Espinheira-santa

Para que serve folheto informativo, informação para o utilizador

Planta Medicinal





ESPINHEIRA-SANTA
Mayteni folium

Maytenus ilicifolia Mart. ex Reissek - CELASTRACEAE
A droga vegetal é constituída pelas folhas secas da espécie, contendo no
mínimo, 2% de taninos totais, expressos em pirogalol (C6H6O3; M 126,11), dos quais no
mínino 2,8 mg/g equivalem a epicatequina (C15H14O6; M 290,3) (droga seca).

NOMES POPULARES

Cancorosa, espinheira-divina

CARACTERES ORGANOLÉPTICOS

As folhas secas são inodoras, com sabor suave de erva seca, levemente amarga e
adstringente.

DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA

Folhas simples, inteiras, de formato oval-lanceolado quando jovens, passando a
elíptico-lanceolado com o amadurecimento. Lâmina com 2,1 a 9,0 cm (raramente até 15
cm) de comprimento, e 1,0 a 3,1 cm (raramente até 7,0 cm) de largura, coriáceas a
subcoriáceas, glabras, com ápice mucronado, base aguda a obtusa, peninérvias, com
nervura principal proeminente na face abaxial. A nervação é do tipo craspedródoma
mista, cujas nervuras secundárias, que partem em ângulo agudo em relação à principal,
terminam na margem da lâmina, ou ramificam-se nas proximidades dela, ou ainda,
seguem em direção à margem, onde se reúnem com a superior subsequente, formando
arcos. Na margem foliar, tanto as nervuras secundárias quanto as que delas partem,
unem-se com a nervura marginal, formando projeções pontiagudas, de 9 a 14 unidades
por folha, dispostas mais frequentemente, na metade apical da lâmina. As aréolas são
predominantemente retangulares com terminações ramificadas. Pecíolo curto, com 0,2 a
0,5 cm de comprimento. Nas amostras secas, a face adaxial do limbo mostra-se
relativamente mais escura que a abaxial, esbranquiçada.

DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA

A folha, em vista frontal, é hipoestomática, com estômatos do tipo laterocítico,
com 1-3 células subsidiárias para cada célula-guarda, situados pouco acima, ou na
mesma altura das demais células epidérmicas. O espessamento interno das células-
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guardas é proeminente e, devido à espessa cutícula foliar, sobre o poro estomático,
formam-se projeções, originando um átrio supra-estomático. As demais células
epidérmicas, em ambas as faces da lâmina, são poligonais de dimensões variadas, com
paredes anticlinais retas, maiores na face adaxial. Em secções transversais observa-se
epiderme uniestratificada, com paredes espessadas, recoberta por camada de cutícula
também espessada, formando flange cuticular, alcançando, em média, 7,8 µm na face
adaxial e 4,8 µm na face oposta, sempre mais proeminente na região da nervura
principal, onde ocorrem ornamentações cuticulares na forma de estrias e papilas. Nas
células epidérmicas estão presentes estilóides de pequenas dimensões (folhas jovens) ou
cristais prismáticos retangulares (folhas maduras), ambos de oxalato de cálcio. O
mesofilo é dorsiventral, com parênquima paliçádico formado por 2 estratos de células


longas e finas, em paliçada típica, ou ainda, por 2 a 3 estratos de células cúbicas ou
pouco alongadas, dependendo a amostra analisada. O parênquima esponjoso está
formado por 6-9 estratos de células com expansões braciformes curtas, com formação
de amplos espaços intercelulares, mais compactado em direção à região abaxial. No
mesofilo são comuns células contendo compostos fenólicos, isoladas ou em grupos,
com destaque para aquelas pertencentes ao parênquima paliçádico; além de estilóides e
cristais prismáticos de pequenas dimensões. Na nervura principal, biconvexa em secção
transversal, ocorrem 3-4 camadas de colênquima angular junto à face adaxial e 2-3 na
face oposta, as quais reagem positivamente ao cloreto férrico 10% (substâncias
fenólicas). O feixe vascular da nervura principal é único, do tipo colateral em arco
aberto, circundado por uma bainha de células parenquimáticas de paredes delgadas, e
com calotas de fibras sobre ambos os polos de tecidos condutores, também presentes
nos feixes de menor ordem. A distribuição dos tecidos nos feixes vasculares não é
constante, podendo variar de acordo com a porção da lâmina e o grau de
amadurecimento do órgão. O floema apresenta cristais rômbicos de oxalato de cálcio,
esclereídes e células contendo compostos fenólicos. As fibras que o acompanham
apresentam parede celular espessa, com pontoações simples. Folhas maduras podem
apresentar feixe vascular bicolateral ou concêntrico (anficrival), sempre circundado por
esclerênquima. Na região da margem foliar, o feixe vascular, que constitui a nervura
marginal, encontra-se envolto por 250-280 fibras de paredes muito espessadas. O
pecíolo apresenta contorno circular a plano-convexo, em secção transversal e, em
direção à porção distal da folha, ocorrem aletas laterais e uma leve convexidade na
porção adaxial. A epiderme do pecíolo é uniestratificada, coberta por espessa camada de
cutícula. Tanto as células epidérmicas, quanto dos estratos subjacentes, apresentam
pequenos cristais de oxalato de cálcio e conteúdo denso, de coloração marrom, que
reage positivamente ao cloreto férrico 10%. O parênquima possui espessamentos em
celulose, colenquimatoso, podendo conter estilóides, semelhantes aos da lâmina, e
cristais prismáticos de pequenas dimensões. Braquiesclereídes isolados, com parede
muito espessada e pontoações simples, ocorrem ao acaso no parênquima fundamental.
O feixe vascular é único, concêntrico, cilíndrico a levemente côncavo-convexo,
circundado por uma bainha esclerenquimática composta por fibras isoladas ou em
grupos de 2 a muitos elementos. Algumas células parenquimáticas do floema e as dos
raios parenquimáticos reagem positivamente ao cloreto férrico 10%.

DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DO PÓ

O pó atende a todas as exigências estabelecidas para a espécie, menos os
caracteres macroscópicos. São características: inodora, levemente refrescante; coloração
verde-amarelada; fragmentos de epiderme com paredes periclinais retas, recobertas por
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cutícula espessa e contendo pequenos estilóides ou cristais prismáticos em abundância;
fragmentos de epiderme com estômatos laterocíticos; fragmentos de parênquima
paliçádico com 2-3 estratos celulares, completamente distendidos ou não; fragmentos de
fibras de grosso calibre com pontoações simples.

IDENTIFICAÇÃO

A. Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada delgada
(V.2.17.1), utilizando cromatoplaca de sílica-gel F254, com espessura de 0,25 mm, como
suporte, e mistura de acetato de etila, ácido fórmico e água (90:5:5; V/V), como fase


móvel. Aplicar, separadamente, a placa, em forma de banda, 10 μl da solução (1) e 3 μl
da solução (2), preparadas antes do uso, como descrito a seguir.

Solução (1): Pesar exatamente cerca de 5 g da droga moída, acrescentar 50 ml de
água e aquecer sob refluxo por 15 minutos. Após resfriamento à temperatura ambiente,
filtrar a solução obtida em algodão, sob pressão reduzida, transferir para balão
volumétrico de 50 ml e completar o volume com água destilada.

Solução (2): Pesar cerca de 1 mg de epicatequina e dissolver em 1 ml de
metanol.

Desenvolver o cromatograma no percurso de 5 cm. Remover a placa e deixar
secar em capela de exaustão. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). O cromatograma
obtido com a solução (1) apresenta uma mancha de coloração bordô, na mesma altura
que a obtida no cromatograma da solução (2) (Rf de aproximadamente 0,82). Em
seguida, nebulizar a placa com vanilina sulfúrica SR e deixar em estufa a 110 ºC, por 10
minutos. Após a visualização deverão ser observadas na solução (1) duas manchas de
coloração bordô com Rf de aproximadamente 0,82 para equicatequina e 0,72 para banda
bordô que aparece logo abaixo.

B. A 2 ml do extrato obtido no teste A, adicionar 2 gotas de ácido clorídrico SR
e gotejar gelatina SR até precipitação. O aparecimento de um precipitado nítido indica
reação positiva para taninos totais.

C. A 2 ml do extrato obtido no teste A, adicionar 10 ml de água e 2 a 4 gotas de
solução de cloreto férrico a 1% (p/V) em etanol. O desenvolvimento de coloração cinza-
escura, indica reação positiva para taninos totais.

D. A 2 ml do extrato obtido no teste A, adicionar 0,5 ml de vanilina a 1% (p/V)
em metanol e 1 ml de ácido clorídrico. O desenvolvimento de coloração vermelha,
indica reação positiva para taninos condensados.
E. A 5 ml do extrato obtido no teste A, adicionar 10 ml de ácido acético 2 M e 5
ml de acetato de chumbo (II) SR. O aparecimento de precipitado esbranquiçado, indica
presença de taninos.

ENSAIOS DE PUREZA

Material estranho (V.4.2.2). No máximo 2%.

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Determinação de água (V.4.2.3). No máximo 12%.

Cinzas totais (V.4.2.4). No máximo 8%.

