SABUGUEIRO

Para que serve esta planta medicinai

Informação sobre SABUGUEIRO


SABUGUEIRO
Sambucus nigra flos



Sambucus nigra L. - CAPRIFOLIACEAE
A droga vegetal é constituída das flores secas contendo, no mínimo, 1,5% de flavonóides totais,
expressos em quercetina e, no mínimo, 1% de rutina.



CARACTERES ORGANOLÉPTICOS


As flores secas têm odor fraco e aromático característico; sabor fracamente amargo.



DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA


Flores amareladas pela dessecação, pentâmeras ou tetrâmeras, diclamídeas, gamopétalas,
completas, monoclinas, actinomorfas, medindo 3,0 mm a 5,0 mm de diâmetro; botões florais
globosos, esbranquiçados ou amarronzados, medindo 1,5 mm a 3,0 mm de diâmetro. Na base do
cálice podem ocorrer até três diminutas brácteas pouco papilosas, verdes, com dentes marginais,
visíveis com lente de aumento, medindo 0,6 mm a 1,5 mm de comprimento e 0,5 mm de largura.
Sépalas levemente soldadas entre si na base, esbranquiçado-amareladas, esverdeadas ou
amarronzadas, triangulares, com dentes marginais, medindo 0,5 mm a 1,2 mm de comprimento e
0,5 mm a 0,7 mm de largura. Corola rotada, de pré-floração imbricada, com pétalas soldadas entre
si na base em um curto tubo, desprendendo-se com facilidade junto com os filetes; pétalas ovaladas
a elípticas, de ápice retrorso, arredondado, medindo 2,0 mm a 3,5 mm de comprimento e 2,0 mm a
3,0 mm de largura. Androceu isostêmone, alternipétalo e epipétalo; anteras ditecas, extrorsas,
dorsifixas, oblongas, deiscentes, amarelas, com 1,0 mm de comprimento; filetes glabros e
cilíndricos, com 1,0 mm a 1,5 mm de comprimento. Ovário ínfero, soldado ao tubo calicino,
tricarpelar e trilocular, raro tetracarpelar e tetralocular, carpelos bem demarcados, com um disco
anelado e proeminente; um rudimento seminal por lóculo, de placentação axial; estilete curto e
estigma trilobado. Brácteas, sépalas e pétalas com tricomas tectores e glandulares.



DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA


Brácteas hipoestomáticas, sépalas anfiestomáticas e pétalas anfi-hipoestomáticas, com estômatos
anomocíticos. Em vista frontal, a cutícula é estriada nas brácteas, receptáculo, sépalas e pétalas,
com estrias paralelas ao eixo maior das células fundamentais da epiderme; são visíveis os núcleos,
gotas lipídicas esféricas, tricomas tectores e glandulares, idioblastos de aspecto enegrecido e sem
forma definida, contendo areia cristalina de oxalato de cálcio. Em secção transversal, nas brácteas,
receptáculo, sépalas e pétalas, a cutícula é espessa e estriada e a epiderme é uniestratificada; os
estômatos localizam-se no mesmo nível das demais células epidérmicas; gotas lipídicas esféricas
ocorrem em todos os tecidos. Nas brácteas, os dentes marginais são unicelulares, o mesofilo é
formado por até quatro camadas de células isodiamétricas e o sistema vascular tem um único

