SANTIAZEPAM

Para que serve SANTIAZEPAM

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


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Santiazepam

Santisa

diazepam

Ansiolítico e Miorrelaxante

APRESENTAÇÕES
Comprimidos de 5 e 10 mg. Caixa com 1000, 500,200 ou 30 comprimidos.

VIA ORAL

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO
Princípio ativo:
7 cloro 1,3 diidro 1 metil 5 fenil 2H 1,4 benzodiazepina 2 ona (diazepam).
Excipientes:
Santiazepam

5 mg: lactose, amido de milho, talco e estearato de magnésio.

Santiazepam

10 mg: lactose, amido de milho, talco e estearato de magnésio.


INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações a seguir. Caso não esteja seguro a respeito de determinado
item, por favor, informe ao seu médico.

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Santiazepam

é indicado para alívio sintomático da ansiedade, tensão e outras queixas somáticas ou psicológicas

associadas com a síndrome da ansiedade. Pode também ser útil como coadjuvante no tratamento da ansiedade ou
agitação associada a desordens psiquiátricas.
Santiazepam

é útil no alívio do espasmo muscular reflexo devido a traumas locais (lesão, inflamação). Pode ser

igualmente usado no tratamento da espasticidade devida a lesão dos interneurônios espinhais e supra espinhais tal como
ocorre na paralisia cerebral e paraplegia, assim como na atetose e na síndrome rígida.
Os benzodiazepínicos são indicados apenas para desordens intensas, desabilitantes ou para dores extremas.
Santiazepam

só deve ser utilizado quando prescrito por seu médico.


2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Santiazepam
pertence a um grupo de medicamentos chamado benzodiazepínicos. Sua substância ativa é o diazepam.
Santiazepam

é um sedativo e também exerce efeito contra ansiedade, contra convulsões e é relaxante muscular.

Somente seu médico sabe a dose ideal de Santiazepam

para o seu caso. Siga as suas recomendações. Não mude as

doses por conta própria.

A ação do produto se faz sentir após cerca de 20 minutos de sua administração. Somente o médico sabe a dose ideal de

Santiazepam

para o seu caso. Siga as suas recomendações. Não mude as doses por conta própria.


QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você não deve tomar Santiazepam se for alérgico a diazepam ou a qualquer componente da fórmula do produto.
Santiazepam

não deve ser administrado se você tiver hipersensibilidade (alergia) aos benzodiazepínicos. Deve-se evitar

o uso se você tiver glaucoma de ângulo agudo (aumento da pressão intraocular).
Aconselha-se precaução especial ao se administrar Santiazepam

se você tiver miastenia gravis (doença que causa fraqueza

e fadiga muscular), por causa do relaxamento muscular preexistente.
Santiazepam

deve ser evitado se você tiver insuficiência grave dos pulmões ou do fígado e síndrome da apneia do

sono (paradas respiratórias durante o sono).
Os benzodiazepínicos não são recomendados como tratamento primário de doença psicótica.
Benzodiazepínicos não devem ser usados sozinhos para tratar depressão ou ansiedade associada à depressão, pois
poderá ocorrer suicídio desses pacientes.

Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos de idade.

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O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?


Uso concomitante de álcool/depressores

SNC


O uso concomitante de Santiazepam

com álcool e/ou depressores do sistema nervoso central (SNC) deve ser evitado.

Essa utilização concomitante tem potencial para aumentar os efeitos clínicos de Santiazepam, incluindo possivelmente
sedação grave, depressão cardiovascular e/ou respiratória clinicamente relevantes (vide item “Interações medicamentosas”).

Histórico médico de abuso de álcool ou drogas:
Santiazepam

deve ser usado com muita cautela em pacientes com história de alcoolismo ou dependência de drogas.


Santiazepam

deve ser evitado por pacientes com dependência de depressores do sistema nervoso central (SNC),

incluindo álcool. Uma exceção à dependência de álcool é o gerenciamento das reações agudas de retirada.

