XOLAIR

Para que serve XOLAIR

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


XOLAIR

omalizumabe

APRESENTAÇÕES

Pó para solução injetável ? via subcutânea. Embalagem contendo 1 frasco-ampola + 1 ampola diluente.

VIA SUBCUTÂNEAUSO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOSCOMPOSIÇÃO

Cada frasco-ampola contém 150 mg de omalizumabe, um anticorpo monoclonal humanizado fabricado a partir de umalinhagem de células de mamíferos.Excipientes: sacarose, histidina, cloridrato de histidina mono-hidratado e polissorbato.Cada ampola diluente contém 2 mL de água para injeção, usada para dissolução do pó para injeção.Xolair reconstituído contém 125 mg/mL de omalizumabe (150 mg em 1,2 mL).

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE 1. INDICAÇÕES

Xolair (omalizumabe) é uma imunoterapia inespecífica anti-IgE indicado para adultos e crianças (acima de de 6 anosde idade) com asma alérgica persistente moderada a grave cujos sintomas são inadequadamente controlados comcorticosteroides inalatórios (CI).Xolair tem demonstrado uma diminuição na incidência de exacerbações de asma nestes pacientes. Segurança e eficácianão foram estabelecidas em outras condições alérgicas.2. RESULTADOS DE EFICÁCIAAdultos e adolescentes > 12 anos de idadeSegurança e eficácia de Xolair foram avaliadas em cinco estudos randomizados, duplo-cegos, placebo-controlados emulticêntricos. [1,2,3,4,5]Nos estudos idênticos de 16 semanas, 1 e 2, a segurança e eficácia de omalizumabe como uma terapia adicional foidemonstrada em 1.071 asmáticos alérgicos, que eram sintomáticos apesar do tratamento com corticosteroidesinalatórios (500 a 1.200 mcg/dia de dipropionato de beclometasona).Nos dois estudos, omalizumabe foi superior ao placebo com relação à variável principal de exacerbação de asma(definida como piora da asma com necessidade de corticosteroides sistêmicos ou do dobro da dose basal debeclometasona utilizada pelos pacientes). O número de exacerbações da asma foi significantemente menor no grupotratado com omalizumabe (p = 0,006 e p < 0,001 nos estudos 1 e 2, respectivamente). Um menor número de pacientestratados com omalizumabe apresentou exacerbações da asma (14,6% vs. 23,3%, p = 0,009 no estudo 1 e 12,8% vs.30,5%, p < 0,001 no estudo 2).Nas fases de extensão duplo-cego de ambos os estudos por mais de um ano, a redução na frequência de exacerbações deasma em pacientes tratados com omalizumabe e pacientes tratados com placebo foi mantida.Nos estudos 1 e 2, foi demonstrada melhora clinicamente significante na qualidade de vida relacionada à asma, medidaatravés do Questionário sobre a Qualidade de Vida na Asma de Juniper, no grupo de Xolair no final da fase principaldo estudo de 28 semanas comparada com aquela observada no grupo tratado com placebo (diferença do placebo p <0,001 nos estudos 1 e 2).No estudo 3, a segurança e o efeito de redução de corticosteroide do omalizumabe foram demonstrados em 246pacientes com asma alérgica grave com necessidade de um tratamento diário com alta dose de corticosteroide inalatório(fluticasona ? 1000 microgramas/dia) e naqueles em que beta2-agonistas de longa ação eram permitidos. O estudoincluiu uma fase estável de esteroide de 16 semanas com a adição da medicação em estudo, seguida por uma fase deredução de esteroide de 16 semanas. A porcentagem da redução da dose do corticosteroide inalatório no final da fase detratamento foi significantemente maior nos pacientes tratados com omalizumabe versus pacientes que receberamplacebo (mediana de 60% vs. 50%, p = 0,003). A proporção de pacientes tratados com omalizumabe que foram capazesde reduzir a dose de fluticasona para ? 500 microgramas/dia foi 60,3% versus 45,8% no grupo placebo (p > 0,05).No estudo 4, a segurança e eficácia de omalizumabe foram demonstradas em 405 pacientes com asma alérgica e rinitealérgica perene. Os pacientes elegíveis apresentavam asma alérgica sintomática e rinite alérgica perene. Os pacientesforam tratados com omalizumabe ou placebo por 28 semanas como terapia adicional a ? 400 microgramas debudesonida Turbohaler. Foram permitidos beta2-agonistas de longa ação inalatórios (39%) e corticosteroides nasais(17%).Os objetivos secundários do estudo 4 foram a incidência de exacerbações de asma (piora da asma com necessidade decorticosteroides sistêmicos ou do dobro da dose basal de budesonida utilizada pelo paciente) e a proporção de pacientesVPS3 = MS 23.03.06 + MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012+ CDS 18.12.121 em cada grupo de tratamento com uma melhora ? 1,0 em relação ao basal ao final da fase de tratamento nas avaliaçõesespecíficas de qualidade de vida tanto de asma como de rinite (Avaliação de Qualidade de Vida de Juniper).Os pacientes tratados com omalizumabe tiveram uma incidência menor de exacerbações de asma significantecomparando-se aos pacientes que receberam placebo (20,6% omalizumabe vs. 30,1% placebo, p = 0,02) e houve umaproporção maior de pacientes tratados com omalizumabe que melhoraram em ? 1,0 pontos nas avaliações específicas dequalidade de vida tanto de asma como de rinite quando comparado com placebo (57,7% omalizumabe vs. 40,6%placebo, p < 0,0001).A redução das exacerbações e melhora da qualidade de vida em pacientes tratados com omalizumabe foram vistas nocontexto de melhora estatisticamente significante tanto nos sintomas de rinite como de asma, e função pulmonar,quando comparada ao placebo.No estudo 5, a eficácia e segurança de Xolair foram demonstradas em um estudo de 28 semanas envolvendo 419pacientes com asma alérgica grave, de 12-79 anos, que apresentavam função pulmonar reduzida (Volume expiratórioforçado no primeiro segundo: VEF1 40-80% do previsto) e baixo controle dos sintomas de asma apesar de receber >1000 microgramas de dipropionato de beclometasona (ou equivalente) além de beta2-agonista de longa ação. Ospacientes elegíveis apresentavam múltiplas exacerbações de asma com necessidade de tratamento com corticosteroidessistêmicos ou haviam sido hospitalizados ou auxiliados em uma sala de emergência devido à exacerbação grave deasma no último ano apesar do tratamento contínuo com altas doses de corticosteroides