MELISSA

Para que serve esta planta medicinai

Informação sobre MELISSA


MELISSA
Melissae folium



Melissa officinalis L. - LAMIACEAE
A droga vegetal é constituída de folhas secas contendo, no mínimo, 4,0% de derivados
hidroxicinâmicos totais e, no mínimo 2,0% de ácido rosmarínico e, no mínimo, 0,6% de óleo
essencial.



SINONÍMIA VULGAR


Erva-cidreira.



CARACTERES ORGANOLÉPTICOS


As folhas amassadas têm odor forte, aromático, semelhante ao citral e sabor aromático agradável
e ligeiramente amargo, um pouco adstringente.



DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA


Folhas inteiras, membranosas, rugosas, opostas-cruzadas, quebradiças, pecioladas, verde-escuras
e brilhantes na face adaxial e verde-claras na face abaxial, quando secas às vezes vinosas,
principalmente na região próxima ao pecíolo e sobre as nervuras da face abaxial, com tricomas
tectores e raros glandulares na face adaxial e com numerosos tricomas tectores e glandulares na face
abaxial, estes últimos parecendo pequenos pontos, visíveis com lente de aumento de 6x; venação
camptódroma-reticulódroma, nervuras depressas na face adaxial e proeminentes na face abaxial,
nervuras de menor ordem formando malhas características. Lâmina ovalada a ovalado-cordiforme,
com base ovalada, arredondada ou cordiforme, ápice obtuso e margem irregularmente crenado-
serrada, finamente ciliada, medindo de 4,0 cm a 8,0 cm de comprimento e 3,0 cm a 5,0 cm de
largura. Pecíolo de 0,3 cm a 5,0 cm de comprimento, verde, ou vinoso quando seco, côncavo na
face adaxial, convexo na face abaxial e com duas costelas laterais; face adaxial coberta por longos
tricomas tectores, os das costelas visíveis a olho nu.



DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA


Lâmina foliar com simetria dorsiventral, anfi-hipoestomática, com estômatos diacíticos. Em vista
frontal, a cutícula é estriada e as células da epiderme apresentam paredes anticlinais de contorno
sinuoso na face adaxial e muito sinuosas na face abaxial na região entre as nervuras, e paredes
retilíneas sobre as nervuras. A epiderme da lâmina foliar apresenta até seis tipos de tricomas: (1)

