UNIPRAZOL

Para que serve UNIPRAZOL

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


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UNIPRAZOL

omeprazol


Cápsula

IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
Cápsula 20 mg: embalagem contendo 28 cápsulas.

USO ORAL

USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 1 ANO

COMPOSIÇÃO
Cada cápsula contém:
omeprazol* ......................................................................................................................... 20 mg
* na forma de microgrânulos gastrorresistentes
Excipientes: manitol, sacarose, fosfato de sódio dibásico, laurilsulfato de sódio, carbonato de cálcio,
hipromelose, polimetacrílicocopoliacrilato de etila, ftalato de etila, dióxido de titânio, talco, polissorbato
80, hidróxido de sódio e água purificada.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Indicado para tratar certas condições em que ocorra muita produção de ácido no estômago. É usado para
tratar úlceras gástricas (estômago) e duodenais (intestino) e refluxo gastroesofágico (quando o suco gástrico
do estômago volta para o esôfago). Muitas vezes o omeprazol é usado também na combinação com outros
antibióticos para tratar as úlceras associadas às infecções causadas pela bactéria Helycobacter pylori. O
omeprazol também pode ser usado para tratar a doença de Zollinger-Ellison, que ocorre quando o estômago
passa a produzir ácido em excesso. Também é utilizado para tratar dispepsia, condição que causa acidez,
azia, arrotos ou indigestão. Pode ser usado também para evitar sangramento do trato gastrintestinal superior
em pacientes seriamente doentes.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

UNIPRAZOL

é um medicamento cuja substância ativa, o omeprazol, atua diminuindo a quantidade de

ácido produzida pelo estômago.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não deve ser utilizado por pessoas alérgicas ao omeprazol ou a qualquer componente de sua formulação

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Antes da utilização de UNIPRAZOL você deve informar o seu médico sobre a presença das seguintes
condições: reação alérgica a este tipo de medicamento ou a quaisquer outros medicamentos; outros tipos de
alergias, como a algum alimento, corante, conservante ou a animais. A presença de outros problemas de
saúde pode afetar o uso deste medicamento. Avise seu médico se você apresentar: doença no fígado ou
história de doença hepática – essa doença pode levar ao aumento do omeprazol no seu organismo.

Mulheres grávidas
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.

Atenção: este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de
diabetes.
Cada cápsula de UNIPRAZOL

20 mg contém 0,118 g de sacarose.


O uso de UNIPRAZOL

com alguns tipos de medicamentos não é recomendado, mas poderá ser necessário.

Nesses casos, seu médico poderá alterar a dose e a frequência dos medicamentos, como por exemplo:
atazanavir, clorazepato, delavirdine, metotrexato.

2

A utilização de álcool e tabaco também pode causar interações com alguns medicamentos. Converse com
seu médico a respeito.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Manter o produto em sua embalagem original e conservar em temperatura ambiente (entre 15° e 30°C);
proteger da luz e umidade.
O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico (cápsula):
cápsula gelatinosa dura n°2, corpo azul claro e tampa azul escuro, contendo
pellets brancos a quase brancos.
Aspecto físico (pellet): grânulos brancos ou quase brancos, isento de partículas estranhas.


Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você deve tomar as cápsulas com líquido, por via oral imediatamente antes das refeições,
preferencialmente pela manhã. Para pacientes que tiverem dificuldade em engolir, as cápsulas podem ser
abertas e os microgrânulos intactos misturados com pequena quantidade de suco de frutas ou água fria e
tomados imediatamente. Os microgrânulos não devem ser mastigados e nem misturados com leite antes da
administração. Pode demorar vários dias até que ocorra alívio das dores estomacais. Para ajudar no alívio
dessas dores, podem ser usados antiácidos junto com omeprazol, salvo orientação contrária do seu médico.
Utilize este medicamento durante o tratamento estabelecido pelo seu médico e mesmo que você já esteja se
sentindo bem, só interrompa o tratamento quando seu médico assim determinar.

