ULTRAVIST

Para que serve ULTRAVIST

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


Ultravist

®

300

Ultravist

®

370

iopromida

Meio de contraste não-iônico

APRESENTAÇÕES
Solução injetável

Ultravist

(iopromida) 300

Cartucho contendo frasco-ampola com 500 ml.
Caixa contendo 10 frascos-ampola com 20, 50, 100 ou 200 ml.

Ultravist

(iopromida) 370

Caixa contendo 10 frascos-ampola com 50, 100 ou 200 ml.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO
Ultravist

(iopromida) 300: cada mL contém 623 mg de iopromida (equivalente a 300

mg de iodo).
Ultravist

(iopromida) 370: cada mL contém 769 mg de iopromida (equivalente a 370

mg de iodo).
Excipientes: edetato de cálcio dissódico, trometamol, ácido clorídrico e água para
injetáveis.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE



1. PARA QUÊ ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Ultravist

®

(iopromida) solução injetável é um meio de contraste utilizado como auxiliar

no diagnóstico médico.

Ultravist

(iopromida) 300

Realce do contraste na tomografia computadorizada (TC), arteriografia e venografia
incluindo angiografia intravenosa/intra-arterial por subtração digital (DSA), urografia
intravenosa, visualização de cavidades corporais (por exemplo, artrografia) com exceção
de exames do espaço subaracnoide (mielografia, ventriculografia e cisternografia).

Ultravist

(iopromida) 370

Realce do contraste na tomografia computadorizada (TC), arteriografia incluindo
angiografia intravenosa por subtração digital (DSA) e especialmente angiocardiografia,
urografia intravenosa, visualização de cavidades corporais (por exemplo, artrografia) com
exceção de exames de espaço subaracnoide (mielografia, ventriculografia e
cisternografia).

Converse com o seu médico para obter mais esclarecimentos sobre a ação do produto e
sua utilização.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Ultravist

®

solução injetável contém a substância ativa iopromida que pertence ao grupo

dos produtos conhecidos com meios de contraste para raios X, solúveis em água,
nefrotrópico (que tem afinidade especial pelo tecido dos rins) e de baixa osmolaridade
Ultravist

®

(iopromida) que contém iodo. Os raios X são incapazes de atravessar os meios

de contraste, pois eles são absorvidos pelo iodo. As áreas do corpo onde Ultravist

®

(iopromida) é distribuído após a injeção na corrente sanguínea ou cavidades do corpo se
tornam visíveis durante o exame de raios X.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Não há contraindicação absoluta para o uso de Ultravist

(iopromida).


O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências e Precauções:

Para todas as indicações

Existem situações em que a administração do produto requer cuidados especiais.
Portanto, informe o seu médico sobre qualquer doença atual ou anterior, assim
como sobre a ocorrência de reação alérgica após a administração de algum meio de
contraste.
Reações do tipo alérgica variam de leve a grave incluindo a possibilidade de choque.
A maioria destas reações ocorre dentro de 30 minutos da administração. Contudo,
podem ocorrer reações tardias (após horas ou até dias).
A avaliação risco-benefício deve ser considerada em cada caso.
Informe ao médico a ocorrência das seguintes condições:
- hipersensibilidade (alergia) ao Ultravist

(iopromida) ou qualquer um dos

ingredientes inativos (excipientes) ou caso de reação anterior a meios de contraste
iodados;
- utilização de betabloqueadores, um medicamento usado para tratar pressão alta,
uma vez que beta-agonistas (medicamento usado no tratamento de reações adversas)
podem não ser efetivos;
- histórico de asma brônquica ou outras afecções alérgicas;
- disfunção da tireoide (glândula em forma de borboleta (com dois lobos), que fica
localizada na parte anterior pescoço, logo abaixo da região conhecida como Pomo de
Adão): em recém-nascidos, especialmente prematuros, que foram expostos à
Ultravist

(iopromida) ou através da mãe durante a gravidez ou no período

neonatal, é recomendado monitorar a função da tireoide, pois exposição ao excesso
de iodo pode causar hipotireoidismo (deficiência de hormônios produzidos pela
glândula tireoide), possivelmente necessitando de tratamento;
- distúrbios do sistema nervoso central e possibilidade de convulsões;
- Hidratação: deve-se assegurar hidratação adequada antes e após a administração
intravascular de Ultravist

