VACINA SARAMPO, CAXUMBA, RUBÉOLA E VARICELA (ATENUADA)

Para que serve VACINA SARAMPO, CAXUMBA, RUBÉOLA E VARICELA (ATENUADA)

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


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I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO



vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada)


APRESENTAÇÃO


Pó liófilizado para reconstituição com diluente para administração subcutânea.

Embalagem com:
Cartucho contendo 12 frascos-ampola da vacina.
Cartucho contendo 12 ampolas com diluente (0,5 mL).

USO SUBCUTNEO
USO PEDIÁTRICO (A PARTIR DE 9 MESES DE IDADE)

COMPOSIÇÃO


Cada dose (0,5 mL) da vacina reconstituída contém:
Vírus do sarampo atenuado vivo

1

(cepa Schwarz)..............................................................?10

3,0

CCID

50

3

Vírus da caxumba atenuado vivo

1

(cepa RIT 4385 – derivada da cepa Jeryl Lynn)...........?10

4,4

CCID

50

3

Vírus da rubéola atenuado vivo

2

(cepa RA 27/3).................................................................?10

3,0

CCID

50

3

Vírus da varicela atenuado vivo

2

(cepa OKA)......................................................................?10

3,3

PFU

Excipientes*.......................................... q.s.p. ..................................................................................0,5 mL
* Excipientes: lactose anidra, sorbitol, manitol, aminoácidos e água para injeção.
Resíduos: sulfato de neomicina.

Diluente: água para injetáveis.
1 - Produzidos em células de embrião de pinto.
2 - Produzidos em células diploides humanas (MRC-5).
3 - Dose infectante de 50% da cultura celular.

O pó é branco a ligeiramente rosa.
O diluente é transparente e incolor.

II) INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

A vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) é indicada para a prevenção de sarampo,
caxumba, rubéola e varicela (catapora) em crianças com idade de 12 meses a 12 anos.
A utilização em crianças com menos de 12 meses pode ser considerada no caso de situação
epidemiológica justificada (ou seja, surto ou epidemia) em que a vacina pode ser administrada a partir de
9 meses de idade (ver o item Posologia).
A utilização da vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) deve ser baseada nas
recomendações oficiais.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) é utilizada na prevenção de sarampo,
caxumba, rubéola e varicela (catapora), ou seja, estimula o organismo a produzir defesas contra os vírus
que causam essas doenças e a preveni-las. A vacina destina-se à prevenção, e não ao tratamento.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

A vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) não deve ser administrada a:
– Crianças com alergia conhecida a neomicina ou a qualquer outro componente da fórmula (ver o item
Composição). Em caso de alergia a ovo, consulte o item 4, O que devo saber antes de usar este
medicamento?.
– Crianças que após administração anterior de vacinas contra sarampo, caxumba, rubéola e/ou varicela
mostraram sinais de alergia.
– Mulheres grávidas. A gravidez deve ser evitada por um mês após a vacinação.
– Crianças com grave imunodeficiência humoral ou celular (primária adquirida) (ver também “O que
devo saber antes de usar este medicamento?”).

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Assim como com outras vacinas, a administração da vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela
(atenuada)
a crianças com doença febril aguda grave deve ser adiada.

Esta vacina não deve ser usada por mulheres grávidas ou que estejam amamentando, sem orientação
médica.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Assim como com todas as vacinas injetáveis, tratamento médico e supervisão adequados devem estar
sempre prontamente disponíveis para o caso de ocorrer um evento anafilático, que é raro, após a
administração da vacina. São exemplos de evento anafilático: urticária generalizada (coceira e
vermelhidão por todo o corpo), inchaço da boca e da garganta, dificuldade de respirar, queda da pressão
arterial ou choque.

Assim como com outras vacinas, deve-se adiar a administração da vacina sarampo, caxumba, rubéola e
varicela (atenuada)
a pacientes que sofrem de doença febril aguda grave. No entanto, em caso de
infecção de menor gravidade, como resfriado, o adiamento da vacinação não é necessário.

Pode ocorrer desmaio depois ou até mesmo antes da aplicação de qualquer injeção, portanto o médico ou
o enfermeiro deve ser informado caso a criança já tenha desmaiado previamente ao tomar alguma injeção.

Proteção limitada contra sarampo ou varicela pode ser obtida através da vacinação até 72 horas após a
exposição a doença natural.

