VACINA ADSORVIDA DIFTERIA, TÉTANO E PERTUSIS (ACELULAR)

Para que serve VACINA ADSORVIDA DIFTERIA, TÉTANO E PERTUSIS (ACELULAR)

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


Modelo de Bula

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vacina DTPa_V3.0.B 10/2014

Paciente

vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular)

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES

Suspensão injetável.

?

Cartucho com 1 frasco contendo uma dose de 0,5mL;

?

Cartucho com 5 frascos contendo uma dose de 0,5mL;

?

Cartucho com 1 ampola contendo uma dose de 0,5mL;

?

Cartucho com 5 ampolas contendo uma dose de 0,5mL;

?

Cartucho com 1 frasco contendo 10 doses de 0,5mL.


A vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular) (DTPa) deve ser administrada por VIA
INTRAMUSCULAR.


USO PEDIÁTRICO ENTRE 2 MESES E 6 ANOS DE IDADE

COMPOSIÇÃO

Cada dose de 0,5mL da vacina contém:

?

Toxoide pertussis (TP) ...................................................................................... ........................10 mcg

?

Hemaglutinina filamentosa (HAF) .................................................................... ..........................5 mcg

?

Fímbrias (AGG 2 + 3) ....................................................................................... ..........................5 mcg

?

Pertactina (69 kDa) ........................................................................................... ..........................3 mcg

?

Toxoide diftérico purificado ............................................................................. ................mín. 30 UI

?

Toxoide tetânico purificado .............................................................................. ................mín. 40 UI


Excipientes: fosfato de alumínio, alumínio, 2-fenoxietanol, água para injeção.

A vacina também pode conter traços de formaldeído e glutaraldeído.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

A vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular) (DTPa) é indicada para prevenção de
difteria, tétano e coqueluche em bebês acima de 2 meses como primovacinação ou como dose de
reforço para crianças de até 6 completos anos de idade (antes do 7º aniversário).

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Esta é uma vacina combinada utilizada para prevenir a difteria, o tétano e a coqueluche em crianças.
Porém, diferentemente da vacina tríplice bacteriana (D.T.P.) usual, a vacina DTPa não contém as
células inteiras da bactéria Bordetella pertussis que causa a coqueluche, mas sim alguns de seus
componentes celulares.

A difteria é uma doença grave, que pode causar dificuldades respiratórias, problemas cardíacos,
distúrbios neurológicos, pneumonia e até morte, sendo maior o risco de complicações em crianças e
idosos. O tétano também é uma doença grave, que causa convulsões e contrações musculares que
podem ser tão fortes a ponto de causar fratura dos ossos, e pode levar à morte. A coqueluche é uma
doença que provoca ataques de tosse intensos, que podem interferir na respiração. A coqueluche
também pode causar pneumonia, bronquite, convulsões, distúrbios cerebrais e morte. A vacina age
estimulando o organismo a produzir sua própria proteção (anticorpos) contra estas doenças. Por ser uma
vacina acelular, contendo apenas proteínas purificadas, a vacina DTPa apresenta menor probabilidade
de provocar reações adversas.

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Paciente

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

A vacina DTPa está contraindicada:

?

Em pessoas com reações de hipersensibilidade (um tipo de reação alérgica grave) sistêmica

conhecida a qualquer componente da vacina e/ou em casos de ocorrências potencialmente fatais
após a administração de doses anteriores desta vacina ou outra contendo os mesmos componentes;

?

Em pessoas com histórico de encefalopatias (lesões cerebrais), como decréscimo do nível de

consciência, coma, convulsões prolongadas, dentro de 7 dias após uma dose anterior de vacina
contendo o componente pertussis e que não foram atribuídas a nenhuma causa identificada.

?

Em pessoas com desordens neurológicas progressivas, incluindo espasmos (contração muscular

involuntária) infantis, epilepsia e encefalopatias progressivas.
A vacina não deve ser administrada à pacientes nessas condições até que o tratamento tenha sido
estabelecido e as condições estabilizadas.