agrupamento xilemático. O receptáculo apresenta forma circular, com tecido parenquimático
formado por até doze camadas de células isodiamétricas e feixes colaterais, distribuídos neste
tecido, em forma de anel. Cada sépala, em vista frontal, quando diafanizada, mostra uma a três
nervuras paralelas; dentes marginais unicelulares; em secção transversal o mesofilo é homogêneo,
formado por até cinco camadas de células clorenquimáticas, isodiamétricas; o sistema vascular está
representado por um a três agrupamentos xilemáticos; grãos de amido elipsóides ocorrem nas
células parenquimáticas do xilema e a endoderme é visível junto ao agrupamento xilemático
principal. Cada pétala, em vista frontal, quando diafanizada, mostra geralmente, três, raro quatro
nervuras paralelas, sendo que as secundárias partem da principal, ramificadas ou não, nunca
anastomosadas no ápice; em secção transversal, as células fundamentais da epiderme são papilosas
e de paredes anticlinais espessas; o mesofilo é homogêneo e formado por até dez camadas de
clorênquima frouxo, com células de forma irregular; o sistema vascular está representado por três a
seis feixes colaterais distribuídos pelo parênquima, podendo estar envolvidos por endoderme; grãos
de amido elipsóides estão presentes nos parênquimas. O filete, em vista frontal, apresenta cutícula
estriada e células epidérmicas com núcleo evidente e poucas gotas lipídicas; em secção transversal,
apresenta forma circular, cutícula delgada e epiderme uniestratificada; os estômatos são ausentes; o
parênquima é formado por células poligonais que diminuem de volume em direção ao centro,
desprovidas de cloroplastídios e com poucas gotas lipídicas; o sistema vascular preenche a região
central e é formado por elementos traqueais. Na antera, em secção transversal, a epiderme é
papilosa; o tapete é formado por uma única camada de células achatadas tangencialmente e o
endotécio por duas a três camadas de células de forma trapezoidal, fibrosas, com pontoações
evidentes. O pólen é prolato, em vista polar arredondado e em vista equatorial elipsoidal,
tricolporado, com 15 ?m a 25 ?m de diâmetro, com superfície reticulada. O gineceu, em secção
transversal, apresenta carpelos de formato triangular a triangular-ovalado; o tecido parenquimático,
quando utilizado Sudan IV, mostra numerosas gotas lipídicas e grande quantidade de grãos de
amido, quando utilizado lugol; o tecido que reveste o lóculo é formado por células achatadas
tangencialmente, com espaços intercelulares pequenos e com núcleo evidente, quando utilizado
lugol; as células epidérmicas do estigma são papilosas.



DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DO PÓ


O pó atende a todas as exigências estabelecidas para as flores desta espécie, menos os caracteres
macroscópicos. São características: coloração amarelo-esverdeada; fragmentos de sépalas com
dentes marginais unicelulares isolados; fragmentos de epiderme de sépalas e de pétalas papilosas e
com cutícula estriada; fragmentos de epiderme com estômatos anomocíticos; células-guarda
isoladas; fragmentos de epiderme com tricomas tectores de diferentes tipos; raros tricomas tectores
e glandulares isolados ou partes destes; fragmentos de parênquima; porções de tecidos com gotas
lipídicas; parte de elementos traqueais de espessamento helicoidal; fragmentos da epiderme de
antera, extremamente papilosa; fragmentos da camada fibrosa de antera; numerosos grãos de pólen
como descritos; grãos de pólen isolados ou agrupados, ou associados a fragmentos de anteras e de
epiderme de diversas peças; porções de estigma com epiderme papilosa; porções de brácteas;
porções do bordo de sépalas, de pétalas e de brácteas.



DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA DAS IMPUREZAS




Os pedicelos das flores da própria espécie, se presentes como impureza, são esbranquiçados pela
dessecação, longitudinalmente sulcados, medindo de 1,0 mm a 7,0 mm de comprimento,
apresentando tricomas tectores e glandulares, de várias formas, visíveis com lente de aumento. Os
pedicelos podem estar acompanhados por uma a três brácteas, conforme as descritas para o cálice.



DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DAS IMPUREZAS


Os pedicelos das flores da própria espécie, se presentes como impureza, apresentam, em vista
frontal, cutícula estriada, com estrias paralelas ao eixo maior das células fundamentais da epiderme,
sendo estas alongadas e retangulares e de paredes retilíneas espessadas; os estômatos são
anomocíticos; a secção transversal é irregular, com proeminências e reentrâncias muito acentuadas,
a cutícula é espessa e a epiderme uniestratificada; a região cortical apresenta colênquima tabular,
parênquima e endoderme; o sistema vascular apresenta até dezesseis feixes colaterais, dispostos em
forma de anel; desenvolvimento secundário pode ser observado; o parênquima medular é formado
por poucas células; gotas lipídicas esféricas ocorrem na epiderme e no parênquima cortical e grãos
de amido são observados na endoderme e no floema.



IDENTIFICAÇÃO


A. Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-
gel GF254, com espessura de 0,25 mm, como suporte, e acetato de etila-ácido fórmico-ácido acético
água (100:11:11:27) como fase móvel. Aplicar, separadamente, em forma de banda, 10 ?l da solução
(1) e 10 ?l da solução (2), preparadas recentemente, como descrito a seguir.


Solução (1): transferir cerca de 0,5 g da droga moída para balão de fundo redondo de 100 ml,
adicionar 5 ml de metanol. Aquecer, sob refluxo, por 30 minutos. Filtrar através de papel de filtro.


