Rabeprazol Rampy

Para que serve Rabeprazol Rampy

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


FOLHETO INFORMATIVO

INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

Rabeprazol Rampy 10 mg comprimidos gastrorresistentes Rabeprazol Rampy 20 mg comprimidos gastrorresistentes

Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento. - Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o reler. - Caso ainda tenha dúvidas, fale com o seu médico ou farmacêutico. - Este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros; o medicamento pode ser-lhes prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sintomas. - Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

Neste folheto: 1. O que é Rabeprazol Rampy e para que é utilizado 2. Antes de tomar Rabeprazol Rampy 3. Como tomar Rabeprazol Rampy 4. Efeitos secundários possíveis 5. Como conservar Rabeprazol Rampy 6. Outras informações

1. O QUE É RABEPRAZOL RAMPY E PARA QUE É

UTILIZADO

Rabeprazol Rampy pertence a uma classe de medicamentos chamada inibidores da bomba de protões. Rabeprazol Rampy actua reduzindo a produção de ácido gástrico no estômago. Isto permite a cura das úlceras e o melhoramento dos sintomas de dor.

Rabeprazol Rampy está indicado no tratamento de: - úlcera duodenal activa ou úlcera gástrica/estômago benigna activa (úlcera péptica) - doença de refluxo gastroesofágico sintomática, erosiva ou ulcerativa (DRGE), normalmente referida como uma inflamação do esófago causada pelo ácido e associada à azia ou para o tratamento prolongado da DRGE (tratamento de manutenção da DRGE) - tratamento sintomático da doença de refluxo gastroesofágico, moderada a muito grave (DRGE sintomática), também associada a azia - síndrome Zollinger-El ison, situação rara em doentes cujo estômago produz grandes quantidades de ácido

- em associação com dois antibióticos (claritromicina e amoxicilina), Rabeprazol Rampy é usado para a erradicação da infecção pelo Helicobacter pylori em doentes com úlcera péptica.

2.

ANTES DE TOMAR RABEPRAZOL RAMPY

Não tome Rabeprazol Rampy - se tem alergia (hipersensibilidade) ao rabeprazol sódico ou a qualquer outro componente de Rabeprazol Rampy - se está grávida ou se está a amamentar.

Tome especial cuidado com Rabeprazol Rampy Informe o seu médico ou farmacêutico: - se lhe foi diagnosticado um tumor no estômago - se tem uma história de doença hepática - se está a tomar outros medicamentos - se toma atazanavir (medicamento utilizado no tratamento do HIV).

Rabeprazol Rampy não é recomendado a crianças.

Ao tomar Rabeprazol Rampy com outros medicamentos Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Informe o seu médico ou farmacêutico se toma cetoconazol ou itraconazol (medicamentos utilizados para o tratamento de infecções fúngicas) ou atazanavir (medicamento utilizado no tratamento do HIV).

Ao tomar Rabeprazol Rampy com alimentos e bebidas Tome Rabeprazol Rampy uma vez ao dia de manhã, antes de comer, com um copo de água, embora nem a hora nem a ingestão de alimentos tenham tido qualquer efeito no medicamento.

Gravidez e aleitamento Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento. Não tome Rabeprazol Rampy se está grávida ou a amamentar.

Condução de veículos e utilização de máquinas É improvável que Rabeprazol Rampy afecte a capacidade de condução ou de utilização de máquinas. Contudo, raramente o rabeprazol sódico pode causar sonolência. Portanto, evite conduzir e trabalhar com máquinas se este efeito surgir durante o tratamento.

3.

COMO TOMAR RABEPRAZOL RAMPY

Tome Rabeprazol Rampy sempre de acordo com as indicações do seu médico. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.

Deve engolir o comprimido de Rabeprazol Rampy inteiro com água. Não o mastigue nem esmague.

A posologia indicada abaixo é a recomendada para adultos e idosos. Não altere a dose ou duração do tratamento.

Úlcera duodenal activa Se tem uma úlcera duodenal activa, deverá tomar Rabeprazol Rampy 20 mg uma vez por dia. O seu tratamento deverá decorrer durante 4 semanas; porém após esse tempo o seu médico poderá decidir se continua o seu tratamento por mais 4 semanas.

