UNIMEDROL

Para que serve UNIMEDROL

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


1

UNIMEDROL

succinato sódico de metilprednisolona


Pó para solução injetável

IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES
Pó para solução injetável 125 mg: embalagem contendo frasco-ampola + ampola diluente de 2 mL.
Pó para solução injetável 500 mg: embalagem contendo frasco-ampola + ampola diluente de 8 mL.

USO ENDOVENOSO / INTRAMUSCULAR

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO


Cada frasco-ampola de 125 mg contém:
metilprednisolona .................................................................................................................................... 125 mg*
*Na forma de succinato sódico de metilprednisolona
Excipiente: fosfato de sódio dibásico

Cada ampola diluente de 2 mL contém: álcool benzílico, propilenoglicol e água para injetáveis.
Após reconstituição com 2 mL de diluente, cada mL de UNIMEDROL contém o equivalente a 62,5 mg de
metilprednisolona.

Cada frasco-ampola de 500 mg contém:
metilprednisolona .................................................................................................................................... 500 mg*
*Na forma de succinato sódico de metilprednisolona
Excipiente: fosfato de sódio dibásico

Cada ampola diluente de 8 mL contém: álcool benzílico, propilenoglicol e água para injetáveis.

Após reconstituição com diluente de 8 mL de diluente, cada mL de UNIMEDROL contém o equivalente a 62,5
mg de metilprednisolona.

Reconstituir o produto apenas com o diluente que acompanha a embalagem.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
UNIMEDROL (succinato sódico de metilprednisolona) pó para solução injetável é indicado para alguns
distúrbios endócrinos (alteração do funcionamento de glândulas), reumáticos (doenças inflamatórias crônicas),
doenças do colágeno e do complexo imune (p. ex., lúpus eritematoso sistêmico, entre outros), doenças
dermatológicas (da pele), estados alérgicos, doenças oftálmicas (dos olhos), gastrintestinais e respiratórias,
distúrbios hematológicos (das células do sangue), doenças neoplásicas (câncer), estados edematosos (inchaço),
doenças do sistema nervoso, entre outros.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

UNIMEDROL é um potente esteroide sintético (tipo de hormônio produzido em laboratório) com função anti-
inflamatória (medicamento que controla a reação do sistema de defesa a agressão) e metabólica.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? (Leia também as respostas 4 e 8)
Você não deve usar

UNIMEDROL

(1) se tiver hipersensibilidade (alergia) conhecida à metilprednisolona ou a
qualquer componente da fórmula; (2) se tiver infecções sistêmicas (no organismo) por fungos; (3) para uso pelas
vias de administração intratecal (diretamente no espaço onde corre o líquido espinhal) e epidural (espaço entre a
dura-máter e a parede do canal raquidiano).
A administração de vacinas de micro-organismos vivos ou atenuados (vivos, mas muito fracos) não é indicada se
você estiver recebendo doses imunossupressoras (que reduzem a atividade ou eficiência do sistema de defesa) de
corticosteroides (hormônio esteroide).

