VIASIL

Para que serve folheto informativo, informação para o utilizador

Folheto / Bula do Medicamento


Recomendações

  • Sempre verifique que não é alérgica a nenhum dos componentes
  • Lembre-se, sempre verifique com seu médico, a informação que nós oferecemos é indicativa e não de forma alguma substituir a de seu médico ou outro profissional de saúde.


ViasilComprimido revestido 25, 50 e 100mg

MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOSPROFISSIONAIS DE SAÚDE


Viasilcitrato de sildenafilaAPRESENTAÇÕESComprimido revestido 25mgEmbalagens contendo 1, 2, 4, 8 e 12 comprimidos.Comprimido revestido 50mgEmbalagens contendo 1, 2, 4, 8 e 12 comprimidos.Comprimido revestido 100mgEmbalagens contendo 1, 2, 4, 8 e 12 comprimidos.

USO ORALUSO ADULTOCOMPOSIÇÃO

Cada comprimido revestido de 25mg contém:citrato de sildenafila (equivalente a 25mg de sildenafila)..........................................35,112mgExcipiente q.s.p....................................................................................................1 comprimidoExcipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico (anidro), croscarmelosesódica, estearato de magnésio, Opadry Azul (hipromelose, lactose, triacetina, índigocarmim alumínio laca e dióxido de titânio) e Opadry Transparente (hipromelose etriacetina).Cada comprimido revestido de 50mg contém:citrato de sildenafila (equivalente a 50mg de sildenafila)..........................................70,225mgExcipiente q.s.p....................................................................................................1 comprimidoExcipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico (anidro), croscarmelosesódica, estearato de magnésio, Opadry Azul (hipromelose, lactose, triacetina, índigocarmim alumínio laca e dióxido de titânio) e Opadry Transparente (hipromelose etriacetina).Cada comprimido revestido de 100mg contém:citrato de sildenafila (equivalente a 100mg de sildenafila)......................................140,450mgExcipiente q.s.p....................................................................................................1 comprimidoExcipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico (anidro), croscarmelosesódica, estearato de magnésio, Opadry Azul (hipromelose, lactose, triacetina, índigocarmim alumínio laca e dióxido de titânio) e Opadry Transparente (hipromelose etriacetina).

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

1. INDICAÇÕES


Viasil (citrato de sildenafila) está indicado para o tratamento da disfunção erétil, que seentende como sendo a incapacidade de atingir ou manter uma ereção suficiente para umdesempenho sexual satisfatório. Para que Viasil seja eficaz, é necessário estímulo sexual.

