TILOXICAN

Para que serve TILOXICAN

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


Tiloxican

®

(tenoxicam)

– VP 03

I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Tiloxican

tenoxicam


MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA

APRESENTAÇÕES

Tiloxican

(tenoxicam) 20 mg. Embalagem contendo 10 comprimidos revestidos.

USO ORAL

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido revestido de 20 mg contém:

tenoxicam........................................................ 20 mg

excipientes q.s.p. ................. 1 comprimido revestido
(celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, talco,
macrogol, dióxido de titânio e corante óxido de ferro amarelo).


II) INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações a seguir. Caso você não esteja seguro a
respeito de determinado item, por favor, informe ao seu médico.

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Tiloxican

(tenoxicam) é indicado para tratar os sintomas (principalmente a dor) de doenças com

componentes inflamatórios, degenerativos e dolorosos em geral, principalmente do sistema muscular
(musculoesquelético), como: artrite reumatoide (doença autoimune que acomete diversos sistemas do
organismo e, nas articulações, provoca inflamação e deformidade), osteoartrite (inflamação de ossos e
articulações), artrose (desgaste de articulações sem inflamação), espondilite anquilosante (inflamação das
articulações da coluna e grandes articulações, como os quadris), tendinite (inflamação em tendões), bursite
(inflamação da bolsa que envolve as articulações), periartrite dos ombros ou quadris (inflamação dos tecidos
próximos a articulações), distensões de ligamentos, entorses, gota (depósito de ácido úrico com crises de
artrite aguda), dor pós-operatória e dismenorreia primária (cólica menstrual).

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Tiloxican

(tenoxicam) apresenta propriedades anti-inflamatórias, analgésicas (reduz a dor), antitérmicas

(abaixa a febre) e inibe a agregação plaquetária (reduz a coagulação do sangue).

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você não deve usar Tiloxican

(tenoxicam) se:

- tiver hipersensibilidade (alergia) conhecida ao tenoxicam, a qualquer componente do produto ou a outros
anti-inflamatórios não esteroides (anti-inflamatórios que não contêm cortisona, como diclofenaco e
ibuprofeno);
- tiver apresentado sintomas de asma, rinite e urticária em uso prévio de anti-inflamatórios não esteroides
(como ácido acetilsalicílico);
- apresentar no momento ou já tiver apresentado alguma vez perfuração ou sangramento gastrintestinal (no
estômago ou intestino) relacionado ao uso prévio de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs);
- apresentar no momento ou já tiver apresentado alguma vez úlcera ou hemorragia (sangramento) péptica
(estômago ou intestino) recorrente (dois ou mais episódios distintos comprovados de sangramento ou
ulceração);
- apresentar insuficiência cardíaca grave (doença do coração que se manifesta como cansaço excessivo aos
esforços, inchaço nas pernas e falta de ar), como ocorre com outros AINEs.

Tiloxican

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(tenoxicam)

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Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você deve ter cuidado especial ao usar Tiloxican

(tenoxicam) nas seguintes situações:

- não deverá usar Tiloxican

(tenoxicam) se tiver problemas hereditários raros de intolerância à galactose, como

deficiência de Lapp lactase ou má absorção de glucose-galactose;
- se tiver idade mais avançada e / ou estiver debilitado por algum motivo, pode ter maior chance de apresentar
reações adversas, como sangramentos e ulcerações gastrintestinais. Informe a seu médico caso apresente qualquer
sintoma abdominal anormal;
- se já tiver apresentado doença inflamatória intestinal (colite ulcerativa ou doença de Crohn), deve utilizar
Tiloxican

(tenoxicam) com cautela; informe a seu médico antes de começar a tomar esta medicação;

- se apresentar reação de pele grave (síndrome de Stevens Johnson, necrólise epidérmica tóxica e dermatite
esfoliativa), o tratamento com Tiloxican

(tenoxicam) precisará ser interrompido;

