NAPROXENO

Para que serve NAPROXENO

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE


naproxeno

Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.



APRESENTAÇÕES
Comprimido 250mg
Embalagem contendo 15 e 100 comprimidos.
Comprimido 500mg
Embalagem contendo 20 comprimidos.

USO ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 250mg contém:
naproxeno.......................................................................................................................250mg
Excipiente q.s.p...................................................................................................1 comprimido
Excipientes: álcool etílico, amido, estearato de magnésio, croscarmelose sódica, povidona e
lactose monoidratada.
Cada comprimido de 500mg contém:
naproxeno.......................................................................................................................500mg
Excipiente q.s.p...................................................................................................1 comprimido
Excipientes: álcool etílico, amido, corante amarelo de tartrazina, estearato de magnésio,
croscarmelose sódica, povidona e lactose monoidratada.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Naproxeno é indicado para:
-dores agudas, causadas por inflamação como, por exemplo, dor de garganta;
-dor e febre em adultos, inclusive para mães que não estejam amamentando: por exemplo,
dor de dente, dor abdominal, sintomas da gripe e resfriado;
-dores musculares e articulares, como por exemplo, torcicolo, bursite, tendinite, sinovite,
tenossinovite, dor nas costas, dor na perna, cotovelo do tenista;
-doenças reumatológicas: artrite reumatoide, osteoartrite, espondilite anquilosante, gota,
artrite reumatoide juvenil;
-cólica menstrual;
-tratamento e prevenção de enxaqueca, dor de cabeça;
-após cirurgias, inclusive ortopédicas e extrações dentárias;
-dor após traumas: entorses, distensões, contusões, dor decorrente da prática esportiva.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Naproxeno é um anti-inflamatório (reduz a inflamação) com ação analgésica (alívio da dor)
e antitérmica (reduz a febre). Seu mecanismo de ação envolve a inibição da síntese de
prostaglandinas, substâncias envolvidas no processo da dor e inflamação.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento é contraindicado para:
-pacientes com hipersensibilidade (alergia) ao naproxeno, naproxeno sódico ou a qualquer
outro componente do medicamento;
-pacientes com histórico de asma, rinite, pólipos nasais ou urticária pelo uso de ácido
acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs);
-pacientes com antecedente ou história atual de sangramento ou perfuração gastrintestinal
relacionados a terapia anterior com anti-inflamatórios não esteroides;
-pacientes com antecedente ou história atual de hemorragia ou úlcera péptica ativa ou
recorrente (dois ou mais episódios distintos de ulceração ou sangramento);
-pacientes com insuficiência cardíaca grave (alteração grave da função do coração);
-pacientes com insuficiência renal (alteração da função dos rins) com depuração de
creatinina inferior a 30mL/min.
Este medicamento é contraindicado para crianças menores de 2 anos.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
-Advertências e Precauções
Deve-se evitar o uso de naproxeno juntamente com outros anti-inflamatórios não
esteroidais (AINEs).
Efeitos adversos podem ser minimizados utilizando-se a dose eficaz mais baixa pelo menor
tempo necessário.
Como outros anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), naproxeno pode provocar
sangramento, úlcera ou perfuração gastrintestinal durante o tratamento, especialmente em
idosos e pacientes debilitados. O risco de sangramento, úlceras ou perfuração aumenta com
a dose do anti-inflamatório nos pacientes idosos ou naqueles com antecedente de úlcera,
especialmente se complicada por hemorragia ou perfuração.
Pacientes com histórico de doença inflamatória gastrintestinal (doença de crohn, colite
ulcerativa), especialmente se idosos, devem relatar ao médico a ocorrência de quaisquer
sintomas

abdominais

incomuns

(especialmente

sangramento

gastrintestinal),

principalmente no início do tratamento. Em caso de sangramento ou úlcera gastrintestinal, o
tratamento deve ser interrompido.
Embora raros, há relatos de reações com manifestações cutâneas (na pele). O uso de
naproxeno deve ser interrompido ao primeiro aparecimento de erupção cutânea, lesões das
mucosas ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade (alergia).
Reações anafilactoides podem ocorrer em pacientes com antecedente de quadros de hiper-
reatividade brônquica (asma, por exemplo), rinite ou pólipos nasais e até mesmo naqueles
sem antecedente de hipersensibilidade ou exposição ao ácido acetilsalicílico ou a outros
anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Crises de broncoespasmo podem ser
desencadeadas em pacientes com história de asma, doença alérgica ou sensibilidade ao
ácido acetilsalicílico.
Naproxeno deve ser usado com cautela em pacientes com a função renal comprometida ou
com histórico de doença renal, bem como em pacientes com hipovolemia (diminuição do
volume de sangue corpóreo), insuficiência cardíaca (alteração da função do coração),

