ZAP

Para que serve ZAP

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


Zap
(olanzapina)
Eurofarma Laboratórios S.A.
Comprimidos
2,5 mg; 5 mg e 10 mg
Zap

(olanzapina)

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTOUSO ORAL USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS


COMPRIMIDOAPRESENTAÇÕES

Zap (olanzapina) 2,5 mg, 5 mg e 10 mg em embalagens contendo 30 comprimidos.

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido de Zap (olanzapina) 2,5 mg contém: olanzapina..................................................................................................................................................... 2,5 mgExcipientes*..............................................................................................................................q.s.p. 1 comprimido *Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, crospovidona, estearato de magnésio.Cada comprimido de Zap (olanzapina) 5 mg contém: olanzapina.........................................................................................................................................................5 mgExcipientes*...............................................................................................................................q.s.p. 1 comprimido *Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, crospovidona, estearato de magnésio.Cada comprimido de Zap (olanzapina) 10 mg contém: olanzapina.........................................................................................................................................................10 mgExcipientes*................................................................................................................................q.s.p. 1 comprimido *Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, crospovidona, estearato de magnésio.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

1. INDICAÇÃO

Zap (olanzapina) é indicado para o tratamento agudo e de manutenção da esquizofrenia e outras psicoses, nasquais sintomas positivos (ex.: delírios, alucinações, alterações de pensamento, hostilidade e desconfiança) e/ousintomas negativos (ex.: afeto diminuído, isolamento emocional e social, pobreza de linguagem) sãoproeminentes. Zap (olanzapina) alivia também os sintomas afetivos secundários, comumente associados comesquizofrenia e transtornos relacionados. Zap (olanzapina) é eficaz na manutenção da melhora clínica durante otratamento contínuo nos pacientes que responderam ao tratamento inicial. Zap (olanzapina) é indicado, em monoterapia ou em combinação com lítio ou valproato, para o tratamento deepisódios de mania aguda ou mistos do transtorno bipolar, com ou sem sintomas psicóticos e com ou semciclagem rápida. Zap (olanzapina) é indicado para prolongar o tempo de eutimia e reduzir as taxas de recorrênciados episódios de mania, mistos ou depressivos no transtorno bipolar.2. RESULTADOS DE EFICÁCIAEsquizofrenia A eficácia da olanzapina oral no tratamento da esquizofrenia foi estabelecida em 2 estudos controlados de curtoprazo (6 semanas) de pacientes internados que reuniam os critérios do DSM III-R (Manual Diagnóstico eEstatístico de Transtornos Mentais) para esquizofrenia. Em 1 dos 2 estudos, o medicamento comparador em umdos braços foi o haloperidol, mas no estudo não foram comparadas todas as doses clinicamente relevantes paraambos. Vários instrumentos foram usados para avaliar os sinais e sintomas psiquiátricos nesses estudos, entre eles aEscala Breve de Avaliação Psiquiátrica (BPRS), um inventário com múltiplos itens de psicopatologia geral,usado tradicionalmente para avaliar os efeitos do tratamento na esquizofrenia. O fator de psicose da BPRSEssa versão não altera nenhuma anteriorBula_ZAP_VPS_RDC47S 25/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009
(desorganização conceitual, comportamento alucinatório, desconfiança e alteração do conteúdo do pensamento)é considerado um instrumento particularmente útil para avaliar os pacientes esquizofrênicos. Uma segundaavaliação tradicional, a Impressão Clínica Global (CGI), reflete a impressão de um observador hábil,completamente familiarizado com manifestações de esquizofrenia, sobre o estado clínico geral do paciente.Além disso, mais duas escalas foram empregadas; estas incluíram a Escala das Síndromes Positiva e Negativa(PANSS), na qual estão enquadrados os 18 itens da BPRS e a Escala para Avaliação dos Sintomas Negativos(SANS). Os resumos de estudos clínicos apresentados abaixo focam nos seguintes parâmetros: PANSS total e/ouBPRS total; fator de psicose na BPRS; subescala negativa da PANSS ou SANS e gravidade da CGI. Osresultados dos estudos são os seguintes: (1) Em um estudo clínico, placebo-controlado, de 6 semanas (N= 149) envolvendo duas doses fixas de 1 e 10mg/dia de olanzapina, a olanzapina 10 mg/dia (mas não 1 mg/dia), foi superior ao placebo na PANSS total(também na BPRS total extraída), no fator de psicose da BPRS, na subescala negativa da PANSS e na gravidadeda CGI. (2) Em um estudo clínico, placebo-controlado, de 6 semanas (N= 253), envolvendo 3 intervalos de doses fixas(5,0 ± 2,5 mg/dia; 10,0 ± 2,5 mg/dia e 15,0 ± 2,5 mg/dia), os grupos de dose de olanzapina mais altos (dosesmédias efetivas de 12 e 16 mg/dia, respectivamente) foram superiores ao placebo no resultado da BPRS total,fator de psicose da BPRS e no resultado de gravidade da CGI. O grupo de dose mais alta de olanzapina foisuperior ao placebo na SANS. Não houve vantagem evidente para o grupo de dose alta sobre o grupo de dosemédia. (3) Em um estudo de longo prazo com pacientes ambulatoriais adultos que reuniam predominantemente oscritérios do DSM-IV para esquizofrenia e que permaneceram estáveis durante o tratamento aberto com aolanzapina por pelo menos 8 semanas, 326 pacientes foram randomizados para continuar com suas doses deolanzapina (intervalo de 10 a 20 mg/dia) ou com placebo. O período de acompanhamento para observar ospacientes quanto à recidiva, definida como o aumento dos sintomas positivos na BPRS ou hospitalização, foiplanejado para 12 meses. Contudo, a interrupção antecipada do estudo foi devido a um excesso das recidivascom o placebo, comparado às recidivas com a olanzapina. A olanzapina foi superior ao placebo no período pararecidiva, o principal desfecho clínico avaliado neste estudo. Portanto, a olanzapina foi mais efetiva que o placebona manutenção da eficácia em pacientes estabilizados por aproximadamente 8 semanas e seguidos por umperíodo de observação de até 8 meses. O exame dos grupos de população (raça e sexo) não revelou qualquer resposta diferencial com base nessessubgrupos.Mania (mania pura ou mista) Monoterapia: A eficácia da olanzapina oral no tratamento dos episódios maníacos agudos ou mistos foiestabelecida em dois estudos de curto prazo, placebo-controlados (um de 3 semanas e um de 4 semanas) empacientes que reuniram os critérios para Transtorno Bipolar tipo I com episódios maníacos ou mistos. Estesestudos incluíram pacientes com ou sem sintomas psicóticos e com ou sem ciclagem rápida. O instrumento primário usado para avaliar os sintomas maníacos nesses estudos foi a Escala de Mania Young(Y-MRS), uma escala de 11 itens preenchida pelo médico, tradicionalmente usada para avaliar o grau desintomatologia maníaca (irritabilidade, comportamento agressivo/disruptivo, sono, elevação do humor, falaelevada, atividade aumentada, aumento da libido, transtorno da fala/pensamento, conteúdo de pensamento,aparência e discernimento). O principal desfecho clínico destes estudos foi a redução da pontuação da Y-MRS aolongo dos estudos. Os resultados desses estudos são os seguintes: (1) No estudo placebo-controlado de 3 semanas (N= 67) que envolveu um intervalo de dose de olanzapina (5-20mg/dia, iniciando com 10 mg/dia), a olanzapina foi superior ao placebo na redução da pontuação total da Y-
