NAPRIX A

Para que serve NAPRIX A

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


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NAPRIX A

ramipril + besilato de anlodipino

APRESENTAÇÕES
Cápsulas com 2,5 mg de ramipril base e 5 mg de besilato de anlodipino, 5 mg de ramipril base e 5 mg de besilato de
anlodipino, 10 mg de ramipril base e 5 mg de besilato de anlodipino ou 10 mg de ramipril base e 10 mg de besilato de
anlodipino. Embalagens com 30 cápsulas.

USO ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO
Cada cápsula contém 2,5 mg de ramipril base (na forma de microgrânulos) e 6,94 mg de besilato de anlodipino (na
forma de microgrânulos) equivalentes a 5 mg de anlodipino base. Excipientes: carbonato de sódio, hipromelose,
sacarose, amido, copovidona, povidona, macrogol, óxido férrico amarelo, dióxido de titânio e gelatina.

Cada cápsula contém 5 mg de ramipril base (na forma de microgrânulos) e 6,94 mg de besilato de anlodipino (na forma
de microgrânulos) equivalentes a 5 mg de anlodipino base. Excipientes: carbonato de sódio, hipromelose, sacarose,
amido, copovidona, povidona, macrogol, óxido férrico amarelo, dióxido de titânio e gelatina.

Cada cápsula contém 10 mg de ramipril base (na forma de microgrânulos) e 6,94 mg de besilato de anlodipino (na
forma de microgrânulos) equivalentes a 5 mg de anlodipino base. Excipientes: carbonato de sódio, hipromelose,
sacarose, amido, copovidona, povidona, macrogol, óxido férrico amarelo, dióxido de titânio e gelatina.

Cada cápsula contém 10 mg de ramipril base (na forma de microgrânulos) e 13,88 mg de besilato de anlodipino (na
forma de microgrânulos) equivalentes a 10 mg de anlodipino base. Excipientes: carbonato de sódio, hipromelose,
sacarose, amido, copovidona, povidona, macrogol, óxido férrico amarelo, dióxido de titânio e gelatina.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
É indicado para o tratamento de hipertensão arterial (aumento da pressão arterial).

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
NAPRIX A

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contém duas substâncias ativas, o besilato de anlodipino e o ramipril, que agem na redução da pressão

sanguínea. A hipertensão arterial aumenta a carga de trabalho do coração e das artérias. Se a pressão arterial persistir
elevada por muito tempo, o coração e as artérias podem não funcionar adequadamente, levando a dano na parede dos
vasos sanguíneos do cérebro, coração e rins, com risco de derrame cerebral, ataque cardíaco ou insuficiência renal. A
hipertensão arterial pode aumentar o risco de infarto do coração. O risco de ocorrência desses problemas torna-se menor
quando a pressão sanguínea é controlada.
O ramipril bloqueia uma enzima do organismo responsável pela ativação de uma substância que estimula a contração
dos vasos sanguíneos, resultando no relaxamento e dilatação desses vasos e, dessa maneira, a pressão sanguínea diminui
e aumenta o suprimento de sangue e oxigênio para o coração e todo o corpo. O ramipril também é usado em pacientes
que tiveram um ataque cardíaco, pois o músculo do coração pode estar danificado e fraco, dificultando o bombeamento
normal de sangue pelo coração. É indicado também para reduzir a chance de ataque cardíaco, derrame cerebral ou
morte cardiovascular em pessoas com mais de 55 anos de idade, com diabetes ou doença cardiovascular estabelecida.
O anlodipino é um bloqueador de canal de cálcio utilizado para tratar a angina (dor no peito) e a pressão alta
(hipertensão). O anlodipino age no movimento de cálcio dentro das células cardíacas e dos vasos sanguíneos, relaxando
a musculatura e aumentando o suprimento de sangue e oxigênio ao coração e aos vasos, enquanto reduz a carga
cardíaca. Sua ação proporciona efeitos aditivos aos do ramipril.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento é contraindicado para pacientes com reações alérgicas ao ramipril, ao anlodipino, a qualquer
componente de sua formulação, a inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ECA) e a di-hidropiridínicos.
Não deve ser administrado nas seguintes condições: história de edema (inchaço) de face, lábios, língua, glote e/ou
laringe; doença renal severa ou diminuição importante da função renal e a pacientes em diálise.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
A presença de outros problemas médicos pode afetar os efeitos deste medicamento. Avise o médico caso você apresente
algumas das condições a seguir: desidratação, diarreia ou problema cardíaco; hiponatremia (baixo nível de sódio no

