RABINEFIL

Para que serve RABINEFIL

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


Rabinefil_BU02_julho/2015

Rabinefil

sulfato de vimblastina


I) IDENTIFICAÇÃO DE MEDICAMENTO

APRESENTAÇÃO


Rabinefil

®

(sulfato de vimblastina) é um pó Liofilizado para Solução Injetável.


Esta embalagem contém um frasco ampola.

COMPOSIÇÃO
Cada frasco-ampola contém:
sulfato de vimblastina.....................................10 mg

Aparência: é um pó branco a branco-amarelado, liofilizado, amorfo, sem
excipientes. O pH após reconstituição está na faixa de 3,5 a 5.

USO EXCLUSIVO POR VIA INTRAVENOSA

USO RESTRITO A HOSPITAIS

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

MEDICAMENTO

SIMILAR

EQUIVALENTE

AO

MEDICAMENTO

DE

REFERÊNCIA

II) INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?


Rabinefil

®

é indicado no tratamento de:

Doença de Hodgkin generalizada

Linfoma linfocítico

Linfoma histiocítico

Micoses fungoides

Carcinoma avançado dos testículos

Sarcoma de Kaposi.

Doença de Letterer-Siwe (histiocitose X)

Coriocarcinoma resistente a outros agentes quimioterápicos

Carcinoma de mama que não responde a cirurgia e a terapia hormonal

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?


Rabinefil

®

é um medicamento denominado antineoplásico, usado em pacientes

com câncer, que bloqueia a divisão das células. O tempo de resposta para o
tratamento vai variar do tipo e da fase da doença a ser tratada e da
combinação de medicamentos utilizados.

Rabinefil_BU02_julho/2015

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?


Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes com granulocitopenia
(diminuição dos números de granulócitos no sangue), a menos que seja
resultante da doença que está sendo tratada, ou em pacientes com infecções
bacterianas vigentes.

Uso na gravidez: categoria de risco D.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem
orientação médica.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?


O Rabinefil

®

possui restrições de uso e reações adversas com gravidade

diferenciadas (ver item

QUAIS MALES ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

), converse com seu médico para saber dos benefícios e riscos do
uso do produto.

Rabinefil

®

não deve ser administrado por via intratecal, pois pode levar à morte.

Se ocorrer administração acidental por esta via, as medidas adequadas devem
ser adotadas imediatamente.

Pacientes com função hepática (do fígado) diminuída devem receber doses
menores. Rabinefil

®

pode ter sua toxicidade aumentada em pacientes com

insuficiência hepática.

Toxicidade neurológica: embora não comum ou permanente, pode ser um
incômodo.

Rabinefil

®

não pode ser usado em paciente com contagem de leucócitos abaixo

de 3000/mm

2

. Nesse casos o paciente deve tomar antibióticos profilaticamente

até normalização da contagem de leucócitos para aplicação de próxima dose.
Idosos sofrendo de caquexia (saúde geral debilitada) ou feridas na superfície
da pele devem evitar o uso de sulfato de vimblastina, pois poderá haver uma
resposta leucopenia (diminuição dos glóbulos brancos) mais acentuada à
droga. Há risco de varicela (catapora) ou herpes zoster grave em pacientes
previamente expostos a esses patógenos.
Em pacientes com infiltração de células malignas na medula óssea, as
contagens de glóbulos brancos e plaquetas podem cair precipitadamente após
doses moderadas de sulfato de vimblastina, sendo desaconselhável o uso
posterior do medicamento em tais pacientes.

Pacientes com disfunção pulmonar pré-existente podem estar particularmente
suscetíveis às reações adversas pulmonares da vimblastina.

Rabinefil

®

pode levar a dispenia aguda (falta de ar) e broncoespasmo grave

(dificuldade para respirar), ocorrendo com maior frequência se o uso for
concomitante à mitomicina-C, particularmente em pacientes com disfunção
pulmonar pré-existente. Pode ocorrer dispneia progressiva. Rabinefil

®

não deve

ser readministrado nesses pacientes.
Recomenda-se cautela na administração de sulfato de vimblastina em
pacientes com isquemia cardíaca.
Pacientes que passaram por tratamento anterior com droga citotóxica ou
radioterapia devem ser avaliados com cautela antes de receberem Rabinefil

®

.