inalatórios e beta2-agonistas delonga ação. Xolair subcutâneo ou placebo foram administrados como terapia adicional à > 1000 microgramas debeclometasona (ou equivalente) mais beta2-agonistas de longa ação. As terapias de manutenção com corticosteroide oral(22%), teofilina (27%) e antileucotrieno (35%) foram permitidas. Na fase de tratamento, a terapia concomitante de asmanão foi alterada.A taxa de exacerbações de asma com necessidade de tratamento com a interrupção de corticosteroides sistêmicos foi oprincipal objetivo. O omalizumabe reduziu a taxa de exacerbação de asma para 19% (p = 0,153). Avaliações adicionais,que demonstraram significância estatística (p < 0,05) a favor do omalizumabe, incluíram reduções nas exacerbaçõesgraves (em que a função pulmonar dos pacientes foi reduzida a menos que 60% do melhor do paciente e comnecessidade de corticosteroides sistêmicos), visitas emergenciais relacionadas à asma (incluindo hospitalizações, visitasa salas de emergência e visitas não agendadas ao médico), melhora na avaliação médica geral da efetividade dotratamento, Qualidade de Vida relacionada à Asma (AQL), sintomas de asma e função pulmonar. Uma avaliaçãomédica geral foi realizada nos cinco estudos mencionados como uma ampla medição, realizada pelo médico que estáoferecendo o tratamento, quanto ao controle da asma. O médico foi capaz de considerar o pico do fluxo expiratório(Peak Expiratory Flow - PEF), os sintomas diurnos e noturnos, o uso de medicação de resgate, a espirometria e asexacerbações. Em todos os cinco estudos uma proporção significantemente maior de pacientes tratados com Xolair foijulgada como tendo atingido tanto uma melhora marcante quanto controle completo de sua asma quando comparadocom pacientes que receberam placebo.Crianças de 6 a < 12 anos de idadeO suporte primário de segurança e eficácia de Xolair no grupo de 6 a < 12 anos de idade veio de um estudorandomizado, duplo-cego, placebo controlado, multicêntrico (estudo 6) e de um estudo adicional de suporte (estudo 7). O estudo 6 foi um estudo de 52 semanas que avaliou a segurança e eficácia de Xolair como terapia complementar em628 asmáticos alérgicos não controlados, embora tratados regularmente com corticosteroides inalatórios (fluticasonaDPI ? 200 mcg/dia ou equivalente) com ou sem outra medicação de controle asmático. Pacientes elegíveis foramaqueles com um diagnóstico de asma > 1 ano e um resultado positivo para o teste cutâneo (prick test) para pelo menosum aero-alérgeno perene e uma história clínica de asma persistente moderada a grave incluindo os sintomas diurnose/ou noturnos além de um histórico de exacerbações experimentadas no ano anterior à entrada no estudo. As terapias demanutenção com beta2-agonistas de longa duração (67,4%), antileucotrienos (36,6%) e corticosteroides orais (1,3%)foram permitidas. Durante as primeiras 24 semanas de tratamento, as doses de esteroides dos pacientes permaneceramconstantes em relação ao basal e foi seguido por um período de 28 semanas no qual o ajuste de corticosteroide inalatóriofoi permitido. [6]Uma exacerbação clinicamente significante foi definida como uma piora dos sintomas da asma conforme julgamentoclínico dos investigadores, necessitando duplicar o nível basal da dose de corticosteroide inalatório por pelo menos 3dias e/ou tratamento com corticosteroide sistêmico de resgate (oral ou I.V.) por pelo menos 3 dias. [6]As taxas de exacerbações durante o período de tratamento duplo-cego de 52 semanas em pacientes tratados comXolair com VEF1 > 80% no nível basal tiveram reduções relativas de 43% nas exacerbações de asma quandocomparadas com o placebo (p < 0,001). Os pacientes tratados com Xolair tiveram uma redução estatisticamentesignificante na taxa de exacerbações de asma independente do uso concomitante de beta2-agonista de longa duração nonível basal quando comparados com os pacientes que receberam placebo, representando uma redução de 45% para osusuários do beta2-agonista de longa duração e uma redução de 42 % para os não usuários (p < 0,001 e p = 0,011,respectivamente). [6]VPS3 = MS 23.03.06 + MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012+ CDS 18.12.122 O estudo 7 foi um estudo de 28 semanas, duplo-cego, controlado, avaliando primeiramente a segurança em 334pacientes que foram bem controlados com corticosteroides inalatórios. Durante as 16 primeiras semanas, as doses decorticoide dos pacientes permaneceram constantes em relação ao basal, seguidas por um período de 12 semanas deredução da dose do corticoide. O estudo avaliou a porcentagem de redução na dose de dipropionato de beclometasona(DPB) e a proporção de pacientes com redução na dose de DPB na semana 28. A porcentagem de redução na dose deDPB na semana 28 foi maior no grupo de Xolair do que no grupo placebo (redução média 100% vs 66,7%, p = 0,001)bem como a proporção de pacientes com redução de dose de DPB (p = 0,002). A frequência e incidência dos episódiosde exacerbação da asma durante a fase de redução da dose esteroidal também foram menores no grupo do omalizumabe(valor médio 0,42 vs 0,72, p < 0,001; porcentagem de pacientes com exacerbações 18% vs 39%, p < 0,001). A tendênciade superioridade de omalizumabe em relação à redução da frequência e incidência da exacerbação foi evidente duranteas primeiras 16 semanas do período de tratamento de 24 semanas. 55,7% dos pacientes tratados com omalizumabetiveram uma redução completa (100%) na dose de corticosteroide no final do período de tratamento de 28 semanasquando comparados com os 43,2% dos pacientes que receberam placebo. Adicionalmente, mais pacientes tratados comomalizumabe tiveram uma redução ? 