Zap (olanzapina)

Para que serve Zap (olanzapina)

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


Zap
(olanzapina)
Eurofarma Laboratórios S.A.
Comprimidos
2,5 mg; 5 mg e 10 mg

ZAP


(olanzapina)

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO USO ORAL USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS


COMPRIMIDOAPRESENTAÇÕES


Zap (olanzapina) 2,5 mg, 5 mg e 10 mg em embalagens contendo 30 comprimidos.

COMPOSIÇÃO


Cada comprimido de Zap (olanzapina) 2,5 mg contém: olanzapina..................................................................................................................................................... 2,5 mgExcipientes*..............................................................................................................................q.s.p. 1 comprimido *Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, crospovidona, estearato de magnésio.Cada comprimido de Zap (olanzapina) 5 mg contém: olanzapina.........................................................................................................................................................5 mgExcipientes*...............................................................................................................................q.s.p. 1 comprimido *Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, crospovidona, estearato de magnésio.Cada comprimido de Zap (olanzapina) 10 mg contém: olanzapina.........................................................................................................................................................10 mgExcipientes*................................................................................................................................q.s.p. 1 comprimido *Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, crospovidona, estearato de magnésio.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE 1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Zap (olanzapina) é indicado para o tratamento agudo e de manutenção da esquizofrenia e outros transtornosmentais (psicoses) onde sintomas positivos (ex.: delírios, alucinações, alterações de pensamento, hostilidade edesconfiança) e/ou sintomas negativos (ex.: afeto diminuído, isolamento emocional/social e pobreza delinguagem) são proeminentes. Zap (olanzapina) alivia também os sintomas afetivos secundários na esquizofreniae transtornos relacionados. Zap (olanzapina) é eficaz na manutenção da melhora clínica durante o tratamentocontínuo nos pacientes que responderam ao tratamento inicial. Zap (olanzapina), em monoterapia ou em combinação com lítio ou valproato, é indicado para o tratamento deepisódios de mania aguda ou mistos do transtorno bipolar, com ou sem sintomas psicóticos e com ou semciclagem rápida. Zap (olanzapina) é indicado para prolongar o tempo entre os episódios e reduzir as taxas derecorrência dos episódios de mania, mistos ou depressivos no transtorno bipolar.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Zap (olanzapina) é um medicamento classificado como antipsicótico e que age no Sistema Nervoso Central,propiciando a melhora dos sintomas em pacientes com esquizofrenia e outros transtornos mentais (psicoses), edos episódios maníacos (euforia) e mistos do transtorno afetivo bipolar. Além disso, nos pacientes comtranstorno afetivo bipolar, previne novas fases de mania e depressão. O mecanismo de ação de Zap (olanzapina) no tratamento da esquizofrenia e no tratamento de episódios de maniaaguda ou mistos do transtorno bipolar é desconhecido. Quando Zap (olanzapina) é utilizado por via oral (pela boca), em doses diárias entre 5 e 20 mg, para o tratamentoda esquizofrenia e outras condições relacionadas, ou em doses diárias de pelo menos 15 mg para o tratamento demania (ou episódios mistos) associada à transtorno bipolar, você e/ou o seu médico podem verificar umamelhora inicial nos sintomas gerais destas condições na primeira semana de tratamento.Essa versão não altera nenhuma anteriorBula_ ZAP_VP_RDC4725/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?Este medicamento não deve ser usado por pacientes alérgicos à olanzapina ou a qualquer um doscomponentes da formulação do medicamento. 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?Advertências/Precauções O desenvolvimento de síndrome neuroléptica maligna (SNM), um conjunto de sintomas complexos epotencialmente fatal, foi associada com Zap (olanzapina). Portanto, o aparecimento de sinais e/ou sintomasassociados a essa síndrome exige descontinuação do tratamento com Zap (olanzapina). O uso de Zap (olanzapina) foi associado ao desenvolvimento de discinesia tardia (movimentos repetitivosinvoluntários). Caso o paciente desenvolva sinais e/ou sintomas dessa doença, o médico deverá considerar oajuste da dose ou a interrupção do tratamento com Zap (olanzapina). Zap (olanzapina) deve ser utilizado cuidadosamente nos seguintes tipos de pacientes: pacientes com histórico deconvulsões ou que estão sujeitos a fatores que possam desencadear convulsões, direta ou indiretamente;pacientes com aumento da próstata; alteração do funcionamento de uma parte do intestino (íleo paralítico);glaucoma de ângulo estreito (uma doença caracterizada por episódios súbitos de aumento de pressão dentro doolho, geralmente em um dos olhos) ou condições relacionadas; pacientes que tenham alterações na contagem decélulas sanguíneas; pacientes com história de depressão/toxicidade da medula óssea induzida por drogas;pacientes com depressão da medula óssea causada por doença concomitante; radioterapia ou quimioterapia;pacientes com TGP e/ou TGO (enzimas do fígado) elevadas; pacientes com sinais e sintomas de insuficiênciahepática ou outras doenças que atinjam o fígado, diminuindo a sua função e pacientes que estejam em tratamentocom medicamentos que são tóxicos ao fígado. Em pacientes diabéticos, ou com predisposição a esta doença, em tratamento com Zap (olanzapina), recomenda-
se o acompanhamento médico devido ao aumento da frequência desta doença em pacientes com esquizofrenia. Zap (olanzapina) não é aprovado para tratamento de pacientes idosos com psicose associada à demência. Em pacientes idosos, com psicose associada à demência, a eficácia de Zap (olanzapina) não foi estabelecida e,durante estudos clínicos com Zap (olanzapina), ocorreram eventos adversos cerebrovasculares (ex.: derramecerebral). Entretanto, todos os pacientes que apresentaram estes tipos de eventos tinham fatores de riscos pré-
existentes conhecidos para os mesmos. Foi observado um aumento na ocorrência de mortes nesta população emespecial, contudo também havia fatores de risco pré-existentes para o aumento da mortalidade. Outros eventosobservados nesta classe de pacientes foram: marcha anormal, quedas, incontinência urinária e pneumonia. Recomenda

