Sabugueiro-do-Brasil

Para que serve esta planta medicinai

Informação sobre Sabugueiro-do-Brasil



SABUGUEIRO-DO-BRASIL
Sambucus australis flos



Sambucus australis Cham. & Schltdl.- CAPRIFOLIACEAE
A droga vegetal é constituída das flores secas contendo, no mínimo, 2,0% de flavonóides totais,
expressos em quercetina e, no mínimo, 0,80% de rutina.



NOMES POPULARES


Sabugueiro-do-rio-grande, sabugueiro.



CARACTERES ORGANOLÉPTICOS


As flores secas têm odor fraco e aromático característico; sabor fracamente amargo.



DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA


Flores amareladas pela dessecação, pentâmeras ou tetrâmeras, diclamídeas, gamopétalas,
completas, funcionalmente unissexuais, actinomorfas, medindo 7,0 mm a 10,1 mm de diâmetro;
flores estaminadas com estames longos e, flores pistiladas com estames curtos; botões florais
globosos, esbranquiçados ou amarronzados, medindo 1,0 mm a 3,0 mm de diâmetro. Na base do
cálice podem ocorrer até três diminutas brácteas papilosas, verdes, sem dentes marginais, muitas
vezes apresentando proeminência no extremo apical, visíveis com lente de aumento, medindo 0,9
mm a 2,8 mm de comprimento e 0,5 mm a 0,6 mm de largura. Sépalas levemente soldadas entre si
na base, amarelo-esverdeadas, triangular-ovaladas, de margem irregularmente ondulada, medindo
1,0 mm a 1,5 mm de comprimento e 1,0 mm de largura. Corola rotada, de pré-floração imbricada,
com pétalas soldadas entre si na base em um curto tubo, desprendendo-se com facilidade junto com
os filetes; pétalas ovaladas a elípticas, de ápice retrorso, levemente agudo, medindo 2,5 mm a 5,0
mm de comprimento e 1,5 mm a 3,0 mm de largura. Androceu isostêmone, alternipétalo e
epipétalo; anteras ditecas, extrorsas, dorsifixas, oblongas, deiscentes nas flores estaminadas e
indeiscentes nas pistiladas, amarelas, com 1,0 mm de comprimento; filetes glabros e cilíndricos,
curtos nas flores pistiladas, com 1,0 mm a 2,0 mm de comprimento e mais longos nas flores
estaminadas, com 3,0 mm a 4,0 mm de comprimento. Ovário ínfero, soldado ao tubo calicino,
pentacarpelar e pentalocular ou tetracarpelar e tetralocular, raro tricarpelar e trilocular, carpelos bem
demarcados, com um disco anelado e proeminente; um rudimento seminal por lóculo, de
placentação axial; estilete curto e estigma pentalobado. Brácteas, sépalas e pétalas com tricomas
tectores e glandulares.



DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA




Brácteas anfiestomáticas, sépalas hipoestomáticas e pétalas anfi-hipoestomáticas, com estômatos
anomocíticos. Em vista frontal, a cutícula é estriada nas brácteas, receptáculo, sépalas e pétalas,
com estrias paralelas ao eixo maior das células fundamentais da epiderme; são visíveis os núcleos,
gotas lipídicas esféricas, tricomas tectores e glandulares; são ausentes idioblastos contendo areia
cristalina de oxalato de cálcio. Em secção transversal, nas brácteas, receptáculo, sépalas e pétalas, a
cutícula é espessa e estriada e a epiderme é uniestratificada; os estômatos localizam-se no mesmo
nível das demais células epidérmicas; gotas lipídicas esféricas ocorrem em todos os tecidos; não
ocorrem idioblastos cristalíferos. Nas brácteas, o mesofilo é formado por até quatro camadas de
células isodiamétricas e o sistema vascular está formado por um a quatro feixes ou por
agrupamentos xilemáticos. O receptáculo apresenta forma circular, com tecido parenquimático
formado por até doze camadas de células isodiamétricas e feixes colaterais, distribuídos neste
tecido, em forma de anel. Cada sépala, em vista frontal, quando diafanizada, mostra uma a três
nervuras paralelas; em secção transversal o mesofilo é homogêneo, formado por duas a sete
camadas de células parenquimáticas, isodiamétricas; o sistema vascular está representado por um a
três agrupamentos xilemáticos; grãos de amido elipsóides ocorrem nas células parenquimáticas do
xilema e a endoderme é visível junto ao agrupamento xilemático principal. Cada pétala, em vista
frontal, quando diafanizada, mostra geralmente cinco, raro quatro nervuras paralelas, as secundárias
partindo da principal, ramificadas ou não, nunca anastomosadas no ápice; em secção transversal, as
células fundamentais da epiderme são papilosas e de paredes anticlinais espessas; o mesofilo é
homogêneo e formado por até doze camadas de parênquima frouxo, com células de forma irregular;
o sistema vascular está representado por três a seis feixes colaterais distribuídos pelo parênquima,
podendo estar envolvidos por endoderme; grãos de amido elipsóides estão presentes nos
parênquimas dos tecidos de condução. O filete, em vista frontal, apresenta cutícula estriada, células
epidérmicas com núcleo evidente e raras gotas lipídicas; em secção transversal, apresenta forma
circular, cutícula delgada e epiderme uniestratificada; os estômatos são ausentes; o parênquima é
formado por células poligonais que diminuem de volume em direção ao centro, desprovidas de
cloroplastídios e com poucas gotas lipídicas; o sistema vascular preenche a região central e é
formado por elementos traqueais. Na antera, em secção transversal, a epiderme é papilosa; o tapete
é formado por uma única camada de células achatadas tangencialmente e o endotécio por duas a três
camadas de células de forma trapezoidal, fibrosas, com pontoações evidentes. O pólen é prolato, em
vista polar arredondado e em vista equatorial elipsoidal, tricolporado, com 18 ?m a 34 ?m de
diâmetro, com superfície reticulada. O gineceu, em secção transversal, apresenta carpelos de
formato triangular a triangular-ovalado; o tecido parenquimático, quando utilizado Sudan IV,
mostra numerosas gotas lipídicas e grande quantidade de grãos de amido, quando utilizado lugol; o
tecido que reveste o lóculo é formado por células achatadas tangencialmente, com espaços
intercelulares pequenos e com núcleo evidente, quando utilizado lugol; as células epidérmicas do
estigma são extremamente papilosas.



DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DO PÓ


O pó atende a todas as exigências estabelecidas para as flores desta espécie, menos os caracteres
macroscópicos. São características: coloração amarelo-esverdeada; fragmentos de epiderme com
cutícula estriada de sépalas ou de pétalas papilosas; fragmentos de epiderme com estômatos
anomocíticos; células-guarda isoladas; fragmentos de epiderme com tricomas tectores de diferentes
tipos; raros tricomas tectores e glandulares isolados ou partes destes; porções de tecidos com gotas
lipídicas; parte de elementos traqueais de espessamento helicoidal; fragmentos de epiderme da
antera, extremamente papilosa; fragmentos da camada fibrosa da antera; numerosos grãos de pólen


como os descritos; grãos de pólen isolados ou agrupados, ou associados a fragmentos de anteras e à
epiderme de diversas peças; porções de estigma com epiderme papilosa; porções de brácteas;
porções do bordo de sépalas, de pétalas e de brácteas.



DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA DAS IMPUREZAS


Os pedicelos das flores da própria espécie, se presentes como impureza, são esbranquiçados pela
dessecação, longitudinalmente sulcados, medindo de 1,0 mm a 6,0 mm de comprimento,
apresentando tricomas tectores e glandulares, de várias formas, visíveis com lente de aumento. Os
pedicelos podem estar acompanhados por uma a três brácteas, conforme as descritas para o cálice.



DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DAS IMPUREZAS


Os pedicelos das flores da própria espécie, se presentes como impureza, apresentam, em vista
frontal, cutícula estriada, com estrias paralelas ao eixo maior das células fundamentais da epiderme,
sendo estas alongadas e retangulares e de paredes retilíneas espessadas; os estômatos são
anomocíticos; a secção transversal é irregular, com proeminências e reentrâncias muito acentuadas,
a cutícula é espessa e a epiderme uniestratificada; a região cortical apresenta colênquima tabular e
parênquima; o sistema vascular possui até doze feixes colaterais, dispostos em forma de anel; o
parênquima medular é formado por poucas células; gotas lipídicas esféricas e grãos de amido
ocorrem em todos os tecidos.



IDENTIFICAÇÃO


A. Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-
gel GF254, com espessura de 0,25 mm, como suporte, e acetato de etila-ácido fórmico-ácido acético
água (100:11:11:27) como fase móvel. Aplicar, separadamente, em forma de banda, 10 ?l da solução
(1) e 10 ?l da solução (2), preparadas recentemente, como descrito a seguir.