50% na dose de corticosteroide quando comparado com placebo (80,4% vs 69,5%,p = 0,017). [7]Uma avaliação médica geral foi realizada nos dois estudos mencionados (6 e 7) como uma ampla medição do controleda asma realizada pelo médico que está oferecendo o tratamento. O médico foi capaz de considerar o PEF, sintomasdiurnos e noturnos, uso da medicação de resgate, espirometria e exacerbações. Em ambos os estudos uma proporçãosignificantemente maior de pacientes tratados com Xolair foi julgada como tendo atingido tanto uma melhoramarcante ou controle completo de sua asma quando comparado com pacientes que receberam placebo. [6,7,8]Resumo dos estudos A2208 e A2210A extensão da tabela posológica para as novas combinações de IgE e peso corporal é suportada por estudos clínicos. O estudo A2210 foi um estudo de 16 semanas, multicêntrico, randomizado, duplo-cego, de grupos paralelos e placebocontrolado, em 50 pacientes adultos (18-65 anos) com asma intermitente, asma persistente leve ou asma persistentemoderada. Os pacientes foram agrupados por níveis de IgE baixos (30-300 UI/mL) altos (700-2.000 UI/mL) erandomizados (2:1) para Xolair subcutâneo até 600 mg a cada 2 semanas (grupos de IgE baixo e alto) ou 4 semanas(grupo de IgE baixo apenas) ou placebo. [10]O estudo A2208 foi um estudo de segurança multicêntrico, aberto, de grupo paralelo em 32 pacientes com asma leve amoderada que receberam duas injeções subcutâneas únicas de 450 mg, 525 mg ou 600 mg de Xolair com 14 dias deintervalo. [9,10]Principais resultados de eficáciaNo estudo A2210, Xolair reduziu a resposta asmática primária induzida por alérgenos (RAP, desfecho primário) emambos os grupos baixo IgE e alto IgE comparados com placebo na semana 16, a diferença na redução de % máxima emVEF1 entre Xolair e placebo foi de -14,9% (p < 0,001) comparado com -8,2% (p=0,087) no grupo de IgE baixo. [10]No estudo A2208, a diminuição máxima média de cada paciente de IgE livre na triagem foi de ? 99,0% para todas astrês dosagens e a média das concentrações de IgE livre permaneceu abaixo de 25 ng/mL por pelo menos 2 semanas apósa segunda dose. Reduções na IgE livre foram consistentes com os níveis previamente demonstrados a estaremassociados à eficácia clínica. [9]Principais resultados de segurançaNo estudo A2210, a frequência de reações adversas foi similar em ambos os grupos de tratamento, a maioria dos quaisnão são suspeitos de estarem relacionados com o medicamento. [10]No estudo de segurança A2208, 26 (81,3%) pacientes reportaram um total de 69 reações adversas. Destas, 10 reaçõesadversas reportadas por 6 (18,8%) pacientes dentre todos os grupos de doses foram considerados estarem relacionadosao Xolair. Estas reações adversas foram principalmente de intensidade leve, mais frequentemente causaram distúrbiosno sistema nervoso ou distúrbios gastrointestinais e foram resolvidos até o final do estudo. Nenhuma das medidaslaboratoriais de segurança, sinais vitais, gravações do ECG ou resultados espirométricos revelaram que quaisquerachados clínicos relevantes ou tendências podem estar relacionados com Xolair. [9]No geral, os resultados dos estudos de extensão da dosagem da tabela posológica são consistentes com os perfis desegurança e eficácia já conhecidos de Xolair.Referências Bibliográficas1. Study No. rhuMAb-E25 01 008, A randomised, double-blind Study to assess the efficacy, safety, tolerability, steroid-
reduction, pharmacokinetics and pharmacodynamics of subcutaneous rhuMAb-E25 in adolescents and adults withmoderate to severe allergic asthma requiring daily treatment with inhaled corticosteroids. [1] (dados em arquivo)2. Study No. rhuMAb-E25 01 009, A randomised , double-blind Study to assess the efficacy, safety, tolerability,steroid-reduction, pharmacokinetics and pharmacodynamics of subcutaneous rhuMAb-E25 in adolescents and adultswith moderate to severe allergic asthma requiring daily treatment with inhaled corticosteroids. [2] (dados em arquivo)VPS3 = MS 23.03.06 + MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012+ CDS 18.12.123 3. Study No. rhuMAb-E25 01 011, A Phase III, 32 week, randomized, double-blind, parallel-group, placebo-controlled,multicenter pilot study to assess corticosteroid reduction, efficacy, safety, tolerability, steady state rhuMAb-E25concentration, and pharmacodynamics of subcutaneous rhuMAb-E25 in adolescents and adults with severe allergicasthma requiring daily treatment with high dose inhaled corticosteroids, with or without oral corticosteroids. [32] (dadosem arquivo)4. [Vignola AM, Humbert M, Bousquet J et al. (2004)] Efficacy and tolerability of anti-immunoglobulin E therapy withomalizumab in patients with concomitant allergic asthma and persistent allergic rhinitis: SOLAR. Allergy;59(7):709-17.[47]5. [Humbert M, Beasley R, Ayres J et al. (2005)]. Benefits of omalizumab as add-on therapy in patients with severepersistent asthma who are inadequately controlled despite best available therapy (GINA 2002 step 4 treatment):INNOVATE. Allergy;60:309-316. [48]6. Study No. CIGE025AIA05, A 1 year, randomized, double blind, parallel-group, placebo-controlled, multicenterevaluation of efficacy, safety, pharmacokinetics and pharmacodynamics of omalizumab in children (6- < 12 years) withmoderate-severe, persistent, inadequately controlled allergic asthma, 4-Jun-2008. [52] (dados em arquivo)7. Study No. CIGE025AIA10, A phase III, 7-month, double-blind, randomized, parallel-group, placebo controlledmulticenter trial with a 5-month open-label extension period to assess safety and tolerability, steroid-reduction,pharmacokinetics, and pharmacodynamics of subcutaneous rhuMAb-E25 in children (6-12) with allergic asthmarequiring daily treatment with inhaled corticosteroids. 1-Mar-2000. [53] (dados em arquivo)8. Xolair (omalizumab). Clinical Expert Statement. Rationale for changes to Novartis Core Data Sheet (CDS) -Amendment for safe and effective use in moderate to severe allergic asthma in children aged 6-<12 years. 14-Oct-2008.[54] (dados em arquivo)9. Study No. CIGE025A2208, Multi-center, open-label, multiple dose study in mild to moderate asthmatics (withIgE/body weight combinations above that in the SmPC dosing table) to determine safety, tolerability, pharmacokinetics,and pharmacodynamics of omalizumab. 19-May-2009. (dados em arquivo)10. Study No. CIGE025A2210, A randomized, double-blind, placebo-controlled study to demonstrate the efficacy ofXolair in an allergen bronchoprovocation study in asthmatic populations defined by serum IgE concentrations. 3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICASGrupo farmacoterapêutico: outras drogas sistêmicas para doenças obstrutivas das vias respiratórias, código