tectores cônicos a triangulares, dentiformes, unicelulares, raramente bicelulares, curtos, de paredes
verrucosas e cutícula espessa; (2) tectores pluricelulares unisseriados, de três a cinco células, sendo
a apical de ápice agudo, de aspecto uncinado, de paredes espessas e cutícula áspera, verrucosa ou
estriada; (3) tectores pluricelulares unisseriados, de três a nove células, muito longos, de paredes
espessas e cutícula áspera, verrucosa ou estriada; (4) tectores, pluricelulares unisseriados, de três a
nove células, muito longos e de base alargada, formada por uma coroa de células; (5) glandulares de
cabeça unicelular ou bicelular, arredondada e pedicelo unicelular, bicelular ou tricelular; (6)
glandulares peltados, quase sésseis, com pedicelo unicelular e localizado abaixo das demais células
epidérmicas e com cabeça secretora octocelular, capitada, com cutícula dilatada, apresentando
coloração geralmente parda. Em secção transversal, a cutícula é espessa, rugosa e estriada e a
epiderme é uniestratificada; com células achatadas transversalmente na face adaxial, maiores do que
as da face abaxial; são visíveis antocianinas, principalmente nas células da face abaxial das folhas
jovens; os estômatos são projetados; tricomas tectores do tipo 1 ocorrem em maior número na face
abaxial e os do tipo 2 são mais comuns sobre as nervuras da face adaxial; tricomas tectores do tipo
3 ocorrem principalmente na face adaxial e são mais comuns sobre as nervuras; tricomas tectores do
tipo 4 são ocorrentes na face abaxial na região das nervuras e na região intercostal da face adaxial;
tricomas glandulares dos tipos 5 e 6 são mais comuns na face abaxial. O parênquima paliçádico é
compacto e uniestratificado, ocupando quase a metade da secção e o parênquima esponjoso é pouco
frouxo e biestratificado ou triestratificado; na região do bordo foliar estes tecidos são mais
compactos; grãos de amido presentes em todos os tecidos; gotas de óleo ausentes; cristais de
oxalato de cálcio ausentes. A nervura principal, em secção transversal, apresenta cutícula lisa na
face adaxial e estriada na abaxial, as células epidérmicas são isodiamétricas, o colênquima é
angular, uniestratificado junto à face abaxial e com três a quatro camadas junto à face adaxial,
seguido por clorênquima de células isodiamétricas, com uma a duas camadas junto à face abaxial e
por até seis camadas junto à face adaxial, e por um parênquima também com células isodiamétricas,
de paredes finas, com maiores grandes espaços intercelulares e maior desenvolvimento junto à face
abaxial. O sistema vascular é formado em regra por um único feixe colateral, raro dois ou três,
envolvido por uma endoderme contínua ou não; o câmbio fascicular é evidente. O pecíolo, em
secção transversal, apresenta cutícula espessa, rugosa e estriada, epiderme uniestratificada de
células isodiamétricas, que podem conter antocianinas, os estômatos são projetados; os tricomas são
os mesmos citados para a lâmina; nas regiões das proeminências laterais, é bastante comum a
ocorrência de tricomas tectores, longos e de base alargada, (tipo 4 – citado para a lâmina foliar),
raros na face abaxial. Os tricomas tectores, unisseriados e longos (tipo 3), ocorrem principalmente
na face adaxial e os tricomas tectores cônicos, dentiformes (tipo 1), ocorrem em maior número na
face abaxial. Os tricomas glandulares octocelulares (tipo 6) são mais comum na face abaxial. O
colênquima é angular, possui cloroplastídios e está , distribuído em toda a extensão do pecíolo, uni
estratificado ou biestratificado na face adaxial e triestratificado na face abaxial; na região das
costelas ocorrem até sete camadas. É seguido por um clorênquima, mais compacto e com mais
cloroplastídios junto às costelas e por um parênquima formado por células isodiamétricas, de
paredes delgadas, com espaços intercelulares pequenos e poucos cloroplastídios. O sistema vascular
é formado por três a cinco feixes colaterais, cada um deles envolvido por endoderme; o floema pode
apresentar células pétreas junto às fibras e o xilema tem distribuição radial; o câmbio fascicular é
evidente. Grãos de amido ocorrem em todos os tecidos, em maior densidade no clorênquima e na
endoderme.



DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DO PÓ





O pó atende a todas as exigências estabelecidas para a espécie, menos os caracteres
macroscópicos. São características: odor de citral; coloração esverdeada; fragmentos de epiderme


foliar com células de paredes anticlinais sinuosas e estômatos diacíticos e com cicatrizes dos
tricomas tectores do tipo dentiforme; grande quantidade de tricomas conforme os descritos;
fragmentos de mesofilo como descrito; cristais de oxalato de cálcio ausentes.



DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA DAS IMPUREZAS


Os caules, ramos, flores e frutos da própria espécie, se presentes como impureza, caracterizam-se:
caule quandrangular, piloso quando jovem; flores pequenas, estipitadas e protegidas por brácteas
foliáceas, semelhantes às demais folhas; cálice pubescente, tubuloso-campanulado, bilabiado, lábio
superior tridentado e inferior bífido; corola branca a amarelada ou rosada, com tubo recurvado e
limbo com dois lobos desiguais, o superior ereto, bífido e o inferior estendido, trilobado, com lobos
obtusos, sendo o mediano o mais longo; estames quatro, didínamos, coniventes sob o lábio superior
da corola, anteras com tecas divergentes; ovário súpero, tetralobado, com lóculos monospérmicos;
estilete ginobásico, bífido; fruto tetraquênio, de coloração marrom.



DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DA IMPUREZA CORRESPONDENTE AO CAULE


Os caules da própria espécie, se presentes como impureza, apresentam, em estrutura primária,
cutícula espessa e estriada, epiderme uniestratificada com células poliédricas, estômatos
distribuídosm próximos às costelas e localizados muito acima das demais células epidérmicas,
muitos tricomas, mais comumente o tipo 6, além dos tipos 2 e 5 e os do tipo 4 distribuem-se nas
costelas. O córtex apresenta colênquima angular distribuídos por toda a extensão e mais
desenvolvido nas costelas, clorênquima e parênquima cortical formado por células isodiamétricas
com grandes espaços intercelulares. A endoderme possui grande quantidade de grãos de amido e
envolve os quatro feixes colaterais. O parênquima medular é formado por células isodiamétricas de
grande volume e de paredes delgadas. Em estrutura secundária, a epiderme e o córtex mantém suas
características, exceto a clara redução de tricomas e a comum ocorrência de células pétreas no
parênquima cortical. O floema possui grande quantidade de fibras, o câmbio vascular é evidente e o
xilema apresenta grande quantidade de grãos de amido. Estes grãos ocorrem em todos os tecidos,
exceto na epiderme e em maior quantidade quando em estrutura secundária.



IDENTIFICAÇÃO


A. Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-
gel GF254, com espessura de 0,25 mm, como suporte, e hexano-acetato de etila (90:10) como fase
móvel. Aplicar, separadamente, em forma de banda, 20 ?l da solução (1) e 10 ?l da solução (2),
preparadas recentemente, como descrito a seguir.


Solução (1): transferir cerca de 2,0 g da droga moída para balão de fundo redondo de 250 ml,
adicionar 100 ml de água. Adicionar 0,5 ml de xilol pela abertura lateral k e destilar durante 1 h
conforme descrito em Determinação de óleos essenciais (V.4.2.6). Após a destilação, transferir a fase


orgânica para um balão aferido de 1 ml, lavar o tubo graduado do aparelho com um pouco de xilol R
e completar 1,0 ml com o mesmo solvente.


Solução (2): dissolver 1,0 ?g de citronelal e 10,0 ?g de citral em 25 ml de xilol.


Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar ao ar. Em seguida, nebulizar a placa
com solução de anisaldeído sulfúrico e deixar em estufa entre 100 ºC e 105 ºC, durante 10 a 15
minutos. O cromatograma obtido com a solução (2) apresenta, no terço inferior, uma mancha dupla
de coloração violeta-acinzentada a violeta-azulada (citral) e, acima desta, uma mancha de coloração
cinzenta a violeta-acinzentada (citronelal). O cromatograma obtido com a solução (1) apresenta
manchas similares na posição e coloração às manchas obtidas no cromatograma da solução (2) e,
entre estas manchas, uma mancha violeta-avermelhada (epoxicariofileno). Outras manchas podem ser
observadas.



ENSAIOS DE PUREZA


Material estranho (V.4.2.2). No máximo 10 % de caules quadrangulares, glabros ou com longos
tricomas tectores; escassos fragmentos de caules reconhecidos pelas fibras, além de numerosos
elementos de vaso com espessamento pontoado; fragmentos de flores como os descritos.


Água (V.4.2.3). No máximo 10%.


Cinzas totais (V.4.2.4). No máximo 12%.



DOSEAMENTO


Derivados hidroxicinâmicos totais


Solução (1): transferir, exatamente, 0,2 g da droga pulverizada para balão de fundo redondo.
Acrescentar 190 ml de etanol a 50% (V/V) e aquecer em banho-maria, sob refluxo, por 30 minutos.
Esfriar e filtrar. Lavar o filtro com 10 ml de etanol a 50% (V/V). Transferir o filtrado e a solução de
lavagem para balão volumétrico de 200 ml e completar o volume com etanol a 50% (V/V).