Este medicamento é contraindicado para menores de 2 meses e maiores de 7 anos.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

- Antes da administração desta vacina, os pais ou responsáveis pelo paciente devem ser informados
sobre os riscos e benefícios da imunização e questionados sobre as condições atuais de saúde da
criança, histórico de hipersensibilidade a esta vacina ou similar, assim como histórico de vacinação e
presença de contraindicação a imunização. É extremamente importante que os pais ou responsáveis
sejam questionados sobre qualquer sintoma ou sinal de reação adversa após dose anterior da vacina.
- A vacina DTPa não deve ser usada para tratamento curativo de infecções causadas por B. pertussis,
C. diphtheriae ou C. tetani.
- Crianças em processo de recuperação de uma síndrome semelhante à coqueluche também devem ser
vacinadas; a não ser que o diagnóstico seja confirmado por cultura, a imunização com a vacina DTPa
deve ser iniciada ou continuada, pois a síndrome pode estar sendo causada por outra espécie de
Bordetella, por uma Chlamydia ou por algum vírus. As crianças que tiveram a infecção confirmada por
cultura devem continuar sendo imunizadas contra a difteria e o tétano, de acordo com o calendário
regular de vacinação.
- A vacinação deve ser adiada em caso de febre aguda, entretanto, desordens com baixo grau de febre
geralmente não são motivos para adiar a vacinação.
- Se algum dos seguintes eventos for observado após a administração de vacinas celulares de pertussis
ou que contenha componentes pertussis acelular, a decisão de administrar a vacina DTPa deve ser
baseada em considerações cuidadosas dos potenciais riscos e benefícios:

?

Temperatura igual ou superior a +40,5ºC por 48 horas, não atribuído à outra causa identificada;

?

Colapso ou estado similar ao choque (episódio hipotônico-hiporresponsivo dentro de 48 horas

após a vacinação);

?

Choro persistente e incontrolável durando 3 horas ou mais dentro de 48 horas após a vacinação;

Convulsão com ou sem febre ocorrendo dentro de 3 dias após a vacinação.
- Este produto contém quantidades vestigiais de formaldeído e glutaraldeído como resíduos. Este
produto contém fosfato de alumínio e 2-fenoxietanol como excipientes.
- A possibilidade de reações alérgicas em pessoas sensíveis aos componentes da vacina deve ser
avaliada. Reações de hipersensibilidade podem ocorrer mesmo em pacientes sem histórico de
hipersensibilidade aos componentes da vacina. Casos de reações anafiláticas têm sido reportados após a
administração de vacinas contendo antígenos de difteria, tétano e/ou pertussis.
- Antes da injeção de qualquer biológico, a pessoa responsável pela administração deve tomar todas as
precauções conhcecidas para prevenção de reações alérgicas ou de qualquer outro tipo. Tal como todas
as vacinas injetáveis, tratamento médico apropriado e supervisão devem estar sempre prontamente
disponíveis em caso de evento anafilático raro após administração da vacina.
- Como medida de precaução, uma injeção de epinefrina (1:1000) deve estar imediatamente disponível
em caso de reação anafilática inesperada ou reações alérgicas granves.

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Paciente


-

Pacientes

imunocomprometidos

(seja

por

distúrbios

ou

tratamento)

podem

não

obter a resposta imune esperada. Se possível, deve-se considerar o adiamento da
vacinação

até

o

término

do

tratamento

imunossupressor.