ATC

R03DX05.FarmacodinâmicaO omalizumabe é um anticorpo monoclonal humanizado derivado de DNA recombinante que se liga seletivamente àimunoglobulina E (IgE). O anticorpo é uma IgG1 kappa que contém regiões de estrutura humana com regiõesdeterminantes complementares de um anticorpo murino humanizado que se liga à IgE.A cascata alérgica inicia-se quando a IgE ligada aos receptores Fc?RI de alta afinidade na superfície dos mastócitos ebasófilos, sofre ligação cruzada por um alérgeno. Isto resulta na degranulação destas células efetoras e na liberação dehistaminas, leucotrienos, citocinas e outros mediadores. Estes mediadores são responsáveis pela fisiopatologia da asmaalérgica, incluindo edema das vias respiratórias, contração do músculo liso e alteração da atividade celular associada aoprocesso inflamatório. Eles também contribuem para os sinais e sintomas da doença alérgica, tais comobroncoconstrição, produção de muco, sibilos, dispneia, opressão torácica, congestão nasal, espirros, prurido, rinorreia eprurido nasal e lacrimejamento. O omalizumabe liga-se à IgE e evita a sua ligação ao receptor Fc?RI de alta afinidade, reduzindo assim a quantidade deIgE livre que está disponível para desencadear a cascata alérgica. O tratamento de indivíduos atópicos comomalizumabe resultou em uma marcante diminuição do número de receptores Fc?RI em basófilos. Além disso, aliberação de histamina in vitro dos basófilos isolados de indivíduos tratados com Xolair foi reduzida emaproximadamente 90%m após estimulação com um alérgeno, comparado aos valores de pré-tratamento.Em estudos clínicos, níveis séricos de IgE livre foram reduzidos de forma dose-dependente em uma hora após aprimeira dose e mantidos entre as doses. A redução média da IgE sérica livre foi maior do que 96% usando dosesrecomendadas. Níveis séricos de IgE total (ou seja, ligada e não ligada) aumentaram após a primeira dose devido aformação do complexo omalizumabe:IgE que tem uma taxa de eliminação mais lenta comparada com a IgE livre. NasVPS3 = MS 23.03.06 + MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012+ CDS 18.12.124 16 semanas após a primeira dose, a média dos níveis séricos de IgE total foi 5 vezes mais alta em relação aos níveis depré-tratamento quando usados ensaios padrões. Após a interrupção da administração de Xolair, o aumento de IgE totale a redução de IgE livre induzidos por Xolair foram reversíveis, sem rebote observado nos níveis de IgE após remoçãoda droga. Níveis de IgE total não retornaram aos níveis de pré-tratamento por até um ano após a descontinuação deXolair.FarmacocinéticaA farmacocinética de omalizumabe foi estudada em pacientes adultos e adolescentes com asma alérgica.AbsorçãoApós administração subcutânea, omalizumabe é absorvido com uma média de biodisponibilidade absoluta de 62%.Após uma dose única subcutânea em pacientes adultos e adolescentes com asma, omalizumabe foi absorvidolentamente, alcançando o pico de concentrações séricas após uma média de 7-8 dias. A farmacocinética deomalizumabe é linear em doses maiores do que 0,5 mg/kg. Após doses múltiplas de omalizumabe, áreas sob a curva deconcentração sérica-tempo do dia 0 ao dia 14 no estado de equilíbrio dinâmico (steady state) foram mais de 6 vezessuperiores àquelas após a primeira dose.DistribuiçãoIn vitro, o omalizumabe forma complexos de tamanho limitado com IgE. Complexos precipitados e complexos maioresdo que um milhão de Daltons de peso molecular não foram observados in vitro ou in vivo. Estudos de distribuiçãotecidual em macacos cynomolgus não mostraram aumento específico de 125I-omalizumabe por qualquer órgão ou tecido.O volume aparente de distribuição em pacientes após administração subcutânea foi 78 ± 32 mL/kg.EliminaçãoO clearance de omalizumabe envolve o processo do clearance de IgG, bem como o clearance via ligação específica eformação de complexo com seu alvo de ligação, a IgE. A eliminação hepática de IgG inclui degradação no sistemaretículo-endotelial do fígado (SRE) e células endoteliais. A IgG intacta também é excretada pela bile. Nos estudos comcamundongos e macacos, complexos omalizumabe IgE foram eliminados por interações com receptores Fc-gama,dentro do SRE a taxas que foram geralmente mais rápidas do que o clearance de IgG. Em pacientes com asma, a meia-
vida de eliminação sérica de omalizumabe foi em média de 26 dias, com clearance aparente médio de 2,4 ± 1,1mL/kg/dia. Adicionalmente, dobrando o peso corpóreo, aproximadamente dobrou o clearance aparente.Características em populações de pacientesIdade, raça/etnia, sexo e índice de massa corpóreaA farmacocinética populacional de Xolair foi analisada para avaliar os efeitos das características demográficas. Asanálises destes dados sugerem que os ajustes de dose por idade (6 a 76 anos), raça, etnia ou sexo e índice de massacorpórea, não são necessários.Insuficiência renal e hepáticaNão há dados farmacocinéticos ou farmacodinâmicos em pacientes com insuficiência renal ou hepática (veja ?5.Advertências e Precauções?).Dados de segurança não clínicosNão houve evidência de uma resposta sistêmica anafilática devido à degranulação de mastócitos tanto em macacoscynomolgus adultos quanto em jovens. Complexos circulantes omalizumabe: anticorpos IgE estavam presentes emtodos os estudos com macacos, no entanto, não houve evidências de doença por imunocomplexo mediada em qualquerórgão (incluindo o rim) após administração de omalizumabe. Complexos omalizumabe: IgE não se fixam aocomplemento ou mediam citotoxicidade complemento-dependente.A administração crônica de omalizumabe em doses de até 250 mg/kg (14 vezes mais que a dose máxima permitidaclinicamente de 17,5 mg/kg, de acordo com o recomendado na Tabela de doses) foi bem tolerada em primatas não-
humanos (animais adultos ou jovens), com exceção da redução dose-relacionada da contagem de plaquetas que ocorreuem algumas espécies de primatas não-humanos, em concentrações séricas que geralmente excediam a exposiçãomáxima humana em estudos clínicos-piloto. Os macacos jovens foram mais sensíveis aos efeitos de plaqueta que osmacacos adultos. Adicionalmente, foram observadas hemorragia aguda e inflamação nos locais de injeção em macacoscynomolgus, que são consistentes com uma resposta imune localizada a administrações subcutâneas repetidas de umaproteína heteróloga. Estudos formais de carcinogenicidade não foram conduzidos com omalizumabe.Anticorpos contra omalizumabe foram detectados em alguns macacos após a administração subcutânea ou intravenosa,o que era esperado pela administração de uma proteína heteróloga. Alguns animais não puderam ser avaliados devido aaltas concentrações séricas de omalizumabe, altos níveis de IgE ou ambos. No entanto, os animais foram mantidos comVPS3 = MS 23.03.06 + MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012+ CDS 18.12.125 concentrações séricas altas de omalizumabe em todos os períodos de tratamento dos estudos, mas não houve toxicidadeaparente devido à presença de anticorpos anti-omalizumabe.Estudos em animais para reprodução, excreção de leite e fertilidade estão descritos na seção ?5. Advertências ePrecauções?.

