RABEPRAZOL SODICO

Para que serve RABEPRAZOL SODICO

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

rabeprazol sódico

“Medicamento genérico, Lei nº 9.787, de 1999”

APRESENTAÇÕES
rabeprazol sódico
comprimidos revestidos de 10 mg (cor-de-rosa), para liberação entérica, em embalagens com 14
comprimidos revestidos
rabeprazol sódico comprimidos revestidos de 20 mg (amarelo), para liberação entérica, em embalagens com 14 ou
28 comprimidos revestidos

USO ORAL

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido revestido de 10 mg contém:
rabeprazol sódico ................................................................................................................. 10 mg
(equivalente a 9,42 mg de rabeprazol)
Excipientes: hidróxido de cálcio, manitol, hiprolose, estearil fumarato de sódio, hipromelose, talco, álcool etílico,
ftalato de hipromelose, dibutil sebacate, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho, dióxido de titânio, álcool
etílico anidro, acetona e água purificada.

Cada comprimido revestido de 20 mg contém:
rabeprazol sódico ................................................................................................................. 20 mg
(equivalente a 18,85 mg de rabeprazol)
Excipientes: hidróxido de cálcio, manitol, hiprolose, estearil fumarato de sódio, hipromelose, talco, álcool etílico,
ftalato de hipromelose, dibutil sebacate, óxido de ferro amarelo, dióxido de titânio, álcool etílico anidro, acetona e
água purificada.


II) INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

O rabeprazol sódico

é indicado para:

?

tratamento de úlcera duodenal ativa, úlcera gástrica benigna ativa e doença do refluxo gastroesofágico

(DRGE) sintomática, erosiva ou ulcerativa;

?

tratamento em longo prazo da Doença do Refluxo Gastroesofágico (Tratamento de manutenção da DRGE);

?

tratamento sintomático da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE sintomática);

?

associado à antibacterianos apropriados para: erradicação do Helicobacter pylori em pacientes com doença

ulcerosa péptica ou gastrite crônica; tratamento de cicatrização e prevenção da recidiva de úlceras pépticas em
pacientes com úlceras associadas ao Helicobacter pylori.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

O rabeprazol sódico

atua reduzindo a quantidade de ácido produzida pelo estômago, permitindo a cicatrização de

úlceras e melhora da dor associada a estas condições.
O rabeprazol sódico

pertence a uma classe de medicamentos chamada Inibidores da Bomba de Prótons.

Em combinação com dois antibióticos apropriados (por exemplo: claritromicina e amoxicilina ou claritromicina e
metronidazol), rabeprazol sódico

é usado para erradicar a infecção por Helicobacter pylori (H. pylori) em

pacientes com doença ulcerosa péptica e gastrite crônica. A erradicação da infecção por H. pylori permite a
cicatrização da úlcera e evita sua recidiva em pacientes com úlceras associadas ao H. pylori.
Após a administração oral de uma dose de 10 mg ou de 20 mg de rabeprazol sódico, sua ação antissecretora tem
início dentro de 1 hora.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento não deve ser utilizado se você já tiver apresentado reação alérgica ao rabeprazol, aos
benzimidazóis substituídos ou a qualquer dos componentes do produto.

O rabeprazol sódico

não deve ser utilizado durante a lactação. Informe ao seu médico se você está amamentando.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Malignidade pré-existente
A resposta sintomática ao tratamento com rabeprazol sódico não exclui a presença de malignidade gástrica.
Portanto, antes de iniciar o tratamento com rabeprazol sódico,seu médico deverá excluir tal possibilidade.

Engolir o comprimido sem mastigar
Você não deve mastigar ou triturar o comprimido. O comprimido deve ser deglutido inteiro.

Pacientes com disfunção hepática grave
A exposição ao rabeprazol sódico em pacientes com disfunção hepática significante é aproximadamente duas
vezes maior que em paciente saudáveis.
Informe ao seu médico se você apresentar disfunção hepática grave.