- se tiver doença renal, insuficiência renal relacionada à diabetes, cirrose hepática, insuficiência cardíaca
congestiva e hipovolemia (volume de sangue reduzido no organismo), é importante que suas funções cardíaca e
renal sejam controladas (através de exames de sangue, como dosagem de ureia, creatinina, ou clinicamente,
através do aparecimento de edemas, aumento de peso, etc.). Se você apresenta uma dessas condições, deverá ser
considerado de alto risco no pré e pós-operatório de grandes cirurgias, por causa da possibilidade de grande
sangramento e, portanto, precisará de acompanhamento especial;
- se tiver distúrbio de coagulação, deve ser cuidadosamente observado por seu médico;
- se já tiver apresentado pressão alta e / ou insuficiência cardíaca congestiva leve ou moderada, deve ser
monitorado cuidadosamente por seu médico;
- se tiver pressão alta não controlada, insuficiência cardíaca congestiva, doença cardíaca isquêmica estabelecida
(como angina de peito ou infarto do miocárdio), doença arterial periférica (circulação prejudicada nas artérias),
doença cerebrovascular (como derrame, por exemplo), taxa de colesterol ou triglicérides alta no sangue, diabetes e
ou for fumante, somente utilize Tiloxican

(tenoxicam) após cuidadosa avaliação médica.


Se você desenvolver distúrbios da visão, deverá fazer exame oftalmológico, pois o tenoxicam pode causar efeitos
adversos oftalmológicos.

O tenoxicam pode mascarar os sintomas habituais de infecção, pois apresenta efeito antitérmico (abaixa a febre).

Idosos: Os idosos têm frequência aumentada de reações adversas aos AINEs, especialmente sangramento e
perfuração gastrintestinal, que podem ser fatais.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: se você apresentar reações adversas, tais
como vertigens, tontura ou distúrbios visuais, deverá evitar dirigir veículos ou manusear máquinas que requeiram
atenção.

Gravidez e amamentação
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
Você deve comunicar ao seu médico se estiver grávida ou tiver intenção de engravidar. Informe ao seu médico se
estiver amamentando. Embora não tenham sido observados defeitos físicos no feto, a segurança de tenoxicam
durante a gravidez e lactação ainda não foi estabelecida.

O uso de tenoxicam, assim como com qualquer medicamento utilizado para inibir a síntese de prostaglandina /
cicloxigenase (como os anti-inflamatórios não esteroidais), pode prejudicar a fertilidade e não é recomendado em
mulheres que tentam engravidar. A descontinuação de tenoxicam deve ser considerada em mulheres que têm
dificuldade em engravidar ou estão em investigação de infertilidade.

Até o momento, não há informações de que o tenoxicam possa causar doping. Em caso de dúvida, consulte o seu
médico.


Tiloxican

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(tenoxicam)

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Principais interações medicamentosas
Você não deve usar Tiloxican

(tenoxicam) e os seguintes medicamentos ao mesmo tempo: anti-inflamatórios

não esteroides (AINEs), como ácido acetilsalicílico e outros salicilatos, inibidores seletivos da cicloxigenase-2
(COX-2) e diuréticos poupadores de potássio.

Você deve avisar o seu médico e tomar Tiloxican

(tenoxicam)

com cuidado se estiver tomando os

seguintes medicamentos: metotrexato (medicamento utilizado em várias doenças inflamatórias e vários tipos
de câncer), lítio (medicamento usado em alguns problemas psiquiátricos), hidroclorotiazida (diurético leve
usado para reduzir a pressão arterial), bloqueadores alfa-adrenérgicos (medicamentos usados para reduzir a
pressão arterial), inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) (medicamentos muito usados para
reduzir a pressão arterial), anticoagulantes (varfarina, femprocumona e heparina, usados em casos de
trombose e embolia, principalmente) hipoglicemiantes orais (glibornurida, glibenclamida e tolbutamida,
usados no tratamento de diabetes), corticosteroides orais (anti-inflamatórios muito potentes, popularmente
chamados de “cortisona”), inibidores seletivos de recaptação de serotonina (antidepressivos), agentes
antiplaquetários (como a aspirina), colestiramina e dextrometorfano.