No primeiro ano de vida, crianças que estejam em amamentação podem não responder suficientemente ao
componente de sarampo da vacina, devido à possível persistência dos anticorpos maternos contra essa
doença. Nesses casos, doses adicionais de uma vacina que contém o vírus do sarampo devem ser
administradas, de acordo com as recomendações oficiais.

Os vacinados com histórico de convulsão febril ou histórico familiar de convulsões devem ser
cuidadosamente monitorados pelo médico, uma vez que pode ocorrer febre associada à primeira dose da
vacina durante o período de 5 a 12 dias após a vacinação.

Os indivíduos que sofrem de anafilaxia (reações alérgicas) após a ingestão de ovo devem ser vacinados
com extremo cuidado e receber o tratamento médico adequado caso ocorra uma reação. Os componentes
de sarampo e caxumba da vacina são produzidos em cultura de células de embrião de pintos e, portanto,
podem conter traços da proteína do ovo.

A transmissão do vírus da vacina Oka para contatos soronegativos de vacinados com erupção cutânea
teve incidência muito baixa. A transmissão do vírus da vacina Oka de um indivíduo vacinado que não
desenvolve erupção cutânea para contatos soronegativos não pode ser excluída.

A vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) não deve ser administrada por via
intravascular (na veia) ou intradérmica (na pele).

Como ocorre com qualquer outra vacina, nem todos os vacinados ficam imunes (protegidos contra as
doenças) com a vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada).

Como ocorre com outras vacinas contra varicela, demonstrou-se que pessoas que já receberam a vacina
sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada)
podem apresentar a doença. Nesses casos,
geralmente a varicela é de grau leve, com um número menor de lesões e menos episódios de febre em
comparação ao observado em indivíduos não vacinados.

A vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) não deve ser usada em pacientes que
apresentam problemas raros de intolerância hereditária à frutose.
Mulheres grávidas não devem ser vacinadas com a vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela
(atenuada)
. A gravidez deve ser evitada por um mês após a vacinação. Mulheres que pretendem
engravidar devem ser orientadas a adiar a gravidez.

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Existem dados limitados sobre o uso da vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) em
indivíduos com sistema imunológico comprometido, portanto a vacinação deve ser considerada com
cautela e somente quando, na opinião do médico, os benefícios superarem os riscos.

Indivíduos com sistema imunológico comprometido que não possuem contraindicação para esta
vacinação podem não responder tão bem quanto os indivíduos imunocompetentes, portanto alguns desses
indivíduos podem adquirir sarampo, caxumba, rubéola ou varicela apesar da administração apropriada da
vacina. Indivíduos com sistema imunológico comprometido devem ser cuidadosamente monitorados para
sinais de sarampo, caxumba, rubéola e varicela.

Deve-se ter cuidado ao administrar a vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) a
pacientes que apresentaram ou apresentam trombocitopenia (doença caracterizada pela diminuição do
número de plaquetas no sangue).

Existem pouquíssimos relatos sobre varicela disseminada com envolvimento de órgãos internos
após a vacinação com a vacina contra varicela de cepa Oka, principalmente em indivíduos
imunocomprometidos.


Interações medicamentosas
A vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) pode ser aplicada simultaneamente (porém
em locais de injeção separados) com qualquer uma das seguintes vacinas monovalentes ou combinadas
(incluindo-se as hexavalentes [DTPa-HBV-IPV/Hib]): vacina contra difteria-tétano-coqueluche acelular
(DTPa), vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib), vacina inativa contra a pólio (IPV), vacina
contra a hepatite B (HBV).

Não há dados sobre a administração da vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) com
outras vacinas além das descritas.

Caso seja necessário fazer o teste de tuberculina, este deve ser realizado no período de no mínimo 6
semanas após a vacinação.

Em crianças que receberam gamaglobulinas humanas ou transfusões de sangue, a vacinação deve ser
adiada no mínimo por 3 meses.

Após cada vacinação, os salicilatos (aspirina, por exemplo) devem ser evitados por 6 semanas, pois há
relatos de síndrome de Reye (doença rara no fígado) após o uso desses medicamentos durante a infecção
natural por varicela.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Cuidados de conservação

Vacina
Conserve o produto em refrigerador (de 2°C a 8°C). Não congelar.
Conserve o produto na embalagem original, a fim de protegê-lo da luz.

Diluente
Conserve o produto em temperatura ambiente (entre 15°C a 30°C).
Observação: Antes da reconstituição da vacina o diluente deve ser armazenado em refrigerador (de 2ºC a
8ºC) por 24 horas.

