Ralopar

Para que serve Ralopar

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


FOLHETO INFORMATIVO

INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

Ralopar, 500 mg/2 ml pó e solvente para solução injectávelRalopar, 1000 mg/4 ml pó e solvente para solução injectávelCefotaximaLeia atentamente este folheto antes de utilizar este medicamento.Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o reler.Caso ainda tenha dúvidas, fale com o seu médico ou farmacêutico.Este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros; o medicamento podeser-lhes prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sintomas.Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundáriosnão mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.Neste folheto:1. O que é Ralopar e para que é utilizado2. Antes de utilizar Ralopar3. Como utilizar Ralopar4. Efeitos secundários possíveis5. Como conservar Ralopar6. Outras informações1. O QUE É RALOPAR E PARA QUE É

UTILIZADO

A cefotaxima (substância activa do Ralopar) é uma cefalosporina da 3ª geração que temum largo espectro de actividade que inclui a maioria das bactérias aeróbias Gram-
positivas e Gram-negativas e algumas anaeróbias: Aeromonas hydrophila, Bacillussubtilis, Bordetella pertussis, Borrelia burgdorferi, Moraxella (Branhamella) catarrhalis,Citrobacter diversus, Citrobacter freundii, Clostridium perfringens, Corynebacteriumdiptheriae, Escherichia coli, Enterobacter spp, Erysipelothrix insidiosa, Eubacterium,Haemophilus incluindo estirpes produtoras ou não de penicilinase ampi-R, Klebsiellapneumoniae, Klebsiella oxytoca, Methi-S-Staphylococcus incluindo estirpes produtorasou não de penicilinase, Morganella morganii, Neisseria gonorrhoeae incluindo estirpesprodutoras ou não de penicilinase

Neisseria meningitidis, Propionibacterium, Proteus mirabilis, vulgaris, Providencia,Streptococcus pneumoniae, Salmonella, Serratia spp, Shigella, Streptococcus spp,Veillonella, Yersinia.O Ralopar destina-se ao tratamento de infecções graves causadas por agentes sensíveis àcefotaxima:- infecções das vias respiratórias- infecções em

ORL

- infecções dos rins e das vias urinárias- infecções dos ossos, das articulações, dos tecidos moles e da pele- infecções dos orgãos genitais, incluindo gonorreia

- infecções da região abdominal- septicémia, endocardite bacteriana, meningite (excepto a causada por Listeria).Profilaxia peri-operatória em doentes com risco elevado de infecção:- cirurgia gastrointestinal;- cirurgia genitourinária;- cirurgia obstétrica e ginecológica.As estirpes resistentes são: Acinetobacter baumanii, Bacteroides fragilis, Enterococcus,Anaeróbios Gram negativos, Listeria monocytogenes, Methi-R staphylococcus,Pseudomonas aeruginosa, Pseudomonas cepacia, Stenotrophomonas maltophilia.2.

ANTES DE UTILIZAR RALOPAR

Não utilize Ralopar

- se tem alergia (hipersensibilidade) à cefotaxima ou a qualquer outro componente deRalopar.- se tem alergia (hipersensibilidade) às cefalosporinas (grupo ao qual pertence o Ralopar).- para as formas farmacêuticas com Lidocaína:- história conhecida de alergia (hipersensibilidade) à lidocaína ou outros anestésicoslocais do tipo amida;- bloqueio aurículo-ventricular em doentes não portadores de pacemaker;- insuficiência cardíaca grave;- administração por via intravenosa;- crianças com idade inferior a 30 meses;

Tome especial cuidado com RaloparAntes do tratamento com Ralopar será-lhe efectuado um inquérito sobre alergia(hipersensibilidade) aos antibióticos da classe do Ralopar (ver secção anterior "Nãoutilize Ralopar"). Caso não tenha certeza é essencial que esteja presente um médicoquando for feita a primeira administração do medicamento, para tratar qualquer reacçãoanafilática possível.Caso saiba que é alérgico a medicamentos com penicilina informe o seu médico. Existe apossibilidade (5 a 10% dos casos) de ocorrer alergia cruzada entre penicilinas ecefalosporinas (grupo ao qual pertence o Ralopar). Estas reacções entre classes deantibióticos poderão ser graves ou mesmo fatais (ver secção "4. Efeitos secundáriospossíveis").Medidas a tomar em caso de choque anafilático:Procedimento de emergência recomendado: -> Medidas de emergência habituais - aos primeiros sinais de choque anafilático:Interromper de imediato a injecção, mas deixar a cânula venosa no local ou efectuar umacanulação venosa. Adicionalmente às medidas habituais de emergência, o doente deverápermanecer deitado, com as pernas levantadas e as vias respiratórias desobstruídas.

