nalbix e para que é utilizado
2. Antes de utilizar Nalbix
3. Como utilizar Nalbix
4. Efeitos secundários possíveis
5. Como conservar Nalbix
6. Outras informações


O QUE É NALBIX E PARA QUE É UTILIZADO

Nalbix comprimidos vaginais são para uso vaginal, devendo ser administrados
preferencialmente ao deitar.
Cada comprimidos vaginal Nalbix contém 100 mg de clotrimazol.

Nalbix comprimidos vaginais contém a substância activa clotrimazol pertencente a um
grupo de substâncias conhecidas como antifúngicos.

O clotrimazol possui um amplo espectro de actividade o que lhe permite a eliminação
eficaz de um grande número de fungos, responsáveis por várias doenças da pele.

No foro ginecológico e com diagnóstico médico prévio:

Nalbix comprimidos vaginais é utilizado para tratamento de candidíase vaginal
recorrente. Situação clínica caracterizada por corrimento vaginal esbranquiçado,
acompanhado de prurido vaginal e habitualmente com exarcebações pré-mentrual.
Infecções dos lábios genitais (vulva) e áreas adjacentes, bem como inflamação da glande
e prepúcio do parceiro sexual causados por leveduras (vulvite por cândida e candidíase
balânica)


2. ANTES DE UTILIZAR NALBIX APROVADO EM 28-01-2011 INFARMED Não utilize Nalbix
- se tem alergia (hipersensibilidade) ao clotrimazol ou a qualquer outro componente de
Nalbix.

Tome especial cuidado com Nalbix
se for o caso de dermatomicose por candidiases, é desaconselhável utilizar um sabão com
pH ácido (o pH ácido favorece a multiplicação de Candida albicans)
durante o tratamento de uma doença genital, Nalbix comprimidos vaginais pode reduzir a
eficácia e a segurança de produtos à base de látex, tais como: preservativos e diafragmas.
Esta redução da protecção pode prolongar-se até 5 dias após interrupção do tratamento,
devendo utilizar-se precauções alternativas.
durante o tratamento ginecológico não devem ser usados tampões, duches intravaginais
ou espermicidas

Ao utilizar Nalbix com outros medicamentos
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente
outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Gravidez e aleitamento
Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.

Os efeitos do Nalbix comprimidos vaginais no recém-nascido e na mulher grávida não
está demonstrada.
Dado o Nalbix comprimidos vaginais ser absorvido em pequenas quantidades pela
vagina, a sua utilização intra-vaginal durante a gravidez só deverá fazer-se quando
considerada necessária pelo médico.

Uma vez que se desconhece se o Nalbix é distribuído no leite materno, aconselha-se
prudência na administração do fármaco a mulheres que estão a amamentar.

Condução de veículos e utilização de máquinas
Não foram observados efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.


COMO UTILIZAR NALBIX

Utilizar Nalbix sempre de acordo com as indicações do médico. Fale com o seu médico
ou farmacêutico se tiver dúvidas.

Os comprimidos são para uso vaginal, devendo ser administrados preferencialmente ao
deitar.

A duração do tratamento deve ser estipulada pelo médico, sendo os tempos mencionados
apenas um indicativo.

Crianças abaixo dos 15 anos APROVADO EM 28-01-2011 INFARMED Os comprimidos vaginais de Nalbix não devem ser utilizados em crianças.

Adultos
A duração normal de tratamento é de 6 dias. Se não houver melhoria dos sintomas, a
mulher deve consultar o médico assistente a fim de ser decidido sobre a necessidade de
prolongar o tratamento.

Ao proceder-se à aplicação dever-se-á utilizar, de preferência, a posição de decúbito
dorsal, com as pernas ligeiramente flectidas.
Os comprimidos vaginais de Nalbix, precisam de humidade, na vagina, para se
dissolverem completamente. De outro modo, poderão libertar-se da vagina fragmentos
não dissolvidos do comprimido. Para se prevenir esta situação é importante inserir o
comprimido vaginal o mais profundamente possível na vagina, ao deitar.

Vaginites: 1 comprimido vaginal ao deitar, durante 6 a 12 dias consecutivos. Nos casos
mais graves pode aplicar-se um comprimido vaginal de 12 em 12 horas.
Vulvovaginites: Uso simultâneo de comprimidos vaginais e creme na vulva.

No tratamento das vaginites e vulvovaginites por fungos, é aconselhável o tratamento
simultâneo do cônjugue com Clotrimazol creme, mesmo que não apresente sintomas de
balanite e/ou infecção peri-anal.

Se num período de 6 meses tiver mais que 2 infecções e se houver febre, corrimento com
cheiro fétido ou dores pélvicas deve ser consultado um médico.
Uma vez que tanto a vagina como a vulva se encontram geralmente afectadas, dever-se-á
efectuar um tratamento local de ambas as áreas com creme vaginal.
Durante o período menstrual não se deverá efectuar o tratamento. O tratamento deverá
estar concluído antes do início da menstruação.
Em doentes com idades inferiores a 15 anos, deve consultar-se o médico antes de utilizar
clotrimazol comprimidos vaginais para a lesão ginecológica.

Se utilizar mais Nalbix do que deveria
Não estão descritos casos de sobredosagem.

Caso se tenha esquecido de utilizar Nalbix
Se se esqueceu de aplicar o medicamento deverá retomar a aplicação sem todavia utilizar
mais quantidade do que a indicada.

Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico
ou farmacêutico.


EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSIVEIS

Como todos os medicamentos, Nalbix pode causar efeitos secundários, no entanto estes
não se manifestam em todas as pessoas. APROVADO EM 28-01-2011 INFARMED Sendo Nalbix comprimidos vaginais um medicamento para uso vaginal, o aparecimento
de efeitos secundários é pouco provável. No entanto recomenda-se prudência no caso de
grandes áreas cutâneas, em peles afectadas e nos bebés devido à relação superfície/peso.

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:
Secura da pele, prurido (comichão), irritação local, sensação de queimadura, edema
(inchaço), ardor, fissuras (ruptura da pele) e dermatite de contacto (inflamação, irritação
da pele).

Doenças renais e unirárias:
Cistite (doença inflamatória na bexiga)

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários
não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.


COMO CONSERVAR NALBIX Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não utilize Nalbix após o prazo de validade impresso na embalagem exterior ou blister.
O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.

O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico.
Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita.
Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.


OUTRAS INFORMAÇÕES Qual a composição de Nalbix

A substância activa é o clotrimazol.
Os outros componentes são: carboximetilamido sódico, lactose, estearato de magnésio,
Aerosil 200 e celulose microcristalina.

Qual o aspecto de Nalbix e conteúdo da embalagem
Cada embalagem de Nalbix comprimidos vaginais contém 6 comprimidos
acondicionados em blister de Alumínio/Alumínio.
Comprimidos brancos, oblongos e biconvexos.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante


APROVADO EM 28-01-2011 INFARMED Titular da Autorização de Introdução no Mercado

Laboratórios Azevedos – Indústria Farmacêutica, S.A.
Edifícios Azevedos - Estrada Nacional 117- Km 2 Alfragide
2614-503 Amadora

Fabricante

Sofarimex - Indústria Química e Farmacêutica, S.A.
Avenida das Indústrias - Alto de Colaride – Agualva
2735-213 Cacém

Este folheto foi aprovado pela última vez em



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
  2. Candidíase: ?? o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
  3. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  4. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  5. Fissura: Solução de continuidade de origem traumática, caracterizada por um trajeto linear.
  6. Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
  7. Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
  8. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.

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