Rabeprazol Mylan

Para que serve Rabeprazol Mylan

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


APROVADO EM 23-01-

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: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Rabeprazol Liconsa 10 mg comprimidos gastrorresistentes Rabeprazol Liconsa 20 mg comprimidos gastrorresistentes Rabeprazol sódico Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento.

Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o reler. Caso ainda tenha dúvidas, fale com o seu médico ou farmacêutico. Este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros. O medicamento pode ser-lhes prejudicial, mesmo que apresentem os mesmos sintomas. Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detetar quaisquer efeitos secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico. Neste folheto: 1. O que é Rabeprazol Liconsa e para que é utilizado 2. Antes de tomar Rabeprazol Liconsa 3. Como tomar Rabeprazol Liconsa 4. Efeitos secundários possíveis 5. Como conservar Rabeprazol Liconsa 6. Outras informações

O QUE É RABEPRAZOL LICONSA E PARA QUE É UTILIZADO R

abeprazol Liconsa pertence a um grupo de medicamentos designado por inibidores da bomba de protões.

Rabeprazol Liconsa funciona reduzindo a produção de ácido gástrico. Desta forma, evita-se a irritação da mucosa estomacal, permitindo à úlcera gástrica sarar. Assim, a dor e o desconforto provocados pelas úlceras são aliviados. Rabeprazol Liconsa é utilizado para: úlceras duodenais úlceras gástricas benignas dor ou desconforto provocado pelo refluxo do ácido gástrico para o esófago (o tubo que liga a boca e o estômago). Esta ação pode irritar o esófago, provocando azia e outros sintomas. Após o desaparecimento dos sintomas, Rabeprazol Liconsa também pode ser usado para evitar o reaparecimento da doença eliminação da Helicobacter pylori (bactéria que provoca infeção no estômago) em doentes com úlceras gástricas benignas (úlceras pépticas) em combinação com antibióticos síndroma de Zollinger-Ellison (perturbação que provoca tumores no pâncreas e no duodeno e úlceras no estômago e no duodeno) O seu médico pode ter-lhe receitado Rabeprazol Liconsa para outra utilização. Siga sempre as instruções do médico.

ANTES DE TOMAR RABEPRAZOL LICONSA N?

?o tome Rabeprazol Liconsa: se tem alergia (hipersensibilidade) a rabeprazol sódico, aos benzimidazóis substituídos ou a qualquer um dos ingredientes de Rabeprazol Liconsa (consulte a lista de ingredientes na secção 6) se estiver grávida, se pensar engravidar ou se estiver a amamentar APROVADO EM 23-01-

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ome especial cuidado com Rabeprazol Liconsa: se tiver uma doença hepática se estiver a realizar um tratamento de longo prazo (principalmente se o tratamento durar mais de um ano) com Rabeprazol Liconsa, deve ser observado regularmente. - A toma de inibidores da bomba de protões como Rabeprazol Liconsa, especialmente durante um período de tempo superior a um ano, pode aumentar ligeiramente o seu risco de fraturas da anca, punho e coluna vertebral.

Informe o seu médico se tiver osteoporose ou se estiver a tomar corticosteroides (os quais podem aumentar o risco de osteoporose). Se alguma das condições acima se aplicar a si, informe o seu médico antes de tomar Rabeprazol Liconsa.

Ao Tomar Rabeprazol Liconsa com outros medicamentos Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo os medicamentos obtidos sem receita médica.

Rabeprazol Liconsa pode interagir com outros medicamentos, tais como os seguintes: cetoconazol itraconazol preparações antifúngicas Se estiver a tomar qualquer um dos medicamentos acima mencionados, pode ser necessário ajustar a sua dose.

Crianças Não é recomendada a utilização de Rabeprazol Liconsa em crianças. Idosos (acima de 65 anos) Se tem 65 anos ou mais, pode utilizar Rabeprazol Liconsa. Gravidez e aleitamento Aconselhe-se com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento. Não tome Rabeprazol Liconsa se estiver grávida ou se pensar engravidar. Não tome Rabeprazol Liconsa enquanto estiver a amamentar. Condução de veículos e utilização de máquinas É pouco provável que Rabeprazol Liconsa provoque uma diminuição da capacidade de conduzir ou de utilizar máquinas. Se sentir sonolência, não conduza, nem utilize máquinas.