Úlcera gástrica activa benigna Se tem uma úlcera gástrica activa benigna, deverá tomar Rabeprazol Rampy 20 mg uma vez por dia. O seu tratamento deverá decorrer durante 6 semanas; porém, após esse tempo, o seu médico poderá decidir se continua o seu tratamento por mais 6 semanas.

Doença de refluxo gastroesofágico erosiva ou ulcerativa Se tem doença de refluxo gastroesofágico erosiva ou ulcerativa (DRGE), deverá tomar Rabeprazol Rampy 20 mg uma vez por dia. O seu tratamento deverá decorrer durante 4 semanas; porém, após esse tempo, o seu médico poderá decidir se continua o seu tratamento por mais 4 semanas.

Tratamento de manutenção da

DRGE

Para tratamento prolongado da DRGE, deverá tomar Rabeprazol Rampy 10 mg ou 20 mg uma vez por dia. O seu médico indicar-lhe-á a duração do tratamento. Deverá consultar o seu médico regularmente para revisão do tratamento e sintomas.

Tratamento sintomático da

DRGE

Se tem DRGE moderado a muito grave, deverá tomar Rabeprazol Rampy 10 mg uma vez por dia. O seu tratamento deverá decorrer durante 4 semanas. Se os sintomas não desaparecem nas 4 semanas de tratamento, consulte o seu médico. Após as 4 semanas de tratamento inicial, caso os sintomas reapareçam, o seu médico poderá indicar-lhe Rabeprazol Rampy 10 mg uma vez por dia de modo a controlar os sintomas.

Síndrome de Zollinger-Ellison Se sofre de uma condição em que o seu estômago produz excesso de ácido. A dose inicial habitualmente recomendada pelo seu médico é de 3 comprimidos de 20 mg de Rabeprazol Rampy uma vez por dia. A dose poderá ser ajustada pelo seu médico, dependendo da resposta ao tratamento. O seu médico indicar-lhe-á quantos comprimidos deve tomar e durante quanto tempo. Deverá consultar o seu médico com intervalos de tempo regulares para avaliar a dosagem e os sintomas.

Erradicação do Helicobacter pylori A dose habitualmente recomendada pelo seu médico para a erradicação do Helicobacter pylori é de Rabeprazol Rampy 20 mg (em combinação com 2 antibióticos – claritromicina 500 mg e amoxicilina 1 g) duas vezes por dia, durante 7 dias. O alívio dos sintomas normalmente ocorre antes da úlcera se encontrar

completamente curada. Não pare de tomar os comprimidos até o seu médico o indicar. Para mais informação dos outros medicamentos para a erradicação do Helicobacter pylori, consulte os folhetos informativos respectivos.

Se tomar mais Rabeprazol Rampy do que deveria Não tome mais comprimidos por dia do que aqueles que lhe foram previstos. Se tomou acidentalmente mais comprimidos do que os prescritos, consulte o seu médico ou o departamento de urgências do hospital mais próximo. Leve sempre os comprimidos e a embalagem consigo para o hospital, para que o médico saiba o que é que tomou.

Caso se tenha esquecido de tomar Rabeprazol Rampy Se se esqueceu de tomar um comprimido, tome um logo que se lembrar, e continue normalmente. Se se esqueceu de tomar o medicamento por mais de 5 dias, informe o seu médico antes de tomar mais algum comprimido. Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.

Se parar de tomar Rabeprazol Rampy Não altere a dosagem nem pare de tomar a sua medicação sem consultar primeiro o seu médico.

Caso ainda tenha dúvidas sobre a toma deste medicamento, pergunte ao seu médico ou farmacêutico.

4. EFEITOS SECUNDÁ

RIOS POSSIVEIS

Como todos os medicamentos, Rabeprazol Rampy pode causar efeitos secundários, no entanto estes não se manifestam em todas as pessoas.

Muito frequentes: Afectam mais de 1 em cada 10 pessoas tratadas Frequentes: Afectam menos de 10 em cada 100 pessoas tratadas Pouco frequentes: Afectam menos de 10 em cada 1.000 pessoas tratadas Raros: Afectam menos de 10 em cada 10.000 pessoas tratadas Muito raros: Afectam menos de 1 em cada 10.000 pessoas tratadas Frequência desconhecida: A frequência não pode ser estimada com os dados disponíveis

Efeitos secundários frequentes: Infecção, dificuldade em dormir (insónia), dor de cabeça (cefaleias), tonturas, tosse, dor de garganta (faringite), corrimento nasal, diarreia, vómitos, náuseas, dor abdominal, obstipação, gases (flatulência), dores inespecíficas, dores nas costas, astenia (fraqueza) e síndrome tipo-gripal.