2. RESULTADOS DE EFICÁCIA

Em estudos clínicos, o citrato de sildenafila foi avaliado em relação a seu efeito, em homenscom disfunção erétil (ED), na capacidade para realizar atividade sexual e em muitos casos,especificamente, ao efeito na capacidade de obter e manter uma ereção suficiente para umaatividade sexual satisfatória. O citrato de sildenafila foi avaliado primariamente em doses de25mg, 50mg e 100mg em 21 ensaios clínicos randomizados, duplo-cegos, placebo-
controlados por até 6 meses de duração, usando vários desenhos de estudo (dose fixa,titulação, paralelo, cruzado). O citrato de sildenafila foi administrado para mais de 3000pacientes com idade de 19 a 87 anos, com ED de várias etiologias (orgânica, psicogênica,mista) com uma duração média de 5 anos. O citrato de sildenafila demonstrou melhoraestatisticamente significativa comparada com placebo em todos os 21 estudos. Os estudosque estabeleceram benefício demonstraram melhoras na taxa de sucesso para relaçõessexuais comparado com placebo.A efetividade de citrato de sildenafila foi avaliada na maioria dos estudos usando váriosinstrumentos de avaliação. A medida primária nos principais estudos foi um questionário (oÍndice Internacional de Função Erétil ? IIEF) aplicado durante um período inicial (run-in)sem tratamento, de 4 semanas, no período basal (baseline), em consultas deacompanhamento e no final do tratamento domiciliar duplo-cego, placebo-controlado. Duasdas questões do IIEF serviram de endpoints primários do estudo; respostas categorizadasforam obtidas para questões sobre (1) a capacidade de obter ereções suficientes pararelações sexuais e (2) a manutenção da ereção após a penetração. O paciente respondeu aambas as questões na consulta final das últimas 4 semanas do estudo. As possíveis respostascategorizadas a estas questões foram (0) sem tentativa de relação sexual, (1) nunca ou quasenunca, (2) umas poucas vezes, (3) às vezes, (4) na maioria das vezes e (5) quase sempre ousempre. Também coletada como parte do IIEF foi a informação sobre outros aspectos dafunção sexual, incluindo informações sobre a função erétil, orgasmo, desejo, satisfação coma relação sexual e satisfação sexual geral. Os dados de função sexual também foramregistrados em um diário pelos pacientes. Além disto, os pacientes foram perguntados sobreuma questão de eficácia global e foi administrado um questionário opcional à parceira.O efeito em um dos principais endpoints, manutenção de ereções após a penetração, émostrado na Figura 1, para os resultados combinados de 5 estudos de dose fixa, de dose-
resposta de mais de um mês de duração, mostrando a resposta de acordo com a função noperíodo basal (baseline). Os resultados com todas as doses foram combinados, mas osescores mostraram melhoras maiores com as doses de 50 e 100mg do que com 25mg. Opadrão de respostas foi semelhante para a outra questão principal, a capacidade de obterereção suficiente para a relação sexual. Os estudos de titulação, nos quais a maioria dospacientes recebeu 100mg, mostraram resultados semelhantes. A Figura 1 mostra que,independente dos níveis da função no período basal (baseline), a função subsequente empacientes tratados com citrato de sildenafila foi melhor do que a vista em pacientes tratadoscom placebo.Ao mesmo tempo, a função durante o tratamento foi melhor em pacientes tratados e queapresentavam função menos prejudicada no período basal (baseline).Efeito de citrato de sildenafila na manutenção da ereção por escore no período basal(baseline)Efeito de placebo na manutenção da ereção por escore no período basal (baseline)Figura 1. Efeito de citrato de sildenafila e placebo na manutenção da ereção por escore noperíodo basal (baseline)A frequência de pacientes relatando melhora de ereções em resposta a uma questão globalem quatro dos estudos de dose fixa, randomizados, duplo-cegos, paralelos, placebo-
controlados (1797 pacientes) de 12 a 24 semanas de duração é mostrada na Figura 2. Estespacientes tiveram disfunção erétil no período basal (baseline) que foi caracterizada porescores médios de 2 (umas poucas vezes) nas principais questões de IIEF. A disfunção erétil
foi atribuída a etiologias orgânicas (58%, geralmente não caracterizadas, mas incluindodiabetes e excluindo lesões da medula espinal), psicogênicas (17%) ou mistas (24%). 63%,74% e 82% dos pacientes com 25mg, 50mg ou 100mg de citrato de sildenafila,respectivamente, relataram uma melhora das suas ereções comparado a 24% com placebo.Nos estudos de titulação (n=644) (com a maioria dos pacientes eventualmente recebendo100mg) os resultados foram semelhantes.Figura 2. Percentual de pacientes relatando uma melhora de ereçõesOs pacientes nos estudos tiveram vários graus de ED. De um terço a metade dos pacientesnestes estudos relatou relações sexuais bem sucedidas pelo menos uma vez durante umperíodo inicial (run-in) sem tratamento, de 4 semanas.Em muitos dos estudos, tanto de desenho de dose fixa, quanto de titulação, foram mantidosdiários pelos pacientes. Nestes estudos, envolvendo cerca de 1600 pacientes, as análises dosdiários dos pacientes não mostraram nenhum efeito de citrato de sildenafila nas taxas detentativas de relações sexuais (cerca de 2 por semana), mas houve uma clara melhorarelacionada ao tratamento na função sexual: as taxas de sucesso semanais por pacienteforam em média de 1,3 com 50-100mg de citato de sildenafila vs. 0,4 com placebo; de modosemelhante, as taxas médias de sucesso por grupo (total de sucessos dividido pelo total detentativas) foram de cerca de 66% com citrato de sildenafila vs. cerca de 20% com placebo.Durante 3 a 6 meses de tratamento duplo-cego ou estudos abertos de longo prazo (1 ano)alguns pacientes saíram do tratamento ativo por algum motivo, incluindo falta deefetividade. No final do estudo de longo prazo, 88% dos pacientes relataram que citato desildenafila tinha melhorado as suas ereções.Homens com ED não tratada tiveram escores do período basal (baseline) relativamentebaixos para todos os aspectos da função sexual medidos (utilizando uma escala de 5 pontos)no IIEF. O citrato de sildenafila melhorou estes aspectos da função sexual: frequência,rigidez e manutenção de ereções, frequência de orgasmos; frequência e nível de desejo;frequência, satisfação e prazer na relação sexual; e satisfação geral no relacionamento.Um estudo randomizado, duplo-cego, de doses flexíveis, placebo-controlado incluiusomente pacientes com disfunção erétil atribuída a complicações do diabetes mellitus(n=268). Como nos outros estudos de titulação, os pacientes eram iniciados com 50mg epodiam ajustar a sua dose para cima para 100mg ou para baixo para 25mg de citrato desildenafila. Todos os pacientes, entretanto, estavam recebendo 50mg ou 100mg no final doestudo. Houve uma melhora altamente estatisticamente significativa nas duas principaisquestões do IIEF (frequência de penetração bem-sucedida durante a atividade sexual emanutenção das ereções após a penetração) com citrato de sildenafila comparado complacebo. Numa questão de melhora global, 57% dos pacientes de citrato de sildenafilarelataram ereções melhores contra 10% dos pacientes de placebo. Os dados dos diáriosindicaram que com citrato de sildenafila, 48% das tentativas de relações sexuais foram bem-