Adultos

Úlceras duodenais: 20 mg uma vez ao dia, antes do café da manhã, durante duas a quatro semanas.
Úlceras gástricas e esofagite de refluxo: 20 mg uma vez ao dia, antes do café da manhã, durante quatro a
oito semanas.
Profilaxia de úlceras duodenais e esofagite de refluxo: 10 mg ou 20 mg antes do café da manhã.
Síndrome de Zollinger-Ellison: a dosagem deve ser individualizada de maneira a se administrar a menor
dose capaz de reduzir a secreção gástrica adequadamente. A posologia inicial é normalmente de 60 mg em
dose única; posologias superiores a 80 mg ao dia devem ser administradas em duas vezes.

Esofagite de refluxo em crianças
Crianças com mais de 1 ano: 10 mg em dose única administrada pela manhã com o auxílio de líquido
(água ou suco de frutas; mas não leite).
Crianças acima de 20 kg: 20 mg. Caso a criança tenha dificuldade para engolir, as cápsulas podem ser
abertas e o seu conteúdo pode ser misturado com líquido (água ou suco de frutas; mas não em leite) e
ingerido imediatamente. Se necessária, a dose poderá ser aumentada, a critério médico, até, no máximo, 40
mg ao dia.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar uma dose, procure tomá-la assim que possível. Se estiver próximo ao horário
da dose seguinte, despreze a dose esquecida e volte ao seu esquema normal. Não tome duas doses ao
mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

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QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Informe seu médico da ocorrência de efeitos, tais como:
Reação comum (ocorre entre ? 1% e < 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): cefaleia
(dor de cabeça), diarreia, constipação, dor abdominal, náusea, flatulência (gases), vômito, regurgitação,
infecção do trato respiratório superior, tontura, rash (erupção cutânea), astenia (fraqueza), dor nas costas e
tosse.
Reação incomum: (ocorre entre ? 0,1% e < 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
parestesia (sensação de formigamento), sonolência, insônia, vertigem. Aumento das enzimas hepáticas
(alanina,

aminotransferase,

transaminase-glutâmico-oxalacética-sérica,

transpeptidase-gamaglutamil,

fosfatase alcalina e bilirrubina). Erupção ou prurido, urticária, mal-estar.
Reação rara (ocorre entre ? 0,01% e < 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): confusão
mental reversível, agitação, agressividade, depressão, alucinações (especialmente em estado grave),
ginecomastia (crescimento de mamas em homens), xerostomia (boca seca), trombocitopenia (diminuição
das plaquetas no sangue), agranulocitose (diminuição dos glóbulos brancos do sangue), pancitopenia
(diminuição das células do sangue), encefalopatia hepática (em pacientes com insuficiência hepática grave
preexistente), hepatite com ou sem icterícia, insuficiência hepática, artralgia (dor nas articulações), fraqueza
muscular, mialgia (dor muscular), fotossensibilidade (sensibilidade à luz), eritema multiforme (manchas
vermelhas planas ou elevadas, bolhas, ulcerações que podem acontecer em todo o corpo), síndrome de
Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do
corpo), necrólise epidérmica tóxica (grandes extensões da pele ficam vermelhas e morrem), alopecia (queda
de cabelo), reações de hipersensibilidade (angioedema, febre, broncoespasmo, nefrite intersticial, choque
anafilático), aumento da transpiração, edema periférico, turvação da visão, alteração do paladar,
hiponatremia (diminuição da concentração de sódio no sangue).
Muitos desses efeitos podem ocorrer normalmente e não necessitam de atenção médica. Esses efeitos
indesejáveis podem desaparecer durante o tratamento assim que seu organismo se adequar à medicação.
Seu médico pode também ser capaz de lhe dizer quais as maneiras de se prevenir ou reduzir muitos desses
efeitos indesejáveis. Converse com seu médico se alguns desses efeitos persistirem ou incomodarem ou se
você tiver dúvidas.

