VACINA DUPLA (DT) USO ADULTO

Para que serve VACINA DUPLA (DT) USO ADULTO

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

INSTITUTO BUTANTAN



BLPdTFA V01

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?


Na ocorrência de efeitos colaterais ou reações indesejáveis, informe imediatamente ao seu médico. A vacina deve
ser guardada fora do alcance das crianças.

Não administrar a vacina adsorvida difteria e tétano adulto (dT) por via intravenosa, intradérmica ou subcutânea.
Conservar a vacina adsorvida difteria e tétano adulto (dT) à temperatura entre +2ºC e +8ºC. NÃO CONGELAR.

Não utilizar a vacina após o vencimento do prazo de validade.

Interações Medicamentosas:
Nenhuma medicação concomitante constitui contraindicação para uso da vacina, ressalvada a aplicação de
imunossupressores. Todavia, qualquer medicamento que esteja sendo utilizado pelo indivíduo deve ser considerado
e avaliado pelo médico assistente.

“Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.”

“Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.”

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de Conservação e Uso:
Avacina adsorvida difteria e tétano adulto (dT) deve ser conservada sob refrigeração, à temperatura entre +2ºC e
+8°C.

NÃO CONGELAR.

O congelamento leva a inativação da vacina.

Prazo de Validade:

O prazo de validade davacina adsorvida difteria e tétano adulto (dT) é de 24 meses a partir da data de fabricação,
desde que mantida sob refrigeração à temperatura entre +2ºC e +8°C, está indicado no rótulo e no cartucho e deve
ser respeitado rigorosamente. O prazo de validade refere-se até o último dia do mês indicado. Nunca use vacina
com prazo de validade vencido, pois ela pode não produzir os efeitos desejados.

“Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.”

“Não use medicamento com o prazo de validade vencido.”

“Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.”

“Depois de aberto, este medicamento pode ser utilizado em até 15 dias, se mantido em condições assépticas e
sob refrigeração à temperatura entre +2ºC a +8°C.”


ASPECTO FÍSICO


Observar o aspecto depois de agitar fortemente o frasco-ampola, que deve ser de um líquido leitoso, sem partículas
visíveis a olho nu.

CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS


Vide “Aspecto Físico”.

“Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.”

“Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade,
consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.”

“Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.”

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COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

DOSAGEM



Vacinação Básica*:
são indicadas 3 doses de 0,5 mL; a primeira dose na data de eleição da vacinação, a segunda
dose com intervalo de 60 dias e no mínimo 30 dias após a primeira dose e a terceira dose com intervalo de 60 dias e
no mínimo 30 dias após a segunda dose.

Notas:

O aumento do intervalo entre as doses não invalida as administrações feitas anteriormente, e, portanto, não

exige que se reinicie o esquema;

O indivíduo não estará devidamente protegido contra a difteria e o tétano, enquanto não for completada a

vacinação básica com 3 (três) doses de vacina adsorvida difteria e tétano adulto (dT);

Os vacinados anteriormente com 3 (três) doses das vacinas DTP, DT ou dT, administrar reforço, a cada dez

anos após a data da última dose;

Em caso de gravidez, ferimentos graves e pessoas comunicantes de casos de difteria antecipar a dose de

reforço quando a última dose foi administrada há mais de 5 (cinco) anos. Mas deve ser administrada pelo
menos 20 dias antes da data provável do parto.


*De acordo com a Portaria nº 3.318, do Ministério da Saúde, de 28/10/2010 – Calendário Básico de Vacinação da
Criança, o Calendário do Adolescente e o Calendário do Adulto e Idoso.

COMO USAR


A vacina deve ser fortemente agitada e inoculada por via intramuscular profunda na região do deltóide (região
superior externa do braço) ou no glúteo. Não administrar por via intravenosa, intradérmica ou subcutânea.
A vacina deve ser conservada sob refrigeração à temperatura entre +2ºC e +8°C. Não deve ser colocada no
congelador ou “freezer”; o congelamento é estritamente contraindicado.

A interrupção da vacinação somente deverá ser efetuada com orientação médica.

“Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses, e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.”

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em caso de esquema vacinal incompleto, recomenda-se conversar com o médico responsável quanto à
continuidade do esquema vacinal ou reinicio do mesmo, devendo ser avaliado individualmente.

“Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.”

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Local de Aplicação: dor, vermelhidão, inchaço, nódulo e febrícula.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Reações Gerais: febre, dor de cabeça, irritabilidade, sonolência, perda do apetite e vômito.

Nota: Estas manifestações são esperadas e ocorrem principalmente pela presença do adjuvante (hidróxido de
alumínio).

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Não descrita na literatura.

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Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Não descrita na literatura.

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Reação Anafilática: é uma reação alérgica generalizada e aguda, que pode levar ao comprometimento ao mesmo
tempo de vários órgãos. Apresenta-se com as seguintes manifestações:

Dermatológicas: coceiras, inchaço localizado e auto-limitado da derme e submucosa, erupções cutâneas

generalizadas e/ou vermelhidão;

Cardíacas e Circulatórias: baixa da pressão arterial (hipotensão), alteração na freqüência ou no ritmo dos

batimentos cardíacos (arritmias), choque, etc.;

Respiratórias: dificuldades respiratórias, tosse, espirro, falta de ar, som semelhante a um assobio agudo

durante a respiração, sintomas nasais ou oculares como congestão nasal, corrimento e congestão conjutival;

Gastrointestinais: náuseas, vômitos e diarréia.


Síndrome de Guillain Barré: Os sintomas aparecem normalmente de cinco dias a semanas após o início da
vacinação. O paciente apresenta febre, câimbras, formigamentos e parestesias que evoluem para uma doença que
ataca os nervos e paralisa os movimentos de intensidade variável iniciando, geralmente, nos membros inferiores e
se estendendo para os superiores. O déficit motor é simétrico homogêneo e normalmente transitório. O período de
recuperação dura de uma a duas semanas e as seqüelas são raras. (Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos
Adversos Pós-Vacinação 2ª Edição Brasília/DF).

Neurite do Plexo Braquial (Plexopatia): dor, fraqueza e atrofia muscular em braço(s)/cotovelo(s).

“Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
deste medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.”

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Em caso de superdose, as reações adversas poderão ser observadas no local de aplicação com maior intensidade,
com possível formação de abscesso, reações febris e mal estar. Procure socorro médico.

“Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.”

DIZERES LEGAIS

Número de Registro MS: 1.2234.0016

FARMACÊUTICA RESPONSÁVEL


Dra. Ivone Kazuko Yamaguchi
CRF-SP nº. 6.057

Fabricado e Registrado por:
INSTITUTO BUTANTAN
Av. Dr. Vital Brasil, 1500 - Butantã
CEP 05503-900 - São Paulo/SP - Brasil

C.N.P.J.

61.821.344/0001-56
Indústria Brasileira

Serviço de Atendimento ao Consumidor (

SAC)

0800 701 2850
e-mail: [email protected]

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USO SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
VENDA PROIBIDA AO COMÉRCIO.

“Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 27/05/2013.”



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Abscesso: Coleção de pus produzida em geral por uma infecção bacteriana. Pode se formar em diferentes regiões do organismo (cérebro, osso, pele, músculo). Pode causar febre, calafrios, tremores e vermelhidão e dor na área afetada.
  2. Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
  3. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  4. Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia (ver), déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
  5. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  6. Tétano: Toxinfecção produzida por uma bactéria chamada Clostridium tetani. Esta, ao infectar uma ferida cutânea, produz uma toxina (tetanospasmina) altamente nociva para o sistema nervoso que produz espasmos e paralisia dos nervos afetados. Pode ser fatal. Existe vacina contra o tétano (antitetânica) que deve ser tomada sempre que acontecer um traumatismo em que se suspeita da contaminação por esta bactéria. Se a contaminação for confirmada, ou se a pessoa nunca recebeu uma dose da vacina anteriormente, pode ser necessário administrar anticorpos exógenos (de soro de cavalo) contra esta toxina.
  7. Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.

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