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se que a pressão arterial em pacientes acima de 65 anos e sob tratamento com Zap (olanzapina) sejamedida periodicamente. Deve

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se ter cautela quando Zap (olanzapina) for prescrito com drogas que sabidamentealteram o eletrocardiograma, indicando alteração da condução de impulsos nervosos para o coração,especialmente em pacientes idosos. Como com outras drogas de ação no Sistema Nervoso Central (SNC), Zap(olanzapina) deve ser usado com cuidado em pacientes idosos com demência. Zap (olanzapina) pode causar hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao se levantar) associadacom vertigem, aceleração ou lentidão dos batimentos cardíacos, e em alguns pacientes, síncope (desmaio),especialmente durante o período inicial de titulação da dose. Os riscos de hipotensão ortostática e síncope podemser diminuídos ao se adotar uma terapia inicial com 5 mg de Zap (olanzapina) administrada uma vez ao dia. Seocorrer hipotensão, uma titulação mais gradual para a dose alvo deve ser considerada. Foram observadas alterações indesejáveis dos lipídios (triglicérides e/ou colesterol) em pacientes tratados comZap (olanzapina). Portanto, recomenda

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se monitoramento clínico adequado. Em dados pós

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comercialização relatados com Zap (olanzapina), o evento morte cardíaca repentina presumida(MCR) foi reportado muito raramente em pacientes tratados com medicamentos antipsicóticos atípicos,incluindo Zap (olanzapina). Devido ao fato de Zap (olanzapina) poder causar sonolência, os pacientes devem ser alertados quando operaremmáquinas, incluindo automóveis, enquanto estiverem em tratamento com Zap (olanzapina). Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade eatenção podem estar prejudicadas.Não há estudos adequados e bem controlados com Zap (olanzapina) em mulheres grávidas. A paciente devenotificar seu médico se ficar grávida ou se pretender engravidar durante o tratamento com Zap (olanzapina).Dado que a experiência em humanos é limitada, esta droga deve ser usada na gravidez somente se os benefíciospossíveis justificarem os riscos potenciais para o feto. Em um estudo em mulheres saudáveis, lactantes, Zap (olanzapina) foi excretado no leite materno. Portanto, aspacientes devem ser aconselhadas a não amamentarem no caso de estarem recebendo Zap (olanzapina). Essa versão não altera nenhuma anteriorBula_ ZAP_VP_RDC4725/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009
Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou amamentando sem orientação médica oudo cirurgião-dentista. Este medicamento contém LACTOSE. Portanto, deve ser usado com cautela em pacientes que apresentemintolerância à lactose. Interações Medicamentosas Zap (olanzapina) poderá interagir com os seguintes medicamentos: inibidores ou indutores das isoenzimas docitocromo P450, inibidores do CYP1A2, carbamazepina, carvão ativado, fluoxetina, fluvoxamina e lorazepam.Devido à possibilidade de Zap (olanzapina) diminuir a pressão sanguínea, o mesmo deve ser administrado comcuidado a pacientes que estejam sob tratamento com medicamentos para controlar a pressão alta. Deve