sucedidas versus 12% com placebo.Foi conduzido um estudo randomizado, duplo-cego, placebo-controlado, de doses flexíveis(até 100mg) de pacientes com disfunção erétil resultante de lesão da medula espinal(n=178). As alterações do período basal (baseline) nos escores de duas questões de endpoint(frequência de penetração bem-sucedida durante a atividade sexual e manutenção dasereções após a penetração) foram altamente estatisticamente significativas em favor decitrato de sildenafila. Numa questão de melhora global, 83% dos pacientes relataram ereçõesmelhores com citrato de sildenafila versus 12% com placebo. Os dados dos diáriosindicaram que com citrato de sildenafila, 59% das tentativas de relações sexuais foram bem-
sucedidas em comparação com 13% com placebo.Em todos os ensaios, citrato de sildenafila melhorou as ereções de 43% de pacientes deprostatectomia radical comparado a 15% com placebo.As análises de subgrupo de respostas a uma questão de melhora global em pacientes cometiologia psicogênica em dois estudos de dose fixa (n total = 179) e dois estudos de titulação(n total = 149) mostraram que 84% dos pacientes de citrato de sildenafila relatarammelhoras nas ereções comparado com 26% dos pacientes de placebo. A alteração do períodobasal (baseline) nos escores nas duas questões de endpoint (frequência de penetração bem-
sucedida durante a atividade sexual e manutenção de ereções após a penetração) foialtamente estatisticamente significativa em favor de citrato de sildenafila. Os dados dediários em dois dos estudos (n=178) mostraram taxas de relações sexuais bem-sucedidas portentativa de 70% para citrato de sildenafila e 29% para placebo.Uma revisão de subgrupos populacionais demonstrou eficácia independente da gravidade,etiologia, raça e idade no período basal (baseline). O citrato de sildenafila foi efetivo numaampla faixa de pacientes de ED, incluindo aqueles com uma história de doença arterialcoronariana, hipertensão, outras doenças cardíacas, doença vascular periférica, diabetesmellitus, depressão, revascularização miocárdica, prostatectomia radical, ressecçãotransuretral da próstata (RTUP), lesão da medula espinal e em pacientes em tratamento comantidepressivos/antipsicóticos e anti-hipertensivos/diuréticos.A análise dos dados de segurança não mostrou nenhuma diferença aparente no perfil deefeitos colaterais em pacientes tomando citrato de sildenafila com e sem medicação anti-
hipertensiva. Esta análise foi realizada retrospectivamente e não tinha poder para detectarqualquer diferença pré-especificada em reações adversas.3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICASPropriedades Farmacodinâmicas A sildenafila sob a forma de sal citrato, é uma terapêutica oral para a disfunção erétil. Asildenafila é um inibidor seletivo da fosfodiesterase-5 (PDE-5), específica do monofosfatode guanosina cíclico (GMPc).Mecanismo de Ação - o mecanismo fisiológico responsável pela ereção do pênis envolve aliberação de óxido nítrico nos corpos cavernosos durante a estimulação sexual. O óxidonítrico ativa a enzima guanilato ciclase, que por sua vez induz um aumento dos níveis demonofosfato de guanosina cíclico (GMPc), produzindo um relaxamento da musculatura lisados corpos cavernosos, permitindo o influxo de sangue. A sildenafila não exerce um efeitorelaxante diretamente sobre os corpos cavernosos isolados de humanos, mas aumenta oefeito relaxante do óxido nítrico através da inibição da fosfodiesterase-5 (PDE-5), a qual éresponsável pela degradação do GMPc no corpo cavernoso. Quando a estimulação sexualcausa a liberação local de óxido nítrico, a inibição da PDE-5 causada pela sildenafilaaumenta os níveis de GMPc no corpo cavernoso, resultando no relaxamento da musculaturalisa e no influxo de sangue nos corpos cavernosos. A sildenafila, nas doses recomendadas,não exerce qualquer efeito sobre a ausência de estimulação sexual. Estudos in vitromostraram que a sildenafila é seletiva para a PDE-5. Seu efeito é mais potente para a PDE-5quando comparado a outras fosfodiesterases conhecidas (10 vezes para a PDE-6, > 80 vezespara a PDE-1 e > 700 vezes para a PDE-2, PDE-3, PDE-4, PDE-7 e PDE-11). Aseletividade da sildenafila, aproximadamente 4000 vezes maior para a PDE-5 versus a PDE-
3, é importante, uma vez que a PDE-3 está envolvida no controle da contratilidade cardíaca.Estudos ClínicosCardíacos - Não foram observadas alterações clinicamente significativas no ECG devoluntários sadios do sexo masculino que receberam doses únicas orais de sildenafila de até100mg. O valor médio da redução máxima da pressão arterial sistólica na posição supina,após uma dose oral de 100mg, foi de 8,3 mmHg. O valor correspondente da pressão arterialdiastólica foi de 5,3 mmHg. Um efeito mais significativo, porém igualmente transitório, napressão arterial foi observado em pacientes recebendo nitratos e sildenafilaconcomitantemente (vide item 4. Contraindicações e vide item 6. InteraçõesMedicamentosas). Em um estudo dos efeitos hemodinâmicos de uma dose única oral de100mg de sildenafila, em 14 pacientes com doença arterial coronária (DAC) grave (pelomenos uma artéria coronária com estenose > 70%), a pressão sanguínea média sistólica ediastólica, no repouso, diminuiu 7% e 6%, respectivamente, comparada à linha de base. Apressão sanguínea sistólica pulmonar média diminuiu 9%. A sildenafila não apresentouefeitos sobre o débito cardíaco, não prejudicou o fluxo de sangue através das artériascoronárias com estenose e resultou em melhora (aproximadamente 13%) na reserva do fluxocoronário induzido por adenosina (tanto nas artérias com estenose como nas artérias dereferência). Em um estudo duplo-cego, placebo-controlado, 144 pacientes com disfunçãoerétil e angina estável que estavam utilizando suas medicações antianginosas usuais (comexceção de nitratos) foram submetidos a exercícios até o limite da ocorrência de angina. Otempo de exercício de esteira foi significativa e estatisticamente superior (19,9 segundos;intervalo de confiança de 95%: 0,9?38,9 segundos) nos pacientes avaliáveis que haviamingerido uma dose única de 100mg de sildenafila, em comparação aos pacientes queingeriram placebo em dose única. O período médio de exercício (ajustado para a linha debase) para o início da angina limitante foi de 423,6 segundos para sildenafila e de 403,7segundos para o placebo. Foi realizado um estudo randomizado, duplo-cego, placebo-