São recomendadas doses menores para pacientes com insuficiência respiratória crônica, por causa do risco de depressão
respiratória.

Devem ser usadas pequenas doses em pacientes idosos e debilitados.

Devem ser observadas as precauções usuais no caso de pacientes com comprometimento da função renal ou hepática.

Para efeitos na capacidade de dirigir vide item “Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas”.
Para advertências sobre dependência, abstinência e ansiedade de rebote, vide item “Abuso e dependência”.

Reações psiquiátricas e “paradoxais”: reações psiquiátricas, como inquietude, agitação, irritabilidade, agressividade,
ilusão, raiva, pesadelos, alucinações, psicoses, comportamento inadequado e outros efeitos adversos comportamentais,
podem ocorrer com o uso de benzodiazepínicos. Quando isso ocorre, deve-se descontinuar o uso da droga. Esses efeitos
são mais prováveis em crianças e idosos.

Amnésia: os benzodiazepínicos podem induzir a amnésia anterógrada (incapacidade de reter fatos novos na memória,

após a ingestão do benzodiazepínico). Esta pode ocorrer com o uso de doses terapêuticas, com aumento do risco em
doses maiores. Esses efeitos podem estar associados com comportamento inapropriado.


Tolerância: pode ocorrer alguma redução na resposta aos efeitos, após uso repetido de Santiazepam

por período

prolongado.

Santiazepam: Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose (a deficiência Lapp de lactase ou má
absorção de glicose-galactose) não devem tomar esta medicação e deverão falar com o seu médico, pois Santiazepam

possui lactose em sua composição.

Pacientes sob uso de Santiazepam

devem ser alertados quanto à realização de atividades perigosas que requeiram

grande atenção como operar máquinas perigosas ou dirigir veículos. Devem ser igualmente alertados sobre o consumo
concomitante de bebidas alcoólicas, pois pode ocorrer potencialização dos efeitos indesejáveis de ambas as drogas.

Quando existe insuficiência cardiorrespiratória, deve se ter em mente que sedativos como Santiazepam

podem acentuar

a depressão respiratória. Entretanto, o efeito sedativo pode, ao contrário, ter efeito benéfico ao reduzir o esforço respiratório
de certos pacientes. Na hipercapnia severa crônica, Santiazepam

só deve ser administrado caso os benefícios potenciais

superem os riscos.

Abuso e dependência
Dependência:
o uso de benzodiazepínicos e similares pode levar ao desenvolvimento de dependência física ou psíquica
(vide item “Quais males este medicamento pode me causar?”). O risco de dependência aumenta com a dose e duração do
tratamento. É maior também nos pacientes com história de abuso de drogas e/ou álcool.

Abstinência: quando ocorre dependência física, a retirada abrupta do tratamento será acompanhada de sintomas de
abstinência. Podem ocorrer dor de cabeça, dores musculares, ansiedade extrema, tensão, inquietude, confusão e
irritabilidade. Em casos graves, podem ocorrer sintomas como despersonalização, desrealização, aumento da
sensibilidade auditiva, dormência e sensibilidade nas extremidades, hipersensibilidade à luz, a barulho e a contato físico,
alucinações ou convulsões.

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Ansiedade de rebote: pode ocorrer uma síndrome transitória com os mesmos sintomas que levaram ao tratamento com
Santiazepam, que pode ser acompanhada de outras reações, incluindo alterações de humor, ansiedade e inquietude.
Isso pode acontecer com a descontinuação do tratamento. Como o risco de abstinência e rebote é maior quando a
descontinuação do tratamento é abrupta, é recomendado que a dosagem seja reduzida gradualmente.

Grupos especiais
Pacientes idosos
Se você tem mais de 60 anos, sua sensibilidade a Santiazepam

é maior que a de pessoas mais jovens. É possível que seu

médico tenha receitado uma dose menor e tenha solicitado a você que observe como reage ao tratamento. Assegure-se de
que você está seguindo essas instruções.