2

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? (Leia também as respostas 3 e 8)
Durante o tratamento com hormônios esteroides, como o UNIMEDROL, em doses imunossupressoras, a pessoa
não deve receber vacina com vírus vivos ou atenuados. Não há problemas em receber vacinas de micro-
organismos mortos ou inativados (sem capacidade de produzir doenças), mas a resposta à vacina pode ser
diminuída.
O uso de esteroides, medicamentos da classe do UNIMEDROL podem: (1) aumentar o risco de infecções; (2)
reativar focos de tuberculose; (3) desencadear transtornos psíquicos tais como euforia, insônia, oscilações do
humor e da personalidade, depressão e importantes alterações do comportamento. Pessoas com tendência a
instabilidade emocional e distúrbios de personalidade (psicose) têm mais chances de desenvolver esse problema.
Deve-se usar UNIMEDROL com cautela em pacientes com: (1) histórico de alergia a outros medicamentos, (2)
insuficiência renal (redução total da função dos rins), (3) diabetes, (4) miastenia grave (tipo de doença em que o
corpo agride os músculos e nervos dele mesmo), (5) pacientes com herpes simples ocular, (6) insuficiência
cardíaca congestiva (coração incapaz de bombear sangue a uma taxa satisfatória às necessidades dos tecidos), (7)
hipertensão (aumento da pressão do sangue), (8) colite ulcerativa não específica (úlceras do intestino), com
chances de perfuração iminente, (9) diverticulite (aparecimento de “pequenos dedos” no intestino que inflamam),
(10) abscesso (cavidade com pus devido a infecção) ou outra infecção piogênica (que produz pus), (11)
anastomose intestinal recente (cirurgia recente que reconectou duas partes do intestino), (12) úlcera péptica
(lesão no estômago ativa ou latente) ou (13) osteoporose (diminuição do cálcio dos ossos). Foi relatada a
ocorrência de trombose (entupimento de uma veia), incluindo tromboembolismo venoso (entupimento de uma
veia do pulmão por um coágulo), com o uso de corticosteroides. Consequentemente, os corticosteroides devem
ser usados com cautela em pacientes que apresentam ou estão predispostos a distúrbios tromboembólicos
(entupimento de veias e artérias por formação de coágulos). Altas doses de corticosteroides podem produzir
pancreatite aguda. Lesão hepática induzida por fármacos, tais como a hepatite aguda pode resultar de uso da
metilprednisolona pulsada cíclica (geralmente em doses de 1 mg/dia). O tempo de início da hepatite aguda pode
ser várias semanas ou mais. A resolução do evento adverso foi observado depois que o tratamento foi
descontinuado.
UNIMEDROL contêm álcool benzílico que tem sido associado com eventos adversos graves, incluindo a
Síndrome de Gasping (alteração do ritmo respiratório) e morte em pacientes pediátricos.
Só deve ser usado na gravidez quando os benefícios do seu uso superam os riscos. O succinato sódico de
metilprednisolona é excretado pelo leite humano. Informe ao seu médico se você estiver grávida, ficar grávida
durante o tratamento ou logo após seu término, ou estiver amamentando.
Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova.
O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama
interação medicamentosa. O uso de UNIMEDROL com medicamentos que induzem (aumentam a capacidade de
trabalhar) as enzimas do fígado (por exemplo, anticonvulsivantes – fenobarbital, fenitoína e antibiótico
antituberculoso – rifampicina) pode reduzir a quantidade de succinato sódico de metilprednisolona no sangue. Já
o uso com medicamentos que inibem as enzimas CYP3A4 (substâncias do fígado que transformam substâncias
químicas, como os medicamentos) podem aumentar a quantidade de succinato sódico de metilprednisolona no
sangue; são exemplos desse grupo: antibióticos (isoniazida) e suco de grapefruit. O uso de UNIMEDROL com
anticoagulantes (medicamentos que impedem a coagulação do sangue, por exemplo, varfarina) pode gerar
resultados variáveis – aumento ou diminuição da capacidade de coagulação; por isso é recomendado que se
monitore a capacidade de coagulação do sangue se esses dois medicamentos forem usados juntos. O uso com
anticonvulsivantes (carbamazepina), anticolinérgicos (substâncias antagonistas da ação de fibras nervosas
parassimpáticas que liberam acetilcolina), anticolinesterásicos (drogas que inibem a ação da enzima
colinesterase), antidiabéticos, antieméticos, antifúngicos, antivirais (inibidores da HIV-protease), inibidor da
aromatase (droga usada no tratamento do câncer de mama e ovário), bloqueadores dos canais de cálcio
(diltiazem), contraceptivos orais (etinilestradiol, noretindrona), imunossupressores (ciclofosfamida, tacrolimo),
antibióticos da classe dos macrolídeos (troleandomicina), anti-inflamatórios não esteroidais (ácido
acetilsalicílico) e agentes depletores de potássio (drogas que aumentam a perda de potássio, como por exemplo,
diuréticos) pode aumentar ou diminuir a quantidade de succinato sódico de metilprednisolona no sangue, o que
poderá resultar em alteração na posologia do medicamento, conforme critério médico.
O uso conjunto com outros anti-inflamatórios como o ácido acetilsalicílico pode aumentar o risco de
desenvolvimento de úlceras gastrintestinais.
A terapia com glicocorticoides pode mascarar os sintomas da úlcera péptica de forma que perfuração ou
hemorragia possa ocorrer sem dor significativa.
Crise de feocromocitoma (crise de pressão alta e sintomas sugestivos de ataque de pânico), que pode ser fatal, foi
relatada após a administração de corticosteroides sistêmicos. Corticosteroides só devem ser administrados em
pacientes com suspeita de feocromocitoma (tumor raro da glândula adrenal) ou feocromocitoma identificado
após uma avaliação apropriada de risco/benefício.

3

Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose. Os médicos que
acompanham pacientes sob imunossupressão devem estar alertas quanto à possibilidade de surgimento de
doença ativa, tomando, assim, todos os cuidados para o diagnóstico precoce e tratamento
.

