RAMIPRIL + BESILATO DE ANLODIPINO

Para que serve RAMIPRIL + BESILATO DE ANLODIPINO

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009


ramipril + besilato de anlodipino

Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999




I – IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

ramipril + besilato de anlodipino

Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999

APRESENTAÇÕES
Cápsulas 2,5 mg + 5 mg: embalagens com 30 cápsulas.
Cápsulas 5 mg + 5 mg:embalagens com 30 cápsulas.

USO ORAL
USOADULTO


COMPOSIÇÃO

Cada cápsula de ramipril + besilato de anlodipino 2,5 mg + 5 mg contém:
ramipril ........................................................................................................................... 2,5 mg
besilato de anlodipino ..................................................................................................... 6,94 mg
(equivalente a 5 mg de anlodipino)
Excipientes: celulose microcristalina, carbonato de magnésio, hipromelose, talco e amarelo de
quinolina.

Cada cápsula de ramipril + besilato de anlodipino 5 mg + 5 mg contém:
ramipril ................................................................................................................................. 5 mg
besilato de anlodipino ..................................................................................................... 6,94 mg
(equivalente a 5 mg de anlodipino)
Excipientes: celulose microcristalina, carbonato de magnésio, hipromelose, talco e amarelo de
quinolina.

II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?


Este medicamento é indicado para o tratamento de hipertensão arterial (aumento da pressão
arterial).

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?


O ramipril + besilato de anlodipino contém duas substâncias ativas, o besilato de anlodipino
e o ramipril, que agem na redução da pressão sanguínea. A hipertensão arterial aumenta a
carga de trabalho do coração e das artérias. Se a pressão arterial persistir elevada por muito
tempo, o coração e as artérias podem não funcionar adequadamente, levando a dano na parede
dos vasos sanguíneos do cérebro, coração e rins, com risco de derrame cerebral, ataque
cardíaco ou insuficiência renal. A hipertensão arterial pode aumentar o risco de infarto do

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coração. O risco de ocorrência desses problemas torna-se menor quando a pressão sanguínea é
controlada.
O ramipril bloqueia uma enzima do organismo responsável pela ativação de uma substância
que estimula a contração dos vasos sanguíneos, resultando no relaxamento e dilatação desses
vasos e, dessa maneira, a pressão sanguínea diminui e aumenta o suprimento de sangue e
oxigênio para o coração e todo o corpo. O ramipril também é usado em pacientes que tiveram
um ataque cardíaco, pois o músculo do coração pode estar danificado e fraco, dificultando o
bombeamento normal de sangue pelo coração. É indicado também para reduzir a chance de
ataque cardíaco, derrame cerebral ou morte cardiovascular em pessoas com mais de 55 anos
de idade, com diabetes ou doença cardiovascular estabelecida.
O anlodipino é um bloqueador de canal de cálcio utilizado para tratar a angina (dor no peito) e
a pressão alta (hipertensão). O anlodipino age no movimento de cálcio dentro das células
cardíacas e dos vasos sanguíneos, relaxando a musculatura e aumentando o suprimento de
sangue e oxigênio ao coração e aos vasos, enquanto reduz a carga cardíaca. Sua ação

proporciona efeitos aditivos aos do ramipril.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?


Este medicamento é contraindicado para pacientes com reações alérgicas ao ramipril, ao
anlodipino, a qualquer componente de sua formulação, a inibidores da enzima de conversão
da angiotensina (ECA) e a di-hidropiridínicos. Não deve ser administrado nas seguintes
condições: história de edema (inchaço) de face, lábios, língua, glote e/ou laringe; doença renal
severa ou diminuição importante da função renal e a pacientes em diálise.


O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?