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se tercuidado adicional quando Zap (olanzapina) for administrado em combinação com drogas que agem no SistemaNervoso Central, incluindo o álcool. O hábito de fumar pode interferir no tratamento com Zap (olanzapina). A absorção de Zap (olanzapina) não é afetada por alimentos. Entre em contato com o seu médico se está utilizando, pretende utilizar ou parou de utilizar um medicamentocom ou sem prescrição médica, incluindo fitoterápicos, uma vez que existe potencial de interação com outrosmedicamentos. Nenhum estudo clínico foi conduzido para avaliar possíveis interações entre Zap (olanzapina) e testeslaboratoriais e não laboratoriais. Não há conhecimento de interações entre Zap (olanzapina) e testes laboratoriaise não laboratoriais. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conservar em temperatura ambiente (15 a 30 ºC). Proteger da umidade.Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.O prazo de validade do produto nestas condições de armazenamento é de 18 meses.Características físicas e organolépticas do produtoZap (olanzapina) 2,5 mg, 5 mg e 10 mg comprimido circular amarelo.Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observealguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?Como usar Zap (olanzapina) deve ser administrado por via oral, podendo ser tomado independentemente das refeições. Nãoadministrar mais que a quantidade total de Zap (olanzapina) recomendada pelo médico para períodos de 24horas.Dosagem Dose para pacientes com esquizofrenia e transtornos relacionados: A dose inicial recomendada de Zap(olanzapina) é de 10 mg, administrada uma vez ao dia, independentemente das refeições. A dose diária deve serajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg. O aumento de dose diária acimadaquela de rotina (10 mg) só é recomendado após avaliação médica. Dose para pacientes com mania aguda associada ao transtorno bipolar: A dose inicial recomendada de Zap(olanzapina) é de 15 mg, administrada uma vez ao dia em monoterapia, ou de 10 mg administrada uma vez aodia em combinação com lítio ou valproato, independentemente das refeições. A dose diária deve ser ajustada deacordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg diários. O aumento de dose acima daquela sugeridadiariamente só é recomendado após avaliação médica e geralmente deve ocorrer em intervalos não inferiores a24 horas. Prevenção de recorrência do transtorno bipolar: Para pacientes que já estavam recebendo Zap (olanzapina)para tratamento de episódio maníaco, devem inicialmente continuar o tratamento com mesma dose. A doseinicial recomendada é de 10 mg/dia para os pacientes que já estão em remissão. A dose diária pode sersubsequentemente ajustada com base na condição clínica individual, dentro da variação de 5 a 20 mg/dia. Considerações gerais sobre a administração de Zap (olanzapina) em populações especiais: Dose para pacientes idosos: Uma dose inicial mais baixa de 5 mg/dia pode ser considerada para pacientes idososou quando fatores clínicos justificarem. Essa versão não altera nenhuma anteriorBula_ ZAP_VP_RDC4725/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009
Dose para pacientes com insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado) ou renal (mau funcionamentodos rins): Uma dose inicial de 5 mg deve ser considerada para pacientes com insuficiência hepática moderada ourenal grave e aumentada somente com cautela. Pode ser considerada uma dose inicial mais baixa em pacientes que exibem uma combinação de fatores (sexofeminino, idoso e não fumante) que podem diminuir o metabolismo de Zap (olanzapina). O uso de Zap (olanzapina) em monoterapia não foi estudado em indivíduos menores de 13 anos de idade. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Nãointerrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso o paciente se esqueça de tomar uma dose de Zap (olanzapina) deverá tomá