Hipomagnesemia
Hipomagnesemia (diminuição da concentração de magnésio no sangue), sintomática e assintomática, tem sido
raramente relatada em pacientes tratados com medicamentos como rabeprazol sódico por pelo menos três
meses, na maioria dos casos após um ano de terapia. Eventos adversos graves incluem tetania, arritmias e
convulsões. Na maioria dos pacientes, o tratamento da hipomagnesemia requer reposição de magnésio e
descontinuação do medicamento.
Informe ao seu médico se você estiver em tratamento com medicamentos tais como digoxina ou medicamentos que
podem causar hipomagnesemia (por exemplo, diuréticos), pois ele deverá considerar o monitoramento dos seus
níveis de magnésio antes do início do tratamento com rabeprazol sódico e periodicamente.

Fraturas
Estudos sugerem que o tratamento com inibidores da bomba de prótons, como rabeprazol sódico pode estar
associado a um aumento do risco para fraturas do quadril, punho ou coluna relacionadas à osteoporose. O risco de
fratura estava aumentado em pacientes que receberam tratamento com dose alta e por tempo prolongado (um ano
ou mais) como esses medicamentos.

Uso concomitante de rabeprazol com metotrexato
A literatura sugere que o uso concomitante de IBPs com metotrexato (principalmente em dose alta: veja a bula do
metotrexato) pode elevar e prolongar os níveis séricos do metotrexato e/ou seu metabólito, causando,
possivelmente, toxicidades relacionadas ao metotrexato.
Informe ao seu médico se estiver em tratamento com metotrexato, pois ele deverá considerar a suspensão
temporária de rabeprazol sódico durante a administração de metotrexato em dose alta.

Clostridium difficile
O tratamento com rabeprazol sódico pode aumentar, possivelmente, o risco de infecções gastrintestinais como
aquelas causadas pelo Clostridium difficile.

O rabeprazol sódico não deve ser administrado em crianças.

Gravidez e lactação
O rabeprazol sódico não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que os benefícios justifiquem o
potencial risco ao feto.
Informe ao seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término.


O rabeprazol sódico não deve ser usado durante a amamentação. Quando a administração de rabeprazol sódico é
indispensável, a amamentação deve ser interrompida.

Informe ao médico se você estiver amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião
dentista.



Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Não é provável que rabeprazol sódico afete sua habilidade de dirigir ou operar máquinas. No entanto, se você se
sentir sonolento, evite dirigir ou operar máquinas.

Interrupção do tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. O alívio dos sintomas normalmente ocorre antes
que a úlcera esteja completamente cicatrizada. Portanto, você deve continuar o tratamento durante o período
prescrito pelo médico.

Ingestão concomitante com outras substâncias
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. Seu
médico irá informá-lo quais medicamentos você pode tomar durante o tratamento com rabeprazol sódico
O rabeprazol sódico pode alterar o efeito de certos medicamentos, como por exemplo, cetoconazol, um
medicamento para infecções por fungo; digoxina, um medicamento para certas doenças do coração; atazanavir, um
medicamento para AIDS e ciclosporina, um medicamento usado em pessoas que receberam transplante de órgãos.
Informe seu médico se você apresentar alguma doença do fígado.

Ingestão com alimentos
O rabeprazol sódico pode ser tomado com ou sem alimentos.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura entre 15ºC e 30ºC. Proteger da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em embalagem original.

Características físicas e organolépticas
rabeprazol sódico 10 mg: comprimido revestido rosa, circular e biconvexo
rabeprazol sódico 20 mg: comprimido revestido amarelo, circular e biconvexo

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você deve tomar rabeprazol sódico por via oral, uma vez ao dia, de preferência antes do café da manhã. A dose
usual é de um comprimido de 20 mg (amarelo) ou um comprimido de 10 mg (rosa) ao dia.