Este medicamento pode causar doping.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.


5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Manter o produto em sua embalagem original e conservar em temperatura ambiente (entre 15° e 30°C); proteger
da luz e umidade.
O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho).
Armazenar a solução preparada à temperatura ambiente (entre 15° e 30°C), utilizando-a no período de 48 horas.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico (pó para solução injetável): pó amorfo branco ou quase branco, inodoro, higroscópico.
Aspecto físico (diluente): líquido límpido, incolor e isento de partículas visíveis.
Aspecto físico (após reconstituição): solução límpida incolor a quase incolor, isenta de partículas visíveis.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

UNIMEDROL só deve ser administrado por infusão endovenosa (EV, ou seja, dentro do vaso sanguíneo) ou por
injeção intramuscular (IM, ou seja, dentro do músculo). Em emergências a infusão EV deve ser a de escolha.
UNIMEDROL sempre será preparado e administrado por um médico ou por um profissional de saúde
especializado.
As instruções para administração, reconstituição, diluição e infusão estão disponibilizadas na bula destinada aos
profissionais de saúde, pois somente um médico ou um profissional de saúde especializado poderá preparar e
administrar a medicação.
Seu médico determinará a duração do tratamento e a quantidade de medicamento administrada por dia, e
monitorará sua resposta e condições. Em geral, a duração do tratamento deve ser baseada na resposta clínica do
paciente.
Recomenda-se o uso de seringas descartáveis.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.


O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

O plano de tratamento por via endovenosa (EV) e intramuscular (IM) é definido pelo médico que acompanha o
seu caso. Caso você esqueça de aplicar UNIMEDROL no horário estabelecido pelo seu médico, procure um
profissional que o aplique assim que lembrar. Porém, se o horário estiver muito próximo do da próxima dose
contate o médico para redefinir o plano de tratamento. Neste caso, não aplique o medicamento duas vezes para
compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer o resultado do tratamento.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.


8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? (Leia também as questões 3
e 4)
O succinato sódico de metilprednisolona se relaciona às seguintes reações adversas: infecção oportunista
(infecção que pode ocorrer quando o sistema de defesa está debilitado), infecção, peritonite (inflamação no
peritônio); leucocitose (aumento do número de leucócitos no sangue); hipersensibilidade a medicamentos

4

(alergia, incluindo reação alérgica grave), reação anafilática, reação anafilactoide (reações alérgicas graves);
cushingoide (aumento de peso, com depósito específico de gordura em tronco e pescoço, face cheia, pode haver
aumento de pelos e espinhas), hipopituitarismo (diminuição da função da glândula pituitária), síndrome de
abstinência de esteroide; acidose metabólica, retenção de sódio e de fluidos, alcalose hipocalêmica (alcalinidade
dos fluidos corporais devido à redução do potássio sanguíneo), alteração do colesterol, prejuízo da tolerância à
glicose, aumento da necessidade de insulina (ou medicamentos que reduzem a glicose no sangue em pacientes
diabéticos), lipomatose (acúmulo de gordura), aumento de apetite (que pode resultar em aumento de peso);
transtorno afetivo (incluindo instabilidade afetiva, humor deprimido, humor eufórico, dependência do
medicamento e ideação suicida), transtorno psicótico (incluindo mania, delírio, alucinação, esquizofrenia),
transtorno mental, alteração de personalidade, confusão, ansiedade, oscilações de humor, comportamento
anormal, insônia, irritabilidade; lipomatose epidural (deposição de gordura no espaço epidural da coluna
vertebral), aumento da pressão dentro do crânio, convulsão, amnésia, transtorno cognitivo (p. ex.:
esquecimento), tontura, dor de cabeça; retinopatia (doença que afeta a região central da retina), catarata;
glaucoma (aumento de pressão intraocular), protusão dos olhos conhecida popularmente como esbugalhamento
dos olhos; vertigem; insuficiência cardíaca congestiva (incapacidade do coração em bombear a quantidade
adequada de sangue), arritmia (alterações do ritmo cardíaco); trombose (entupimento de uma veia), aumento ou
queda da pressão sanguínea; embolia pulmonar (entupimento de uma veia do pulmão por um coágulo), soluços;
úlcera péptica (lesão no estômago) (com possível perfuração e sangramento), perfuração intestinal, sangramento
gástrico, inflamação no pâncreas, inflamação no esôfago, dor e aumento do volume abdominal, diarreia, má
digestão, náusea; hepatite (inflamação do fígado); angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da
mucosa, geralmente de origem alérgica), hirsutismo (aumento de pelos), petéquia (hematomas puntiformes na
pele), equimose (manchas vinhosas na pele por sangramento), atrofia da pele, vermelhidão da pele, aumento da
sudorese; estria da pele, erupção cutânea, coceira, urticária (alergia da pele), acne, hipopigmentação da pele; dor
e fraqueza muscular, miopatia (alteração da função dos músculos), diminuição de massa muscular, osteoporose
(diminuição do cálcio dos ossos), osteonecrose (morte de células ósseas), fratura patológica (fratura sem causa
aparente), artropatia neuropática (doenças da articulação), dor nas articulações, retardo do crescimento;
menstruação irregular; dificuldade de cicatrização, inchaço nas extremidades do corpo, cansaço, indisposição,
reação no local da injeção; aumento da pressão dentro do olho, diminuição da tolerância a carboidrato,
diminuição de potássio no sangue, aumento de cálcio na urina, aumento de enzimas do fígado e da fosfatase
alcalina (enzima encontrada em diversos órgãos e tecidos) no sangue, aumento da ureia no sangue, supressão de
reações em testes cutâneos; ruptura de tendão (parte do músculo que o fixa ao osso), fratura por compressão de
vértebras.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Não há síndrome clínica da superdose aguda com corticosteroides. Relatos de toxicidade aguda e/ou morte após
superdose de corticosteroides são raros. Em caso de superdose, não há antídoto específico disponível; o
tratamento é sintomático e de apoio. A metilprednisolona é dialisável.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Registro MS – 1.0497.1132

UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu –

SP – CEP

06900-000

CNPJ

60.665.981/0001-18
Indústria Brasileira

Farm. Resp.: Florentino de Jesus Krencas

CRF-SP

49136

Fabricado nas unidades fabris:

5

Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu –

SP – CEP

06900-000

CNPJ

60.665.981/0001-18
Indústria Brasileira

Av. Pref. Olavo Gomes de Oliveira, 4.550
Bairro São Cristovão
Pouso Alegre –

MG – CEP

37550-000
CNPJ 60.665.981/0005-41
Indústria Brasileira



SAC 0800 11 1559

6

Anexo B

Histórico de Alteração para a Bula do Paciente


Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

Nº do

expediente

Assunto

Data do

expediente

Nº do

expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de Bula

Versões

(VP /

VPS)

Apresentações

relacionadas

18/02/2016

Gerado no

momento do

peticionamento

10450

SIMILAR

Notificação

de

alteração

de

Texto de Bula

RDC 60/12

18/02/2016

Gerado no

momento do

peticionamento

10450

SIMILAR

Notificação

de

alteração

de

Texto de Bula

RDC 60/12

18/02/2016

COMPOSIÇÃO
4. O QUE DEVO SABER DE
USAR

ESTE

MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE
ESTE

MEDICAMENTO

PODE ME CAUSAR?

COMPOSIÇÃO
1. INDICAÇÕES
2.

RESULTADOS

DE

EFICÁCIA
3.

CARACTERÍSTICAS

FARMACOLÓGICAS
5.

ADVERTÊNCIAS

E

PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES ADVERSAS

VP

VPS

Pó para solução

injetável

125 mg e 500 mg

7

11/11/2015

0984235/15-7

10450

SIMILAR

Notificação

de

alteração

de

Texto de Bula

RDC 60/12

03/09/2015

0789945/15-9

10251

SIMILAR

Inclusão de local
de fabricação do
medicamento
com prazo de
análise

20/10/2015

DIZERES LEGAIS

5. ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO POSSO
GUARDAR

ESTE

MEDICAMENTO?

7.

CUIDADO

DE

ARMAZENAMENTO

DO

MEDICAMENTO

VP

VPS

Pó para solução

injetável

125 mg e 500 mg

22/01/2015

0061868/15-3

10450

SIMILAR

Notificação

de

alteração

de

Texto de Bula

RDC 60/12

22/01/2015

0061868/15-3

10450

SIMILAR

Notificação

de

alteração

de

Texto de Bula

RDC 60/12

22/01/2015

4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO POSSO
GUARDAR

ESTE

MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?

5.

ADVERTÊNCIAS

E

PRECAUÇÕES
7.