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sangue); doença renal; doença hepática; insuficiência cardíaca congestiva; pressão sanguínea muito baixa (hipotensão
arterial).
Seu médico deve saber se você tem hipertensão arterial grave, utiliza algum outro medicamento para controle da
pressão ou sofre de alguma doença do coração.Avise seu médico se sentir dor abdominal intensa, acompanhada ou não
de náusea ou vômito; se você tem lúpus, doença no fígado ou nos rins.Avise seu médico ou dentista que você utiliza
ramipril, antes de se submeter a qualquer tipo de cirurgia ou antes de exames, antes de tratar alergias, ou se você faz
diálise.
Este medicamento pode causar tontura, devido à redução da pressão sanguínea; evite dirigir, operar máquinas ou
qualquer tipo de tarefa perigosa ou que exija atenção, caso você não esteja se sentindo alerta.
Avise imediatamente o médico em caso de suspeita de infecção ou caso apresente febre ou dor de garganta,
desidratação, transpiração excessiva, diarreias ou vômitos, pois poderá perder grande quantidade de líquido e sofrer
queda acentuada da pressão sanguínea, podendo levar a tontura ou desmaios.
O tratamento com este medicamento necessita de supervisão médica regular; seu médico pode precisar avaliar algumas
funções, como: medida regular da pressão sanguínea, principalmente no início do tratamento, após o aumento da dose
ou quando da introdução ou aumento da dose de outros anti-hipertensivos; avaliação renal, especialmente nas primeiras
semanas de tratamento e, principalmente, em pacientes com doenças ou alterações renais ou em transplantados; níveis
de sódio, cálcio, potássio, ácido úrico e açúcar no sangue; níveis de potássio nos pacientes com doença renal ou que
utilizam medicamentos poupadores de potássio; níveis de sódio em pacientes que utilizam diuréticos; exame de sangue
inicial para controle dos glóbulos brancos; exame de sangue em caso de suspeita de infecção ou sinais de
imunodeficiência (febre, amidalite, aumento de gânglios), ou sinais de lesões na pele e mucosas ou sangramento de
gengiva.Em caso de inchaço no rosto ou na língua e dificuldade para engolir ou respirar, o médico deverá ser
imediatamente avisado e o paciente deve suspender a próxima dose de NAPRIX A

®

.

Como os pacientes idosos frequentemente apresentam problemas renais, e devido à alta probabilidade de ocorrência de
efeitos adversos, pode ser necessário ajuste de dosagem.
Mulheres grávidas: os inibidores da ECA não devem ser usados durante o segundo e o terceiro trimestres de gravidez,
pois podem prejudicar o feto. Se ocorrer gravidez na vigência do tratamento, NAPRIX A

®

deverá ser descontinuado e o

médico, informado. O ramipril aparece no leite materno em quantidades mínimas; não se sabe se o besilato de
anlodipino é excretado no leite materno e, por essa razão, recomenda-se não amamentar durante o tratamento com este
medicamento.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente
seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Atenção: este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes.


Cada cápsula de NAPRIX A

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(2,5 mg + 5 mg) contém 0,10 g de sacarose. Cada cápsula de NAPRIX A

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(5 mg + 5 mg)

contém 0,13 g de sacarose. Cada cápsula de NAPRIX A

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(10 mg + 5 mg) contém 0,19 g de sacarose. Cada cápsula de

NAPRIX A

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(10 mg + 10 mg) contém 0,24 g de sacarose.

Anti-inflamatórios não esteroidais: raramente, o tratamento concomitante entre inibidores da ECA e anti-
inflamatórios não esteroidais tem sido associado à insuficiência renal e aumento do nível sanguíneo de potássio.
Diuréticos: particularmente naqueles pacientes em que a terapia com diuréticos foi recentemente instituída, pode
ocorrer redução ocasional e excessiva da pressão sanguínea após o início da terapia com ramipril. A possibilidade dos
efeitos hipotensores do ramipril pode ser reduzida ou minimizada pela interrupção temporária do diurético ou aumento
da ingestão de líquido antes do início da terapia com ramipril. Caso não seja possível, deve-se iniciar a terapia com a
menor dose possível de ramipril.
Suplementos com potássio e poupadores de potássio: o ramipril pode atenuar a perda de potássio causada pelos
tiazídicos. Diuréticos poupadores de potássio (espironolactona, amilorida, triantereno, etc.) ou suplementos a base de
potássio podem aumentar o risco de hipercalemia. No entanto, se estiver indicado o uso concomitante desses agentes,
eles devem ser administrados com cautela, e os níveis sanguíneos de potássio do paciente monitorados periodicamente.