4. CONTRAINDICAÇÕES

Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer outro componente do produto.Este medicamento é contraindicado para menores de 6 anos de idade.5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕESAtenção diabéticos: contém açúcar.Reações anafiláticasComo com qualquer proteína, podem ocorrer reações alérgicas locais ou sistêmicas, incluindo anafilaxia, quando daadministração de omalizumabe. Foram relatadas ocorrências de anafilaxia após a administração de Xolair em estudos clínicos realizados antes dacomercialização e em relatos espontâneos pós-comercialização (veja ?Reações Adversas?). Alguns destes eventostrouxeram risco à vida. Foram relatadas ocorrências de anafilaxia após a administração da primeira dose de Xolair, bem como após 1 ano doinício do tratamento regular. Embora a maioria destas reações tenha ocorrido dentro de 2 horas após a injeção, algumasocorreram após 2 horas. Medicações para o tratamento de reações anafiláticas devem estar disponíveis para uso imediato após administração deXolair. Pacientes devem ser cuidadosamente observados por um período de tempo adequado após cada aplicação deXolair. Os pacientes devem ser informados que reações anafiláticas são possíveis. Os pacientes devem ser informadossobre os sinais e sintomas da anafilaxia e aconselhados a procurar imediatamente cuidados médicos em caso deaparecimento destes sinais e sintomas. Assim como com todos os anticorpos monoclonais humanizados derivados de DNA recombinante, os pacientes podem,em casos raros, desenvolver anticorpos contra o omalizumabe.Doença do soro e reações do tipo doença do soro, uma reação alérgica tipo III retardada, foram raramente observadasem pacientes tratados com anticorpos monoclonais humanizados incluindo omalizumabe. O início da reação foigeralmente dentre 1 a 5 dias após administração da primeira injeção ou das injeções subsequentes, bem como após umtratamento de longa duração. Os sintomas sugestivos da doença do soro incluem artrite/artralgia, rash (urticária ououtras formas), febre e linfo-adenopatia. Anti-histamínicos e corticosteroides podem ser úteis para prevenção outratamento dessa condição e os pacientes devem ser aconselhados a relatar qualquer sintoma suspeito.Infecções parasitáriasA IgE pode estar envolvida na resposta imunológica a algumas infecções. Em pacientes com alto risco crônico parainfecção helmíntica, um estudo placebo-controlado mostrou um pequeno aumento na taxa de infecção comomalizumabe, embora o curso, gravidade e resposta ao tratamento da infecção permanecessem inalterados. A taxa deinfecção helmíntica no programa clínico geral, o qual não foi desenhado para detectar essas infecções, foi menor que 1em 1.000 pacientes. Entretanto, deve-se ter cautela em pacientes com alto risco de infecção helmíntica, particularmentequando em viagens para áreas onde as infecções helmínticas são endêmicas. Se os pacientes não responderem aotratamento anti-helmíntico recomendado, a descontinuação de Xolair deve ser considerada.GeralXolair não é indicado para tratamento de exacerbações agudas de asma, broncoespasmo agudo ou status asmaticus.Xolair não foi estudado em pacientes com síndrome de hiperimunoglobulina,aspergilose broncopulmonar alérgica oupara prevenção de reações anafiláticas.Xolair não foi adequadamente estudado em dermatite atópica, rinite alérgica ou alergia alimentar.A terapia com Xolair não foi estudada em pacientes com doenças autoimunes, condições mediadas porimunocomplexo, ou naqueles com insuficiência renal ou hepática pré-existente. Deve-se ter cuidado ao administrarXolair a esta população de pacientes. Não é recomendada a interrupção abrupta de corticosteroides sistêmicos ou inalatórios após o início da terapia comXolair. A diminuição do corticosteroide deve ser realizada gradualmente sob supervisão direta de um médico.

Gravidez

VPS3 = MS 23.03.06 + MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012+ CDS 18.12.126 Não há estudos adequados e bem controlados de omalizumabe em mulheres grávidas. Sabe-se que moléculas de IgGatravessam a barreira placentária. Como estudos de reprodução animal nem sempre são previsíveis para a respostahumana, Xolair somente deve ser usado durante a gravidez se claramente necessário.Estudos de reprodução em macacos cynomolgus foram conduzidos com omalizumabe. Doses subcutâneas de até 75mg/kg (12 vezes a dose clínica máxima) de omalizumabe não resultaram em toxicidade materna, embriotoxicidade outeratogenicidade quando administradas durante a organogênese, e não resultaram em efeitos adversos no feto ou nocrescimento neonatal quando administradas durante gestação tardia, parto ou amamentação.Apesar dos efeitos clinicamente significativos nas plaquetas não terem sido observados em pacientes, doses excessivasde omalizumabe comparadas à dose clínica têm sido associadas a reduções de plaquetas sanguíneas idade-dependentesem primatas não-humanos, com uma maior sensibilidade relativa em animais jovens. Em estudos de reprodução emmacacos cynomolgus, não houve evidências clínicas de trombocitopenia neonatal em macacos cujas mães foramtratadas com até 75 mg/kg de omalizumabe; no entanto, as contagens de plaquetas não foram avaliadas nestas crias.Este medicamento pertence à categoria de risco na gravidez B, portanto, este medicamento não deve ser utilizado pormulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.AmamentaçãoApesar da presença de Xolair no leite humano não ter sido estudada, a IgG é excretada no leite humano; portanto, éesperado que Xolair esteja presente no leite humano. O potencial de absorção de Xolair ou o dano para o bebê sãodesconhecidos; deve-se ter cuidado ao administrar Xolair em mulheres que estejam amamentando.A excreção de omalizumabe no leite foi avaliada em fêmeas de macacos cynomolgus recebendo doses subcutâneas de75 mg/kg/semana. Os níveis plasmáticos neonatais de omalizumabe após exposição in utero e após 28 dias deamamentação foram entre 11% e 94% do nível plasmático materno. Os níveis de omalizumabe no leite foram de 1,5%da concentração sanguínea materna.FertilidadeNão existem dados de fertilidade humana para o omalizumabe. Em um estudo de fertilidade não clínico desenhadoespecificamente, incluindo estudos de acasalamento, não foi observado nenhum dano à fertilidade masculina oufeminina após a administração repetida de omalizumabe em doses de até 75 mg/kg.Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou utilizar máquinasOs pacientes em uso de Xolair devem ser informados que se apresentarem tontura, fadiga, síncope ou sonolência, nãodevem dirigir ou utilizar máquinas.

6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Enzimas do citocromo P450, bombas de efluxo e mecanismos de ligação proteica não estão envolvidos no clearance deomalizumabe, embora exista um pequeno potencial de interações droga-droga. Nenhum estudo de interação com drogaformal ou vacina foi desempenhado com Xolair. Não há razão farmacológica para se esperar que medicaçõescomumente prescritas usadas no tratamento da asma irão interagir com omalizumabe.Em estudos clínicos, Xolair foi usado comumente em conjunto com corticosteroides inalatórios ou orais, beta2-
agonistas inalatórios de curta e de longa ação, modificadores de leucotrienos, teofilinas e anti-histamínicos orais. Nãohouve indicação que a segurança de Xolair foi alterada com estas outras medicações comumente usadas para asma.Dados da utilização de Xolair em combinação com terapia de hipossensibilização em asma alérgica sazonal sãolimitados. Estão disponíveis dados de eficácia e segurança de um estudo multicêntrico DB PC da Alemanha com Xolair emcombinação com imunoterapia específica (Depigoid) comparado a imunoterapia (IT) sozinha em 132 adultos eadolescentes com asma alérgica sazonal e rinoconjuntivite alérgica sazonal associada. A população do estudo foidefinida como pacientes com o diagnóstico de asma alérgica sazonal a pólen de grama (e/ou pólen de centeio) nãoadequadamente controlada com concomitante rinoconjuntivite alérgica sazonal em > 2 estações prévias. A duração dotratamento do estudo foi de 18 semanas no total (10 semanas de pré-estação e 8 semanas durante a estação com pólen degrama). O objetivo primário foi a redução na carga do sintoma (soma da média diária da pontuação de gravidade dosintoma adicionado à média diária do escore de escalonamento de medicação ou uso de medicação de resgate)combinado para asma e rinoconjuntivite. Os objetivos secundários incluíram: avaliação do investigador e do paciente daefetividade global do tratamento (GETE), Qualidade de Vida (QoL) relacionada à asma/rinite, função pulmonar,sintomas de asma e eventos adversos. A combinação de terapia reduziu a carga de sintomas na estação com pólen degrama em 39% (p < 0,05%) em relação ao tratamento com IT isolada. Esta diferença foi devida à melhora na gravidadedos sintomas alérgicos (p = 0,01), enquanto nenhuma diferença entre os dois grupos de tratamento foi observada pelaanálise do escore de medicação devido ao reduzido uso de medicação de resgate nos dois grupos. A maioria dosVPS3 = MS 23.03.06 + MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012+ CDS 18.12.127 objetivos secundários mostrou resultados significantemente melhores quando comparados a IT isolada (particularmenteGETE, escores de QoL em rinite ou asma).IncompatibilidadesXolair não deve ser misturado a qualquer outro medicamento ou diluente diferente da água para injeção.