Não foram relatadas interações entre tenoxicam

e furosemida (um dos diuréticos mais utilizados), alfa-

agonistas de ação central (usados hoje principalmente em anestesia), bloqueadores do canal de cálcio
(medicamentos muito utilizados para reduzir a pressão arterial), atenolol (medicação para tratamento de
pressão arterial elevada), digitálicos (digoxina) (usados no tratamento da insuficiência cardíaca), antiácidos
(usados para tratamento de azia e outros sintomas gástricos), antagonistas de receptores-H2 (cimetidina)
(medicamentos usados para tratamento de gastrite, úlcera gástrica e duodenal e como protetores gástricos) e
álcool.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Tiloxican

(tenoxicam)

deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15 e 30 °C). Proteger da luz e umidade.


Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Os comprimidos revestidos de Tiloxican

(tenoxicam) são amarelos, circulares, biconvexos, chanfrados e liso em

ambas as faces.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você deve tomar Tiloxican

(tenoxicam) por via oral, com um pouco de água, durante ou imediatamente após uma

refeição.

Os efeitos adversos podem ser minimizados se for usada a menor dose e a menor duração de tratamento suficientes
para controlar os sintomas.

Para todas as indicações, exceto para cólica menstrual, dor pós-operatória e gota aguda, recomenda-se uma dose diária
de 20 mg. A dose recomendada para cólica menstrual é de 20 mg/dia para dor leve a moderada e 40 mg/dia para dor
mais intensa. Para dor pós-operatória, a dose recomendada é de 40 mg, uma vez ao dia, durante 5 dias. Nas crises
agudas de gota, a dose recomendada é de 40 mg, uma vez ao dia, durante 2 dias e, em seguida, 20 mg diários durante
os 5 dias seguintes.

Em casos de doenças crônicas, o efeito terapêutico de tenoxicam manifesta-se logo após o início do tratamento, e a
resposta aumenta progressivamente no decorrer do tratamento. Em casos de doenças crônicas, nos quais é necessário o

Tiloxican

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(tenoxicam)

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tratamento prolongado, doses superiores a 20 mg não são recomendadas, pois isso aumentaria a incidência e a
intensidade das reações adversas sem aumento significativo da eficácia.

Instruções posológicas especiais:
a posologia anteriormente recomendada aplica-se também aos idosos e a pacientes
com doença renal ou hepática.
Por causa da falta de experimentação clínica, ainda não foi estabelecida a posologia para crianças e adolescentes.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Durante os estudos, o tenoxicam foi bem tolerado nas doses recomendadas. As reações adversas foram leves e
transitórias, desaparecendo mesmo com a continuidade do tratamento.

As reações adversas relatadas parao tenoxicam estão listadas a seguir, por classe de sistemas de órgãos e frequência:
Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação com frequência desconhecida (não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis)

Distúrbios do sangue e do sistema linfático
Reações com frequência desconhecida: anemia (falta de hemoglobina no sangue, o que provoca cansaço aos
esforços e palidez), agranulocitose (desaparecimento dos glóbulos brancos do sangue, o que diminui muito as
defesas do organismo), leucopenia (diminuição do número de glóbulos brancos do sangue, responsáveis pela
defesa contra infecções), trombocitopenia (diminuição das plaquetas no sangue, o que prejudica a
coagulação do sangue).

Distúrbios do sistema imunológico
Reações com frequência desconhecida: reações de hipersensibilidade (alergia), tais como dispneia
(dificuldade de respirar), asma (falta de ar com chiado no peito), reações anafiláticas (reação alérgica
imediata, em geral acompanhada de choque e dificuldade respiratória), angioedema (inchaço dos tecidos
abaixo da pele, na maioria dos casos ocorrendo em torno da boca e laringe, com risco de asfixia).