alterações do funcionamento do fígado (disfunção hepática), depleção de sal, idosos e em
uso de diuréticos, sendo recomendado o monitoramento da creatinina sérica e da depuração
de creatinina.
Durante a terapia com naproxeno, pacientes com alterações da coagulação ou em
tratamento medicamentoso que interfira na coagulação devem ser monitorados atentamente.
Recomenda-se cautela e monitoramento do uso de naproxeno em pacientes com histórico
de hipertensão (aumento da pressão arterial) e/ou insuficiência cardíaca (alteração da
função do coração) leve ou moderada, pois há risco de retenção de líquidos e
desenvolvimento de edema (inchaço) associado ao tratamento com anti-inflamatórios não
esteroidais (AINEs). Um pequeno incremento no risco de eventos trombóticos (infarto do
miocárdio ou derrame cerebral) durante o uso de AINEs tem sido sugerido por estudos
clínicos e dados epidemiológicos. Embora o risco pareça ser menor durante o uso de
naproxeno, o risco não pode ser totalmente afastado. Portanto, o uso de naproxeno em
pacientes com hipertensão (aumento da pressão arterial) não controlada, insuficiência
cardíaca congestiva (alteração da função do coração), doença cardíaca isquêmica
estabelecida, doença arterial periférica, doença cérebro vascular e com fatores de risco para
doenças cardiovasculares (hipertensão, dislipidemias, diabetes e tabagismo) somente deve
ser feito após criteriosa avaliação médica.
Este medicamento pode interferir na fertilidade; deve-se, portanto considerar a interrupção
do uso em mulheres com dificuldade para engravidar ou em investigação de infertilidade.
Este produto contém o corante amarelo de tartrazina que pode causar reações de
natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas
ao ácido acetilsalicílico.
(comprimidos 500mg)

-Interações Medicamentosas
O uso de naproxeno com alguns medicamentos pode provocar determinadas interações
medicamentosas (efeitos na ação dos medicamentos) e, portanto deve ser avaliado com
cautela:
-Alimentos, antiácidos ou colestiramina: pode retardar a absorção de naproxeno, no
entanto, não afeta sua ação;
-hidantoína, sulfonamida ou sulfonilureia: podem necessitar de reajuste das doses
utilizadas;
-Anticoagulantes, como a varfarina: pode aumentar o efeito anticoagulante;
-Probenecida: aumento dos níveis de naproxeno no sangue;
-Metotrexato: pode aumentar os efeitos tóxicos do metotrexato;
-Furosemida: pode reduzir o efeito diurético;
-Betabloqueadores: pode diminuir o efeito anti-hipertensivo;
-Antiagregantes plaquetários ou inibidores seletivos da recaptação da serotonina: aumenta o
risco de sangramento gastrintestinal;
-Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) inclusive ácido acetilsalicílico: Aumento do
risco de sangramento gastrintestinal;
-Lítio: aumento dos níveis de lítio no sangue.

-Interferência com exames laboratoriais
Este medicamento pode interferir nos resultados de determinados exames laboratoriais
como o coagulograma (aumenta o tempo de sangramento), teste de função hepática
(aumento das enzimas) e dosagem urinária do ácido 5 hidroxi-indolacético (5HIAA).

Sugere-se que o uso de naproxeno seja temporariamente interrompido por 48 horas antes de
realizar provas de função da suprarrenal (esteroides 17 cetogênicos).

-Gravidez
Como com outros agentes deste tipo, o naproxeno provoca um atraso no parto em animais e
também afeta o sistema cardiovascular fetal (fechamento do ducto arterioso).
Naproxeno não deve ser utilizado durante a gravidez, a não ser quando estritamente
necessário. Não é recomendado o uso de naproxeno durante o trabalho de parto, pois pode
afetar a circulação fetal e inibir as contrações, aumentando o risco de hemorragia uterina.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista.

-Amamentação
O naproxeno foi detectado no leite materno, portanto seu uso durante a amamentação não é
recomendado.