7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Xolair deve ser armazenado em temperatura entre 2 e 8 °C. Não congelar. Manter na embalagem original. Xolairpode ser embarcado em temperatura ambiente controlada (? 30 °C) ou entre 2 e 8 °C.Prazo de validadeO prazo de validade é de 48 meses a partir da data de fabricação.Após reconstituição, a solução deve ser administrada de acordo com as instruções do item ?Instruções para uso,manuseio e descarte?.Após reconstituição, manter entre 2 e 8 °C por 8 horas ou a 30 °C por 4 horas.Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.Descrição do produtoCada embalagem de Xolair 150 mg contém um frasco-ampola com pó para solução injetável e uma ampola de águapara injeção.Frasco-ampola (pó): claro, frasco-ampola de vidro incolor tipo I com tampa e selo azul (150 mg).Ampola (solvente): claro, ampola de vidro incolor tipo I contendo 2 mL de água para injeção.O produto completamente reconstituído parecerá claro ou levemente opaco e pode apresentar algumas bolhas pequenasou espuma ao redor da borda do frasco-ampola.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.8. POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃOPosologiaA dose e frequência apropriadas de Xolair são determinadas pelo nível sérico basal de imunoglobulina E (IgE)(UI/mL), medido antes do início do tratamento e pelo peso corpóreo (kg). Antes da dose inicial, pacientes devem ter seunível de IgE determinado por qualquer dosagem sérica de IgE total para determinação da dose. Com base nestasmedidas, 75 a 600 mg de Xolair em 1 a 4 injeções devem ser necessários para cada administração. Veja a Tabela 1para conversões e as Tabelas 2 e 3 para a determinação das doses em crianças (de 6 anos a menos que 12 anos de idade)e em adultos e adolescentes (12 anos de idade ou mais). Para doses de 225, 375 ou 525 mg, metade da dose de Xolair150 mg (75 mg), equivalente a 0,6 mL da solução preparada, deve ser utilizada para completar a dose recomendada.Pacientes cujo nível basal de IgE ou peso corpóreo em kg estiverem fora dos limites da tabela de dose, não devemreceber Xolair.Apenas para administração subcutânea. Não deve ser administrado por via intravenosa ou intramuscular.

Tabela 1: Conversão de dose para número de frascos-ampola, número de injeções e volume total de injeção paracada administração

Dose (mg)Número de frascos-ampolaNúmero de injeçõesVolume total de injeção (mL)75 0,5 1 0,6150a 111,2225 1,5 21,8300 2 2 2,4375 2,5 33,0450 3 3 3,6525 3,5 44,2600 4 4 4,8a 1,2 mL = volume máximo fornecido por frasco-ampola (Xolair 150 mg)VPS3 = MS 23.03.06 + MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012+ CDS 18.12.128 Duração do tratamento, monitoramento e ajustes de doseEm estudos clínicos, houve reduções nos eventos de exacerbação da asma e no uso de medicação de resgate, commelhora nos índices de sintomas, durante as primeiras 16 semanas de tratamento. São necessárias, no mínimo, dozesemanas de tratamento para avaliar adequadamente se o paciente está respondendo ou não a Xolair.Xolair é destinado a um tratamento de longa duração. A descontinuação geralmente resulta em um retorno a elevadosníveis de IgE livre e sintomas associados.Os níveis totais de IgE permanecem elevados durante o tratamento e por até um ano após a descontinuação dotratamento; portanto, o reteste do nível de IgE durante o tratamento com Xolair não pode ser usado como um guia dedeterminação da dose. A determinação da dose após interrupções menores que um ano no tratamento deve ser baseadano nível sérico de IgE obtido para definição da dose inicial. Níveis séricos de IgE total podem ser retestados para adeterminação de dose se o tratamento com Xolair tiver sido interrompido por um ano ou mais.As doses devem ser ajustadas por mudanças significantes no peso corpóreo (veja Tabelas 2 e 3).

Tabela 2: ADMINISTRAÇÃO A CADA 4 SEMANAS. Doses de Xolair (mg por dose) administradas porinjeção subcutânea a cada 4 semanas

Nível dePeso corpóreo (kg)IgE basal(UI/mL)> 20?
> 25?
> 90?
> 125?
> 30?40 > 40?50 > 50?60 > 60?70 > 70?80 > 80?902530125150?30?10075 75 75 150 150 150 150 150 300 300>100?200150 150 150 300 300 300 300 300> 200?300150150225300300> 300?400225225300Administração a cada duas semanas:> 400?500225300Veja Tabela 3> 500?600300300> 600?700300

Tabela 3: ADMINISTRAÇÃO A CADA 2 SEMANAS. Doses de Xolair (mg por dose) administradas porinjeção subcutânea a cada 2 semanas

Nível dePeso corpóreo (kg)IgE basal> 20?
> 25?
> 30?
> 125?
(UI/mL)> 40?50> 50?60> 60?70> 70?80> 80?90> 90?125253040150> 30?100> 100?
Administração a cada 4 semanas: veja Tabela 2 225300200> 200?
225 225 225 300 375300> 300?
225 225 225 300 300 450 525400> 400?
225225 300 300 375 375 525 600500> 500?
225300 300 375 450 450 600 600> 600?
225225300 375 450 450 525 700>700-800225225300375 450 450 525 600 >800-900225225300375 450 525 600 > 900-
225 300 375 4505256001000> 1000-
225 300 375 4506001100NÃO ADMINISTRAR ? não há dados> 1100-
disponíveis para recomendação de dose300 300 450 5256001200> 1200-
300 375 450 5251300> 1300-
300375525600VPS3 = MS 23.03.06 + MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012+ CDS 18.12.129 1500Populações especiaisInsuficiência renal ou hepáticaOs efeitos da função renal ou hepática sobre a farmacocinética de Xolair não foram estudados. Uma vez que oclearance de omalizumabe em doses clínicas é dominado pelo sistema reticular endotelial (SRE), é improvável que sejaalterado pela insuficiência renal ou hepática. Embora nenhum ajuste de dose particular seja recomendado, Xolair deveser administrado com cautela nestes pacientes (veja ?5. Advertências e Precauções?).Pacientes pediátricosA segurança e a eficácia não foram estabelecidas em pacientes pediátricos com idade abaixo de 6 anos e, portanto,Xolair não é recomendado para estes pacientes.Pacientes idososOs dados disponíveis são limitados para o uso de Xolair em pacientes com mais de 65 anos, mas não há evidênciasque pacientes idosos requeiram uma dosagem diferente do que pacientes adultos jovens.Recomendação ao administradorApenas para administração subcutânea. Não administrar pelas vias intravenosa ou intramuscular.Precauções especiais para descarteO produto liofilizado demora 15 a 20 minutos para dissolver, no entanto, em alguns casos, pode demorar mais. Oproduto completamente reconstituído parecerá claro ou levemente opaco e pode apresentar algumas bolhas pequenas ouespuma ao redor da borda do frasco-ampola. Como o produto reconstituído é um pouco viscoso, deve-se ter o cuidadode RETIRAR TODO O PRODUTO do frasco-ampola antes de expulsar qualquer ar ou excesso de solução da seringacom o objetivo de se obter o total de 1,2 mL da dose.Preparação de Xolair para administração subcutânea, seguir as instruções abaixo:Xolair 150 mg ? frasco-ampola1. Aspire 1,4 mL de água para injeção da ampola para a seringa equipada com uma agulha 40x12 (ou 1,20x40) paraaspiração do diluente.2. Com o frasco-ampola colocado na posição vertical em uma superfície plana, insira a agulha e transfira a água parainjeção para o frasco-ampola de omalizumabe usando as técnicas assépticas padrão,