No

entanto,

vacinação de pacientes com imunodeficiência crônica, como a infecção pelo HIV tanto sintomático
quanto assintomático, é recomendada mesmo que a resposta imune possa ser limitada. A vacinação
deve ser feita de acordo com o calendário nacional.
- A vacina DTPa não deve ser administrada por via intravenosa, subcutânea ou intradérmica. No
momento da aplicação, assegure que a agulha não penetrou nenhum vaso sanguíneo. Não administre na
região glútea.
- Como com qualquer vacina, a imunização com a vacina DTPa pode não proteger 100% dos indivíduos
vacinados.
- Como toda vacina injetável, a vacina DTPa pode causar hematomas no local da injeção em pacientes
com desordens sanguineas, como trombocitopenia, problemas de coagulação, ou tratamento com
anticoagulantes. Se a decisão for de administrar qualquer medicamento pela via intramuscular para
estas pessoas, a aplicação deve ser realizada com cuidado, tomando-se todas as precauções para evitar o
risco de formação de hematoma após a injeção.
- Uma revisão feita pelo Instituto Americano de Medicina (IOM) encontrou relação causal entre o
toxoide tetânico e a ocorrência de Neurite Braquial e Síndrome de Guillain-Barré. Se a Síndrome de
Guillain-Barré ocorrer dentro de 6 semanas após a vacinação anterior contendo toxoide tetânico, a
decisão de administrar a vacina deve ser cuidadosamente avaliada levando-se em conta os potenciais
benefícios e possíveis riscos.
- O potencial risco de dificuldades respiratórias (apneia) e necessidade de monitoramento respiratório
por 48-72 horas deve ser considerado no momento da administração da série de imunização primária a
bebês muito prematuros (nascidos com ou menos de 28 semanas de gestação), e particularmente aos
que tenham histórico prévio de imaturidade respiratória. Como o benefício da vacinação é alto neste
grupo de crianças, a vacinação não deve ser suspensa ou adiada.
- Para lactentes e crianças com maior risco de convulsões do que a população em geral, um antipirético
adequado pode ser administrado no momento da vacinação com uma vacina contendo componente
pertussis acelular e nas 24 horas seguintes, para reduzir a possibilidade de febre pós-vacinação.
- Episódio hipotônico-hiporresponsivo raramente ocorre após a vacinação com vacinas DTP com
componente pertussis de células inteiras e ocorrem ainda menos após vacinação com vacinas DTP
contendo pertussis acelular. Histórico de episódio hipotônico-hiporresponsivo não é contraindicação
para o uso da vacina pertussis acelular, mas nestes casos recomenda-se precaução e acompanhamento.
- Desmaio (síncope) tem sido notificada após vacinação com a vacina DTPa. Os vacinados deverão ser
observados por 15 minutos após a administração da vacina e deverão estar em posição procedimentos
para prevenir e gerenciar estes tipos de reações.

?

Uso na gravidez e lactação:

Não se aplica.

?

Uso pediátrico:

É recomendado que crianças prematuras em condições clínicas satisfatórias sejam vacinadas com doses
inteiras da vacina seguindo o esquema vacinal completo para crianças nascidas a termo, independente
do peso no nascimento.

?

Interações Medicamentosas:

- A vacina DTPa pode ser usada para reconstituir a vacina Haemophilus influenzae b (conjugada) do
mesmo fabricante, permitindo a administração dessas duas vacinas em uma única aplicação
- Verificou-se que a administração das vacinas atenuadas e inativadas rotineiramente utilizadas durante
a mesma visita do paciente ao pediatra produziu taxas de soroconversão e taxas de reações adversas
semelhantes às observadas quando as vacinas são administradas separadamente. Recomenda-se que as
vacinas administradas simultaneamente sejam aplicadas em locais distintos e com seringas separadas. A

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Paciente

administração simultânea é sugerida, sobretudo quando existe a preocupação de que o paciente pode
não retornar para a vacinação subsequente.
- A administração simultânea de vacinas infantis como a vacina DTPa, sarampo, caxumba e rubéola,
poliomielite oral ou injetável, varicela, pneumocócica conjugada e hepatite B, é incentivada para as
crianças que estão na idade recomendada para recebê-las e quando não existem contraindicações
específicas para o paciente.
- Terapias imunossupressoras, incluindo irradiação, antimetabolitos, agentes alquilantes, citotóxicos e
corticosteroides (em doses maiores do que a fisiológica) podem interferir com a resposta imune da
vacina DTPa.

Crianças que já tiveram difteria, tétano ou pertussis também devem ser vacinadas, uma vez que essas
infecções nem sempre conferem imunidade.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

A vacina DTPa deve ser armazenada e transportada entre +2ºC e +8ºC. Não deve ser colocada no
congelador ou “freezer”; o congelamento é estritamente contraindicado.

Prazo de validade:
Desde que mantida sob refrigeração, o prazo de validade da vacina DTPa é de 36 meses, a partir da
data de fabricação. A data refere-se ao último dia do mês indicado na embalagem.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Uso imediato.

Esta vacina é uma suspensão injetável. A suspensão injetável apresenta-se turva de coloração branca a
amarelado homogêneo.

Como qualquer medicamento de uso parenteral, a vacina deve ser visualmente inspecionada quanto à
presença de partículas em suspensão ou descoloração antes do uso. Na presença de tais alterações, a
vacina deverá ser descartada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Esta vacina será administrada na sua criança por um profissional da saúde.
A vacina DTPa deve ser administrada pela via intramuscular.

Em crianças menores de 1 ano de idade, a parte anterolateral da coxa é o local preferido para a injeção.
Para crianças maiores, o músculo deltoide geralmente é o mais indicado.