Efeitos secundários pouco frequentes: Nervosismo, sonolência, infecções respiratórias (bronquite), sinusite, dispepsia (indigestão), boca seca, eructação (arrotos), erupção cutânea, vermelhidão da pele,

dores musculares ou nas articulações, cãibras nas pernas, infecção da bexiga (infecções do tracto urinário), dores no peito, calafrios, febre e alterações nas enzimas hepáticas (demonstradas em testes de sangue).

Efeitos secundários raros: Perda de peso (anorexia), depressão, perturbações da visão ou do paladar, gastrite, estomatite (boca inflamada), problemas de fígado, prurido, sudação, bolhas na pele, problemas nos rins, aumento de peso, leucocitose (aumento dos glóbulos brancos), leucopenia (diminuição dos glóbulos brancos), trombocitopenia (diminuição das plaquetas sanguíneas). Têm sido reportadas reacções agudas generalizadas, como por exemplo, cara inchada, baixa pressão sanguínea e falta de ar. Estas situações resolvem-se após a interrupção do tratamento.

Efeitos secundários muito raros: Deve procurar o seu médico imediatamente se tiver nódoas negras inexplicadas.

Efeitos secundários de frequência desconhecida: Confusão, inchaço dos pés e tornozelos, diminuição nos níveis de sódio e aumento da mama.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

5.

COMO CONSERVAR RABEPRAZOL RAMPY

Mantenha o medicamento fora do alcance e da vista das crianças.

Não utilize Rabeprazol Rampy após expirar o prazo de validade indicado na embalagem. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.

Conservar na embalagem de origem para proteger da humidade. Conservar a temperatura inferior a 25ºC.

Não utilize Rabeprazol Rampy se a embalagem se apresentar danificada ou mostrar sinais de adulteração.

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

6. OUTRAS INFORMAÇÕ

ES

Qual a composição de Rabeprazol Rampy Comprimidos a 10 mg

Núcleo do comprimido: manitol (E421), óxido de magnésio leve, hidroxipropilcelulose, hidroxipropilcelulose de baixa substituição e estearato de magnésio. Revestimento intermédio: etilcelulose e óxido de magnésio leve. Revestimento entérico: ftalato de hipromelose, monoglicéridos acetilados, talco, dióxido de titânio (E171) e óxido de ferro vermelho (E172). Comprimidos a 20 mg Núcleo do comprimido: manitol (E421), óxido de magnésio leve, hidroxipropilcelulose, hidroxipropilcelulose de baixa substituição e estearato de magnésio. Revestimento intermédio: etilcelulose e óxido de magnésio leve. Revestimento entérico: ftalato de hipromelose, monoglicéridos acetilados, talco, dióxido de titânio (E171) e óxido de ferro amarelo (E172).

Qual o aspecto de Rabeprazol Rampy e conteúdo da embalagem Comprimido gastrorresistente a 10 mg redondo, biconvexo, rosa alaranjado com bordos biselados. Comprimido gastrorresistente a 20 mg redondo, biconvexo, amarelo acastanhado.

Os comprimidos apresentam-se em blister de 14, 20, 28, 56 ou 60 comprimidos.

É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado Generis Farmacêutica, S.A. Rua João de Deus, 19 2700-487 Amadora Portugal

Fabricante Krka, d.d. Šmarješka cesta, 6 8501 Novo mesto (Lo?na) Eslovénia

Este folheto foi aprovado pela última vez em



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos (ver) ou não.
  2. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  3. Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago (ver). Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
  4. Leucocitose: Aumento da contagem de leucócitos no sangue periférico como resposta a uma infecção, inflamação ou outra agressão externa.
  5. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  6. Tala: Instrumento ortopédico utilizado freqüentemente para imobilizar uma articulação ou osso fraturado. Pode ser de gesso ou material plástico.
  7. Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).

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