MRS. (2) Em um estudo placebo-controlado de 4 semanas (N= 115) que envolveu um intervalo de dose de olanzapina(5-20 mg/dia, iniciando a 15 mg/dia), a olanzapina foi superior ao placebo na redução da pontuação total da Y-
MRS. (3) Em outro estudo, 361 pacientes que preenchiam os critérios do DSM-IV para mania ou episódio misto detranstorno bipolar e que apresentaram, resposta clínica à olanzapina de 5 a 20 mg/dia na fase inicial aberta dotratamento (duração média aproximada de duas semanas), foram randomizados para continuar o tratamento comolanzapina na mesma dose (N= 225) ou para realizar o tratamento com placebo (N= 136), com o objetivo deobservar as taxas de recaída dos pacientes. Na fase duplo-cega do estudo, aproximadamente 50% dos pacientes do grupo recebendo olanzapinainterromperam o tratamento até o 59º dia e 50% dos pacientes tratados com placebo interromperam o tratamentoaté o 23º dia. As respostas durante a fase aberta foram definidas como uma diminuição da pontuação total daescala Y-MRS 12 e da escala HAM-D 21 8. As recaídas durante a fase duplo-cega foram definidas como umaumento da pontuação das escalas Y-MRS ou HAM-D 21 15, ou ocorrendo hospitalização em caso de mania ouEssa versão não altera nenhuma anteriorBula_ZAP_VPS_RDC47S 25/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009
depressão. Na fase randomizada, os pacientes que continuaram recebendo olanzapina apresentaram umsignificativo aumento no tempo do aparecimento de uma recaída. Terapia em combinação com lítio e valproato: A eficácia do uso de olanzapina oral concomitantemente comlítio ou valproato no tratamento dos episódios maníacos agudos foi estabelecida em dois estudos controlados empacientes que reuniram os critérios do DSM-IV para Transtorno Bipolar tipo I com episódios maníacos oumistos. Esses estudos incluíram pacientes com ou sem sintomas psicóticos e com ou sem curso de ciclagemrápida. Os resultados desses estudos são os seguintes: (1) Em um estudo de combinação, placebo-controlado de 6 semanas, 175 pacientes ambulatoriais sob tratamentocom lítio ou valproato, inadequadamente controlados com relação aos sintomas maníacos ou mistos, foramrandomizados para receber olanzapina ou placebo, em combinação com sua terapia original. A olanzapina (emum intervalo de dose de 5-20 mg/dia, iniciando a 10 mg/dia) combinada com lítio ou valproato (em um intervaloterapêutico de 0,6 mEq/L a 1,2 mEq/L ou 50 mcg/mL a 125 mcg/mL, respectivamente) foi superior ao lítio ouvalproato isolados na redução da pontuação total da Y-MRS. (2) Em um segundo estudo de combinação, placebo-controlado de 6 semanas, 169 pacientes ambulatoriais sobtratamento com lítio ou valproato, inadequadamente controlados com relação aos sintomas maníacos ou mistos(Y-MRS 16), foram randomizados para receber olanzapina ou placebo, em combinação com suas terapiasoriginais. A olanzapina (em um intervalo de dose de 5-20 mg/dia, iniciando a 10 mg/dia) combinada com lítio ouvalproato (em um intervalo terapêutico de 6,0 mEq/L a 1,2 mEq/L ou 50 mcg/mL a 125 mcg/mL,respectivamente) foi superior ao lítio ou valproato isolados na redução da pontuação total da Y-MRS. Prevenção de recorrência no transtorno bipolar A eficácia e segurança da olanzapina na prevenção da recorrência no transtorno bipolar foram investigadas emquatro estudos randomizados, duplo-cegos e controlados. Em cada estudo, a olanzapina foi administrada por viaoral, na forma de comprimidos ou cápsulas, em dose de 5 a 20 mg/dia. As doses de lítio (300 a 1.800 mg/dia) ede valproato (500 a 2.500 mg/dia) foram ajustadas para manter níveis terapêuticos plasmáticos seguros. O primeiro estudo procurou estabelecer a não inferioridade da olanzapina versus lítio em termos de incidência darecorrência sintomática para pacientes em remissão sintomática de mania e depressão. Pela definição de recorrência (incluindo hospitalização), os pacientes tratados com olanzapina tiveram umaincidência estatisticamente inferior de recorrência bipolar (31,3% versus 42,5%; p= 0,02) e de recorrência demania (13,8% versus 26,6%; p= 0,001), quando comparado aos pacientes tratados com lítio. Os pacientestratados com olanzapina também demonstraram um período estatisticamente mais longo até a recorrência detranstorno bipolar ou mania do que os pacientes tratados com lítio. Além disso, a olanzapina foi tão eficazquanto o lítio em prolongar o período de uma recorrência depressiva. A taxa de recorrência e o período até suaocorrência foram estatisticamente mais favoráveis para os pacientes tratados com olanzapina do que para ospacientes tratados com lítio. O segundo estudo, de 47 semanas, procurou estabelecer a superioridade da olanzapina versus placebo em termosdo tempo até a recorrência sintomática para pacientes em remissão sintomática de mania e depressão. Esseestudo mostrou que o tempo até uma recorrência para mania ou depressão foi estatisticamente maior para aolanzapina do que para o placebo (174 dias para olanzapina e 22 dias para placebo). Os pacientes tratados comolanzapina tiveram taxas estatisticamente menores de recorrência para mania (16,4%) quando comparada aoplacebo (41,2%), e para depressão (34,7% para olanzapina versus 47,8% para o placebo). O terceiro estudo procurou estabelecer a superioridade da olanzapina mais um estabilizador do humor (lítio ouvalproato) versus placebo mais um estabilizador do humor em termos do tempo até a recorrência sindrômicapara pacientes em remissão sindrômica de mania e depressão. Para as análises usando a definição comum derecorrência sintomática, a incidência de recorrência de mania isolada foi estatisticamente menor para o grupo detratamento com olanzapina mais estabilizador do humor do que para o grupo de tratamento com placebo maisestabilizador do humor. Esses dados demonstram a utilidade da olanzapina não apenas como monoterapia, mastambém em combinação com lítio ou valproato, para tratamento de prevenção da recorrência no transtornobipolar