Rabinefil_BU02_julho/2015

O tratamento pode levar a um aumento do ácido úrico do paciente e acarretar
problemas aos rins. Para evitar problemas nos rins o paciente deve ser
hidratado e o ácido úrico deve ser medido periodicamente.
Se ocorrer contaminação acidental dos olhos, pode ocorrer irrigação grave. O
olho deve ser lavado imediatamente com água. Os efeitos imunossupressores
(redução da imunidade) do sulfato de vimblastina podem resultar em um
aumento na incidência de infecções bacterianas, maior tempo para cura e
sangramento gengival. Qualquer procedimento dental deve ser completado
antes do tratamento ou retomado depois que a contagem sanguínea tenha
retornado ao normal. Usar apropriadamente o fio dental e escova. O sulfato de
vimblastina pode causar estomatite, causando considerável desconforto. Não
há evidência de que o sulfato de vimblastina seja carcinogênico (cause câncer)
em seres humanos.

Uso na gravidez: categoria de risco D.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem
orientação médica.

O Rabinefil

®

pode trazer riscos para o feto se usado durante a gravidez ou se a

paciente engravidar enquanto estiver usando o produto.

Uso na amamentação: não amamentar se você estiver em tratamento com
Rabinefil

®

.


Uso em crianças: em estudos realizados até o momento não foram
constatados problemas com relação ao uso deste medicamento por crianças.

Uso em idosos: apesar de não existirem muitos estudos apropriados sobre a
ação do sulfato de vimblastina em pacientes idosos, a resposta leucopênica
(diminuição dos glóbulos brancos) pode ser maior em pacientes idosos que
sofrem de desnutrição ou úlceras na pele.

Interações medicamentosas

O Rabinefil

®

interage com os seguintes medicamentos e/ou pode:

Diminuir a ação de vacinas de vírus mortos (como as vacinas para

hepatite A e B, poliomielite e gripe)

Aumentar os riscos de reações adversas a vacinas de vírus vivos

Aumentar as taxas de ácido úrico, sendo necessário ajuste de doses de:

alopurinol, colchicina, probenecida e sulfimpirazona.

Ter efeitos aditivos depressores da medula óssea com: outros

depressores de medula óssea (ex.: outros antineoplásicos como
idarrubicina, etoposideo), terapia radioativa.

Ter seu efeito leucopênio (diminuição de glóbulos brancos do sangue) e

trombocitopênico (diminuição das plaquetas do sangue) aumentados
por: medicamentos que causam alteração no sangue (ex.:
carbamazepina, cloranfenicol, hidroxicloroquina).

Ter o início de ação antecipado ou a gravidade das reações adversas

aumentada por: drogas conhecidamente inibidores do citocromo P450,
sub-família CYP3A (ex. cetoconazol, eritromicina).

Sofrer ou provocar aumento das reações adversas respiratórias com:

mitomicina-C.

Rabinefil_BU02_julho/2015

Aumentar a frequência e a intensidade de convulsões com: fenitoína.


Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de
algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser
perigoso para sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE

MEDICAMENTO?

Antes de aberto, Rabinefil

®

deve ser mantido em sai embalagem original em

geladeira (2ºC a 8ºC) e protegido da luz.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua
embalagem original.

Estabilidade após reconstituição (ver

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

):
Após reconstituição com 10 mL de Cloreto de Sódio 0,9%, não armazenar, o
medicamento deve ser utilizado imediatamente.

Características físicas e organolépticas:

Aspecto físico do pó: pó branco ou branco-amarelado, liofilizado.
Características da solução após reconstituição: solução incolor.

Antes de usar: observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no
prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte
o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?


Rabinefil

®

é de uso injetável, exclusivamente por via intravenosa, e deve ser

aplicado por serviços especializados sob monitoração do médico.

Posologia

ATENÇÃO

as doses são dadas em termos de sulfato de vimblastina.












ADULTOS

Rabinefil_BU02_julho/2015

Dose inicial: 3,7 mg/m

2

de superfície corporal por semana.