Solução (1): transferir cerca de 0,5 g da droga moída para balão de fundo redondo de 100 ml,
adicionar 5 ml de metanol. Aquecer, sob refluxo, por 30 minutos. Filtrar através de papel de filtro.


Solução (2): dissolver quantidade de 5 mg de rutina, hiperosídeo, isoquercitrina em metanol para
obter solução a 1 mg/ml.


Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar ao ar. Examinar sob luz ultravioleta
(366 nm). No cromatograma obtido com a solução (1), próximo a fronte uma mancha fluorescente de
coloração azulada referente ao ácido clorogênico. Em seguida, nebulizar a placa com solução de
anisaldeído sulfúrico e colocar em estufa entre 100 ºC e 105 ºC, durante 5 a 10 minutos. O
cromatograma obtido com a solução (2) apresenta, manchas de coloração violeta correspondente a


rutina (Rf aproximadamente 0,49), hiperosídeo (Rf aproximadamente 0,68) e isoquercitrina (Rf
aproximadamente 0,72). O cromatograma obtido com a solução (1) apresenta manchas similares na
posição e coloração às manchas obtidas no cromatograma da solução (2). Outras manchas de menor
intensidade podem ser observadas.



ENSAIOS DE PUREZA


Material estranho (V.4.2.2). No máximo 8% de pedicelos grosseiros e outros materiais estranhos,
e no máximo, 15% da amostra com cor alterada (enegrecida).


Água (V.4.2.3). No máximo 10%.


Cinzas totais (V.4.2.4). No máximo 9,4%.



DOSEAMENTO


Flavonóides totais


Solução-mãe: pesar, exatamente, cerca de 0,1 g da droga pulverizada (355 ?m) e colocar em balão
de fundo redondo de 100 ml. Acrescentar 0,25 ml de solução aquosa de metenamina 0,5%, 10 ml de
acetona e 0,5 ml de ácido clorídrico. Aquecer em banho-maria, sob refluxo, durante 30 minutos.
Filtrar a mistura para balão volumétrico de 25 ml. Retomar o resíduo da droga e algodão ao mesmo
balão de fundo redondo, adicionar 7 ml de acetona. Aquecer, sob refluxo, durante 10 minutos.
Filtrar através de algodão para o mesmo balão volumétrico de 25 ml. Repetir a operação retornando
novamente o resíduo da droga e o algodão para o balão de fundo redondo, adicionar 7 ml de acetona
e aquecer sob refluxo, durante 10 minutos. Filtrar para o mesmo balão de 25 ml. Após resfriamento
à temperatura ambiente justar o volume para 25 ml com acetona. Em funil de separação, adicionar
10 ml desta solução e 10 ml de água e após extrair com 10 ml de acetato de etila, repetindo-se por
duas vezes, com porções de 6 ml de acetato etila. Reunir as fases de acetato de etila e lavá-las com
em funil de separação, com duas porções de 15 ml de água, transferindo a seguir para balão
volumétrico de 25 ml, completando-se o volume com acetato de etila.


Solução amostra: transferir 10 ml da solução-mãe para balão volumétrico de 25 ml, adicionar 1
ml do reagente cloreto de alumínio 2% e completar o volume com solução metanólica de ácido
acético 5%.


Solução branco: transferir 10 ml da solução-mãe para balão volumétrico de 25 ml e completar o
volume com solução metanólica de ácido acético 5%.


Medir a absorvância da solução amostra em 425 nm (V.2.14-3) 30 minutos o seu preparo,


utilizando a solução branco para ajuste do zero. Calcular o teor de flavonóides totais, calculado
como quercetina, segundo a expressão:

A ×15625
Q =

500 × m × (100 ? Pd )

em que:


Q = teor de flavonóides totais, expresso em quercetina (%);
A = absorvância da solução amostra;
m = massa da droga vegetal;
Pd = determinação de água (%).



Rutina


Proceder conforme descrito em cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). Utilizar
cromatógrafo provido de detector ultravioleta a 356 nm; pré-coluna empacotada com sílica
octadecilsilanizada, coluna de 150 mm de comprimento e 3,9 mm de diâmetro interno, empacotada
com sílica octadecilsilanizada (4 ?m), mantida a temperatura ambiente; fluxo da fase móvel de 0,7
ml/minuto.