Posologia
Úlcera Duodenal Ativa e Úlcera Gástrica Benigna Ativa: 1 comprimido de 20 mg uma vez ao dia, pela
manhã. Algumas pessoas com úlcera duodenal ativa podem responder a 1 comprimido de 10 mg, uma vez ao dia,
pela manhã.
Em geral, a cicatrização da úlcera duodenal ativa ocorre dentro de 4 semanas, embora para algumas pessoas seja
necessário estender o tratamento por mais 4 semanas.
Em geral, a cicatrização da úlcera gástrica benigna ativa ocorre dentro de 6 semanas, embora para algumas pessoas


seja necessário estender o tratamento por mais 6 semanas para se obter cicatrização completa.

Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), Erosiva ou Ulcerativa: 1 comprimido de 20 mg, uma vez ao dia,
durante 4 a 8 semanas.

Tratamento em longo prazo da Doença de Refluxo Gastroesofágico (Tratamento de manutenção da

DRGE)


Para o tratamento em longo prazo, o médico poderá recomendar uma dose de manutenção de 1 comprimido de 10 mg
ou de 20 mg de rabeprazol sódico uma vez ao dia, dependendo da sua resposta.

Tratamento sintomático da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE sintomática): 10 ou 20 mg uma vez
ao dia em pacientes sem esofagite. Se o controle dos sintomas não for obtido após 4 semanas, o médico irá examiná-lo
novamente. Após a resolução dos sintomas, o médico pode recomendar que você tome 1 comprimido de 10 mg de
rabeprazol sódico uma vez ao dia, quando necessário.

Erradicação do H.pylori: Pacientes com úlcera gastroduodenal ou gastrite crônica causada por H.pylori devem ser
tratados com combinação apropriada de antibióticos, a critério médico, administrada por 7 dias. Por exemplo:

- rabeprazol sódico 20 mg duas vezes ao dia + 500 mg de claritromicina duas vezes ao dia e 1 g de amoxicilina
duas vezes ao dia ou
- rabeprazol sódico 20 mg duas vezes ao dia + 500 mg de claritromicina e 400 mg de metronidazol duas vezes ao dia.

Os melhores resultados para a erradicação são obtidos quando o rabeprazol é usado em combinação com
claritromicina e amoxicilina.

A erradicação do H.pylori com qualquer dos esquemas anteriores resultou em cicatrização das úlceras duodenais ou
gástricas sem necessidade de tratamento contínuo da úlcera.

Para as indicações com tratamento uma vez ao dia, os comprimidos de rabeprazol sódico devem ser ingeridos pela
manhã, antes do desjejum. Embora nem a hora do dia, nem a ingestão de alimentos tenham demonstrado qualquer
efeito sobre a atividade do rabeprazol sódico, este esquema posológico facilita a aderência ao tratamento. Nos estudos
clínicos realizados, não foi observada qualquer interação com antiácidos líquidos.
Para a erradicação do H.pylori, rabeprazol sódico em combinação com dois antibióticos adequados, deve ser tomado
duas vezes ao dia.

Você não deve mastigar ou triturar o comprimido, mas sim degluti-lo inteiro.

Disfunção renal e hepática: Não são necessários ajustes das doses para pacientes com comprometimento da
função renal. Pacientes com comprometimento grave da função do fígado devem ser tratados com cautela.

Idosos: Não é necessário ajustar a dose para pessoas idosas.

Uso em crianças: rabeprazol sódico não é recomendado para crianças, uma vez que não há experiência com seu uso
neste grupo de pacientes.


Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Tome a dose esquecida assim que você se lembrar. Se já estiver quase na hora de tomar a próxima dose, espere até
chegar a hora dessa dose e desconsidere a dose que você esqueceu. Não tome duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Em geral, rabeprazol sódico é bem tolerado. As reações adversas mais comuns (incidência ? 5%) são diarreia, dor de

cabeça e náusea.

Outros eventos adversos (incidência < 5% e ? 2%) foram rinite, dor abdominal, astenia, flatulência (gases), faringite,

vômitos, dores inespecíficas ou nas costas, vertigem, síndrome gripal, infecção, tosse, constipação e insônia. Os

eventos adversos menos frequentes (incidência ? 1%) foram erupção cutânea (lesões na pele), mialgia (dor no corpo),

dor no peito, sensação de secura na boca, dispepsia (dificuldade de digestão), nervosismo, sonolência, bronquite,
sinusite, calafrios, eructação (arrotos), cãibras nas pernas, infecção no trato urinário, artralgia (dor nas articulações) e
febre.