controlado, com dose flexível (sildenafila até 100mg) em homens (n = 568) com disfunçãoerétil e hipertensão arterial tomando dois ou mais medicamentos anti-hipertensivos. Asildenafila melhorou as ereções em 71% dos homens comparada a 18% no grupo querecebeu placebo. Houve 62% de tentativas de relação sexual bem-sucedidas no grupo querecebeu a sildenafila comparadas a 26% no grupo que recebeu placebo. A incidência deeventos adversos foi consistente quando comparado a outras populações de pacientes, assimcomo em indivíduos que tomam três ou mais agentes anti-hipertensivos.Visual - Utilizando-se o teste de coloração de Farnsworth-Munsell 100, foi observado emalguns indivíduos alterações leves e transitórias na distinção de cores (azul/verde) uma horaapós a administração de uma dose de 100mg; 2 horas após a administração, não foramobservados efeitos evidentes. O mecanismo aceito para essa alteração na distinção de coresestá relacionado à inibição da fosfodiesterase-6 (PDE-6), que está envolvida na cascata defototransdução da retina. Estudos in vitro demonstram que a sildenafila é 10 vezes menospotente para a PDE-6 do que para a PDE-5. A sildenafila não exerce efeitos sobre aacuidade visual, sensibilidade de contrastes, eletroretinogramas, pressão intraocular oupupilometria. Um estudo clínico cruzado, placebocontrolado, com pacientes comdegeneração macular precoce comprovadamente relacionada à idade (n = 9), demonstrouque a sildenafila (dose única de 100mg) foi bem tolerada e não resultou em alteraçõesclinicamente significativas nos testes visuais conduzidos (acuidade visual, escala de Amsler,discriminação de cores, simulação de luzes de trânsito, perímetro de Humphrey e fotoestresse).Propriedades FarmacocinéticasA sildenafila apresenta uma farmacocinética dose-proporcional, dentro do intervalo de dosesrecomendadas. A sildenafila é eliminada predominantemente através do metabolismohepático (principalmente via citocromo P450 3A4), e é convertida a um metabólito ativocom propriedades semelhantes à sildenafila inalterada.Absorção - A sildenafila é rapidamente absorvida após administração oral, apresentandouma biodisponibilidade absoluta média de 41% (variando entre 25 - 63%). A sildenafila, auma concentração equivalente a 3,5 nM, inibe em 50% a atividade da enzima humana PDE-
5, in vitro. Em homens, a média da concentração plasmática máxima de sildenafila livre,após a administração de uma dose única oral de 100mg, é de aproximadamente 18 ng/mL ou38 nM. As concentrações plasmáticas máximas observadas são atingidas de 30 a 120minutos (em média 60 minutos) após uma dose oral, em jejum. Quando a sildenafila éadministrada com uma refeição rica em lípides, a taxa de absorção é reduzida, verificando-
se um atraso médio de 60 minutos no Tmáx e uma redução média de 29% na Cmáx,contudo, a extensão de absorção não foi significativamente afetada (ASC reduzida em 11%).Distribuição - O volume médio de distribuição da sildenafila no estado de equilíbrio (steady-
state) é de 105 litros, indicando sua distribuição nos tecidos. A sildenafila e o seu principalmetabólito circulante, o N-desmetil, apresentam uma ligação às proteínas plasmáticas deaproximadamente 96%. A ligação proteica é independente da concentração total do fármaco.Com base nas medidas de sildenafila no sêmen de voluntários sadios, foi demonstrado quemenos de 0,0002% (em média 188 ng) da dose administrada estava presente no sêmen, 90minutos após a administração do fármaco. Metabolismo: A sildenafila sofre depuraçãohepática principalmente pelas isoenzimas microssomais CYP3A4 (via principal) e CYP2C9(via secundária). O principal metabólito circulante, que mais tarde também é metabolizado,resulta da N-desmetilação da sildenafila. Esse metabólito apresenta perfil de seletividadepara as fosfodiesterases semelhante a da sildenafila e potência de inibição in vitro para aPDE-5 de aproximadamente 50% da verificada para o fármaco inalterado. As concentraçõesplasmáticas desse metabólito são de aproximadamente 40% da verificada para a sildenafilaem voluntários sadios. O metabólito N-desmetil é amplamente metabolizado, apresentandomeia-vida terminal de aproximadamente 4 h.Eliminação: O clearance total da sildenafila é de 41 L/h, com meia-vida terminal de 3-5horas. Após administração oral ou intravenosa, a sildenafila é excretada sob a forma demetabólitos, predominantemente nas fezes (aproximadamente 80% da dose oraladministrada) e em menor quantidade na urina (aproximadamente 13% da dose oraladministrada).Farmacocinética em Grupos de Pacientes EspeciaisIdosos - Voluntários sadios idosos (65 anos ou mais) apresentaram uma redução noclearance da sildenafila, resultando em concentrações plasmáticas aproximadamente 90%maiores de sildenafila e o metabólito ativo N-desmetil comparado àquelas observadas emvoluntários sadios mais jovens (18-45 anos). Devido a diferenças de idade na ligação àsproteínas plasmáticas, o aumento correspondente na concentração plasmática da sildenafilalivre foi de aproximadamente 40%.Insuficiência Renal - Em voluntários com insuficiência renal leve (clearance de creatinina =50-80mL/min) e moderada (clearance de creatinina = 30-49 mL/min), a farmacocinética auma dose única oral de sildenafila (50mg) não foi alterada. Em voluntários cominsuficiência renal grave (clearance de creatinina ? 30 mL/min), o clearance da sildenafilase mostrou reduzido, resultando em um aumento da ASC (100%) e da Cmáx (88%), quandocomparado com indivíduos de idade semelhante, sem insuficiência renal (vide item 8.Posologia e Modo de Usar). Além disso, os valores da ASC e Cmáx do metabólito N-
desmetil foram significativamente aumentados em 200% e 79%, respectivamente, emindivíduos com insuficiência renal grave comparado a indivíduos com função renal normal.Insuficiência Hepática - Em voluntários com cirrose hepática (classe A e B de Child-Pugh) oclearance da sildenafila se mostrou reduzido, resultando em um aumento da ASC (85%) eda Cmáx (47%), quando comparado com indivíduos de idade semelhante, sem insuficiênciahepática (vide item 8. Posologia e Modo de Usar). A farmacocinética da sildenafila empacientes com insuficiência hepática grave (classe C de Child-Pugh) não foi estudada.Dados de Segurança Pré-clínicosCarcinogênese, Mutagênese, Prejuízo da Fertilidade - A sildenafila não foi carcinogênicaquando administrada a ratos por 24 meses, com uma dose que resultou em uma exposiçãosistêmica total ao fármaco (ASCs), para a sildenafila livre e seu principal metabólito, de 29 e42 vezes (para ratos machos e fêmeas, respectivamente) as exposições observadas emhomens que receberam a Dose Máxima Recomendada para Humanos (DMRH) de 100mg desildenafila. A sildenafila não foi carcinogênica quando administrada a camundongos por umperíodo de 18-21 meses em doses de até a Dose Máxima Tolerada (DMT) de 10mg/kg/dia,aproximadamente 0,6 vezes a DMRH na base de mg/m2. A sildenafila foi negativa nos testesin vitro realizados em células bacterianas e em células do ovário de hamster chinês para adetecção de mutagenicidade, assim como nos testes in vitro em linfócitos humanos e in vivoem micronúcleo de camundongo para a detecção de clastogenicidade. Não houve prejuízoda fertilidade em ratos que receberam sildenafila em doses de até 60mg/kg/dia por 36 dias(fêmeas) e 102 dias (machos), uma dose que produziu um valor de ASC de mais de 25 vezesa ASC observada em homens.Não houve efeito sobre a motilidade ou morfologia do espermatozoide após dose única oralde 100mg de sildenafila em voluntários sadios.