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la assim que lembrar. Se estiverquase no horário da próxima dose, apenas omita a dose esquecida e tome a próxima dose no horário correto. Nãotome duas doses de Zap (olanzapina) no mesmo horário. Não administrar mais que a quantidade total de Zap (olanzapina) recomendada pelo médico para períodos de 24horas. Para prevenir eventos adversos graves, não pare de tomar Zap (olanzapina) repentinamente. Você podeapresentar suor, náusea e vômito, se você parar repentinamente de tomar Zap (olanzapina). Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?Foram relatadas as seguintes reações adversas durante os estudos clínicos e/ou durante a experiência obtida apósa comercialização de olanzapina: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ganho depeso, hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao se levantar), sonolência, aumento da prolactina(hormônio da lactação) aumento das taxas de colesterol total, triglicérides e glicose no sangue quando dosadosem jejum (de valores limítrofes para elevados). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): astenia (fraqueza),pirexia (febre), fadiga (cansaço), constipação (prisão de ventre), boca seca, aumento do apetite, edema periférico(inchaço), artralgia (dor nas articulações), acatisia (inquietação motora), tontura, elevação de TGO e/ou TGP(enzimas do fígado), aumento da fosfatase alcalina (enzima presente predominantemente no fígado), glicosúria(presença de glicose na urina), aumento da gama-glutamiltransferase (enzima dos rins, fígado e vias biliares),aumento do ácido úrico (substância produzida naturalmente pelo organismo), leucopenia (diminuição de célulasbrancas do sangue), eosinofilia (aumento de um tipo de célula branca no sangue) e aumento das taxas decolesterol total, triglicérides e glicose no sangue quando dosados em jejum (de valores normais para elevados). Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):fotossensibilidade (sensibilidade à luz), bradicardia (lentidão dos batimentos cardíacos), distensão abdominal,amnésia (perda de memória) e epistaxe (sangramento pelo nariz). Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hepatite,hiperglicemia (aumento da taxa de glicose no sangue), convulsões e erupção cutânea (feridas na pele). Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): reaçãoalérgica [ex.: reação anafilática (reação alérgica grave generalizada), angioedema (coceira seguida de inchaçonas camadas mais profundas da pele), prurido (coceira) ou urticária (erupção da pele com coceira)], reações apóssuspensão do medicamento [ex.: diaforese (sudorese), náusea (vontade de vomitar) e vômito], tromboembolismovenoso (obstrução de veia por coágulo), pancreatite (inflamação do pâncreas), trombocitopenia (diminuição dasplaquetas do sangue), icterícia (coloração amarelada da pele, mucosas e secreções), coma diabético, cetoacidosediabética, hipercolesterolemia (aumento da taxa de colesterol no sangue), hipertrigliceridemia (aumento da taxade triglicérides no sangue), rabdomiólise (lesão muscular grave), alopecia (perda de cabelos), priapismo (ereçãopersistente do pênis acompanhada de dor), aumento de bilirrubina total (condição que pode indicar um problemano fígado), incontinência urinária, retenção urinária e aumento dos níveis de creatinofosfoquinase sanguínea(proteína encontrada especialmente no músculo). Eventos adversos observados em pacientes idosos com psicose associada à demência: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): marchaanormal e quedas. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): incontinênciaurinária e pneumonia. Eventos adversos observados durante os estudos clínicos em pacientes com psicose induzida por algunstipos de medicamentos associada com doença de Parkinson: Essa versão não altera nenhuma anteriorBula_ ZAP_VP_RDC4725/7/2013RDC nº 47 de 08/09/2009
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): piora dossintomas parkinsonianos e alucinações. Eventos adversos observados em pacientes com mania recebendo terapia combinada com lítio ouvalproato: Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ganho depeso, boca seca, aumento de apetite e tremores. Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): distúrbio da fala. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelouso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTEMEDICAMENTO?