-Capacidade para dirigir veículos e operar máquinas
Alguns pacientes podem sentir sonolência, tontura, vertigens, insônia ou depressão com o
uso deste medicamento. Se forem observados estes ou outros efeitos adversos semelhantes,
recomenda-se cuidado ao exercer atividades que exijam atenção.
-Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Pacientes idosos podem ter risco aumentado de apresentar efeitos indesejados.
A segurança e a eficácia do uso em crianças abaixo de dois anos de idade não foi
estabelecida.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a
sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
DURANTE O CONSUMO ESTE PRODUTO DEVE SER MANTIDO NO CARTUCHO
DE CARTOLINA, CONSERVADO EM TEMPERATURA AMBIENTE (15 A 30ºC).
PROTEGER DA LUZ E UMIDADE.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem
original.
Características do medicamento:
Comprimido 250mg: Circular de cor branca a bege.
Comprimido 500mg: Circular de cor bege.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de
validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para
saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Naproxeno deve ser administrado por uso oral em jejum ou com as refeições. O
comprimido deve ser ingerido com um pouco de líquido, sem mastigar.
Não é recomendado o uso de naproxeno por mais de 10 dias consecutivos, a não ser sob
orientação médica.
Dores crônicas com componente inflamatório: por exemplo, osteoartrite, artrite
reumatoide e espondilite anquilosante (inflamação crônica nas articulações). Naproxeno
250mg ou naproxeno 500mg, duas vezes ao dia ou de 500mg a 1000mg em uma dose única
diária.
Uso Geral: por exemplo para analgesia (alívio da dor), dismenorreia (dor menstrual),
condições musculoesqueléticas agudas (dor muscular aguda). A dose inicial recomendada
de naproxeno é de 500mg seguido por naproxeno 250mg a cada 6 à 8 horas, conforme
necessidade.
Crise de gota aguda: naproxeno pode ser usado numa dose inicial de 750mg, seguida por
250mg a cada 8 horas até que a crise tenha cedido.
Enxaqueca: para o tratamento da enxaqueca aguda, a dose é de naproxeno 750mg no
primeiro sintoma de um ataque iminente. Após meia hora da dose inicial pode ser utilizada
uma dose adicional de naproxeno 250mg a 500mg no decorrer do dia, se necessário.
Para a profilaxia da enxaqueca, a dose de naproxeno é de 500mg duas vezes ao dia. Se não
ocorrer melhora dentro de 4 a 6 semanas, o medicamento deve ser descontinuado.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração
do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou
cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Os seguintes efeitos adversos foram relatados com anti-inflamatórios não esteroidais
(AINEs) e naproxeno:
-Gastrintestinais e hepáticas:
estomatite ulcerativa (inflamação da mucosa da boca),
esofagite (inflamação do esôfago), úlceras pépticas, sangramento e/ou perfuração
gastrintestinal, especialmente em idosos, ulceração gastrintestinal não péptica, hematêmese
(vômitos com sangue), melena (sangue nas fezes), azia, náuseas, vômitos, diarreia,
flatulência (aumento de gases), constipação (prisão de ventre), dispepsia (má digestão), dor
abdominal, exacerbação de colite ulcerativa (inflamação no intestino) e da doença de
Crohn, pancreatite, gastrite. Hepatite e icterícia (aumento da bilirrubina).
-Infecciosas e imunológicas: meningite asséptica, reações anafilactoides.
-Renais, urinárias e metabólicas: hipercalemia, hematúria (sangue na urina), nefrite
intersticial, síndrome nefrótica, doenças renais, insuficiência renal (alteração da função
renal), necrose renal papilar.
-Hematológicas: agranulocitose, anemia (diminuição das células vermelhas do sangue)
aplástica, anemia (diminuição das células vermelhas do sangue) hemolítica, eosinofilia,
leucopenia (diminuição dos leucócitos), trombocitopenia (diminuição das plaquetas).

