Zidovudina APS

Para que serve Zidovudina APS

Recomendações
Recorde-se que antes de tomar este medicamento deverá consultar o seu médico, a informação que lhe disponibilizamos é meramente orientativa e não substitui em nenhuma ocasião a consulta de um médico ou qualquer profissional de saúde.

LEMBRE-SE, NUNCA use esta informação para automedicar-se. A consulta de um médico é imprescindível.


Folheto InformativoZidovudina APS 100 mg cápsulaZidovudina APS 250 mg cápsulaAgente antiretroviralComposiçãoZidovudina APS 100 mg cápsulas: Cada cápsula contém 100 mg de ZidavudinaZidovudina APS 250 mg cápsulas: Cada cápsula contém 250 mg de ZidovudinaLista dos excipientes:Zidovudina APS 100 mg cápsulas: Celulose microcristalina, amido de trigo, ácidoesteárico, silica coloidal anidra, cápsulas de gelatina [contendo dióxido de titânio (

E

171) ].Zidovudina APS 250 mg cápsulas: Celulose microcristalina, amido de trigo, ácidoesteárico, silica coloidal anidra, cápsulas de gelatina [contendo dióxido de titânio (

E

171) e indigotina (E 132)].Forma Farmacêutica e conteúdoCápsulas em frascos de 100, 500 e 1000 unidades.Cápsulas em blister de 24 ou 30 unidades.Categoria FarmacoterapêuticaGrupo farmacoterapêutico: 1.3.1.3 – Análogos nucleosídeos da transcriptase inversaNome e sede do titular de

AIM

Farma-APS, Produtos Farmacêuticos, S.A.Rua João de Deus, 19 - Venda Nova2700-487 Amadora

Indicações TerapêuticasZidovudina APS está indicada nas seguintes situações:Nas manifestações de infecção pelo HIV, nos estados de SIDA e de ARC, a zidovudinapermite reduzir a frequência do aparecimento de complicações, principalmenteinfecciosas e melhorar o prognóstico vital.Nas manifestações precoces da infecção pelo HIV (emagrecimento, candidíase bucal,diarreia inexplicada e persistente ...) quando a taxa de linfócitos CD4 for inferior a 500elementos/mm3.

Nos pacientes assintomáticos em que os marcadores da evolução da doença estejam emprogresso, em particular quando os linfócitos CD4 apresentem valores inferiores a 200elementos/mm3 ou quando estejam compreendidos entre 500 e 200/mm3 e emdiminuição rápida.Nota:Toda a decisão terapêutica baseada na contagem dos linfócitos CD4 requer a realizaçãode, pelo menos, 2 medições sucessivas.No estado actual dos conhecimentos, a sarcoma de Kaposi isolado não é uma indicaçãoda zidovudina.Contra - Indicações: Antecedente de hipersensibilidado à zidovudina ou a qualquer um dos excipientes. Alterações hematológicas severas (taxa de hemoglobina < 7,5 g/100 ml, neutrófilos <0,75. 109/1l.Interacções Medicamentosas:Dado a experiência de interacções medicamentosas com a zidovudina ser reduzida, asua combinação com outras drogas deverá revestir-se de uma prudência particular.