Lítio: pode ocorrer aumento dos níveis sanguíneos do lítio e toxicidade. Esses medicamentos devem ser
coadministrados com cautela, e os níveis de lítios devem ser periodicamente monitorados. Se for usado um diurético
simultaneamente, o risco de toxicidade do lítio pode aumentar.
A ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento pode reduzir o nível de atenção, prejudicando tarefas como
operar máquinas e dirigir veículos.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz e da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
As cápsulas de NAPRIX A

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são transparentes e incolores, com conteúdo de coloração branca e amarela.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

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COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
NAPRIX A

®

deve ser tomado conforme as orientações do seu médico. As cápsulas devem ser ingeridas inteiras e sem

mastigar com uma quantidade suficiente de líquido (aproximadamente meio copo de água).
Para controle da hipertensão: complementando o tratamento com NAPRIX A

®

, pode ser necessário controlar seu peso

corpóreo e cuidados com a alimentação, especialmente com os alimentos com alto teor de sódio (sal). Seu médico deve
orientá-lo sobre as possíveis alterações na sua dieta; muitos pacientes que têm pressão alta não apresentam nenhum
sinal de problema. Muitos, de fato, não apresentam sintomas. É muito importante que você tome sua medicação
exatamente conforme orientação do seu médico, mesmo que se sinta bem; lembre-se que este medicamento não cura a
pressão alta, mas irá auxiliar no seu controle. Pode ser que você tenha que tomar medicação para controle da pressão
alta pelo resto da vida. Se a pressão alta não for tratada, poderá causar sérios problemas como infarto do miocárdio
(IM), doenças vasculares, derrame cerebral ou doença renal.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar uma dose, procure tomá-la assim que possível. Se estiver próximo ao horário da dose
seguinte, despreze a dose esquecida e volte ao seu esquema normal. Não tome duas doses ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Reações adversas conforme frequências reportadas em estudos clínicos placebo-controlados realizados
com ramipril

Reação comum (? 1% e < 10%): dor de cabeça, tontura, fadiga (astenia).
Reação incomum (? 0,1% e < 1%): tosse, disfunção erétil (impotência sexual).

Experiência pós-comercialização reportada com ramipril

Reação incomum (? 0,1% e < 1%): reações anafilatoides, hipotensão sintomática (baixa pressão), síncope (desmaio) e
palpitações. Pancitopenia (diminuição global de glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas), anemia hemolítica (quebra
anormal de hemácias nos vasos sanguíneos) e trombocitopenia (diminuição da quantidade de plaquetas no sangue).
Aumento transitório da ureia sanguínea e creatinina, insuficiência renal aguda. Edema angioneurótico; insuficiência
hepática, hepatite, icterícia (coloração amarelada dos olhos e pele), pancreatite (inflamação no pâncreas), dor
abdominal, anorexia (sensação de apetite diminuído), constipação (prisão de ventre), diarreia, boca seca, dispepsia
(indigestão), disfagia (dificuldade de deglutição), gastrenterite (infecção no trato gastrintestinal), salivação aumentada e
alteração do paladar. Reações de hipersensibilidade aparente (urticária- coceira, prurido com ou sem febre),
fotossensibilidade, púrpura (tipo de hematoma), onicólise (descolamento da unha), pênfigo (aparecimento de bolhas nas
mucosas), eritema multiforme (tipo de reação alérgica das mucosas e da pele), necrólise epidérmica tóxica
(desprendimento da camada superior da pele), síndrome de Stevens-Johson (reação alérgica grave, podendo ocorrer nos
olhos, nariz, uretra, vagina, trato gastrintestinal e trato respiratório). Ansiedade, amnésia (perda de memória),
convulsões, depressão, perda de audição, insônia, nervosismo, neuralgia (inflamação no nervo), neuropatia (doença no
sistema nervoso no qual ocorre uma dor descrita como "picada de agulha" ou “sensação de choque), parestesia
(formigamento), sonolência, tinitus (zumbido no ouvido), tremor, vertigem, distúrbios da visão. Artralgia (dor na
articulação), artrite (inflamação na articulação), dispnéia (falta de ar), edema (inchaço), epistaxe (sangramento nasal),
impotência sexual, sudorese aumentada, mal-estar e aumento de peso. Hipoglicemia (baixo nível de glicose no sangue).