4. CONTRAINDICAÇÕES


O uso do Viasil está contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida aofármaco ou a qualquer componente da fórmula. Foi demonstrado que o citrato de sildenafilapotencializa o efeito hipotensor dos nitratos de uso agudo ou crônico, estando, portanto,contraindicada a administração a pacientes usuários de qualquer forma doadora de óxidonítrico, nitratos orgânicos ou nitritos orgânicos; tanto os de uso frequente quanto os de usointermitente (vide item 6. Interações Medicamentosas).Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes em tratamento commedicamentos que contenham qualquer forma doadora de óxido nítrico, nitratosorgânicos ou nitritos orgânicos.Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres.Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

O conhecimento da história clínica e a realização de um exame físico completo sãonecessários para se diagnosticar a disfunção erétil, determinar as prováveis causas eidentificar o tratamento adequado.Existe um grau de risco cardíaco associado à atividade sexual. Portanto, os médicos podemrequerer uma avaliação da condição cardiovascular dos seus pacientes antes de iniciaremqualquer tratamento para a disfunção erétil.Os agentes para o tratamento da disfunção erétil não devem ser utilizados em homens paraos quais a atividade sexual esteja desaconselhada.Foram relatados eventos cardiovasculares graves pós-comercialização, incluindo infarto domiocárdio, morte cardíaca repentina, arritmia ventricular, hemorragia cerebrovascular eataque isquêmico transitório em associação temporal com o uso do citrato de sildenafila paraa disfunção erétil. A maioria, mas não todos os pacientes, tinha fatores de riscocardiovascular preexistente. Foi relatado que muitos desses eventos ocorreram durante oulogo após a atividade sexual e poucos foram relatados com ocorrência logo após o uso docitrato de sildenafila sem atividade sexual.Relatou-se que outros ocorreram horas ou dias após o uso do citrato de sildenafila eatividade sexual. Não é possível determinar se esses eventos estão relacionados diretamenteao uso do citrato de sildenafila, à atividade sexual, a pacientes com doença cardiovascular debase, à combinação desses fatores ou outros fatores.Nos estudos clínicos, foi demonstrado que a sildenafila tem propriedades vasodilatadorassistêmicas que resultam em uma diminuição transitória na pressão sanguínea (vide item 3Características Farmacológicas). Este resultado traz pouca ou nenhuma consequência para amaioria dos pacientes. Entretanto, antes da sildenafila ser prescrita, os médicos devemconsiderar cuidadosamente se seus pacientes com alguma doença preexistente poderiam serafetados de maneira adversa por esse efeito vasodilatador, especialmente quando emcombinação com a atividade sexual. Pacientes que têm alta susceptibilidade avasodilatadores incluem aqueles que apresentam obstrução do fluxo de saída do ventrículoesquerdo (por ex., estenose aórtica, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva) ou aqueles comuma síndrome rara de atrofia de múltiplos sistemas, se manifestando como um controleautônomo da pressão sanguínea gravemente comprometido.Neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (NAION), condição rara e uma causa dadiminuição ou perda da visão, foi raramente relatada na pós-comercialização com o uso detodos os inibidores da PDE-5, incluindo a sildenafila. A maioria destes pacientesapresentava fatores de risco como baixa taxa de disco óptico ("crowded disc"), idadesuperior a 50 anos, diabetes, hipertensão, doença arterial coronariana, hiperlipidemia etabagismo.Um estudo observacional avaliou se o uso recente de inibidores de PDE-5, como classe, foiassociado ao início agudo de NAION. Os resultados sugerem um aumento aproximado deduas vezes no risco de NAION dentro de 5 meia vidas de uso do inibidor de PDE-5. Combase na literatura publicada, a incidência anual de NAION é de 2,5-11,8 casos por 100.000homens com idade ?50 por ano na população geral.Os indivíduos que já apresentaram NAION têm risco aumentado de recorrência. Portanto, osmédicos devem discutir esse risco com esses pacientes e se eles podem ser adversamenteafetados pelo uso de inibidores de PDE-5. Os inibidores de PDE-5, incluindo a sildenafila,devem ser usados com cautela nesses pacientes e apenas quando os benefícios antecipadossuperarem os riscos.Casos de diminuição ou perda repentina de audição foram relatados em pequeno número depacientes na pós-comercialização e em estudos clínicos com o uso de todos os inibidores daPDE5, incluindo a sildenafila. A maioria destes pacientes apresentava fatores de risco paraeste evento.Não foi identificada relação causal entre o uso de inibidores de PDE5 e hipoacusia.Em caso de diminuição ou perda repentina da audição e/ou visão, os pacientes devem seradvertidos a interromper imediatamente o uso do citrato de sildenafila e a consultarem omédico.Recomenda-se cautela na administração concomitante de sildenafila em pacientes recebendo?-bloqueadores, pois a coadministração pode levar à hipotensão sintomática em algunsindivíduos suscetíveis (vide item 6. Interações Medicamentosas). A fim de diminuir opotencial de desenvolver hipotensão postural, o paciente deve estar estávelhemodinamicamente durante a terapia com ?