Solução (2): num tubo de ensaio, juntar 1 ml da solução (1), 2 ml de ácido clorídrico 0,5 M, 2 ml
de uma solução preparada dissolvendo 10 g de nitrito de sódio e 10 g de molibdato de sódio em 100
ml de água e, após, 2 ml de hidróxido de sódio 2 M e completar a 10 ml com água e misturar.


Solução de compensação: em outro tubo de ensaio, juntar 1 ml da solução (1), 2 ml de ácido
clorídrico 0,5 M, 2 ml de hidróxido de sódio 2 M e completar 10 ml com água.




Medir a absorvância da solução (2) em 505 nm (V.2.14), após o seu preparo, utilizando a solução
de compensação para o ajuste do zero. Calcular o teor, em percentagem, de derivados
hidroxicinâmicos totais, expresso em ácido rosmarínico, segundo a expressão, considerando 400
como valor de absorvância especifica do ácido rosmarínico em 505 nm.

A x 5
DHC =

m

em que:

DHC = derivados hidroxicinâmicos totais, expresso em ácido rosmarínico (%);
A = absorvância da solução problema;
m = massa da droga vegetal considerando a determinação de água.


Ácido rosmarínico


Proceder conforme descrito em cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). Utilizar
cromatógrafo provido de detector ultravioleta a 332 nm; pré-coluna empacotada com sílica
octadecilsilanizada, coluna de 150 mm de comprimento e 3,9 mm de diâmetro interno, empacotada
com sílica octadecilsilanizada (4 ?m), mantida a temperatura ambiente; fluxo da fase móvel de 0,6
ml/minuto.


Eluente A: água-ácido trifluoracético (100:0,1).


Eluente B: acetonitrila-ácido trifluoracético (100:0,1).


Gradiente de fase móvel: adotar sistema de gradiente linear, conforme tabela a seguir.


Tempo (minutos)
Eluente A (%)
Eluente B (%)
0 90
10
14 61 39
16 50 50
18 90 10
23 90 10


Solução amostra: pesar exatamente, cerca de 0,1 g da droga seca e moída (800 ?m) e colocar em
tubo de centrífuga fechado. Adicionar 5 ml de etanol 40% (V/V) e levar ao banho de ultrason por
10 minutos. Centrifugar por 5 minutos a 1500 rpm. Separar o sobrenadante transferindo-o para
balão volumétrico de 10 ml. Extrair novamente o resíduo da droga com 4 ml de etanol 40% (V/V)
em banho de ultrason por 5 minutos. Centrifugar e transferir o sobrenadante para o mesmo balão
volumétrico e completar o volume para 10 ml com etanol 40% (V/V). Diluir 50 ?l da solução
resultante em 300 ?l de água.




Solução padrão estoque: dissolver 10 mg de ácido rosmarínico em 10,0 ml de metanol.


Curva de calibração: diluir uma alíquota de 200 ?l da solução padrão estoque, á metade, de
modo a obter solução a 0,25 mg/ml. Realizar diluições sucessivas da diluição anterior, em metanol,
de modo a obter concentrações de 7,80 ?g/ml, 15,60 ?g/ml, 31,25 ?g/ml, 62,50 ?g/ml, 125 ?g/ml e
250 ?g/ml.


Procedimento: injetar, separadamente, 10 ?l das soluções da curva de calibração e da solução
amostra. Registrar os cromatogramas e medir as áreas dos picos. O tempo de retenção é de
aproximadamente 10,3 minutos para o ácido rosmarínico. Calcular o teor de ácido rosmarínico na
amostra a partir da equação da reta obtida com a curva de calibração. O resultado é expresso pela
média das determinações em gramas de ácido rosmarínico por 100 gramas da droga (%),
considerando o teor de água.