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O quarto estudo, duplo-cego, randomizado, de 47 semanas, comparou a olanzapina ao divalproato.Nesse estudo, a olanzapina mostrou-se estatisticamente mais eficaz que o divalproato em reduzir asintomatologia maníaca (p= 0,002). Além disso, o tempo até a remissão sintomática de mania foisignificativamente menor para a olanzapina que para o divalproato (14 dias para a olanzapina e 62 dias para odivalproato; p= 0,047).3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICASDescrição: A olanzapina é uma droga antipsicótica atípica que pertence à classe das tienobenzodiazepinas. Adesignação química é 2-metil-4-(4-metil-1-piperazinil)-10H-tieno[2,3-b] [1,5]benzodiazepina. Essa versão não altera nenhuma anteriorBula_ZAP_VPS_RDC47S 25/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009
A fórmula molecular da olanzapina é C17H20N4S e tem um peso molecular de 312,44. Apresenta

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se como umsólido cristalino amarelo, que é praticamente insolúvel em água. Propriedades Farmacológicas: Farmacodinâmica: A olanzapina é uma droga antipsicótica com um perfil farmacológico amplo, através daação em vários sistemas de receptores. Em estudos pré

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clínicos, a olanzapina demonstrou afinidade pelosreceptores de serotonina 5HT2A/C, 5HT3, 5HT6; dopamina D1, D2, D3, D4, D5; muscarínicos M1-5; 1-adrenérgico ehistamina H1. Os estudos de comportamento em animais dos efeitos da olanzapina indicaram antagonismo aos receptores 5HT,dopaminérgicos e colinérgicos, consistente com o perfil de ligação a esses receptores. A olanzapina demonstroumaior afinidade in vitro ao receptor da serotonina 5HT2, bem como maior atividade in vivo, comparada àafinidade e atividade para o receptor da dopamina D2. Os estudos eletrofisiológicos demonstraram que aolanzapina reduziu seletivamente a ativação dos neurônios dopaminérgicos mesolímbicos (A10), enquantodemonstrou pouco efeito sobre as vias estriatais (A9) envolvidas na função motora. A olanzapina reduziu umaresposta condicionada de aversão, que é um teste indicativo de atividade antipsicótica, em doses abaixo das queproduzem catalepsia, que é um efeito indicativo de efeitos motores adversos. Ao contrário de outras drogasantipsicóticas, a olanzapina aumenta a resposta em um teste ?ansiolítico?. Em dois de dois estudos controlados com placebo e em dois de três estudos controlados comparativos, com maisde 2900 pacientes esquizofrênicos apresentando sintomas positivos e negativos, a olanzapina foi associada amelhoras significativamente maiores, tanto nos sintomas negativos como nos positivos. Farmacocinética: A olanzapina é bem absorvida após administração oral, atingindo concentrações plasmáticasmáximas dentro de 5 a 8 horas. A absorção não é afetada pelo alimento. As concentrações plasmáticas deolanzapina foram lineares e proporcionais à dose em estudos clínicos nas doses de 1 a 20 mg. A olanzapina é metabolizada no fígado pelas vias conjugativa e oxidativa. O maior metabólito circulante é o 10-
N-glucuronida, que em teoria não ultrapassa a barreira hematoencefálica. As isoenzimas CYP1A2 e CYP2D6 docitocromo P450 contribuem para a formação dos metabólitos N-desmetil e 2

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hidroximetil, ambos exibindosignificativamente menor atividade farmacológica in vivo do que a olanzapina em estudos animais. A atividadefarmacológica predominante é a da olanzapina original. Embora o tabagismo, sexo e a idade possam afetar o clearance e a meia-vida da olanzapina, a magnitude doimpacto desses fatores isolados é pequena em comparação com a variabilidade geral entre indivíduos. A ligaçãoda olanzapina às proteínas plasmáticas foi cerca de 93% em uma faixa de concentração de 7 a 1.000 ng/mL. Aolanzapina está ligada predominantemente à albumina e à ?1-glicoproteína ácida. Após administração oral a indivíduos sadios, a meia

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vida média de eliminação da olanzapina foi de 33 horas (21a 54 h para o 5º a 95º percentil) e o clearance plasmático médio foi de 26 L/h (12 a 47 L/h para o 5º a 95ºpercentil). A farmacocinética da olanzapina variou em função do tabagismo, da idade e do sexo, conformeapresentado na tabela abaixo:Características do pacienteMeia-vida (horas)Clearance plasmático (L/h)Não fumante38,618,6Fumante 30,4 27,7Mulheres 36,7 18,9Homens 32,3 27,3Idosos (65 anos ou mais)51,817,5Não idosos33,818,2Não houve diferença significante na meia

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vida média de eliminação ou no clearance da olanzapina entrepacientes com insuficiência renal grave, comparando

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se aos pacientes com função renal normal.Aproximadamente 57% da olanzapina marcada radioativamente é excretada na urina, principalmente comometabólitos. Indivíduos fumantes com disfunção hepática leve apresentaram diminuição do clearance comparado aosindivíduos não fumantes sem disfunção hepática. Em um estudo com indivíduos caucasianos, japoneses e chineses, não houve diferenças entre os parâmetrosfarmacocinéticos da olanzapina entre as três populações. O estado da isoenzima CYP2D6 do citocromo P450não afeta o metabolismo da olanzapina.