(iopromida). Isto se aplica especialmente a pacientes com

mieloma múltiplo (um tipo de câncer), diabetes mellitus, poliúria (urinar em
excesso), oligúria (diminuição na produção de urina), hiperuricemia (presença de
níveis altos de ácido úrico no sangue), assim como a recém-nascidos, lactentes
(criança que ainda mama nos seios da mãe), crianças pequenas e pacientes idosos.
- Ansiedade: estados pronunciados de excitação, ansiedade e dor podem aumentar o
risco de efeitos colaterais ou intensificar reações relacionadas ao meio de contraste.
- Pré-teste: não é recomendado teste de sensibilidade.

Uso intravascular (nos vasos sanguíneos)


- doença circulatória grave ou do coração;
- doença grave dos rins ou doença dos rins já existente;
- desidratação com disfunção renal;
- diabetes mellitus com disfunção renal;
- mieloma múltiplo (tipo de câncer das células sanguíneas)/ paraproteinemia com
disfunção renal;
- doses repetitivas e/ou elevadas de Ultravist

(iopromida) com disfunção renal;

- feocromocitoma (raro tumor da glândula suprarrenal situada acima do rim, que
pode levar a um aumento da pressão sanguínea);
- miastenia gravis (distúrbio da função neuromuscular, em que existe fraqueza de
vários músculos, incluindo os músculos dos olhos);
- eventos tromboembólicos (grupo de doenças caracterizado pela obstrução de
artérias ou veias por coágulos formados localmente ou por trombos liberados na
circulação sistêmica), sabendo que meios de contraste não-iônicos, como por
exemplo Ultravist

(iopromida), interferem no processo de coagulação;

- gravidez e amamentação.

Gravidez e lactação

- Gravidez:
Não foram realizados estudos controlados e adequados em mulheres grávidas.
A segurança do uso de meios de contraste não-iônicos durante a gravidez não foi
suficientemente demonstrada. Uma vez que, sempre que possível, deve-se evitar
exposição à radiação durante a gravidez, os benefícios de qualquer exame de raios-
X, com ou sem meios de contraste, devem ser cuidadosamente avaliados contra o
possível risco.
Os estudos com animais não indicam que possam ocorrer efeitos prejudiciais com
relação à gravidez, ao desenvolvimento embrionário/fetal, ao parto ou ao
desenvolvimento pós-natal após o uso diagnóstico de iopromida em seres humanos.

“Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista.”

- Amamentação:
A segurança de Ultravist

(iopromida) para lactentes (criança que ainda mama nos

seios da mãe) não foi investigada. Meios de contraste são pouco excretados no leite
materno. É improvável que ocorra dano ao lactente (veja item “4. O que devo saber
antes de usar esse medicamento”, subitem “Advertências e Precauções – disfunção
da tireoide”).

Ingestão concomitante com outras substâncias

Pacientes sob tratamento com biguanidas (medicamentos usados no tratamento do
diabetes mellitus) devem informar ao médico previamente ao uso do contraste.
Após o uso de meio de contraste, os pacientes tratados com interleucina-2 (um
medicamento utilizado no tratamento de câncer) tendem a apresentar, com maior
frequência, reações tardias.
Pode ocorrer uma diminuição na absorção de radioisótopos (usados para
diagnóstico e tratamento de distúrbios da tireoide) quando administrado junto ao
Ultravist

(iopromida).

Efeitos na habilidade de dirigir ou utilizar máquinas

Não são conhecidos.

“Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum
outro medicamento.”
“Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a
sua saúde.”

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
O medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger
da luz e raios X.


“Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.”
“Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua
embalagem original.”

Características organolépticas

Ultravist

®

(iopromida) é apresentado como uma solução límpida, incolor a levemente

amarela.

“Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de
validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para
saber se poderá utilizá-lo.”
“Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.”

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Orientações gerais

Meios de contrastes que são aquecidos à temperatura corporal antes da administração são
melhores tolerados e podem ser injetados mais facilmente devido à reduzida viscosidade.
Para instruções adicionais ver “Instruções de uso/manuseio”.