Uso em crianças
Uma vez que a segurança e a eficácia em crianças com idade inferior a 6 meses não foram estabelecidas,
Santiazepam

deverá ser utilizado nesse grupo etário com extrema cautela e somente quando outras alternativas

terapêuticas não estiverem disponíveis.

Principais interações medicamentosas
Não tome bebidas alcoólicas enquanto estiver em tratamento com Santiazepam. O álcool intensifica o efeito de
Santiazepam, e isso pode ser prejudicial. Não use e não misture remédios por conta própria.

Santiazepam

pode influenciar ou sofrer influência de outros medicamentos, quando são administrados ao mesmo tempo.

Informe o seu médico se estiver utilizando algum dos medicamentos ou substâncias mencionados a seguir, pois podem
ocorrer interações entre eles e a substância que faz parte da fórmula de Santiazepam:
- qualquer outro medicamento para o tratamento de doenças do sistema nervoso, incluindo tranquilizantes, sedativos,
medicamentos para dormir, medicamentos contra convulsões, entre outros;
- medicamentos para o tratamento de doenças do estômago: cisaprida, cimetidina e omeprazol;
- antimicóticos (ou antifúngicos) administrados por via oral, como o cetoconazol.

Gravidez e amamentação
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não deve
ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe o seu médico ou cirurgião-
dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.
Informe o seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe o seu
médico se você está amamentando. Santiazepam

passa para o leite materno, podendo causar sonolência e prejudicar

a sucção da criança.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Durante o tratamento com Santiazepam, o paciente não deve dirigir veículo ou operar máquinas, pois a sua habilidade e
atenção podem estar prejudicadas. Sedação, amnésia, diminuição da concentração e alteração da função muscular
podem afetar negativamente a habilidade para dirigir veículo ou operar máquinas.
Até o momento, não há informações de que Santiazepam

(diazepam) possa causar doping. Em caso de dúvida, consulte

o seu médico.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Santiazepam

deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).

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Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Os comprimidos de Santiazepam possuem formato cilíndrico biplanar. Os comprimidos de 5 e 10 mg são de cor branco.

Santiazepam

não possui características organolépticas marcantes que permitam sua diferenciação em relação a

outros comprimidos.

Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida
O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no
esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível.


Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?


Os comprimidos devem ser tomados com um pouco de líquido (não alcoólico).

Dose padrão
Para se obter efeito ótimo, a posologia deve ser individualizada. O tratamento deve ser iniciado com a menor dose
apropriada eficaz para a condição particular.
As doses orais usuais para adultos se iniciam com 5 – 10 mg. Dependendo da gravidade dos sintomas, o médico poderá
recomendar doses de 5 - 20 mg/dia. Normalmente cada dose oral para adultos não deve ser superior a 10 mg.

Os comprimidos podem ser divididos em partes iguais para facilitar a dosagem.

Duração do tratamento
A duração do tratamento deve ser a menor possível (vide item “Abuso e dependência”). Você deve ser reavaliado
regularmente quanto à necessidade de se continuar o tratamento, especialmente no paciente assintomático. O tratamento
não deve exceder 2 - 3 meses, incluindo o período de retirada progressiva. A extensão além desse limite poderá ser feita
após reavaliação da situação.

O seu médico deverá informá-lo sobre a duração do tratamento, limitado ao período de tratamento ao menor tempo
possível e explicará como a dose será progressivamente reduzida. Além disso, é importante que você saiba sobre a
possibilidade do fenômeno de rebote (reaparecimento temporário dos sintomas), para minimizar a ansiedade sobre tais
sintomas caso eles ocorram, durante a retirada do medicamento. Existem evidências de que, no caso de benzodiazepínicos
com efeito de curta duração, o fenômeno de retirada pode se manifestar no intervalo entre as doses, especialmente
quando as doses são altas. No caso de benzodiazepínicos com efeito de longa duração, como diazepam, é importante
prevenir quando se trocar para um benzodiazepínico com efeito de curta duração, pois podem ocorrer sintomas de
abstinência.