4. CONTRAINDICAÇÕES

Zap (olanzapina) é contraindicado nos pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer ingrediente doproduto. Essa versão não altera nenhuma anteriorBula_ZAP_VPS_RDC47S 25/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕESSíndrome neuroléptica maligna (

SNM)

a SNM é um conjunto de sintomas complexos e potencialmente fatais,associada com medicamentos antipsicóticos, incluindo a olanzapina. As manifestações clínicas da SNM são:hiperpirexia, rigidez muscular, estado mental alterado e evidência de instabilidade autonômica (pulso ou pressãoarterial irregular, taquicardia, diaforese e arritmia cardíaca). Outros sinais adicionais podem incluir: elevação dacreatinofosfoquinase, mioglobinúria (rabdomiólise) e insuficiência renal aguda. As manifestações clínicas deSNM ou presença inexplicada de febre alta sem manifestações clínicas de SNM requerem a descontinuação detodas as drogas antipsicóticas, incluindo a olanzapina. Discinesia tardia: em estudos comparativos com haloperidol de mais de 6 semanas, a olanzapina foi associadacom uma incidência menor, mas estatisticamente significante, de discinesia proveniente do tratamento. Contudo,porque o risco de discinesia tardia aumenta com a exposição em longo prazo às medicações antipsicóticas, deve-
se considerar a redução da dose ou a interrupção da droga se sinais ou sintomas de discinesia tardia apareceremem um paciente. Esses sintomas podem piorar temporariamente, ou mesmo aparecerem após a interrupção dotratamento. Provas de função hepática: ocasionalmente, têm sido observadas, especialmente na fase inicial do tratamento,elevações assintomáticas e transitórias das transaminases hepáticas TGP e TGO. Raros casos de hepatite foramrelatados no período pós

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comercialização. Nesse período, casos muito raros de insuficiência hepática mista oucolestática foram relatados. Convulsões: a olanzapina deve ser usada cuidadosamente em pacientes com histórico de convulsões ou queestão sujeitos a fatores que possam diminuir o limiar convulsivo. Convulsões foram raramente relatadas em taispacientes, quando tratados com Zap (olanzapina). Atividade anticolinérgica: a experiência durante os estudos clínicos revelou uma baixa incidência de eventosanticolinérgicos. Contudo, como a experiência clínica com olanzapina em pacientes com doença concomitante élimitada, devem ser tomadas precauções quando for prescrita a pacientes com hipertrofia prostática, íleoparalítico, glaucoma de ângulo estreito ou condições relacionadas. Antagonismo dopaminérgico: a olanzapina exibe antagonismo à dopamina in vitro, e, em teoria, podeantagonizar os efeitos da levodopa e dos agonistas da dopamina, assim como outras drogas antipsicóticas. Atividade geral no sistema nervoso central (

SNC)

devido aos efeitos primários da olanzapina serem no SNC,deve

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se tomar cuidado adicional quando for administrada em combinação com outras drogas que atuemcentralmente, incluindo o álcool. Efeitos cardiovasculares: as comparações entre os grupos olanzapina/placebo, provenientes dos resultadosagrupados de estudos clínicos placebo

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controlados, revelaram que não há diferenças estatisticamentesignificantes na proporção de pacientes recebendo olanzapina/placebo que apresentaram alteraçõespotencialmente importantes nos parâmetros do eletrocardiograma (ECG), incluindo os intervalos QT, QTC(correção Fridericia) e PR. O uso de Zap (olanzapina) foi associado a um aumento médio na frequência cardíaca(adulto: mais de 2,4 batimentos por minuto, comparado com nenhuma alteração entre os pacientes que utilizaramplacebo). Esta pequena tendência à taquicardia pode estar relacionada ao potencial da Zap (olanzapina) eminduzir alterações ortostáticas. Hipotensão ortostática: a olanzapina pode induzir hipotensão ortostática associada com vertigem, taquicardia,bradicardia e em alguns pacientes, síncope, especialmente durante o período inicial de titulação da dose,provavelmente refletindo suas propriedades de antagonista ?

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1 adrenérgico. Os riscos de hipotensão ortostática esíncope podem ser minimizados ao se adotar uma terapia inicial com 5 mg de Zap (olanzapina) administradauma vez ao dia. Se ocorrer hipotensão, uma titulação mais gradual para a dose-alvo deve ser considerada. Alterações dos lipídios: em estudos clínicos placebo

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controlados, alterações indesejáveis dos lipídios foramobservados em pacientes tratados com olanzapina. Elevações significantes e, às vezes, muito altas (> 500 mg/dL)nos níveis de triglicérides foram observadas com o uso da olanzapina. Aumentos médios moderados nocolesterol total também foram observados com o uso da olanzapina. Portanto, recomenda

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se monitoramentoclínico adequado. Mortalidade cardíaca: em um estudo retrospectivo observacional, pacientes tratados com antipsicóticosatípicos (incluindo olanzapina) ou antipsicóticos típicos tiveram um aumento similar, dose-relacionada, de mortecardíaca repentina presumida (MCR) comparado com os não usuários de antipsicóticos (aproximadamente duasvezes o risco do que para não usuários). Em dados pós-comercialização relatados com olanzapina, o eventoMCR foi muito raramente relatado. Eventos adversos cerebrovasculares (EAC), incluindo acidente vascular cerebral, em pacientes idosos comdemência: eventos adversos cerebrovasculares (ex.: acidente vascular cerebral e ataque isquêmico transitório),incluindo mortes, foram relatados em estudos com pacientes idosos com psicose associada à demência. Emestudos placebo

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controlados, houve uma alta incidência de EAC em pacientes tratados com olanzapinacomparados aos pacientes tratados com placebo (1,3% versus 0,4%, respectivamente). Todos os pacientes queapresentaram eventos cerebrovasculares tinham fatores de risco pré-existentes conhecidos que estão relacionadosEssa versão não altera nenhuma anteriorBula_ZAP_VPS_RDC47S 25/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009
com um risco elevado para os EAC (ex.: histórico de EAC ou ataque isquêmico transitório, hipertensão,tabagismo) e apresentaram condições médicas concomitantes e/ou medicamentos concomitantes tendo umaassociação temporal com os EAC. Zap (olanzapina) não está aprovada para o tratamento de pacientes com psicose associada à demência. Hiperglicemia e diabetes mellitus

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em pacientes com esquizofrenia, ocorre um aumento na prevalência dediabetes. Assim como com outros antipsicóticos, alguns sintomas como hiperglicemia, diabetes, exacerbação dediabetes pré-existente, cetoacidose e coma diabético foram relatados. Recomenda

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se monitoramento clínicoapropriado em todos os pacientes, particularmente em pacientes diabéticos e em pacientes que apresentamfatores de risco para o desenvolvimento de diabetes. Este medicamento contém LACTOSE. Portanto, deve ser usado com cautela em pacientes que apresentemintolerância à lactose.Carcinogênese, mutagênese, danos à fertilidade e toxicidade animal: baseando