Instruções de uso/manuseio

Ultravist

®

(iopromida) deve ser aquecido à temperatura corporal antes do uso.


- Incompatibilidade
Ultravist

®

(iopromida) não deve ser misturado com qualquer outro medicamento para

evitar risco de possíveis incompatibilidades.

- Inspeção visual
Meios de contraste devem ser inspecionados visualmente antes do uso, não devem ser
utilizados em caso de alterações de cor, presença de material particulado (incluindo
cristais) ou defeito no frasco. Como Ultravist

®

(iopromida) é uma solução altamente

concentrada, a cristalização (aparência leitosa/turva e/ou sedimento no fundo do frasco ou
cristais flutuando) pode ocorrer muito raramente.

- Frascos-ampola
Ultravist

®

(iopromida) só deve ser retirado do recipiente imediatamente antes de seu uso.

A tampa de borracha nunca deve ser perfurada mais do que uma vez para evitar que
grandes quantidades de micropartículas da borracha entrem em contato com a solução.
Para a perfuração da tampa e extração do meio de contraste, recomenda-se empregar
cânulas de bisel longo com diâmetro máximo de 18G (cânulas de uso exclusivo com
abertura lateral são particularmente adequadas).
A solução de meio de contraste não utilizada em um processo exploratório de um paciente
deve ser descartada.
- Frascos de grande volume (apenas para administração intravascular)
O descrito a seguir aplica-se à retirada múltipla de meio de contraste de recipientes de
200 mL ou mais.
A retirada múltipla de meio de contraste deve ser realizada utilizando equipamento
adequado para uso múltiplo.
A tampa de borracha nunca deve ser perfurada mais do que uma vez para evitar que
grandes quantidades de micropartículas da borracha entrem em contato com a solução.
O meio de contraste deve ser administrado com injetor automático ou por outro
procedimento que comprovadamente assegure a esterilidade do meio de contraste.
O tubo que liga o injetor ao paciente deve ser substituído após cada paciente para evitar
contaminação cruzada.

Os tubos de conexão e todas as partes descartáveis do sistema injetor devem ser
descartados quando o frasco de infusão estiver vazio ou após 10 horas de abertura do
frasco.
A solução de meio de contraste remanescente no recipiente deve ser descartada 10 horas
após a primeira abertura do recipiente.
Quaisquer instruções adicionais do respectivo fabricante do equipamento também devem
ser seguidas.

Regime de dose

Dose para uso intravascular

A dose a ser administrada deve ser adaptada conforme sua idade, peso corporal, história
clínica e técnica do exame.
Após a administração do meio de contraste, recomenda-se o monitoramento do paciente
por pelo menos meia hora após a realização do exame, uma vez que a maioria das reações
agudas ocorre dentro de uma hora da administração.
Siga as orientações fornecidas antes e após a realização do exame.

Informações adicionais sobre populações especiais


- Recém-nascidos (< 1 mês) e lactentes (1 mês – 2 anos)
Deve-se ter precaução em relação à dose de meio de contraste a ser administrada, o
desempenho técnico do procedimento radiológico e a condição do paciente.

- Pacientes idosos (com 65 anos ou mais)
Em um estudo clínico, nenhuma diferença na farmacocinética de iopromida foi observada
entre pacientes idosos (com 65 anos ou mais) e pacientes jovens. Além disso, nenhuma
recomendação específica para ajuste de dose é necessária em pacientes idosos.

- Pacientes com problemas no fígado
Nenhum ajuste de dose é considerado necessário em pacientes com problemas no fígado.

- Pacientes com insuficiência renal
A dose mínima possível deve ser usada nesses pacientes.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
“Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou
cirurgião-dentista.”

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?