Reações adversas conforme frequências reportadas em estudos clínicos placebo-controlados realizados com
besilato de anlodipino

Reação comum (? 1% e < 10%): edema, tontura, flushing (rubor), palpitação, dor de cabeça, fadiga, náusea, dor
abdominal, sonolência.
Reação incomum (? 0,1% e < 1%): insuficiência cardíaca, pulso irregular, extrassistolia (alteração dos batimentos
cardíacos), descoloração da pele, urticária (coceira), pele seca, alopecia, dermatite (inflamação na pele causada por
alergia), fraqueza muscular, ataxia (falta de coordenação dos movimentos podendo afetar a força muscular e o
equilíbrio), hipertonia (aumento da rigidez muscular), enxaqueca, apatia, agitação, amnésia, gastrite, apetite aumentado,
tosse, rinite, disuria (dificuldade para urinar), poliúria (aumento do volume urinário), parosmia (sensação de cheiros que
não existem ou cheiros desagradáveis), alteração do paladar, distúrbio de acomodação de imagem, xeroftalmia (olho
seco).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

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O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para

00 722 6001

, se você precisar de mais orientações.

MS nº: 1.0033.0096
Farmacêutica responsável: Cintia Delphino de Andrade – CRF-SP nº: 25.125

Registrado por:
LIBBS FARMACÊUTICA LTDA.
Rua Josef Kryss, 250 – São Paulo – SP
CNPJ 61.230.314/0001-75

Fabricado por:
LIBBS FARMACÊUTICA LTDA.
Rua Alberto Correia Francfort, 88 – Embu das Artes – SP
Indústria brasileira

www.libbs.com.br


Venda sob prescrição médica.
Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 28/05/2015.


NAPR.A_08-15













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Histórico de alteração para a bula

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

Nº expediente

Assunto

Data do

expediente

Nº do

expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de bula

Versões

(VP/VPS)

Apresentações

relacionadas

Gerado no

momento do

peticionamento

Não se aplica

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica Não se aplica

Dizeres legais

VP/VPS

Cápsulas

2,5 mg + 5 mg

5 mg + 5 mg

10 mg + 5 mg

10 mg + 10 mg

08/04/2013

0263554132

Inclusão inicial

de texto de Bula

– RDC 60/12

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica Não se aplica

Não se aplica


VP/VPS

Cápsulas

2,5 mg + 5 mg

5 mg + 5 mg

10 mg + 5 mg

10 mg + 10 mg



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
  2. Derrame: Acúmulo anormal de líquido em qualquer cavidade ou órgão (derrame pleural, derrame pericárdico, derrame cerebral).
  3. Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago. ?? um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
  4. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  5. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  6. Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago (ver). Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
  7. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  8. Impotência: Termo freqüentemente utilizado para se referir à impotência sexual masculina, distúrbio caracterizado pela incapacidade de iniciar ou manter uma ereção peniana satisfatória para realizar o ato sexual.
  9. Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
  10. Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
  11. Neuropatia: Doença que afeta a um (mononeuropatia) ou vários nervos (polineuropatia). Seus sintomas dependem da localização e tipo de nervo comprometido, podendo ser motores (fraqueza muscular) ou sensitivos (diminuição da sensibilidade, dor). Entre suas causas figuram certos tóxicos, distúrbios metabólicos, infecções, doenças degenerativas, etc.
  12. Neuralgia: Dor aguda produzida pela irritação de um nervo. Caracteriza-se por ser muito intensa, em queimação, pulsátil ou semelhante a uma descarga elétrica. Suas causas mais freqüentes são infecção, lesão metabólica ou tóxica do nervo comprometido.
  13. Onicólise: Destruição da unha devido a infecções micóticas, bacterianas ou por processos tóxicos.
  14. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  15. Pâncreas: Glândula de secreção endócrina (ver), por sua produção de insulina, glucagon e peptídios intestinais que são lançados na corrente sangüínea e exócrina (ver) por sua produção de potentes enzimas digestivas lançadas no intestino delgado. Localiza-se profundamente na cavidade abdominal e possui um tamanho aproximado de 15x7cm.
  16. Palpitação: Percepção subjetiva dos batimentos cardíacos. Pode apresentar-se durante algumas arritmias cardíacas ou mesmo em pessoas com ritmo normal. Neste último caso, são distúrbios benignos associados a diversos distúrbios de ansiedade.
  17. Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
  18. Xeroftalmia: Distúrbio caracterizado pelo ressecamento excessivo das mucosas que recobrem o olho. Produz a sensação de ter um corpo estranho ou areia no mesmo, juntamente com dor e irritação ocular. Pode ser produzido por doenças locais ou que afetam também outros órgãos.
  19. Uréia: Produto do metabolismo das proteínas. Indica de forma indireta a eficiência da função renal. Quando existe insuficiência renal, os valores de uréia elevam-se produzindo distúrbios variados (pericardite urêmica, encefalopatia urêmica, etc.).
  20. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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