Eluente A: mistura de acetonitrila, água e ácido trifluoracético (5:95:0,01).


Eluente B: mistura de acetonitrila e ácido trifluoracético (100:0,01).


Gradiente de fase móvel: adotar sistema de gradiente linear, conforme tabela a seguir.


Tempo (minutos)
Eluente A (%)
Eluente B (%)
0 90 10
7 70 30
8 0
100
11 0 100
12 90 10
18 90 10


Solução amostra: pesar exatamente, cerca de 0,25 g da droga seca e moída (355 ?m) e colocar em
frasco de vidro, agitar por turbólise, velocidade 3, durante 5 minutos com 5 ml de etanol 80% (v/v).
Filtrar através de papel de filtro, sob vácuo, para balão volumétrico de 5 ml e completar o volume
com o mesmo solvente. Filtrar através de membrana e diluir 50 ?l em 950 ?l de acetonitrila:água
(1:9).




Solução padrão estoque: dissolver 5 mg do padrão de rutina em 10 ml de metanol.


Curva de calibração: diluir uma alíquota de 2,5 ml da solução padrão estoque, em balão
volumétrico de 25 ml de modo a obter solução a 50 ?g/ml. Diluir alíquotas de 1 ml, 1,5 ml, 2 ml,
2,5 ml, 3 ml, 3,5 ml, 4 ml e 4,5 ml em balão volumétrico de 5 ml, com metanol, de modo a obter
concentrações de 10 ?g/ml, 15 ?g/ml, 20 ?g/ml, 25 ?g/ml, 30 ?g/ml, 35 ?g/ml, 40 ?g/ml e 45
?g/ml.


Procedimento: injetar, separadamente, 10 ?l das soluções da curva de calibração e da solução
amostra. Registrar os cromatogramas e medir as áreas dos picos. O tempo de retenção é de
aproximadamente 5 minutos para o rutina. Calcular o teor de rutina na amostra a partir da equação
da reta obtida com a curva de calibração. O resultado é expresso pela média das determinações em
gramas de rutina por 100 gramas da droga (%), considerando o teor de água.



EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO


Em recipiente de vidro bem fechado, ao abrigo da luz, calor e umidade.


XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES

Solução de anisaldeído sulfúrico
Preparação - Dissolver 0,5 g de anisaldeído em 100 ml de metanol. Adicionar 4 ml de ácido
clorídrico e 5 ml de ácido sulfúrico.

Solução de cloreto de alumínio 2%
Preparação – Dissolver 2 g de cloreto de alumínio em qs de metanol. Proceder à dissolução em
banho de gelo, após resfriamento da solução, completar o volume para 100 ml com metanol.




LEGENDAS:


Figura 1: Sambucus australis Cham. & Schltdl. - A. aspecto geral da flor estaminada, em vista
frontal; an: antera; ea: estame; fi: filete; g: gineceu; pt: pétala; B. aspecto geral da corola
desprendida, em vista frontal; pt: pétala; C. aspecto geral de parte do cálice, mostrando a face
adaxial de duas sépalas, em vista frontal; sl: sépala; tg: tricoma glandular; tt: tricoma tector; D.
aspecto geral da face adaxial de brácteas, em vista frontal, evidenciando suas distintas formas; a.
bráctea triangular; b, c. brácteas elípticas; d, e. brácteas oblongas; pro: proeminência apical; tg:
tricoma glandular; E. aspecto geral do estame em vista ventral; an: antera; fi: filete; F. detalhe de
porção da epiderme do filete, em vista frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; ese: estrias
epicuticulares; gl: gota lipídica; nu: núcleo; G. esquema geral do filete, em secção transversal; ep:
epiderme; ax: agrupamento xilemático; H. detalhe do filete em secção transversal; ax: agrupamento
xilemático; cu: cutícula estriada; ep: epiderme; gl: gota lipídica; p: parênquima; I. esquema geral
grão de pólen; a: vista polar; b. vista equatorial; J. detalhe de porção da epiderme do receptáculo,
em vista frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; ese: estrias epicuticulares; gl: gota lipídica;
L. esquema geral do receptáculo e do ovário, em secção transversal; er: epiderme do receptáculo;
fvo: feixe vascular do ovário; fvr: feixe vascular do receptáculo; lo: lóculo; ru: rudimento seminal;
M. detalhe de porção do receptáculo e do ovário, em secção transversal, conforme destacado em L;
cu: cutícula estriada; clo: cloroplastídio; er: epiderme do receptáculo; fvo: feixe vascular do ovário;
fvr: feixe vascular do receptáculo; gl: gota lipídica; nu: núcleo; paj: parênquima de células
justapostas; pov: parênquima do ovário; pre: parênquima do receptáculo; rl: revestimento do lóculo;
x: xilema. As réguas correspondem em A e E a 2,5 mm; em B a 5 mm, em C e D a 1,0 mm; em F,
H, J, M a 100 ?m; em G e L a 400 ?m; em I a 30 ?m.