Resumo do perfil de segurança

As reações adversas observadas mais frequentemente (? 4%) em pacientes
recebendo Ultravist

(iopromida) são cefaleia (dor de cabeça), náusea e

vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos).
As reações adversas mais graves observadas em pacientes recebendo Ultravist

(iopromida) são choque anafilactoide (tipo alérgico), parada respiratória,
broncoespasmo (dificuldade para respirar), edema laríngeo (inchaço da laringe),
edema faríngeo (inchaço da garganta), asma, coma, infarto cerebral (diminuição do
fluxo de sangue em partes do cérebro), acidente vascular cerebral, edema no cérebro
(inchaço do cérebro), convulsão, arritmia (alteração dos batimentos ou ritmo do
coração), parada cardíaca (parada do coração), isquemia miocárdica (condição
dolorosa do coração causada pela falta de fluxo sanguíneo para o coração), infarto

do miocárdio (ataque cardíaco), insuficiência cardíaca, bradicardia (diminuição dos
batimentos do coração), cianose (coloração azulada da pele e mucosas devido à falta
de oxigênio), hipotensão (pressão baixa), choque, dispneia (falta de ar), edema
pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões), insuficiência respiratória (os pulmões
não podem levar oxigênio suficiente ou expulsar gás carbônico suficiente) e
aspiração (levar material estranho para os pulmões).

Lista tabulada das reações adversas

As reações adversas observadas com Ultravist

(iopromida) estão listadas na tabela

abaixo. As reações estão classificadas de acordo com a classificação por Sistema
Corpóreo MedDRA (MedDRA versão 13.0). O termo MedDRA mais apropriado foi
utilizado para descrever determinada reação, seus sinônimos e condições
relacionadas.
As reações adversas dos estudos clínicos são classificadas conforme suas frequências.
As frequências são definidas de acordo com a seguinte convenção:

Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento),
Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento),
Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).

As reações adversas identificadas apenas durante a observação pós-comercialização
e para qual a frequência não pode ser estimada, estão listadas como “desconhecida”.

Tabela 1. Reações adversas relatadas em estudos clínicos ou durante a observação pós-
comercialização em pacientes tratados com Ultravist

(iopromida)

Classificação no
Sistema Corpóreo

Comum

Incomum

Rara

Desconhecida

Distúrbios do
sistema
imunológico

Hipersensibilidade/
reações
anafilactoides
(choque
anafilactoide

§)*)

),

parada
respiratória

§)*)

,

broncoespasmo

*)

,

edema laríngeo

*)

/,

faríngeo

*)

/ na face,

edema na língua

§)

,

espasmo faríngeo

§)

/

laríngeo, asma

§)*)

,

conjuntivite

§)

,

lacrimejamento

§)

,

espirros, tosse,
edema na mucosa,
rinite

§)

, rouquidão

§)

,

irritação na
garganta

§)

, urticária,

prurido,
angioedema)

Distúrbios
endócrinos

Distúrbio
tireoidiano,
crises

tireotóxicas

Distúrbios
psiquiátricos

Ansiedade

Distúrbio do
sistema nervoso

Tontura, cefaleia
(dor de cabeça),
disgeusia
(alteração de
paladar)

Reações vasovagais
(perda de
consciência/desmaio)
, confusão,
inquietação,
dormência ou
formigamento
(parestesia)/
diminuição da
sensibilidade
(hipoestesia),
sonolência

Coma

*)

,

isquemia/infarto
cerebral

*)

,

acidente
vascular
cerebral

*)

,

edema no
cérebro

a)

*)

,

convulsão

*)

,

cegueira cortical
transitória

a)

,

perda de
consciência,
agitação,
amnésia, tremor,
distúrbios da
fala, paresia
(diminuição dos
movimentos)/
paralisia

Distúrbios dos
olhos

Embaçamento/
distúrbios da
visão

Distúrbios dos
ouvidos e
labirinto

Distúrbios
auditivos

Distúrbios
cardíacos

Dor no peito/
desconforto

Arritmia (alteração
dos batimentos ou
ritmo do coração)

*)

Palpitações, parada
cardíaca

*)

,

isquemia
miocárdica

*)

(diminuição do
sangue para o
coração)

Infarto do
miocárdio

*)

,

insuficiência
cardíaca

*)

,

batimentos
cardíacos mais
lentos
(bradicardia)

*)

,

batimentos
cardíacos
acelerados
(taquicardia),
cianose
(coloração
azulada da
pele)

*)

Distúrbios
vasculares

Hipertensão
(pressão alta),
vasodilatação

Hipotensão (pressão
baixa)