A

lista de interacções que se segue não deve ser considerada como exaustiva. Representaas classes terapêuticas para as quais é necessário ter particular atenção. Convêmadvertir os pacientes para os potenciais riscos de uma automedicação.A utilização do paracetamol durante o tratamento com a zidovudina aumentou aincidência de neutropénias, sobretudo em utilização prolongada. Isto deve-se,provavelmente, a uma diminuição do metabolismo da zidovudina.O probenecid aumenta a semi-vida da zidovudina por inibição da sua secreção renalactiva, do seu derivado glucuroconjugado, assim como, provavelmente, por inibição dasua glucuroconjugação.Outros produtos tais como aspirina, codeína, morfina, indometacina, ketoprofeno,naproxeno, oxazepam, lorazepam, cimetidina, clofibrato, dapsona e isoprinosinapoderão também modificar o metabolismo da zidovudina por inibição competitiva daglucuroconjugação ou por inibição directa do metabolismo microssomal hepático.A associação com produtos potencialmente nefrotóxicos ou mielotóxicos, tais comodapsona, pentamidina, anfotericina, flucitosina, ganciclovir, lnterferon, vincristina,vinblastina ou doxorrubicina podem aumentar a risco de má tolerância.Desaconselha-se a administração simultânea da zidovudina e um tratamento de ataquepelo ganciclovir. Doses mais fracas de ganciclovir podem ser associadas à zidovudina,sob reserva de vigilância hematológica.O tratamento ou a prevenção de certas doenças oportunistas podem ser efectuados peloaciclovir, o cotrimoxazole e a pirimetamina, assegurando uma vigilância hematológicapara estes 2 últimos medicamentos, ainda que os dados parcelares sugiram a ausênciade interacção.In vitro foi demonstrado um antagonismo da ribavirina sobre a zidovudina.Foi assinalada uma variação das taxas plasmáticas de fenitoína nalguns pacientestratados pela zidovudina, correspondendo em geral a um aumento das concentrações,

salvo um caso. Recomenda-se, portanto, uma vigilância das concentrações plasmáticasde fenitoína, em pacientes que recebam os 2 medicamentos.Estas possíveis interacções devem ser consideradas antes da prescrição destesmedicamentos sobretudo em utilização prolongada, em presença de um tratamento pelazidovudina.Precauções Especiais de utilização:Acidose láctica: foram relatados casos de acidose láctica, normalmente associados ahepatomegália e esteatose hepática, com a utilização de análogos de nucleosido. Ossintomas iniciais (hiperlactatemia sintomática) incluem sintomas digestivos benignos(náuseas, vómitos e dor abdominal), mal estar não específico, perda de apetite e depeso, sintomas respiratórios (respiração acelerada e/ou profunda) ou sintomasneurológicos (incluindo fraqueza motora).A acidose láctica tem mortalidade elevada e pode estar associada a pancreatite,insuficiência hepática, falência renal.A acidose láctica ocorreu geralmente após alguns meses ou vários meses de tratamento.O tratamento com análogos de nucleosido deve ser interrompido em caso dehiperlactatemia sintomática e acidose láctica/metabólica, hepatomegália progressiva ouaumento rápido dos níveis de transaminases.Deve tomar-se precaução na administração de análogos de nucleosido a qualquerdoente (particularmente em mulheres obesas) com hepatomegália, hepatite ou outrosfactores de risco conhecidos de doença hepática e esteatose hepática (incluindo algunsmedicamentos e álcool).Os doentes co-infectados com hepatite C e tratados com interferão alfa e ribavirinapodem apresentar uma situação de risco acrescido para o desenvolvimento de acidoseláctica.Os doentes com risco aumentado devem ser cuidadosamente observados.Devido à existência conhecida de interacções medicamentosas, convém ter-se umaatenção muito especial ao administrar outros tratamentos (ver interacçõesmedicamentosas) e advertir os pacientes dos potenciais riscos de automedicação.Nalguns doentes com infecção pelo VIH em estado avançado e com história clínica deinfecções oportunistas, podem surgir, num curto espaço de tempo após o início dotratamento anti -VIH, sinais e sintomas de inflamações originados por infecçõesanteriores. Pensa-se que estes sintomas ocorrem devido a uma melhoria na respostaimunológica, pela capacidade do corpo reagir a infecções que possam ter estadopresentes sem apresentarem sintomas. Se se aperceber de algum sintoma ou infecção,por favor contacte de imediato o seu médico.Lipodistrofia:A terapêutica antiretroviral combinada tem sido associada a uma redistribuição daacumulação de gordura (lipodistrofia) em doentes com HIV. As consequências a longoprazo destes efeitos são desconhecidas. Tem sido colocada a hipóteses de uma