-bloqueadores antes de iniciar o tratamentocom sildenafila. Deve-se considerar a menor dose de sildenafila para iniciar a terapia (videitem 8. Posologia e Modo de Usar). Além do mais, o médico deve alertar o que o pacientedeve fazer caso ele apresente sintomas de hipotensão postural.Uma minoria dos pacientes que têm retinite pigmentosa hereditária apresenta alteraçõesgenéticas das fosfodiesterases da retina. Não existem informações relativas à segurança daadministração do citrato de sildenafila a pacientes com retinite pigmentosa. Portanto, citratode sildenafila deve ser administrado com precaução a esses pacientes.Estudos in vitro com plaquetas humanas indicam que a sildenafila potencializa o efeitoantiagregante do nitroprussiato de sódio (um doador de óxido nítrico). Não existeminformações relativas à segurança da administração do citrato de sildenafila a pacientes comdistúrbios hemorrágicos ou com úlcera péptica ativa. Por esse motivo, citrato de sildenafiladeve ser administrado com precaução a esses pacientes.Os agentes para tratamento da disfunção erétil devem ser utilizados com precaução empacientes com deformações anatômicas do pênis (tais como angulação, fibrose cavernosa oudoença de Peyronie) ou em pacientes com condições que possam predispô-los ao priapismo(tais como anemia falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia).A segurança e a eficácia das associações do citrato de sildenafila com outros tratamentospara a disfunção erétil não foram estudadas. Portanto, o uso dessas associações não érecomendado.Uso Durante a Gravidez e LactaçãoViasil não está indicado para o uso em mulheres.Não foi observada evidência de teratogenicidade, embriotoxicidade ou fetotoxicidade emratos e coelhos que receberam até 200mg/kg/dia de sildenafila durante a organogênese.Estas doses representam, respectivamente, cerca de 20 a 40 vezes a DMRH (dose máximarecomendada para humanos) na base de mg/m2, em um indivíduo de 50kg.Não existem estudos adequados e bem controlados da sildenafila em mulheres grávidas elactantes.Uso em IdososO ajuste de dose não é necessário para pacientes idosos.Efeitos na Habilidade de Dirigir e de Operar MáquinasNão foi estudado o efeito de sildenafila sobre a habilidade de dirigir ou operar máquinas.6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSASEfeitos de Outros Medicamentos Sobre o citrato de sildenafilaEstudos in vitroO metabolismo da sildenafila é mediado principalmente pelas isoformas do citocromo P450(CYP), 3A4 (viaprincipal) e 2C9 (via secundária). Portanto, inibidores dessas isoenzimaspodem reduzir o clearance da sildenafila e os indutores podem aumentá-lo.Estudos in vivoOs dados farmacocinéticos populacionais de pacientes em estudos clínicos indicaram umadiminuição do clearance da sildenafila quando coadministrada com inibidores do citocromoCYP3A4 (tais como o cetoconazol, eritromicina ou cimetidina).A cimetidina (800mg), um inibidor do citocromo P450 e um inibidor não-específicoCYP3A4, causou um aumento de 56% na concentração plasmática da sildenafila, quandocoadministrada com sidenafila 50mg a voluntários sadios.Quando uma dose única de 100mg de sildenafila foi administrada com eritromicina, uminibidor específico do CYP3A4, no estado de equilíbrio (500mg, 2 vezes por dia por 5 dias)houve um aumento de 182% na exposição sistêmica à sildenafila (ASC). Além disso, acoadministração de sildenafila (100mg em dose única) e saquinavir (um inibidor da proteaseHIV), que também é um inibidor do CYP3A4, no estado de equilíbrio (1200mg, 3 vezes pordia), resultou em um aumento de 140% na Cmáx e de 210% na ASC da sildenafila. Asildenafila não afetou a farmacocinética do saquinavir (vide item 8. Posologia e Modo deUsar). Espera-se que inibidores mais potentes do CYP3A4, tais como o cetoconazol e oitraconazol, apresentem efeitos maiores.A coadministração de sildenafila (100mg em dose única) e ritonavir (um inibidor daprotease HIV), que também é um potente inibidor do citocromo P450, no estado deequilíbrio (500mg, 2 vezes por dia), resultou em um aumento de 300% (4 vezes) na Cmáx ede 1000% (11 vezes) na ASC plasmática da sildenafila. Após 24 horas, os níveis desildenafila no plasma ainda eram de aproximadamente 200ng/mL, comparados aaproximadamente 5ng/mL quando a sildenafila foi administrada sozinha. Este dado éconsistente com os efeitos marcantes do ritonavir em um espectro variado de substratos docitocromo P450. A sildenafila não apresentou qualquer efeito sobre a farmacocinética doritonavir (vide item 8. Posologia e Modo de Usar).Quando doses de sildenafila foram administradas, conforme recomendação, em pacientesrecebendo inibidores potentes do citocromo CYP3A4, a concentração plasmática máxima desildenafila livre não foi superior a 200 nM em todos os indivíduos avaliados, e foram bemtoleradas.Doses únicas de antiácidos (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio) não exerceramqualquer efeito sobre a biodisponibilidade de sildenafila.Os dados farmacocinéticos dos pacientes incluídos em estudos clínicos não demonstraramqualquer efeito da medicação concomitante sobre a farmacocinética da sildenafila, quandoessas medicações foram agrupadas daseguinte forma: inibidores do citocromo CYP2C9 (taiscomo tolbutamida, varfarina), inibidores do citocromo CYP2D6 (tais como os inibidoresseletivos da recaptação de serotonina, antidepressivos tricíclicos), tiazidas e diuréticosrelacionados, inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) e bloqueadores decanais de cálcio. A ASC do metabólito ativo, N-desmetil sildenafila, estava aumentada em62% por diuréticos de alça e poupadores de potássio e 102% pelos betabloqueadores nãoespecíficos. Não se espera que estes efeitos sobre o metabólito tenham consequênciasclínicas.Em voluntários sadios do sexo masculino não existiram evidências sobre o efeito daazitromicina (500mg diários, por 3 dias) na ASC, Cmáx, Tmáx, constante