COMO TOMAR RABEPRAZOL LICONSA T

ome Rabeprazol Liconsa sempre de acordo com as indicações do médico. Desta forma irá obter os melhores resultados e reduzir o risco de efeitos secundários. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas. Rabeprazol Liconsa comprimidos gastrorresistentes não deve ser mastigado, dividido ou esmagado. Os comprimidos devem ser engolidos inteiros com água. Quando tomar Rabeprazol Liconsa uma vez por dia, deve fazê-lo preferencialmente de manhã, antes do pequeno-almoço. Dose: Para úlceras duodenais ou úlceras gástricas benignas: a dose normal é de 20 mg uma vez por dia. Para dor ou desconforto provocado pelo refluxo do ácido gástrico para o esófago (o tubo que liga a boca e o estômago). Esta ação pode irritar o esófago, provocando azia e outros sintomas. Por vezes, mas nem sempre, poderá haver, adicionalmente, uma úlcera ativa. Quando houver uma úlcera ativa: a dose normal é de 20 mg uma vez por dia durante 4 a 8 semanas. APROVADO EM 23-01-

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uando não houver uma úlcera ativa: a dose normal é de 10 mg uma vez por dia. Após o desaparecimento dos sintomas, os sintomas que reaparecerem podem ser controlados tomando 10 mg uma vez por dia, conforme necessário. Para evitar o reaparecimento da doença: o seu médico irá receitar-lhe 10 mg ou 20 mg uma vez por dia, dependendo das suas necessidades individuais. Para eliminar a Helicobacter pylori (bactéria que provoca infeção no estômago): recomenda-se frequentemente o tratamento seguinte durante 7 dias: Rabeprazol Liconsa 20 mg duas vezes por dia + claritromicina 500 mg duas vezes por dia e amoxicilina 1 g duas vezes por dia. Para a síndroma de Zollinger-Ellison: a dose normal é de 60 mg uma vez por dia. A dose pode ser aumentada para 60 mg duas vezes por dia. Podem ser administradas doses únicas diárias de até 100 mg/dia. Duração do tratamento: Para úlceras duodenais: Normalmente durante 4 semanas, mas, posteriormente, o seu médico pode decidir continuar o tratamento durante mais 4 semanas. Para úlceras gástricas benignas: Normalmente durante 6 semanas, mas, posteriormente, o seu médico pode decidir continuar o tratamento durante mais 6 semanas. Para dor ou desconforto provocado pelo refluxo do ácido gástrico para o esófago com úlcera ativa: 4 a 8 semanas. Para dor ou desconforto provocado pelo refluxo do ácido gástrico para o esófago sem úlcera ativa: Normalmente, 4 semanas. Para evitar o reaparecimento da doença: O seu médico irá dizer-lhe durante quanto tempo deve tomar os comprimidos. Para eliminar a Helicobacter pylori: Normalmente, 7 dias. Para a síndroma de Zollinger-Ellison: Durante o período em que o tratamento for necessário. Se tomar mais Rabeprazol Liconsa do que deveria Se tiver tomado demasiados comprimidos acidentalmente, contacte o seu médico, farmacêutico ou dirija-se ao hospital. Caso se tenha esquecido de tomar Rabeprazol Liconsa Caso se tenha esquecido de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. No entanto, se estiver próximo da hora da próxima dose, não tome a dose de que se esqueceu. Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar. Se parar de tomar Rabeprazol Liconsa O alívio dos sintomas ocorre, normalmente, antes da cura total da úlcera.

Portanto, é importante que não pare de tomar Rabeprazol Liconsa até que o seu médico lhe diga que o faça.

EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSÍVEIS C

omo todos os medicamentos, Rabeprazol Liconsa pode causar efeitos secundários,no entanto estes não se manifestam em todas as pessoas. Os seguintes efeitos secundários são graves. Se sofrer de qualquer um deles, contacte imediatamente o seu médico: • reação alérgica grave – pode ter uma erupção cutânea repentina (urticária), inchaço das mãos, pés, tornozelos, cara, lábios, boca ou garganta (o que pode causar dificuldade em engolir ou respirar), e pode ter uma sensação de desmaio. Efeitos secundários pouco frequentes (que afetam menos de 10 doentes em 1000) APROVADO EM 23-01-