*)

Choque

*)

,

desprendimento
de coágulos dos
vasos (eventos
tromboembólico
s)

a)

,

vasoespasmo
(estreitamento

do vaso)

a)

Distúrbios
respiratórios,
torácicos e
mediastinal

Falta de ar
(dispneia)

*)

Edema
pulmonar

*)

,

insuficiência
respiratória

*)

,

aspiração

*)

Distúrbios
gastrintestinais

Vômito, náusea

Dor abdominal

Dificuldade para
engolir
(disfagia),
inchaço das
glândulas
salivares,
diarreia

Distúrbios da Pele
e tecidos
subcutâneos

Condições
bolhosas (por
exemplo:
síndrome de
Stevens-
Johnsons ou
síndrome de
Lyell), rash,
eritema,
hiperidrose (suor
excessivo)

Distúrbios dos
ossos,
músculoesquelétic
o e tecido
conectivo

Síndrome de
compartimento
em caso de
extravasamento

a)

Distúrbios Renal e
urinário

Insuficiência
renal (falha dos
rins)

a)

falência renal
aguda

a)

Alterações gerais
e condições no
local de
administração

Dor,
reações no local
da injeção (vários
tipos ex.: dor,
calor

§)

, edema

§)

,

inflamação

§)

e

lesões dos tecidos
moles

§)

em caso de

extravasamento),s
ensação de calor

Edema

Mal-estar,
calafrios,
palidez

Investigações

Flutuação da
temperatura
corpórea

*)

foram relatados casos de risco para a vida e/ou casos fatais

a)

somente uso intravascular

§)

identificado somente durante a observação pós-comercialização (frequência

desconhecida)

Adicionalmente às reações adversas listadas acima, as seguintes reações adversas
foram relatadas com o uso para

ERCP

elevação do nível das enzimas pancreáticas e
pancreatite com frequência desconhecida.
A maioria das reações após uso em cavidades corporais ocorre algumas horas após a
administração.

“Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de
reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através
do seu serviço de atendimento.”

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Resultados de estudos de toxicidade aguda em animais não indicaram um risco de
intoxicação aguda após o uso de Ultravist

®

(iopromida).

Superdose intravascular

Sintomas de superdose intravascular podem incluir desequilíbrio eletrolítico e de fluidos,
insuficiência renal, complicações pulmonares e cardiovasculares.

Em caso de superdosagem intravascular acidental, é recomendado o monitoramento de
fluidos, eletrólitos e da função renal. O tratamento da superdose deve ser direcionado para
apoiar as funções vitais.

Ultravist

®

(iopromida)é dialisável.


“Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente
socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para
0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.”

MS – 1.7056.0095
Farm. Resp.: Dra. Dirce Eiko Mimura
CRF – SP nº 16.532

Fabricado por:
Bayer Pharma AG
Berlim – Alemanha

Importado por:
Bayer S.A.
Rua Domingos Jorge, 1.100
04779-900 – Socorro – São Paulo – SP
C.N.P.J. n° 18.459.628/0001-15
www.bayerhealthcare.com.br

SAC 0800 7021241
[email protected]

Venda sob prescrição médica

VE0114-CCDS13

Histórico de Alteração da Bula

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera a bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

Nº do

expediente

Assunto

Data do

expediente

Nº do

expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de bula

Versões

(VP/VPS)

Apresentações

relacionadas

26/06/2014

Inclusão

inicial de

texto de bula

– RDC 60/12

Não aplicável Não aplicável

Não aplicável

Não aplicável

Não aplicável

VP/VPS

623 mg/mL e 769

mg/mL

solução injetável



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).
  2. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  3. Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
  4. Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
  5. Oligúria: Eliminação de urina em volume inferior a 500 ml por dia. ?? produzida por desidratação, estados de choque (ver), infecções graves, insuficiência renal, etc.
  6. Paresia: Diminuição da força em um ou mais grupos musculares. ?? um grau menor de paralisia.
  7. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  8. Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
  9. Taquicardia: Aumento da freqüência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações (ver).
  10. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  11. Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
  12. Urografia: Ver pielografia
  13. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  14. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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