Instruções posológicas especiais
Idosos:
pacientes idosos devem receber doses menores. Esses pacientes devem ser acompanhados regularmente no
início do tratamento para minimizar a dosagem e/ou frequência de administração, para prevenir superdose causada pelo
acúmulo.

Distúrbios do funcionamento do fígado: pacientes com distúrbios do funcionamento do fígado devem receber doses
menores.

O seu médico sabe o momento ideal para suspender o tratamento. Entretanto, lembre-se de que Santiazepam

não deve

ser tomado indefinidamente.
Se você toma Santiazepam

em altas doses e interrompe o tratamento de repente, seu organismo pode reagir. Assim,

após dois a três dias sem qualquer problema alguns dos sintomas que o incomodavam podem reaparecer
espontaneamente.

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Não volte a tomar Santiazepam. Essa reação, da mesma maneira que surgiu, desaparece em dois ou três dias.
Para evitar esse tipo de reação, seu médico pode recomendar que você reduza a dose regularmente durante vários dias,
antes de suspender o tratamento.
Um novo período de tratamento com Santiazepam

pode ser iniciado a qualquer momento, desde que por indicação médica.


Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?


Você sempre deve tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou. Se por algum motivo você se
esquecer de tomar Santiazepam

e for próximo ao horário da sua próxima dose, não tome a dose perdida. Tome apenas

a próxima dose. Caso contrário, tome a dose esquecida assim que perceber e continue com a próxima dose normalmente
como recomendado. Não tente recuperar a dose perdida, tomando mais de uma dose por vez.


Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.


QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?


Informe o seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.
Os efeitos colaterais mais comuns são: cansaço, sonolência e relaxamento muscular; habitualmente relacionados com a
dose administrada e no início do tratamento. Geralmente desaparecem com a administração prolongada.

Distúrbios do sistema nervoso: ataxia (desequilíbrio), disartria (dificuldade para falar), fala enrolada, dor de cabeça,
tremores, tontura. Amnésia anterógrada (esquecimento de fatos recentes a partir da tomada do medicamento) pode ocorrer
com doses terapêuticas, sendo que o risco aumenta com doses maiores. Efeitos amnésicos (perda de memória) podem
estar associados com comportamento inapropriado.

Distúrbios psiquiátricos: reações paradoxais como inquietude, agitação, irritabilidade, agressividade, delírios, raiva,
pesadelos, alucinações, psicoses, comportamento anormal. Quando isso ocorre, deve-se descontinuar o uso da droga.
Esses efeitos são mais prováveis em crianças e idosos. Confusão, pobreza emocional, alerta diminuído, depressão, libido
aumentada ou diminuída.
O uso crônico (mesmo em doses terapêuticas) pode levar ao desenvolvimento de dependência física. O risco é mais
pronunciado em pacientes que recebem tratamento prolongado e/ou com doses elevadas e, particularmente, em pacientes
predispostos com antecedentes pessoais de alcoolismo ou abuso de drogas. Uma vez que a dependência física aos
benzodiazepínicos se desenvolve, a descontinuação do tratamento pode ser acompanhada de sintomas de abstinência ou
fenômeno de rebote (vide item “Abuso e dependência”). Tem sido relatado abuso de benzodiazepínicos (vide item
“Abuso e dependência”).

Lesões, envenenamento e complicações de procedimentos: existem relatos de quedas e fraturas em pacientes sob uso de
benzodiazepínicos. O risco é maior em pacientes recebendo, concomitantemente, sedativos (incluindo bebidas alcoólicas)
e em pacientes idosos.

Distúrbios de outros órgãos e sistemas: náuseas, boca seca ou hipersalivação (aumento da saliva), constipação e
outros distúrbios gastrointestinais, diplopia (visão dupla), visão turva, hipotensão (pressão baixa), depressão
circulatória. Incontinência ou retenção urinária, reações cutâneas, vertigem, insuficiência cardíaca (incluindo parada
cardíaca), depressão respiratória (incluindo insuficiência respiratória). Icterícia (coloração amarelada da pele e da parte
branca dos olhos): muito raramente.