Solução (2): dissolver quantidade de 5 mg de rutina, hiperosídeo, isoquercitrina em metanol para
obter solução a 1 mg/ml.


Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar ao ar. Examinar sob luz ultravioleta
(365 nm). No cromatograma obtido com a solução (1), próximo a fronte uma mancha fluorescente de
coloração azulada referente ao ácido clorogênico. Em seguida, nebulizar a placa com solução de
anisaldeído sulfúrico e colocar em estufa entre 100 ºC e 105 ºC, durante 5 a 10 minutos. O
cromatograma obtido com a solução (2) apresenta manchas de coloração violeta correspondente a
rutina (Rf aproximadamente 0,49), hiperosídeo (Rf aproximadamente 0,68) e isoquercitrina (Rf
aproximadamente 0,72). O cromatograma obtido com a solução (1) apresenta manchas similares na
posição e coloração às manchas obtidas no cromatograma da solução (2). Outras manchas de menor
intensidade podem ser observadas.



ENSAIOS DE PUREZA




Material estranho (V.4.2.2). No máximo 8% de pedicelos grosseiros e outros materiais estranhos,
e no máximo, 15% da amostra com cor alterada (enegrecida).


Água (V.4.2.3). No máximo 11%.


Cinzas totais (V.4.2.4). No máximo 9%.



DOSEAMENTO


Flavonóides totais


Solução-mãe: pesar, exatamente, cerca de 0,1 g da droga pulverizada (355 ?m) e colocar em balão
de fundo redondo de 100 ml. Acrescentar 0,25 ml de solução aquosa de metenamina 0,5%, 10 ml de
acetona e 0,5 ml de ácido clorídrico. Aquecer em banho-maria, sob refluxo, durante 30 minutos.
Filtrar a mistura para balão volumétrico de 25 ml. Retomar o resíduo da droga e algodão ao mesmo
balão de fundo redondo, adicionar 7 ml de acetona. Aquecer, sob refluxo, durante 10 minutos.
Filtrar através de algodão para o mesmo balão volumétrico de 25 ml. Repetir a operação retornando
novamente o resíduo da droga e o algodão para o balão de fundo redondo, adicionar 7 ml de acetona
e aquecer sob refluxo, durante 10 minutos. Filtrar para o mesmo balão de 25 ml. Após resfriamento
à temperatura ambiente justar o volume para 25 ml com acetona. Em funil de separação, adicionar
10 ml desta solução e 10 ml de água e após extrair com 10 ml de acetato de etila, repetindo-se por
duas vezes, com porções de 6 ml de acetato etila. Reunir as fases de acetato de etila e lavá-las com
em funil de separação, com duas porções de 15 ml de água, transferindo a seguir para balão
volumétrico de 25 ml, completando-se o volume com acetato de etila.


Solução amostra: transferir 10 ml da solução-mãe para balão volumétrico de 25 ml, adicionar 1
ml do reagente cloreto de alumínio 2% e completar o volume com solução metanólica de ácido
acético 5%.


Solução branco: transferir 10 ml da solução-mãe para balão volumétrico de 25 ml e completar o
volume com solução metanólica de ácido acético 5%.


Medir a absorvância da solução amostra em 425 nm (V.2.14-3) 30 minutos o seu preparo,
utilizando a solução branco para ajuste do zero. Calcular o teor de flavonóides totais, calculado
como quercetina, segundo a expressão:

A ×15625
Q =

500 × m × (100 ? Pd )

em que




Q = teor de flavonóides totais, expresso em quercetina (%);
A = absorvância da solução amostra;
m = massa da droga vegetal;
Pd = determinação de água (%).



Rutina


Proceder conforme descrito em cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). Utilizar
cromatógrafo provido de detector ultravioleta a 356. nm; pré-coluna empacotada com sílica
octadecilsilanizada, coluna de 150 mm de comprimento e 3,9 mm de diâmetro interno, empacotada
com sílica octadecilsilanizada (4 ?m), mantida a temperatura ambiente; fluxo da fase móvel de 0,7
ml/minuto.


Eluente A: mistura de acetonitrila, água e ácido trifluoracético (5:95:0,01).


Eluente B: mistura de acetonitrila e ácido trifluoracético (100:0,01).


Gradiente de fase móvel: adotar sistema de gradiente linear, conforme tabela a seguir.