Os sintomas mais comumente relatados em caso de superdose com Zap (olanzapina) incluem taquicardia(aumento dos batimentos cardíacos), agitação/agressividade, disartria (alteração na articulação das palavras),vários sintomas extrapiramidais (ex.: tremores, movimentos involuntários) e redução do nível de consciência,variando de sedação ao coma. Outras ocorrências significantes do ponto de vista médico incluem delirium (confusão mental), convulsão,possível síndrome neuroléptica maligna (uma complicação rara, porém potencialmente fatal caracterizada porexcessiva elevação da temperatura do corpo, rigidez muscular e alteração do nível de consciência, associados àdisfunção autonômica [pressão sanguínea instável, suor em excesso e aumento dos batimentos cardíacos]),depressão respiratória, aspiração, hipertensão ou hipotensão (aumento ou diminuição da pressão sanguínea),arritmias cardíacas (alteração dos batimentos cardíacos) e parada cardiorrespiratória. Casos fatais foramrelatados com superdoses agudas tão baixas quanto 450 mg de Zap (olanzapina) por via oral, porém tambémforam relatados casos de sobrevida após uma superdose aguda de aproximadamente 2 g de Zap (olanzapina) porvia oral. Tratamento da superdose: Não existe antídoto específico para Zap (olanzapina). A indução de vômito não érecomendada. Em caso de suspeita, procurar imediatamente o serviço de saúde mais próximo. Não tentar darqualquer medicamento para o paciente intoxicado sem o conhecimento de um médico, pois isso pode piorar oquadro. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve aembalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de maisorientações.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS


M.S.

1.0043.1058Responsável Técnica.: Dra. Sônia Albano Badaró CRF-SP n.º: 19.258Fabricado por:

EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.

Rod. Pres. Castelo Branco, km 35,6 - Itapevi ? SPRegistrado por:

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Av. Vereador José Diniz, 3.465 - São Paulo -

SP CNPJ

61.190.096/0001-92Indústria BrasileiraLOGO CENTRAL DE ATENDIMENTO EUROFARMA COM TEL 0800 704 3876. Venda sob prescrição médica. Só pode ser vendido com retenção da receita.Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa

em (15/04/2013).

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DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
  2. Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).
  3. Delírio: Alteração aguda da consciência ou da lucidez mental, provocado por uma causa orgânica.
  4. Derrame: Acúmulo anormal de líquido em qualquer cavidade ou órgão (derrame pleural, derrame pericárdico, derrame cerebral).
  5. Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
  6. Edema: Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).
  7. Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
  8. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  9. Icterícia: Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).
  10. Incontinência: Incapacidade de controlar o esvaziamento da bexiga ou do reto. Como resultado produz-se perda de urina ou matéria fecal involuntariamente. As pessoas com incontinência podem apresentar um defeito adquirido ou congênito no mecanismo esfincteriano, ou alguma anormalidade neurológica que as impeça de reconhecer o estado de plenitude da bexiga ou reto e de promover esvaziamento destes quando for conveniente.
  11. Glaucoma: Aumento da pressão intra-ocular que se manifesta por dor de cabeça, olho vermelho e, se não tratado, pode produzir perda de visão a longo prazo.
  12. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  13. Pâncreas: Glândula de secreção endócrina (ver), por sua produção de insulina, glucagon e peptídios intestinais que são lançados na corrente sangüínea e exócrina (ver) por sua produção de potentes enzimas digestivas lançadas no intestino delgado. Localiza-se profundamente na cavidade abdominal e possui um tamanho aproximado de 15x7cm.
  14. Taquicardia: Aumento da freqüência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações (ver).
  15. Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
  16. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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