Óleos essenciais


Proceder conforme descrito em Determinação de óleos essenciais (V.4.2.6.). Utilizar balão de 1
000 ml contendo 500 ml de água como líquido de destilação. Adicionar 0,5 de xilol pela abertura
lateral k. Utilizar planta seca rasurada e não contundida. Proceder imediatamente à determinação do
óleo essencial, a partir de 20 g da droga rasurada. Destilar por 4 horas.


PERFIL CROMATOGRÁFICO


Proceder conforme descrito em Cromatografia a gás (V.2.17.5.). Utilizar cromatógrafo provido
de detector de ionização de chamas, utilizando mistura de nitrogênio-ar sintético-hidrogênio
(1:1:10) como gases auxiliares à chama do detector; coluna capilar de 30 m de comprimento e 0,25
mm de diâmetro interno, preenchida com polidifenildimetilsiloxano, com espessura do filme de
0,25 ?m; temperatura da coluna de 60 °C a 300 °C, a 3 °C por minuto (total: 80 minutos),
temperatura do injetor a 220 °C e temperatura do detector a 250 °C; utilizar hélio a uma pressão de
80 kpa como gás de arraste; fluxo do gás de arraste de 1 ml/minuto.


Solução amostra: diluir o óleo essencial na razão de 2:100 em éter etílico.


Procedimento: injetar 1 ?l desta solução no cromatógrafo a gás, utilizando divisão de fluxo de
1:50. Os índices de retenção linear dos constituintes do óleo são calculados em relação a uma série
homóloga de hidrocarbonetos e comparados com amostras referência. A concentração relativa é
obtida por normalização (integração manual ou eletrônica).


Calcular o Índice de Retenção, segundo a expressão:




100× (tr ? tr )
IK = 100
x
z
× n +

(tr
?tr )
z 1
+
z

em que:

n = número de átomos de carbono do alcano de com tempo de retenção imediatamente anterior ao
constituinte “x” a ser caracterizado.
trx = tempo de retenção do constituinte “x” (intermediário a trz e trz+1);
trz = tempo de retenção do alcano imediatamente anterior ao constituinte “x;
trz+1 = tempo de retenção do alcano com “n +1” carbonos ( imediatamente posterior ao constituinte
“x”).



Cromatograma ilustrativo obtido com o óleo essencial de Melissa officinalis


2
1
4
3




As porcentagens dos principais compostos estão dentro dos seguintes intervalos:

Pico Índice de Retenção
Constituinte
Teor (%)
1
1234
Neral (citral b)
30,4 - 32,9
2
1265
Geranial (citral a)
49,0 - 53,3
3 1404
Beta-cariofileno 2,6
-3,1
4
1579
Óxido de cariofileno 3,9 - 6,4



EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO


Em recipiente de vidro bem fechado, ao abrigo da luz, calor e umidade.

XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES

Solução de anisaldeído sulfúrico
Preparação - Dissolver 0,5 g de anisaldeído em 100 ml de metanol. Adicionar 4 ml de ácido
clorídrico e 5 ml de ácido sulfúrico.





LEGENDAS:


