ULCESTOP

Para que serve ULCESTOP

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


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Você não deve tomar Ulcestop

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se tiver hipersensibilidade (alergia) a lansoprazol ou

aos outros componentes da fórmula.
Ulcestop

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não deve ser coadministrado com o atazanavir (medicamento para

tratamento da infecção por HIV) devido a uma redução significativa na exposição do
atazanavir.
Usuários crônicos de bebidas alcoólicas podem apresentar um risco aumentado de
doença do fígado se tomar uma dose maior que a dose recomendada (superdose).
Também não deve ser utilizado fora do prazo de validade que está descrito na
embalagem deste produto.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu
término. Informe ao médico se está amamentando.

Não é recomendado utilizar Ulcestop

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se estiver em uso de diazepam, de fenitoína e

de varfarina, drogas metabolizadas (degradadas) no fígado.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Uma vez que Ulcestop

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é eliminado predominantemente por via biliar (fígado),

idosos e portadores de insuficiência hepática (redução da função do fígado) devem
procurar e avisar o médico antes de iniciar o tratamento. Este medicamento deve ser
administrado com cautela em pacientes com insuficiência hepática severa.

Gravidez e amamentação
Durante o tratamento com Ulcestop

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, a amamentação deve ser evitada caso a

administração deste medicamento seja necessária para a mãe.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista.

Populações Especiais
Idosos
Em pacientes idosos, a posologia inicial não necessita ser modificada, mas doses
subsequentes, superiores a 30 mg ao dia, não devem ser administradas, a menos que
supressão adicional da secreção ácida gástrica seja necessária. Deve-se ter cautela
quando Ulcestop

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for administrado em idosos com disfunção hepática (do fígado).


Alteração na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas
Este medicamento pode causar tontura e fadiga (cansaço), nessas condições, a
capacidade de reação pode estar diminuída. Deve-se evitar dirigir veículos e operar
máquinas.

Atenção diabético: este medicamento contém SACAROSE.

Interações Medicamentosas
Não foram observadas interações com propranolol, teofilina, lidocaína, quinidina,
metoprolol e amoxicilina. Não foram observadas interações ou reações com a
administração simultânea de lansoprazol com antiácidos.

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Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum
outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para
a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
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deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30 °C). Proteger da

luz e da umidade.
Prazo de validade: 36 meses após a data de fabricação impressa na embalagem.


Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com prazo de validade vencido.
Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.

Caraterísticas do medicamento
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30 mg: cápsula gelatinosa dura com tampa verde escura opaca e corpo

branco opaco, contendo microgrânulos com coloração esbranquiçada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja
no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
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deve ser administrado pela via oral.

- Tratamento de esofagite de refluxo, incluindo úlcera de Barrett: 30 mg ao dia, por
quatro a oito semanas.
- Tratamento de úlcera duodenal: 30 mg ao dia, por duas a quatro semanas.
- Tratamento de úlcera gástrica: 30 mg ao dia, por quatro a oito semanas.
- Tratamento de manutenção da cicatrização de esofagite de refluxo, de úlcera
duodenal e de úlcera gástrica: 15 mg uma vez ao dia.
- Tratamento da Síndrome de Zollinger-Ellison: dose inicial de 60 mg ao dia, por três
a seis dias. Se a dose diária exceder 120mg , as doses devem ser divididas em duas
tomadas equivalentes.

Modo de usar
As cápsulas de Ulcestop

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devem ser ingeridas pela manhã, em jejum. Caso a dose

diária exceda 120mg, a dose deve ser dividida, e a segunda tomada também deve ser
em jejum. As cápsulas devem ser ingeridas inteiras, não devem ser abertas ou
mastigadas, para preservar a cobertura entérica dos grânulos.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

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O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso esqueça-se de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No
entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário,
respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser
administradas duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou
cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Este medicamento pode causar algumas reações indesejáveis. Caso você tenha uma
reação alérgica, deve parar de tomar o medicamento e informar seu médico o
aparecimento de reações indesejáveis.

- Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este
medicamento):
não há relatos de reações muito comuns para estes medicamentos.

- Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este
medicamento):
em curto prazo (até 8 semanas de duração) os eventos adversos foram
diarreia, prisão de ventre, constipação, tontura, náusea e dor de cabeça, dores no
estômago, flatulência (gases) e dispepsia (queimação no estômago), fadiga (cansaço),
vômito com exceção dos pacientes sendo tratados para erradicação de infecção de
Helicobacter pylori, se a diarreia persistir, a administração de lansoprazol deve ser
descontinuada, devido a possibilidade de colite microscópica com engrossamento do
feixe de colágeno ou infiltração de células inflamatórias observadas na submucosa do
intestino grosso. Na maioria dos casos, os sintomas de colite microscópica se
resolvem após a descontinuação do tratamento com lansoprazol.

- Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este
medicamento):
anorexia (intensa falta do apetite), dispepsia, agitação, sonolência,
insônia, ansiedade, mal-estar, fadiga, rash (vermelhidão), elevação de TGO (enzima
transaminase glutâmico oxalacética) e TGP (enzima transaminase pirúvica).

- Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este
medicamento):
secura da boca ou da garganta, glossite (inflamação na língua),
candidíase do esôfago, pancreatite, petéquias (pontos vermelhos na pele), perda de
cabelo, eritema (vermelhidão) multiforme, Síndrome de Stevens-Johnson (reação
alérgica grave, envolvendo erupção cutânea (pele) nas mucosas, podendo ocorrer nos
olhos, nariz, uretra, vagina, trato gastrointestinal (estômago e intestinos) e trato
respiratório (brônquios, pulmões) e necrose epidérmica tóxica (morte da pele),
agitação, insônia (falta de sono), letargia (movimentos muito vagarosos), depressão,
alucinações, confusão, vertigens, parestesia (formigamento), sonolência, tremores,
hepatite, icterícia (pele amarelada), nefrite intersticial (inflamação/infecção dos rins),
trombocitopenia (alteração da coagulação do sangue), eosinofilia, pancitopenia
(diminuição global de elementos celulares do sangue) e agranulocitose (são alterações
dos glóbulos brancos do sangue), anemia, leucopenia (diminuição do numero de
glóbulos brancos no sangue), edema (inchaço) periférico, palpitações e dores

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torácicas, dores musculares e articulares, perturbações do paladar (gosto na boca) e
visuais, febre, hiperhidrose (muito suor), constrição brônquica, impotência e
angioedema (inchaço por alteração dos vasos sanguíneos).

- Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este
medicamento):
colite (inflamação do intestino grosso), estomatite (inflamação da
língua), língua preta, agranulocitose, ginecomastia (aumento das mamas), galactorreia
(saída de leite pelas mamas), choque anafilático (reação alérgica no corpo todo), mal
estar geral, aumento dos níveis de colesterol e dos triglicérides, necrólise epidérmica
tóxica, elevação da fosfatase alcalina.
- Outras reações possíveis: reações adversas com pacientes que receberam 15 mg ou
30 mg de lansoprazol, durante 12 meses, para tratamento de manutenção:
ginecomastia (aumento das mamas), dor, síndrome gripal, anomalias gastrointestinais,
alterações dentárias, gastroenterites (inflamação /infecção no estômago e intestino),
alterações no reto, anorexia, eructação (arrotos), flatulência (gases), diminuição da
libido (vontade sexual) e reações alérgicas, descolorimento da língua, Lupus
eritematoso cutâneo (doença inflamatória auto-imune que atinge a pele),
hipomagnesemia (diminuição dos níveis de magnésio no sangue), prurido, hepatite,
elevação da LDH (lactato desidrogenase) e gama-GT ou valores anormais nos testes
de função hepática.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de
reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e
problemas com este medicamento, entrando em contato através do Sistema de
Atendimento ao Consumidor (SAC).

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Se você tomar uma dose muito grande deste medicamento acidentalmente, deve
procurar um médico ou um centro de intoxicação imediatamente. O apoio médico
imediato é fundamental para adultos e crianças, mesmo se os sinais e sintomas de
intoxicação não estiverem presentes.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente
socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações sobre como proceder.

III – DIZERES LEGAIS

M.S.

1.0430.0036
Farm. Resp.: Dr Jaime Abramowicz
CRF-RJ n

?4451


Registrado e Fabricado por:
Diffucap-Chemobras Química e Farmacêutica LTDA.

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Rua Goiás, nº 1232/1236 – Quintino Bocaiúva – Rio de Janeiro – RJ.

CNPJ.

42.457.796/0001-56 – Indústria Brasileira.

Serviço de Atendimento ao Consumidor (

SAC)


0800-282-9800

[email protected]


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA





Código de arte: 15317402








DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Candidíase: ?? o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
  2. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  3. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  4. Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. ?? produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
  5. Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
  6. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  7. Impotência: Termo freqüentemente utilizado para se referir à impotência sexual masculina, distúrbio caracterizado pela incapacidade de iniciar ou manter uma ereção peniana satisfatória para realizar o ato sexual.
  8. Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática (ver).
  9. Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
  10. Nefrite: Termo que significa ???inflamação do rim??? e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
  11. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  12. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.

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