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se nos resultados de estudosem ratos e camundongos, conclui

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se que a olanzapina não é carcinogênica. Achados significantes em estudos deoncogenicidade foram limitados a um aumento na incidência de adenocarcinomas mamários em ratas e fêmeasde camundongo. Esse é um achado comum em roedores tratados com agentes que aumentam a secreção deprolactina e não tem significância direta para humanos. A olanzapina não foi mutagênica em uma extensa bateria de testes padrão, que incluíram testes de mutaçãobacteriana e testes in vitro e in vivo em mamíferos. Nos estudos em animais, a olanzapina não apresentou efeitos teratogênicos. A sedação afetou o desempenho noacasalamento dos ratos machos. Os ciclos estrais foram afetados com doses de 1,1 mg/Kg (3 vezes a dosemáxima humana) e os parâmetros de reprodução foram influenciados em ratos que receberam 3 mg/Kg (9 vezesa dose máxima humana). Na ninhada de ratos que receberam olanzapina, foram observados atrasos nodesenvolvimento fetal e diminuições transitórias nos níveis de atividade da prole. Em estudos animais com olanzapina, os principais achados hematológicos foram citopenias periféricasreversíveis em cães que receberam altas doses de olanzapina (24 a 30 vezes a dose diária máxima humana),diminuições dose

-

relacionadas nos linfócitos e neutrófilos em camundongos e linfopenia secundária a um estadonutricional comprometido em ratos. Poucos cães tratados com doses 24 a 30 vezes a dose diária máxima humanadesenvolveram neutropenia reversível ou anemia hemolítica reversível entre 1 e 10 meses de tratamento. Efeitosnos parâmetros hematológicos em cada espécie envolveram células sanguíneas circulantes e nenhuma evidênciade citotoxicidade da medula óssea foi encontrada em todas as espécies estudadas. Gravidez (categoria C): não há estudos adequados e bem controlados com Zap (olanzapina) em mulheresgrávidas. As pacientes devem ser avisadas para notificarem seu médico se ficarem grávidas ou se pretenderemengravidar durante o tratamento com Zap (olanzapina). Dado que a experiência em humanos é limitada, estadroga deve ser usada na gravidez somente se os benefícios possíveis justificarem os riscos potenciais para o feto. Lactação: em um estudo em mulheres saudáveis, lactantes, a olanzapina foi excretada no leite materno. A médiade exposição infantil (mg/Kg) no estado de equilíbrio foi estimada ser 1,8% da dose materna de olanzapina(mg/Kg). As pacientes devem ser aconselhadas a não amamentarem no caso de estarem recebendo olanzapina. Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou amamentando sem orientação médica oudo cirurgião-dentista. Efeitos sobre a capacidade de dirigir e utilizar máquinas: devido ao fato de Zap (olanzapina) poder causarsonolência, os pacientes devem ser alertados quando operarem máquinas, incluindo veículos motorizados,enquanto estiverem em tratamento com Zap (olanzapina). Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade eatenção podem estar prejudicadas. Uso em idosos e outros grupos de risco Pacientes com acometimento hepático de diversas naturezas: devem ser tomadas precauções em pacientescom TGP e/ou TGO elevadas, em pacientes com sinais e sintomas de insuficiência hepática, em pacientes comdoenças pré-existentes associadas com reserva funcional hepática limitada e em pacientes que estejam sendotratados com medicamentos potencialmente hepatotóxicos. No caso de elevação da TGP e/ou TGO durante otratamento, é necessário acompanhamento cuidadoso e deve

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se considerar a redução da dose. Pacientes com acometimento hematológico de diversas naturezas: como com outras drogas antipsicóticas,deve

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se tomar cuidado quando usar Zap (olanzapina) nos seguintes tipos de pacientes: - em pacientes que, por qualquer razão, tenham contagens baixas de leucócitos e/ou neutrófilos; - em pacientes com história de depressão/toxicidade da medula óssea induzida por drogas; - em pacientes com depressão da medula óssea causada por doença concomitante, radioterapia ou quimioterapiae - em pacientes com condições de hipereosinofilia ou com doença mieloproliferativa. Essa versão não altera nenhuma anteriorBula_ZAP_VPS_RDC47S 25/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009
Uso geriátrico: dos 2.500 pacientes que participaram dos estudos clínicos com olanzapina pré-comercialização,11% (263) tinham idade de 65 anos ou mais. Em pacientes esquizofrênicos, não há indícios de diferença detolerabilidade à Zap (olanzapina) entre pacientes idosos e jovens. Os pacientes idosos com psicose relacionada àdemência tratados com Zap (olanzapina) têm um risco aumentado de morte quando comparado com o placebo.Em um estudo clínico placebo

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controlado com pacientes com psicose relacionada à demência, houve uma maiorincidência de eventos adversos cerebrovasculares (ex.: acidente vascular cerebral e ataque isquêmico transitório)nos pacientes tratados com Zap (olanzapina) comparado com os pacientes tratados com placebo. A Zap(olanzapina) não está aprovada para o tratamento de pacientes com psicose relacionada à demência. Também, napresença de fatores que possam diminuir o clearance farmacocinético ou aumentar a resposta farmacodinâmica àolanzapina, deve