Tempo (minutos)
Eluente A (%)
Eluente B (%)
0 90 10
7 70 30
8 0
100
11 0 100
12 90 10
18 90 10


Solução amostra: pesar exatamente, cerca de 0,25 g da droga seca e moída (355 ?m) e colocar em
frasco de vidro, agitar por turbólise, velocidade 3, durante 5 minutos com 5 ml de etanol 80% (v/v).
Filtrar através de papel de filtro, sob vácuo, para balão volumétrico de 5 ml e completar o volume
com o mesmo solvente. Filtrar através de membrana e diluir 50 ?l em 950 ?l de acetonitrila:água
(1:9).


Solução padrão estoque: dissolver 5 mg do padrão de rutina em 10 ml de metanol.


Curva de calibração: diluir uma alíquota de 2,5 ml da solução padrão estoque, em balão
volumétrico de 25 ml de modo a obter solução a 50 ?g/ml. Diluir alíquotas de 1 ml, 1,5 ml, 2 ml,
2,5 ml, 3 ml, 3,5 ml, 4 ml e 4,5 ml em balão volumétrico de 5 ml, com metanol, de modo a obter
concentrações de 10 ?g/ml, 15 ?g/ml, 20 ?g/ml, 25 ?g/ml, 30 ?g/ml, 35 ?g/ml, 40 ?g/ml e 45
?g/ml.




Procedimento: injetar, separadamente, 10 ?l das soluções da curva de calibração e da solução
amostra. Registrar os cromatogramas e medir as áreas dos picos. O tempo de retenção é de
aproximadamente 5 minutos para o rutina. Calcular o teor de rutina na amostra a partir da equação
da reta obtida com a curva de calibração. O resultado é expresso pela média das determinações em
gramas de rutina por 100 gramas da droga (%), considerando o teor de água.



EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO


Em recipiente de vidro bem fechado, ao abrigo da luz, calor e umidade.


XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES

Solução de anisaldeído sulfúrico
Preparação - Dissolver 0,5 g de anisaldeído em 100 ml de metanol. Adicionar 4 ml de ácido
clorídrico e 5 ml de ácido sulfúrico.

Solução de cloreto de alumínio 2%
Preparação – Dissolver 2 g de cloreto de alumínio em qs de metanol. Proceder a dissolução em
banho de gelo, após resfriamento da solução, completar o volume para 100 ml com metanol.













LEGENDAS:


Figura 1: Sambucus nigra L. – A. aspecto geral da flor, em vista frontal; an: antera; ea: estame;
fi: filete; g: gineceu; pt: pétala; B. aspecto geral da corola desprendida, em vista frontal; pt: pétala;
C. aspecto geral de parte do cálice, em vista frontal; dm: dente marginal; sl: sépala; tg: tricoma
glandular; tt: tricoma tector; D. aspecto geral da face adaxial de brácteas, em vista frontal,
evidenciando suas distintas formas; a, b, e, f, i. brácteas elípticas; c. bráctea oblonga; d. bráctea
laminar; g. bráctea triangular; h - j. brácteas obovado-elípticas; dm: dente marginal; tg: tricoma
glandular; tt: tricoma tector. E. aspecto geral do estame em vista dorsal; an: antera; fi: filete; F.
detalhe de porção da epiderme do filete, em vista frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; ese:
estrias epicuticulares; gl: gota lipídica; nu: núcleo; G. esquema geral do filete, em secção
transversal; ax: agrupamento xilemático; ep: epiderme; H. detalhe do filete em secção transversal;
ax: agrupamento xilemático; cu: cutícula estriada; ei: espaço intercelular; ep: epiderme; gl: gota
lipídica; p: parênquima; I. detalhe de porção da epiderme do receptáculo, em vista frontal; cfe:
célula fundamental da epiderme; es: estômato; ese: estrias epicuticulares; gl: gota lipídica; nu:
núcleo; J. esquema geral do grão de pólen; a: vista polar; b: vista equatorial; L. esquema geral do
receptáculo e do ovário em secção transversal; er: epiderme do receptáculo; fvo: feixe vascular do
ovário; fvr: feixe vascular do receptáculo; lo: lóculo; ru: rudimento seminal; M. detalhe de porção
do receptáculo e do ovário, em secção transversal, conforme destacado em L; clo: cloroplastídios;
cu: cutícula estriada; er: epiderme do receptáculo; f: floema; fvo: feixe vascular do ovário; fvr: feixe
vascular do receptáculo; gl: gota lipídica; paj: parênquima de células justapostas; pov: parênquima
do ovário; pre: parênquima do receptáculo; rl: revestimento do lóculo; x: xilema; As réguas
correspondem em A a 3,0 mm; em B e E a 5,0 mm; em C a 1,0 mm; em D e G a 0,4 mm; em F, H, I
e M a 100 ?m; em J a 30 ?m; em L a 400 ?m.