Doses subsequentes: deve-se realizar aumentos sequenciais de 1,8 a 1,9
mg/m

2

de superfície corporal a intervalos semanais como delineado a seguir:

ADULTOS

Dose inicial

3,7 mg/m

2

superfície corporal

Segunda dose

5,5 mg/m

2

superfície corporal

Terceira dose

7,4 mg/m

2

superfície corporal

Quarta dose

9,25 mg/m

2

superfície corporal

Quinta dose

11,1 mg/m

2

superfície corporal

ATENÇÃO

a dose seguinte de sulfato de vimblastina não deverá ser
administrada até que a contagem de leucócitos tenha retornado a no mínimo
4.000/mm

3

, mesmo passados 7 dias.


Os aumentos de 1,8 a 1,9 mg/m² de superfície corporal, como os delineados
acima, podem ser realizados até uma das seguintes situações:

- Atingir a dose máxima de 18,5 mg/m

2

de superfície corporal; ou

- Contagem de leucócitos cair para 3.000 por mm

3

; ou

- Diminuição do tamanho do tumor.

Manutenção:
quando a dose de sulfato de vimblastina que produzir a
leucopenia 3.000 mm³ tiver sido estabelecida, a dose de manutenção será a
dose imediatamente menor e deverá ser administrada a intervalos semanais.
Assim, o paciente estará recebendo a dose máxima que não causa leucopenia.

NOTA

a dose seguinte de sulfato de vimblastina não deverá ser administrada
até que a contagem de leucócitos tenha retornado a no mínimo 4.000/mm

3

,

mesmo passados 7 dias.

Adultos com bilirrubina sérica direta acima de 3 mg/dL: é recomendada
uma redução de 50% na dose de sulfato de vimblastina.
Não é
recomendada nenhuma modificação de dose para pacientes com insuficiência
renal, pois o metabolismo e a excreção de sulfato de vimblastina se dão por via
hepática.


CRIANÇAS
Dose inicial:
2,5 mg/m² de superfície corporal por semana.
Doses subsequentes: deve-se realizar aumentos seqüenciais de 1,25 mg/m²
de superfície corporal a intervalos semanais como delineado a seguir:

CRIANÇAS

Dose inicial

2,5 mg/m

2

superfície corporal

Segunda dose

3,75 mg/m

2

superfície corporal

Terceira dose

5,0 mg/m

2

superfície corporal

Quarta dose

6,25 mg/m

2

superfície corporal

Quinta dose

7,5 mg/m

2

superfície corporal

Rabinefil_BU02_julho/2015

NOTA

: a dose seguinte de sulfato de vimblastina não deverá ser administrada
até que a contagem de leucócitos tenha retornado a no mínimo 4.000/mm

3

,

mesmo passados 7 dias.

Os aumentos de 1,25 mg/m² de superfície corporal, como os delineados acima,
podem ser realizados até uma das seguintes situações:

- Atingir a dose máxima de 7,5 mg/m

2

de superfície corporal; ou

- Contagem de leucócitos cair para 3.000 por mm

3

; ou

- Diminuição do tamanho do tumor.

Manutenção:
quando a dose de sulfato de vimblastina que produzir a
leucopenia 3.000 mm³ tiver sido estabelecida, a dose de manutenção será a
dose imediatamente menor e deverá ser administrada a intervalos semanais.
Assim, o paciente estará recebendo a dose máxima que não causa leucopenia.

NOTA

a dose seguinte de sulfato de vimblastina não deverá ser administrada
até que a contagem de leucócitos tenha retornado a no mínimo 4.000/mm

3

,

mesmo passados 7 dias.

Crianças com bilirrubina sérica direta
acima de 3 mg/dL é recomendada
uma redução de 50% na dose de sulfato de vimblastina. Não é recomendada
nenhuma modificação de dose para pacientes com insuficiência renal, pois o
metabolismo e a excreção de sulfato de vimblastina se dão por via hepática.

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

A duração do tratamento será determinada pelo médico. A terapia de
manutenção varia de acordo com a doença que esteja sendo tratada e a
combinação de agentes antineoplásicos que esteja sendo usada.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as
doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o
conhecimento do seu médico.

MODO DE USAR

Rabinefil

®

deve ser administrado somente por via intravenosa e por pessoas

experientes na administração de medicamentos antineoplásicos.