Dosagem:
O calendário de imunização da série primária recomendada para a vacina DTPa consiste de 4 doses de
0,5mL, cada uma aos 2, 4, 6 e 18 meses de idade.

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Paciente


O esquema recomendado para a imunização de crianças deve ser completado com uma dose única de
0,5mL de vacina DTPa entre 4 e 6 anos de idade.
Doses fracionadas (doses <0,5mL) não devem ser administradas, a segurança e eficácia de doses
fracionadas não foram determinadas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se por qualquer motivo a rotina de vacinação não puder ser obedecida, recomenda-se que as três
primeiras doses de 0,5mL sejam administradas com intervalos de 4 a 8 semanas entre si, seguidas de
uma quarta dose de 0,5mL administrada um ano após a terceira dose.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como os ensaios clínicos são conduzidos sob condições muito variadas, as taxas de reações adversas
observadas para uma vacina podem não ser diretamente comparadas com as taxas nos ensaios clínicos
de outra, e podem ainda não refletir as taxas observadas na prática. As informações de reações adversas
em ensaios clínicos, no entanto, fornecem uma base para identificar esses eventos adversos que
parecem estar relacionadas ao uso de vacinas e para estimar as taxas dos mesmos.
A vacina DTPa foi administrada com segurança em mais de 4.000 crianças em ensaios clínicos. Nestes
ensaios, os pacientes que utilizaram a vacina DTPa apresentaram taxas consistentemente mais baixas
de reações locais e sistêmicas quando comparada àqueles que receberam vacinas contra coqueluche de
células inteiras.

A frequência de reações no local da injeção aumentam com o número de doses administradas.

Embora estas reações no local da injeção possam resultar em grandes edemas, a dor é geralmente
limitada.
A frequência dos eventos adversos após qualquer dose de vacina DTPa aos 2, 4, 6 e 18 meses e entre 4
e 6 anos são apresentados a seguir:

?

Reações adversas observadas a partir de estudos clínicos:

o Reação muito comum (>1/10):

? Sonolência, sensibilidade no local da injeção, edema (inchaço), febre, irritabilidade,

diminuição do apetite (anorexia).

o

Reação comum (>1/100 a ?1/10):

? Vômito, palidez, choro.

o

Reação incomum (>1/1.000 a ?1/100):

? Convulsões.

o Reação rara (>1/10.000 a ?1/1.000):

? Eventos hipotônico–hiporesponsivos (a criança apresenta-se pálida, mole e não-

responsiva aos pais. Não foram associados até hoje a nenhuma sequela
permanente), apatia.


Os eventos adversos adicionais listados a seguir têm sido relatados espontaneamente durante a
comercialização da vacina DTPa no mundo todo. Como esses eventos são relatados espontaneamente
de uma população de tamanho desconhecido é impossível estimar a frequência com que eles ocorrem
ou estabelecer uma relação causal com a exposição à vacina.

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Paciente

?

Dados de Experiência Pós-Comercialização

o Distúrbios Sanguíneos e Linfáticos:

? Linfadenopatia;

o Distúrbios Cardíacos:

? Cianose;

o Distúrbios Gastrointestinais:

? Náusea, diarreia;

o Distúrbios Gerais e no local de administração:

? Reações no local da injeção: dor, urticária, nódulos, edema;
? Reações grandes no local de injeção (>50mm de diâmetro), incluindo inchaço

extenso dos membros que pode prolongar-se no local da injeção além de uma ou
ambas as articulações têm sido relatados em crianças após administração da vacina
DTPa
. Estas reações normalmente começam dentro 24-72 horas após a vacinação,
pode estar associada a eritema, calor, dor ou sensibilidade no local da injeção e
desaparecem espontaneamente dentro de 3-5 dias. O risco parece ser dependente do
número de doses prévias de vacina contendo pertussis acelular, com maior risco
após a 4ª e 5ª doses.

o Distúrbios do Sistema Imune:

? Hipersensibilidade, reações alérgicas, reações anafiláticas (edema, edema de face)
? Prurido, rash generalizado e outros tipos de rash (eritematoso, macular, maculo-

papular).

o Infecções e Infestações:

? Celulite ou abscesso no local de injeção.

o Distúrbios do sistema nervoso:

? Convulsões: convulsões febris, convulsões de grande mal, crises parciais.
? Episódio hipotônico-hiporresponsivo, hipotonia, sonolência, síncope.

o Distúrbios Psiquiátricos:

? Gritos.