-Psiquiátricas e do sistema nervoso central: depressão, distúrbios do sono, insônia,
tonturas, sonolência, cefaleia (dor de cabeça), neurite óptica retrobulbar (inflamação do
nervo óptico), disfunção cognitiva, convulsões, incapacidade de concentração.
-Oculares: distúrbios visuais, opacidade da córnea (aspecto turvo da córnea), papilite,
papiledema.
-Ouvido e labirinto: distúrbios da audição, tinitos (zumbido), vertigens (tonturas),
hipoacusia (diminuição da audição).
-Cardiovasculares: palpitações, insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão (aumento
da pressão arterial), vasculite, falência cardíaca (associado com anti-inflamatórios não
esteroidais-AINEs).
-Dermatológicas: alopecia (queda de cabelos), necrólise epidérmica, equimoses (manchas
arroxeadas), prurido (coceira), púrpura, erupções cutâneas e sudorese (aumento da
transpiração). Mais raramente necrólise epidermal tóxica, eritema multiforme, reações
bolhosas incluindo a Síndrome de Stevens-Johnson, eritema nodoso, liquen planus, erupção
fixa da droga, reação pustular, rash cutâneo, lúpus eritematoso sistêmico, urticária, reações
fotossensibilidade, incluindo alguns casos raros de “pseudoporfiria” ou epidermólise
bolhosa, edema angioneurótico. Se ocorrer fragilidade cutânea, formação de bolhas ou
outro sintoma sugestivo de pseudoporfiria, o tratamento deve ser descontinuado e o
paciente monitorado.
-Respiratórias: dispneia (falta de ar), edema pulmonar (inchaço), asma, pneumonite
eosinofílica.
-Musculoesquelético e tecido conjuntivo: fraqueza muscular, mialgia.
-Sistema reprodutor e mamas: distúrbios da fertilidade feminina.
-Distúrbios gerais: edema (inchaço), sede, pirexia (calafrios e febre), mal-estar.
-Testes laboratoriais: alteração dos testes de função hepática, aumento da creatinina
sérica.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações
indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu
serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
Superdose do medicamento pode ser caracterizada por sonolência, vertigem, dor
epigástrica, desconforto abdominal, indigestão, náuseas, vômitos, alterações transitórias da
função hepática, hipoprotrombina, disfunção renal, acidose metabólica, apneia e
desorientação.
O naproxeno é rapidamente absorvido, portanto os níveis plasmáticos (no sangue) devem
ser avaliados antecipadamente. Existem alguns relatos de convulsões, no entanto, não foi
estabelecida uma relação causal com o naproxeno.
Se houver a ingestão de grande quantidade de naproxeno, acidental ou propositadamente,
deve-se efetuar o esvaziamento gástrico e empregar as medidas usuais de suporte.
Pode ocorrer sangramento gastrintestinal. Raramente podem ocorrer hipertensão, falência
renal aguda, depressão respiratória e coma após a ingestão de anti-inflamatórios não
esteroidais (AINEs). Reações anafilactoides foram reportadas com a ingestão de anti-
inflamatórios não esteroidais (AINEs), e pode ocorrer seguida de uma superdose.
Os pacientes sintomáticos devem ser tratados conforme o suporte utilizado na superdose de
anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Não há antídotos específicos. A prevenção de

uma maior absorção (por exemplo, uso de carvão vegetal ativado) pode ser indicado em
pacientes atendidos no período dentro de 4 horas da ingestão com sintomas ou após uma
superdose acentuada. A diurese forçada, alcalinização da urina, hemodiálise ou
hemoperfusão podem não ser adequados devido ao elevado grau de ligação às proteínas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente
socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para
0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

M.S. n

o

1.0370.0446

Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva
CRF-GO n

o

2.659

rLABORATÓRIO
LABORATÓRIO
TEUTO BRASILEIRO S/A.


CNPJ – 17.159.229/0001 -76
VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA
CEP 75132-140 – Anápolis – GO
Indústria Brasileira

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
  2. Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).
  3. Derrame: Acúmulo anormal de líquido em qualquer cavidade ou órgão (derrame pleural, derrame pericárdico, derrame cerebral).
  4. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  5. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  6. Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago (ver). Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
  7. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  8. Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
  9. Hemorragia: Perda de sangue para um órgão interno (tubo digestivo, cavidade abdominal) ou para o exterior (ferimento arterial). De acordo com o volume e velocidade com a qual se produz o sangramento uma hemorragia pode produzir diferentes manifestações nas pessoas, desde taquicardia, sudorese, palidez cutânea, até o choque.
  10. Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
  11. Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
  12. Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também se denomina artrose (ver).
  13. Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia (ver), déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
  14. Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
  15. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  16. Nefrite: Termo que significa ???inflamação do rim??? e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
  17. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  18. Torcicolo: Distúrbio freqüente produzido por uma luxação nas vértebras da coluna cervical, ou a espasmos dos músculos do pescoço que produzem rigidez e rotação lateral do mesmo.
  19. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  20. Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
  21. Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. ?? produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
  22. Tendinite: Inflamação de um tendão. Produz-se em geral como conseqüência de um traumatismo. Existem doenças imunológicas capazes de produzir tendinite entre outras alterações.
  23. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  24. Uréia: Produto do metabolismo das proteínas. Indica de forma indireta a eficiência da função renal. Quando existe insuficiência renal, os valores de uréia elevam-se produzindo distúrbios variados (pericardite urêmica, encefalopatia urêmica, etc.).
  25. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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