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se levar em consideração uma dose inicial mais baixa para os pacientes idosos. Segurança em pacientes idosos com psicose associada à demência: em pacientes idosos, com psicoseassociada à demência, não foi estabelecida a eficácia da Zap (olanzapina). Em estudos clínicos placebo-
controlados em pacientes idosos com psicose associada à demência, a incidência de morte foi significativamentemaior nos pacientes tratados com a Zap (olanzapina) em comparação com os pacientes tratados com placebo(3,5% versus 1,5%, respectivamente). Os fatores de risco que podem predispor ao aumento da mortalidade nestespacientes, quando tratados com Zap (olanzapina), incluem: faixa etária 80 anos, sedação, uso concomitante debenzodiazepínicos ou presença de condições respiratórias (ex.: pneumonia, com ou sem aspiração).6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSASPotencial de interação de outras drogas sobre a olanzapina: o metabolismo da olanzapina pode ser afetadopelos inibidores ou indutores das isoenzimas do citocromo P450, especificamente a atividade do CYP1A2. Oclearance da olanzapina foi aumentado pelo tabagismo e coadministração de carbamazepina. Tabagismo ecarbamazepina induzem a atividade do CYP1A2. Inibidores da atividade do CYP1A2 podem diminuir oclearance da olanzapina. A olanzapina não é um potente inibidor da atividade do CYP1A2. A farmacocinéticada teofilina, uma droga principalmente metabolizada pelo CYP1A2, não é alterada pela olanzapina. Também foram estudados os efeitos de drogas que provavelmente alterariam a absorção de Zap (olanzapina)oral. Doses únicas de um antiácido contendo alumínio e magnésio ou cimetidina não afetaram a biodisponibilidadeoral da olanzapina. Porém, a administração concomitante de carvão ativado reduziu a biodisponibilidade oral daolanzapina de 50 a 60%. A fluoxetina (dose única de 60 mg ou 60 mg diárias por 8 dias) causa um aumento médio de 16% naconcentração máxima de olanzapina e uma diminuição média de 16% no clearance de olanzapina. A magnitudedo impacto deste fator é pequena em relação à variabilidade entre os indivíduos e, portanto, a alteração da dosenão é rotineiramente recomendada. A fluvoxamina, um inibidor do CYP1A2, diminui o clearance de olanzapina. Isto resulta num aumento médio naCmáx da olanzapina, após a fluvoxamina, em 54% das mulheres não fumantes e em 77% de homens fumantes. Oaumento médio na AUC da olanzapina é 52% e 108%, respectivamente. Doses menores de Zap (olanzapina)devem ser consideradas em pacientes recebendo tratamento concomitante com fluvoxamina. Potencial de interação da olanzapina sobre outras drogas: em estudos clínicos com doses únicas de Zap(olanzapina), não foi evidente a inibição do metabolismo de imipramina ou seu metabólito desipramina(CYP2D6, CYP3A, CYP1A2), varfarina (CYP2C19), teofilina (CYP1A2) ou diazepam (CYP3A4 e CYP2C19).Zap (olanzapina) também não mostrou interação quando coadministrada com lítio ou com biperideno. Em estudos in vitro com microssomos hepáticos humanos, a olanzapina demonstrou pequeno potencial de inibiras isoenzimas do citocromo

P450

CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP3A. Estudos in vitro usando microssomos hepáticos humanos mostraram que a olanzapina tem pequeno potencial deinibir a glucuronidação do valproato, que é sua maior via de metabolização. Além disso, o valproato mostrou terpouco efeito no metabolismo da olanzapina in vitro. A administração diária e concomitante in vivo de 10 mg deolanzapina e valproato por 2 semanas não afetou a concentração de valproato no plasma. Portanto, aadministração concomitante de olanzapina e valproato não requer ajuste na dose de valproato. A absorção Zap (olanzapina) não é afetada por alimentos. As concentrações de equilíbrio de olanzapina não têm efeito na farmacocinética do etanol. No entanto, podemocorrer efeitos farmacológicos aditivos, tal como aumento de sedação, quando o etanol é ingerido junto com aolanzapina. A olanzapina tem atividade antagonista

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1 adrenérgica. Deve

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se ter cautela em pacientes que recebem tratamentocom medicamentos que podem diminuir a pressão arterial por outros mecanismos que não o antagonismo

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1adrenérgico. Essa versão não altera nenhuma anteriorBula_ZAP_VPS_RDC47S 25/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009
O paciente deve ser aconselhado a informar seu médico caso esteja utilizando, planeja utilizar ou parou deutilizar um medicamento com ou sem prescrição médica, incluindo fitoterápicos, uma vez que existe potencial deinteração. Nenhum estudo clínico foi conduzido para avaliar possíveis interações entre Zap (olanzapina) e testeslaboratoriais e não laboratoriais. Não há conhecimento de interações entre Zap (olanzapina) e testes laboratoriaise não laboratoriais.

7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Conservar em temperatura ambiente (15 a 30 ºC). Proteger da umidade.Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.O prazo de validade do produto nestas condições de armazenamento é de 18 meses.Características físicas e organolépticas do produtoZap (olanzapina) 2,5 mg, 5 mg e 10 mg comprimido circular amarelo.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observealguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

8. POSOLOGIA E MODO DE USAR

Zap (olanzapina) deve ser administrado por via oral e pode ser tomado independentemente das refeições. Esquizofrenia e transtornos relacionados em adultos: A dose inicial recomendada de Zap (olanzapina) é de10 mg administrada uma vez ao dia, independentemente das refeições, já que a absorção não é afetada peloalimento. A dose diária deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg diários.O aumento de dose acima da dose diária de rotina de 10 mg só é recomendado após avaliação clínica apropriada. Mania aguda associada ao transtorno bipolar em adultos: A dose inicial recomendada de Zap (olanzapina) éde 15 mg administrada uma vez ao dia em monoterapia, ou de 10 mg administrada uma vez ao dia em terapia decombinação com lítio ou valproato, independentemente das refeições, já que a absorção não é afetada peloalimento. A dose diária deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg diários.O aumento de dose acima da dose diária sugerida só é recomendado após avaliação clínica apropriada egeralmente deve ocorrer em intervalos não inferiores a 24 horas. Prevenção de recorrência do transtorno bipolar em adultos: Pacientes que já estavam recebendo Zap(olanzapina) para tratamento de mania aguda, devem inicialmente continuar o tratamento com mesma dose, paraa manutenção do tratamento de transtorno bipolar. A dose inicial recomendada é de 10 mg/dia para os pacientesque já estão em remissão. A dose diária pode ser subsequentemente ajustada com base na condição clínicaindividual, dentro da variação de 5 a 20 mg/dia. Zap (olanzapina) pode ser administrado independentemente dasrefeições, já que a absorção não é afetada pelo alimento. Considerações gerais sobre posologia oral em populações especiais: Dose para pacientes idosos: Uma dose inicial mais baixa de 5 mg/dia pode ser considerada para pacientes idososou quando fatores clínicos justificarem. Dose para pacientes com disfunção hepática ou renal: Uma dose inicial de 5 mg deve ser considerada parapacientes com disfunção hepática moderada ou renal grave e aumentada somente com cautela. Pode ser considerada uma dose inicial mais baixa em pacientes que exibem uma combinação de fatores (sexofeminino, idosos, não tabagista) que podem diminuir o metabolismo da olanzapina. O uso de Zap (olanzapina) oral em monoterapia não foi estudado em indivíduos menores de 13 anos de idade. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.9. REAÇÕES ADVERSAS Peso Em estudos clínicos randomizados, o ganho de peso médio foi maior em pacientes tratados com Zap(olanzapina) que com placebo. Foi observado um ganho de peso clinicamente significante em todas as categoriasde índice de massa corporal (IMC) basal. Em estudos de longo prazo (de no mínimo 48 semanas) com Zap (olanzapina), tanto a magnitude de ganho depeso quanto a proporção de pacientes tratados que apresentaram ganho de peso clinicamente significante forammaiores que em estudos de curta duração. A porcentagem de pacientes que ganharam ? 25% do peso corporalbasal em exposição por longo período foi muito comum (? 1/10). Glicemia Essa versão não altera nenhuma anteriorBula_ZAP_VPS_RDC47S 25/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009
Nos estudos clínicos em adultos (de até 52 semanas), a olanzapina foi associada a uma alteração média maior naglicemia em relação ao placebo. A diferença nas alterações médias entre os grupos olanzapina e placebo foi maior em pacientes com evidênciasde desregulação da glicemia na avaliação inicial na linha de base (incluindo aqueles pacientes diagnosticadoscom diabetes mellitus ou que apresentaram quadro sugestivo de hiperglicemia), e estes pacientes tiveram umaumento maior na HbA1c comparados ao placebo. A proporção de pacientes que apresentaram alteração no nível da glicemia basal de normal ou limítrofe paraelevado aumentou ao longo do tempo. Em uma análise dos pacientes que completaram 9