Distúrbios do metabolismo e nutrição
Reação comum: anorexia (parar de comer).

Distúrbios psiquiátricos
Reação rara: distúrbio do sono.

Distúrbios do sistema nervoso
Reação comum: tontura, dor de cabeça.

Distúrbios oculares
Reações com frequência desconhecida: distúrbios visuais.

Distúrbios da orelha e do labirinto

Reação rara: vertigem (tipo de tontura em que a pessoa tem a sensação de que tudo está rodando à sua volta).

Distúrbios cardíacos
Reação rara: palpitações (batimentos irregulares do coração).

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Reação com frequência desconhecida: insuficiência cardíaca (doença do coração que se manifesta como
cansaço excessivo aos esforços).

Distúrbios vasculares
Reação com frequência desconhecida: hipertensão (pressão alta), vasculites (inflamação da parede dos vasos
sanguíneos).

Dados de estudos clínicos e epidemiológicos sugerem que o uso de inibidores seletivos da cicloxigenase-2
(inibidores COX-2) e alguns AINEs (particularmente em altas doses e em tratamentos prolongados) pode
estar associado a um pequeno aumento no risco de trombose nas artérias (coágulos sanguíneos obstruindo
vasos) (por exemplo, infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral). Embora não tenha sido mostrado
aumento de eventos trombóticos, tais como infarto do miocárdio, com tenoxicam, os dados são insuficientes
para excluir tais riscos.

Distúrbios gastrintestinais
Reação muito comum: desconforto gástrico, epigástrico (parte superior do abdome) e abdominal, dispepsia
(dificuldade de digestão), pirose (sensação de queimação gástrica), náusea, vômito, flatulência (aumento dos gases).
Reação comum: hemorragia gastrintestinal, perfuração gastrintestinal, úlceras gastrintestinais, úlcera péptica,
às vezes fatal, particularmente em idosos, hematêmese (vômito acompanhado de sangue), melena (fezes com
sangue digerido, tipo borra de café), obstipação (prisão de ventre), diarreia, ulceração da boca, gastrite, boca
seca, exacerbação de doença de Crohn (inflamação crônica do intestino que pode levar à formação de
fístulas) e colite (inflamação do intestino).

Reação incomum: estomatite.


Distúrbios hepatobiliares

Reação incomum: aumento das enzimas hepáticas (substâncias dosadas em exame de sangue, cujo aumento
denota lesão do fígado).
Reação com frequência desconhecida: hepatite (inflamação do fígado de qualquer causa, podendo ser viral, tóxica
ou imunológica).

Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos
Reação incomum: prurido (coceira), erupção cutânea, eritema (área vermelha na pele), exantema (erupção
cutânea que atinge grande parte ou toda a pele), urticária (placas avermelhadas e com muita coceira, que
mudam de lugar constantemente).
Reação muito rara: reação adversa cutânea grave (

RACG)

síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave
com aparecimento de bolhas na pele e mucosas) e necrólise epidérmica tóxica (esfoliação da pele) foram
reportadas. Reação de fotossensibilidade (aumento de sensibilidade à luz solar).

Distúrbios do sistema renal e urinário
Reação incomum: aumento de ureia ou creatinina no sangue (substâncias normalmente eliminadas pelos rins;
quando se constata que sua concentração no sangue está aumentada, significa que os rins não estão
funcionando adequadamente).

Distúrbios do sistema reprodutivo e da mama

Casos isolados de infertilidade feminina (não conseguir engravidar) foram relatados com drogas que inibem a
síntese de ciclooxigenase / prostaglandina, incluindo tenoxicam.

Distúrbios gerais e alterações no local de administração
Reação incomum: fadiga (cansaço), edema (inchaço).