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aumento das enzimas hepáticas fratura da anca, do punho ou da coluna Efeitos secundários raros (que afetam menos de 10 doentes em 10000) Hepatite icterícia (amarelecimento da pele ou das córneas dos olhos) encefalopatia hepática nefrite intersticial (inflamação dos rins) contagem baixa de leucócitos neutrofílicos (um tipo específico de glóbulos brancos) contagem baixa de glóbulos brancos anorexia trombocitopenia (contagem baixa de plaquetas) contagem alta de glóbulos brancos Efeitos secundários muito raros (que afetam menos de 1 doente em 10000) lesões cutâneas diversas resultantes de reação alérgica associada a comichão, febre, sensação geral de mal-estar e dor nas articulações. Foram comunicados outros efeitos secundários menos graves: Efeitos secundários frequentes (que afetam menos de 10 doentes em 100) dor de cabeça diarreia náusea vómito dor abdominal obstipação tonturas tosse nariz a pingar inflamação da garganta infeção insónia (dificuldade em dormir) flatulência (gases) dor nas costas sintomas gripais astenia (fadiga) Efeitos secundários pouco frequentes (que afetam menos de 10 doentes em 1000) problemas digestivos eructação (arrotar) nervosismo sonolência cãibras nas pernas dor no peito arrepios de frio febre infeção do trato urinário dor muscular dor nas articulações bronquite sinusite (inflamação dos seios nasais) rubor cutâneo boca seca erupção cutânea Efeitos secundários raros (que afetam menos de 10 doentes em 10000) transpiração aumento de peso depressão perturbações da visão (alucinações) inflamação oral perturbação do paladar gastrorreia (perturbação gástrica) comichão bolhas cutâneas Desconhecidos (não podem ser calculados a partir dos dados disponíveis) Desenvolvimento do peito nos homens Inchaço dos tornozelos, pés, pernas - Se está a tomar Rabeprazol Liconsa há mais de 3 meses, é possível que os seus níveis de magnésio no sangue desçam. Como consequência, podem surgir sintomas como fadiga, contrações musculares involuntárias, desorientação, convulsões, tonturas e ritmo cardíaco acelerado. Se tiver algum destes sintomas informe o seu médico imediatamente. Os níveis baixos de magnésio no sangue podem também conduzir à redução dos níveis de potássio ou de cálcio no sangue. O seu médico poderá decidir pedir-lhe análises sanguíneas regulares para monitorizar os níveis de magnésio no sangue. Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detetar quaisquer efeitos secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

COMO CONSERVAR RABEPRAZOL LICONSA M

anter fora do alcance e da vista das crianças. Não utilize Rabeprazol Liconsa após o prazo de validade impresso na embalagem. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado. Não conservar acima de 25°C. Conservar na embalagem de origem para proteger da humidade. APROVADO EM 23-01-

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?o utilizar qualquer embalagem de Rabeprazol Liconsa que esteja danificada ou que apresente sinais de ter sido adulterada.

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

OUTRAS INFORMAÇÕES Q

ual a composição de Rabeprazol Liconsa A substância ativa é o rabeprazol sódico. Cada comprimido gastrorresistente de Rabeprazol Liconsa 10 mg contém 10 mg de rabeprazol sódico. Cada comprimido gastrorresistente de Rabeprazol Liconsa 20 mg contém 20 mg de rabeprazol sódico. Os outros componentes são: Núcleo do comprimido: manitol, óxido de magnésio pesado, hidroxipropilcelulose, estereato de magnésio.

Camada intermédia: etilcelulose, óxido de magnésio pesado. Revestimento do comprimido: ftalato de hipromelose, dibutilo sebacato, óxido de ferro amarelo (apenas Rabeprazol Liconsa 20 mg comprimidos gastrorresistentes), óxido de ferro vermelho (apenas Rabeprazol Liconsa 10 mg comprimidos gatrorresistentes), dióxido de titânio, talco. Qual o aspeto de Rabeprazol Liconsa e conteúdo da embalagem Rabeprazol Liconsa 10 mg comprimidos gastrorresistentes: Comprimidos biconvexos, cor-de-rosa, revestidos por película. Rabeprazol Liconsa 20 mg comprimidos gastrorresistentes: Comprimidos biconvexos, amarelos, revestidos por película. Os comprimidos são fornecidos em embalagens de blister de 1, 5, 7, 14, 15, 25, 28, 30, 50, 56, 75, 98 ou 120 comprimidos. É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações ou dosagens. Titular da autorização de introdução no mercado: Laboratorios LICONSA, S.A. Gran Vía Carlos III, 98, 7º 08028 Barcelona - ESPANHA Fabricante: Laboratorios LICONSA, S.A. Avda. Miralcampo, Nº 7, Polígono Industrial Miralcampo 19200 Azuqueca de Henares (Guadalajara), ESPANHA Este folheto foi aprovado pela última vez em


DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
  2. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  3. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  4. Nefrite: Termo que significa ???inflamação do rim??? e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
  5. Pâncreas: Glândula de secreção endócrina (ver), por sua produção de insulina, glucagon e peptídios intestinais que são lançados na corrente sangüínea e exócrina (ver) por sua produção de potentes enzimas digestivas lançadas no intestino delgado. Localiza-se profundamente na cavidade abdominal e possui um tamanho aproximado de 15x7cm.
  6. Tala: Instrumento ortopédico utilizado freqüentemente para imobilizar uma articulação ou osso fraturado. Pode ser de gesso ou material plástico.
  7. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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