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12 meses da terapiacom olanzapina, a taxa de aumento da glicose sanguínea média reduziu depois de aproximadamente 6 meses. Lipidemia Nos estudos clínicos de até 12 semanas de duração em adultos, os pacientes tratados com Zap (olanzapina)tiveram um aumento médio nos níveis de colesterol total, colesterol LDL e triglicérides de jejum, comparado aospacientes tratados com placebo. Os aumentos médios nos valores da lipidemia de jejum (colesterol total,colesterol LDL e triglicérides) foram maiores em pacientes com evidência de desregulação lipídica na avaliaçãoinicial na linha de base. Com relação ao colesterol HDL de jejum, não foi observada diferença estatisticamentesignificante entre pacientes tratados com Zap (olanzapina) e pacientes tratados com placebo. A proporção de pacientes que apresentaram alterações no colesterol total, colesterol LDL ou triglicérides, denormal ou limítrofe para elevado, ou alterações no colesterol HDL, de normal ou limítrofe para baixo, foi maiornos estudos de longa duração (de no mínimo 48 semanas) quando comparado aos estudos de curta duração. Emuma análise dos pacientes que completaram 12 semanas de terapia, o colesterol total médio fora do jejum nãoaumentou mais depois de aproximadamente 4

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6 meses. Prolactina Em um estudo clínico controlado (mais de 12 semanas), elevações na prolactina foram observadas em 30% dospacientes tratados com Zap (olanzapina) quando comparado a 10,5% de pacientes tratados com placebo. Namaioria desses pacientes, a elevação foi leve. Em pacientes com esquizofrenia, eventos adversos relacionados a menstruação potencialmente associados comelevações1 de prolactina foram comuns (< 1/10 a ? 1/100), enquanto que os eventos adversos relacionados afunção sexual e a mama foram incomuns (< 1/100 a ? 1/1.000). Durante o tratamento de pacientes com outrasdoenças mentais2, eventos adversos relacionados a função sexual potencialmente associados com elevações deprolactina foram comuns (< 1/10 a ? 1/100), enquanto que os eventos adversos relacionados a menstruação e amama foram incomuns (< 1/100 a ? 1/1.000). (1) Análises dos tratamentos dos eventos adversos emergentes de mais de 52 semanas de tratamento. (2) Depressão Bipolar, Depressão Psicótica, Transtorno de Personalidade Borderline e Mania Bipolar. Transaminases hepáticas Elevações transitórias e assintomáticas das transaminases hepáticas TGP e TGO foram observadasocasionalmente. Eosinofilia Eosinofilia assintomática foi ocasionalmente observada. Efeitos adversos para populações especiais: Pacientes idosos com psicose associada à demência: Nos estudos clínicos com pacientes idosos com psicose associada à demência, os efeitos indesejáveis muitocomuns (? 1/10) relacionados ao uso da Zap (olanzapina) foram marcha anormal e queda. Quanto aos efeitosindesejáveis comuns (< 1/10 e ? 1/100) associados ao uso de Zap (olanzapina), foram incontinência urinária epneumonia. Pacientes com psicose induzida por droga (agonista da dopamina) associada com doença de Parkinson: Nos estudos clínicos envolvendo pacientes com psicose induzida por droga (agonista da dopamina) associadacom doença de Parkinson, a piora dos sintomas parkinsonianos foi relatada muito comumente (> 1/10) e commaior frequência que com o placebo. Alucinações também foram muito comumente relatadas (> 1/10) e commaior frequência que com o placebo. Nesses estudos, foi necessário que os pacientes estivessem estáveis à doseeficaz mais baixa de medicamentos antiparkinsonianos (agonista da dopamina) antes do início do estudo epermanecessem com as mesmas doses e medicações antiparkinsonianas ao longo do estudo. A olanzapina foiiniciada na dose de 2,5 mg/dia e titulada até uma dose máxima de 15 mg/dia, baseada no julgamento doinvestigador. As informações a seguir resumem as reações adversas relevantes, com suas respectivas frequências, identificadasdurante os estudos clínicos e/ou durante a experiência obtida após a comercialização das formas farmacêuticasde uso oral e intramuscular de olanzapina. Reação muito comum (> 1/10): ganho de peso1,9,10, ganho de peso ? 7% do peso corporal basal1, 11, hipotensãoortostática1, sonolência2 e aumento da prolactina1,9,10. Colesterol total de jejum1,11: limítrofe a elevado (? 200 mg/dL e < 240 mg/dL a ? 240 mg/dL). Essa versão não altera nenhuma anteriorBula_ZAP_VPS_RDC47S 25/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009
Triglicérides de jejum1,10: limítrofe a elevado (? 150 mg/dL e < 200 mg/dL a ? 200 mg/dL). Glicose de jejum1: limítrofe a elevada (? 100 mg/dL e < 126 mg/dL a ? 126 mg/dL). Reação comum (> 1/100 e ? 1/10): astenia2, pirexia2, ganho de peso ? 15% do peso corporal basal1,12, fadiga2,9,constipação2, boca seca2, aumento do apetite2, edema periférico2, artralgia2, acatisia2, tontura2,9, aumento daTGO1, aumento da TGP1, aumento da fosfatase alcalina1, glicosúria1, aumento da ?-glutamiltransferase,aumento do ácido úrico, leucopenia1 (incluindo neutropenia) e eosinofilia1. Colesterol total de jejum1,11: normal a elevado (< 200 mg/dL a ? 240 mg/dL) Triglicérides de jejum1,10: normal a elevado (< 150 mg/dL a ? 200 mg/dL). Glicose de jejum1: normal a elevada (< 100 mg/dL a ? 126 mg/dL). Reação incomum (> 1/1.000 e ? 1/100): reação de fotossensibilidade2, bradicardia2, distensão abdominal,amnésia e epistaxe.Reação rara (> 1/10.000 e ? 1/1.000): hepatite3, hiperglicemia3, convulsões3 e erupção cutânea3. Reação muito rara (? 1/10.000): reações alérgicas3,6, reação de descontinuação do medicamento3,7,tromboembolismo venoso3 (incluindo embolismo pulmonar e trombose venosa profunda), pancreatite3,trombocitopenia3, icterícia3, coma diabético3, cetoacidose diabética3,4, hipercolesterolemia3,8,hipertrigliceridemia3,5,8, rabdomiólise3, alopecia3, priapismo3, aumento da bilirrubina total3, incontinênciaurinária3, retenção urinária3 e aumento dos níveis de creatinofosfoquinase sanguínea3. 1 Conforme avaliado pelos valores mensurados dentro da base de dados dos estudos clínicos. 2 Evento adverso identificado na base de dados dos estudos clínicos. 3 Evento adverso identificado a partir de relatos espontâneos pós-comercialização. 4 O termo COSTART é acidose diabética. 5 O termo COSTART é hiperlipidemia. 6 Por ex.: reação anafilactoide, angioedema, prurido ou urticária. 7 Por ex.: diaforese, náusea ou vômito. 8 Níveis esporádicos de colesterol ? 240 mg/dL e níveis esporádicos de triglicérides ? 1.000 mg/dL foram muitoraramente relatados. 9 Diferenças estatisticamente significantes entre os 3 grupos de dose foram observadas em um único estudo de 8semanas, randomizado, duplo