Figura 2: Sambucus australis Cham. & Schltdl - A. detalhe de porção da face adaxial da epiderme
da bráctea, em vista frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; es: estômato; ese: estrias
epicuticulares; gl: gota lipídica; nu: núcleo; B. detalhe de porção da face abaxial da epiderme da
bráctea, em vista frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; es: estômato; ese: estrias
epicuticulares; gl: gota lipídica; nu: núcleo; C. esquema geral da bráctea, em secção transversal; ab:
face abaxial; ad: face adaxial; ep: epiderme; fv: feixe vascular; m: mesofilo; D. detalhe da região da
nervura principal da bráctea, em secção transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial; cl:
clorênquima; clo: cloroplastídio; cu: cutícula estriada; ep: epiderme; f: floema; fv: feixe vascular;
gl: gota lipídica; x: xilema; E. detalhe de porção da face adaxial da epiderme da sépala, em vista
frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; ese: estrias epicuticulares; gl: gota lipídica; F. detalhe
de porção da face abaxial da epiderme da sépala, em vista frontal; cfe: célula fundamental da
epiderme; ese: estrias epicuticulares; gl: gota lipídica; nu: núcleo; G. esquema geral da sépala, em
secção transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial; ax: agrupamento xilemático; ep: epiderme; m:
mesofilo H. detalhe de porção da sépala, em secção transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial;
cl: clorênquima; clo: cloroplastídio; cu: cutícula estriada; end: endoderme; ep: epiderme; es:
estômato; gl: gota lipídica; nu: núcleo; x: xilema. I. detalhe de porção da face adaxial da epiderme
da pétala, em vista frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; ese: estrias epicuticulares; gl: gota
lipídica; nu: núcleo; J. detalhe de porção da face abaxial da epiderme da pétala, em vista frontal;
cfe: célula fundamental da epiderme; es: estômato; ese: estrias epicuticulares; gl: gota lipídica; L.
esquema geral da pétala, em secção transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial; ep: epiderme; fv:
feixe vascular; m: mesofilo; M. detalhe de porção da pétala, na região da nervura principal, em
secção transversal; ab: face abaxial; ad: face adaxial; cl: clorênquima; clo: cloroplastídio; cu:
cutícula estriada; ep: epiderme; f: floema; fv: feixe vascular; gl: gota lipídica; p: parênquima; x:
xilema; As réguas correspondem em A, B, D, E, F, H, I, J e M 100 ?m; em C e G a 400 ?m; em L a
800 ?mb.



Figura 3 Sambucus australis Cham. & Schltdl. – A. detalhe de tricomas ocorrentes em brácteas,
sépalas e pétalas. A1. tricoma tector unicelular; A2 a–f. tricomas tectores pluricelulares; A3 a-i.
tricomas glandulares; B. detalhes do pó. B1. a-l. porções de epiderme; a-e. fragmentos de epiderme,
em vista frontal; cfe: célula fundamental da epiderme; es: estômato; ese: estrias epicuticulares; gl:
gota lipídica; gp: grão de pólen; nu: núcleo; f. fragmento de epiderme em vista lateral; cfe: célula
fundamental da epiderme; tt: tricoma tector; g-h. porções de tricomas tectores; i-j. porções de
tricomas glandulares com cabeça pluricelular; l. células-guarda isoladas; B2. fragmentos da antera;
a. porção convexa; b. porção côncava; c. fragmento da camada fibrosa de antera; gp: grão de pólen;
B3. porção de elemento traqueal com espessamento helicoidal; B4. grãos de pólen; a. isolados; b.
agrupados. As réguas correspondem A e B (B1, B2c, B3-B5) a 100 ?m; em B (B2a e b) a 400 ?m.












Figura 1 Sambucus australis Cham. & Schltdl.

















Figura 2 Sambucus australis Cham. & Schltdl.









Figura 3 Sambucus australis Cham. & Schltdl.






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