Em casos isolados foram relatados anorexia (falta de apetite), gastrite, ganho de peso, depressão, prurido (coceira),
distúrbios da visão ou paladar, estomatite, sudorese e leucocitose. Entretanto, somente cefaleias, diarreia, dor
abdominal, astenia, flatulência, erupção cutânea e sensação de secura na boca foram associadas com o uso de
rabeprazol sódico.

Houve relatos de aumento de enzimas hepáticas e, raramente, de hepatite e icterícia. Em pacientes com cirrose de
base foram relatados casos raros de encefalopatia hepática. Hipomagnesemia, trombocitopenia, neutropenia,
leucopenia, reações bolhosas ou erupções cutâneas urticariformes, reações alérgicas sistêmicas agudas, mialgia e
artralgia também foram raramente relatadas. Houve relatos muito raros de nefrite intersticial, ginecomastia, eritema
multiforme, necrólise epidérmica tóxica e Síndrome de Stevens-Johnson. Não houve qualquer outra anormalidade
notável nos valores laboratoriais relacionados ao tratamento com rabeprazol sódico.

Houve relatos pós-comercialização de fraturas ósseas.


Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE

MEDICAMENTO?

Sintomas
A experiência com superdosagem deliberada ou acidental é limitada. Não houve experiência com altas superdosagens
de rabeprazol. Alguns relatos de superdosagem acidental com comprimidos revestidos para liberação entérica de
rabeprazol foram recebidos. Não houve sinais ou sintomas clínicos associados a nenhum destes relatos de
superdosagem.

Tratamento
Nenhum antídoto específico é conhecido. Como em qualquer caso de superdose, o tratamento deve ser sintomático
enquanto medidas gerais de suporte são adotadas.
Se você acidentalmente ingerir mais comprimidos do que a dose recomendada, consulte seu médico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.


III) DIZERES LEGAIS

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Reg.

M.S.

1.0047.0474

Farm. Resp.: Cláudia Larissa S. Montanher
CRF-PR nº 17.379


Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 02/09/2014



Registrado, Importado e Embalado por:
Sandoz do Brasil Indústria Farmacêutica Ltda.
Rod. Celso Garcia Cid (PR-445), Km 87, Cambé-PR

CNPJ

61.286.647/0001-16

Indústria Brasileira

Fabricado por:
Lek Pharmaceuticals d.d.
Liubliana – Eslovênia

Logo SAC 0800 4009192

Histórico de Alteração da Bula - Paciente

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

No.

expediente

Assunto

Data do

expediente

N° do

expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de bula

Versões

(VP/VPS)

Apresentações

relacionadas

15/07/2013

0568269/13-0

Inclusão inicial de

texto de bula

RDC 60/12

Não se

aplica

Não se

aplica

Não se aplica

Não se

aplica

Versão Inicial

VPS 01

-

comprimido

revestido 10mg:
com

14

comprimidos.
-

comprimido

revestido 20mg:
com 14 ou 28
comprimidos.

12/09/2014

Não se aplica

Notificação de

Alteração de Bula

RDC 60

Não se

aplica

Não se

aplica

Não se aplica

Não se

aplica

Dizeres legais

VPS 02

-

comprimido

revestido 10mg:
com

14

comprimidos.
-

comprimido

revestido 20mg:
com 14 ou 28
comprimidos.



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
  2. Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos (ver) ou não.
  3. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  4. Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago (ver). Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
  5. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  6. Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática (ver).
  7. Leucocitose: Aumento da contagem de leucócitos no sangue periférico como resposta a uma infecção, inflamação ou outra agressão externa.
  8. Nefrite: Termo que significa ???inflamação do rim??? e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
  9. Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de ???emergência infecciosa???.
  10. Tala: Instrumento ortopédico utilizado freqüentemente para imobilizar uma articulação ou osso fraturado. Pode ser de gesso ou material plástico.
  11. Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
  12. Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).

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