Informe a empresa sobre o aparecimento de eventos indesejáveis e problemas com este medicamento,
entrando em contato através do Serviço de Informação sobre Vacinação (SIV).

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Não há estudos específicos sobre este assunto.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.




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Paciente


DIZERES LEGAIS

Registro MS nº 1.1300.1080

Farmacêutica Responsável:

Silvia Regina Brollo
CRF-SP nº 9.815


Serviço de Informação sobre Vacinação: 0800 14 84 80

Fabricado por:
Sanofi Pasteur Limited
Toronto, Ontário, Canadá

Importado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 413
Suzano - SP
CEP 08613-010
CNPJ 02.685.377/0008-23

Venda sob prescrição médica.

vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular) - DTPa

10/2014 Paciente

Histórico de Alteração da Bula

Dados da Submissão Eletrônica

Dados da Petição/Notificação que Altera a Bula

Dados das Alterações de Bulas

Data

Expediente

Expediente

Assunto

Data

Expediente

expediente

Assunto

Data de

aprovação

Itens de Bula

Versões

VP/VPS

Apresentações Relacionadas

27/06/2014

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10463 -
PRODUTO
BIOLÓGICO -
Inclusão
Inicial de
Texto de Bula
- RDC 60/12

27/06/2014

-

10463 -
PRODUTO
BIOLÓGICO -
Inclusão Inicial
de Texto de
Bula - RDC
60/12

27/06/2014

Toda a bula
(adequação à
RDC 47/2009)

VP

1 FR X 0,5 ML
5 FR X 0,5 ML
1 AMP X 0,5 ML
5 AMP X 0,5 ML
1 FR X 5,0 ML

11/09/2014

-

10456 -
PRODUTO
BIOLÓGICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12

11/09/2014

-

10456 -
PRODUTO
BIOLÓGICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12

11/09/2014

Seção 4
Seção 8

VP

1 FR X 0,5 ML
5 FR X 0,5 ML
1 AMP X 0,5 ML
5 AMP X 0,5 ML
1 FR X 5,0 ML

08/10/2014

-

10456 -
PRODUTO
BIOLÓGICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12

08/10/2014

-

10456 -
PRODUTO
BIOLÓGICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12

08/10/2014

Seção 4

VP

1 FR X 0,5 ML
5 FR X 0,5 ML
1 AMP X 0,5 ML
5 AMP X 0,5 ML
1 FR X 5,0 ML



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Abscesso: Coleção de pus produzida em geral por uma infecção bacteriana. Pode se formar em diferentes regiões do organismo (cérebro, osso, pele, músculo). Pode causar febre, calafrios, tremores e vermelhidão e dor na área afetada.
  2. Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
  3. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  4. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  5. Imunização: Processo mediante o qual se adquire, de forma natural ou artificial, a capacidade de defender-se perante uma determinada agressão bacteriana, viral ou parasitária. O exemplo mais comum de imunização é a vacinação contra diversas doenças (sarampo, coqueluche, gripe, etc.).
  6. Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
  7. Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
  8. Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia (ver), déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
  9. Pápula: Uma pequena lesão endurecida, elevada, da pele.
  10. Sarampo: Doença viral aguda caracterizada por aparecimento de um exantema (ver) de coloração vermelho-acastanhada que se localiza na face, tronco e parte proximal das extremidades. O período de incubação é de 7 a 15 dias e pode complicar-se com pneumonia ou raramente com encefalite. Quanto mais velho o paciente, mais grave é a manifestação da doença. Existe vacinação eficiente para a mesma, que deve ser observada.
  11. Tétano: Toxinfecção produzida por uma bactéria chamada Clostridium tetani. Esta, ao infectar uma ferida cutânea, produz uma toxina (tetanospasmina) altamente nociva para o sistema nervoso que produz espasmos e paralisia dos nervos afetados. Pode ser fatal. Existe vacina contra o tétano (antitetânica) que deve ser tomada sempre que acontecer um traumatismo em que se suspeita da contaminação por esta bactéria. Se a contaminação for confirmada, ou se a pessoa nunca recebeu uma dose da vacina anteriormente, pode ser necessário administrar anticorpos exógenos (de soro de cavalo) contra esta toxina.
  12. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  13. Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
  14. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
  15. Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. ?? contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.

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