orientando a água parainjeção diretamente sobre o pó.

3. Mantendo o frasco-ampola na posição vertical, gire-o vigorosamente (não agitar) por 1 minuto aproximadamentepara umedecer o pó uniformemente.4. Para auxiliar na dissolução após completar o passo 3, gire suavemente o frasco-ampola na posição vertical por 5 a10 segundos aproximadamente a cada 5 minutos para dissolver qualquer sólido remanescente.* Note que em alguns casos pode demorar mais do que 20 minutos para o pó dissolver completamente. Se estefor o caso, repita o passo 4 até que não haja partículas visíveis na forma de gel na solução.Quando o produto estiver completamente dissolvido, não deve haver partículas visíveis na forma de gel nasolução. É aceitável ter pequenas bolhas ou espuma ao redor da borda do frasco-ampola. O produtoreconstituído parecerá claro ou levemente opaco. Não use se partículas estranhas estiverem presentes.5. Inverta o frasco-ampola por 15 segundos para permitir que a solução escorra em direção à tampa. Usando uma novaseringa de 3 mL equipada com uma agulha 40x12 (ou 1,20x12), insira a agulha no frasco-ampola invertido.Posicione a ponta da agulha na tampa do frasco-ampola bem no fundo da solução enquanto estiver aspirando asolução para a seringa. Antes de remover a agulha do frasco-ampola, puxe todo o êmbolo para trás até o final daextremidade do cilindro da seringa para remover toda a solução do frasco-ampola invertido.6. Substitua a agulha 40x12 (ou 1,20x40) por uma agulha 13x4,5 (ou 0,45x13) para injeção subcutânea.7. Expulse o ar, bolhas grandes e qualquer excesso de solução para obter a dose recomendada de 1,2 mL. Uma finacamada de pequenas bolhas pode permanecer na parte de cima da solução na seringa. Como a solução é levementeviscosa, a injeção pode demorar 5-10 segundos para administração. O frasco-ampola fornece 1,2 mL (150 mg) deXolair.8. As injeções são administradas subcutaneamente na região deltoide do braço ou na coxa.Xolair 150 mg pó para solução injetável é fornecido em um frasco-ampola de dose única e não contém preservativosantibacterianos. A estabilidade físico-química do produto reconstituído foi demonstrada por 8 horas entre 2 e 8°C e por4 horas a 30°C. Do ponto de vista microbiológico, o produto deve ser usado imediatamente após a reconstituição. SeVPS3 = MS 23.03.06 + MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012+ CDS 18.12.1210 não for usado imediatamente, o tempo de armazenagem e as condições antes do uso são de responsabilidade do usuário,e normalmente, não deveria durar mais do que 8 horas entre 2 e 8°C, a menos que a reconstituição tenha sido feita emum ambiente sob condições assépticas controladas e validadas. Qualquer quantidade de produto não utilizada oumaterial desperdiçado devem ser descartados de acordo com as normas locais.Xolair reconstituído contém 125 mg/mL de omalizumabe (150 mg em 1,2 mL).Qualquer outro solvente que não seja água para infusão pode levar à uma osmolaridade muito elevada inaceitável. Amistura com outros fármacos pode aumentar o volume a ser injetado de tal forma que efeitos colaterais como dor nolocal da aplicação, bem como interações farmacológicas não podem ser evitados.