interligação entre a lipomatose visceral e os Inibidores da Proteasse (IP) e a lipoatrofia eos Inibidores da Transcriptase Reversa Nucleosido (ITRN). Um risco acrescido delipodistrofia tem sido associado a factores individuais, tais como a idade e a factoresrelacionados com o medicamento como o tratamento prolongado da terapêuticaantiretroviral e distúrbios metabólicos associados. O conhecimento sobre o mecanismodestes efeitos metabólicos é, actualmente, incompleto. A avaliação clínica deveráincluir a avaliação de sinais físicos de redistribuição da gordura. Deve ter-se emconsideração a determinação dos lípidos séricos e da glicémia. As alterações lipídicasdeverão ser clinicamente encaminhadas de modo apropriado (ver secção Efeitosindesejáveis).As possíveis consequências a longo prazo da terapêutica antiretroviral de associação, talcomo o risco acrescido de doença cardiovascular, não pode ser excluído.

A zidovudina apresenta uma toxicidade hematológica.Esta toxicidade é frequente nos doentes em estado evoluído da doença.As manifestações susceptíveis de aparecer são:uma anemia surgindo normalmente 6 semanas após o início do tratamento mas, porvezes, mais cedo;uma neutropénia podendo surgir, não importa em qual momento, para além das 4primeiras semanas de tratamento;uma leucopénia em regra geral secundária à neutropénia.Os parâmetros hematológicos deverão, portanto, ser vigiados com cuidado. Estecontrolo hematológico é recomendado, pelo menos, de 15 em 15 dias durante oprimeiro trimestre de tratamento e todos os meses, daí em diante.Em caso de anemia ou de depressão medular, recomenda-se uma adaptação posológica(ver Posologia e Modo de administração).É necessário ter uma atenção particular nos doentes com alterações medulares pré-
existentes (taxa de hemoglobina inferior a 9 g/100 ml ou neutrófilos inferiores a 1 . 1 09/l).A associação a outros produtos potencialmente nefrotóxicos ou mielotóxicos podeaumentar o risco de efeitos indesejáveis (ver lnteracções medicamentosas).Se esta associação não puder ser evitada, é necessária uma atenção reforçada.Nos pacientes tratados num estado precoce da doença, a tolerância hematológica égeralmente boa. A vigilância hematológica pode ser menos frequente.Os pacientes deverão ser informados de que não foi demonstrado que a zidovudinareduza a risco de transmissão sexual ou sanguínea do HIV.Gravidez e lactação:Caso esteja grávida ou planeie engravidar, deverá contactar o seu médico para discutiros potenciais efeitos adversos, assim como os benefícios e riscos inerentes à terapêuticaantiretroviral quer para si quer para a sua criança

Se está a tomar Zidovudina APS durante a gravidez, o seu médico poderá prescreverconsultas regulares para monitorizar o desenvolvimento do seu feto. As consultaspoderão incluir exames ao sangue e outros testes de diagnóstico.Nas crianças, cujas mulheres tomaram análogos dos nucleósidos e nucleótidos durante agravidez, os benefícios da redução da possibilidade de serem infectadas com VIH sãosuperiores ao riscos de sofrerem efeitos indesejáveis.