Cinzas sulfatadas (V.2.10). No máximo 12%.

DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE ESPUMA (IE)

Transferir exatamente cerca de 1 g da droga vegetal moída (180), para
erlenmeyer contendo 50 ml de água fervente. Manter sob fervura moderada durante 15
minutos. Resfriar, filtrar em algodão para balão volumétrico de 100 ml. Completar o


volume, através do filtro, até 100 ml. Distribuir o decocto obtido em 10 tubos de ensaio
com tampa (16 mm de diâmetro por 16 cm de altura), em uma série sucessiva de 1, 2, 3,
até 10 ml, e ajustar o volume do líquido em cada tubo a 10 ml com água. Tampar os
tubos e agitá-los vigorosamente com movimentos verticais por 15 segundos, com 2
agitações por segundo. Deixar em repouso por 15 minutos e medir a altura da espuma.
Após, adicionar em cada tubo 1 ml de ácido clorídrico 2 N, se a altura da espuma de
todos os tubos for inferior a 1 cm, o índice de espuma é menor do que 100. Se, em
qualquer um dos tubos, a altura da espuma medida permanecer igual ou superior a 1 cm,
a diluição do material vegetal nesse tubo (A) é o índice observado. Calcular o índice
conforme a expressão:

1000
IE =

A

Em que:
A = volume, em ml, do decocto usado para preparação da diluição no tubo
onde a espuma foi observada.
O índice de espuma é de no mínimo 250.

DOSEAMENTO

Taninos totais

Efetuar todas as operações de extração e diluição ao abrigo da luz.

Solução mãe: Pesar 0,750 g de espinheira-santa pulverizada (250) e transferir
para um erlenmeyer de 250 ml com boca esmerilhada. Adicionar 150 ml de água
destilada. Aquecer em banho de água durante 30 minutos à temperatura de 60 °C.
Resfriar em água corrente e transferir para um balão volumétrico de 250 ml. Lavar o
erlenmeyer e transferir as águas de lavagem com todo conteúdo de droga vegetal para o
mesmo balão volumétrico. Completar o volume com água destilada. Deixar decantar e
filtrar o líquido sobrenadante em papel de filtro. Desprezar os primeiros 50 ml do
filtrado.

Solução amostra para polifenóis totais: Diluir 5 ml do filtrado em balão
volumétrico de 25 ml com água destilada. Transferir volumetricamente 2 ml desta
solução, 1 ml de reagente fosfomolibdotúngstico R e 10 ml de água destilada em balão
volumétrico de 25 ml e completar o volume com solução de carbonato de sódio R a
29% (p/V). Determinar a absorbância em 760 nm (A1) após 30 minutos, utilizando água
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destilada como líquido de compensação.

Solução amostra para polifenóis não adsorvidos por pó-de-pele: Para 10 ml do
filtrado adicionar 0,100 g de pó-de-pele e agitar mecanicamente em erlenmeyer de 125
ml durante 60 minutos. Filtrar em papel de filtro. Diluir 5 ml desse filtrado em balão
volumétrico de 25 ml com água destilada. Transferir volumetricamente 2 ml desta
solução, 1 ml de reagente fosfomolibdotúngstico R e 10 ml de água destilada em balão
volumétrico de 25 ml e completar o volume com solução de carbonato de sódio R a
29% (p/V). Determinar a absorbância em 760 nm (A2) após 30 minutos, utilizando água
destilada como líquido de compensação.



Solução padrão: Dissolver imediatamente antes do uso 50 mg de pirogalol R em
balão volumétrico de 100 ml com água destilada. Transferir volumetricamente 5 ml da
solução em balão volumétrico de 100 ml e completar com água destilada. Transferir
volumetricamente 2 ml dessa solução, 1 ml de reagente fosfomolibdotúngstico R e 10
ml de água destilada em balão volumétrico de 25 ml e completar o volume com solução
de carbonato de sódio R a 29% (p/V). Determinar a absorbância em 760 nm (A3) após
30 minutos, utilizando água destilada como líquido de compensação.

Calcular o teor em porcentagem de taninos (droga seca), expressos em pirogalol,
usando a expressão:

(
5
,
62
A − A ).m
1
2
2
TT =

A .m
3
1
Em que:
A1 = absorbância da solução amostra para polifenóis totais;
A2 = absorbância da solução amostra para polifenóis não adsorvidos em pó-de-
pele;
A3 = absorbância da solução padrão;
m1 = massa da amostra utilizada no ensaio, em gramas, considerando a
determinação de água;
m2 = massa de pirogalol, em gramas.