Número do lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Após preparo, manter a 2ºC/8ºC por 8 horas.

Aspecto físico/Características organolépticas
A cor da vacina reconstituída pode variar do pêssego-claro ao fúcsia (de tom rosa forte e vivo).

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Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de usar

É necessário aguardar que o álcool e os outros agentes desinfetantes evaporem da pele antes da injeção da
vacina, uma vez que podem desativar os vírus atenuados.
A vacina reconstituída deve ser inspecionada visualmente quanto a qualquer partícula estranha e/ou
aspecto físico anormal. Em qualquer desses casos, a vacina deve ser descartada.
A vacina é reconstituída adicionando-se todo o conteúdo da ampola que contém o diluente ao frasco que
contém o pó. Após adicionar o diluente ao pó, a mistura deve ser bem agitada até que o pó esteja
completamente dissolvido.
Qualquer produto não utilizado ou material residual deve ser descartado de acordo com as exigências
locais.
A vacina deve ser injetada por via subcutânea, de preferência na região deltoide superior do braço, ou na
região anterolateral superior da coxa.
Não estão disponíveis estudos de compatibilidade, portanto não deve ser misturado com outros
medicamentos.
A vacina deve ser administrada subcutaneamente em pacientes com distúrbios de sangramento (como
trombocitopenia ou distúrbios de coagulação).

Posologia
Se uma situação epidemiológica (surto, epidemia) justificar a utilização em crianças com menos de 12
meses, a primeira dose da vacina pode ser administrada a partir de 9 meses de idade. Uma segunda dose
deve ser administrada 3 meses após a primeira.
Crianças com idade entre 9 meses e 12 anos de idade, inclusive, devem receber 2 doses da vacina de
modo a garantir ótima proteção contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela.
Recomenda-se respeitar o intervalo de pelo menos 6 semanas entra as doses. Em nenhuma circunstância
este intervalo deve ser menor que 4 semanas.

Alternativamente, e de acordo com as recomendações oficiais aplicáveis:
- Uma dose única da vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) pode ser administrada a
crianças que receberam anteriormente uma dose única de outra vacina contra sarampo, caxumba e rubéola
e/ou uma dose única de outra vacina contra varicela;
- Uma dose única da vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) pode ser administrada
após uma dose única de outra vacina contra sarampo, caxumba e rubéola e/ou uma dose única de outra
vacina contra varicela;

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?


Em caso de dúvidas, procure orientação do seu médico ou farmacêutico.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?


Como ocorre com todos os medicamentos, a vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada)
pode causar reações indesejáveis, embora nem todas as crianças apresentem essas reações.

Durante os estudos clínicos, os seguintes eventos foram registrados por até 42 dias após a vacinação em
crianças com idade de 9 a 27 meses:

Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor e
vermelhidão no local da injeção, febre (retal de ?38°C a ?39,5°C; axilar/oral de ?37,5°C a ?39,5°C).

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
irritabilidade, vermelhidão na pele, inchaço no local da injeção, febre (retal >39,5°C; axilar/oral
>39,5°C).

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Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
infecção do trato respiratório superior (otite, sinusite, faringite), inchaço dos gânglios linfáticos (ínguas),
aumento da glândula parótida (aspecto semelhante à caxumba), choro, nervosismo, insônia, rinite, perda
de apetite; diarreia, vômito, lentidão, indisposição, cansaço.

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): otite
média, convulsões febris, tosse, bronquite.

Vigilância pós comercialização
No período de utilização desta vacina na população, alguns efeitos indesejáveis foram relatados.

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
meningite, herpes zoster, síndrome similar ao sarampo, síndrome similar à caxumba [incluindo orquite
(inflamação dos testículos), epididimite (inflamação do epidídimio)], trombocitopenia (diminuição das
plaquetas do sangue), púrpura trombocitopênica (um tipo de trombocitopenia que causa manchas
avermelhadas ou arroxeadas na pele), reações alérgicas (incluindo-se as mais intensas, chamadas de
anafiláticas ou anafilactoides), doenças neurológicas como acidente vascular cerebral, cerebelite
(inflamação do cerebelo), síndrome similar à cerebelite (incluindo distúrbios da marcha transitória e
ataxia transitória), mielite transversa, síndrome de Guillain-Barré, neurite periférica e encefalite, além de
eritema multiforme (inflamação da pele), erupção cutânea similar à varicela

,

artralgia (dor nas

articulações), artrite e vasculite [incluindo púrpura de Henoch Schonlein e síndrome de Kawasaki (que
causa erupções na pele e febre, entre outros sintomas)].