-> Terapêutica farmacológica de emergência: a dosagem recomendada é referente aadultos com peso normal. Em crianças a redução da dose deverá ser feita em relação aopeso corporal.

Epinefrina I.V. (adrenalina) imediata: em primeira instância, injectar lentamente 1 ml desolução contendo 0,1 mg de epinefrina por ml, enquanto se monitoriza o pulso e a tensãoarterial (verificar distúrbios no ritmo cardíaco). Repetir caso seja necessário.Deverá ser feito o quanto antes a substituição do volume I.V., com expansores do plasmaou albumina humana, ou uma solução electrolítica equilibrada.Subsequentemente, poderá ser feita a administração de glucorcorticóides I.V. (250-1000mg de hidrocortisona). Repetir caso seja necessário.Outras medidas terapêuticas: ventilação artificial, inalação de oxigénio anti-histamínicos.Se sofre de uma doença associada ao Clostridium difficile (ex: ColitePseudomembranosa): a diarreia, particularmente se for grave e/ou persistente, durante ounas primeiras semanas após o tratamento, com vários e especialmente com antibióticos delargo espectro de acção, poderá ser sintomático de doenças associadas ao Clostridiumdifficile, das quais a forma mais graves de todas é a Colite pseudomembranosa.

A

confirmação desta rara mas possível condição é confirmada por endoscopia e/ouhistologia. A identificação deste patógeneo nas fezes e, sobretudo, da sua citotoxina, é amelhor forma de diagnosticar doenças associadas ao Clostridium difficile.Se se suspeitar de colite pseudo-membranosa, a cefotaxima deve ser interrompida deimediato e deverá ser iniciada uma terapêutica com antibióticos específicos o maisrapidamente possível (i.e. vancomicina via oral ou metronidazol).A velocidade da administração de soluções I.V. deve ser feita lentamente (entre 3 a 5minutos - ver secção 3. "Como utilizar Ralopar").Caso tenha problemas renais deverá alertar o seu médico. A dosagem de Ralopar deveráser alterada de acordo com a depuração da creatinina (ver "Populações especiais" nasecção 3. "Como utilizar Ralopar").

Caso tenha conhecimento que está a fazer terapêutica com outro tipo de medicamentos daclasse dos aminoglicosídeos, informe o seu médico dado que é necessário monitorizar asua função renal.

Se o seu tratamento exceder os 10 dias, será necessário monitorizar os seus glóbulosbrancos (células no sangue) através de contagem e descontinuar o tratamento caso ocorraneutropenia (diminuição dos glóbulos brancos).Ao tomar Ralopar com outros medicamentosInforme o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentementeoutros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.Ao inibir a excreção renal, a administração concomitante de probenecida aumenta eprolonga a duração da concentração sérica de cefotaxima.

Tal como outras cefalosporinas, a cefotaxima pode potenciar efeitos nefrotóxicos demedicamentos conhecidos pela sua nefrotoxicidade. Como tal, a função renal de doentestratados simultânea ou subsequentemente com medicamentos potencialmentenefrotóxicos (p.ex. aminoglicosidos) deve ser estreitamente monitorizada.A administração de cefalosporinas - incluindo o Ralopar - pode causar uma baixatransitória das concentrações plasmáticas de estrogénios e gestagénios. A eficácia decontraceptivos orais é portanto incerta.Interferência com exames laboratoriais:Em casos raros, pode-se observar um falso teste de Coombs directo positivo; adeterminação de glicose na urina com métodos de redução pode levar a resultados falsospositivos, o que se pode evitar pelo uso de métodos enzimáticos.Gravidez e aleitamentoConsulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.A cefotaxima (substância activa do Ralopar) atravessa a barreira placentária. Os estudosem animais não revelaram nenhum indício de malformação ou lesão fetal devido à acçãodo medicamento. No entanto, a segurança da cefotaxima não foi estabelecida na gravidezhumana, pelo que não se recomenda a sua utilização durante a gravidez.A cefotaxima passa para o leite materno, pelo que, caso seja necessário, deverá optar-sepor descontinuar o tratamento com cefotaxima pela mãe ou parar a amamentação.Condução de veículos e utilização de máquinasNão existem dados concretos que impliquem directamente a cefotaxima na capacidadepara conduzir e utilizar máquinas.Informações importantes sobre alguns componentes de Ralopar:

Este medicamento contém 48,2 mg/g de sódio. Esta informação deve ser tida emconsideração em doentes com ingestão controlada de sódio.