A presença de outros problemas médicos pode afetar os efeitos deste medicamento. Avise o
médico caso você apresente algumas das condições a seguir: desidratação, diarreia ou
problema cardíaco; hiponatremia (baixo nível de sódio no sangue); doença renal; doença
hepática; insuficiência cardíaca congestiva; pressão sanguínea muito baixa (hipotensão
arterial).
Seu médico deve saber se você tem hipertensão arterial grave, utiliza algum outro
medicamento para controle da pressão ou sofre de alguma doença do coração. Avise seu
médico se sentir dor abdominal intensa, acompanhada ou não de náusea ou vômito; se você
tem lúpus, doença no fígado ou nos rins. Avise seu médico ou dentista que você utiliza
ramipril, antes de se submeter a qualquer tipo de cirurgia ou antes de exames, antes de tratar
alergias, ou se você faz diálise.
Este medicamento pode causar tontura, devido à redução da pressão sanguínea; evite dirigir,
operar máquinas ou qualquer tipo de tarefa perigosa ou que exija atenção, caso você não esteja
se sentindo alerta.
Avise imediatamente o médico em caso de suspeita de infecção ou caso apresente febre ou dor
de garganta, desidratação, transpiração excessiva, diarreias ou vômitos, pois poderá perder
grande quantidade de líquido e sofrer queda acentuada da pressão sanguínea, podendo levar a
tontura ou desmaios.
O tratamento com este medicamento necessita de supervisão médica regular; seu médico pode
precisar avaliar algumas funções, como: medida regular da pressão sanguínea, principalmente
no início do tratamento, após o aumento da dose ou quando da introdução ou aumento da
dose de outros anti-hipertensivos; avaliação renal, especialmente nas primeiras semanas de
tratamento e, principalmente, em pacientes com doenças ou alterações renais ou em
transplantados; níveis de sódio, cálcio, potássio, ácido úrico e açúcar no sangue; níveis de
potássio nos pacientes com doença renal ou que utilizam medicamentos poupadores de
potássio; níveis de sódio em pacientes que utilizam diuréticos; exame de sangue inicial para
controle dos glóbulos brancos; exame de sangue em caso de suspeita de infecção ou sinais de
imunodeficiência (febre, amidalite, aumento de gânglios), ou sinais de lesões na pele e
mucosas ou sangramento de gengiva. Em caso de inchaço no rosto ou na língua e dificuldade
para engolir ou respirar, o médico deverá ser imediatamente avisado e o paciente deve

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suspender a próxima dose de ramipril + besilato de anlodipino.
Como os pacientes idosos frequentemente apresentam problemas renais, e devido à alta
probabilidade de ocorrência de efeitos adversos, pode ser necessário ajuste de dosagem.
Mulheres grávidas: os inibidores da ECA não devem ser usados durante o segundo e o
terceiro trimestres de gravidez, pois podem prejudicar o feto. Se ocorrer gravidez na vigência
do tratamento, ramipril + besilato de anlodipino deverá ser descontinuado e o médico,
informado. O ramipril aparece no leite materno em quantidades mínimas; não se sabe se
o besilato de anlodipino é excretado no leite materno e, por essa razão, recomenda-se não
amamentar durante o tratamento com este medicamento.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Anti-inflamatórios não esteroidais: raramente, o tratamento concomitante entre inibidores da
ECA e anti-inflamatórios não esteroidais tem sido associado à insuficiência renal e aumento do
nível sanguíneo de potássio.
Diuréticos: particularmente naqueles pacientes em que a terapia com diuréticos foi
recentemente instituída, pode ocorrer redução ocasional e excessiva da pressão sanguínea
após o início da terapia com ramipril. A possibilidade dos efeitos hipotensores do ramipril
pode ser reduzida ou minimizada pela interrupção temporária do diurético ou aumento da
ingestão de líquido antes do início da terapia com ramipril. Caso não seja possível, deve-se
iniciar a terapia com a menor dose possível de ramipril.
Suplementos com potássio e poupadores de potássio: o ramipril pode atenuar a perda de
potássio causada pelos tiazídicos. Diuréticos poupadores de potássio (espironolactona,
amilorida, triantereno, etc.) ou suplementos a base de potássio podem aumentar o risco de
hipercalemia. No entanto, se estiver indicado o uso concomitante desses agentes, eles devem
ser administrados com cautela, e os níveis sanguíneos de potássio do paciente monitorados
periodicamente.
Lítio: pode ocorrer aumento dos níveis sanguíneos do lítio e toxicidade. Esses medicamentos
devem ser coadministrados com cautela, e os níveis de lítio devem ser periodicamente
monitorados. Se for usado um diurético simultaneamente, o risco de toxicidade do lítio pode
aumentar.
A ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento pode reduzir o nível de atenção,
prejudicando tarefas como operar máquinas e dirigir veículos.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua
saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?

Conservar em temperatura ambiente (15 a 30°C). Proteger da luz e umidade.
ramipril + besilato de anlodipino 2,5 + 5 mg: cápsula gelatinosa dura, tamanho 4, com “2,5”
impresso em branco na tampa laranja e “logo TORRENT” impresso em preto no corpo branco,
contendo grânulos de cor amarela.
ramipril + besilato de anlodipino 5 + 5 mg: cápsula gelatinosa dura, tamanho 4, com “5”
impresso em branco na tampa vermelha e “logo TORRENT” impresso em preto no corpo
branco, contendo grânulos de cor amarela.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem
original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e
você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

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COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?