CUIDADOS

DE

ARMAZENAMENTO

DO

MEDICAMENTO
9. REAÇÕES ADVERSAS

VP

VPS

Pó para solução

injetável +

solução diluente

125 mg e 500 mg

03/09/2014

07332561/14-4

10450

SIMILAR

Notificação

de

alteração

de

Texto de Bula

RDC 60/12

03/09/2014

07332561/14-4

10450

SIMILAR

Notificação

de

alteração

de

Texto de Bula

RDC 60/12

03/09/2014

3.

CARACTERISTICAS

FARMACOLÓGICAS

VPS

Pó para solução

injetável +

solução diluente

125 mg e 500 mg

8

02/06/2014

0434295/14-0

10450

SIMILAR

Notificação

de

alteração

de

Texto de Bula

RDC 60/12

02/06/2014

0434295/14-0

10450

SIMILAR

Notificação

de

alteração

de

Texto de Bula

RDC 60/12

02/06/2014

8. QUAIS OS MALES ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?

3.

CARACTERISTICAS

FARMACOLÓGICAS
5.

ADVERTÊNCIAS

E

PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES ADVERSAS

VP

VPS

Pó para solução

injetável +

solução diluente

125 mg e 500 mg

17/03/2014

0189758/14-6

10450

SIMILAR

Notificação

de

Alteração

de

Texto de Bula

RDC 60/12

17/03/2014

0189758/14-6

10450

SIMILAR

Notificação

de

alteração

de

Texto de Bula

RDC 60/12

17/03/2014

4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?

3.

CARACTERISTICAS

FARMACOLÓGICAS
5.

ADVERTÊNCIAS

E

PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES ADVERSAS

VP

VPS

Pó para solução

injetável +

solução diluente

125 mg e 500 mg

9

12/09/2013

0771959/13-1

10450

SIMILAR

Notificação

de

alteração

de

Texto de Bula

RDC 60/12

12/09/2013

0771959/13-1

10450

SIMILAR

Notificação

de

alteração

de

Texto de Bula

RDC 60/12

12/09/2013

4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO POSSO
GUARDAR

ESTE

MEDICAMENTO?

2.

RESULTADOS

DE

EFICÁCIA
5.

ADVERTÊNCIAS

E

PRECAUÇÕES
7.

CUIDADOS

DE

ARMAZENAMENTO
8. POSOLOGIA E MODO
DE USAR

VP

VPS

Pó para solução

injetável +

solução diluente

125 mg e 500 mg

12/07/2013

0565512/13-9

10457

SIMILAR

Inclusão Inicial
de

Texto

de

Bula

– RDC

60/12

12/07/2013

0565512/13-9

10457

SIMILAR

Inclusão Inicial
de

Texto

de

Bula

– RDC

60/12

12/07/2013

Versão inicial

VP

VPS

Pó para solução

injetável +

solução diluente

125 mg e 500 mg



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Abscesso: Coleção de pus produzida em geral por uma infecção bacteriana. Pode se formar em diferentes regiões do organismo (cérebro, osso, pele, músculo). Pode causar febre, calafrios, tremores e vermelhidão e dor na área afetada.
  2. Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
  3. Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).
  4. Delírio: Alteração aguda da consciência ou da lucidez mental, provocado por uma causa orgânica.
  5. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  6. Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia (ver).
  7. Hemorragia: Perda de sangue para um órgão interno (tubo digestivo, cavidade abdominal) ou para o exterior (ferimento arterial). De acordo com o volume e velocidade com a qual se produz o sangramento uma hemorragia pode produzir diferentes manifestações nas pessoas, desde taquicardia, sudorese, palidez cutânea, até o choque.
  8. Glaucoma: Aumento da pressão intra-ocular que se manifesta por dor de cabeça, olho vermelho e, se não tratado, pode produzir perda de visão a longo prazo.
  9. Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
  10. Leucocitose: Aumento da contagem de leucócitos no sangue periférico como resposta a uma infecção, inflamação ou outra agressão externa.
  11. Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
  12. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  13. Pâncreas: Glândula de secreção endócrina (ver), por sua produção de insulina, glucagon e peptídios intestinais que são lançados na corrente sangüínea e exócrina (ver) por sua produção de potentes enzimas digestivas lançadas no intestino delgado. Localiza-se profundamente na cavidade abdominal e possui um tamanho aproximado de 15x7cm.
  14. Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
  15. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  16. Uréia: Produto do metabolismo das proteínas. Indica de forma indireta a eficiência da função renal. Quando existe insuficiência renal, os valores de uréia elevam-se produzindo distúrbios variados (pericardite urêmica, encefalopatia urêmica, etc.).
  17. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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