Figura 1: Melissa officinalis L. – A. aspecto geral de um ramo; c: caule; lf: lâmina foliar; pl:
pecíolo; B. detalhe da face adaxial de uma folha; lf: lâmina foliar; pl pecíolo; C. detalhe de uma
porção da face adaxial da lâmina foliar, na região do intercostal, em vista frontal; ct: cicatriz do
tricoma tector do tipo dentiforme; es: estômato; tgb: tricoma glandular com cabeça bicelular, tipo 5;
tgu: tricoma glandular com cabeça unicelular, tipo 5; ttd: tricoma tector do tipo dentiforme, tipo 1;
D. detalhe de uma porção da face adaxial da lâmina foliar, sobre a nervura principal, em vista
frontal; ct: cicatriz do tricoma tector do tipo dentiforme, tipo 1; tgb: tricoma glandular com cabeça
bicelular, tipo 5; ttd: tricoma tector do tipo dentiforme, tipo 1; E. detalhe de uma porção da face
abaxial da lâmina foliar, na região intercostal, em vista frontal; ct: cicatriz do tricoma tector do tipo
dentiforme, tipo1; es: estômato; tgb: tricoma glandular com cabeça bicelular, tipo 5; tgo: tricoma
glandular com cabeça octocelular, tipo 6; tgu: tricoma glandular com cabeça unicelular, tipo 5; ttd:
tricoma tector do tipo dentiforme, tipo 1; F. detalhe de uma porção da face abaxial da lâmina foliar,
sobre a nervura principal, em vista frontal; ct: cicatriz do tricoma tector do tipo dentiforme, tipo 1;
tgu: tricoma glandular com cabeça unicelular, tipo 5 ; ttd: tricoma tector do tipo dentiforme, tipo 1;
G. detalhe de um tricoma tector pluricelular unisseriado, com coroa de células basais, tipo 4, em
vista lateral; H. detalhe de um tricoma tector pluricelular unisseriado, de aspecto uncinado, tipo 2,
em vista lateral; I. detalhe de um tricoma tector pluricelular unisseriado, tipo 3, em vista lateral; J
detalhe de um tricoma tector dentiforme, unicelular, tipo 1, em vista lateral; L. detalhe de um
tricoma glandular de cabeça unicelular, tipo 5, em vista lateral; M. detalhe de um tricoma glandular
de cabeça bicelular, tipo 5, em vista lateral; N. detalhe de um tricoma glandular, com cabeça
secretora octocelular, tipo 6, em vista lateral. As escalas correspondem em A e B a 3 cm e em C - N
a 100 ?m.


Figura 2: Melissa officinalis L. – A. detalhe de uma porção da região do mesofilo, em secção
transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial; cu: cutícula; ep: epiderme; es: estômato; pj:
parênquima esponjoso; pp: parênquima paliçádico; ttd: tricoma tector do tipo dentiforme, tipo 1;
tgo: tricoma glandular com cabeça octocelular, tipo 6; B. detalhe da região da nervura principal e de
porção do mesofilo, em secção transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial; cl: clorênquima; co:
colênquima; cu: cutícula; end: endoderme; ep: epiderme; es: estômato; f: floema; pj: parênquima
esponjoso; p: parênquima; pp: parênquima paliçádico; px: parênquima do xilema; ttd: tricoma tector
do tipo dentiforme, tipo 1; x: xilema. C. detalhe de uma porção do bordo foliar, em secção
transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial; cu: cutícula; ep: epiderme; es: estômato; pj:
parênquima esponjoso; pp: parênquima paliçádico; tgu: tricoma glandular com cabeça unicelular,
tipo 5; ttd: tricoma tector do tipo dentiforme, tipo 1.D. representação esquemática do aspecto geral
do pecíolo, em secção transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial; cl: clorênquima; co:
colênquima; end: endoderme; ep: epiderme; f: floema; fv: feixe vascular; pc: parênquima cortical;
px: parênquima do xilema; ttp: tricoma tector pluricelular unisseriado, tipo 3; x: xilema; E. detalhe
de porção do pecíolo, em secção transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial; cl: clorênquima; co:
colênquima; cu: cutícula; end: endoderme; ep: epiderme; es: estômato; f: floema; pc: parênquima
cortical; px: parênquima do xilema; tgu: tricoma glandular com cabeça bicelular, tipo 5; ttd: tricoma
tector do tipo dentiforme, tipo 1; ttp: tricoma tector pluricelular unisseriado, tipo 3; x: xilema. As
escalas correspondem em A - C e E a 100 ?m e em D a 400 ?m.













Figura 1: Melissa officinalis L.








Figura 2: Melissa officinalis L.


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