da taxa deeliminação ou na meia-vida da sildenafila ou de seu principal metabólito circulante.Efeitos de sildenafila Sobre Outros MedicamentosEstudos in vitroA sildenafila é um fraco inibidor das isoformas do citocromo P450, 1A2, 2C9, 2C19, 2D6,2E1 e 3A4 (IC50 >150 µM). Uma vez que o pico de concentração plasmática da sildenafilaé de aproximadamente 1 µM após as doses recomendadas, é improvável que sildenafilaaltere o clearance dos substratos dessas isoenzimas.Estudos in vivoFoi demonstrado que sildenafila potencializa o efeito hipotensor da terapêutica com nitratos,tanto de uso agudo quanto crônico. Portanto, o uso de qualquer forma doadora de óxidonítrico, nitratos ou nitritos orgânicos, de uso regular ou intermitente com sildenafila, écontraindicado (vide item 4.Contraindicações).Em 3 estudos específicos de interação fármaco-fármaco, o ?-bloqueador doxazosina (4mg e8mg) e a sildenafila (25mg, 50mg ou 100mg) foram administrados simultaneamente apacientes com hiperplasia prostática benigna (HPB) estável em tratamento com doxazosina.Foi observado, nesta população de estudo, que a redução adicional média da pressãosanguínea na posição supina foi de 7/7 mmHg, 9/5 mmHg e 8/4 mmHg, e a reduçãoadicional média da pressão sanguínea em pé foi de 6/6 mmHg, 11/4 mmHg e 4/5 mmHg,respectivamente.Quando a sildenafila é coadministrada com doxazosina em pacientes estáveis em tratamentocom doxazosina, houve relatos infrequentes de pacientes que apresentaram hipotensãopostural sintomática. Estes relatos incluíram tontura e sensação de cabeça vazia, mas semdesmaio. A coadministração de sildenafila a pacientes em tratamento com ?-bloqueadorespode levar à hipotensão sintomática em alguns indivíduos suscetíveis (vide itens5.Advertências e Precauções e 8. Posologia e Modo de Usar).Não foi demonstrada interação significativa quando a sildenafila (50mg) foi coadministradacom a tolbutamida (250mg) ou varfarina (40mg), sendo que ambas são metabolizadas pelocitocromo CYP2C9.O citrato de sildenafila (100mg) não afetou a farmacocinética do estado de equilíbrio dosinibidores da protease HIV, saquinavir e ritonavir, ambos substratos do citocromo CYP3A4.O citrato de sildenafila (50mg) não potencializou o aumento no tempo de sangramentoprovocado pelo ácido acetilsalicílico (150mg) e os efeitos hipotensores do álcool emvoluntários sadios com níveis médios máximos de álcool no sangue de 0,08% (80mg/dL).Não foi observada interação quando a sildenafila 100mg foi coadministrada com anlodipinoem pacientes hipertensos. A média da redução adicional da pressão arterial na posiçãosupina foi de 8 mmHg (sistólica) e 7 mmHg (diastólica).A análise de dados sobre segurança não demonstrou qualquer diferença no perfil de efeitoscolaterais em pacientes tratados com sildenafila, na presença e ausência de medicação anti-
hipertensiva.7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTODURANTE O CONSUMO ESTE PRODUTO DEVE SER MANTIDO NOCARTUCHO DE CARTOLINA, CONSERVADO EM TEMPERATURA AMBIENTE(15 A 30°C). PROTEGER DA LUZ E UMIDADE.Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação.Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagemoriginal.Características físicas e organolépticas: Comprimido revestido de cor azul.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.8. POSOLOGIA E MODO DE USAROs comprimidos de Viasil destinam-se à administração por via oral.Uso em adultos: Para a maioria dos pacientes, a dose recomendada é de 50mg em doseúnica, administrada quando necessária e aproximadamente 1 hora antes da relação sexual.De acordo com a eficácia e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada para uma dosemáxima recomendada de 100mg ou diminuída para 25mg. A dose máxima recomendada éde 100mg. A frequência máxima recomendada de Viasil é de 1 vez ao dia.Uso em pacientes com insuficiência renal: Não é necessário ajuste de dose em pacientescom insuficiência renal leve a moderada (clearance de creatinina = 30 ? 80 mL/min). Umavez que o clearance da sildenafila é reduzido em pacientes com insuficiência renal grave(clearance de creatinina < 30 mL/min), uma dose de 25mg deve ser considerada.Uso em pacientes com insuficiência hepática: Uma vez que o clearance da sildenafila éreduzido em pacientes com insuficiência hepática (por ex.: cirrose), uma dose de 25mg deveser considerada.Uso em pacientes que utilizam outras medicações: Considerando a extensão da interaçãoem pacientes em tratamento concomitante com sildenafila e ritonavir (vide item 6.Interações Medicamentosas), recomenda-se não exceder a dose única máxima de 25mg desildenafila dentro de um período de 48 horas. Uma dose inicial de 25mg deve serconsiderada em pacientes recebendo terapia concomitante com inibidores da CYP3A4 (porex.: eritromicina, saquinavir, cetoconazol, itraconazol) (vide item 6. InteraçõesMedicamentosas).A fim de diminuir o potencial de desenvolver hipotensão postural, o paciente deve estarestável durante a terapia com ?-bloqueadores principalmente no início do tratamento comsildenafila. Além disso, deve-se considerar a menor dose de sildenafila para iniciar a terapia(vide itens 5. Advertências e Precauções e 6. Interações Medicamentosas). Foi demonstradoque sildenafila potencializa o efeito hipotensor dos nitratos. Portanto, a administração apacientes que fazem uso de medicamentos doadores de óxido nítrico ou nitratos sobqualquer forma, é contraindicada.Uso em crianças: Viasilnão é indicado para o uso em crianças (< 18 anos).Uso em idosos: O ajuste de dose não é necessário para pacientes idosos.Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