Experiência pós-comercialização
O perfil de segurança dado pela experiência pós-comercialização é compatível com a experiência dos estudos
clínicos.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE

MEDICAMENTO?
Em geral, os sintomas de superdose por anti-inflamatórios não esteroides (AINE) incluem náuseas,
sangramento gastrintestinal (estômago e intestino), vômitos, dor de cabeça, sonolência, visão turva e

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vertigem. Foram relatados casos isolados de toxicidade mais grave após a ingestão de quantidade considerável
de tenoxicam, que incluem convulsões, hipotensão (pressão arterial baixa demais), hipertensão arterial
(pressão alta), apneia (parada da respiração), coma (perda de consciência) e insuficiência renal (os rins
deixam de eliminar adequadamente a água e as toxinas do corpo).
Em caso de superdose, descontinuação do medicamento, lavagem gástrica e a administração de carvão
ativado, antiácidos e inibidores da bomba de prótons podem ser indicados.
Reações do tipo das anafiláticas têm sido relatadas com a ingestão terapêutica de anti-inflamatórios não
esteroides e podem ocorrer após uma superdose.
Não há antídoto específico. A diálise não elimina significativamente os AINEs da corrente sanguínea.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.


III) DIZERES LEGAIS

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Reg.

M.S.

1.0047. 0256

Farm. Resp.: Cláudia Larissa S. Montanher

CRF-PR nº 17.379


Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 31/07/2013



Registrado e Fabricado por:
Sandoz do Brasil Indústria Farmacêutica Ltda.
Rod. Celso Garcia Cid (PR-445), Km 87, Cambé-PR

CNPJ

61.286.647/0001-16
Indústria Brasileira






Histórico de Alteração da Bula - Paciente

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

No.

expediente

Assunto

Data do

expediente

N° do

expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de bula

Versões

(VP/VPS)

Apresentações

relacionadas

29/10/2013

0908616/13-

1

Inclusão inicial de

texto de bula – RDC

60/12

29/10/2013

0908616/13-

1

Inclusão inicial de

texto de bula – RDC

60/12

29/10/2013 Versão

Inicial

VP

01

20 mg

Comprimidos

revestidos

01/09/2014 0726557143

Notificação de

Alteração de Texto

de Bula – RDC 60/12

01/09/2014 0726557143

Notificação de

Alteração de Texto

de Bula – RDC 60/12

01/09/2014

Dizeres Legais

VP 02

20 mg

Comprimidos

revestidos

07/05/2015 ---

Notificação de

alteração de texto de
bula para adequação

a intercambialidade

07/05/2015 ---

Notificação de

alteração de texto de
bula para adequação

a intercambialidade

07/05/2015

Adequação à

intercambialidade

VP 03

20 mg

Comprimidos

revestidos



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).
  2. Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
  3. Derrame: Acúmulo anormal de líquido em qualquer cavidade ou órgão (derrame pleural, derrame pericárdico, derrame cerebral).
  4. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  5. Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia (ver).
  6. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  7. Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago (ver). Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
  8. Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
  9. Hemorragia: Perda de sangue para um órgão interno (tubo digestivo, cavidade abdominal) ou para o exterior (ferimento arterial). De acordo com o volume e velocidade com a qual se produz o sangramento uma hemorragia pode produzir diferentes manifestações nas pessoas, desde taquicardia, sudorese, palidez cutânea, até o choque.
  10. Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
  11. Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
  12. Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também se denomina artrose (ver).
  13. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  14. Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
  15. Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. ?? produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
  16. Tendinite: Inflamação de um tendão. Produz-se em geral como conseqüência de um traumatismo. Existem doenças imunológicas capazes de produzir tendinite entre outras alterações.
  17. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  18. Uréia: Produto do metabolismo das proteínas. Indica de forma indireta a eficiência da função renal. Quando existe insuficiência renal, os valores de uréia elevam-se produzindo distúrbios variados (pericardite urêmica, encefalopatia urêmica, etc.).
  19. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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