Alterações em exames: frequência cardíaca irregular, aumento da fosfatase alcalina sanguínea. Transaminases
aumentadas (exames da função do fígado): muito raramente.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa por meio do seu serviço de atendimento.

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O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?


Sintomas
A superdose de benzodiazepínicos, em geral, se manifesta por depressão do sistema nervoso central, em graus variáveis,
desde sonolência, ataxia (falta de coordenação motora), disartria (dificuldades na fala) e nistagmo (movimentos anormais
dos olhos). Coma, hipotensão (pressão baixa), depressão respiratória e diminuição dos reflexos podem ocorrer, mas são
clinicamente tratáveis e reversíveis, se Santiazepam

tiver sido ingerido sozinho. Se ocorrer coma, normalmente tem

duração de poucas horas; porém, pode ser prolongado e cíclico, particularmente em pacientes idosos. Os efeitos de
depressão respiratória por benzodiazepínicos são mais graves em pacientes com doença respiratória.
Os benzodiazepínicos aumentam os efeitos de outros depressores do sistema nervoso central, incluindo o álcool.

Conduta
Os sinais vitais devem ser monitorados, e medidas de suporte devem ser instituídas pelo médico. Em particular, você
pode necessitar de tratamento sintomático dos efeitos cardiorrespiratórios ou efeitos do sistema nervoso central.
A absorção posterior deve ser prevenida utilizando-se um método apropriado, por exemplo, tratamento em um a duas
horas com carvão ativado. Se for utilizado o carvão ativado, é imperativo proteger as vias aéreas em pacientes sonolentos.
Em caso de ingestão mista, deve-se considerar a lavagem gástrica, entretanto, esse procedimento não deve ser considerado
uma medida de rotina.


Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.


MS 1.018.600.190.100
MS 1.018.600.190.119
MS 1.018.600.190.070
MS 1.018.600.190.046
MS 1.018.600.190.054
MS 1.018.600.190.089
MS 1.018.600.190.062
MS 1.018.600.190.097
Farm. Resp.: Amanda Bermejo Oba - CRF-SP nº 38.103



Fabricado por Santisa Laboratório Farmacêutico S.A.
Rua Monsenhor Claro, 6-90 – Bauru – SP

CNPJ

04.099.395/0001-82
Indústria Brasileira

SAC (14) 2108-4900
sac@santisa.com.br
www.santisa.com.br

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA.


Histórico de alteração para bula

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

No. expediente

Assunto

Data do

expediente

N° do expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de bula

Versões

(VP/VPS)

Apresentações

relacionadas


23/06/2014

Gerado no

momento do

Peticionamento

10457 - MEDICAMENTO

SIMILAR - Inclusão inicial

de Texto de Bula – RDC

60/12

N/A

N/A

N/A

N/A

Versão Inicial

VP

VPS

5 mg e 10 mg



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Delírio: Alteração aguda da consciência ou da lucidez mental, provocado por uma causa orgânica.
  2. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  3. Incontinência: Incapacidade de controlar o esvaziamento da bexiga ou do reto. Como resultado produz-se perda de urina ou matéria fecal involuntariamente. As pessoas com incontinência podem apresentar um defeito adquirido ou congênito no mecanismo esfincteriano, ou alguma anormalidade neurológica que as impeça de reconhecer o estado de plenitude da bexiga ou reto e de promover esvaziamento destes quando for conveniente.
  4. Glaucoma: Aumento da pressão intra-ocular que se manifesta por dor de cabeça, olho vermelho e, se não tratado, pode produzir perda de visão a longo prazo.
  5. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  6. Paraplegia: Perda transitória ou definitiva da capacidade de realizar movimentos devido à ausência de força muscular de ambos os membros inferiores. A causa mais freqüente é a lesão medular por traumatismos.
  7. Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
  8. Raiva: Doença infecciosa freqüentemente mortal, transmitida ao homem através da mordida de animais domésticos e selvagens infectados e que produz uma paralisia progressiva juntamente com um aumento de sensibilidade perante estímulos visuais ou sonoros mínimos.

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