Não existem dados disponíveis sobre a passagem da zidovudina para o leite maternohumano, se bem que dados preliminares revelaram a passagem para o leite, em certasespécies animais. Por prudência, o aleitamento é desaconselhado durante o tratamento.Efeitos indesejáveis:Frequentes e graves:Acidose láctica:Foram relatados casos de acidose láctica, por vezes fatais, normalmente associados ahepatomegália e esteatose hepática, com a utilização de análogos de nucleosido (verPrecauções especiais de utilização).Lipodistrofia:A terapêutica antiretroviral combinada tem sido associada a uma redistribuição dagordura corporal (lipodistrofia) em doentes com HIV, incluindo a perda da gordurasubcutânea periférica e facial, aumento da gordura intra-abdominal e visceral,hipertrofia mamária e acumulação de gordura dorso-cervical (bossa de búfalo).A terapêutica antiretroviral combinada tem sido associada a anomalias metabólicas taiscomo a hipertrigliceridémia, hipercolesterolémia, resistência à insulina, hiperglicémia ehiperlactatémia (ver Precauções particulares de emprego).Anemia (podendo requerer transfusões), neutropénia e leucopénia, que aparecem maisfrequentemente:com posologias elevadas (1260 a 1500 mg/dia);em pacientes que se encontram num estado evoluído da doença , particularmentenaqueles em que o número de linfócitos CD 4 (T - helper) é inferior a 100/mm3;Pode ser necessária uma redução ou a interrupção do tratamento (ver Posologia e Modode administração).As anomalias observadas são habitualmente reversíveis.A Incidência das neutropénias é mais elevada nos sujeitos que apresentavam alteraçõesmedularas anteriores ao tratamento com a zidovudina e nos que tomam paracetamol(ver Interacções Medicamentosas).Além dos efeitos hematológicos descritos, foi observado, em duas ocasiões, cefaleia eansiedade ou de forma isolada: naúsea, vómitos, febre, trombocitopénia, distonia,pneumonia, prurido e alopécia.Outros efeitos indesejáveis:Anorexia, astenia, cefaleias, dor abdominal, dispépsias, febre, insónia, indisposições,mialgias, náuseas, parestesias, rash e vómitos.À parte as náuseas, cuja frequência foi mais elevada em todos os ensaios nos pacientesque receberam a zidovudina, os outros efeitos indesejáveis não foram sistematicamentemais frequentes do que nos grupos placebo.

As cefaleias severas, mialgias e insónias são frequentes nos sujeitos em estado evoluídoda doença, enquanto que os vómitos, a anorexia, a sensação de indisposição e a asteniaaparecem mais frequentemente nos pacientes em estado precoce.Foram referidos outros efeitos mais raros com uma frequência idêntica à do grupoplacebo: ansiedade, perda de acuidade intelectual, depressão, diarreia, doresgeneralizadas, dor torácica, dispneia, flatulência, arrepios, micções frequentes, prurido,sonolência, suor, síndroma pseudo-gripal, alterações do gosto, tosse, urticária evertigens.Foram descritos outros efeitos particularmente em pacientes com SIDA epolimedicamentados, o que torna difícil a imputabilidade à zidovudina, enquanto quealguns fazem parte do quadro clínico de doença: convulsões, anomaliasneuropsiquiátricas, danos musculares (miosites), problemas de pigmentação das unhas,pancitopénia com hipoplasia modular ou trombocitopénia isolada, anomalias hepáticas,tais como, aumento das enzimas hepáticas e da bilirrubina, hepatomegália.Posologia e Modo de Administração:Adultos:A posologia óptima não é conhecida. Ela varia de paciente para paciente e segundo oestado da doença.Nos pacientes assintomáticos, cujos critérios biológicos de submissão ao tratamento sãodefinidos no capítulo 'Indicações', foi utilizada uma posologia de 500 mg a 1500 mg.O tratamento pode ser iniciado com uma posologia de 500 mg por dia.Contudo se a doença progredir, recomenda-se aumentar as doses em função datolerância.Nos pacientes sintomáticos, recomenda-se uma posologia de 200 mg, de 4 em 4 horas(1200 mg/dia), para um sujeito de 70 Kg.Para os pacientes em estado avançado da doença que poderão tolerar menos bem azidovudina, uma posologia de 100 mg, de 4 em 4 horas, parece preferível.Para os pacientes que apresentam uma sintomatologia clínica inicial, não se conhece aeficácia de posologias reduzidas.Não se conhece a eficácia de posologias fracas no tratamento preventivo ou curativodas manifestações neurológicas e malignas da infecção pelo HIV.Na prática, a dose diária pode ser administrada em 4 ou 5 tomas.Em caso de má tolerância biológica: ajuste da posologia:Taxa de hemoglobina inferior a 9 g/100 ml e superior a 7,5 g/100 ml ou neutrófilosinferiores a 1.109 /l e superiores a 0,75 . 109 /l, a dose diária será reduzida a metadepor administração de 8 em 8 horas, em vez de 4 em 4 horas.Taxa de hemoglobina inferior a 7,5 g/100 ml ou diminuição de 25% em relação aovalor inicial ou neutrófilos inferiores a 0,75 . 109 /l: suspender o tratamento até regressoao normal destes valores (em geral 2 semanas).