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e
segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente podem ocorrer reações
adversas imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Até o momento, não estão disponíveis dados de superdosagem.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar
de mais orientações.

III) DIZERES LEGAIS

MS: 1.1063.0143.001-3
Resp Téc.: Maria da Luz F. Leal
CRF-RJ Nº 3726

Registrado por:
Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ
Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos – Bio-Manguinhos
Av. Brasil, 4365 - Manguinhos - Rio de Janeiro - Brasil

CEP

21045-900
Indústria Brasileira

CNPJ

33.781.055/0001-35

SAC.

(21) 3882-7101

Fabricado por:
GlaxoSmithKline Biologicals S.A.
Rue de I’Institut, 89, 1330 – Rixensart – Bélgica

Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ
Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos - Bio-Manguinhos
Av. Brasil, 4365 - Manguinhos - Rio de Janeiro - Brasil

CEP

21045-900

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Embalado por:
Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ
Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos – Bio-Manguinhos
Av. Brasil, 4365 - Manguinhos - Rio de Janeiro - Brasil

CEP

21045-900

USO RESTRITO A HOSPITAIS - USO SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA - PROIBIDA VENDA AO
COMERCIO

ESTA BULA FOI APROVADA PELA ANVISA EM

21/12/2015







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Histórico de Alteração de Bula


Dados da Submissão Eletrônica

Dados da petição/notificação que altera a bula

Dados das alterações de bulas

Data do

Expediente

Nº Expediente

Assunto

Data do

Expediente

Nº Expediente

Assunto

Data da

Aprovação

Itens de bula

Versões

(VP/VPS)

Apresentações

Relacionadas

06/10/2015

0888021/15-2

10463 –
PRODUTO
BIOLÓGICO –
Inclusão Inicial
de Texto de
Bula – RDC
60/12

02/02/2016

N/A

10456-PRODUTO
BIOLÓGICO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12

02/02/2016

VP:
I) IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO

Item 5: ONDE, COMO E
POR QUANTO TEMPO
POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?

VPS


I) IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO

Características
Farmacológicas

Item 6: CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO
DOS MEDICAMENTOS

VPS

PO LIOF INJ
CT 12 FA VD
INC + 12 AMP
VD INC DIL X
0,5 ML





DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Encefalite: Inflamação do tecido encefálico produzida por uma infecção viral, bacteriana ou micótica (fungos).
  2. Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos (ver) ou não.
  3. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  4. Gânglios linfáticos: Estrutura pertencente ao sistema linfático, localizada amplamente em diferentes regiões superficiais e profundas do organismo, cuja função consiste na filtração da linfa (ver), maturação e ativação dos linfócitos, que são elementos importantes da defesa imunológica do organismo.
  5. Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
  6. Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
  7. Orquite: Inflamação de um ou ambos os testículos. Freqüentemente se produz como complicação de uma infecção do trato urinário ou sexual. A infecção pelo vírus da caxumba pode produzir orquite. As pessoas podem sentir dor, inchaço e coloração avermelhada do escroto.
  8. Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia (ver), déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
  9. Sarampo: Doença viral aguda caracterizada por aparecimento de um exantema (ver) de coloração vermelho-acastanhada que se localiza na face, tronco e parte proximal das extremidades. O período de incubação é de 7 a 15 dias e pode complicar-se com pneumonia ou raramente com encefalite. Quanto mais velho o paciente, mais grave é a manifestação da doença. Existe vacinação eficiente para a mesma, que deve ser observada.
  10. Tétano: Toxinfecção produzida por uma bactéria chamada Clostridium tetani. Esta, ao infectar uma ferida cutânea, produz uma toxina (tetanospasmina) altamente nociva para o sistema nervoso que produz espasmos e paralisia dos nervos afetados. Pode ser fatal. Existe vacina contra o tétano (antitetânica) que deve ser tomada sempre que acontecer um traumatismo em que se suspeita da contaminação por esta bactéria. Se a contaminação for confirmada, ou se a pessoa nunca recebeu uma dose da vacina anteriormente, pode ser necessário administrar anticorpos exógenos (de soro de cavalo) contra esta toxina.
  11. Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
  12. Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
  13. Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. ?? produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
  14. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
  15. Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. ?? contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
  16. Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster)Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite (ver), com dores importantes.

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