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cego, de dose

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fixa, comparando as doses de 10, 20 e 40 mg/dia de olanzapina empacientes com esquizofrenia e transtorno esquizoafetivo. 10 Diferença estatisticamente significante entre grupos de dose foram observadas nas 24 semanas de dose fixadacomparando 150 mg/2 semanas, 405 mg/4 semanas e 300 mg/2 semanas de embonato de olanzapina empacientes com esquizofrenia. Para triglicerídeos, esta diferença de doses comparada foi observada para níveisnormais de colesterol que aumentaram para alto nível (< 150 mg/dL a ? 200 mg/dL). 11 Duração média de exposição de 8 semanas. 12 Duração média de exposição de 12 semanas. Eventos adversos observados em pacientes com mania recebendo terapia combinada com lítio ouvalproato: Reação muito comum (? 1/10): ganho de peso, boca seca, aumento de apetite e tremores. Reação comum (? 1/100 e <1/10): distúrbio da fala. Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária ? NOTIVISA,disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ouMunicipal.

10. SUPERDOSE

Sinais e Sintomas: Os sintomas mais comumente relatados em caso de superdose com Zap (olanzapina) (10%de incidência) incluem: taquicardia, agitação/agressividade, disartria, vários sintomas extrapiramidais e reduçãodo nível de consciência, variando de sedação ao coma. Outras sequelas significantes do ponto de vista médicoincluem delirium, convulsão, possível síndrome neuroléptica maligna, depressão respiratória, aspiração,hipertensão ou hipotensão, arritmias cardíacas ( 2% dos casos de superdose) e parada cardiorrespiratória. Casosfatais foram descritos com superdoses agudas tão baixas quanto 450 mg de Zap (olanzapina) por via oral, porémtambém foram relatados casos de sobrevida após uma superdose aguda de aproximadamente 2 g de Zap(olanzapina) por via oral. Tratamento: Não existe antídoto específico para Zap (olanzapina). A indução de emese não é recomendada.Alguns procedimentos padrão podem ser indicados para o tratamento da superdose (isto é, lavagem gástrica,administração de carvão ativado). A administração concomitante de carvão ativado mostrou reduzir abiodisponibilidade oral da olanzapina em 50 a 60%. O tratamento sintomático e a monitoração das funções orgânicas vitais devem ser instituídos de acordo com oquadro clínico, incluindo o tratamento da hipotensão e do colapso circulatório e o suporte da função respiratória.Essa versão não altera nenhuma anteriorBula_ZAP_VPS_RDC47S 25/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009Não usar adrenalina, dopamina ou outros agentes simpatomiméticos com atividade beta

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agonista, pois aestimulação beta pode piorar a hipotensão.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

M.S.

1.0043.1075Responsável Técnica.: Dra. Sônia Albano Badaró CRF-SP n.º: 19.258

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61.190.096/0001-92Indústria BrasileiraLOGO CENTRAL DE ATENDIMENTO EUROFARMA COM TEL 0800 704 3876.Venda sob prescrição médica. Só pode ser vendido com retenção da receita.Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa

em (15/04/2013).

Essa versão não altera nenhuma anteriorBula_ZAP_VPS_RDC47S 25/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009


DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
  2. Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
  3. Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).
  4. Delírio: Alteração aguda da consciência ou da lucidez mental, provocado por uma causa orgânica.
  5. Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
  6. Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
  7. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  8. Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
  9. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  10. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  11. Incontinência: Incapacidade de controlar o esvaziamento da bexiga ou do reto. Como resultado produz-se perda de urina ou matéria fecal involuntariamente. As pessoas com incontinência podem apresentar um defeito adquirido ou congênito no mecanismo esfincteriano, ou alguma anormalidade neurológica que as impeça de reconhecer o estado de plenitude da bexiga ou reto e de promover esvaziamento destes quando for conveniente.
  12. Glaucoma: Aumento da pressão intra-ocular que se manifesta por dor de cabeça, olho vermelho e, se não tratado, pode produzir perda de visão a longo prazo.
  13. HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sangüíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como ???Bom Colesterol???. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
  14. LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada ???mau colesterol???.
  15. Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de ???emergência infecciosa???.
  16. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  17. Taquicardia: Aumento da freqüência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações (ver).
  18. Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
  19. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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