ATENÇÃO



A ADMINISTRAÇÃO INTRATECAL É FATAL. SOMENTE PARA USO
INTRAVENOSO.

RABINEFIL

®

10MG - VIA INTRAVENOSA DIRETA


Reconstituição:
Diluente:
Cloreto de Sódio 0,9%. Volume: 10 mL.
Aparência da solução reconstituída: incolor.
Estabilidade após reconstituição: não armazenar, deve ser utilizado
imediatamente.
Tempo de Injeção: 1 minuto.

RABINEFIL

®

10MG - INFUSÃO INTRAVENOSA

Rabinefil_BU02_julho/2015


Atenção:
sempre que possível evitar a infusão intravenosa, produto vesicante.

Reconstituição:
Diluente:
Cloreto de Sódio 0,9%. Volume: 10 mL.
Aparência da solução reconstituída: incolor.
Estabilidade após reconstituição: não armazenar, deve ser utilizado
imediatamente.

Diluição:
Diluente:
Cloreto de Sódio 0,9%. Volume: máximo 100 mL.
Aparência da solução reconstituída: incolor.
Estabilidade após reconstituição: não armazenar, deve ser utilizado
imediatamente.
Tempo de Infusão: máximo de 30 minutos.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE

MEDICAMENTO?

Entre em contato com seu médico para verificar a situação da sua doença e
como retomar o tratamento.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu
médico, ou cirurgião dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?

Em geral, as reações adversas relativas ao uso de sulfato de vimblastina
parecem estar relacionadas à dose empregada. Geralmente as reações
adversas duram menos de 24 horas, com exceção de queda de cabelo,
leucopenia (diminuição dos glóbulos brancos) e manifestações neurológicas.
Reações adversas neurológicas não são comuns, porém, quando ocorrem
duram frequentemente mais de 24 horas. A leucopenia, a reação adversa mais
comum, é geralmente o fator limitante da dose.

As seguintes reações adversas podem ocorrer:

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam
este medicamento):
diminuição dos glóbulos brancos, celulite no local da
injeção, queda de cabelo, constipação (prisão de ventre), mal-estar, dor nos
ossos, dor no local do tumor, dor na mandíbula.

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam
este medicamento):
anemia, diminuição das plaquetas, inflamação na veia
(em caso de extravasamento), falta de apetite, náusea e vômito (controlados
com facilidade por agentes antieméticos), dor abdominal, feridas na boca,
faringite, diarreia, formigamento dos dedos, perda dos reflexos tendinosos
profundos, neurite periférica (lesão dos nervos), depressão mental, dor de
cabeça, convulsões, surdez total ou parcial, dificuldades com o equilíbrio
incluindo tontura, nistagmo (movimento involuntário dos olhos) e vertigem,
aumento da pressão, fraqueza, feridas na pele, aumento do ácido úrico, íleo
paralítico (parada do intestino), enterocolite hemorrágica (inflamação do
intestino), sangramento de úlcera péptica já existente, sangramento retal,
dispneia aguda (respiração curta ou difícil) e broncoespasmo grave, nefropatia

Rabinefil_BU02_julho/2015

úrica (doença no rim), síndrome atribuída à secreção inapropriada do hormônio
antidiurético (ocorreu com doses maiores do que as recomendadas) e
fenômeno de Raynaud (em pacientes tratados com sulfato de vimblastina
combinado com bleomicina e cisplatina para câncer dos testículos).

Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que
utilizam este medicamento):
foi relatado um único caso de sensibilidade à luz
associada a este produto.

Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o
aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe
também a empresa através de seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR QUE A

INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Sinais e sintomas:
Após a administração de doses elevadas, os pacientes podem apresentar
exacerbação de reações relacionadas ao sulfato de vimblastina e descritas em
“8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?”.
Pode
ser observada neurotoxicidade. A toxicidade pode ser aumentada quando há
insuficiência hepática.

O efeito principal de doses excessivas de sulfato de vimblastina será
mielossupressão (diminuição na produção de células sanguíneas pela medula),
que poderá ser gravíssima.

Tratamento:
Pocurar um hospital ou centro de controle de intoxicação para tratamento
dos sintomas.