9. REAÇÕES ADVERSAS

Os eventos adversos foram, em geral, transitórios e de natureza leve a moderada.Em estudos de dose fixa, a incidência de alguns eventos adversos aumentou com a dose. Anatureza dos eventos em estudos de dose flexível, que refletem de forma mais adequada oregime posológico recomendado, foi semelhante àquela observada nos estudos de dose fixa.As reações adversas mais comumente relatadas foram cefaleia e rubor, ambas ocorrendo emmais que 10% dos pacientes. As reações adversas estão listadas por sistemas e órgãos eclassificadas pela frequência. As frequências são definidas como: reação muito comum (>1/10) e reação comum (> 1/100 e < 1/10).Sistema Nervoso: Muito Comuns: cefaleia (sildenafila: 10,8% vs placebo: 2,8%). Comuns:tontura (sildenafila: 2,9% vs placebo: 1,0%).Vascular: Muito Comuns: vasodilatação (rubor) (sildenafila: 10,9% vs placebo: 1,4%).Ocular: Comuns: visão anormal (visão turva, sensibilidade aumentada à luz) (sildenafila:2,5% vs placebo: 0,4%) e cromatopsia (leve e transitória, predominantemente distorção decores) (sildenafila: 1,1% vs placebo: 0,03%).Cardíaco: Comuns: palpitação (sildenafila: 1,0% vs placebo: 0,2%).Respiratório, torácico e mediastinal: Comuns: rinite (congestão nasal) (sildenafila: 2,1% vsplacebo: 0,3%).Gastrintestinal: Comuns: dispepsia (sildenafila: 3,0% vs placebo: 0,4%).Nas doses acima da variação de dose recomendada, eventos adversos foram semelhantesàqueles detalhados acima, mas foram relatados com mais frequência.Após a análise de estudos clínicos duplo-cegos, placebo-controlados, envolvendo mais de700 pessoas-ano utilizando placebo e mais de 1300 pessoas-ano tratadas com sildenafila,observou-se que não há diferenças entre a taxa de incidência de infarto do miocárdio e a taxade mortalidade cardiovascular quando os pacientes tratados com sildenafila foramcomparados àqueles recebendo placebo. A taxa de incidência de infarto do miocárdio foi de1,1 por 100 pessoas-ano, para homens recebendo tanto placebo quanto sildenafila. E a taxade incidência de mortalidade cardiovascular foi de 0,3 por 100 pessoas-ano, para homensrecebendo tanto placebo quanto sildenafila.Os seguintes eventos adversos foram relatados durante o período pós-comercialização:Sistema imune: reação de hipersensibilidade (incluindo rash cutâneo).Sistema Nervoso: convulsão, convulsão recorrente.Cardíaco: taquicardiaVascular: hipotensão, síncope, epistaxeGastrintestinal: vômitoOcular: dor ocular, olhos vermelhosSistema reprodutivo e mama: ereção prolongada e/ou priapismoEm casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em VigilânciaSanitária ? NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm,ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

10. SUPERDOSE

Em estudos realizados com voluntários sadios utilizando doses únicas de até 800mg, oseventos adversos foram semelhantes àqueles observados com doses inferiores; no entanto, ataxa de incidência e gravidade foram maiores. Em casos de superdosagem, medidas geraisde suporte devem ser adotadas conforme a necessidade.Uma vez que a sildenafila se encontra fortemente ligada às proteínas plasmáticas e não éeliminada pela urina, não se espera que a diálise renal possa acelerar o clearance dasildenafila.Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.M.S. no 1.0370. 0560Farm. Resp.: Andreia Cavalcante SilvaCRF-GO no 2.659Fabricado por:LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.Guarulhos-SPRegistrado por:LABORATÓRIO TEUTO BRASILEIRO S/A.CNPJ ? 17.159.229/0001 -76VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 ? DAIACEP 75132-140 ? Anápolis ? GOIndústria Brasileira

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 03/06/2013.