3.

COMO UTILIZAR RALOPAR

Utilizar Ralopar sempre de acordo com as indicações do médico. Fale com o seu médicoou farmacêutico se tiver dúvidas.

A dose habitual de Ralopar encontra-se descrita nas seguintes tabelas:- Administração em adultos com função renal normal (Tabela 1):

Indicação terapeutica Dose Intervalo Via de Dose unitária administração diária Gonorreia não 0.5 a 1 g Administração

IM

0.5 a 1 g complicada única Infecções não 1 a 2 g 8 a 12 h IM ou

IV

2 a 6 g complicadas oumoderadasInfecções graves 2g 6 a 8 h

IV

6 a 8 g

Para infecções provocadas por estirpes que não são normalmente sensíveis, deverá obter-
se confirmação da eficácia da cefotaxima através de testes de sensibilidade a antibióticos.POPULAÇÕ

ES ESPECIAIS

Insuficiência renal: - Administração em adultos com insuficiência real (Tabela 2): Depuração da creatinina Dose unitária Intervalo Dose diária ? 10 ml/min 1/2 dose (ver Idêntico 1/2 dose (ver tabela 1) (ver tabela 1) tabela 1)

Doentes sujeitos a hemodiálise: 1 a 2 g diárias, dependendo da gravidade da infecção. Nodia da hemodiálise, a cefotaxima deverá ser administrada após a sessão da diálise.

Crianças:- Administração em prematuros, recém nascidos, lactentes e crianças com função renalnormal (Tabela 3): Doentes Idade ou peso Dose diária Via de Intervalo administração Prematuros 0-1 semana 50 a 100 IV 12 h mg/Kg/dia Prematuros 1-4 semanas 75 a 150 IV 8 h mg/Kg/dia Lactentes ou crianças < 50 Kg 50 a 100 IV ou IM** 6 a 8 h mg/Kg/dia* Crianças ? 50 Kg Posologia dos

adultos * no caso de infecções graves, tais como meningite, a dose diária poderá ser duplicada. ** sem exceder as 2 g a cada 24 horas. A via de aministração IM utilizando lidocaína a1% como solvente só deverá ser utilizada em crianças com mais de 30 meses.

PROFILAXIA CIRÚRGICA

- Administração em adultos:

1 g IV ou IM durante a indução da anestesia, repetida no pós-operatório em função dorisco de infecção (ver tabela 1). A duração do tratamento não deverá exceder as 24 horas.- Cesariana:1 g IV aquando da laqueação do cordão umbilical, seguida de 1 g IM ou IV, às 6 e 12horas após administração da primeira dose.

ADMINISTRAÇÃO

Não esquecer que a dose, o modo de administração e os intervalos das injecções,dependem do grau de infecção, da sensibilidade do agente infeccioso e da condição geraldo doente.- Administração por via intravenosa (injecção ou perfusão):Dissolve-se a cefotazima na água para injectáveis (na ampola de solvente que acompanhaa embalagem com o pó) ou na solução para perfusão, para utilização de imediato.

Para administrações IV, a solução deve ser injectada lentamente durante 3-5 minutos. Noperíodo pós-comercialização tem sido notificada arritmia potencialmente fatal em muitopoucos doentes que receberam administração IV rápida através de um cateter venosocentral.

O Ralopar também pode ser administrado em perfusão gota-a-gota. Para uma perfusão decurta duração, dissolvem-se 2 g de Ralopar em 40 ml de água para injecção, em sorofisiológico ou em solução de Ringer, administrando-se durante cerca de 20 a 30 minutos.Para a perfusão gota-a-gota de maior duração, dissolver o Ralopar em 100 ml de sorofisiológico ou glucosado, deixando-se correr a perfusão durante 50-60 minutos. Tambémqualquer das soluções volumosas pode ser utilizada como solvente.

- Administração por via intramuscularPara administração intramuscular dissolve-se o Ralopar em água para preparaçõesinjectáveis. A injecção deve ser feita profundamente na região nadegueira. A dor quesurge eventualmente pode ser evitada, dissolvendo o Ralopar em soluto de lidocaína a1%. Nestes casos deve-se evitar a injecção num vaso sanguíneo. É recomendável nãoinjectar de cada lado mais do que 4 ml para evitar dores provocadas pelo excessivovolume de líquido.Se a dose diária ultrapassar 2,0 g ou for necessário injectar Ralopar mais do que 2 vezespor dia, recomenda-se a injecção I.V.- Administração intraarterial2 g de Ralopar são dissolvidos em 50 ml de uma solução volumosa e injectados na artériafemoral durante 45 minutos por meio de uma bomba de perfusão. A administração podeser feita duas vezes por dia. Se necessário, podem ser dadas injecções intravenosasadicionais de Ralopar.