9. REAÇÕES ADVERSAS


Resumo sobre o perfil de segurançaDurante os estudos clínicos com pacientes adultos e adolescentes de 12 anos de idade ou mais, as reações adversas maiscomuns foram reações no local de injeção, incluindo dor no local de injeção, edema, eritema, prurido e cefaleias. Emestudos clínicos com pacientes de 6 a < 12 anos de idade, as reações adversas mais comuns relatadas foram dor decabeça, pirexia e dor na parte superior do abdômen. Quanto à gravidade, na sua maioria, as reações foram de leves amoderadas.Tabela com o resumo das reações adversas em estudos clínicosA Tabela 6 lista as reações adversas registradas em estudos clínicos na população total de segurança tratada comXolair por classe de órgão, sistema e por frequência. As frequências são definidas como: muito comum (? 1/10),comum (> 1/100; < 1/10), incomum (> 1/1.000; < 1/100) e rara (< 1/1.000).Tabela 6 ? Reações adversas em estudos clínicosInfecções e infestaçõesIncomum FaringiteRara Infecções parasitáriasDoenças do sistema imunológicoReação anafilática e outras condições alérgicas,Raras desenvolvimento de anticorpos antimedicamento (anti-
omalizumabe)Doenças do sistema nervoso
Comum Cefaleia**Incomuns Vertigem, sonolência, parestesia, síncopeDoenças vascularesIncomuns Hipotensão postural, ruborDoenças respiratórias, torácicas e mediastinais
Incomuns Tosse, broncoespasmo alérgicoRara LaringoedemaDoenças gastrointestinaisComum Dor na parte superior do abdômen*Incomuns Náusea, diarreia, sinais e sintomas dispépticosDoenças de pele e tecidos subcutâneosIncomuns Urticária, rash, prurido, fotossensibilidadeRara AngioedemaDoenças gerais e condições do local de administração
Muito comumPirexia*Reações no local da injeção tais como dor, eritema,Comunsprurido, edemaAumento de peso, fadiga, edema nos braços, sintomasIncomuns de gripe* Em crianças de 6 a < 12 anos de idade** Muito comum em crianças de 6 a < 12 anos de idadeAs frequências de reações adversas no grupo de pacientes em tratamento ativo foram muito similares àquelasobservadas no grupo controle.Lista de reações adversas ao medicamento de relatos espontâneos pós-comercializaçãoAs reações a seguir foram identificadas através de relatos espontâneos:VPS3 = MS 23.03.06 + MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012+ CDS 18.12.1211 ? Distúrbios do sistema imunológico (veja ?5. Advertências e Precauções?): anafilaxia e reações anafilactoidesforam reportadas após a primeira administração e administrações subsequentes e doença do soro.? Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: alopécia.? Distúrbios dos sistemas sanguíneo e linfático: trombocitopenia idiopática grave.? Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: angeíte granulomatosa alérgica (por ex: Síndrome de Churg-
Strauss).? Distúrbios musculoesqueléticos e dos tecidos conectivos: artralgia, mialgia e inchaço das articulações.NeoplasiasDurante os estudos clínicos iniciais em adultos e adolescentes de 12 anos ou mais, houve um desequilíbrio numériconos cânceres originados no grupo ativo de tratamento em comparação com o grupo controle. O número de casosobservados foi incomum (< 1/100) em ambos os grupos. Em um estudo observacional subsequente, comparando 5.007pacientes tratados com Xolair e 2.829 pacientes não tratados com Xolair, acompanhados por 5 anos, a taxade incidência de neoplasias primárias por 1.000 pacientes-ano, foi de 16,01 (295/18.426 pacientes-ano) e19,07 (190/9.963 pacientes-anos), respectivamente, o qual não indica um aumento no risco de neoplasias(razão de incidência 0,84; 0,62 - 1,13, intervalo de confiança de 95%). Em uma análise adicional de umestudo clínico randomizado, duplo-cego, placebo-controlado, incluindo 4.254 pacientes utilizando Xolair e3.178 pacientes utilizando placebo, o tratamento com Xolair não foi associado com aumento no risco deneoplasias, baseado nas taxas de incidência por 1.000 pacientes-ano de 4,14 (14/3.382 pacientes-ano) para ospacientes tratados com Xolair e 4,45 (11/2.474 pacientes-ano) para os pacientes que utilizaram placebo(taxa de incidência 0,93; 0,39 ? 2,27, intervalo de confiança de 95%). A taxa de incidência geral de neoplasiaobservada no programa de estudo clínico de Xolair foi comparável com a relatada na população em geral.Não houve casos de neoplasia nos estudos clínicos com o grupo de 6 a < 12 anos de idade com omalizumabe; houve umúnico caso de neoplasia no grupo controle.Eventos arteriais tromboembólicos (EAT)Em estudos clínicos controlados e durante a análise interina de um estudo observacional , um desequilíbrio numérico deEATs foi observado. EAT inclui acidente vascular cerebral, ataque isquêmico transitório, infarto do miocárdio, anginainstável e morte cardiovascular (incluindo morte por causas desconhecidas). Na análise final do estudo observacional, ataxa de EAT por 1.000 pacientes-ano foi de 7,52 (115/15.286 pacientes-ano) para os pacientes tratados com Xolaire 5,12 (51/9.963 pacientes-ano) para os pacientes-controle. Em uma análise controlada multivariada para osvalores basais dos fatores de riscos cardiovasculares, a taxa de risco foi 1,32 (0,91 ? 1,91, intervalo de confiança de95%). Em uma nova análise do conjunto de ensaios clínicos, incluindo todos os estudos clínicos randomizados, duplo-
cegos, placebo-controlados de 8 semanas de duração ou mais, a taxa de EAT por 1.000 pacientes-ano foi de 2,69(5/1.856 pacientes-ano) para os pacientes tratados com Xolair e 2,38 (4/1.680 pacientes-ano) para os pacientesutilizando placebo (taxa de incidência 1,13; 0,24 ? 5,71, intervalo de confiança de 95%). PlaquetasNos estudos clínicos, poucos pacientes tiveram contagem de plaquetas abaixo do limite inferior do nível normal delaboratório. Nenhuma destas mudanças foi associada a episódios de sangramento ou a uma diminuição de hemoglobina.Nenhum padrão de redução persistente na contagem plaquetária tem sido reportado em humanos (pacientes acima de 6anos de idade), como foi observado em primatas não-humanos (veja ?Dados de segurança não clínicos?).Infecções parasitáriasEm pacientes com alto risco crônico de infecção helmíntica, um estudo placebo-controlado mostrou um pequenoaumento na taxa de infecção com omalizumabe, a qual não foi estatisticamente significante. O curso, gravidade eresposta ao tratamento da infecção permaneceram inalterados (veja ?5. Advertências e Precauções?).Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária ? NOTIVISA, disponívelem www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

10. SUPERDOSE

Nenhum caso de superdose foi reportado. A dose máxima tolerada de Xolair não foi determinada. Doses únicasintravenosas de até 4.000 mg (ou 4 g) foram administradas em pacientes sem evidência de dose limite de toxicidade. Adose cumulativa mais alta administrada para pacientes foi 44.000 mg (ou 44 g) durante um período acima de 20semanas e esta dose não resultou em qualquer efeito adverso agudo.VPS3 = MS 23.03.06 + MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012+ CDS 18.12.1212 Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.MS ? 1.0068.0983Farm. Resp.: Virginia da Silva Giraldi ? CRF-SP 15.779Importado por:Novartis Biociências S.A.Av. Prof. Vicente Rao, 90 ? São Paulo ?

SPCNPJ

56.994.502/0001-30Indústria BrasileiraFabricado por: Novartis Pharma Stein AG, Stein, Suíça. = Marca registrada de Novartis AG, Basileia, Suíça

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICAUSO RESTRITO A HOSPITAIS

CDS 18.12.122012-PSB/GLC-0598-s VPS3

Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 17/01/2013.

VPS3 = MS 23.03.06 + MS 01.08.07 + MS 30.07.08 + PUB 16.11.09 + RDC 47/09 + MS 08.12.11 + PUB 19.03.12 + Farm. Resp. 2012+ CDS 18.12.1213


DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).
  2. Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
  3. Bile: Líquido secretado pelo fígado e acumulado na vesícula biliar, com abundante quantidade de bilirrubina, colesterol e pigmentos biliares. Tem importante função na digestão de gorduras. ?? lançada na porção inicial do intestino delgado através de um conduto chamado hepato-colédoco.
  4. Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
  5. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  6. Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos (ver) ou não.
  7. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  8. Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
  9. Hemorragia: Perda de sangue para um órgão interno (tubo digestivo, cavidade abdominal) ou para o exterior (ferimento arterial). De acordo com o volume e velocidade com a qual se produz o sangramento uma hemorragia pode produzir diferentes manifestações nas pessoas, desde taquicardia, sudorese, palidez cutânea, até o choque.
  10. Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
  11. Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (ver metástases). As neoplasias mais freqüentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
  12. Parasita: Organismo uni ou multicelular que vive às custas de outro, denominado hospedeiro. A presença de parasitos em um hospedeiro pode produzir diferentes doenças dependendo do tipo de afecção produzida, do estado geral de saúde do hospedeiro, de mecanismos imunológicos envolvidos, etc. São exemplos de parasitas: a sarna, os piolhos, os áscaris (lombrigas), as tênias (solitárias), etc.
  13. Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
  14. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  15. Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
  16. Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
  17. Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
  18. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

Síguenos

X