O ramipril + besilato de anlodipino deve ser tomado conforme as orientações do seu médico.
As cápsulas devem ser ingeridas inteiras e sem mastigar com uma quantidade suficiente de
líquido (aproximadamente meio copo de água).
Para controle da hipertensão: complementando o tratamento com ramipril + besilato de
anlodipino, pode ser necessário controlar seu peso corpóreo e cuidados com a alimentação,
especialmente com os alimentos com alto teor de sódio (sal). Seu médico deve orientá-lo
sobre as possíveis alterações na sua dieta; muitos pacientes que têm pressão alta não
apresentam nenhum sinal de problema. Muitos, de fato, não apresentam sintomas. É muito
importante que você tome sua medicação exatamente conforme orientação do seu médico,
mesmo que se sinta bem; lembre-se que este medicamento não cura a pressão alta, mas irá
auxiliar no seu controle. Pode ser que você tenha que tomar medicação para controle da
pressão alta pelo resto da vida. Se a pressão alta não for tratada, poderá causar sérios
problemas como infarto do miocárdio (IM), doenças vasculares, derrame cerebral ou doença
renal.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido aberto ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você se esquecer de tomar uma dose, procure tomá-la assim que possível. Se estiver
próximo ao horário da dose seguinte, despreze a dose esquecida e volte ao seu esquema
normal. Não tome duas doses ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico,
ou cirurgião-dentista.


QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?


Reações adversas conforme frequências reportadas em estudos clínicos placebo-
controlados realizados com ramipril

Reação comum (

? 1% e < 10%): dor de cabeça, tontura, fadiga (astenia).

Reação incomum (

? 0,1% e < 1%): tosse, disfunção erétil (impotência sexual).


Experiência pós-comercialização reportada com ramipril
Reação incomum (

? 0,1% e < 1%): reações anafilatoides, hipotensão sintomática (baixa

pressão), síncope (desmaio) e palpitações. Pancitopenia (diminuição global de glóbulos
brancos, vermelhos e
plaquetas), anemia hemolítica (quebra anormal de hemácias nos vasos
sanguíneos)
e trombocitopenia (diminuição da quantidade de plaquetas no sangue). Aumento
transitório da ureia sanguínea e creatinina, insuficiência renal aguda. Edema angioneurótico;
insuficiência hepática, hepatite, icterícia (coloração amarelada dos olhos e pele), pancreatite
(inflamação no pâncreas), dor abdominal, anorexia (sensação de apetite diminuído),
constipação (prisão de ventre), diarreia, boca seca, dispepsia (indigestão), disfagia (dificuldade
de deglutição), gastrenterite (infecção no trato gastrintestinal), salivação aumentada e alteração
do paladar. Reações de hipersensibilidade aparente (urticária- coceira, prurido com ou sem
febre), fotossensibilidade, púrpura (tipo de hematoma), onicólise (descolamento da unha),
pênfigo (aparecimento de bolhas nas mucosas), eritema multiforme (tipo de reação alérgica
das mucosas e da pele), necrólise epidérmica tóxica (desprendimento da camada superior da
pele), síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave, podendo ocorrer nos olhos, nariz,

uretra, vagina, trato gastrintestinal e trato respiratório). Ansiedade, amnésia (perda de
memória), convulsões, depressão, perda de audição, insônia, nervosismo, neuralgia
(inflamação no nervo), neuropatia (doença no sistema nervoso no qual ocorre uma dor
descrita como "picada de agulha" ou "sensação de choque), parestesia (formigamento),

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sonolência, tinitus (zumbido no ouvido), tremor, vertigem, distúrbios da visão. Artralgia (dor
na articulação), artrite (inflamação na articulação), dispneia (falta de ar), edema (inchaço),
epistaxe (sangramento nasal), impotência sexual, sudorese aumentada, mal-estar e aumento de
peso. Hipoglicemia (baixo nível de glicose no sangue).

Reações adversas conforme frequências reportadas em estudos clínicos placebo-
controlados realizados com besilato de anlodipino

Reação comum (

? 1% e < 10%): edema, tontura, flushing (rubor), palpitação, dor de

cabeça, fadiga, náusea, dor abdominal,sonolência.
Reação incomum (

? 0,1% e < 1%): insuficiência cardíaca, pulso irregular, extrassistolia

(alteração dos batimentos cardíacos), descoloração da pele, urticária (coceira), pele seca,
alopecia, dermatite (inflamação na pele causada por alergia), fraqueza muscular, ataxia (falta
de coordenação dos movimentos podendo afetar a força muscular e o equilíbrio), hipertonia
(aumento da rigidez muscular), enxaqueca, apatia, agitação, amnésia, gastrite, apetite
aumentado, tosse, rinite, disuria (dificuldade para urinar), poliúria (aumento do volume
urinário), parosmia (sensação de cheiros que não existem ou cheiros desagradáveis), alteração
do paladar, distúrbio de acomodação de imagem, xeroftalmia (olho seco).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações
indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço
de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?


Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro
médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.
Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

III – DIZERES LEGAIS

MS - 1.0525.0048

Farmacêutica Responsável: Dra. Cintia M. Ito Sakaguti - CRF-SP nº 31.875

Importado por:
Torrent do Brasil Ltda.
Av. Tamboré, 1180 - Módulo A5
Barueri - SP
CNPJ 33.078.528/0001-32

Fabricado por:
Torrent Pharmaceuticals Ltd.
Indrad - Índia

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Esta bula foi aprovada em 20/10/2014.

SAC

0800.7708818


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Anexo B

Histórico de alteração para a bula

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

N° expediente

Assunto

Data do

expediente

N° expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de bula

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Versões

(VP/VPS)

22

Apresentações

relacionadas

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20/10/2014

Versão Atual

Notificação de Alteração

de Texto de Bula - RDC

60/12

-

-

-

-

Dizeres legais – Alteração do

logo da empresa

VP e VPS

Cápsulas de 2,5 + 5mg

e 5 + 5mg: embalagens

contendo 30 cápsulas

13/05/2014

0366035/14-4

Notificação de Alteração

de Texto de Bula - RDC

60/12

-

-

-

-

Dizeres Legais - Alteração de

Responsável Técnico.

VP e VPS

Cápsulas de 2,5 + 5mg

e 5 + 5mg: embalagens

contendo 30 cápsulas

23/07/2013

0597742/13-8

Notificação de Alteração

de Texto de Bula - RDC

60/12

-

-

-

-

Correção da composição e

dos cuidados de conservação

informados no texto de bula

VP e VPS

Cápsulas de 2,5 + 5mg

e 5 + 5mg: embalagens

contendo 30 cápsulas

18/07/2013

0582072/13-3

Notificação de Alteração

de Texto de Bula - RDC

60/12

-

-

-

-

Correção das apresentações

informadas no texto de bula

VP e VPS

Cápsulas de 2,5 + 5mg

e 5 + 5mg: embalagens

contendo 30 cápsulas

11/06/2013

463890/13-5

Inclusão Inicial de Texto

de Bula - RDC 60/12

-

-

-

-

Atualização de texto de bula

conforme RDC 47/2009.

VP e VPS

Cápsulas de 2,5 + 5mg

e 5 + 5mg: embalagens

contendo 30 cápsulas



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
  2. Derrame: Acúmulo anormal de líquido em qualquer cavidade ou órgão (derrame pleural, derrame pericárdico, derrame cerebral).
  3. Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago. ?? um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
  4. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  5. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  6. Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago (ver). Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
  7. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  8. Impotência: Termo freqüentemente utilizado para se referir à impotência sexual masculina, distúrbio caracterizado pela incapacidade de iniciar ou manter uma ereção peniana satisfatória para realizar o ato sexual.
  9. Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
  10. Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
  11. Neuropatia: Doença que afeta a um (mononeuropatia) ou vários nervos (polineuropatia). Seus sintomas dependem da localização e tipo de nervo comprometido, podendo ser motores (fraqueza muscular) ou sensitivos (diminuição da sensibilidade, dor). Entre suas causas figuram certos tóxicos, distúrbios metabólicos, infecções, doenças degenerativas, etc.
  12. Neuralgia: Dor aguda produzida pela irritação de um nervo. Caracteriza-se por ser muito intensa, em queimação, pulsátil ou semelhante a uma descarga elétrica. Suas causas mais freqüentes são infecção, lesão metabólica ou tóxica do nervo comprometido.
  13. Onicólise: Destruição da unha devido a infecções micóticas, bacterianas ou por processos tóxicos.
  14. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  15. Pâncreas: Glândula de secreção endócrina (ver), por sua produção de insulina, glucagon e peptídios intestinais que são lançados na corrente sangüínea e exócrina (ver) por sua produção de potentes enzimas digestivas lançadas no intestino delgado. Localiza-se profundamente na cavidade abdominal e possui um tamanho aproximado de 15x7cm.
  16. Palpitação: Percepção subjetiva dos batimentos cardíacos. Pode apresentar-se durante algumas arritmias cardíacas ou mesmo em pessoas com ritmo normal. Neste último caso, são distúrbios benignos associados a diversos distúrbios de ansiedade.
  17. Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
  18. Xeroftalmia: Distúrbio caracterizado pelo ressecamento excessivo das mucosas que recobrem o olho. Produz a sensação de ter um corpo estranho ou areia no mesmo, juntamente com dor e irritação ocular. Pode ser produzido por doenças locais ou que afetam também outros órgãos.
  19. Uréia: Produto do metabolismo das proteínas. Indica de forma indireta a eficiência da função renal. Quando existe insuficiência renal, os valores de uréia elevam-se produzindo distúrbios variados (pericardite urêmica, encefalopatia urêmica, etc.).
  20. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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