A duração da terapêutica depende da resposta e da evolução da doença. Geralmente,deve-se continuar o tratamento pelo menos durante três dias depois de ter desaparecido afebre.Reconstituição:Para evitar complicações sépticas na injecção, deve-se tomar cuidado durante areconstituição do medicamento para assegurar um manuseamento asséptico, o que éparticularmente importante se a solução não se destina a uso imediato.Se utilizar mais Ralopar do que deveriaAos primeiros sinais de choque (suores, náusea, cianose) interromper de imediato ainjecção (deixando a agulha na veia). Coloque o doente com a cabeça baixa de forma apermitir a respiração livre.Tratamento: diluir 1 ml duma solução de adrenalina 1:1000 em 10 ml e injectarlentamente 1 ml (correspondente a 0,1 mg de adrenalina) desta solução controlando opulso e a tensão, observando em especial a ocorrência de eventuais arritmias. Poderepetir-se a administração de adrenalina se necessário.Corrigir a hipovolémia pelos meios disponíveis, p.ex., com expansores do plasma,albumina humana, soluções electrolíticas. Injectar em seguida um glucocorticóide por viaintravenosa (por ex. 250-1000 mg de metilprednisolona), repetindo se necessário.Adaptar as doses acima referidas para crianças, de acordo com o peso corporal.Outras medidas terapêuticas: p.ex., respiração artificial, oxigénio e anti-histamínicos.Caso se tenha esquecido de tomar RaloparNão tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médicoou farmacêutico.4. EFEITOS SECUNDÁ

RIOS POSSIVEIS

Como todos os medicamentos, Ralopar pode causar efeitos secundários, no entanto estesnão se manifestam em todas as pessoas.Doenças do sistema imunitário:Reacções anafiláticas - angioedema, broncoespasmos, culminando possivelmente emchoque podem ocorrer raramente.Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:Rash, prurido e com menor frequência urticária.

Tal como outras cefalosporinas, casos isolados de erupções vesiculosas (eritemamultiforme, sindroma de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica) têm também sidonotificados.Doenças gastrointestinais:Durante o tratamento com cefalosporinas poderão ocorrer náuseas, vómitos, dorabdominal e diarreia. Tal como com outros antibióticos de largo espectro, a diarreia podeser por vezes sintoma de enterocolite, que pode em alguns casos ser acompanhada desangue nas fezes. Uma forma particular de enterocolite que pode ocorrer com antibióticosé a Colite pseudomembranosa (na maioria dos casos devido a Clostridium difficile).Afecções hepatobiliares:Aumento das enzimas hepáticas (ALAT, ASAT, LDH, gam-GT e/ou fosfatase alcalina)e/ou bilirrubinas. Estas alterações laboratoriais, que podem ser explicadas pela infecçãopodem, ainda que raramente, exceder o dobro do limite normal e evidenciar um padrão delesão hepática, normalmente colestática e muito frequentemente assintomática. Hepatite(por vezes acompanhada de icterícia) tem sido notificada.Doenças do sangue e do sistema linfático:Tal como com outros antibioticos beta-lactâmicos neutropenia e, mais raramente,agranulocitose podem desenvolver-se durante a terapêutica com Ralopar, especialmentedurante administração prolongada.

Alguns casos de eosinofilia e trombocitopenia, rapidamente reversíveis quando otratamento é parado, têm sido notificados. Casos raros de anemia hemolítica foramtambém notificados.Doenças renais e urinárias:Têm sido notificados casos de diminuição da função renal (aumento da creatinina) com aadministração de cefalosporinas, entre elas a cefotaxima, especialmente quando éadministrada em simultâneo com aminoglicosideos.Tal como com outras cefalosporinas casos raros de nefrite intersticial têm sidonotificados em doentes tratados com cefatoxima.Doenças do sistema nervoso:A administração de doses elevadas de antibioticos beta-lactâmicos, incluindo acefotaxima, particularmente em doentes com insuficiência renal pode resultar emencefalopatia (por ex., alterações da consciência, movimentos anormais e convulsões).Cardiopatias:Em casos isolados, arritmia, seguida de rápida perfusão por bólus através de um catetercentral venoso.Perturbações gerais e alterações no local de administração:Reacções inflamatórias no local de administração.