Teor de epicatequina por cromatografia líquida de alta eficiência

Cromatografia liquida de alta eficiência: Utilizar cromatógrafo provido de
detector ultravioleta a 210 nm; pré-coluna empacotada com sílica quimicamente ligada
a grupo octadecilsilano; coluna de 250 mm de comprimento e 4,6 mm de diâmetro
interno, empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano (5 μm);
fluxo da fase móvel de 0,8 ml/minuto.

Eluente A: Mistura de água e ácido trifluoracético 0,05 % (V/V)

Eluente B: Mistura de acetonitrila e ácido trifluoracético 0,05% (V/V)

Gradiente da fase móvel: Adotar sistema de gradiente linear, conforme a tabela a
seguir.

Tempo (minutos)
Eluente A (%)
Eluente B (%)
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0 82
18
13,0 75
25
16,0 66
34
20,0 58
42
23,0 35
65
25,0 82
18
28,0 82
18

Solução amostra: Pesar exatamente cerca de 5 g da droga vegetal pulverizada
(250) em balão de fundo de 100 ml redondo e boca esmerilhada, acrescentar 50 ml de


água destilada, levar a refluxo durante 15 minutos. Após resfriamento à temperatura
ambiente, filtrar a solução obtida sob pressão reduzida. Extrair o filtrado com três
porções de 50 ml de acetato de etila em funil de separação de 250 ml. Para total
separação das fases, deixar em repouso à temperatura de -18 °C (freezer) durante 5
minutos. Reunir as fases orgânicas. Filtrar através de papel de filtro contendo 5 g de
sulfato de sódio anidro, sob pressão reduzida. Evaporar a fase orgânica em evaporador
rotatório sob pressão reduzida até resíduo (RES). Ressuspender o RES com 5 ml de
metanol:água (2:8, V/V). Extrair em cartucho de extração em fase sólida, empacotada
com sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano (55 μm, 70 Å), previamente
acondicionada com 8 ml de metanol:água (2:8, V/V), para balão de 100 ml. Eluir 10 ml
de metanol:água (2:8 V/V) para o mesmo balão e completar o volume (S1) com
metanol:água (2:8, V/V). Transferir volumetricamente 5 ml da S1 para balão
volumétrico 25 ml e completar o volume com metanol:água (1:1, V/V) (S2). Filtrar a S2
(membrana de PTFE de porosidade 0,5 µm) e aplicar no injetor cromatográfico com
auxílio de microseringa.

Solução padrão de epicatequina: Dissolver quantidade exatamente pesada de
epicatequina padrão em metanol:água (1:1, V/V), para obter solução a 0,400 mg/ml.

Curva analítica da epicatequina: Diluir alíquotas de 50, 200, 350, 500 e 600 µl
da solução padrão de epicatequina em balão volumétrico de 2 ml, com metanol:água
(1:1; V/V), para obter concentrações de 10,0; 40,0; 70,0; 100,0; 120,0 μg/ml.

Procedimento: Injetar, separadamente, 20 μl das soluções padrão (curva de
calibração) e amostra (n=5), registrar os cromatogramas e medir as áreas dos picos. O
tempo de retenção relativo é cerca de 8,0 minutos para epicatequina. Calcular o teor de
epicatequina na amostra a partir da equação linear da reta obtida com a curva analítica
do padrão. O resultado é expresso pela média das determinações em mg/g de droga
vegetal, seguindo a expressão:

VLR.500
EC =

1000 m
.

em que:

EC= epicatequina;
VLR= valor obtido em (µg/ml) de epicatequina/ml em S2, a partir da equação da
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reta;
500= fator de diluição;
1000= valor de conversão de µg para mg;
m= massa (g) de droga vegetal considerando a determinação de água.

EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO

Em recipientes bem-fechados, ao abrigo da luz e do calor.








ar
B
C
A
csb
es
pj
ic
cu
ic csb
F
at
cg
csb
D
E
Figura 1: Maytenus ilicifolia Mart. ex Reissek – A. aspecto geral da lâmina foliar;
B. detalhe da nervação foliar na face adaxial, em vista frontal; C. detalhe de
porção da lâmina foliar, na face adaxial, em vista frontal, mostrando as aréolas e
terminações xilemáticas; D e E. detalhe parcial da epiderme voltada para a face
adaxial e abaxial, respectivamente, em vista frontal; F. detalhe parcial da lâmina
foliar, em secção transversal, mostrando um estômato. ar: aréola, at: átrio supra-
estomático, csb: célula subsidiária, cg: célula-guarda, cu: cutícula, es: estômato,
ic: idioblasto cristalífero, pj: parênquima esponjoso. Escalas e correspondências: 5
mm (A e B), 1 mm (C), 30 µm (D, E e F).