Figura 2: Sambucus nigra L. – A. detalhe de porção da face adaxial da epiderme da bráctea, em
vista frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; ese: estrias epicuticulares; gl: gota lipídica; nu:
núcleo; B. detalhe de porção da face abaxial da epiderme da bráctea, em vista frontal; cfe: célula
fundamental da epiderme; es: estômato; ese: estrias epicuticulares; gl: gota lipídica; nu: núcleo; C.
esquema geral da bráctea, em secção transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial; ax: agrupamento
xilemático; ep: epiderme; m. mesofilo; D. detalhe da região da nervura principal da bráctea, em
secção transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial; ax: agrupamento xilemático; cl: clorênquima;
clo: cloroplastídio; cu: cutícula estriada; end: endoderme; ep: epiderme; gl: gota lipídica; E. detalhe
de porção da face adaxial da epiderme da sépala, em vista frontal; cfe: célula fundamental da
epiderme; es: estômato; ese: estrias epicuticulares; gl: gota lipídica; F. detalhe de porção da face
abaxial da epiderme da sépala, em vista frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; es: estômato;
ese: estrias epicuticulares; gl: gota lipídica; G. esquema geral da sépala, em secção transversal; ab:
face abaxial; ad: face adaxial; ax: agrupamento xilemático; ep: epiderme; m. mesofilo; H. detalhe de
porção da sépala na região da nervura principal, em secção transversal; ab: face abaxial; ad: face
adaxial; ax: agrupamento xilemático; cl: clorênquima; clo: cloroplastídio; cu: cutícula estriada; ei:
espaço intercelular; end: endoderme; ep: epiderme; gl: gota lipídica; nu: núcleo; I. detalhe de porção
da face adaxial da epiderme da pétala, em vista frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; ese:
estrias epicuticulares; gl: gota lipídica; nu: núcleo; J. detalhe de porção da face abaxial da epiderme
da pétala, em vista frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; es: estômato; ese: estrias
epicuticulares; gl: gota lipídica; L. detalhe de porção da face abaxial da epiderme da pétala, em vista
frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; es: estômato; ese: estrias epicuticulares; ic: idioblasto
cristalífero; M. esquema geral da pétala, em secção transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial;
ep: epiderme; fv: feixe vascular; m: mesofilo; N. detalhe de porção da pétala, na região da nervura
principal, em secção transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial; cl: clorênquima; clo:


cloroplastídio; cu: cutícula estriada; ei: espaço intercelular; ep: epiderme; f: floema; fv: feixe
vascular; gl: gota lipídica; x: xilema; As réguas correspondem em A, B, D, E, F, H, I-L e N a 100
?m; em C, G e M 0,4 mm.


Figura 3: Sambucus nigra L. – A. detalhe de tricomas ocorrentes em brácteas, sépalas e pétalas;
A1 a-d. tricomas tectores unicelulares; A2 a-e. tricomas tectores pluricelulares; A3 a-m. tricomas
glandulares; B. detalhes do pó. B1. a-q: porções de epiderme; a-g: fragmentos de epiderme, em
vista frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; dm: dente marginal; es: estômato; ese: estrias
epicuticulares; gl: gota lipídica; gp: grão de pólen; ic: idioblasto cristalífero; nu: núcleo; h-j. porções
de tricomas tectores unicelulares; l-n. porções de dentes marginais; o-p. porções de tricomas
glandulares com cabeça pluricelular; q. células-guarda isoladas; B2. porção de bordo da pétala; ep:
epiderme; ese: estrias epicuticulares; cl: clorênquima; nu: núcleo; B3. fragmento de parênquima;
nu: núcleo; B4. fragmentos de antera; a. porção côncava; b. porção convexa; c. fragmento da
camada fibrosa da antera; gp: grão de pólen; B5. grãos de pólen; a. isolados; b. agrupados; B6.
porção de elemento traqueal com espessamento helicoidal; As réguas correspondem em A e B (B1 -
B3, B4c-B6) a 100 ?m; em B (B4a e b) a 400 ?m.











Figura 1 Sambucus nigra L.











Figura 2 Sambucus nigra L.












Figura 3 Sambucus nigra L.


Uso medicinal

sabugueiro



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