Outras:Febre.Infecções e infestações:Superinfecção: tal como com outros antibióticos, o uso de cefotaxima, especialmente seprolongado, pode resultar num supercrescimento de microorganismos não susceptíveis.Avaliação repetida da condição dos doentes é essencial. Caso ocorra superinfecçãodurante a terapêutica com Ralopar, deverão ser tomadas medidas adequadas.Tal como notificado para outros antibióticos para tratamento de borreliose, poderáocorrer nos primeiros dias de tratamento uma reacção de Jarisch-Herxheimer.A ocorrência de um ou mais dos seguintes sintomas, tem sido notificado após váriassemanas de tratamento de borreliose: rash cutâneo, prurido, febre, leucopenia, aumentodas enzimas hepáticas, dificuldade em respirar e desconforto nas articulações. Estasmanifestações são consistentes com os sintomas de doença subjacente para o qual odoente está a ser tratado.Para administrações IM: uma vez que o solvente contem lidocaína, podem-se manifestarreacções sistémicas à lidocaína, especialmente no caso de injecção intravenosa porinadvertência, injecção em tecidos altamente vascularizados ou no caso de sobredosagem.Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundáriosnão mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.5.

COMO CONSERVAR RALOPAR

Conservar a temperatura inferior a 25°C. Proteger da luz.Após reconstituição:

I.M.

A solução é estável até:- 6 horas - Conservar a temperatura inferior a 25ºC, para proteger da luz; - 24 horas - Conservar no frigorífico (2ºC – 8ºC), para proteger da luz;

I.V. ou perfusão em água para injectáveis:A solução é estável até:- 6 horas - Conservar a temperatura inferior a 25ºC, para proteger da luz; - 24 horas - Conservar no frigorífico (2ºC – 8ºC), para proteger da luz;O facto da solução apresentar uma cor amarelada não indica degradação da actividade doantibiótico.Perfusão em soluções: - até 8 horas após a reconstituição com Haemacel, Ionosteril ou Tutofusin

- até 6 horas após a reconstituição com glucose a 10%, Ionosteril pad III, Macrodex ouRheomacrodex.Manter fora do alcance e da vista das crianças.Não utilize Ralopar após o prazo de validade impresso na embalagem exterior, após"VAL.". O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico.Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita.Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.6. OUTRAS INFORMAÇÕ

ES

Qual a composição de RaloparA substância activa é a cefotaxima.O outro componente é o sódio.Qual o aspecto de Ralopar e conteúdo da embalagemA solução extemporânea de Ralopar para injecção ou perfusão tem uma cor muitoligeiramente amarelada. Esta cor não tem qualquer significado quanto à eficácia e àinocuidade do antibiótico.O Ralopar pó e solvente para solução injectável a 500 mg/2 ml para administração IM/

IV

está disponível em embalagens de 1 e 4 frascos para injectáveis.O Ralopar pó e solvente para solução injectável a 1000 mg/4 ml para administraçãoIM/IV está disponível em embalagens de 1 e 4 frascos para injectáveis.O Ralopar pó e solvente para solução injectável a 1000 mg/4 ml para administração

IM

está disponível em embalagens de 1 e 4 frascos para injectáveis.Titular da Autorização de Introdução no Mercado e FabricanteSanofi-Aventis – Produtos Farmacêuticos, S.A.Empreendimento Lagoas ParkEdifício 7 – 3º Piso2740-244 Porto SalvoPatheon

UK

Kingfisher Drive - Covingham

Swindon Wilts

Reino Unido

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DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
  2. Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).
  3. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  4. Endocardite: Inflamação produzida em geral por uma infecção bacteriana do tecido que reveste as válvulas e cavidades cardíacas, podendo produzir-se, em conseqüência da mesma, ruptura das cordas tendíneas e elementos valvulares. ?? uma doença grave, que necessita de tratamento antibiótico prolongado.
  5. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  6. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  7. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  8. Nefrite: Termo que significa ???inflamação do rim??? e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
  9. Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de ???emergência infecciosa???.
  10. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  11. Respiração artificial: Tipo de apoio à função respiratória que utiliza um instrumento eletromecânico (respirador artificial), capaz de insuflar de forma cíclica volumes pré-determinados de ar com alta concentração de oxigênio através dos brônquios.
  12. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  13. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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