Experiência pós-comercialização
As reações adversas descritas abaixo foram identificadas durante a comercialização do omeprazol. Estas
reações foram relatadas espontaneamente por uma população de tamanho desconhecido, portanto não é
possível estimar a real frequência ou estabelecer uma relação de causalidade com o medicamento.
Desordens cardíacas: angina, taquicardia (aumento da frequência cardíaca), bradicardia (diminuição da
frequência cardíaca), palpitação.
Desordens da pele e tecido subcutâneo: eritema nodoso (nódulos vermelhos na pele), rash (erupção
cutânea), inflamação da pele, petéquias (pequenos pontos vermelhos na pele), púrpura (presença de sangue
fora dos vasos), pele seca.
Desordens do ouvido e labirinto: tinido (zumbido).
Desordens do sistema linfático e hematológicas: anemia, leucopenia (redução dos glóbulos brancos no
sangue), leucocitose (aumento dos glóbulos brancos no sangue), neutropenia (diminuição dos neutrófilos no
sangue), anemia hemolítica (anemia causada pela quebra de hemácias), anemia megaloblástica (produção
de hemácias gigantes e imaturas).
Desordens do sistema nervoso: tremor, letargia.
Desordens do sistema reprodutivo e mama: dor testicular.
Desordens do tecido músculo esquelético e conectivo: dor nas costas, espasmo muscular (cãibra),
distúrbio muscular, fratura óssea, miosite (inflamação muscular), dor nos membros inferiores, rabdomiólise
(ruptura das fibras musculares).
Desordens gastrintestinais: pancreatite, cólon irritável, descoloração fecal, estomatite, colite microscópica
(inflamação do cólon), gastrite atrófica, polipose glandular fúndica de estômago (tipo de pólipo),
hipergastrinemia (secreção excessiva de gastrina), esofagite (inflamação no esôfago), duodenite
(inflamação no duodeno), distensão abdominal. Durante o tratamento prolongado, foi observada alta
frequência de aparecimento de cistos glandulares gástricos. Essas alterações são consequências fisiológicas
da pronunciada inibição da secreção ácida, sendo benignas e parecendo reversíveis.
Desordens genéticas, familiares ou congênitas: mutação genética.
Desordens gerais e problemas no local de administração: fadiga (cansaço), dor no peito, edema
periférico (inchaço em braços e pernas), atrofia da mucosa da língua.
Desordens hepatobiliares: necrose hepática, doença hepatocelular, doença colestática (doença das vias
biliares).

4

Desordens metabólicas e nutricionais: hipomagnesemia (diminuição da concentração de magnésio no
sangue), hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue), hipercalemia (aumento da concentração de
potássio no sangue), diminuição da absorção de vitamina B12

,

anorexia (diminuição do apetite).

Desordens oculares: diplopia (visão dupla), irritação e inflamação ocular, síndrome do olho seco, atrofia
óptica (perda de fibras do nervo óptico), neuropatia óptica isquêmica anterior (infarto do nervo óptico) e
neurite óptica (inflamação do nervo óptico).
Desordens psiquiátricas: desordens psiquiátricas, desordens do sono, apatia, nervosismo, ansiedade,
sonhos anormais.
Desordens renais e urinárias: polaciúria (aumento da frequência urinária), nefrite intersticial (inflamação
do tecido renal), piúria microscópica (presença de leucócitos na urina), proteinúria (presença de proteína na
urina), hematúria (presença de hemácias na urina), glicosúria (presença de glicose na urina), lesões renais,
dificuldade urinária.
Desordens respiratórias, torácicas e mediastinais: epistaxe (sangramento nasal), dor de garganta,
dispneia (dificuldade para respirar).
Desordens vasculares: hipotensão (diminuição da pressão arterial), vasculite leucoclástica cutânea
(inflamação em vaso sanguíneo).
Infecções e infestações: infecções do trato urinário, pneumonia, candidíase esofágica, diarreia por
Clostridium difficile, superinfecção.
Investigação: creatinina sérica elevada, aumento da pressão arterial, aumento de peso.
Lesão, envenenamento ou complicações por procedimentos: efeito carcinogênico.
Neoplasias benignas, malignas e indefinidas: câncer gastroduodenal tem sido reportado em pacientes
com síndrome Zollinger-Ellison em tratamentos longos com omeprazol e acredita-se ser uma manifestação
da doença subjacente, que é conhecido por estar associado com tais tumores.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Os sinais de uma provável superdose são: visão embaçada, confusão, sonolência, secura na boca,
batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, dor generalizada, dor de cabeça, suor excessivo, náusea ou
vômito. Muitos desses efeitos podem ocorrer normalmente e não necessitam de atenção médica. Esses
efeitos indesejáveis podem desaparecer durante o tratamento assim que seu organismo se adequar à
medicação. Seu médico pode também ser capaz de dizer quais as maneiras de se prevenir ou reduzir muitos
desses efeitos.
Converse com seu médico se alguns desses efeitos persistirem ou se você tiver dúvidas a respeito de: dor de
estômago ou no abdômen; dor nas costas, dor no corpo, dor no peito, constipação (prisão de ventre), tosse,
diarreia ou fezes amolecidas, dificuldade para respirar, fraqueza, dor de cabeça, azia, perda da voz, dor
muscular, nariz entupido, náusea ou vômito, coriza, erupção ou coceira na pele, sintomas de resfriado,
cansaço ou sonolência anormais.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de
mais orientações.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Registro MS – 1.0497.1196

UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A

Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu –

SP – CEP

06900-000

CNPJ

60.665.981/0001-18
Indústria Brasileira

Farm. Resp.: Florentino de Jesus Krencas

CRF-SP

49136

Fabricado na unidade fabril:
Trecho 1, Conj.11, Lote 6/12

5

Polo de Desenvolvimento JK
Brasília –

DF – CEP

72.549-555

CNPJ

60.665.981/0007-03
Indústria Brasileira

SAC 0800

11 1559

6

Anexo B

Histórico de Alteração para a Bula

Dados da submissão eletrônica

Dados da petição/notificação que altera bula

Dados das alterações de bulas

Data do

expediente

Nº do expediente

Assunto

Data do

expediente

Nº do expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de Bula

Versões

(VP / VPS)

Apresentações

relacionadas

24/04/2015

Gerado no

momento do

peticionamento

10450

SIMILAR

Notificação de
Alteração

de

Texto de Bula
– RDC 60/12

06/06/2012

0481828/12-8

10148

SIMILAR

Alteração

de

Local

de

Fabricação de
Medicamento
de Liberação
Convencional

08/12/2014

FORMA

FARMACÊUTICA E

APRESENTAÇÃO;

DIZERES LEGAIS

VP

VPS

Cápsula

20 mg

0494315/14-5

10203

-

ESPECÍFICO -
Alteração
maior

de

excipiente

05/11/2014

0992852/14-9

10457

SIMILAR

Inclusão Inicial
de Texto de
Bula

– RDC

60/12

05/11/2014

0992852/14-9

10457

SIMILAR

Inclusão Inicial
de Texto de
Bula

– RDC

60/12

05/11/2014

Versão inicial

VP

VPS

Cápsula

20 mg



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).
  2. Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
  3. Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).
  4. Candidíase: ?? o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
  5. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  6. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  7. Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago (ver). Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
  8. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  9. Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
  10. Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática (ver).
  11. Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
  12. Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
  13. Leucocitose: Aumento da contagem de leucócitos no sangue periférico como resposta a uma infecção, inflamação ou outra agressão externa.
  14. Neuropatia: Doença que afeta a um (mononeuropatia) ou vários nervos (polineuropatia). Seus sintomas dependem da localização e tipo de nervo comprometido, podendo ser motores (fraqueza muscular) ou sensitivos (diminuição da sensibilidade, dor). Entre suas causas figuram certos tóxicos, distúrbios metabólicos, infecções, doenças degenerativas, etc.
  15. Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia (ver), déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
  16. Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
  17. Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (ver metástases). As neoplasias mais freqüentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
  18. Nefrite: Termo que significa ???inflamação do rim??? e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
  19. Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de ???emergência infecciosa???.
  20. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  21. Palpitação: Percepção subjetiva dos batimentos cardíacos. Pode apresentar-se durante algumas arritmias cardíacas ou mesmo em pessoas com ritmo normal. Neste último caso, são distúrbios benignos associados a diversos distúrbios de ansiedade.
  22. Taquicardia: Aumento da freqüência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações (ver).
  23. Tala: Instrumento ortopédico utilizado freqüentemente para imobilizar uma articulação ou osso fraturado. Pode ser de gesso ou material plástico.
  24. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  25. Regurgitação: Presença de conteúdo gástrico na cavidade oral, na ausência do reflexo de vômito. ?? muito freqüente em lactentes.
  26. Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. ?? produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
  27. Xerostomia: Ressecamento da boca provocado em geral pela secreção insuficiente de saliva pelas glândulas salivares. ?? ocasionado como efeito colateral de algumas drogas (anticolinérgicos) ou por diversos transtornos locais ou gerais.
  28. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  29. Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).
  30. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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