O tratamento pode ser reiniciado, em seguida, com a dose reduzida a metade.

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posologia Inicial pode ser reinstituída após 2 a 4 semanas se a tolerância do doente opermitir.Crianças:Os dados referentes à administração oral da zidovudina em crianças são limitados.

A

dose recomendada é de 360 a 480 mg/m2 por dia, divididos em 3 a 4 tomas, emassociação com outros fármacos antiretrovíricos.Idosos:Não existem dados disponíveis. Deve ter-se em conta uma possível redução da funçãorenal, no idoso.Insuficiência renal:Atendendo à cinética da zidovudina, o ritmo posológico usual parece poder manter-se.O significado clínico da acumulação do metabolito é desconhecido. Pode seraconselhada uma vigilância da taxa plasmática do medicamento e do seu metabolito,assim como dos parâmetros hematológicos. O metabolito é dialisável.Insuficiência hepática:Dada a importância do metabolismo hepático da zidovudina, a insuficiência hepáticapode provocar uma acumulação do medicamento.Pode ser necessário um ajuste posológico mas actualmente não é possível fornecerrecomendações precisas. Se um controlo das concentrações plasmáticas não érealizável, será necessário vigiar com atenção os sintomas de intolerância, em particularos parâmetros hematológicos e ajustar a posologia, segundo o caso.Sobredosagem:Foram descritos alguns casas de sobredosagem aguda, com doses de 20 ou 40 g dezidovudina. Os efeitos são, em geral, não específicos.Foram administradas doses de 1250 mg de zidovudina, de 4 em 4 horas, durante 4semanas, a dois pacientes. Apenas um deles revelou uma anemia e uma neutropénia.O tratamento deverá ser sintomático em função dos sintomas clínicos. A hemodiáliseproduzirá poucos efeitos na eliminação da zidovudina, mas acelera a do metabolito.Caso detecte efeitos secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médicoou farmacêutico.CONSERVAR A TEMPERATURA INFERIOR A 30º C E AO ABRIGO DA LUZ.

VERIFIQUE O PRAZO DE VALIDADE.MANTER FORA DO ALCANCE E DA VISTA DAS CRIANÇAS.Data da última revisão do FI:



DEFINIÇÕES MÉDICAS
  1. Aciclovir: Substância análoga da Guanosina, que age como um antimetabólito, à qual os vírus são especialmente susceptíveis. ?? usado especialmente contra o herpes.
  2. Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
  3. Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).
  4. Candidíase: ?? o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
  5. Febre: Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.
  6. Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
  7. Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
  8. Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de ???emergência infecciosa???.
  9. Sarcoma de Kaposi: Câncer originado de células do tecido vascular, freqüentemente associado à AIDS. Manifesta-se por lesões vermelho-violáceas em diferentes territórios cutâneos e mucosos.
  10. Sarcoma: Neoplasia maligna originada de células do tecido conjuntivo. Podem aparecer no tecido adiposo (lipossarcoma), muscular (miossarcoma), ósseo (osteosarcoma), etc.
  11. Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
  12. Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
  13. Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

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