Os cuidados de suporte são os seguintes:

1) Prevenção das reações adversas que resultarem da síndrome de secreção

aumentada do hormônio antidiurético (isso incluiria restrição do volume diário
de líquido ingerido, e talvez a administração de um diurético atuante sobre a
alça de Henle e o túbulo distal);

2) Administração de um anticonvulsivante;
3) Prevenção de íleo paralítico;
4) Monitoração do sistema cardiovascular;
5) Determinação diária do hemograma para orientação em relação à necessidade

de transfusão de sangue e avaliação do risco de infecção.

Não há informação com relação à eficácia da diálise, nem de colestiramina
para o tratamento de superdosagem.

Quando o sulfato de vimblastina for ingerido, deve-se:

Proteger a passagem de ar do paciente e garantir a ventilação e

perfusão

Monitorar meticulosamente e manter dentro dos níveis aceitáveis os

sinais vitais do paciente, os gases do sangue, eletrólitos séricos.

A absorção pelo trato gastrintestinal pode ser diminuída administrando

carvão ativado. Doses repetidas de carvão ativado podem acelerar a

Rabinefil_BU02_julho/2015

eliminação de algumas drogas que foram ingeridas. Proteger a
passagem de ar do paciente quando empregar o carvão ativado.


Superdosagem proveniente da infusão consecutiva diária prolongada pode ser
mais tóxica do que a mesma dose total dada por uma injeção intravenosa
rápida. A dose letal média intravenosa para camundongos é de 10 mg/kg e
para ratos é de 2,9 mg/kg. A dose letal média oral para ratos é de 7 mh/kg.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure
rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do
medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de
mais orientações.



DIZERES LEGAIS

Reg. M.S. nº: 1.0041.0144

Farmacêutica Responsável: Cíntia M. P. Garcia

CRF-SP

34.871

Fabricado por:
Fresenius Kabi SA
Buenos Aires - Argentina

Importado por:
Fresenius Kabi Brasil Ltda.
Av. Marginal Projetada, 1652 – Barueri – SP
C.N.P.J. 49.324.221/0001-04

SAC

0800 707 3855

USO RESTRITO A HOSPITAIS

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

N

o

de lote, data de fabricação, prazo de validade: vide rótulo.

Rabinefil_BU02_julho/2015

Histórico de Alteração para a Bula

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

No.

expediente

Assunto

Data do

expediente

No.

expediente

Assunto

Data da

aprovação

Itens de

bula

Versões

(VP/VP

S)

Apresentações

relacionadas

13/07/2015

0615143/15-4

10457 -

SIMILAR -

Inclusão Inicial

de Texto de Bula

– RDC 60/12

13/07/2015

0615143/15-4

10457 -

SIMILAR -

Inclusão Inicial de

Texto de Bula –

RDC 60/12

13/07/2015

Todos

VP e VPS

Todas

10756 –

SIMILAR –

Notificação de

alteração de

texto de bula

para adequação a

intercambialidad

e

10756 –

SIMILAR –

Notificação de

alteração de texto

de bula para
adequação a

intercambialidade

I)Identificação

do

Medicamento

e

Dizeres Legais

VP e VPS

Todas




DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).
  2. Caquexia: Estado de involução geral caracterizado por perda de peso, astenia e incapacidade de desempenhar atividades mínimas. Pode acompanhar estados terminais das doenças crônicas (SIDA, insuficiência cardíaca, insuficiência respiratória). Também se pode aplicar este termo a um órgão determinado, quando o mesmo se encontra afetado por um transtorno incapacitante terminal (caquexia cardíaca).
  3. Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
  4. Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).
  5. Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
  6. Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos (ver) ou não.
  7. Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
  8. Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia (ver), déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
  9. Sarcoma de Kaposi: Câncer originado de células do tecido vascular, freqüentemente associado à AIDS. Manifesta-se por lesões vermelho-violáceas em diferentes territórios cutâneos e mucosos.
  10. Sarcoma: Neoplasia maligna originada de células do tecido conjuntivo. Podem aparecer no tecido adiposo (lipossarcoma), muscular (miossarcoma), ósseo (osteosarcoma), etc.
  11. Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
  12. Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
  13. Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. ?? contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
  14. Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster)Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite (ver), com dores importantes.

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